ICMS/SP - Devolução de Mercadorias - Roteiro de Procedimentos. ICMS/SP - Devolução de Mercadorias - Roteiro de Procedimentos

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1 ICMS/SP - Devolução de Mercadorias - Roteiro de Procedimentos Nas relações de comércio é muito comum, por motivos como mercadoria em desacordo com o pedido, qualidade insatisfatória, não observância de prazo, entre outros, que haja a devolução de mercadoria. No presente Roteiro tratamos dos procedimentos a serem observados pelos contribuintes nessas operações, atualizado com as disposições do Decreto nº /2010 que trata dos CFOPs utilizados na operação de devolução. ICMS/SP - Devolução de Mercadorias - Roteiro de Procedimentos Roteiro - Estadual /3544 Sumário Introdução I. Conceito II. Devolução de Mercadoria III. Devolução por Não Contribuinte III.1 Nota Fiscal III.2 Escrituração III.3 Direito ao Crédito III.3.1 Conceitos III.3.2 Resposta à Consulta Sobre o Direito ao Crédito IV. Devolução por Contribuintes do Simples Nacional V. Devolução para outro Estabelecimento do mesmo Contribuinte V.1 Escrituração e Emissão de Nota Fiscal de Transferência Simbólica V.2 Dispensa da Nota Fiscal para o Transporte VI. Devolução por Contribuinte do Imposto VI.1 Devolução de Mercadoria Por Contribuinte em Operação Interestadual VI.2 Direito ao Crédito na Operação Interestadual VII. Recusa de Mercadoria VIII. Códigos Fiscais de Operações 1

2 Introdução Nas relações de comércio é muito comum, por motivos como mercadoria em desacordo com o pedido, qualidade insatisfatória, não observância de prazo, entre outros, que haja a operação de devolução de mercadoria. O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 49, prevê que o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados. Em outros casos pode ocorrer a recusa de recebimento da mercadoria. Trataremos neste texto sobre os procedimentos a serem observados nos casos de devolução de mercadorias, por contribuintes e não contribuintes no Estado de São Paulo. I. Conceito Segundo o Regulamento do ICMS do Estado de São Paulo, devolução de mercadoria é a operação que tenha por objeto anular todos os efeitos de uma operação anterior. Portanto, como mencionado anteriormente, o cliente poderá se utilizar da operação de devolução por qualquer irregularidade nas mercadorias ou mesmo das condições contratadas. A legislação tributária não dispõe sobre um prazo para que haja a devolução, devendo ser estipulado entre as partes interessadas, salvo quando se tratar de devolução realizada por não contribuinte do ICMS, no que se refere à apropriação de crédito, conforme trataremos em tópico específico. Fundamentação: Art. 4º, inciso IV do RICMS/SP. II. Devolução de Mercadoria Será considerada efetivamente uma devolução de mercadorias os casos em que o adquirente tenha assinado o canhoto de recebimento da Nota Fiscal emitida pelo fornecedor. Nesse caso, sendo contribuinte do ICMS, o adquirente deverá escriturar a nota fiscal de recebimento no livro Registro de Entradas e emitir nota fiscal de devolução para remeter a mercadoria em retorno ao estabelecimento de origem. III. Devolução por Não Contribuinte III.1 Nota Fiscal O fornecedor que receber uma devolução efetuada por pessoa física ou jurídica não obrigada à emissão de documento fiscal, deverá emitir uma Nota Fiscal de entrada das mercadorias. Nessa nota fiscal deverá constar, além dos demais requisitos, o número, série (quando houver), a data de emissão e o valor do documento fiscal original, a que se refere a devolução. Deve conter, ainda, a identificação da pessoa que promoveu a devolução, a espécie e o número do respectivo documento de identidade. Essa Nota Fiscal servirá para acompanhar a mercadoria até o estabelecimento do fornecedor, quando este se comprometer a retirar a mercadoria no local onde ela esteja. 2

