Um abraço pela natureza: proposta interinstitucional de campanha para implementação de ações da TI Verde

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1 Um abraço pela natureza: proposta interinstitucional de campanha para implementação de ações da TI Verde Wilkson dos Santos Weber UnC - Curitibanos Debora Aparecida Almeida UnC-Curitibanos RESUMO : Resíduos eletroeletrônicos possuem grandes quantidades de metais pesados que, destinados de forma incorreta, podem acarretar diversos e graves problemas. Pensando nisso, foi criada a TI Verde, buscando preservar a natureza e o meio ambiente, e incentivando, assim, a fabricação de novos equipamentos menos poluentes, com menor consumo de energia. Um dos principais motivos dessa pesquisa é dar condições para promoção de uma campanha de conscientização das empresas e pessoas para que façam melhor uso e reaproveitamento de seus de equipamentos, podendo reciclá-los, e para que não deixem em lugares impróprios, podendo fazer parte de programas de TI Verde e ajudando preservar o meio ambiente. A partir desta pesquisa definem-se como objetivos o levantamento de informações bibliográficas e documentais sobre o tema abordado, apresentando um estudo sobre Tecnologia da Informação Verde, ilustrando os fundamentos teóricos sobre o assunto, mostrando uma definição conceitual e o estado da arte em TI Verde. Muitos ainda falam que programas de TI são apenas marketing para empresas promoverem-se e ficarem bem vistas no mercado, é chegada a hora da mudança e da transformação, e para tanto faz-se necessário promover campanhas e colocar em prática a vontade da pessoas que acreditam e lutam por um mundo dignamente sustentável. Palavras chave: Conscientização, Campanha, TI Verde 1.INTRODUÇÃO Estudo conduzido pela IBM (International Business Machines) revela que a maioria das médias empresas brasileiras está tomando iniciativas para reduzir o impacto ambiental do uso da tecnologia. Os dados revelam que mais de 70% dessas companhias realizam ou planejam ter projetos de sustentabilidade ambiental. Para Lima e Silva, Guerra e Dutra (1999, p. 218, grifo dos autores), é importante frisar a seguinte questão: O sistema social, visto como um todo, ainda age de forma visivelmente insustentável: os estoques de poluentes ainda são crescentes, a taxa de conversão de terras naturais em pastos e plantações também e o crescimento exponencial de uma população mais pobre é o problema do século XXI. O Brasil é um dos países que mais contam com iniciativas de virtualização de servidores, tecnologia presente em mais de 65% das empresas. No resto do mundo, aproximadamente dois terços das corporações pretendem utilizar a virtualização nos próximos 12 meses. A sustentabilidade deve ser um conceito incorporado nas empresas. Conforme

2 1 Vieira e Hogan (1995, p. 103), podemos inserir a problemática elucidando os seguintes aspectos: Os problemas implicados na crise do meio ambiente caracterizam-se, entretanto, pelo fato de exigirem sua confrontação efetiva com novos padrões de organização das comunidades científicas. A interdependência dos diversos fatores envolvidos cria um novo patamar de complexidade, que coloca em xeque as esferas de competência tradicionalmente associadas a disciplinas científicas isoladas. E mesmo que a adoção de uma abordagem interdisciplinar para esses problemas constitua a tônica dos discursos acadêmicos oficiais [...] A pesquisa mostra que controle dos custos é o principal fator para adoção de iniciativas de TI (Tecnologia da Informação) Verde. Em 65% das empresas, as metas estabelecidas para os projetos são alcançadas, principalmente, em termos de economia de energia e redução dos gastos operacionais. Vale elucidar que: Países com larga extensão territorial, como Brasil e Canadá, estão buscando, também, meios para reduzir viagens. Mais de 30% das empresas locais utilizam conferência remota, por exemplo, para definir estratégias ou, até mesmo, fechar negócios. Outra boa notícia trazida pelo estudo é que 56% das companhias pesquisadas contam com programas de reciclagem de hardware. No Brasil, 60% das empresas de tecnologia adotaram o recondicionamento de seus servidores para melhora e eficiência energética. A pesquisa foi realizada com mais de mil executivos de tecnologia de empresas que possuem entre cem e mil funcionários, no Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Japão, Noruega, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos. O relatório examinou 11 atividades em quatro áreas: virtualização e consolidação, eficiência energética, redução de viagens e aposentadoria de equipamentos antigos. (PCWORLD, 2009, p.1) No Brasil, 66% das empresas já implementaram algum tipo de medição do gasto de energia na infraestrutura de tecnologia. 1.1 APRESENTAÇÃO DO TEMA Com os avanços da globalização e, consequentemente, da tecnologia, produtos como computadores e celulares vêm atualizando-se cada vez mais, fazendo com que esses produtos sejam trocados rapidamente, pois, a cada mês, tornam-se ultrapassados. Com essa evolução tecnológica, vem um sério problema: o que fazer com esses produtos obsoletos, pois a maioria da população deposita-os em lugares inapropriados, como no meio ambiente, o que, cada vez mais, vem agravando o aquecimento global e outros distúrbios na natureza. Este projeto visa o estudo para a redução de gasto de energia e resíduos em (PCs), baseado na TI Verde, tendo como objetivo a produção e invenção de produtos que consumam

