ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 1 INTRODUÇÃO...

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 1 INTRODUÇÃO..."

Transcrição

1 ÍNDICE APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO OBJECTIVOS DO CURSO... 4 Objectivo Geral... 4 Objectivos Específicos FILOSOFIA DO CURSO PERFIL DO GRADUADO PERFIL PROFISSIONAL ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM... 7 a. Metodologia de Ensino-Aprendizagem... 7 b. Materiais Institucionais... 7 c. Actividades Complementares... 7 d. Estratégias de Avaliação ORGANIZAÇÃO DO PLANO DE ESTUDOS Disciplinas Nucleares Disciplinas Complementares Disciplinas do Tronco Comum Carga Horária Recursos Humanos e Materiais CULMINAÇÃO DE ESTUDOS TABELA DE PRECEDÊNCIAS PLANO DE TRANSIÇÃO PLANOS TEMÁTICOS...15 Bibliografia indicativa...34

2 APRESENTAÇÃO A Missão do departamento de Ciência Política e Administração Pública é fazer formação e desenvolver investigação científica de qualidade na área de Governação e nos diversos campos de estudo da Ciência Política e Administração Pública. Para tal, o departamento organiza-se e actua de forma a garantir excelência académica (conhecimento conceptual, capacidade de análise e experiência prática) na formação de profissionais para desempenhar actividades administrativas na função pública, em agências não governamentais e, até certo ponto, em organizações de negócios. Como corolário do seu crescimento institucional, da demanda da sociedade moçambicana e da necessidade de responder aos desafios impostos, por um lado, pela integração regional, em curso na região da SADC, e, por outro lado, pelo processo de Bologna, o departamento de Ciência Política e Administração Pública procedeu à revisão curricular que culminou com a redução da duração dos dois cursos de Graduação que oferece, dos actuais quatro (4) para três (3) anos. É dentro deste contexto que o Departamento de Ciência Política e Administração Pública avança para um curso de Graduação em Ciência Política de três anos. A Graduação em Ciência Política assegurará uma formação própria e específica para a realização profissional do cidadão enquadrada no âmbito das organizações comunitárias e internacionais e para a cooperação e reforço da presença moçambicana no plano internacional. A Graduação fornece ainda os instrumentos necessários para o pleno exercício de actividades no âmbito dos departamentos de organismos públicos, empresas, fundações e órgãos de comunicação social. O documento comporta nove secções: Introdução (Secção I), Filosofia do currículo (Secção II), Objectivos do currículo (Secção III), Perfis de entrada e dos graduados (Secção IV), Organização das disciplinas e cargas horárias (Secção V), Metodologias de Ensino e Aprendizagem (Secção VI), Sistema de Avaliação (VII), Culminação de estudos (Secção VIII), e Plano de Estudos e Planos Temáticos (Secção IX). Maputo, 08 de Março de 2010 O Departamento de Ciência Política e Administração Pública 1

3 1. INTRODUÇÃO Depois da independência conquistada em 1975, Moçambique conheceu várias reformas constitucionais, políticas e económico-sociais. Podem-se destacar três momentos e/ou processos importantes do Moçambique independente: o estabelecimento da primeira República que se estendeu entre 1975 a 1990; a liberalização económica em 1987 que foi seguida pela liberalização política em 1990; a aprovação da primeira Constituição multipartidária que estabeleceu as bases constitucionais da segunda República, processo estimulado pelo fim da guerra civil em 1992, e a realização das primeiras eleições democráticas em O Departamento de Ciência Política e Administração Pública da Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane teve uma participação activa nos momentos e/ou processos acima apresentados, fornecendo as referências teóricas e bases de reflexão que contribuíram na operacionalização dos alicerces legais do processo democrático moçambicano, em particular na descentralização política que teve início em Na verdade, o Departamento não só contribuiu no processo democrático moçambicano através do debate teórico mas também e, sobretudo, através da formação de profissionais que asseguraram e asseguram estes processos em instituições chaves da democracia moçambicana. Aliás, a história da formação em Ciência Política na Universidade Eduardo Mondlane (UEM) começa com a criação, em 1995, da Unidade de Formação e Investigação em Ciências Sociais (UFICS) que permitiu a abertura, no ano lectivo de , do curso de Bacharelato em Ciências Sociais, de três anos de duração. Com a extinção da UFICS e criação da Faculdade de Letras e Ciências Sociais (FLCS), em Dezembro de 2003, emergiu a necessidade de revisão dos currículos do Bacharelato, harmonizando-os com os de toda a FLCS, processo que se enquadrava na revisão curricular que, na altura, estava em curso na UEM. A revisão foi feita tendo em conta as seguintes linhas orientadoras: A eliminação do nível de Bacharelato. A concepção dum currículo centrado no estudante em que este seria um elemento activo no processo de ensino-aprendizagem. O estabelecimento de um curso de Licenciatura em Ciência Política, de quatro anos de duração. Dois anos depois da revisão acima apontada, o país se depara com a necessidade de responder aos desafios impostos, por um lado, pela integração regional, em curso na região da SADC, e, por outro lado, pelo processo de Bologna. Ambos processos apontam para a necessidade de redução da duração dos cursos de Licenciatura oferecidos no país, dos actuais quatro (4) para três (3) anos. Pelas responsabilidades próprias da mais antiga e maior universidade do país, a UEM tem um papel de vanguarda neste processo e 2

4 assumiu no Seminário dos Pequenos Libombos o desafio de implementar as graduação de três anos, já, a partir de Fevereiro de É dentro deste contexto que o Departamento de Ciência Política e Administração Pública avança para um curso de Graduação em Ciência Política de três anos, cuja revisão curricular foi informada pelos seguintes princípios orientadores: Alinhamento com o curso de Mestrado de Governação e Administração Pública; Alinhamento com a estrutura dos cursos ministrados na região da SADC; É neste âmbito que o Departamento de Ciência Política e Administração Pública e propõe expandir a sua contribuição no processo democrático moçambicano através duma formação sólida naquela que é uma das principais áreas de orientação do debate/processo da consolidação democrática: a Ciência Política. Assim, o Departamento de Ciência Política e Administração Pública apresenta este Currículo de Graduação em Ciência Política, com a duração de três anos. A implementação dos Currículos de Bacharelato em Ciências Sociais e de Licenciatura em Administração Pública (1998/99) permitiu ao Departamento de Ciência Política e Administração Pública desenvolver uma importante experiência de formação ao nível superior. O presente Currículo integra os aspectos relevantes dessa experiência nos elementos novos que decorrem da contextualização nos processos políticos e sociais que ocorrem no país e no mundo. A Graduação em Ciência Política assegurará uma formação própria e específica para a realização profissional do cidadão enquadrada no âmbito das organizações comunitárias e internacionais e para a cooperação e reforço da presença moçambicana no plano internacional. A Graduação fornece ainda os instrumentos necessários para o pleno exercício de actividades no âmbito dos departamentos de organismos públicos, empresas, fundações e órgãos de comunicação social. A actual fase de reformas políticas e económicas no mundo e em África, os fenómenos da globalização, os processos políticos, económicos e sociais caracterizados pela liberalização política e económica, a democratização, a violência política e os conflitos violentos colocam novos desafios aos cientistas políticos. Por isso, as instituições académicas têm a missão de formular e definir estratégias de acção assentes na formação de novos cientistas políticos para participarem na produção de novas formas de abordagem, compreensão e soluções de problemas que se colocam no campo da governação. 3

