Agora é que vão ser elas

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1 Agora é que vão ser elas De facto já estamos a sentir. Mas tudo isto, podemos dizer, não era inesperado, só não sabíamos qual seria a profundidade. A crise é de facto maior do que qualquer um poderia admitir. Para uns, a crise Portuguesa é da responsabilidade do governo anterior; para outros, estes tipos vieram agravar mais o que já não estava bem; para nós, o problema principal é endémico. Há muitos anos que as políticas perseguidas por muitos governos são profundamente erradas, baseadas na destruição dos nossos meios de produção, fomentando a importação de bens e serviços, na utilização de fundos públicos e comunitários para interesses duvidosos e fundamentalmente pela injustiça com que se faz a repartição da riqueza. O resultado está à vista! É esta injustiça que gera a precariedade social e laboral e que consequentemente gera a pobreza sistémica de Portugal. Mas nós não desistimos de lutar pela dignidade do ser humano quando lutamos contra a precariedade laboral e quando exigimos dos nossos representantes mesmo que ilegítimos, o respeito que temos direito. Mesmo que doa a muitos, o direito de manifestação e protesto é ainda reconhecido na constituição da república pelo que vamos continuar a exercê-lo. Térmicas Dez/2011 Acordo Colectivo de Trabalho EDP/REN Negociação em modo By-pass É do conhecimento geral que, há cerca de 4 anos, Empresas e Sindicatos negoceiam um conjunto de dossiês propostos pelas empresas. O protocolo inicial foi pela CNS que nos representa assinado e previa que durante esse ano, todas as matérias para negociação estariam acordadas. Só que, contavam as Empresas, que até em função da lei, seriam favas contadas, obviamente contando com quem, normalmente costuma fazer favores, nomeadamente nas tabelas salariais. Assim, após a resolução do diferendo sobre as taxas moderadoras, iniciou-se a discussão do dossiê Saúde - Anexo VII. Desde logo com o pressuposto que mais tarde se veio a mostrar irreal, as Empresas propunham que, dados os custos elevadíssimos(?) com a saúde fosse alterado o sistema mutualista para um outro de co-pagamento em que na generalidade, os medicamentos viessem a ser suportados pelo beneficiário em 35%, e os actos médicos custassem 25% aos utentes. UM SISTEMA DE CO-PAGAMENTO? Ora, considerando as premissas colocadas, até equacionamos a possibilidade de estudarmos um processo que fosse equilibrado e que garantisse o direito consignado no ACT. Solicitamos ás Empresas o fornecimento de dados que nos permitissem realizar uma proposta séria que fosse de encontro por um lado ás dificuldades (?) financeiras das Empresas e por outro de forma a não onerar os custos a pagar pelos utentes. As contas custavam a sair Entretanto, o denominado Grupo UGT, veio a apresentar no ano passado uma proposta Global em que, dadas as circunstâncias, propunha um co-pagamento único a suportar pelos utentes de 30% para todos os actos médicos e medicamentos. Os representantes das empresas, sem terem posto cá fora as contas solicitadas, aceitaram de imediato esta proposta. Mas os signatários da proposta solicitaram às empresas o seguinte: Página 1

2 Dada a crise económica que atravessamos (estamos em 2010), e reconhecendo que este acordo não é bom para os trabalhadores, pedimos ás empresas que apenas o aplique quando sairmos da crise. Sem comentários AS CONTAS Posteriormente fez-se luz e foram do nosso conhecimento as contas da Saúde e os gastos com a Empresa prestadora de Serviços Sãvida.- Atenção que nestes gastos, há despesas com Administradores, edifícios e carros! Analisados os documentos e as respectivas contas foi possível concluir algumas inverdades transmitidas, Assim, a conclusão que se tira dos documentos é que, de 2004 a 2009 decresceram significativamente as despesas com a saúde, a pontos de, o valor da mútua que pagamos mensalmente dever ter descido naquele período e não o contrário. Colocado o problema em sede de negociação, a resposta ou justificação para tais factos não existiu nem existe. OS TRABALHADORES SABIAM DISTO? Partimos então para o terreno para plenários, contactamos dezenas de locais de trabalho colocando o problema desta negociação e, verificamos que nem sequer os associados das organizações subscritoras de tal acordo, e mesmo alguns dos seus delegados