3 2 menos energia e que utilizem somente o necessário para aquela atividade específica que está sendo realizada no momento, evitando, assim, o desperdício. Os principais responsáveis para fazer com que esses objetos que não têm mais utilidade sejam retirados de lugares inapropriados, onde são depositados para ter um destino correto e, se possível, um reaproveitamento de sua matéria-prima, são, primeiramente, os fabricantes, pois os mesmos devem retirar esses equipamentos de circulação para não pararem no meio ambiente. Em segundo plano, a sociedade deve ter uma conscientização dos males que podem ser causados pelas matérias-primas utilizadas em sua confecção, que, em contato com a natureza, liberam toxinas prejudiciais à natureza e ao ser humano. 1.2 DESCRIÇÃO DO PROBLEMA A Tecnologia de Informação, denominada como TI, tem um passivo ambiental grave. Haja vista que seus resíduos são jogados sem controle ao ambiente, o lixo eletrônico não só leva milhares de anos para decompor-se como também é um problema ambiental e de saúde pública por conta das substâncias tóxicas utilizadas em sua fabricação, como chumbo e mercúrio, que podem contaminar o solo ou os lençóis freáticos e causar doenças como câncer, por exemplo, ou mutações em pessoas cujas moradias são próximas aos lixões onde as máquinas foram jogadas sem o devido cuidado. Além de colocar diversos gases poluentes na atmosfera, como os altamente tóxicos e cancerígenos PAH (Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos), a prática também culmina com problemas relacionados ao combustível gasto para a realização da queima. O problema ambiental em TI envolve mais do que a disposição dos produtos, a sua fabricação, que causa sérios danos. Para ter uma ideia, a produção de uma estação de trabalho com monitor CRT (Cathode Ray Tube) de 17 polegadas demandou, em 2004, 240 quilos em combustíveis fósseis, utilizou 22 quilos de produtos químicos e cerca de 1,4 mil litros de água. As informações são do livro Computers and the Environment: Understanding and Managing their impacts (Computadores e o Meio Ambiente: Entendendo e Gerenciando seus impactos), lançado em 2004 pela Universidade da Organização das Nações Unidas (ONU, 2009). Como um programa de TI Verde pode contribuir para o desenvolvimento sustentável de uma região?

4 3 O objetivo geral do presente estudo visa desenvolver um Programa Regional de TI Verde que possa contribuir para sensibilização da população da região de abrangência de Curitibanos sobre a falta de controle da poluição tecnológica. Como objetivos específicos pretende - Abordar teoricamente conceitos de cunho ambiental, tecnológico e especificamente da TI Verde; - Apresentar exemplos de boas práticas empresariais em TI Verde; - Criar uma campanha institucional para reduzir, reciclar e reutilizar equipamentos ultrapassados, propiciando a possibilidade do aproveitamento da matéria-prima para fabricação de novos produtos ou componentes, com apoio de diversas entidades envolvidas na causa verde. 1.5 JUSTIFICATIVA Com o surgimento da internet e o rápido avanço da tecnologia no setor, surge a necessidade de um estudo especializado para viabilizar o destino correto de máquinas ultrapassadas que são depositadas em locais inapropriados junto ao meio ambiente. Em tempos de aquecimento global, a chamada tecnologia verde passou a fazer parte do dia a dia das empresas de TI. A ordem é diminuir os componentes químicos prejudiciais ao meio ambiente e à saúde do ser humano, tendo produtos com maior vida útil, sendo, assim, que terminado seu ciclo, devem ser reciclados para melhor aproveitamento de sua matériaprima. As trocas de máquinas e peças com mais frequência causam uma grande preocupação de onde depositar ou guardar essas peças antigas, surgindo, assim, a necessidade de locais apropriados para a sua colocação, para posterior reciclagem ou destruição. 2 REFERENCIAL TEÓRICO O mercado da informática vem crescendo assustadoramente nos últimos anos e o lixo gerado por ele também. Os resíduos eletrônicos estão entre as categorias de detritos com o maior crescimento no mundo e, hoje, atingem a marca de 40 milhões de toneladas anuais. Vale dizer que, conforme a CDI (2009, p. 1), No Brasil, dez milhões de equipamentos novos chegam às lojas todos os anos e, sem leis que regulamentem o destino do lixo tecnológico, cerca de um milhão de computadores são jogados fora anualmente sem o devido cuidado. Os mais antigos contêm altas taxas de produtos químicos venenosos ou metais pesados como o mercúrio, o cádmio e o chumbo. Quando incinerados, lançam gases tóxicos no meio ambiente e o risco de vazamento dessas toxinas e metais pesados no solo e nos lençóis freáticos é altíssimo. Mesmo que os equipamentos obsoletos continuem indefinidamente guardados no fundo dos armários junto com outras tralhas que

5 4 acumulamos ao longo da vida e jamais cheguem aos lixões, essa situação não deixa também de ter impacto, ainda que indireto, sobre o meio ambiente. Apesar de uma parte desses resíduos ser aproveitada no mercado de segunda mão, o resto terminará nos lixões e esse é o maior perigo. Além das substâncias tóxicas, o lixo tecnológico também contém quantias significativas de prata, ouro e outros metais com alto valor de mercado. A reciclagem do ouro contido em velhas placas de computadores, por exemplo, é muito mais vantajosa e produz menos impacto ambiental do que extrair o metal novamente da terra. Porém, a reciclagem, como é feita atualmente, não é tão benigna como apresenta. Algumas empresas americanas e europeias já estão preocupando-se com o modo de minimizar a poluição e os riscos à saúde, muito embora a maioria das empresas costume vender o lixo eletrônico a intermediários que, por sua vez, o enviam a países em desenvolvimento, onde as leis de proteção ambiental são inexistentes ou pouco respeitadas. Para quem mora nas nações ricas, que mais geram esse tipo de lixo, essa é uma solução conveniente. Para os brasileiros, que estão consumindo eletrônicos em uma escala cada vez maior, é o momento de mobilizar toda a população em torno de mais esse perigo ao meio ambiente. 2.1 RECICLAGEM DE APARELHOS OBSOLETOS O maior problema que o Brasil vem enfrentando é encontrar um lugar que receba e trate o lixo eletrônico de maneira adequada, o que não é tarefa fácil para o usuário brasileiro de informática. O número de estabelecimentos que recebe esses tipos de equipamentos usados não cresce na mesma proporção que o aumento das vendas de PCs. É preciso ter em mente ou pesquisar muito para encontrar um novo dono para o velho companheiro. Um dos principais motivos para essa escassez de lugares para a reciclagem ou depósito de hardwares é a deficiência no ordenamento jurídico, pois não existem leis que disciplinem tal situação de como e onde deve ser feito o descarte. A única lei que está em vigor estabelece que os fabricantes de pilhas e baterias devem responsabilizar-se pela reciclagem desses itens. Outras iniciativas, como o projeto para a proibição da venda de pilhas não-recarregáveis no Brasil e novas regras para o descarte de lixo eletrônico, ainda são discutidas por deputados e senadores. Enquanto essas leis não saem do papel, o jeito é escolher entre a doação para entidades carentes, a devolução para o fabricante ou a venda para empresas de reciclagem, haja vista que tudo depende da conscientização dos empresários, comerciantes e indústrias. Citando um exemplo: na cidade de Manaus, há cerca de 450 empresas e indústrias lançando, pelo menos,