3 Fundamentação: Arts. 136 e 452 do RICMS/SP. III.2 Escrituração A Nota Fiscal citada no item anterior deverá ser lançada no Livro Registro de Entradas, consignando os respectivos valores nas colunas "ICMS - Valores Fiscais - Operações ou Prestações com Crédito do Imposto", observadas as condições mencionadas no subtópico seguinte. III.3 Direito ao Crédito No caso de devolução, em virtude de garantia ou troca por produtor ou qualquer pessoa natural ou jurídica não contribuinte ou que não esteja obrigada à emissão de documento fiscal, o contribuinte do imposto que remeteu originalmente a mercadoria poderá se creditar do imposto debitado no momento da saída, desde que estejam presentes os seguintes requisitos: a) haja prova cabal da devolução; b) o retorno seja efetuado dentro do prazo de 45 dias, contados da data de saída da mercadoria, quando for uma troca; ou c) tratando-se de devolução em virtude de garantia, a mercadoria retorne dentro do prazo determinado no respectivo contrato. Fundamentação: Art. 452 do RICMS/SP. III.3.1 Conceitos Será considerado como garantia a obrigação assumida pelo remetente ou fabricante de substituir ou consertar a mercadoria, caso esta apresente defeito; Já troca é a substituição de mercadoria por uma ou mais da mesma espécie ou de espécie diversa, desde que de valor não inferior ao da substituída. Fundamentação: Art. 452, 1º do RICMS/SP. III.3.2 Resposta à consulta sobre o direito ao Crédito O Fisco Estadual já se manifestou a respeito do direito ao crédito fora das hipóteses permitidas pelo artigo 63 do RICMS/SP, negando a possibilidade. Abaixo, cópia dessa resposta. Resposta à Consulta Tributária nº 145/2006, de 20 de abril de ) A Consulente, enquadrada no Regime Periódico de Apuração - RPA, com atividade de comércio atacadista de couros, peles, chifres, ossos, cascos, crinas, lã, pelos e cerdas em bruto, penas e plumas, apresenta consulta nos seguintes termos: "1 - É de nosso conhecimento, que a legislação prevê a possibilidade da Empresa se creditar do ICMS destacado na Nota Fiscal de venda de mercadorias, na hipótese de devolução realizada por contribuintes do ICMS, desde que a operação seja comprovada por meio de documento hábil, isto é, pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento que realizar a devolução Em relação à devolução de mercadorias realizada por pessoa física, não contribuinte do ICMS, 3

4 devolução esta que não seja motivada por troca ou garantia, apenas um desfazimento de Venda, a empresa tem direito ao crédito do ICMS pago por ocasião da venda? É possível fazer essa devolução, pedindo ao cliente que declare no verso do documento da compra (Nota Fiscal ou Cupom), os motivos da devolução? Tendo a empresa direito ao crédito do ICMS mencionado no subitem (1.1), e procedendo a essa devolução na forma do subitem (1.2), a empresa deve emitir uma Nota Fiscal de entrada?" 2. A devolução da mercadoria, decorrente do desfazimento da venda, não dá direito ao contribuinte de lançar como crédito o imposto pago por ocasião da saída. Isso porque, com a entrega ao usuário final, termina o ciclo da comercialização da mercadoria, considerando-se definitivo o recolhimento do imposto realizado nos estágios anteriores. 3. A previsão do artigo 63, inciso I, alínea "a", do RICMS/2000 refere-se à devolução de mercadoria em virtude de garantia ou troca, a saber: "Art Poderá, ainda, o contribuinte creditar-se independentemente de autorização: I - do valor do imposto debitado por ocasião da saída da mercadoria, no período em que tiver ocorrido a sua entrada no estabelecimento, e observadas as disposições dos artigos 452 a 454, nas seguintes hipóteses: a) devolução de mercadoria, em virtude de garantia ou troca, efetuada por produtor ou por qualquer pessoa natural ou jurídica não considerada contribuinte ou não obrigada à emissão de documentos fiscais; 4. Na devolução da mercadoria efetuada por pessoa física ou jurídica não obrigada à emissão de documento fiscal é necessária a emissão de Nota Fiscal referente à entrada, conforme estabelecido pelos artigos 136 e 138 do RICMS/2000. Não há exigência da declaração do cliente no verso do cupom fiscal, porém, por precaução, tal procedimento deveria ser adotado pela Consulente, qual seja, a declaração do cliente no verso do cupom fiscal, com a identificação completa do cliente e o motivo da devolução. 5. Na hipótese de devolução de mercadoria em virtude de troca, a Consulente emitirá Nota Fiscal referente à entrada, nos termos dos artigos 136 e 138 do RICMS/2000. O valor total correspondente ao imposto debitado por ocasião da saída pode ser creditado (artigo 63, inciso I, alínea "a", do RICMS/2000), desde que sejam observados todos os requisitos previstos no artigo 452 desse regulamento, inclusive o disposto no item 2 do 1º desse artigo. 6. Quando da saída da mercadoria pela qual houve a troca, emitirá documento fiscal correspondente ao valor total dessa nova operação." Fernando de Souza Carvalho Consultor Tributário De acordo. Elaise Ellen Leopoldi Consultora Tributária Chefe - 3ª ACT Guilherme Alvarenga Pacheco Diretor Adjunto da Consultoria Tributária" IV. Devolução por Contribuintes do Simples Nacional No caso de devolução efetuada por contribuinte sujeito às normas do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - "Simples Nacional", para que haja o direito ao crédito pelo estabelecimento enquadrado no Regime Periódico de Apuração (RPA) que está recebendo a mercadoria em devolução será necessário: a) a emissão de Nota Fiscal de entrada mencionando o número, a data da emissão do documento fiscal pela microempresa ou pela empresa de pequeno porte e o valor do imposto a ser creditado; b) o registro dessa Nota Fiscal no livro Registro de Entradas, consignando os respectivos valores nas colunas "ICMS - Valores Fiscais - Operações ou Prestações com Crédito do Imposto"; 4