conheciam tal negociata. NOVO GOVERNO CRIA APREENSÃO Com a chegada do novo Governo, outras apreensões se nos colocaram quer sobre este acordo, quer nos seus aspectos mais gerais em tudo o que tem a ver com a contratação colectiva. Assim, colocamos o problema novamente aos representantes das empresas em reunião informal no passado dia 3 de Novembro da seguinte forma: Se o governo levar para a frente a intenção de suspender ou acabar com as comparticipações sobre actos médicos no SNS, como ficarão os trabalhadores e pensionistas da EDP e da REN? UM SISTEMA COMPLEMENTAR Deve notar-se que, o NOSSO sistema de saúde é COMPLEMENTAR. Isto quer dizer que, a EDP e a REN só comparticipam despesas que sejam previamente autorizadas e pagas pelo Serviço Nacional de Saúde. Assim, se o SNS não pagar nada, EDP e REN nada pagarão. RECONHECIMENTO E PREOCUPAÇÃO As Empresas através dos seus representantes, entenderam as nossas preocupações e comprometeram-se a envidar esforços para ultrapassar esta possível situação, uma vez que é reconhecido o direito. CARREIRAS E PERFIS Foi apresentada pelas empresas uma proposta de revisão do actual anexo das Carreiras e dos perfis de enquadramento profissional. Percebe-se logo à partida as intenções: ELIMINAR PROGRESSÂO AUTOMÁTICA Assim, a proposta contempla a eliminação das progressões automaticamente em função do tempo de permanência (2, 3 ou 4 anos) entre BR s e baixa o início de carreira em 3 BR s, Eliminando também o nível 6. Questionadas as empresas sobre as possibilidades de progressão mesmo sem automatismos, a resposta não poderia ser mais explicita sobre as intenções: Assim, para haver progressão na carreira, o trabalhador necessitaria de 3 condições num período de 3 anos: Ter a avaliação do desempenho superior à média do seu grupo funcional; Não faltar ao trabalho mais de dez dias; Ser elegível Ser elegível quer dizer, num grupo de profissionais vários com as primeiras duas condições excelentes mas a sua hierarquia ter números clausus onde só lhe é permitido propor 1 ou 2. Assim, como escolher? É óbvio que esta proposta foi rejeitada. PERÍODO DE TRANSIÇÃO É INCOERENTE, DISCRIMINATÓRIO E INJUSTO. Recentemente fizeram as empresas uma proposta de um período de transição de alguns anos que estabeleça a diferença entre Velhos e Novos. Neste período de transição o que acontece: Quem entra de novo, aplica-se de imediato o novo ACT sem progressões automáticas; Quem está com ACT, mantém a mesma progressão até à data a acordar como fim do período de transição. Ora a serem aplicadas estas regras, teríamos trabalhadores de 1ª os actuais mais antigos, de 2º - os actuais mais jovens e de 3ª categoria todos os que viessem a integrar as empresas. A Injustiça está fundamentalmente aqui, até porque nunca foram os enquadramentos e as carreiras que impediram que as Empresas tivessem o progresso que têm, antes pelo contrário. Térmicas Dez/2011 Página 2

3 A NOSSA PROPOSTA Entregamos em tempo útil, uma proposta ás empresas, depois de discutida com os trabalhadores, que mantém na generalidade a progressão automática em todos os níveis, cria no topo de cada nível 3 BR s que permitirão destamponar algumas carreiras e criar perspectivas de evolução a muitos profissionais. Elimina o nível 6. Propondo a integração destes no nível 5. LIVRINHO AZUL EM VIGOR É bom lembrar, principalmente a algumas hierarquias, que o ACT/EDP/REN está em vigor na sua Integra! Embora a sua revisão e negociação esteja neste momento em modo que consideramos de by-pass, pelo modo como alguns pretendem negociar, requere-se de todos os trabalhadores, a maior atenção sobre o momento político que atravessamos nomeadamente no que se refere à possível e previsível retirada de direitos consignados, por via legislativa. Medicamentos Com início em 1/1/11, na sequência de uma decisão do Governo de alterar o valor de referência do medicamento genérico para o de marca, teve como consequência os utentes do Sistema Complementar de Saúde da EDP, passaram a pagar parte do custo dos medicamentos. A EDP tem um Acordo com a CNS/Fiequimetal em que o preço de referência é do genérico mais caro para o medicamento de marca. A Empresa ao não ter informado como devia as farmácias e dessa maneira mantido o Acordo existente criou uma situação penalizadora para os utentes e desrespeitadora do estabelecido. Depois