6 5 mil toneladas de lixo tecnológico. Dessa forma, verifica-se a grande necessidade de fazer uma reciclagem nesses lixos eletrônicos de forma correta (INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 2009). Segundo o site Inovação Tecnológica (2009), embora os metais contidos nos circuitos eletrônicos, como cobre, alumínio e até ouro, já sejam reciclados, a maioria dos materiais nãometálicos continua sendo jogada em aterros sanitários. Só as placas de circuito impresso respondem por cerca de 3% de todo o lixo eletrônico, em termos de peso. Já foi desenvolvido, pelos pesquisadores, um processo industrial para reciclar esses materiais não-metálicos, criando um material intermediário que pode ser utilizado para a fabricação de bancos para parques e praças, grelhas para esgotos e cercas. O material também pode funcionar como um substituto para a madeira e outros materiais estruturais, já que ele é tão resistente quanto o concreto armado, graças à presença das resinas e outros materiais fibrosos que compõem as placas de circuito impresso. Para evitar o agravamento do problema do lixo, os consumidores de eletrônicos devem dar um destino adequado a seus aparelhos obsoletos. Basicamente, quando ainda estão funcionando, eles podem ser doados ou vendidos. No caso de não funcionarem mais, também é possível devolvê-los a alguns fabricantes para que eles façam a reciclagem adequada. A maioria das empresas de tecnologia disponibiliza esse serviço (INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 2009). Hoje, no Brasil, o produto mais fácil de ser devolvido é o telefone celular, pois, além dos fabricantes, muitas operadoras recolhem os aparelhos. De acordo com a Nokia, 80% dos itens de um aparelho celular podem ser reciclados. Em seu site, a empresa explica para onde vão esses produtos reaproveitados: baterias, aço inoxidável, alto-falantes (os produtos das baterias), joias, eletrônicos, aplicações médicas (os componentes), cones de plástico, cercas plásticas e parachoques (as capas dos aparelhos) (INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 2009). Ao contrário do que acontece com os telefones, não é tão fácil devolver tocadores digitais ou computadores. A Apple, responsável pelo popular ipod, não tem qualquer iniciativa nesse sentido no país. E, entre os três fabricantes de computadores que mais vendem por aqui, apenas a Dell apoia um programa de coleta. Antes de entregar seus equipamentos antigos, certifique-se de que a empresa possui certificado de destruição e políticas de descarte que não agridam a natureza.

7 6 2.2 AS EMPRESAS DE TI PRESERVANDO O MEIO AMBIENTE Muitas empresas vêm preocupando-se com a eliminação de compostos químicos poluentes. Esse é o ponto principal do Guia dos Eletrônicos Mais Verdes, do Greenpeace, um ranking com as empresas menos agressivas ao ambiente. Na última edição, a número 1 é a Lenovo, que já chegou a ser a lanterninha. Agora, passou à frente da Nokia, a segunda. Estamos em um processo avançado de eliminação de Retardadores de Chamas Brominados (RFB), diz José Orozco, gerente de políticas ambientais da Nokia para a América Latina. A empresa não emprega mais RFB nos novos circuitos impressos dos telefones celulares e, desde 2006, nenhum produto contém PVC (GREENPEACE, 2009). A Motorola, por sua vez, investe em pesquisas no Brasil para diminuir componentes químicos. Os produtos fabricados no país são isentos de metais pesados como chumbo, mercúrio, cádmio, cromo e retardastes a base de bromo, diz Luiz Ceolato, diretor da área de meio ambiente da Motorola (apud GREENPEACE, 2009). Boa parte das empresas de TI tem iniciativas de reciclagem de baterias e produtos. A HP já reciclou 34 mil toneladas de cartuchos e usa materiais reciclados em seus produtos, afirma Kami Saidi, diretor de operações da HP para o Mercosul. E até atitudes simples podem significar ganhos. Em 2006, a IBM conseguiu reciclar 85% de seus resíduos, economizar 5,72% de energia elétrica e 14% de recursos hídricos com atitudes como apagar as luzes ou fechar as torneiras, diz João Luís Bianchini, coordenador de Meio Ambiente da IBM Brasil. Na Dell, todo o papel utilizado é reciclado e há uso de água de poços artesianos (FERREIRA, 2009). 2.3 LEGISLAÇÃO NO BRASIL A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, trata de forma abrangente e moderna os assuntos relacionados à preservação do meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável da economia, reservando à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios a tarefa de proteger o meio ambiente e de controlar a poluição. Mesmo a legislação ambiental brasileira sendo uma das mais vigorosas e atualizadas do mundo, um dispositivo para o controle apropriado dos descartes de resíduos sólidos ainda não existe. Por esse motivo, uma política nacional de resíduos sólidos vem sendo formulada para tornar possível um programa responsável de reaproveitamento, reciclagem e descarte de

