Água em Foco Introdução

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1 Água em Foco Introdução O Água em Foco tem como principais objetivos: (I) a formação inicial, com os alunos do Curso de Licenciatura em Química da UFMG, e continuada de professores, para trabalhar com a metodologia de projetos temáticos de investigação de problemas abertos, de acordo com uma abordagem CTS Ciência, Tecnologia e Sociedade e (II) a formação do aluno do ensino médio, preparando-o para o exercício da cidadania. Os projetos temáticos possibilitam à escola não apenas reproduzir o conhecimento científico acumulado pela humanidade, mas também produzir conhecimentos sobre a realidade social e ambiental, usando a investigação científica como ferramenta. Esses conhecimentos são utilizados não apenas para refletir sobre essa realidade, mas também para subsidiar ações visando a sua mudança. O Água em Foco tem como um dos objetivos fornecer conhecimentos relevantes que possam servir de ferramenta cultural para o estudante participar ativamente da sociedade moderna, caracterizada, sobretudo, pela presença da ciência e da tecnologia. O importante em projetos deste tipo é levar o aluno a entender os conceitos científicos e as implicações sociais das ciências naturais e das tecnologias na sua vida, além de desenvolver valores e atitudes para uma ação social responsável. O enfoque está em explorar alguns aspectos da vivência do aluno, motivando a reflexão e a adoção de uma postura necessária para a transformação da sociedade tecnológica em uma sociedade mais igualitária na qual se busque assegurar a preservação do ambiente. A abordagem temática do Água em Foco é assumida como elemento constitutivo de formação para a cidadania, consolidando o uso de ferramentas do conhecimento químico no encaminhamento de soluções de problemas sociais, desenvolvendo valores e atitudes. É com essa abordagem que o projeto explicita as relações Ciência Tecnologia Sociedade (CTS), associadas ao problema da qualidade da água para uso humano, buscando enfatizar a educação ambiental.

2 Considerando que as atuais propostas para o ensino de Química têm como pressupostos a necessidade de participação ativa dos alunos nas aulas, o projeto cria oportunidades para que eles falem das suas experiências de vida e explicitem os conhecimentos prévios que aplicam a situações cotidianas, dando condições para que o professor introduza conhecimentos científicos potencialmente úteis para a transformação ou a sofisticação desses saberes cotidianos. Essa é uma das formas de possibilitar, na sala de aula, a construção de conhecimentos significativos pelos alunos. As atividades do projeto propiciam aos alunos a oportunidade de entrar em contato com diversos fenômenos e buscar compreendê-los em um processo interativo professor/aluno e aluno/aluno, numa dinâmica que busca contemplar os horizontes conceituais dos alunos. As atividades propõem algumas questões que poderão ser discutidas pelos alunos em pequenos grupos. O professor pode acompanhar as discussões nos grupos propondo novas questões e fornecendo novos elementos para a discussão. Após estas discussões, sugere-se que o professor proponha uma discussão de fechamento do assunto com toda a turma, retomando os pontos que lhe pareceram mais importantes. Para dinamizar as discussões, é sugerida a utilização de fatos trazidos da vivência dos alunos, textos, tabelas de dados etc. O processo de aprender ciência envolve tanto processos individuais como sociais. A relação sujeito-objeto é mediada pelos signos e ferramentas culturais, sendo a linguagem a principal dessas ferramentas. A realização das atividades propostas no projeto Água em Foco se apóia nos pressupostos teóricos ligados ao sócio-construtivismo de inspiração vygotskyana. Para Silva (2001), esse momento de discussão é importante para que os alunos tenham a oportunidade de apresentar para os colegas e para o professor os resultados obtidos durante as discussões em pequenos grupos e, também, porque é nesse momento que o professor, junto com os alunos, organiza os conceitos que foram postos em circulação e cujos sentidos foram construídos mediante um processo de negociação que caracteriza a construção coletiva dos enunciados que utilizam esses conceitos.

3 Para dar início às discussões em sala de aula, o Água em Foco tem como proposta apresentar um problema aberto para os alunos resolverem a partir dos conhecimentos adquiridos nas aulas de Química. Os problemas escolares, em geral, são bem definidos e delimitados, admitem resposta única, envolvem o uso de algoritmos e, na maioria das vezes, não se referem a contextos específicos dos alunos. Os problemas que enfrentamos, no dia a dia, nas diversas atividades sociais são, ao contrário, abertos. A definição e a delimitação desses problemas são construídas no processo de resolvê-los. Além disso, problemas abertos admitem respostas múltiplas e métodos de investigação que demandam a análise de custos e benefícios, envolvendo valores, atitudes e múltiplas formas de raciocínio (FoCo, 2004). O tratamento pode se constituir numa abordagem pedagógica que fomenta competências úteis para investigar problemas de interesse pessoal ou preocupação social. Ao lidar com problemas abertos, em que a ciência é utilizada para subsidiar análise de custos e benefícios, o projeto Água em Foco procura potencializar a mudança da cultura escolar ao aproximá-la das práticas reais que o aluno, como cidadão e trabalhador, encontrará na sua vida. Em um projeto que lida com problemas abertos existe, ainda, a possibilidade de trabalhar o processo de metacognição, em que o aluno vai pensar sobre a sua forma de pensar, refletindo e descobrindo quais as estratégias utilizadas durante um dado processo de pesquisa, vivência e descoberta. O projeto Água em Foco tem sido desenvolvido desde o ano de 2004 em várias escolas das redes pública e particular da grande Belo Horizonte Horizonte e sua finalidade é a capacitação de professores e futuros professores para trabalhar com a metodologia de projetos temáticos de investigação de problemas abertos. Este projeto tem como objetivo a investigação de um problema real, relacionado à qualidade da água, a partir dos conhecimentos adquiridos em sala de aula (Mortimer, 2007, p.3). A utilização de situações problemáticas abertas que favoreçam a reflexão dos estudantes sobre implicações sociais do conhecimento científico tem sido objetivo de muitas propostas curriculares que visam transformar o ensino de ciências (Carrascosa et al, 2006). O projeto Água em Foco incorpora esta discussão colocando como objetivos potencializar a reflexão da comunidade escolar

4 sobre a realidade, contribuir para a formação de cidadãos críticos e participativos, tornar a escola um espaço de produção e não somente reprodução do conhecimento dentre outros (Mortimer, 2005) Metodologia: O projeto está sendo desenvolvido em 5 escolas estaduais participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBID. Os alunos do PIBID irão apresentar para o público algumas análises realizadas para determinar a qualidade da água e também apresentar para o público a metodologia de projetos como uma estratégia de ensino. Conclusões: Esperamos que os visitantes possam obter informações consistentes sobre o problema da Lagoa da Pampulha. É importante também que os professores visitantes possam compreender a importância do trabalho com metodologia de projetos e o uso de problemas abertos no ensino. Bibliografia: CARRASCOSA, J. et al. Papel de la actividad experimental em la educación científica. Caderno Brasileiro de Ensino de Física. v. 23, n.2, Disponível em Acesso em 15 ago MORTIMER, E. F. Uma metodologia para caracterizar os gêneros de discurso como tipos de estratégias enunciativas nas aulas de ciências. In: NARDI, R. A pesquisa em Ensino de Ciência no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras, MORTIMER, E.F. Água em foco: qualidade de vida e cidadania. Belo Horizonte, CD-ROM. Silva, Penha das Dores Souza Silva. O projeto temático na sala de aula: mudanças nas interações discursivas. Tese (Doutorado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.

5 SILVA, Penha Souza. Mudanças nas práticas pedagógicas: o que dizem os professores de Química. Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2001.

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