5 2. OBJECTIVOS DO CURSO Ao empenhar-se na Graduação em Ciência Política, os estudantes vão analisar, criticar e identificar a natureza da Ciência Política e, ao mesmo tempo, ser capazes de contribuir para a garantia dos direitos e deveres dos cidadãos, levando em conta as diferenças de valores, ideias, crenças e interesses entre os indivíduos. Assim, destacam-se como: Objectivo Geral Contribuir para a constituição duma massa crítica e/ou laboral que possa participar activamente no processo democrático moçambicano, propondo e buscando soluções para o alargamento, aprofundamento e consolidação da governação democrática em Moçambique. Objectivos Específicos Habilitar os estudantes com ferramentas teórico-conceptuais para problematizar os principais desafios e fenómenos socio-políticos que afectam o país. Desenvolver nos estudantes um conjunto de competências que habilitem os futuros profissionais a procurar e propor soluções para os principais desafios institucionais em Moçambique. Desenvolver nos estudantes um conjunto de competências de liderança para que, enquanto profissionais, possam liderar os processos de governação. Desenvolver nos estudantes capacidades e habilidades para previsão, negociação e gestão de conflitos. Analisar a problemática da governação no mundo, em África e em Moçambique. 3. FILOSOFIA DO CURSO A filosofia do curso de Graduação em Ciência Política assenta na transmissão de instrumentos teóricos e filosóficos da área, combinada a uma constante reflexão sobre a realidade onde estes podem ser enquadrados ou aplicados. 4. PERFIL DO GRADUADO Em termos de Saber Os fundamentos socio-históricos da evolução do papel do Estado na Sociedade; As ideias, crenças e teorias políticas; O comportamento político dos cidadãos; As instituições do Estado e o ordenamento legal que as caracteriza; O papel do Estado numa economia de mercado; Os sistemas e os regimes políticos; 4

6 As ideologias políticas contemporâneas; A relação entre a Administração Pública e a Sociedade através de organizações governamentais e não governamentais; A influência do fenómeno da globalização; As políticas do país; As ideias e teorias sobre o processo e os desafios de consolidação da democracia. Em termos de Saber Fazer Actividades de investigação, identificando objectos de pesquisa e elaborando relatórios e recomendações para o prosseguimento do trabalho de investigação nas áreas de ciências políticas, administração pública e no domínio mais vasto das ciências sociais; Assessoria a organizações políticas e organizações não-governamentais; Definição, elaboração, implementação, monitoria e avaliação de políticas públicas e programas de desenvolvimento; Intervenção individual ou integração em equipas na preparação e elaboração de projectos de lei, decretos, posturas, regulamentos internos e outros diplomas legais; Planificação e direcção de acções, na base de uma visão estratégica e gestão de mudanças; Criação de premissas organizativas, produção e liderança de processos de consulta de opinião; Tomada de decisões informadas e pró-activas em situações complexas com conhecimento dos factores económicos, sociais e políticos; Análise das conjunturas políticas que possam auxiliar na tomada de decisão; Exercício de governação e liderança em organizações de carácter lucrativo e não lucrativo que explorem o campo político; Pareceres e estudos sobre o desenvolvimento das políticas do sector. Em termos de saber ser O graduado deve assumir uma postura ético-profissional de imparcialidade, objectividade que assuma os valores da cidadania e compromissos com os objectivos e prioridades de desenvolvimento do país. 5. PERFIL PROFISSIONAL O graduado em Ciência Política pode exercer actividades profissionais nos sectores seguintes: 5

7 Organismos do Estado, desde o nível central até ao local, incluindo as autarquias; Instituições de ensino e pesquisa; Organizações cujo fim é a conquista e exercício do poder; Organizações não-governamentais com o enfoque sobre democracia, direitos humanos, desenvolvimento, etc; Instituições políticas como o Parlamento e órgãos de administração eleitoral; Organismos regionais, internacionais e multilaterais como a SADC, União Africana, o Banco Mundial, ONU, etc. Contribuição com artigos, monografias e participação em encontros, colóquios e debates; Elaboração da politica informativa do organismo a que pertence; 6

8 6. ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM a. Metodologia de Ensino-Aprendizagem O modelo de ensino preconizado neste Currículo combina habilidades e conhecimentos técnicos, sociais, económicos, políticos e de comunicação, entre outros, e sempre com referência à governação. Assim, as matérias curriculares serão tratadas de modo a criar tais competências no estudante a partir de actividades lectivas e extra-lectivas centradas no estudante. Em termos metodológicos, define-se como estratégia principal a leccionação directa de aulas pelos docentes e a realização de trabalhos de pesquisa (pesquisa bibliográfica e de campo) pelos estudantes sob orientação dos docentes. As aulas podem tomar a forma de aulas expositivas, seminários e palestras/debates sobre temas diversos do campo da Ciência Política, de realidades históricas e actuais de Moçambique, da região e do mundo. As aulas podem ainda seguir um regime participativo, em que se valoriza a interacção permanente estudante/estudante versus estudante/docente. Vai-se, igualmente, recorrer à dinâmica de participação em grupos, utilizando materiais de aprendizagem inovadores com destaque para a investigação e estudo de casos. Sem prejuízo do estabelecido no regulamento pedagógico da UEM, a assistência às aulas é obrigatória para todos os estudantes do curso. Cada disciplina do curso de Graduação em Ciência Política tem um regente e, quando possível, um assistente. b. Materiais Institucionais No início de cada ano os docentes apresentam a bibliografia recomendada em consonância com o Planos Temáticos das cadeiras, que deve ser renovada anualmente. Os estudantes participam desta actividade de localização de bibliografia actualizada. Sempre que possível os docentes deverão encontrar publicações em língua portuguesa; no entanto, é fundamental encorajar os estudantes a leituras em outras línguas, sobretudo em Inglês, uma vez que parte substancial da bibliografia está disponível nesta língua. c. Actividades Complementares O Departamento de Ciência Política e Administração Pública promove a realização de actividades complementares como parte do processo de ensino-aprendizagem, a fim de consolidar e ampliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes. Módulos específicos, a serem ministrados por Professores visitantes, e actividades extra-lectivas tais como debates, colóquios, conferências, seminários, apresentações de resultados de pesquisa, etc, são relevantes na Graduação em Ciência Política e ocupam um espaço especial no processo de formação. 7

9 d. Estratégias de Avaliação A avaliação compreende distintas formas usadas para determinar os conhecimentos e competências do estudante. A avaliação é tanto formativa como sumativa, recorrendo-se aos seguintes instrumentos: exame escrito e/ou oral, exercícios escritos e/ou orais, apresentação de trabalhos, relatórios de pesquisa científica bem assim a participação e intervenção em aulas, seminários e debates. Por outras palavras, o modelo de avaliação advogado dá grande valor ao trabalho do estudante, incluindo o trabalho independente. Quanto ao exame final e ao cálculo da nota final da disciplina, os critérios a seguir estão estabelecidos no Regulamento Pedagógico da UEM. Todas as disciplinas do curso de Graduação em Ciência Política concorrem para o mesmo objectivo geral, possuindo, concomitantemente, igual importância e peso no conjunto do curso. 7. ORGANIZAÇÃO DO PLANO DE ESTUDOS O Plano de Estudos é composto por disciplinas do Tronco Comum, nucleares e complementares e. Estruturalmente, o Plano de Estudos é constituído por duas partes: uma parte inicial, que consiste de disciplinas de tronco comum com um enfoque abrangente e multidisciplinar, com uma duração de dois (2) semestres; e uma parte final, composta por disciplinas nucleares de Ciência Política, com uma duração de quatro (4) semestres. O Currículo comporta também duas (2) disciplinas complementares de escolha livre por parte do estudante, que, no entanto, devem ser do Curso de Graduação em Administração Pública. 7.1 Disciplinas Nucleares As disciplinas nucleares da área de Ciência Política incluem Governação e Administração Pública, ministradas entre o III e o VI semestres. Todas as disciplinas nucleares são obrigatórias e constituem a segunda etapa da formação em Ciência Política. Considerada nuclear no Currículo deste curso de Graduação, esta segunda parte começa com disciplinas de fundamentos teóricos, no III semestre. A estrutura das disciplinas assume que os estudantes não possuem, praticamente, conhecimento prévio em Ciência Política. Assim, em adição ao conhecimento de alguns conceitos apreendidos nas disciplinas gerais de ciências sociais nos primeiros dois semestres, os estudantes são confrontados, ainda no III semestre, com cadeiras introdutórias focalizadas à área específica de Ciência Política. Mais adiante, particularmente a partir das disciplinas do IV semestre, o estudante se depara com o pensamento filosófico, a acção governativa, a liderança político-partidária, a problematização e estudos eleitorais, os conflitos e sua gestão, etc. 7.2 Disciplinas Complementares Com o objectivo de permitir ao estudante familiarizar-se com as áreas do conhecimento que possam ser relevantes para o melhor desempenho das actividades profissionais, o Plano de Estudos de Graduação em Ciência Política compreende duas disciplinas 8