8 7 produtos ao final de seu ciclo de vida (BRASIL, 1998). Os resíduos provenientes de produtos eletroeletrônicos fazem parte desta realidade e são mencionados detalhadamente na subseção IX do projeto de política nacional. Em alguns casos, por resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), a destinação final de certos resíduos já foi determinada. A resolução do Conama número 257, que trata das baterias e pilhas esgotadas, determinou aos produtores a responsabilidade pelo gerenciamento da coleta, classificação e transporte dos produtos descartados, assim como o tratamento prévio dos mesmos. Com responsabilidade dos fabricantes e distribuidores sobre os produtos, um gerenciamento mais efetivo e eficiente do tratamento de resíduos sólidos ao final de seu ciclo de vida é projetado para o futuro, conseguindo promover as ações que dão precedência às soluções de recuperação da energia ou do material sobre as formas arbitrárias de disposição final. Nesse cenário, diversos projetos de lei tramitam pelo Congresso Federal, cumprindo a missão de atualizar a legislação brasileira segundo os moldes de uma indústria ecologicamente sustentável. 1 Segundo o relator da Política Nacional de Resíduos Sólidos, deputado Emerson Kapaz, as novas regras devem ser aprovadas até o fim de junho na Comissão Especial da Câmara e, a partir disso, em regime de urgência, no plenário da Casa até o final do ano. 2 Os estados da República Federativa do Brasil têm a total liberdade de deliberar por outras leis, mais restritivas, que preencham as suas demandas regionais. Por esse motivo, alguns estados já votaram leis mais rigorosas voltadas ao gerenciamento de resíduos sólidos e outros estão em vias de validar novos projetos de lei. No Estado de São Paulo, um Plano Diretor de Resíduos Sólidos foi estabelecido pela Lei nº de 2003, para propor apropriadamente novas resoluções a respeito do gerenciamento de resíduos. Uma legislação mais rigorosa foi previamente adotada pelo Estado do Paraná. A Lei nº de 1999 definiu princípios e regras rígidas aplicadas à geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos. Foi determinado, como prioridade, reduzir a geração de resíduos sólidos através da adoção de processos mais atualizados tecnologicamente e economicamente viáveis, dando-se prioridade à reutilização ou reciclagem de resíduos sólidos a despeito de outras formas de tratamento e 1 Os projetos de lei, entre outros, em discussão são: PLS , PL e apensados a este: PL , PL , PLS , PL , PL , PL e PL Associação Brasileira de Empresas de Tratamento, Recuperação e Disposição de Resíduos Especiais (Abetre). Março de Disponível em Acesso em 10 jun

9 8 disposição final. O Estado tornou os fabricantes responsáveis pelo armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final dos produtos descartados IBM - TI VERDE VAI MUITO ALÉM DE HARDWARE De acordo com o executivo da IBM, os CIOs e gerentes de TI devem preocupar-se também com gestão de desempenho e serviços para fazer com que seu ambiente seja ecologicamente viável. Em um momento em que as companhias mundiais têm dedicado mais atenção em construir ambientes verdes de tecnologia, os próprios gestores de TI têm de estar conscientes de que nem só de hardware é feito um data center ecologicamente correto. O alerta é de Steven Sams, vice-presidente mundial do projeto IBM Green, que participou do primeiro dia do IBM Fórum ( 2008, p. 1), realizado em São Paulo. Os CIOs devem perceber, gradualmente, que TI Verde não é só equipamento, mas sim a forma de gestão de desempenho do hardware e mesmo serviços agregados capazes de trazer, por exemplo, economia com energia, comenta o executivo. Segundo dados da IBM, os data centers consomem, atualmente, o dobro de energia de cinco anos atrás. Esse volume deverá dobrar novamente nos próximos quatro anos. A previsão é de que, ao longo da próxima década, o número de servidores deverá crescer em seis vezes; o esperado deverá ser 69 vezes superior ao volume registrado hoje. Isso representa um incremento notável no consumo de energia caso nenhuma ação preventiva seja realizada (IBM FÓRUM, 2008, p.1) IBM Reforça cuidados com o meio ambiente O principal fator é pensar em atitudes concretas para reverter ou pelo menos tentar adiar está situação. O mínimo que empresas podem fazer, atualmente, é adequar-se a uma norma chamada ISO 14001, relativa à gestão ambiental. Ela especifica os requisitos mais importantes para identificar, controlar e monitorar aspectos do meio ambiente de qualquer organização, como administrar e adequar o processo de gestão ambiental. Para garantir o certificado, todas as áreas da companhia são envolvidas. Neste caso, o CIO ou o gerente de infraestrutura de TI acaba sendo o responsável pelos resíduos gerados pela sua área. A fabricante de automóveis General Motors recebeu seu certificado mundial em 3 Artigos 3 e 4 da lei no e seguintes.

10 Desde então, vem mantendo sua gestão ambiental por meio de iniciativas básicas, como instalação de coleta seletiva de lixo. Neste processo, a área de tecnologia tem enorme impacto. Esta política de tratamento de resíduos está no DNA de uma empresa como a nossa, que tem processos sofisticados de manufatura, ressalta Hélio Silva, diretor de TI da General Motors do Brasil (IMB FÓRUM, 2008, p. 1). 2.5 SAIBA O QUE FAZER PARA DESCARTAR O LIXO ELETRÔNICO Mesmo que as funções de seu telefone celular sejam limitadas, é possível que ele atenda perfeitamente às necessidades de algum amigo, parente, colega de trabalho ou até mesmo desconhecido (no caso da venda). Segundo especialistas envolvidos com questões ambientais, uma saída para reduzir o problema do lixo eletrônico é prolongar ao máximo a vida útil dos aparelhos, passando-os para frente. Se eles estiverem funcionando, certamente alguém poderá usá-los. No caso das doações, você pode ter de fazer uma pesquisa para descobrir quem gostaria de receber o produto que você não quer mais. Vale boca a boca (no caso de repassar um tocador digital, por exemplo) e também buscas na internet (se você quiser doar itens mais robustos, como um computador ou impressora). Se a ideia for vender, uma boa opção é anunciar em sites de comércio eletrônico como o Mercado Livre. Ao negociar, tome os devidos cuidados, seguindo sempre dicas de segurança. Muitos fabricantes de eletrônicos ou operadores de telefonia móvel recolhem os eletrônicos já usados, quando os consumidores não os querem mais - o fato de a empresa pensar nisso pode ser, inclusive, um diferencial na hora de escolher as marcas. 3 TI VERDE O termo TI Verde veio da tradução de GREEN IT, uma denominação mais direta ao termo Sustainable Information Technology. O seu principal objetivo é conseguir o máximo de desempenho de seus equipamentos de forma sustentável, eficiente energeticamente e ecologicamente correta com componentes não agressivos ao meio ambiente, impactando positivamente na preservação do meio ambiente, na imagem da empresa perante o público e na lucratividade que isso pode gerar.

