ME EPP SIMPLES NACIONAL X ICMS

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1 ME EPP SIMPLES NACIONAL X ICMS Agosto/2015 AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

2 Programa 1 Definição de ME e EPP 2 Definição de Simples Nacional 3 ICMS 4 Adoção de Sublimites 5 Excesso de limite de receita bruta 6 Simples Gaúcho 7 Diferencial de alíquotas 8 Emissão de documentos fiscais 9 Crédito 10 Livros Fiscais 11 GIA-SN 12 Substituição Tributária 13 Prazo de Pagamento 14 CST / CSOSN Instrutora: Ivanilde Scarton Técnica em Contabilidade; Curso superior Bacharel em Ciências Contábeis em andamento; Especialista em ICMS e IPI; Especialista em Tributos Federais; Consultora da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul CIC por mais de oito anos. Atualmente Consultora na Área do ICMS e IPI e sócia na empresa AM Gasperin Treinamentos Ltda. Redatora de mátérias na área do ICMS e IPI do site da AM Gasperin Treinamentos Ltda. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

3 1 DEFINIÇÃO DE ME E EPP Consideram-se microempresas ou empresas de pequeno porte a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada ou o empresário a que se refere o art. 966 da Lei nº /2002 (Código Civil), devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, desde que: a) no caso de microempresa, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00; b) no caso da empresa de pequeno porte, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ ,00 e igual ou inferior a R$ ,00. (Lei Complementar nº 123/2006, art. 3º, caput, Resolução CGSN nº 94/2011, art. 2º, caput, I e II). 2 DEFINIÇÃO DE SIMPLES NACIONAL O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de Abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). 3 ICMS Está excluído do recolhimento na sistemática do Simples Nacional o ICMS devido: a) nas operações ou nas prestações sujeitas ao regime de substituição tributária; b) por terceiro, a que o contribuinte se ache obrigado, por força da legislação estadual ou distrital vigente; c) na entrada, no território do Estado ou Distrito Federal, de petróleo, inclusive lubrificantes e combutíveis líquidos e gasosos dele derivados, bem como energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização; d) por ocasião do desembaraço aduaneiro; e) na aquisição ou na manutenção em estoque de mercadoria desacobertada de documento fiscal; f) na operação ou na prestação desacobertada de documento fiscal; g) nas operações com mercadorias sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, nas aquisições em outros Estados e no Distrito Federal: g.1) com encerramento de tributação; g.2) sem encerramento da tributação, hipótese em que será cobrada a diferença entre a alíquota interna e a interestadual, sendo vedada a agregação de qualquer valor; e h) nas aquisições em outros Estados e no Distrito Federal de bens ou mercadorias, não sujeitas ao regime de antecipação do recolhimento do imposto, relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