de muita persistência da CNS/Fiequimetal, a Empresa informou (informação prestada 3/11/11) que o CA já terá decidido por dar instruções às farmácias mantendo o Acordo existente e aceitou fazer a devolução aos utentes dos valores indevidamente pagos por estes, como é nossa exigência. DEVEM OS TRABALHADORES, REFORMADOS E PENSIONISTAS AGUARDAR POR INSTRUÇÕES QUE A EMPRESA PRESTARÁ (conforme foi estabelecido) os utentes não devem ter preocupações quanto ao facto de saberem ou não se o medicamento pago é genérico ou de marca - à Empresa competirá essa análise. Tabela Salarial 2012 Foi já entregue ás empresas, segundo os preceitos e prazos legais, a nossa proposta de tabela salarial para 2012, depois de discutida com os trabalhadores em todos os plenários realizados recentemente em todos os locais de trabalho. Para que conste, a nossa proposta baseia-se fundamentalmente em dois dados inquestionáveis: 1. A Inflação estimada em ,5% 2. A média da produtividade da EDP e da REN 8,7%. Relativamente ao ponto 1, este não contabiliza o valor do imposto extraordinário de 2011 em 3,5% nem os recentes aumentos dos transportes, energia e gás. Relativamente ao ponto 2, entendemos como correcto propor 25% ou seja ¼ da produtividade o que significa 2,17%. Assim, somando os dois pressupostos o valor que propomos ás empresas será de 5.75%. Outros dados a ter em conta: Lucros da EDP (1235 M ) e REN (110,3 M ) em Dividendos aos accionistas EDP (621,6 M ) e REN (89,7 M ) em Lucros EDP 3.º trimestre M. REN E EDP NÃO VIVEM MOMENTOS DE CRISE Nota a reter: Em recente iniciativa do Governo, que contou com a presença do PCAE (António Mexia), este, em declarações à comunicação social afirmou que a situação da empresa e o contributo dos trabalhadores decisivo nesse aspecto, não poderia justificar qualquer corte de Subsídios. Estranha afirmação, pois a EDP está afastada desta medida que se confina à Administração Pública e Sector Empresarial do Estado. No entanto, o contributo dos Trabalhadores deve justificar uma tabela salarial que melhore as condições de vida e de trabalho, como reflecte a nossa proposta. Campanha contra quem trabalha Quando os tempos são de crise, seja ela de que índole for, é comum surgirem vozes a inventar causas e efeitos da Térmicas Dez/2011 Página 3

4 mesma, por mais mirabolantes que estes sejam. Agora, que passamos por uma muito grave crise económica e que temos um desemprego que não cessa de aumentar, há uns escribas e fazedores de opinião que culpam quem trabalha pelo facto de os jovens não conseguirem emprego. Falam até de uma guerra de gerações, imaginem! E como se desenvolve essa guerra? É simples: Segundo esses entendidos, quem tem emprego é não só um privilegiado mas também é egoísta. Sim, é privilegiado porque trabalha e é egoísta porque não se importa com os que não têm emprego. Concluem que quem trabalha deveria dar o seu lugar aos jovens que procuram o seu primeiro emprego. É fácil de dizer ou escrever, não é? Alguém acredita que essa seria a solução? Será que desconhecem que algumas das maiores empresas portuguesas se serviram de meios legais para reduzirem os seus quadros quando o objectivo era o rejuvenescimento dos mesmos, com a consequente criação de primeiro emprego para os jovens? Quantos trabalhadores têm hoje a Portugal Telecom, a Galp ou a EDP, comparativamente há dez ou quinze anos atrás? Outro argumento que sustenta a dita guerra é os chamados direitos adquiridos. Segundo os tais especialistas em coisa nenhuma, estes direitos tornam o posto de trabalho muito caro e os nossos patrões querem pagar pouco, o menos possível, como todos nós sabemos. Antes de mais convém esclarecer que os chamados direitos adquiridos foram mesmo adquiridos, ou seja, não foram roubados. Eles foram conquistados pelos trabalhadores em sede de negociação salarial - em troca de, muitas das vezes, aumentos salariais mais baixos. Por isso, falar hoje em direitos adquiridos e esquecer todo o seu historial é sinal de ignorância ou de má fé. Portanto, a grande maioria dos jovens à procura do primeiro emprego jamais irá herdar o posto de trabalho dos mais velhos e o fim dos muito vilipendiados direitos adquiridos só irá beneficiar os patrões. A realidade, nua e crua, aí está para o comprovar. Mas reparem que quem clama contra a falta de solidariedade (?) entre as gerações mais velhas