10 complementares de escolha livre, que, no entanto deverão ser do Curso de Graduação em Administração Pública. No concreto, estas disciplinas são definidas de acordo com as capacidades, disponibilidade e interesses da Faculdade e da Universidade. 7.3 Disciplinas Opcionais As Disciplinas Opcionais abrem a possibilidade aos estudantes de escolher entre temáticas analisadas sobre a perspectiva de outras disciplinas das Ciências Sociais diferentes das disciplinas da sua especialização. Deste modo, permite ao estudante alargar a sua capacidade de análise da realidade social através de estudo de temas relevantes na óptica de uma disciplina particular da Sociologia, Antropologia, História, Economia e outras Ciências Sociais. 7.4 Disciplinas do Tronco Comum As disciplinas do Tronco Comum são ministradas ao longo dos dois primeiros semestres, constituindo a primeira parte do Curso. O conjunto destas disciplinas constitui a primeira etapa da formação em Ciência Política. Trata-se de disciplinas de âmbito genérico da área de ciências sociais e humanas, cujo objectivo é fornecer ao estudante uma base sólida para analisar e gerir situações complexas e dinâmicas, dum mundo que combine de forma crescente a diversidade cultural e a globalização. Esta formação inicial assenta no pressuposto da unidade complexa do social, da historicidade, da relativização e da diferenciação do campo disciplinar das ciências sociais. Todas as disciplinas do Tronco Comum são obrigatórias e constituem a primeira etapa da formação em Ciência Política. 9

11 Disciplinas Nucleares Introdução à Ciência Política História da Ideias Políticas - Os Clássicos História da Ideias Políticas Os Modernos & Contemporâneos Introdução à Relações Internacionais Governação Local Introdução às Instituições Políticas Estudos Eleitorais Teoria da Democracia & Democratização Política Comparada Disciplinas Complementares Introdução às Ciências Sociais I & II Introdução a Economia Moçambique Contemporâneo História Económica & Social do Mundo Metodologias de Investigação em Ciências Sociais I & II Inglês I & II Economia do Sector Publico Teorias de Desenvolvimento Métodos Quantitativos I & II Disciplinas Opcionais Disciplina Opcional I (Processo Decisório) Disciplina Opcional II (Escolha de uma Administração Pública) Disciplina Opcional III (Disciplina de Administração Pública ou outra Ciência Social) Total Governação & Gestão de Conflitos Introdução Administração Pública à Género & Pode Político Economia Desenvolvimento de Política Moçambicana Globalização Desenvolvimento & Sociologia Política Pensamento Político Africano Seminário Pesquisa de Planificação, Análise & Avaliação e Políticas Públicas Teoria de Estado Total 15 Total 18 Total

12 Quadro 1: Plano de Estudos da Graduação em Ciência Política 1 O ANO Primeiro Semestre Horas Cont. Horas trab. Ind Nr. Cred. Introdução às Ciências Sociais I Introdução a Economia I Moçambique Contemporâneo História Económica e Social do Mundo Metodologias de Investigação em Ciências Sociais I Segundo Semestre Horas cont. Horas trab. Ind. Nr. Cred. Introdução às Ciências Sociais II Economia do Sector Publico Inglês II História das Ideias Políticas Clássicos Metodologias de Investigação em Ciências Sociais II Introdução à Ciência Política Inglês I Total Total O ANO Terceiro Semestre Hr Nr. Quarto Semestre Horas Nr. Cont. Cred. cont. Cred. Horas trab. Ind. Teorias de Desenvolvimento História das Ideias Políticas Modernos e Contemporâneos Métodos Quantitativos I Introdução à Administração Pública Introdução às Relações Internacionais Horas trab. Ind. Economia de Desenvolvimento Sociologia Política Teorias do Estado Métodos II Pensamento Africano Quantitativos Político Disciplina Opcional I Disciplina Opcional II Total Total O ANO Quinto Semestre Governação Local Horas Cont. Hr Ind. Nr. Cre Sexto Semestre Planificação, Análise & Avaliação e Políticas Públicas Horas cont. Hr tr ind Introdução às Instituições Género e o Poder Político Políticas Estudos Eleitorais Política Moçambicana Teoria da Democracia e Globalização e Democratização Desenvolvimento Política Comparada Seminário de Pesquisa Governação e Gestão de Disciplina Opcional III Conflitos Total Total Nr. Cre 11

13 7.5 Carga Horária O Plano de Estudos consiste de seis (6) disciplinas por semestre. Cada disciplina tem uma carga horária total de sessenta e quatro (64) horas por semestre de contacto directo com o docente. A carga horária total do curso de graduação em Ciência Política da UEM é de 5950 horas, correspondente a 238 créditos estabelecidos pela UEM. Das 5950 horas de trabalho 2304 horas corresponde ao tempo de contacto directo com o docente e 3646 coreresponde ao remascente de horas dedicados ao trabalho individual (actividades curriculares; práticas e leituras). Este nível de carga horária corresponde à filosofia geral de formação ao nível de Graduação na UEM que encoraja a adopção de métodos de ensino que valorizam o trabalho independente e a auto-aprendizagem do/a estudante universitário em equilíbrio com a leccionação directa. A estratégia de ensino/aprendizagem definida neste currículo reflecte a necessidade de promover a experiência de aprendizagem do/a estudante e de colocá-lo como actor importante nas actividades formativas. A estrutura de organização do curso define que as disciplinas de tronco comum têm um total de 5 créditos cada; as disciplinas de introdução 8 créditos cada; as disciplinas nucleares 7 créditos; as disciplinas complementares 3 créditos e a disciplina de Seminário de Pesquisa que define a forma de culminação de curso tem 25 créditos. Tabela: Distribuição de créditos por tipo de disciplina Tipo de disciplinas Nr. de disciplinas Crédito/disciplina Total de créditos Disciplinas de tronco comum Displinas introdutórias Disciplinas nucleares Disciplinas complementares Seminário de pesquisa (Culminação de curso) Total Recursos Humanos e Materiais Recursos Humanos Para o funcionamento do curso, o Departamento conta com todos os docentes do Antigo Currículo do Bacharelato em Ciências Sociais na orientação em Ciência Política, em número de 30 (trinta), dos quais 20 são a tempo inteiro. Em caso de necessidade poderse-á recorrer a docentes a tempo parcial disponíveis no Departamento em número de 10 (dez). Recursos Materiais Tendo em consideração que este curso vai funcionar nos mesmos moldes do actual curso de Administração Pública, haverá uma utilização conjunta dos meios materiais disponíveis no Departamento e no conjunto da Faculdade de Letras e Ciências Sociais. 12

14 8. CULMINAÇÃO DE ESTUDOS O curso de graduação em Administração Pública termina com a elaboração de um Projecto de Pesquisa a ser desenvolvido ao longo do VI Semestre, na disciplina de Seminário de Pesquisa. Este projecto visa dar uma iniciação à análise crítica, de forma autónoma e individual, com conhecimentos teóricos e metodológicos adquiridos ao longo do curso, sobre funcionamento de uma instituição pública, estatal, municipal, não governamental e propor melhorias, se necessário. O projecto é avaliado pelos docentes da disciplina. Este projecto poderá ser posteriormente desenvolvido em pesquisa no terreno, nos níveis posteriores do ciclo, como mestrado, para obtenção de um grau académico. 13

15 9. TABELA DE PRECEDÊNCIAS O quadro 2 mostra as precedências estabelecidas para algumas disciplinas. A inscrição na disciplina de... Introdução às Ciências Sociais II Economia do Sector Público Metodologias de Investigação em Ciências Sociais II Inglês II Métodos Quantitativos II História das Ideias Políticas Modernos e Contemporâneos Teorias do Estado Introdução às Relações Internacionais Governação e Gestão de Conflitos Depende da aprovação na disciplina de Introdução às Ciências Sociais I Introdução à Economia Metodologias de Investigação em Ciências Sociais I Inglês I Métodos Quantitativos I História das Ideias Políticas Clássicos História das Ideias Políticas Modernos e Contemporâneos Teorias do Estado Teorias do Estado 10. PLANO DE TRANSIÇÃO A previsão de entrada em vigor do presente currículo é Fevereiro de Significa que este currículo abrange os novos ingressos de Para além destes, os estudantes inscritos para o 2º Ano do currículo de 2006 passam automaticamente a fazer parte deste currículo, devendo, contudo, frequentar algumas disciplinas do 1º Ano que eventualmente não tenham sido parte do 1º Ano do currículo de

