Plano de Acessibilidade Plano de promoção de acessibilidade e atendimento às pessoas

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1 MANTIDA INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA - IPEC Plano de Acessibilidade Plano de promoção de acessibilidade e atendimento às pessoas

2 com deficiência O Decreto no. 914, de 6 de setembro de 1993 instituiu a Política Nacional para a Integração das Pessoas Portadora de Deficiência. No artigo 6º. estão explicitados os seus objetivos: I - o acesso, o ingresso e a permanência da pessoa portadora de deficiência em todos os serviços oferecidos à comunidade; II - integração das ações dos órgãos públicos e entidades privadas nas áreas de saúde, educação, trabalho, transporte e assistência social, visando à prevenção das deficiências e à eliminação de suas múltiplas causas; III - desenvolvimento de programas setoriais destinados ao atendimento das necessidades especiais das pessoas portadoras de deficiência; IV - apoio à formação de recursos humanos para atendimento da pessoa portadora de deficiência; V - articulação de entidades governamentais e não governamentais, em nível Federal, Estadual, do Distrito Federal e Municipal, visando garantir efetividade aos programas de prevenção, de atendimento especializado e de integração social. Em 17 de novembro de 2011, ao lançar o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, por meio do Decreto no , o Governo Federal ressaltou o compromisso do Brasil com as prerrogativas da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, firmada pela ONU, ratificada pelo nosso país com equivalência de emenda constitucional. Sabe-se que o Brasil tem avançado na implementação dos apoios necessários ao pleno e efetivo exercício da capacidade legal por todas e cada uma das pessoas com deficiência. Há um empenho para, cada vez mais, criar condições para que a deficiência não seja motivo de impedimento à realização dos sonhos, dos desejos, dos projetos das pessoas. Atualmente, no Brasil, 45 milhões de pessoas declaram possuir algum tipo de 2

3 deficiência, segundo o Censo IBGE/2010. Assim, o Governo empenha-se para que o poder público faça com que a Convenção aconteça na vida das pessoas por meio da articulação de políticas governamentais de acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade. Consciente de sua atuação e responsabilidade junto à comunidade, a ESEFAP se compromete a promover e disseminar valores de conscientização para gerar uma transformação da realidade social, através de ações que promovam a sensibilização de todos os envolvidos sobre a importância do papel de cidadania. A ESEFAP acha-se devidamente estruturada e adequada às normas legais vigentes, com vistas a assegurar às pessoas com deficiência as condições básicas de acesso ao ensino superior, no que diz respeito à mobilidade e utilização de equipamentos e instalações da instituição. Existem rampas de acesso, sanitários adaptados com corrimão lateral, bebedouros em altura compatível, piso tátil e, em processo de instalação, um telefone público em altura compatível com as necessidades das pessoas com deficiência. Os prédios são dotados de elevadores em todos os andares. Existem rampas de acesso aos prédios. A Prefeitura do Município de São Paulo disponibiliza do serviço leva e traz para o transporte de cadeirantes. A ESEFAP assume o compromisso, caso solicitado e até a conclusão do curso pelo solicitante, de dotar a Instituição de: Sala de apoio equipada com máquina de datilografia braile, impressora braile acoplada a computador, sistema de síntese de voz, gravador e fotocopiadora que amplie textos, software de ampliação de tela, equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com visão subnormal, lupas, réguas de leitura e scanner acoplado a computador; Adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em braile e de fitas sonoras para uso didático. 3

4 Estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para o uso do vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; Propiciar aos professores acesso à literatura e informações sobre a especificidade linguística do portador de deficiência auditiva. Aos portadores de necessidades físicas é garantido na ESEFAP: Livre circulação nos espaços de uso coletivo, através da eliminação de barreiras arquitetônicas; Rampas que possibilitam o acesso por cadeiras de roda; Portas e banheiros adaptados com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeirantes; Barras de apoio nas paredes dos banheiros; Aos portadores de deficiência visual a instituição se compromete a garantir a existência de: Impressora em Braille acoplada a um computador; Sistema sintetizador de voz; Software de ampliação de tela; Equipamento para ampliação de texto para alunos com visão subnormal; Lupas e réguas de leitura; Scanner acoplado a computador; Aos portadores de deficiência auditiva a instituição se compromete a garantir a existência de: Intérprete de língua de sinais (Libras) especialmente no momento de realização das avaliações; Flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; 4

5 Aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para utilização do vocabulário pertinente às matérias do curso em que esteja matriculado; Materiais de informação aos professores para que esclareça a especificidade da língua. Para os demais componentes da comunidade escolar, a instituição se compromete a ofertar: Informações sobre as características essenciais necessárias ao aprendizado dos portadores de necessidades especiais; Cursos, seminários e eventos; Formação continuada sobre o atendimento às pessoas com deficiência; Para a comunidade em geral, as campanhas de sensibilização e de aceitação das diferenças são importantes para o trabalho de inclusão; Parcerias com ONGs, sindicatos, associações e demais organizações para uma atuação conjunta na divulgação de trabalho de inclusão social e de conscientização do público em geral. 5

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