e a gerações mais novas mantém o seu lugar de jornalista ou de comentador num qualquer órgão de comunicação social, já que não consta que qualquer deles se tenha demitido para que um jovem ocupe o seu lugar. Por último, mas não menos importante, que implicações teria para a Segurança Social a troca dos trabalhadores mais velhos pelos mais novos, tendo em conta a diferença de vencimentos? De que forma os descontos sobre o ordenado mínimo dariam para pagar as reformas dos mais velhos, que auferiam ordenados superiores? Todos nós sabemos que a situação não está fácil mas a solução não passa nunca por colocar portugueses contra portugueses, tenham ou não emprego. É obrigação do governo criar condições de desenvolvimento económico para que o desemprego regrida, não esquecendo que há muitos desempregados que já não são tão jovens assim. Privatizar o que não é Privatizável É uma decisão troikiana que não colhe qualquer apoio prático nos consumidores e trabalhadores das Empresas. Já o mesmo não se poderá dizer quanto aos grandes accionistas nacionais e estrangeiros, presentes e futuros. Mas será assim tão difícil verificar que interesses se movem por detrás destas privatizações? Cremos que não, basta que se pare um pouco para pensar nos objectivos desta onda privatizadora. As empresas dão os resultados que todos conhecemos e servem o país com um produto de primeira necessidade e com a excelência que modernamente lhe chamam. A PRIVATIZAÇÃO DA EDP Desta vez é que é. O Grupo EDP, outrora empresa totalmente pública e com relevantes serviços prestados ao País, vai passar para a esfera privada. Os motivos, diz-nos o nosso governo, têm que ver com imposições da omnipotente e omnipresente Troika, essa entidade que passou a fazer parte do nosso quotidiano e à qual, ao que parece, só nos resta obedecer. Entretanto, as regras da compra estão no segredo dos deuses porque não vislumbramos outra justificação - o Povo Português ainda não é Térmicas Dez/2011 Página 4

5 suficientemente evoluído para entender estas negociatas e daí o sigilo imposto. Mais grave do que isso é a nossa democracia permitir que meia dúzia de vendilhões se aproprie de algo que é pertença do erário público e possa decidir a seu bel-prazer, escudados numas eleições legislativas. Portanto e num futuro muito próximo, vamos ter a EDP a ser gerida por alemães, brasileiros ou chineses, em conjunto ou em separado, e a troco de uns parcos milhões de euros. Seja quem for que ganhe esta parada a galinha dos ovos de oiro nunca mais será nossa. Quem manda neste país é a muito rigorosa Sra. Merkel É estranho? É sim, mas manda quem pode a Alemanha e obedece quem deve, Portugal. TAMBÉM A REN será vendida a quem der mais e sem que alguém responsável se preocupe com o facto de, conjuntamente com a venda da EDP, ser parte da soberania de Portugal que vai a leilão, sujeita a um regateio sem honra nem glória. Aumentar o Horário de Trabalho para quê? É a continuação da cruzada dos neoliberais contra o mundo do trabalho. De facto, só para quem não está atento é que será novidade, que o capital com o apoio inequívoco dos vários governos de direita ou com políticas de direita, sempre tentou passar a mensagem que a produtividade se faria com mais horas de trabalho - Nada de mais errado! A conquista da civilização, das 8 horas de trabalho está assim em causa por toda esta gente. Mas o objectivo principal, percebamos bem, não é sequer aquele que a comunicação social do regime faz passar. O que eles querem mesmo, é que muitos dos trabalhos que só podem ser realizados ao fim de semana com o pagamento em extraordinário, o sejam feitos à borla e os trabalhadores obrigados a isso quando o patronato quiser. "A luta travada por todo o Mundo pela redução da jornada de trabalho durante todo o século XIX e XX, onde datas como o 8 de Março de 1857 e o 1º de Maio de 1886, repassando pela Comuna de Paris em 1871 são bem a expressão da capacidade dos povos que, não abdicaram nunca do necessário confronto entre os interesses dos que tudo têm com os que apenas têm para vender a sua força de trabalho. Catarina Eufémia é assassinada em 1954 e a partir dos anos de 1957/58 a luta pelas 8 horas ganham maior corpo. Milhares de trabalhadores da indústria aos serviços, da agricultura às pescas, pagaram muitas vezes o preço da liberdade e da morte ao levantarem