16 11. PLANOS TEMÁTICOS DISCIPLINAS DO PRIMEIRO ANO Disciplina: Introdução às Ciências Sociais I Ano: 1º Semestre: I 5 Créditos Objectivos gerais No fim desta disciplina, os estudantes devem ser capazes de: i. Conhecer instrumentos de ordem histórico-filosófica e epistemológica que lhes permitam problematizar a construção do conhecimento nas Ciências Sociais; ii. Distinguir as diferentes grandes linhas do pensamento filosófico relativas à questão do conhecimento; iii. Contextualizar historicamente o surgimento das Ciências Sociais; iv. Diferenciar as diversas formas de conhecimento da realidade social; v. Analisar a diversificação e complementaridade Disciplinar na construção do conhecimento nas Ciências Sociais. Disciplina: Introdução às Ciências Sociais I N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual Cred vi. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 O pensamento humano: a sua evolução histórica 2 A questão da razão humana; a questão da verdade 3 As formas do processo do conhecimento 4 As ciências A história das Ciências Sociais; novas tendências no estudo das Ciências Sociais 6 Realidade e conhecimento da realidade 7 Conhecimento como construção e abstracção 8 O conhecimento do senso comum e o conhecimento científico Total

17 Bibliografia indicativa AJDUKIEWICZ, Kazumiers. Problemas e teorias de filosofia: Teoria Do Conhecimento e Metafísica. São Paulo: Ciências Humanas, 1979 BUCK-MORSS, Susan. Origem ee la dialéctica negativa. México: Siglo XX, CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, GOLDMANN, Lucien. Epistemologia e filosofia política. Lisboa: Presença, GRAMSCI, António. Concepção dialéctica da história. Rio De Janeiro: Civilização Brasileira, KONDER, Leandro. O futuro da filosofia da praxis: O pensamento de Marx no século XXI. Rio de Janeiro: Paz e Terra, LAKATOS, Eva & MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. S. Paulo: Atlas, MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. Textos filosóficos. 4 a ed. Lisboa: Presença, NUNES, Adérito Sedas. Questões preliminares da ciências sociais. Lisboa: Presença, PINTO, José Madureira. Propostas para o ensino das ciências sociais. Porto: Afrontamento,

18 Disciplina: Introdução às Ciências Sociais II Ano: 1.º Semestre: II 5 Créditos Objectivos gerais No fim desta disciplina, os estudantes devem ser capazes de: Conhecer os instrumentos de ordem histórico, filosófico e epistemológico que lhes permitem problematizar a construção do conhecimento nas Ciências Sociais. Distinguir as diferentes linhas do pensamento filosófico na evolução das Ciências Sociais. Contextualizar historicamente o surgimento em Ciências Sociais. Diferenciar as diversas formas de conhecimento da realidade social. Analisar a diversidade, complementaridade e interdisciplinaridade na construção do conhecimento nas Ciências Sociais. Disciplina: Introdução às Ciências Sociais II N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual cred vii. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 O conhecimento do senso comum e o conhecimento científico 2 Ruptura com senso comum nas Ciências Sociais 3 Exigências da Ruptura com senso comum 4 A Investigação nas Ciências Sociais: a questão da objectividade e da imparcialidade 5 O papel da teoria no processo de investigação e validação do conhecimento 6 Novas tendências no estudo das Ciências Sociais: o paradigma dominante, a crise do paradigma dominante e o paradigma emergente 7 As estruturas do conhecimento Total

19 Bibliografia indicativa AJDUKIEWICZ, Kazumiers. Problemas e teorias de filosofia: Teoria do conhecimento e metafísica. São Paulo: Ciências Humanas, 1979 ARANHA, Mª Lúcia de Arruda & MARTINS, Mª Helena Pires. Filosofando: Introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, BUCK-MORSS, Susan. Origem de la dialéctica negativa. México: Siglo XX, CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, HADDOCK, B. A. Uma introdução ao pensamento histórico. Lisboa: Gradiva, HOBSBAWM, Erie J. A era das Revoluções. Rio de Janeiro. Paz e Terra, s/d. LAKATOS, Eva & MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. S. Paulo: Atlas, NUNES, Adérito Sedas. Questões preliminares da ciências sociais. Lisboa: Presença, PINTO, José Madureira. Propostas para o ensino das Ciências Sociais. Porto: Afrontamento, SANTOS, Boaventura de Sousa. Conhecimento prudente para uma vida decente: Um discurso sobre as Ciências revisitado. Porto: Afrontamento, SANTOS, M. Helena Varela & LIMA, Teresa Macedo. O saber e as máscaras. 2ª ed. Porto: Porto Editora, SEVERINO, António Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20 a ed. São Paulo: Cortez, SILVA, Augusto Santos & PINTO, Madureira. Metodologia das Ciências Sociais. 2 a Ed., Porto: Afrontamento,

20 Disciplina: Introdução à Economia Ano: 1º Semestre: I 5 Créditos Objectivos gerais No final da disciplina o estudante deverá ser capaz de: i) Entender e explicar o objecto e método de estudo da Economia, sendo uma Ciência Social e relacioná-la com outras ciências sociais ii) Compreender o funcionamento do circuito económico, da produção ao consumo nos diversos sistemas económicos: papel dos agentes, o fluxo de bens e financeiro iii) Compreender e explicar a eficiência produtiva dado um conjunto de factores produtivos iv) Compreender e interpretar o modelo económico de tomada de decisão pelos indivíduos, empresas e Estado v) Compreender a estrutura e descrever o funcionamento dos mercados vi) Perceber as origens e as causas das falhas de mercado e o papel do Estado na correção das mesmas vii) Compreender e explicar o funcionamento do sistema financeiro e o papel da moeda na economia viii) Conhecer os parâmetros e variáveis macroeconómicos e seu efeito no desempenho da economia nacional (inflação, taxa de juro, taxa de câmbio, taxa de desemprego, consumo privado e público, investimento). ix) Calcular as medidas de desempenho da economia nacional (PIB, PNB). Disciplina: INTRODUÇÃO À ECONOMIA N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual cred viii. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 ix. Fundamentos de Microeconomia Introdução 1.1 Economia e o seu Método xi. xii. xiii. xiv. xv Conceito de Economia Importância do estudo da Economia Método da Economia Tipos e níveis de análise económica 1.2 Conceitos Básicos de Economia Necessidades 19

21 1.2.2 Bens, Serviços e Mercadoria Actividade económica Modo e factores de produção x. Sistemas económicos 2 Capacidade produtiva Necessidades e recursos xvi. xvii. xviii. xix. xx. a lei da escassez 2.2 Questões fundamentais da Economia 2.3 Custo oportunidade 2.4 Fronteira das possibilidades produtivas 2.5 Taxa marginal de transformação e a lei dos rendimentos decrescentes 3 xxi. Elementos da Oferta e da Procura Mecanismo do mercado xxii. xxiii. xxiv. xxv. xxvi. 3.2 Análise da procura 3.3 Análise da oferta 3.4 Equilíbrio do mercado 3.5 Procura e comportamento do consumidor 4 Formas e esturas de mercados i. 4 ii Concorrência perfeita 4.2 Monopólio 4.3 Oligopólio Concorrência monopolística 5 Falhas de mercado e o papel do iii. 6 iv Estado 5.1 Externalidades 5.2 Bens públicos 20

22 5.3 Assimetria de informação O papel económico do Estado xxvii. 6 Produto e rendimento Agentes económicos xxix. xxx. xxxi. xxxii. xxxiii. 6.2 Circuito económico 6.3 Contas Nacionais xxviii. Consumo e investimento 7 Moeda, Bancos e Crédito Financeiro 7.1 Conceito e funções xxxv. da xxxvi. xxxvii. xxxviii. xxxix. moeda 7.2 A procura da moeda 7.3 Banco Central e bancos comerciais xxxiv. Noções e classificação do crédito financeiro 8 Testes 6 6 Total Bibliografia indicativa DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Macroeconomia, 5ª ed. (1991). McGraw-Hill. SALVATORE, D. Microeconomia, 3ªed. (1997). Makron Books, São Paulo. SAMUELSON, Paul; NORDHAUS, William D. (1993). Economia, 14a ed. McGraw- Hill. 21