11 10 A TI Verde tem como intuito prover a utilização dos recursos computacionais de forma consciente, proporcionando a preservação ambiental e a redução de gastos na infraestrutura de TI. Em nosso dia a dia, palavras como aquecimento global, poluição e desmatamento estão tornando-se termos normais do nosso linguajar. Estamos passando por problemas que, há décadas, eram tachados como improváveis. Porém, essa situação deu-se devido a uma sociedade individualista que só pensava em consumir, sem consciência do dia de amanhã, bem como sem preocupação com o meio ambiente. Uma das áreas que mais agride a natureza é a de tecnologia, devido ao aumento do consumo de energia e à rápida atualização de seus produtos, fazendo com que, em menos de um ano, produtos tornem-se ultrapassados, transformando-se em sucatas. A cada dia, agrava-se mais a situação, com mais máquinas no mercado, maior consumo de energia e uma quantidade gigantesca de lixo eletrônico, os famosos e-waste, muitos deles fabricados com metais pesados. Podemos perceber essa dimensão quando o cenário passa a ser o data center, com gastos exorbitantes em energia, gerados tanto pelos servidores quanto por sua refrigeração. Esta situação faz com que os gestores de tecnologia preocupem-se e comecem a tomar algumas providências para reduzir os impactos ambientais e, a partir destas iniciativas, surgiu o termo TI Verde. A Green IT (2008, p.1), divulgou que: Enquanto um veículo consome duas vezes seu peso em matérias-primas e insumos, um microcomputador com periféricos e peso médio de 24 quilos demanda nada menos do que 1,8 tonelada em recursos naturais e peças para ser fabricado. Estamos vivendo um momento em que a preocupação com o aquecimento global tem levado a debates internacionais sobre o desenvolvimento industrial sustentável. proporção é tão grande que o assunto tem sido levado a todas as margens da sociedade. Segundo Cairncross (1992, p. 78), o "desenvolvimento sustentável", expressão que foi levada a debate em 1980 pela Estratégia de Conservação Mundial e pelo Relatório Brundtland, elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente Sua e Desenvolvimento, tem por premissa a ideia de que o crescimento econômico e a proteção ambiental podem ser compatíveis. E é esse aspecto que tanto chama a atenção dos cargos de liderança das grandes empresas, que, diante da consciência ecológica, tentam conciliar a proteção ao meio ambiente sem perder a lucratividade e, em alguns casos, obter uma diminuição nos gastos existentes. Com o avanço tecnológico e a popularização da gestão ambiental, as empresas estão cada vez mais atendendo às exigências da legislação, aplicáveis em conformidade com os

12 11 requisitos corporativos para tentarem realizar produção de forma sustentável, tentando alcançar metas adicionais autoestabelecidas de qualidade ambiental, que reúnam os princípios da gestão da qualidade, meio ambiente, saúde e segurança do trabalho e responsabilidade social. Para algumas empresas, o principal é manter o conceito de eficiência ecológica ou eco eficiência, porém, não existe, ainda, na prática dos sistemas de gestão nas organizações empresariais, uma certificação única, que totalize e englobe as normas de tecnologia, qualidade, meio ambiente, auditoria, saúde e segurança e responsabilidade social. Muitas iniciativas estão sendo tomadas, porém, de formas isoladas por alguns grupos e sem uma padronização formal, o que é natural para uma temática nova. Isto indica que vários caminhos teóricos e práticos podem ser traçados para a elaboração do mesmo. A figura 1, a seguir, ilustra a interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade existentes no processo de implementação da TI Verde, sendo uma solução organizacional e administrativa, baseada em tecnologia de informação, e um desafio imposto pela força da gestão corporativa integrada ao meio ambiente. Ao ser analisada, essa definição deixa clara a ênfase sobre a natureza organizacional e administrativa da TI Verde: para entendê-la, o administrador precisa conhecer as dimensões mais amplas da organização, da administração e da tecnologia e seu poder de fornecer soluções para os desafios e problemas no ambiente empresarial. A abordagem técnica da TI Verde dá ênfase a modelos matemáticos para estudá-los, assim como à tecnologia física e às capacidades formais desses sistemas. As disciplinas que contribuem para a abordagem técnica são a ciência da computação, a ciência da administração, a pesquisa operacional e o meio ambiente. Parte importante do campo da TI Verde preocupa-se com as questões comportamentais que surgem no desenvolvimento e na manutenção, a longo prazo, desses sistemas. Questões como integração estratégica da empresa, projeto, implementação, utilização e administração não podem se exploradas convenientemente com os modelos usados na abordagem técnica. As disciplinas comportamentais contribuem com conceitos e métodos importantes e, entre elas, podemos citar a sociologia, economia e psicologia. 3.1 DESENVOLVIMENTO X SUSTENTABILIDADE Ao analisar o conceito de desenvolvimento, observa-se que vem atrelado ao conceito de sustentabilidade, que segundo a ONU (ONU, 1987 p.43).: É o atendimento das

13 12 necessidades das gerações atuais, sem comprometer a possibilidade de satisfação das necessidades das gerações futuras. Porém, atualmente, esse conceito é muito mais amplo, atrelando aspectos econômicos, ambientais e sociais. Questões éticas, sociais, políticas, culturais e respeito ao meio ambiente devem ser tão importantes quanto o foco nos resultados de produção e lucratividade. O tema desenvolvimento sustentável vem sendo amplamente discutido há um bom tempo, entretanto, somente em 1992, no encontro Eco-Rio 92, houve atitudes concretas e um documento chamado Agenda 21 foi escrito, mostrando a preocupação das nações participantes com a construção de uma sociedade mais justa economicamente e responsável social e ambientalmente. Uma série de metas foram aprovadas pelos 179 países, que se comprometeram a cumprir e divulgar o ideal do encontro (RODRIGUES, 2007, p.75). Esse encontro foi seguido pelo Rio+5, realizado nos EUA, em 1997, e, posteriormente, pelo Rio+10, realizado na África do Sul, em 2002, onde a discussão foi seriamente ampliada, chegando a um modelo de gestão aceita por governos, sociedade e indústrias, o Triple Bottom Line, também conhecido por Tripé da Sustentabilidade, termo criado pelo executivo britânico John Elkington, na década de 1990 (RODRIGUES, 2007, p.75). É exatamente nesse conceito de tripé que percebemos a dimensão da sustentabilidade na sociedade moderna. Esse tripé, também conhecido como 3Ps (People, Planet and Profit), algo como Pessoas, Planeta e Lucro, oficializa a nova visão de desenvolvimento, como mostrado na figura 3. O tratamento do capital humano, não só da empresa como também da sociedade a sua volta, e o capital natural devem ser levados em conta para se conseguir chegar ao lucro, ou seja, um resultado econômico positivo está totalmente ligado aos demais pilares. Há um reconhecimento, então, de que a sociedade depende da economia, porém, também a economia depende da saúde do ecossistema global. O termo sustentabilidade é, muitas vezes, usado de forma errônea ou de modo oportunista por algumas instituições, por isso, a dificuldade em um maior entendimento por parte do público a respeito do assunto. Outras críticas surgem a respeito desse modelo, principalmente pelo fato de não abranger uma redução do atual nível de consumo, o que, para muitos, é inaceitável, já que a sustentabilidade também passa por um consumo responsável. Podemos afirmar que toda atividade do ser humano possui impacto no meio ambiente, portanto, mesmo não erradicando, é uma obrigação das empresas minimizar ao máximo esse impacto.