4 4 ADOÇÃO DE SUBLIMITES Sem prejuízo da possibilidade de adoção de todas as faixas de receita previstas nos Anexos I a VI da Lei Complementar nº 123/2006, os Estados e o Distrito Federal poderão optar pela aplicação de sublimite para efeito de recolhimento do ICMS na forma do Simples Nacional, da seguinte forma: a) os Estados cuja participação no Produto Interno Bruto brasileiro (PIB) seja de até 1% poderão optar pela aplicação, das faixas de receita bruta anual até 35% ou até 50% ou até 70% sobre o valor de R$ ,00, ou seja, R$ ,00, R$ ,00 e R$ ,00; b) os Estados cuja participação no Produto Interno Bruto brasileiro (PIB) seja de mais de 1% e menos de 5% poderão optar pela aplicação das faixas de receita bruta anual até 50% ou até 70% sobre o valor de R$ ,00; c) os Estados cuja participação no PIB seja igual ou superior a 5% ficam obrigados a adotar todas as faixas de receita bruta anual. 5 EXCESSO DE LIMITE DE RECEITA BRUTA A EPP que ultrapassar o sublimite de receita bruta acumulada, estará automaticamente impedida de recolher o ICMS na forma do Simples Nacional, a partir do mês subsequente ao que tiver ocorrido o excesso, relativamente aos seus estabelecimentos localizados na Unidade da Federação que os houver adotado. Os efeitos desse impedimento ocorrerão no ano-calendário subsequente se o excesso verificado não for superior a 20% dos sublimites referidos. O impedimento mencionado não retroagirá ao início de atividade se o excesso verificado em relação à receita bruta acumulada não for superior a 20% dos respectivos limites, hipótese em que os efeitos do impedimento dar-se-ão tão somente a partir do ano-calendário subsequente. A EPP impedida de recolher o ICMS na forma do Simples Nacional ficará sujeita ao pagamento da totalidade ou da diferença dos respectivos tributos, devidos de conformidade com as normas gerais de incidência, acrescidos, tãosomente, de juros de mora, quando efetuado antes do início de procedimento de ofício. Na hipótese de o estabelecimento da ME ou EPP estar impedido de recolher o ICMS e o ISS pelo Simples Nacional, em decorrência de haver extrapolado o sublimite estabelecido: II - o contribuinte deverá consignar, no campo destinado às informações complementares as expressões: a) "ESTABELECIMENTO IMPEDIDO DE RECOLHER O ICMS/ISS PELO SIMPLES NACIONAL, NOS TERMOS DO 1 º DO ART. 20 DA LEI COMPLEMENTAR N º 123, DE 2006"; b) "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE IPI". 6 SIMPLES GAÚCHO Com a implementação do Simples Nacional, por meio da Lei Complementar nº 123/2006, o Estado do Rio Grande do Sul editou a Lei nº /2008, por meio da qual foi instituído o tratamento tributário diferenciado aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte. O enquadramento no Simples Nacional é facultativo. Dessa forma, o contribuinte que optar pelo regime não pode cumular os benefícios de isenção e de redução do imposto com qualquer outro benefício. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

5 LEI Nº , DE 19 DE SETEMBRO DE (DOE 22/09/2008) Institui benefícios aplicáveis às empresas estabelecidas no Estado e enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional. A governadora do estado do Rio Grande do Sul. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1º - O tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte, referente à apuração e ao recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS -, mediante regime único de arrecadação, obedecerá ao disposto nesta Lei e na Lei Complementar Federal n 123, de 14 de dezembro de Art. 2º - As empresas estabelecidas neste Estado e enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar Federal n 123/2006, cuja receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração: I - seja igual ou inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais), são isentas do pagamento do ICMS; (Redação dada pelo art. 1º da Lei , de 29/12/11. (DOE 30/12/11) - Efeitos a partir de 01/01/12.) II - seja superior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais), terão o ICMS previsto nos Anexos I e II da Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006, reduzido nos percentuais a seguir: AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

6 RECEITA BRUTA ACUMULADA NOS 12 MESES ANTERIORES (Em R$) REDUÇÃO DO ICMS De ,01 a ,00 43,78% De ,01 a ,00 41,41% De ,01 a ,00 27,52% De ,01 a ,00 29,08% De ,01 a ,00 22,54% De ,01 a ,00 19,86% De ,01 a ,00 18,57% De ,01 a ,00 17,74% De ,01 a ,00 20,12% De ,01 a ,00 19,35% De ,01 a ,00 17,39% De ,01 a ,00 16,67% de ,01 a ,00 14,50% de ,01 a ,00 13,61% de ,01 a ,00 11,68% de ,01 a ,00 9,79% de ,01 a ,00 6,65% de ,01 a ,00 3,79% (Redação dada pelo art. 1º da Lei , de 06/07/12. (DOE 09/07/12) - Efeitos a partir de 09/07/12.) Parágrafo único - Os beneficios previstos neste artigo: I - não se aplicam às hipóteses previstas no art. 13, 1, inciso XIII, da Lei Complementar Federal n 123/2006, salvo disposição expressa em regulamento; II - são de adoção facultativa pelo contribuinte, não podendo ser cumulados, na hipótese de sua adoção, com qualquer outro beneficio. Art. 3º - Fica excluída a responsabilidade pelo pagamento do ICMS diferido relativamente às entradas de mercadorias em estabelecimento de microempresa e de empresa de pequeno porte enquadradas no Simples Nacional. Parágrafo único - A exclusão de responsabilidade prevista neste artigo não se aplica em relação às entradas de produtos primários que venham a sair para outra unidade da Federação. Art. 4º - As microempresas, assim definidas pelo art. 3, inciso I, da Lei Complementar Federal n 123/2006, ficam isentas da Taxa de Serviços Diversos, da Taxa de Cooperação sobre Bovinos e Ovinos, da Taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura - CDO - e dos emolumentos remuneratórios do registro na Junta Comercial, excetuando-se os emolumentos relativos aos atos subseqüentes ao registro de microempresa, os quais não poderão exceder o valor, na data do pagamento, de 2 (duas) Unidades Padrão Fiscal do Estado do Rio Grande do Sul - UPF-RS. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

