Análise de Viabilidade Hoteleira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Análise de Viabilidade Hoteleira"

Transcrição

1 Análise de Viabilidade Hoteleira Hotel Linx, Canoas, RS Melnick-Even 30 de Março de 2017 Em associação com: - 1 -

2 São Paulo, 30 de março de Vinicius Pellizzari e Fernanda Charneski Melnick Even Rua Carlos Trein Filho, Auxiliadora Porto Alegre, RS Ref: Prezado Sr. Hotel Linx Poposto Canoas, RS Conforme solicitação de V.S.a, apresentamos a seguir a análise simplificada para inserção de um empreendimento hoteleiro na cidade de Canoas. O estudo oferece um diagnóstico da propriedade indicada e do mercado de hospedagem local. O relatório foi preparado seguindo as normas estabelecidas pela Appraisal Foundation, que constam no documento Uniform Standards of Professional Appraisal Practice (USPAP). Neste relatório são apresentadas as projeções e conclusões para um empreendimento com 162 unidades habitacionais, de categoria econômica. A HVS certifica que não tem qualquer interesse na propriedade e que sua contratação e remuneração não são vinculadas aos resultados apresentados neste relatório. O empreendimento proposto é o objeto dos comentários desenvolvidos neste relatório e de todos os pressupostos e condições limitantes aqui apontados. Atenciosamente, HVS South America Renata Cassani, Consulting & Valuation Pedro Cypriano, Sócio Diretor Diogo Canteras, Sócio Diretor

3 ÍNDICE 1. Introdução (p. 4) 2. O Projeto Hoteleiro / Escolha da Operadora (p. 7) 3. Análise da Localização (p. 13) 4. Tendências e Perspectivas Macroeconômicas (p. 15) 5. Análise do Mercado Hoteleiro e Perspectivas (p. 22) 6. Posicionamento e Penetração do Hotel Proposto (p. 33) 7. Estimativa de Investimento por Apartamento (p. 35) 8. DRE Sintético do Hotel Proposto (p. 38) 9. Taxa Interna de Retorno do Empreendimento (p. 40) 10. Taxa de Capitalização do Projeto (p.44) 11. Considerações Finais (p. 48) 12. Condições Restritivas (p. 53) 13. Consultores Envolvidos no Estudo (p. 56) 14. Glossário (p. 59) 15. Anexo I Tabela de investimento por UH (p. 62) 16. Anexo II TIR por UH (p. 65) - 3 -

4 1. INTRODUÇÃO - 4 -

5 1. INTRODUÇÃO A empresa HVS é líder mundial em consultoria e serviços especializados em hotelaria. Na América do Sul, é representada pela área de consultoria da HotelInvest fundada em 1999, referência em assessoria de investimento hoteleiro na região. A HVS/HotelInvest foi contratada para elaborar um Estudo de Mercado e de Viabilidade Econômica para um empreendimento hoteleiro de categoria econômica, a ser implantado na cidade de Canoas. O empreendedor é a empresa Melnick Even, uma das maiores incorporadoras do Rio Grande do Sul, com 22 anos de atuação no mercado gaúcho. A parceria com a Even alia o conhecimento do mercado local à experiência e solidez da Even, uma das maiores incorporadoras do Brasil e de capital aberto. A Melnick Even realiza projetos inovadores com alto padrão de execução e atendimento. O objetivo deste relatório é apresentar as principais conclusões do estudo, o qual oferece um diagnóstico do projeto em desenvolvimento e do mercado de hospedagem na cidade de Canoas. O relatório foi preparado seguindo as normas estabelecidas pela Appraisal Foundation, que constam no documento Uniform Standards of Professional Appraisal Practice (USPAP). Todo o trabalho de campo e as projeções presentes neste relatório foram desenvolvidos em março de