23 Disciplina: Economia do Sector Público Ano: 1º Semestre: II 5 Créditos Objectivos gerais No final da disciplina o estudante deverá ser capaz de: Identificar as diferenças e os limites de funcionamento dos sectores público e privado; Explicar as razões que justificam a intervenção do Estado na Economia; Compreender e descrever o mecanismo de tomada de decisões económicas em Estados democráticos (escolhas públicas) Explicar a racionalidade da partilha de funções do Estado entre níveis de governo (descentralização) Conhecer e descrever os diversos mecanismos de financiamento do sector público Saber a forma como os programas de apoio económico e social ao país são desenhados, financiados e geridos. Disciplina: ECONOMIA DO SECTOR PÚBLICO N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual cred xl. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 Introdução Formas de xlii. xliii. xliv. xlv. xlvi. organização do sector público 1.4 Economia do sector público 1.5 O sector público e sistemas económicos xli. Sectores público e privado 2 As razões da Intervenção do Estado na Economia 2.6 A razão da eficiência económica xlviii. xlix. l. li. lii A eficiência económica em concorrência 22

24 perfeita A concorrência perfeita e o óptimo de Pareto Tipos e instrumentos de intervenção do estado As falhas de mercado Concorrênci a imperfeita Monopólios Bens públicos Bens de mérito 2.7 A razão da equidade Justiça económica e redistribuição Equidade distributiva e liberalismo xlvii. A razão da estabilização macroeconómica 3 Provisão de Bens Públicos e a Escolha Colectiva 3.6 A escolha colectiva liv. lv. lvi. lvii. lviii. 3.7 As regras da escolha colectiva 3.8 A escolha mediante a votação maioritária liii. Modelos de comportamento do sector público 4 Descentralização e Funções do Estado e o Financiamento do Sector Público 4.4 Descentralização e funções do sector público lix. lx. lxi Descentralização e eficiência Descentralização e Equidade 23

25 4.4.3 Descentralização e estabilidade 4.5 O financiamento público O financiamento por impostos O financiamento por transferências O financiamento por dívida 5 Despesa Pública em Moçambique (em forma de palestras a ser proferidas por individualidades convidadas) i. 8 ii Programas de ajuda iii. iv. lxii. lxiii. lxiv. económica: desenho, financiamento e gestão 5 Programas sectoriais e plano de redução da pobreza (saúde, educação, infra-estruturas, etc.) 6 Testes 6 6 Total Bibliografia indicativa BARBOSA, António S. Pinto (1997), Economia Pública. McGraw-Hill, Lisboa. SAMUELSON, Paul; NORDHAUS, William D. (1993). Economia, 14a ed. McGraw- Hill. STARLING, Grover (1998). Managing the Public Sector, 5 th Ed. Harcourt Brace and Company. Orlando, Flórida. 24

26 Disciplina: Metodologias de Investigação em Ciências Sociais I Ano: 1º Semestre: I 5 Créditos Objectivos gerais No fim desta disciplina, os estudantes devem ser capazes de: Caracterizar as condições de produção do conhecimento e distinguir as principais tendências epistemológicas; Distinguir teorias, métodos e técnicas como meios de conhecimento; Caracterizar os conflitos teóricos de métodos através da identificação e comparação entre os principais métodos em Ciências Sociais; Identificar os «actos» e as etapas da investigação utilizados em ciências sociais; Analisar a informação obtida num projecto de pesquisa, em articulação com a disciplina de Métodos Quantitativos. Disciplina: Metodologia de Investigação em Ciências Sociais I N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual Cred lxv. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 Os obstáculos ao conhecimento científico; conhecimento científico como ruptura ao senso comum 2 A construção do conhecimento: teoria e posições 3 Problemas epistemológicos da produção e validação do conhecimento científico: posições e oposições 4 A relação teórico-prática na investigação científica; da teoria à prática de investigação científica 5 Os actos e as etapas da investigação científica: a ruptura, a construção e a validação 6 A problemática e a construção do modelo de análise; teoria (matriz teórica) e metodologia na construção do conhecimento científico lxvi. 7 A validação do conhecimento científico: os instrumentos de observação 8 Problemas genéricos da investigação lxvii. lxviii. lxix. 8 empírica; noções gerais sobre métodos/correntes de investigação científica 4 5 Total

27 Bibliografia indicativa ALMEIDA J. Ferreira & PINTO, José Madureira. A investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Presença, BACHELARD, Gaston. A epistemologia. Lisboa: Edições 70, BACHELARD, Gaston. Le nouvel esprit scientifique. Paris: PUF, BACHELARD, Gaston. Le racionalisme appliqué. Paris: PUF, CARVALHO, Maria Cecília. Metodologia científica: Fundamentos e técnicas. S. Paulo: Papirus, IANNI, Octávio. A sociedade global, civilização brasileira. Rio de Janeiro: Ed. civ. bra, KAPLAN, Abraham. A conduta na pesquisa. S. Paulo: EPU/EDUSP, KUNH, Thomas. The struture of scientific revolutions. Chicago: University of Chicago Press, PINTO, José Madureira. Questões de metodologia sociológica, ( I ), ( II ), ( III ). In Cadernos de Ciências Sociais. Porto: Afrontamento, POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. S. Paulo: Cultrix, SILVA, Santos, PINTO Madureira. Metodologia das Ciências Sociais. Porto: Afrontamento,

28 Disciplina: Metodologias de Investigação em Ciências Sociais II Ano: 1º Semestre: II 5 Créditos Objectivos gerais No fim desta disciplina, os estudantes devem ser capazes de: Identificar os «actos» e as etapas da investigação utilizados em ciências sociais; Analisar a informação obtida num projecto de pesquisa, em articulação com a cadeira de Métodos Quantitativos. Disciplina: Metodologia de Investigação em Ciências Sociais II N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual cred lxx. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 Concepção, operacionalização e medição 2 Especificação Operacionalização, variáveis, indicadores e selecção de indicadores 4 Medição na investigação em Ciências Sociais: Tipo de escalas, validade de dados 5 Sociometria: Escala de Likert, Guttman... 6 Técnicas de levantamento de dados 7 Preparação e análise de dados Total Bibliografia indicactiva BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, BERTHIER, Nicole. Les techniques d enquête. Paris: Armand Colin, BOURDIEU, P. A profissão de sociólogo. Petrópolis: Vozes, BURGESS, Robert. A pesquisa de terreno. Oeiras: Celta, s/d COSTA, Firmino. A pesquisa de terreno em sociologia. In: SILVA, Santos e PINTO Madureira. Metodologia das Ciências Sociais. Porto: Afrontamento,

29 DARRÉ, Jean Pierre A produção do conhecimento para a acção, argumentos contra o racismos da inteligência. Lisboa: Inst Piaget, GHIGLIONE, Rodolphe & MATALON, Benjamim. O inquérito- teoria e prática. Oeiras: Celta, LIMA, Marinús Pires. Inquérito sociológico, problemas de metodologia. Lisboa: Presença, POIRIER, Jean et al. Histórias de vida, teoria e prática. Oeiras: Celta, QUIVY Raymond, CAMPENHOULDT LucVan. Manual de investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva, SILVA, Santos, PINTO Madureira. Metodologia das Ciências Sociais. Porto: Afrontamento, VICENTE, Paula et al. Sondagens: A amostra como factor decisivo da qualidade. Lisboa: Sílabo,

30 Disciplina: INGLÊS I Ano: 1º Semestre: I 5 Créditos Carga Horária Contacto Directo Horas Trabalho Individual Horas Total Horas Créditos Teóricas 31 Actividades curriculares Práticas 33 Praticas Leitura individual Total Disciplina: INGLÊS II Ano: 1º Semestre: II 5 Créditos Carga Horária Contacto Directo Horas Trabalho Individual Horas Total Horas Créditos Teóricas 31 Actividades curriculares Práticas 33 Praticas Leitura individual Total