5 c) a 1ª via da Nota Fiscal deverá ser arquivada juntamente com a 1ª via do documento fiscal emitido pela microempresa ou pela empresa de pequeno porte. Essa nota fiscal poderá ser emitida ao final do dia englobando todas as devoluções ocorridas. Fundamentação: Arts. 63 e 454 do RICMS/SP. V. Devolução para outro Estabelecimento do mesmo Contribuinte Em operações internas o remetente original da mercadoria pode optar para que a devolução seja efetuada para outro estabelecimento seu, desde que situado em território paulista. Para tanto, o contribuinte que efetuar a devolução emitirá: a) Nota Fiscal com natureza de operação: "Devolução Simbólica - art. 454-A do RICMS", com a finalidade de anulação parcial ou total da operação anteriormente realizada, sendo o destinatário, o estabelecimento remetente original. Essa Nota Fiscal terá o destaque do valor do imposto, se devido, mencionando o endereço e os números de inscrição, estadual e no CNPJ do estabelecimento onde a mercadoria será entregue, em "Dados Adicionais". b) Nota Fiscal, sem destaque do imposto, para acompanhar a mercadoria no seu transporte até o estabelecimento destinatário da devolução, devendo conter, além dos demais requisitos, o número, a data da emissão do documento fiscal que acobertou a operação original e da Nota Fiscal a que se refere à letra "a" e como natureza da operação: "Remessa por Devolução Simbólica - art. 454-A do RICMS". Fundamentação: Art. 454-A do RICMS. V.1 Escrituração e Emissão de Nota Fiscal de Transferência Simbólica O estabelecimento que realizou a operação original registrará a Nota Fiscal, citada na letra "a" do tópico anterior, no livro Registro de Entradas consignando os valores nas colunas "ICMS - Valores Fiscais - Operações com Crédito do Imposto". Emitirá também Nota Fiscal para "Transferência Simbólica" da mercadoria ao estabelecimento destinatário da devolução, contendo, além dos demais requisitos, o destaque do valor do imposto, se devido, utilizando como base de cálculo o valor permitido para transferências, o número e a data da emissão da Nota Fiscal emitida de acordo com o tópico anterior. O destinatário da devolução registrará no livro Registro de Entradas a Nota Fiscal citada na letra "b" do tópico V, utilizando apenas as colunas "Documento Fiscal" e "Observações", fazendo constar nesta última a expressão: "Remessa por Devolução Simbólica - art. 454-A do RICMS". Registrará no mesmo livro nas colunas adequadas a Nota Fiscal de "Transferência Simbólica". Fundamentação: Art. 454-A, 1º e 2º do RICMS/SP. V.2 Dispensa da Nota Fiscal para o Transporte O estabelecimento que estiver devolvendo a mercadoria pode ser dispensado da emissão da Nota Fiscal para acompanhar o transporte, desde que o remetente original, remeta a Nota Fiscal de "Transferência Simbólica" para 5