bem alto a voz pela dignificação do trabalho. Tecnicamente, a produtividade é a relação entre o valor do produto efectivamente produzido, a dividir pelo nº de horas trabalhadas. Ora se estes indivíduos pretendem um valor superior no denominador, como é que o resultado final será superior? Uma questão de contas que, em qualquer escola primária se resolveria. O aumento do horário de trabalho em meia hora diária, proposto pelo Governo, «configura-se como trabalho forçado e merece toda a reacção e luta» dos trabalhadores Portugueses. Do ponto de vista até jurídico, os trabalhadores «têm mais sustentação legal para lutar contra o aumento do horário de trabalho do que o Governo tem para impor este aumento, pois o suporte legal é zero». Assim a luta contra a mentira e contra a vigarice psicológica é deveras difícil mas possível levar de vencida. É esta a luta que teremos que travar na defesa da contratação colectiva que garante direitos de trabalho e de cidadania. Eliminação de Feriados Um Roubo aos cidadãos de Portugal Também por aqui se perspectiva o aumento do tempo de trabalho que, como se disse atrás não visa mais do que diminuir o tempo de lazer tornando o homem escravo e sem vida para viver. As alegações são várias, desde as mais despudoradas relativamente a algumas datas históricas em jogo entremeado aqui a opinião da Igreja como se Portugal não fosse um estado laico, até ao argumento de que temos feriados a mais relativamente ao espaço comunitário. Factos são mesmo isso. Quem acusa Portugal de ter muitos feriados (a Alemanha), basta fazer as contas e, já agora, quem acusa Portugal de ter Térmicas Dez/2011 Página 5

6 poucas horas de trabalho, basta fazer as devidas comparações. Ah, e já agora porque de comparações se fala, porque não comparar os salários? SIESI Aspectos mais relevantes Os resultados sindicais obtidos são o suporte da afirmação que se constitui como o único caminho a trilhar. Quem Luta arrisca-se a não ganhar mas, quem não luta, perde de certeza! As lutas recentes na EDP Produção dos trabalhadores da Condução em Sines permitiram alcançar resultados que se vieram a consagrar no ACT, através de Protocolo, o que se traduz indubitavelmente num reforço da contratação colectiva resultante de lutas sectoriais. Os processos de encerramento das centrais termoeléctricas do Barreiro e Carregado que em estreita ligação com a Comissão de Trabalhadores da EDP Produção obrigou a EDP, por várias vezes, a alterar a formulação dos contratos, de transferências, pré-reformas e cessação, e a vir a terreiro negociar com os trabalhadores e suas estruturas representativas. Também na nova Central do Barreiro, a Fisigen, com operação e manutenção à responsabilidade da O&M, detida a 100 % pela EDP, a intervenção e luta desenvolvida, possibilitou a manutenção do quadro de direitos emergentes do ACT, o que acabou por se reflectir na sua aplicação a trabalhadores que já tinham acordado, noutros locais, condições substancialmente desfavoráveis. De destacar, também, a imensa luta dos trabalhadores da ex. CRH, hoje Tempo-Team, que desencadearam um movimento sem precedentes, incluído o recurso à greve, obrigando a nova empresa sentar-se à mesa connosco para negociar condições de resolução dos contratos de trabalho, considerando que a CRH estava insolvente e se afastou de qualquer solução. As pressões exercidas, muito em particular junto da EDP, levaram a que se mantivessem todos os postos de trabalho e direitos que decorriam da prestação de trabalho na anterior empresa. É um exemplo único nesta área e a demonstração que mesmo nas actividades mais precárias, o trabalho Sindical quando dirigido e centrado nas questões essências, não conhece fronteiras. A sindicalização subiu mil por cento, existindo hoje já mais de 400 associados, e uma Comissão Sindical com 7 Delegadas Sindicais com uma actividade regular e objectivos já definidos para reivindicações imediatas. E já que de trabalhadores precários falamos não deixa de ser de obrigatória referência à organização destes na Central Termoeléctrica de Sines onde a sindicalização já ultrapassa largamente a dos trabalhadores da EDP naquele local. Os resultados são evidentes, onde se realça uma luta constante pelos postos de trabalho, condições remuneratórias e outras figuras. Por último, um processo que se considera de enorme importância no