6 1. INTRODUÇÃO Metodologia A metodologia utilizada para desenvolver esse estudo é baseada em pesquisas de mercado e em técnicas de avaliação adotadas pelo American Institute of Real Estate Appraisers e pelo Appraisal Institute, contida em diversas publicações de Stephen Rushmore, entre as quais: The Valuation of Hotels and Motels (Chicago: American Institute of Real Estate Appraisers, 1978); Hotels, Motels and Restaurants: Valuations and Market Studies (Chicago: American Institute of Real Estate Appraisers, 1983); The Computerized Income Approach to Hotel/Motel Market Studies and Valuations (Chicago: American Institute of Real Estate Appraisers, 1990); Hotels and Motels: A Guide to Market Analysis, Investment Analysis, and Valuations (Chicago: Appraisal Institute, 1992); Hotels and Motels Valuations and Market Studies (Chicago: Appraisal Institute, 2001). As principais etapas relacionadas ao estudo são apresentadas esquematicamente no fluxograma ao lado. Economia e Turismo Regional Coleta dos Dados e Análise das Informações Avaliação do Terreno do Hotel Posicionamento Mercadológico do Hotel proposto Projeções Operacionais do Hotel proposto Avaliação da Oferta Hoteleira Avaliação de Demanda Hoteleira Análise Financeira do Hotel proposto Metodologia internacionalmente aceita, conforme as normas estabelecidas pela entidade norte-americana Appraisal Institute

7 2. O PROJETO HOTELEIRO / ESCOLHA DA OPERADORA - 7 -

8 2. O PROJETO HOTELEIRO / ESCOLHA DA OPERADORA Conceito e características principais Hotel de padrão econômico com 162 UHs (unidades autônomas), sendo a maioria (88) com metragem de 23,78 m². Inauguração prevista: Janeiro/2020 (entrega das chaves em Dezembro/2019). A&B: restaurante aberto no café-da-manhã e refeições expressas. O restaurante também atenderá a área de eventos e possíveis passantes que queiram fazer uma refeição no hotel. Isso deverá elevar a receita de A&B do empreendimento. Lobby com área para leitura, business center, lavanderia e fitness center, além de centro de convenções com capacidade para até 470 pessoas, a maior área de eventos em hotel do município. Empreendimento hoteleiro inserido no primeiro complexo imobiliário multiuso de Canoas, com torres comercial, residencial, consultórios médicos e um mall com lojas e opções de alimentação. Produto moderno e inovador. Será o hotel com a maior área de eventos da cidade

9 2. O PROJETO HOTELEIRO / ESCOLHA DA OPERADORA Fotos do Hotel Linx Aeroporto Rio de Janeiro - 9 -

10 2. O PROJETO HOTELEIRO / ESCOLHA DA OPERADORA Conceito e características principais A marca Linx é uma marca econômica, que busca oferecer produtos com conforto, aliado a um preço acessível. Todos os hotéis oferecem café-da-manhã e internet gratuitos e estão localizados próximos de rodovias e aeroportos, facilitando a locomoção de seus hóspedes. No Brasil, a marca está presente na cidade do Rio de Janeiro, próximo ao Aeroporto Internacional RIOgaleão, em Maceió e em Confins. Há um plano de negócios em andamento para construção de 19 hotéis Linx na Região Sul, incluindo a cidade de Canoas. Operadora GJP: operadora brasileira, com mais de apartamentos em operação. Atualmente, a rede tem sob sua gestão 28 hotéis em todo o país. A empresa foi criada em 2005 pelo empresário Guilherme Paulus, presidente do conselho da CVC, maior operadora de turismo da América Latina. Parceria com a CVC: com diversos hotéis (em operação e em desenvolvimento) voltados para o segmento de lazer, a rede GJP mantém uma forte parceria com a CVC, maior operadora de turismo da América Latina. Marca econômica administrada por uma operadora com mais de apartamentos em operação

11 2. O PROJETO HOTELEIRO Tabela de venda das unidades (à vista) A tabela abaixo apresenta o valor de venda à vista de cada tipo de unidade autônoma disponível para venda, conforme informações da Melnick-Even. Unidade autônoma Quantidade de unidades deste tipo Área privativa(m²) Fração ideal em relação ao terreno de cada unidade Valor da unidade autônoma à vista (R$) 415, ,97 0, R$ , ,73 0, R$ ,30 Observação: Valores em mar/2017. Os valores das unidades autônomas serão reajustados pelo índice INCC-DI até a data de pagamento. O valor da unidade autônoma à vista informado na tabela acima não compreende os aportes adicionais de (i) FF&E e EOS; (ii) gastos préoperacionais; (iii) capital de giro; e (iv) impostos e taxas. Os valores dos aportes adicionais estão informados no Anexo I deste documento