14 13 De acordo com o instituto Gartner, o setor de Tecnologia da Informação (TI) é responsável por 2% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2), portanto, o setor de TI também deve minimizar os impactos provenientes de suas ações. Segundo Alecrim (2008 p. 1): A Tecnologia da Informação pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Com toda a evolução tecnológica, os computadores saíram da função de automatizadores de tarefas e passaram a lidar com informação. A informação ganhou status de bem, patrimônio, agregador de valor a uma empresa ou a um indivíduo, portanto, é necessário utilizar de ferramentas relacionadas à Tecnologia da Informação de forma apropriada. Alecrim (2008) diz que a informação tecnológica pode ser a maior ferramenta dos tempos modernos, mas é o julgamento de negócios dos humanos que a faz poderosa. Estamos na era da informação e, neste contexto de mudanças climáticas, devastação ambiental e desastres naturais, o setor de TI é levado a seguir as tendências de sustentabilidade, seja por estratégia da empresa ou por imposição legislativa. Alecrim (2008 p. 1), em seu relatório de previsões para o setor de TI, afirma que: Até 2009, dois dos seis pré-requisitos de compras em TI serão referentes a produtos e serviços que respeitem o meio ambiente, com menor consumo de energia [...] e, até 2010, 75% das empresas terão como pré-requisito de compra de hardware certificado de emissão de carbono e uso otimizado de energia. Outra tendência identificada é que tais empresas também exigirão de seus fornecedores comprovações de suas credenciais verdes por meio de auditorias e selos. Atualmente, tudo gira em torno da informação, por isso, nada mais justo que darmos importância à TI e transformá-la em vantagem competitiva através de equipamentos ecologicamente corretos e uma nova postura em relação à sustentabilidade. Esses são os argumentos que levaram ao surgimento da TI Verde, uma nova tendência dentro do gerenciamento da área de Tecnologia da Informação, englobando de forma estratégica o cumprimento da legislação ambiental Resíduos sólidos no Brasil e a sustentabilidade da reciclagem O crescimento da população gera um excedente de subprodutos de suas atividades que supera a capacidade de adaptação do meio ambiente, o que pode representar uma real ameaça à biosfera. O potencial de reaproveitamento que os resíduos representam, somado a um fator de interesse mundial que é a preservação ambiental e promoção do desenvolvimento ecologicamente sustentável, impulsiona a necessidade de reverter essa situação (ANDRADE, 2002).

15 14 O rápido processo de urbanização ocorrido no Brasil deparou-se com uma falta de preparo e estrutura, principalmente nessa questão. As poucas experiências realizadas até o momento relacionadas ao aproveitamento energético e outras formas de processamento e destinação final são iniciativas restritas a algumas regiões e de abrangência limitada, o que reforça a ausência de incentivos materiais e fiscalização no cumprimento da legislação ambiental do país (ANDRADE, 2002). Podemos avaliar essa situação a partir da dificuldade de obtenção de informações confiáveis e com maiores detalhes sobre o tema. Ao consultar diversas fontes seguras, percebemos que os dados existentes são escassos, falhos e conflitantes, a começar pelas estimativas acerca da quantidade de resíduos gerados (HENRIQUES, 2004). Segundo o Manual do Gerenciamento Integrado (IPT/CEMPRE, 1995), são produzidas, diariamente, no país, cerca de 241 mil toneladas de lixo, das quais 90 mil são de origem domiciliar. A média nacional de produção de resíduos por habitante estaria em torno de 600 g/dia. Podemos citar como um exemplo a cidade São Paulo, que produz em média 1 kg/dia de lixo por habitante. Dos municípios brasileiros, somente 192, situados principalmente nas regiões Sudeste e Sul, realizam a coleta seletiva (JURAS, 2000). Em 1989, na PNSB (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) publicada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apurou-se que, da quantidade total de lixo produzido diariamente no país, 75% são lançados a céu aberto e 0,7% em vazadouros de áreas alagadas. Somente 23,3% recebem tratamento mais adequado e cerca de 1% tem destino desconhecido. O lixo industrial, por sua vez, era coletado em municípios dos pesquisados. Desse total, 66% não tinham coleta especial e os resíduos industriais eram misturados ao lixo comum (JURAS, 2000). A indústria de eletroeletrônicos e os resíduos podem causar danos ainda mais sérios à saúde da população e grave impacto ao meio ambiente. Computadores tornam-se obsoletos dentro da lógica comercial a cada dois anos, máquinas são trocadas, baterias de celulares, equipamentos de impressão e conexão, cabos, infraestrutura de rede, entre outros materiais, são descartados. Os subprodutos gerados por esses equipamentos poderiam ser implementados novamente no ciclo produtivo, reduzindo, assim, custos e tempo de produção, proporcionando benefício econômico além do ambiental. A reciclagem térmica ou material dos eletroeletrônicos reduz a necessidade global pela extração de materiais virgens, como ferro, alumínio, combustíveis ou metais preciosos (ouro ou prata, por exemplo), assim como a busca por ingredientes tóxicos (cádmio, mercúrio,