7 Art. 5º - O Poder Público promoverá atividades voltadas ao apoio técnico relativo às áreas gerencial, tecnológica, mercadológica e financeira, fomento à inovação e cooperação das microempresas e das empresas de pequeno porte. Art. 6º - Fica mantido o tratamento diferenciado, simplificado e favorecido para microprodutores rurais, previsto na Lei n , de 29 de dezembro de Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º - Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 19 de setembro de Receita Bruta em 12 meses (em R$) ICMS Lei ICMS Reduzido Até ,00 1,25% Isento Isento De ,01 a ,00 1,86% Isento Isento De ,01 a ,00 2,33% 43,78% 1,31% De ,01 a ,00 2,56% 41,41% 1,50% De ,01 a ,00 2,58% 27,52% 1,87% De ,01 a ,00 2,82% 29,08% 2.00% De ,01 a ,00 2,84% 22,54% 2,20% De ,01 a ,00 2,87% 19,86% 2,30% De ,01 a ,00 3,07% 18,57% 2,50% De ,01 a ,00 3,10% 17,74% 2,55% De ,01 a ,00 3,38% 20,12% 2,70% De ,01 a ,00 3,41% 19,35% 2,75% De ,01 a ,00 3,45% 17,39% 2,85% De ,01 a ,00 3,48% 16,67% 2,90% De ,01 a ,00 3,51% 14,50% 2,99% De ,01 a ,00 3,82% 13,61% 3,30% De ,01 a ,00 3,85% 11,68% 3,40% De ,01 a ,00 3,88% 9,78% 3,50% De ,01 a ,00 3,91% 6,65% 3,65% De ,01 a ,00 3,95% 3,79% 3,80% Benefício fiscal 60% (sessenta por cento), a partir de 1º de maio de 2008, no fornecimento de refeições promovido por bares, restaurantes e estabelecimentos similares, assim como na saída promovida por empresas preparadoras de refeições coletivas, excetuado em qualquer das hipóteses o fornecimento ou a saída de bebidas. (Livro I, art. 23, VI do RICMS/RS) Esta redução de base de cálculo aplica-se aos estabelecimentos optantes pelo Simples Nacional, sendo, porém, vedada sua utilização para fins de determinação da alíquota; AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