31 Disciplina: Moçambique Contemporâneo Ano: 1º Semestre: I 5 Créditos Objectivos gerais No fim desta disciplina os estudantes devem ser capazes de: Ter uma visão geral das características históricas e da evolução recente da economia moçambicana; Desenvolver um conhecimento básico sobre a luta pela independência e a dinâmica político militar que levou à instauração de um regime de partido único; Desenvolver uma reflexão sobre o conflito militar que opôs o Governo da Frelimo à Renamo e sobre as condições da emergência do multipartidarismo. Disciplina: Moçambique Contemporâneo N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual Cred lxxi. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 A Economia colonial, uma economia de serviços 2 A Economia agrária colonial A Indústria em Moçambique Independência e crise da economia colonial 5 Socialização do campo e a liberalização da economia 6 Unificação do movimento independentista e a hegemonia político-militar lxxii. 7 Marxismo e libertação em Moçambique 8 44 O Partido-Estado: Frelimo O Conflito regional e as dinâmicas locais da guerra 10. A emergência do multipartidarismo Total

32 Bibliografia indicativa BRANCO, C. N. C. (Org.). Moçambique: Perspectivas económicas. Maputo: UEM/FFE, BRANCO, C. N. C. Programas estruturais do desenvolvimento agrário. Maputo: INLD, BRITO, Luís de. Dependência colonial e integração regional. Estudos Moçambicanos, nº 1, 1980 BRITO, Luís de. Estado e democracia multipartidária em Moçambique. Estudos Moçambicanos, n 13, 1993 BRITO, Luís de. Le Frelimo et la construction de l Etat au Mozambique: le sens dela reference au marxisme ( ). Tese de doutoramento, Universidade de Paris VIII Vincennes, 1991 BRITO, Luís de. O comportamento eleitoral nas primeiras eleições multipartidárias em Moçambique. in Mazula, B. Moçambique: Eleições, democracia e desenvolvimento. Maputo, BRITO, Luís de. Une relecture necessaire: la genese du parti-etat Frelimo. Politique africane, n 29, 1988 CAHEN, M. La crise du nationalisme. Politique africane, n 29, 1998 GEFFRAY, C. A causa das armas: Antropologia da guerra contemporânea em Moçambique. Porto: Afrontamento, MONDLANE, E. Le development du nationalisme au Mozambique. in Mondlane E.: Biographie. Paris: Presence Africane, 1981 WIELD, David. Some characteristics of the Mozambican economy particularly relating to industrialization. Maputo: CEA, s/d. WUYTS, Marc. Camponeses e economia rural em Moçambique. Maputo: INLD, WUYTS, Marc. Estudos Moçambicanos, nº 1, (Economia política do colonialismo português em Moçambique) 31

33 Disciplina: Introdução à Ciência Política Ano: 1 o Semestre: II 8 Créditos Objectivos gerais No fim desta disciplina, os estudantes devem ser capazes de: Adquirir uma visão geral do campo temático da ciência política; Apreender as principais matrizes de estudo da ciência política; Aplicar os instrumentos teóricos obtidos na descrição e explicação de fenómenos sóciopolíticos do quotidiano imediato. Disciplina: INTRODUÇÃO À CIÊNCIA POLÍTICA N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Nuclear Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual Cred lxxiii. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H 1 Abordagem conceptual sobre política e ciência política 2 Matrizes teóricas Características da relação de poder 4 6 Teorias sobre o poder i. 3 ii Conceito de Sistema iii. 3 iv. 3 6 Político 6 Os Regimes Políticos Teorias sobre o Estado Noção de Sociedade Civil Socialização e cultura política Acção e participação política Princípios da Acção colectiva Grupos de Pressão Análises do voto Violência política Funções dos Partidos Políticos Conceito de ideologia política 17 Ideologias políticas contemporâneas 18 Teorias sobre democracia Transições democráticas Experiências democráticas na África Sub-sahariana Total

34 Bibliografia indicativa DAHL, R. A Democracia. New Haven CT :Yale University Press, HEYWOOD, APolitics. London: MacMillan Foundations, MALTEZ, J. Princípios de Ciência Política: Introdução à Teoria Politica. 2 o Edição. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas. Centro de Estudos do Pensamento Politico. MAZULA, B. (Coord). Moçambique 10 Anos de Paz. Maputo: Centro de Estudos de Democracia e Desenvolvimento, (Coord). Eleições, Democracia e Desenvolvimento. Maputo: Centro de Estudos de Democracia e Desenvolvimento CEDE. PASQUINO, G. Curso de Ciência Politica. Principia: Publicações Universitárias e Cientificas, HELLER, P. e ISAAC, T. O Perfil politico e institucional da democracia participativa: lições de Kerala. Índia, SANTOS, B. Democratizar a Democracia: Os Caminhos da Democracia Participativa. Lisboa: Edições Afrontamento, WEIMER, B. Moçambique: Dez Anos de Paz Democracia, Governação e Reforma,

35 Disciplina: História Económica e Social do Mundo (Sec XVIII XX) Ano: 1 o Semestre: I 5 Créditos Objectivos gerais No final da cadeira, os estudantes devem ser capazes de: Definir e operacionalizar os conceitos básicos, nomeadamente: Estado, Estado- Nação, Nação, Nacionalismo, Nacionalidade, Pátria, Etnia, Comunidade, Sociedade, Cidadania, Território, Tribo, Identidade Nacional, Sentimento Nacional; Reflectir sobre a crise dos impérios e os movimentos nacionalistas, procurando distinguir as fases ou vagas de nações; Analisar o processo da descolonização e as independências no contexto do mundo bipolar, reflectindo sobre o papel do Estado no projecto da construção da nação; Desenvolver uma atitude crítica sobre a questão da nação e do nacionalismo, analisando os efeitos desse fenómeno na actualidade; Suscitar o debate em torno desta temática, procurando ligar o quadro teóricoconceptual à realidade mundial e moçambicana, em particular. Disciplina: HISTÓRIA ECONÓMICA E SOCIAL DO MUNDO (SÉC. XVIII-XX) N o de Créditos: 5 Características da Disciplina: Complementar Modular: Unimodular: Semestral:_X N 0 Tema Contacto directo Trabablho Individual cred lxxiv. Tipo de aula Tipo de actividade T P S H L E P E H lxxv. 1 A Nação: Origem, mecanismos de produção, reprodução e estruturação Considerações introdutórias lxxvi. lxxvii. lxxviii. lxxix. lxxx. - A perspectiva de Ernest Renan sobre a nação - Grupo interno versus grupo externo - O retorno ao passado lxxxi. 2 Noções Operatórias Fundamentais Nação, Nacionalismo, lxxxii. lxxxiii. lxxxiv. lxxxv. lxxxvi. Nacionalidade, Estado, Pátria, Etnia, Comunidade, Sociedade, Cidadania, Território lxxxvii. 3 Os Estados Nacionais e os Impérios Debate sobre o que é uma lxxxviii. nação lxxxix. xc. xci. xcii. (visões de alguns autores) 34

CONSIDERANDO o disposto no art. 37, II, da Constituição Federal, combinado com os artigos 90 e seguintes da Lei n 2.018, de 17 de janeiro de 1986;

CONSIDERANDO o disposto no art. 37, II, da Constituição Federal, combinado com os artigos 90 e seguintes da Lei n 2.018, de 17 de janeiro de 1986; DECRETO N 8.876, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015 Homologa o concurso público n 01/2014 na forma que especifica. CLAYTON ROBERTO MACHADO, Prefeito do Município de Valinhos, no uso das atribuições que lhe são

Leia mais

SOCIOLOGIA OBJECTO E MÉTODO

SOCIOLOGIA OBJECTO E MÉTODO Ano Lectivo 2008/2009 SOCIOLOGIA OBJECTO E MÉTODO Cursos: Licenciatura em Sociologia e Licenciatura em Sociologia e Planeamento (1º ciclo) Unidade Curricular: Sociologia Objecto e Método Localização no

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 086/2015. Autoriza o recebimento por doação de móveis usados da Caixa Econômica Federal e dá outras providências.