16 15 chumbo, bismuto, etc), indispensáveis para a produção da maioria dos componentes elétricos presentes nesses produtos. Além da reciclagem, o reuso e a remanufatura de produtos ou componentes podem ser uma opção ecológica e econômica ainda melhor, desde que a oferta e a demanda estejam em equilíbrio. Eletroeletrônicos como computadores, telefones celulares, cartuchos de toner ou câmeras fotográficas descartáveis já estão sendo remanufaturados com sucesso. Esses selos são encontrados em hardwares certificados por sua eficiência energética ou por não conter componentes nocivos ao meio ambiente Descrição das aplicações e efeitos das substâncias quando descartadas inadequadamente Como já mencionamos, se os aparelhos obsoletos forem destinados em locais inadequados, poderão causar sérios problemas ao meio ambiente e, principalmente, ao ser humano. Vale ressaltar algumas substâncias que são encontradas no interior dos aparelhos eletrônicos, nocivas à saúde. Chumbo: encontrado na indústria de baterias automotivas, chapas de metal semiacabado, canos de metal, aditivos em gasolina, munição; indústria de reciclagem de sucata de baterias automotivas para reutilização de chumbo, componentes eletrônicos e no processo de soldagem utilizado na indústria eletroeletrônica (ITAUTEC, 2009). Atinge o sistema nervoso e o sistema cardiovascular. Tem efeitos acumulativos e altamente tóxicos em animais, plantas e micro-organismos Cádmio: utilizado em pigmentos e pinturas, baterias, processos de galvanoplastia, solda, acumuladores, estabilizadores de PVC, reatores nucleares. Também utilizado na fundição e refinação de metais como zinco, chumbo e cobre. Minerais de zinco constituem a principal fonte de cádmio. Este elemento é obtido durante os processos eletrolíticos de fundição utilizados para refinações de zinco e outros metais (ITAUTEC, 2009). Mercúrio: principal fonte de mineração e o uso de derivados na indústria e na agricultura; células de eletrólise do sal para produção de cloro. A mineração contribui com 50% e o restante provém de atividades industriais (catálise, fabricação de equipamentos elétricos, pintura e fabricação de pesticidas). Utilizado em baterias, lâmpadas fluorescentes, sensores, relés e chaves (ITAUTEC, 2009).

17 16 Cromo VI: utilizado na fabricação de corantes e pigmentos, curtumes, galvanização, tijolos e revestimento de fornos e preservação de madeiras. O Cromo VI tem sido usado pela indústria de eletrônicos como tratamento anticorrosivo, bem como para blindagem elétrica para alguns componentes. O Cromo VI integra a listagem da EPA (Agência Ambiental dos EUA) dos 129 poluentes mais críticos (ITAUTEC, 2009). O principal objetivo do exposto acima é a conscientização da população que tem contato com a grande preocupação mundial, que consiste na reutilização e reciclagem dos aparelhos e equipamentos ultrapassados. Assim, temos várias maneiras para dar um fim a esses equipamentos até podendo proporcionar mais vida útil ao equipamento antigo já existente. 3.4 CRECIMENTO EM PROJETOS DE TI VERDE Os projetos de TI Verde vêm crescendo gradativamente pelo mundo. Um estudo realizado pela Symantec com participantes de 15 países, incluindo o Brasil, indica que 97% das companhias acreditam que o setor de tecnologia tem grande influência na popularização de iniciativas ecológicas (OLHAR DIGITAL, 2009). Segundo publicado no site (OLHAR DIGITAL, 2009), no Brasil, 51% das corporações já implantaram ou estão implantado projetos de TI Verde. A pesquisa também mostra que 97% das empresas do mundo inteiro estão interessadas em diminuir custos. A adoção de projetos ecológicos é, de certa forma, incentivada apenas para cumprir medidas governamentais. Exemplo disso é que 58% das companhias latino-americanas entrevistadas adotam medidas verdes para atender a exigências impostas pela legislação. Em outros continentes, esse número cai para 44% (OLHAR DIGITAL, 2009). Ainda há muitas expectativas nesse setor para os próximos 12 meses, de acordo com o estudo. Isso porque 73% entrevistados de todo o mundo garantem que o investimento no segmento crescerá nesse período. No Brasil, este percentual fica em 78%. Foram consultadas empresas do Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália, Canadá, Austrália, China, México, Índia, Japão, Cingapura, Malásia, Coreia do Sul, Nova Zelândia. 4 PROPOSTA DE CAMPANHA DE TI VERDE Atualmente, vivemos em um mundo em que a demanda de produtos tecnológicos

18 17 cresce a cada dia, fazendo com que aparelhos com menos de 6 meses de uso tornem-se ultrapassados, o que acaba gerando um consumo acima da média. Dessa forma, visando controlar o auto-consumo de produtos, bem como preservar o meio ambiente, criou-se uma campanha que deve ser analisada por todas as empresas que atualmente estão ou desejam ser inseridas no contexto da sustentabilidade tecnológica. Assim, busca-se propor uma solução para as empresas alcançarem de forma gradativa a excelência em sustentabilidade no setor de TI, tendo como premissa a responsabilidade socioambiental e econômica. De forma consciente, preservando o meio ambiente e, acima de tudo, a saúde do ser humano. É um processo sistemático, que promove várias questões que não possuem a atenção necessária por parte das mesmas. Ao longo do caminho, são muitos os desafios, principalmente no período de implantação do projeto, porém, se realizado de forma correta, a empresa terá diferencial competitivo e reconhecimento por parte do mercado, governo e sociedade. 4.1 OBJETIVOS Sensibilizar as empresas para a utilização da tecnologia verde, visando preservar os recursos naturais e o meio ambiente; Informar a comunidade sobre a importância de reutilização e reciclagem de equipamentos ultrapassados, fazendo com que os destine de forma adequada para sua reutilização; Evitar o desperdício de matéria-prima; Reduzir os gastos de energia causados por máquinas ultrapassadas. 4.2 JUSTIFICATIVA O benefício para a população será a possibilidade de ter equipamentos com o seu custo reduzido e mais econômicos, com maior eficiência em sua utilização. Uma das principais características dos equipamentos reciclados é a diminuição da matéria-prima, causando menos impacto ambiental quando deixados na natureza de forma irregular e a redução de resíduos tóxicos utilizados na sua fabricação. A grande demanda de produtos tecnológicos está gerando uma grande preocupação por parte das autoridades e empresas fabricantes, pois os equipamentos ultrapassados estão sendo deixados de forma irregular no meio ambiente. Desta forma, tais objetos vêm