8 7 DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS No recebimento de mercadorias de outra unidade da Federação, exceto as relacionadas no Apêndice II, Seções II e III, parte do imposto relativo à operação subsequente, calculada na forma das notas 02 ou 03, é devida no momento da entrada da mercadoria no território deste Estado, devendo ser paga: Nota 02 - O valor do imposto será calculado mediante a aplicação da alíquota interna e, se for o caso, do percentual de base de cálculo reduzida, nos termos previstos no art. 23, sobre a base de cálculo constante na NF, deduzindo-se, após, o valor do ICMS destacado no referido documento, considerando-se as disposições dos parágrafos do art. 23 e dos arts. 31 e 33 a 35. NOTA 03 - Na hipótese de estabelecimento remetente optante pelo Simples Nacional, para fins do cálculo previsto na nota anterior, o valor a ser deduzido será calculado na forma como ocorreria a tributação do ICMS na operação interestadual se o contribuinte remetente não fosse optante pelo Simples Nacional. NOTA 04 - O Microempreendedor Individual - MEI, que atenda ao disposto na Resolução CGSN nº 58, de 27/04/09, do Comitê Gestor do Simples Nacional, na vigência da opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional - SIMEI, fica dispensado do pagamento do imposto na forma prevista neste parágrafo. NOTA 05 - O disposto neste parágrafo não se aplica à mercadorias recebidas para industrialização quando a alíquota, na operação interestadual, for superior a 4% (quatro por cento). NOTA 06 - O disposto nas notas 02 e 03 não se aplica quando a alíquota, na operação interestadual, for de 4% (quatro por cento), devendo o valor do imposto ser calculado mediante a aplicação do percentual de 8% (oito por cento) sobre a base de cálculo constante na NF: a) nas entradas das mercadorias relacionadas no item LXXI do Apêndice XVII, recebidas por estabelecimento optante pelo Simples Nacional; b) nas entradas das mercadorias classificadas nos Capítulos 50, 52 a 55 e 57 a 59, da NBM/SH-NCM, recebidas para industrialização por estabelecimento optante pelo Simples Nacional cujo CAE principal esteja relacionado nos códigos a do Apêndice XLIII. O ICMS devido a título de diferencial de alíquota deve ser recolhido pelo contribuinte optante pelo Simples Nacional até o dia 20 do 2º mês subsequente ao fato gerador do ICMS quando adquirir mercadorias destinadas à comercialização, industrialização, ao uso, consumo ou ao Ativo Permanente ou tomar serviços não vinculados à operação ou prestação subsequente. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

9 8 EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Todos os contribuintes do ICMS, inclusive as ME e EPP estão obrigadas a emitir os documentos fiscais previstos na legislação de acordo com as operações e prestações que realizar, indicando no campo Informações Complementares as expressões: a) Documento emitido por (ME ou EPP) optante pelo Simples Nacional; b) Não gera direito a crédito de IPI. O empreendedor individual ou o microempreendedor individual, que atendam ao disposto no art. 7º da Resolução CGSN nº 10, de 28/06/07, do Comitê Gestor do Simples Nacional, ficam dispensados da emissão de Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor (letra a e b seguinte) O Microempreendedor Individual - MEI que atenda ao disposto na Resolução CGSN nº 94, de 29/11/11, do Comitê Gestor do Simples Nacional, na vigência da opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional - SIMEI, fica dispensado da emissão da NFC-e. a) nas operações com venda de mercadorias ou prestações de serviços para consumidor final pessoa física; b) nas operações com venda de mercadorias para pessoa jurídica, desde que o destinatário emita nota fiscal relativa à entrada. Na hipótese de emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), modelo 55, devendo a base de cálculo e o ICMS porventura devido ser indicados nos campos próprios, conforme estabelecido em manual de especificações e critérios técnicos da NF-e, baixado nos termos do Ajuste SINIEF que instituiu o referido documento eletrônico. Exemplo de devolução para empresa Geral: NATUREZA DA OPERAÇÃO Devolução de mercadorias CÁLCULO DO IMPOSTO CFOP CFOP 0400 BASE DE CÁLCULO DO ICMS 100,00 VALOR DO FRETE VALOR DO ICMS 17,00 VALOR SEGURO BASE CÁLCULO ICMS SUBSTITUIÇÃO OUTRAS DESPESAS ASSESSÓRIAS 10,00 VALOR DO ICMS ST VALOR TOTAL DO IPI VALOR TOTAL PRODUTOS 100,00 VALOR TOTAL DA NOTA 110,00 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES a) "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL"; e b) "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE IPI". Valor de 10,00 referente IPI destacado em sua NF AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