PROJETO DE LEI Nº 086/2015. Autoriza o recebimento por doação de móveis usados da Caixa Econômica Federal e dá outras providências. PROJETO DE LEI Nº 086/2015. Autoriza o recebimento por doação de móveis usados da Caixa Econômica Federal e dá outras providências. Art. 1 o É o Município autorizado a receber por doação da Caixa Econômica

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À ECONOMIA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À ECONOMIA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular INTRODUÇÃO À ECONOMIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Relações Internacionais 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

FUNDO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS E ANEXOS DE AMPARO

FUNDO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS E ANEXOS DE AMPARO FUNDO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS E ANEXOS DE AMPARO O Convênio celebrado com o Cartório de Registro de Imóveis e Anexos, de Amparo, em dezembro de 1994, possibilitou a transferência da massa documental,

Leia mais

U. E. M. e ACBF Faculdade de Economia- Programa de Mestrado em Gestão de Políticas Económicas para o PALOPs CURRICULUM

U. E. M. e ACBF Faculdade de Economia- Programa de Mestrado em Gestão de Políticas Económicas para o PALOPs CURRICULUM CURRICULUM 1. Os Objectivos do Curso O objectivo geral do programa EPM, na Universidade Eduardo Mondlane (UEM) em parceria com o African Capacity Building Foundation (ACBF), é combinar as habilidades analíticas,

Leia mais

Estado do Acre DECRETO Nº. 4.006 DE 31 DE MARÇO DE 2009.

Estado do Acre DECRETO Nº. 4.006 DE 31 DE MARÇO DE 2009. DECRETO Nº. 4.006 DE 31 DE MARÇO DE 2009.. Publicado no D.O.E n 10.020 de 1 de abril de 2009. Altera e acrescenta dispositivos ao Decreto nº 2.914, de 11 de abril de 2008. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE,

Leia mais

Capítulo I Introdução e objectivo Introdução Objectivos do estudo Motivação para o estudo 2. Capítulo II Revisão da Literatura 4

Capítulo I Introdução e objectivo Introdução Objectivos do estudo Motivação para o estudo 2. Capítulo II Revisão da Literatura 4 Índice geral Capítulo I Introdução e objectivo 1 Pág. 1.0 Introdução 2 1.1 Objectivos do estudo 2 1.2 Motivação para o estudo 2 Capítulo II Revisão da Literatura 4 2.1 O Suicídio na História e na Literatura:

Leia mais

UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA

UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA INTRODUÇÃO À MICROECONOMIA DOCENTE RESPONSÁVEL: MÁRIO DE CARVALHO HORAS LECTIVAS : APOIO - ASSISTENTE: DR. ARSÉNIO LUQUINDA DATA: MARÇO 2011 1. OBJECTIVOS GERAIS Microeconomia é o ramo da ciência económica

Leia mais

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1-ISCTE Instituto Universitário de Lisboa

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1-ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Mestrados ENSINO PÚBLICO 1-ISCTE Instituto Universitário de Lisboa *Mestrado em Ciência Política O mestrado em Ciência Política tem a duração de dois anos, correspondentes à obtenção 120 créditos ECTS,

Leia mais

LEI Nº 2.282, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. (Atualizado conforme a Lei nº 2.668, de 20 de agosto de 2010)

LEI Nº 2.282, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. (Atualizado conforme a Lei nº 2.668, de 20 de agosto de 2010) LEI Nº 2.282, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. (Atualizado conforme a Lei nº 2.668, de 20 de agosto de 2010) Desativa Escolas Municipais da Zona Rural e desafeta áreas públicas. seguinte Lei: O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Plano Superior: Cobertura e Procedimentos Garantidos

Plano Superior: Cobertura e Procedimentos Garantidos Plano Superior: Cobertura e Procedimentos Garantidos A CONTRATADA assegurará aos beneficiários regularmente inscritos e satisfeitas as respectivas condições, a cobertura básica prevista neste capítulo

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

Caracterização dos cursos de licenciatura

Caracterização dos cursos de licenciatura Caracterização dos cursos de licenciatura 1. Identificação do ciclo de estudos em funcionamento Os cursos de 1º ciclo actualmente em funcionamento de cuja reorganização resultam os novos cursos submetidos

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular FINANÇAS

Leia mais

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1. ISCTE Instituto Universitário de Lisboa

Mestrados ENSINO PÚBLICO. 1. ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Mestrados ENSINO PÚBLICO 1. ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Mestrado em Ciência Política O mestrado em Ciência Política tem a duração de dois anos, correspondentes à obtenção 120 créditos ECTS,

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

Cursos de Doutoramento

Cursos de Doutoramento PROSPECTO FACULDADE DE ECONOMIA Cursos de Doutoramento CONTACTOS FACULDADE DE ECONOMIA Av. Julius Nyerere, Campus Universitário, 3453 Tel: +258 21 496301 Fax. +258 21 496301 1 MENSAGEM DO DIRECTOR Sejam

Leia mais

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS Planificação Anual Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência Direcção Regional de Educação do Centro Equipa de Apoio às Escolas - Leiria ANO LECTIVO - 2010/ 2011 ÁREA DISCIPLINAR DE ECONOMIA E

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais Unidade Curricular Política Económica e Financeira Semestre: 5 Nº ECTS: 3,0 Regente Helena

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular COOPERAÇÃO POLÍCIAL Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Políticas de Segurança 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM CANDIDATURA À DIRECÇÃO DA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Pedro Jorge Richheimer Marta de Sequeira Marília Oliveira Inácio Henriques 1 P á g i n a 1. Enquadramento da Candidatura

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 1. Introdução O Curso de Especialização em Administração Hospitalar (CEAH) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Profissionais Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA (2º ano de formação) Página 1 de 6 Competências Gerais Usar os conceitos

Leia mais

Estudos em Direito. 2º Ciclo Mestrado. Apresentação. Ano Lectivo 2010 2011

Estudos em Direito. 2º Ciclo Mestrado. Apresentação. Ano Lectivo 2010 2011 Estudos em Direito 2º Ciclo Mestrado Ano Lectivo 2010 2011 Apresentação O 2º Ciclo de Estudos em Direito tem a designação internacional corrente de Master. Com a oferta do seu Programa de Mestrados 2º

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015

REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015 REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015 ÍNDICE 1. Introdução 1 2. Finalidades e objectivos educacionais 2 3. Organização interna do CEAH 2 4. Habilitações de acesso

Leia mais

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto N. 2/ 2003 De 23 de Julho Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal O Decreto Lei N 7/ 2003 relativo à remodelação da estrutura orgânica

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa GESTÃO EDUCACIONAL INTEGRADA: Oferecendo 04 Habilitações: supervisão de ensino, orientação educacional, inspeção de ensino e administração escolar. JUSTIFICATIVA O Curso de Especialização em Gestão Educacional

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012 Parte I Introdução 1 Economia: conceito, objecto e método 2 Organização da actividade económica 3 Breve história da economia e dos sistemas económicos Parte II Microeconomia 4 O comportamento dos consumidores

Leia mais

Plano de Actividades do CEA para 2006

Plano de Actividades do CEA para 2006 Plano de Actividades do CEA para 2006 A Direcção do CEA propõe-se preparar as condições para atingir diferentes objectivos e procurar apoios para a sua realização. 1. Objectivos Prioritários 1.1 Redesenhar

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 393/VIII ESTABELECE O ESTATUTO LEGAL DO MEDIADOR SÓCIO-CULTURAL Exposição de motivos A necessidade de função de mediação sócio-cultural surgiu da vontade de melhorar a relação entre

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 ÍNDICE Introdução 1. Princípios orientadores do Plano Plurianual. Desempenho e qualidade da Educação. Aprendizagens, equidade e coesão social. Conhecimento, inovação e cultura

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA MODELO CONCEPTUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE DESEMPENHO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA MODELO CONCEPTUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE DESEMPENHO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA MODELO CONCEPTUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE DESEMPENHO 1 CONTEXTUALIZAÇÃO A Reforma do sector público em curso no país enquadra se na estratégia mais

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular FINANÇAS PÚBLICAS (02311) 5.