que ao ACT do Grupo EDP diz respeito. A Tergen, detida a 100 por cento pela EDP, é responsável pela operação e manutenção de duas das mais recentes centrais de ciclo combinado: Lares e Ribatejo. O afastamento do ACT que a EDP procurou fazer através da criação de mais uma empresa, está a ser contrariado pelas reivindicações dos trabalhadores e pela nossa intervenção, num trabalho conjunto com a Comissão de Trabalhadores, o que já se consubstanciou na celebração de um Protocolo com a EDP, onde o ACT é uma referência constante. Também com os trabalhadores que transitaram da velhinha central do Carregado foi já possível estabelecer protocolo satisfatório. Tudo isto se faz com imenso trabalho, suor, milhares de quilómetros percorridos e algumas lágrimas, mas com um grau de satisfação muito elevado pelo trabalho que daí tem resultado, reconhecido pelos trabalhadores na sua confiança e adesão ao SIESI. É um trabalho colectivo, participado e sempre assente na procura de todas as possibilidades que potenciem os seus resultados, colaborando com outras estruturas, como é o caso das Comissões de Trabalhadores, mas rejeitando qualquer quadro que possa trazer a reboque ou a valorizar aqueles que apenas têm como práticas a traição e o conluio com o patronato. A EDP não admite Jovens trabalhadores por causa do ACT Esta é a frase transmitida por algum(s) Srs Térmicas Dez/2011 Página 6

7 Administradores em encontros com trabalhadores vários e em vários fóruns. Curiosas as afirmações que sejam proferidas até, por quem tem obrigações negociais com as Estruturas Representativas dos Trabalhadores. De facto são frases que se vão apanhando por alguns sítios por onde andamos no contacto com os trabalhadores. Mas porque é que estas conversas surgem? Terão esses responsáveis a consciência pesada por estarem a admitir trabalhadores para empresas do grupo que não subscrevem o ACT? É que nos últimos anos, temos assistido à criação de várias empresas no grupo EDP que se destinam quase exclusivamente a admitir trabalhadores sem regulamentação e a colocá-los noutras empresas do grupo, como é o caso da Estudos e Consultadoria, Soluções Comerciais e O&M entre outras. Porque não admitir estes trabalhadores com a regulamentação do ACT? Só falta dizer que são os trabalhadores que não querem O que é a O&M? É uma empresa do grupo EDP criada para gerir a precariedade laboral Uma definição baseada em Factos! Onde está instalada esta empresa do grupo EDP? Nas Centrais Termoeléctricas a gerir empreiteiros esmagando salários e sonegando direitos. Encontramos esta empresa, que não subscreve o ACT/EDP para os seus próprios trabalhadores, no Carriço, Mortágua, Energin, Setúbal e Sines. Supomos que existirá noutros locais. A regulamentação que aplica aos seus trabalhadores é diferente de local para local com regras que ninguém conhece e algumas nem sequer respeitam o Código do Trabalho. Se o relacionamento institucional com a empresa, é feito com a EDP Produção, porque aquela não tem forma de se relacionar, não será caso para perguntar, que Instituições são estas? E a Tergen o que é? Uma empresa criada pela EDP Produção com Administração própria, para gerir as centrais de ciclo combinado do Ribatejo e Lares. Admitiu trabalhadores qualificados e altamente qualificados mas cujas condições de trabalho (remuneratórias e outras), nada tinham a ver com as detidas pelos trabalhadores ACT. Felizmente que estes trabalhadores abriram a pestana, formaram uma Comissão de Trabalhadores e, com a participação activa do SIESI, conseguiram assinar um protocolo com a empresa que regula as relações de trabalho e estabelece alguns direitos com referências ao ACT/EDP. E a Fisigen? Esta empresa constituída pela FISIPE para produzir o vapor para esta fábrica de têxteis do grupo CUF, tem a condução das instalações, porque tem geradores eléctricos, entregue à EDP Produção (O&M). Os trabalhadores que aqui exercem a sua actividade laboral, são oriundos da EDP P, de locais de trabalho como da destruída central termoeléctrica do Barreiro e da em vias de não ter um futuro muito melhor, a central termoeléctrica de Setúbal. São trabalhadores a quem, pela intervenção do SIESI, se aplica a maior parte das cláusulas do ACT/EDP, mas que têm um contrato individual de trabalho com todas as consequências que daí advêm. Esta embora em menor escala é