10 9 CRÉDITO A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional que emitir nota fiscal com direito ao crédito estabelecido no 1º do art. 23 da Lei Complementar nº 123/2006, consignará no campo destinado às informações complementares ou, em sua falta, no corpo da nota fiscal, a expressão: Permite o aproveitamento do crédito de ICMS no valor de R$...; CORRESPONDENTE À ALÍQUOTA DE...%, NOS TERMOS DO ART. 23 DA Lei Complementar nº 123/2006. Na hipótese de emissão de NF-e, o valor correspondente ao crédito e a alíquota deverão ser informados nos campos próprios do documento fiscal. (Resolução CGSN nº 94/2011, art. 58, 3º). O adquirente da mercadoria não poderá se creditar do ICMS consignado em nota fiscal emitida por EPP optante pelo Simples Nacional quando a mercadoria não se destinar à comercialização ou à industrialização e a alíquota não for informada na nota fiscal. As pessoas jurídicas e aquelas equiparada pela legislação tributária não optantes pelo Simples Nacional terão direito a crédito correspondente ao ICMS incidente sobre as suas aquisições de mercadorias de EPP optante pelo Simples Nacional, desde que destinadas à comercialização ou industrialização e observado, como limite, o ICMS efetivamente devido pelas optantes do Simples Nacional em relação a essas aquisições. A alíquota aplicável ao cálculo do crédito deverá ser informada no documento fiscal e corresponderá ao percentual de ICMS previsto nos Anexos I ou II da Lei Complementar nº 123/2006, para a faixa de receita bruta a que a ME ou EPP estiver sujeita no mês anterior ao da operação. Exemplo de Nota Fiscal com direito de crédito ao destinatário: NATUREZA DA OPERAÇÃO Venda de produção do estabelecimento CÁLCULO DO IMPOSTO CFOP CFOP 0101 BASE DE CÁLCULO DO ICMS VALOR DO FRETE VALOR DO ICMS VALOR SEGURO BASE CÁLCULO ICMS SUBSTITUIÇÃO OUTRAS DESPESAS ASSESSÓRIAS VALOR DO ICMS ST VALOR TOTAL DO IPI VALOR TOTAL PRODUTOS 100,00 VALOR TOTAL DA NOTA 100,00 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES a) "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL"; e b) "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE IPI". "PERMITE O APROVEITAMENTO DO CRÉDITO DE ICMS NO VALOR DE R$...; CORRESPONDENTE À ALÍQUOTA DE...%, NOS TERMOS DO ART. 23 DA Lei Complementar nº 123, de 2006". AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

11 10 LIVROS FISCAIS As microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional, relativamente à área tributária estadual, devem escriturar o: a) Livro Registro de Inventário, no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término de cada ano-calendário, quando contribuinte do ICMS; b) Livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1-A, destinado à escrituração dos documentos fiscais relativos às entradas de mercadorias ou bens e às aquisições de serviços de transporte e de comunicação efetuadas a qualquer título pelo estabelecimento, quando contribuinte do ICMS; c) Livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais, pelo estabelecimento gráfico para registro dos impressos que confeccionar para terceiros ou para uso próprio; d) Livros específicos pelos contribuintes que comercializem combustíveis; e) Livro Registro de Veículos, por todas as pessoas que interfiram habitualmente no processo de intermediação de veículos, inclusive como simples depositários ou expositores. Além desses, todos os contribuintes, excetos os produtores rurais, devem adotar o: f) Livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO). AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