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Nome: JOÃO CARLOS COLAÇO. Profissão: Sociólogo / Investigador Data de Nasc: 17 de Novembro de 1968. Nacionalidade: Moçambicana

CURRICULUM VITAE. Nome: JOÃO CARLOS COLAÇO. Profissão: Sociólogo / Investigador Data de Nasc: 17 de Novembro de 1968. Nacionalidade: Moçambicana CURRICULUM VITAE Nome: JOÃO CARLOS COLAÇO. Profissão: Sociólogo / Investigador Data de Nasc: 17 de Novembro de 1968. Nacionalidade: Moçambicana Qualificações-Chave: João Carlos Colaço é formado em Sociologia,

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO O Programa Nacional de Microcrédito, criado pela Resolução do Conselho de Ministros Nº 16/2010, pretende ser uma medida de estímulo à criação de emprego e ao empreendedorismo entre

Leia mais

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA.

Leia mais

RESOLUÇÃO. Gestão de Negócios; Gestão Estratégica de Pessoas, no câmpus de Itatiba, criados pela Resolução CONSEPE 21-A/2003, de 26/6/2003;

RESOLUÇÃO. Gestão de Negócios; Gestão Estratégica de Pessoas, no câmpus de Itatiba, criados pela Resolução CONSEPE 21-A/2003, de 26/6/2003; RESOLUÇÃO CONSEPE 69/2004 DISPÕE SOBRE O PROCESSO DE EXTINÇÃO DE CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01. Código: CTB - 140 CH Total: 60 Pré-requisito:

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01. Código: CTB - 140 CH Total: 60 Pré-requisito: Componente Curricular: Economia CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Código: CTB - 140 CH Total: 60 Pré-requisito: Período Letivo: 2015.2 Professor:

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

ISCTEM/UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Actualmente a frequentar o 2º Ano do Doutoramento em Direito Área de Concentração em Direito Público

ISCTEM/UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Actualmente a frequentar o 2º Ano do Doutoramento em Direito Área de Concentração em Direito Público CURRICULUM VITAE 1. DADOS BIBLIOGRÁFICOS NOME Gildo Manuel Espada DATA DE NASCIMENTO 19.02.79 NACIONALIDADE Moçambicana 2. HABILITAÇÕES ACADÉMICAS ISCTEM/UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Actualmente a frequentar

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Expansão, qualidade e eficiência do Ensino Superior em Moçambique

Expansão, qualidade e eficiência do Ensino Superior em Moçambique A Gestão Académica como determinante da Qualidade de Ensino Rodrigues, M.A.F 1. e Cassy, B 2 e-mail: malexa.rodrigues@gmail.com; bhangy.cassy@unizambeze.ac.mz Palavras-Chave: gestão académica, qualidade

Leia mais

NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Descrição

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA I. OBJECTIVOS O objectivo deste ciclo de estudos é garantir aos estudantes uma sólida formação jurídica de base. Tendo

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

Relatório. Turística

Relatório. Turística Relatório anual de avaliação de curso Gestão do Lazer e da Animação Turística 2008 2009 Estoril, Março 200 Francisco Silva Director de Curso de GLAT Conteúdo Introdução... 3 2 Dados do Curso... 3 3 Avaliação

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação Intercultural Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de 2015

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Administração Educacional Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADOR/A DOUTORADO/A EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADOR/A DOUTORADO/A EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CONTRATAÇÃO DE INVESTIGADOR/A DOUTORADO/A EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS a. Descrição do Concurso: O Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Laboratório Associado (LA) por contrato assinado

Leia mais

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O relatório de avaliação do sistema de ensino superior em Portugal preparado pela equipa internacional

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I Das disposições gerais ARTIGO 1 (Denominação, natureza jurídica e finalidade) O Centro de Biotecnologia,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE GABRIEL ISSA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I Das Disposições Preliminares

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Regulamento dos cursos do ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado O presente regulamento estabelece as normas que complementam as que decorrem do regime

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL DA EMPRESA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL DA EMPRESA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL DA EMPRESA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular DIREITO COMERCIAL

Leia mais

CATÁLOGO PARA 2015. Formação Profissional Superior em Administração Pública. ISAP: 10 Anos Profissionalizando a Administração Pública

CATÁLOGO PARA 2015. Formação Profissional Superior em Administração Pública. ISAP: 10 Anos Profissionalizando a Administração Pública CATÁLOGO PARA 2015 Formação Profissional Superior em Administração Pública ISAP: 10 Anos Profissionalizando a Administração Pública Contactos: Instituto Superior de Administração Pública Endereço: Av.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII

PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII PROJECTO DE LEI N.º 422/VIII OBRIGA À DIVULGAÇÃO, POR ESCOLA E POR DISCIPLINA, DOS RESULTADOS DOS EXAMES DO 12.º ANO DE ESCOLARIDADE, BEM COMO DE OUTRA INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR QUE POSSIBILITE O CONHECIMENTO

Leia mais

PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação

PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação Versão de Abril de 2014 APRESENTAÇÃO DO PEDIDO A1. Instituição de ensino superior

Leia mais

FICHA DE DISCIPLINAS: ANO LECTIVO DE 2008/09 SERVIÇO SOCIAL. Questões Avançadas em Serviço Social

FICHA DE DISCIPLINAS: ANO LECTIVO DE 2008/09 SERVIÇO SOCIAL. Questões Avançadas em Serviço Social FICHA DE DISCIPLINAS: ANO LECTIVO DE 2008/09 SERVIÇO SOCIAL Nome da disciplina Questões Avançadas em Serviço Social Ciclo de estudos 2º Equipa docente com breve resenha curricular dos docentes (1) Nº de

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

PLANIFICAÇÕES ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS. Diálogo orientado;

PLANIFICAÇÕES ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS. Diálogo orientado; PLANIFICAÇÕES SECUNDÁRIO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE ECONOMIA A 10º ANO DE ESCOLARIDADE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METAS/OBJETIVOS OPERACIONALIZAÇÃO (DESCRITORES) ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS MATERIAIS CURRICULARES

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR

ESTRUTURA CURRICULAR ESTRUTURA CURRICULAR Referência: 2015 Curso: Bacharelado em Relações Internacionais DURAÇÃO IDEAL: 08 SEMESTRES 1 o semestre Aula Trabalho Semestral Anual DFD0125 Instituições de Direito EAE0110 Fundamentos

Leia mais

Bacharelado em Serviço Social

Bacharelado em Serviço Social Informações gerais: Bacharelado em Serviço Social Duração do curso: 04 anos (08 semestres) Horário: Vespertino e Noturno Número de vagas: 300 vagas anuais Coordenador do Curso: Profª Ms. Eniziê Paiva Weyne

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

Instituto Superior de Ciências da Educação. - Complementaridade e interdependência nas Ciências Sociais

Instituto Superior de Ciências da Educação. - Complementaridade e interdependência nas Ciências Sociais Instituto Superior de Ciências da Educação DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE LICENCIATURA EM ENSINO DE SOCIOLOGIA Tópicos de matérias para a prova de exame de admissão 1- As Ciências Sociais no

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS FACULDADES DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA

REGULAMENTO GERAL DAS FACULDADES DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA REGULAMENTO GERAL DAS FACULDADES DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Artigo 1º Denominação 1. As faculdades são unidades orgânicas da UFP que integram subunidades orgânicas, reúnem grandes áreas científicas

Leia mais

Capítulo I - Dos Direitos e deveres individuais e coletivos (art. 5º) Diferenciação entre Direitos, Garantias e Remédios Constitucionais.

Capítulo I - Dos Direitos e deveres individuais e coletivos (art. 5º) Diferenciação entre Direitos, Garantias e Remédios Constitucionais. Diferenciação entre Direitos, Garantias e Remédios Constitucionais. Direitos: Declarações que limitam a atuação do Estado ou dos cidadãos. Garantias: Blindagem que envolve o Direito, evitando sua violação.

Leia mais

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Segurança e Higiene no trabalho

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Segurança e Higiene no trabalho O Social pela Governança Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Segurança e Higiene no trabalho ÍNDICE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO... 3 OBJECTIVOS... 3 DESTINATÁRIOS... 3 INSCRIÇÕES E NÚMERO

Leia mais

A procura social da educação Aumento da população escolarizada : massificação escolar. Aumento da esperança de vida escolar; Valorização dos diplomas; Necessidade de especialização. A educação é considerada

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

UEM: Desafios e perspectivas na implementação do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior

UEM: Desafios e perspectivas na implementação do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior UEM: Desafios e perspectivas na implementação do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior Autores: Maida Abdulssatar Khan, Eduardo Chiziane, Luisa Santos e

Leia mais