19 18 colaborando com o aquecimento global. Isso está fazendo com que o mundo inteiro reflita sobre seus atos para preservação da natureza, deixando em alta a reciclagem com uma grande possibilidade de geração de renda para pessoas e empresas que apostam na reutilização da matéria-prima. 4.3 METODOLOGIA E FUNCIONAMENTO Etapa I Levantamento de informações bibliográficas e documentais sobre o tema abordado. Esta presente campanha será realizada através de divulgações por meio de materiais impressos e via web. Terá como público alvo as empresas do setor de TI e a população em geral, que são as maiores responsáveis pela geração do lixo eletrônico. Serão elaborados uma logomarca e folders informativos, visando a divulgação para atingir o público alvo. Importante ressaltar que serão utilizados papéis recicláveis para a impressão do material, preservando, assim, o meio ambiente. Etapa II Levantamento de instituições e possíveis parceiros, como CDL, Acic, empresas, indústrias e entidades de classe. O material de divulgação será distribuído à comunidade em blitze educativas e entidades parceiras, bem como levado até as empresas o conhecimento da campanha para possíveis adequações em seu funcionamento tecnológico abraçando, assim, uma causa ambiental. Etapa III Distribuição de formulário avaliativo para análise de possíveis melhorias na continuidade da campanha. 4.4 PARCERIAS Entende-se como parceiros empresas públicas, privadas e terceiro setor que estejam comprometidos com o tema e queiram remodelar suas posturas diante do lixo tecnológico. Como prováveis parceiros, podem-se destacar: Clube de Diretores Lojistas - CDL;

20 19 Associação Comercial e Industrial de Curitibanos - Acic; Entidades de classe; Empresas; Indústrias; UnC Universidade do Contestado PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA Materiais utilizados Valores Criação de arte para folder e logomarca R$ 200,00 Impressão de material gráfico R$ 800,00 Adesivos R$ 200,00 Combustível R$ 200,00 Material de escritório R$ 50,00 Total R$ 1.450,00 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Hoje, a TI Verde é uma escolha, talvez uma estratégia de marketing, mas, em curto prazo, se tornará uma imposição mundial, a partir da qual se busque o menor impacto possível de suas ações no meio ambiente, sem restringir a evolução tecnológica. Empresas que somente utilizam desse artifício para construir uma imagem, sem realmente possuir uma gestão que reduza a degradação ambiental, na verdade, estão adquirindo uma péssima reputação perante o público, pois são vistas como praticantes do Greenwashing, que nada mais é do que camuflar as verdadeiras ações e interesses com relação à sustentabilidade. O consumidor está cada vez mais informado a respeito do assunto e também mais exigente, portanto, ações concretas passam a ser pré-requisito. No ritmo acelerado em que se encontra a indústria de TI, o problema só se agrava a cada dia, com mais máquinas no mercado, maior consumo de energia e uma quantidade gigantesca de lixo eletrônico, grande parte fabricada com metais pesados. Podemos perceber essa dimensão quando o cenário passa a ser o data center, com gastos exorbitantes em energia, gerados tanto pelos servidores quanto por sua refrigeração. O principal objetivo da campanha, bem como da presente monografia foi cumprido, podendo, assim, dizer que foram abordados, teoricamente, conceitos ambiental, tecnológico e,

21 20 especificamente, da TI Verde, além de apresentar exemplos de boas práticas empresariais em TI Verde. A campanha institucional para reduzir, reciclar e reutilizar equipamentos ultrapassados será aplicada em vários locais, empresas parceiras e localidades da região. Os resultados foram proporcionados pelo baixo nível de conhecimento sobre o tema, tendo, assim, a necessidade de divulgação do assunto. Também um grande entendimento por parte da população e empresas da necessidade de criação de programas de TI Verde, com o apoio de profissionais no assunto, dando um destino correto para esses equipamentos. Sugere-se uma parceria com UnC e Curso de Mecatrônica para poder dar um fim aos equipamentos, podendo reutilizar e doar para entidades carentes para proporcionar às pessoas que não têm acesso à informação um meio de aprender e ingressar na era digital. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABETRE. Associação Brasileira de Empresas de Tratamento, Recuperação e Disposição de Resíduos Especiais. Março de Disponível em <www.abetre.com.br> Acesso em: 10 jun ALECRIM, Emerson. Info Wester. O que é Tecnologia da Informação (TI). Disponível em <http://www.infowester.com/col php> Acesso em: 05 abr ANDRADE, Renata. Caracterização e Classificação de Placas de Circuito Impresso de Computadores como Resíduos Sólidos. Tese de Mestrado. Faculdade de Engenharia Mecânica. Universidade Estadual de Campinas, BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil Brasília, DF, Senado,1998. CAIRNCROSS, Frances. Meio ambiente: custos e benefícios: o que os governos devem fazer: o que os consumidores precisam saber: como as empresas podem lucrar. 1ª ed. São Paulo: Nobel, CARPANEZ, Juliana. Os dez mandamentos do usuário consciente. Disponível em <http://g1.globo.com/noticias> Acesso em 20 jul CDI. Lixo eletrônico. Disponível em <www.cdi.org.br/quickplace/cdi_/pagelibrary c4c0d.../ > Acesso em 05 jun CHANNEL WORLD. Disponível em <www.channelworld.com.br;> Acesso em 27 mai COMPUTERWORLD. Disponível em <www.computerworld.oul.com.br/gestao/2007/03/29/idgnoticia> Acesso em 27 mai FAPESP. Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Lixo eletrônico: o outro lado da Era da Tecnologia. Disponível em Acesso em 30 out

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