6 acompanhar o transporte da mercadoria até o seu outro estabelecimento. Nessa Nota Fiscal deverá ser mencionada a efetiva data da saída das mercadorias remetidas ao destinatário efetivo da devolução. É necessário, ainda, que o contribuinte que esteja efetuando a devolução, mencione na Nota Fiscal de "Devolução Simbólica" (tópico V, letra "a") os dados identificativos da Nota Fiscal que acompanhará a mercadoria até seu destino. Fundamentação: Art. 454-A, 3º do RICMS/SP. VI. Devolução por Contribuinte do Imposto Uma vez que a devolução tem o intuito de anular a operação anterior, devem ser utilizadas, na respectiva Nota Fiscal, a mesma base de cálculo e mesma alíquota utilizadas na Nota Fiscal de recebimento da mercadoria, mencionando ser uma devolução de mercadoria recebida por meio dessa Nota. VI.1 Devolução de Mercadoria Por Contribuinte em Operação Interestadual Seguindo a mesma linha, a devolução, total ou parcial, de mercadorias ou bens por contribuinte em operações interestaduais, ainda que se trate de transferência, também deverá manter a mesma base de cálculo e alíquota do documento fiscal da operação original. Fundamentação: Art. 57 do RICMS/SP. VI.2 Direito ao Crédito na Operação Interestadual O direito ao crédito do estabelecimento que receber a devolução de mercadorias em operações interestaduais, está limitado ao valor do imposto destacado na Nota Fiscal relativa à remessa para o outro Estado. Fundamento legal: Art. 61, 12 do RICMS/SP. VII. Recusa de Mercadoria O contribuinte ao receber mercadorias não entregues ao destinatário, seja qual for o motivo, emitirá Nota Fiscal para acobertar a entrada da mercadoria no seu estabelecimento, mencionando os dados identificativos do documento fiscal original. Essa Nota Fiscal será registrada no livro Registro de Entradas, sendo consignados os respectivos valores na coluna "ICMS - Valores Fiscais - Operações ou Prestações com Crédito do Imposto" ou "ICMS - Valores Fiscais - Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto", conforme o caso. A 1ª via da Nota Fiscal emitida por ocasião da saída deverá conter a indicação, no verso, efetuada pelo destinatário ou pelo transportador, do motivo de a mercadoria não ter sido entregue, acompanhando o seu transporte em retorno ao estabelecimento, no qual deverá ser arquivada. Deve ser relatada a ocorrência, ainda, na via presa ao bloco ou em documento equivalente. No caso de exigência do Fisco, o contribuinte que recebeu em retorno a mercadoria não entregue deverá ter elementos comprobatórios de que não recebeu a importância mencionada no documento relativo à saída original. 6

7 Fundamento legal: Art. 453 do RICMS/SP. VIII. Códigos Fiscais de Operações Os contribuintes envolvidos em operações de devolução deverão utilizar os Códigos Fiscais de Operações abaixo discriminados, conforme o caso, para a emissão dos documentos fiscais e para a escrituração dos livros fiscais: 7

8 CFOP Descrição Devolução de compra para industrialização ou produção rural Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, cujas entradas tenham sido classificadas como " Compra para industrialização ou produção rural" Devolução de compra para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para comercialização" Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização ou produção rural Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços, cujas entradas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 1.126, ou "Compra para utilização na prestação de serviço". A partir de , conforme Decreto nº /2010, esses códigos terão a seguinte redação: Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços, cujas entradas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 1.126, ou "Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS" ou, respectivamente, 1.128, e "Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN" Devolução de compras para industrialização sob o regime de drawback Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização sob o regime de "drawback" e não utilizadas no referido processo, cujas entradas tenham sido classificadas no código "Compra para industrialização sob o regime de "drawback"" Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada foi classificada, respectivamente, nos códigos 1.551, ou "Compra de bem para o ativo imobilizado" Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro, recebido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as saídas em devolução, de bens do ativo imobilizado de terceiros, recebidos para uso no estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no estabelecimento". 8

9 Devolução de compra de material de uso ou consumo Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos 1.556, ou "Compra de material para uso ou consumo". CFOP Descrição Devolução de venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento" Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros" Devolução de produção do estabelecimento, remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, transferidas para outros estabelecimentos da mesma empresa Devolução de venda de produção do estabelecimento sob o regime de "drawback" Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento sob o regime de "drawback" Devolução de venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada foi classificada, respectivamente, nos códigos 1.551, ou "Compra de bem para o ativo imobilizado". Fundamento legal: Anexo V do RICMS/SP. Fonte: Fiscosoft 9

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