mais uma forma patrocinada pela EDP P de alargar a precariedade no grupo. E a Energin? É uma empresa de produção de electricidade de origem térmica, instalada no parque industrial da Solvay na Póvoa de Santa Iria onde a O&M (grupo EDP) gere de forma arbitrária os recursos técnicos e humanos. Estivemos recentemente em plenário com estes trabalhadores, onde verificamos que estes estão em instalações da EDP, cumprem as normas e directivas da EDP mas que não lhes são reconhecidos tão pouco, alguns direitos até inscritos no código do trabalho, caso do trabalho extraordinário. É a subversão de tudo quanto é regulamento e que se prova o interesse das várias Direcções da EDP em desregulamentar as relações de trabalho, pondo e dispondo da vida das pessoas. Brevemente em reunião a agendar com os trabalhadores, será elaborado caderno reivindicativo para que possa ser discutido com a empresa no sentido de regulamentar as relações nesta fábrica à semelhança de outras. EMPREITEIROS NA EDP Térmicas Dez/2011 Página 7

8 Pior mas, muito piores condições de trabalho e salário, detêm os trabalhadores dos empreiteiros que fornecem mão de obra à EDP. Falamos não de trabalhadores sazonais, recrutados por tempo prédeterminado para ocorrer a obras de duração limitada. Falamos sim de trabalhadores permanentes, adstritos a instalações essenciais ao regular funcionamento da EDP em vários locais, trabalhadores que em tudo são EDP até pelo tempo que cá trabalham, alguns há mais de 20 anos mas que, de EDP são apenas as obrigações. A nossa luta contra a precariedade também passa por considerar estes como trabalhadores da empresa por um lado, e por outro por negociar pela pressão, com os seus patrões de facto, garantias salariais e outras. É uma luta constante que não pára até à eliminação deste cancro social que é a precariedade laboral e que as empresas como a EDP detentoras deste tipo de contratos, não estão isentas de responsabilidades sociais. Formação Profissional 2012 Inserido no programa POPH, no próximo ano, em datas ainda a anunciar brevemente, o SIESI disporá a todos os associados, um conjunto muito vasto de acções de formação. Estas acções terão como prioridade o Alentejo e a grande Lisboa e serão destinadas a empregados e desempregados no regime laboral e pós laboral. Inscreve-te! Parque Térmico. Tudo aponta para que em 2012 se feche um ciclo de desactivação de centrais. Foi um longo ciclo iniciado há alguns anos com a Central da Tapada do Outeiro a que se seguiram as Centrais do Carregado e do Barreiro e que irá ser finalizado com a Central de Setúbal. Foi um longo e por vezes penoso caminho para todos aqueles que de alguma forma estiveram envolvidos nestes processos. Entre as soluções encontradas, no que aos recursos humanos diz respeito, postas em prática no início, para colmatar os inconvenientes que estas medidas sempre acarretam, e as soluções aplicadas nos últimos encerramentos, podemos dizer que elas se foram degradando ao longo do processo. A Visão puramente economicista tida em conta pelos Recursos Humanos (RH), aliada, à não menos importante, incapacidade de olhar para o conjunto de centrais como um todo, levou a que se fosse transferindo os problemas de uns locais para outros, adiando a sua resolução definitiva. Com o estreitar de opções a considerar, resumido à central de Sines, e com o processo de desactivação da Central de Setúbal à porta, é para nós de capital importância que a empresa informe como pensa resolver o problema dos recursos humanos desta central. Não chega alegar que estão dependentes de outros para tomar decisões. Não estamos a falar de máquinas que basta inverter a posição de on para off para mudar o seu estado. Estamos a falar de pessoas, de famílias. Não é de uma hora para a outra, que se toma uma decisão que vai alterar o resto da vida das pessoas, e de todos aqueles que os rodeiam. Por respeito ao muito que todos estes trabalhadores deram a esta empresa, foram mais uma parcela do todo que possibilitou colocá-la onde ela hoje se encontra, o mínimo que se exige, da parte dos responsáveis dos RH é, um tratamento condigno e consentâneo com o trabalho prestado e com a grandeza desta empresa. Urge pois informar do que se vai passar e como se vai passar. O Sítio dos Direitos Térmicas Dez/2011 Página 8

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