12 11 GIA-SN Art. 174-A - Os contribuintes inscritos no CGC/TE optantes pelo Simples Nacional são obrigados a entregar, mensalmente, a Guia de Informação e Apuração do ICMS - Simples Nacional (GIA-SN), conforme instruções baixadas pela Receita Estadual Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional devem apresentar a Guia de Informação e Apuração do ICMS Simples Nacional, para informação dos valores: a) relativos ao diferencial de alíquota, previsto no RICMS-RS/97, Livro I, art. 16, I, f, e art. 17, III; b) relativos às operações subsequente, na hipótese de estabelecimento efetuar operação de saída de mercadoria sujeita à substituição tributária, nos termos do RICMS-RS/97, Livro III, Título III, Capítulo I, Seção I; Art. 9 - Na condição de substitutos tributários, são responsáveis pelo pagamento do imposto devido nas operações subseqüentes promovidas por contribuintes deste Estado com as mercadorias referidas no Apêndice II, Seções II e III, os seguintes contribuintes, deste Estado, que a eles tenham remetido as mercadorias: I - o estabelecimento industrializador das mercadorias; II - o estabelecimento que recebeu as mercadorias oriundas de outra unidade da Federação, salvo se estas tiverem sido recebidas com substituição tributária; IV - estabelecimento que adquiriu mercadorias importadas do exterior, apreendidas ou abandonadas; V - o estabelecimento distribuidor das mercadorias, quando se tratar de produtos farmacêuticos relacionados no Apêndice II, Seção III, item VI; VI - o estabelecimento atacadista que recebeu as mercadorias de estabelecimento de empresa interdependente ou por transferência; VII - o estabelecimento encomendante, em relação às mercadorias relacionadas no Apêndice II, Seção III, item I, cuja industrialização tenha sido realizada, por encomenda, mediante remessa, por ele efetuada, de matérias-primas, produtos intermediários, embalagens e recipientes. c) da antecipação da operação subsequente, na hipótese de estabelecimento que comercialize mercadorias recebidas de outro Estado, de acordo com estabelecido no RICMS, Livro I, art. 46, 4º. A GIA-SN deverá ser apresentada mensalmente até o último dia do mês subsequente ao das operações, mesmo que o contribuinte não tenha realizado operações ou prestações no mês. (IN DRP nº 45/98, Tit. I, Cap. LIII, subitem 2.1.5) AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

13 12 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA O débito de responsabilidade por substituição tributária em operações interestaduais será calculado pela aplicação da alíquota interna deste Estado sobre a base de cálculo prevista nas Seções específicas para as diversas mercadorias, constantes do Capítulo seguinte, deduzindo-se, do valor resultante, o débito fiscal próprio. NOTA Na hipótese de contribuinte substituto optante pelo Simples Nacional recolher o débito próprio de acordo com o artigo 18 da Lei Complementar Federal nº 123, de 14/12/06, para fins de determinação do valor do débito de responsabilidade por substituição tributária, o valor a ser deduzido, relativo ao débito fiscal próprio, será o valor presumido desse débito, calculado na forma como ocorreria a tributação se o contribuinte não fosse optante pelo Simples Nacional, devendo esse valor ser indicado no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES" da Nota Fiscal. NOTA 02 Nas operações promovidas por contribuinte substituto optante pelo Simples Nacional, a base de cálculo será determinada mediante a utilização do percentual de margem de valor agregado previsto para as operações internas. ( LIVRO III, art. 37; Convênio ICMS 35/2011). NOTA 06 - De acordo com o art. 1º, 3º, V, da Resolução CGSN nº 58, de 27/04/09, do Comitê Gestor do Simples Nacional, não se aplica ao Microempreendedor Individual - MEI, na vigência da opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional - SIMEI, a atribuição de substituto tributário prevista neste artigo, hipótese em que a responsabilidade pela substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário e o imposto será devido no momento da entrada da mercadoria no estabelecimento. Exemplo de Nota Fiscal com direito de crédito ao destinatário e com Substituição Tributária NATUREZA DA OPERAÇÃO CFOP Venda de produção do estabelecimento CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO ICMS VALOR DO FRETE VALOR DO ICMS VALOR SEGURO BASE CÁLCULO ICMS SUBSTITUIÇÃO 140,00 OUTRAS DESPESAS ASSESSÓRIAS VALOR DO ICMS ST 6,80 VALOR TOTAL DO IPI CFOP 0201 VALOR TOTAL PRODUTOS 100,00 VALOR TOTAL DA NOTA 106,80 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES a) "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL"; e b) "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE IPI". "PERMITE O APROVEITAMENTO DO CRÉDITO DE ICMS NO VALOR DE R$...; CORRESPONDENTE À ALÍQUOTA DE...%, NOS TERMOS DO ART. 23 DA Lei Complementar nº 123, de 2006". Base de cálculo do ICMS Próprio: 100,00 Valor do ICMS Próprio: 17,00 OBS. O ICMS por substituição tributária, quando o contribuinte optante pelo Simples Nacional adquerir mercadoria de outra unidade da Federação sem substituição tributária, é devido na entrada deste Estado. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

14 13 PRAZO DE PAGAMENTO Débito próprio - Na hipótese de contribuinte substituto optante pelo Simples Nacional, o débito próprio poderá ser calculado e recolhido de acordo com o artigo 18 da LC Federal nº 123, de 14/12/06. Deverão ser pagos até o dia 20 (vinte) do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta. Débito de responsabilidade do substituto tributário decorrente de operações internas com as mercadorias abaixo, deverá recolher até o dia 23 do segundo mês subsequente ao período de apuração. a) rações tipo pet para animais domésticos, relacionadas no Apêndice II, Seção III, item XIX; b) autopeças, relacionadas no Apêndice II, Seção III, item XX; c) artigos de colchoaria, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXI; d) cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXII; e) ferramentas, relacionadas no Apêndice II, Seção III, item XXIV; f) materiais elétricos, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXV; g) materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXVI; h) bicicletas, relacionadas no Apêndice II, Seção III, item XXVII; i) brinquedos, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXVIII; j) materiais de limpeza, relacionado no Apêndice II, Seção III, item XXIX; l) produtos alimentícios, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXX; a.12) artefatos de uso doméstico, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXI; m) bebidas quentes, relacionadas no Apêndice II, Seção III-A; n) artigos de papelaria, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXIII; o) instrumentos musicais, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXIV; p) produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXV; q) máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXVI; r) artigos para bebê, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXVII; s) artigos de vestuário, relacionados no Apêndice II, Seção III, item XXXVIII; t) carnes e demais produtos comestíveis frescos, resfriados e congelados, resultantes do abate de aves e de suínos, A responsabilidade do substituto tributário optante pelo Simples Nacional inscrito no CGC/TE, prevalecendo este prazo sobre os demais previstos na seção em fundamento. As demais mercadorias até o dia 9 do mês subsequente ao período de apuração. (Apêndice III, Seção II, item VIII). Resumo Vencimentos do Simples Nacional Dia Mês DAS - Débito próprio 20 Subsequente Diferencial de alíquota 20 2º Subsequente GIA-SN último dia Subsequente Débito por Substituição Tritbutária 23 2º Subsequente Regra Geral ST (produtos não do dia 23) 09 Subsequente Entrada no RS mercadoria sem ST momento da entrada Saída para outra UF mercadoria com ST momento do Fato Gerador AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

15 14 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA CST CSOSN Tabela de Códigos de Situação Tributária. Contém a origem do produto e a tributação do ICMS. (APÊNDICE VII). Tabela A - Origem da Mercadoria ou Serviço 0 - Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3 a 5 e 8; 1 - Estrangeira - Importação direta, exceto a indicada no código 6; 2 - Estrangeira - Adquirida no mercado interno, exceto a indicada no código 7; 3 - Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Import. superior a 40% e inferior a 70%; 4 - Nacional, cuja produção tenha sido feita em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto- Lei nº 288/67 e as Leis nos 8.248/91, 8.387/91, /01 e /07; 5 - Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Import. inferior ou igual a 40%; 6 - Estrangeira - Importação direta, sem similar nacional, constante em lista de Res. CAMEX e gás natural; 7 - Estrangeira Adq. no merc.interno, sem similar nacional, constante em lista de Res. CAMEX e gás natural; 8 - Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Imp. superior a 70%. Tabela B - Tributação pelo ICMS - CSOSN Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito; Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito; Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta; Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária; Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituiçãotributária; Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária; Imune; Não tributada pelo Simples Nacional; ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação; Outros. AM Gasperin Treinamentos - Caxias do Sul - Fone (54) /

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