12 2. O PROJETO HOTELEIRO Tabela de venda das unidades (a prazo) A tabela abaixo apresenta o valor de venda a prazo de cada tipo de unidade autônoma disponível para venda, conforme informações da Melnick-Even. Unidade autônoma Valor da Quantidade de unidades deste tipo Área privativa(m²) Fração ideal em relação ao terreno de cada unidade unidade autônoma (R$), confome condição de tabela (a prazo) 415, ,97 0, R$ , ,73 0, R$ ,89 Observação: Valores em mar/2017. Os valores das unidades autônomas serão reajustados pelo índice INCC-DI até a data de pagamento. O valor da unidade autônoma a prazo informado na tabela acima não compreende os aportes adicionais de (i) FF&E e EOS; (ii) gastos préoperacionais; (iii) capital de giro; e (iv) impostos e taxas. Os valores dos aportes adicionais estão informados no Anexo I deste documento

13 3. ANÁLISE DA LOCALIZAÇÃO

14 3. ANÁLISE DA LOCALIZAÇÃO Acessibilidade, visibilidade e entorno Endereço: Av. Getúlio Vargas, s/n. Boa acessibilidade: a cidade de Canoas está inserida próximo a uma ampla malha de rodovias. O acesso é feito pela rodovia BR-116. O Aeroporto Internacional de Porto Alegre está localizado a 10 km de distância. Boa visibilidade: não há construções elevadas no entorno imediato que possam prejudicar sua visibilidade. O Hotel Linx Canoas está localizado na principal avenida da região. Nesta área, encontram-se, a uma distância de aproximadamente 5km, alguns importantes pontos de interesse da região, como o calçadão, o shopping Canoas e shopping Bourbon, o Hospital de Canoas, as universidades Ritter dos Reis e Unilasalle, entre outros. O projeto estará inserido em um complexo multiuso, com opções de restaurantes e lojas, o que deve contribuir para a valorização da região. Principais empresas de Canoas: Refap Petrobras, AGCO, International Engines, Ulbratech, entre outras. LOCALIZAÇÃO DO HOTEL PROPOSTO E ENTORNO Legenda Hotel Proposto Empresas Universidades Fonte: HVS / Hotel Invest Localizado em uma das principais avenidas de Canoas, com fácil acesso às empresas da região, à capital Porto Alegre e aos municípios vizinhos

15 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS

16 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS Economia Nacional PIB Média de crescimento de 4,0% a.a. entre 2003 e Entre 2011 e 2016, a média anual caiu para -0,2% a.a. Perspectiva que a partir de 2017 o país entre em uma trajetória de recuperação de mercado. INFLAÇÃO (IPCA) O país vive nos últimos anos um processo de pressão inflacionária, porém com perspectiva de aproximação ao centro da meta estipulada pelo Banco Central (4,5%) já em CÂMBIO O país vive um período de valorização do dólar desde 2012, com intensificação durante o período de crise política e econômica, (pico de 4,16 reais/dólar) no Brasil. Com a diminuição dos níveis de incerteza da economia nacional, o dólar voltou a casa dos R$3 a R$3,5. JUROS (SELIC) A taxa básica de juros Selic, que foi reduzida sistematicamente desde agosto de 2011, chegou ao patamar de 7,25% em novembro de 2012, voltou a subir e fechou 2016 em 14,1% na média do ano. A perspectiva é de que até 2017 os juros caiam e cheguem à média anual de 10,4% (Boletim Focus, março/2017). Histórico recente de recessão econômica e alta inflacionária. Expectativa de retomada gradual de crescimento a partir de Ano PIB¹ DADOS SOCIOECONÔMICOS NACIONAIS Inflação (IPCA) Taxa de Câmbio² Taxa de Juros (SELIC)³ Risco Brasil 4 Balança Comercial ,1% 9,3% 3,1 23,2% , ,7% 7,6% 2,9 16,2% , ,2% 5,7% 2,4 19,0% , ,0% 3,1% 2,2 15,5% , ,1% 4,5% 2,0 12,0% , ,2% 5,9% 1,8 12,4% , ,3% 4,3% 2,0 10,0% , ,5% 5,9% 1,8 9,8% , ,7% 6,5% 1,7 11,7% , ,9% 5,8% 2,0 8,5% , ,5% 5,9% 2,1 8,2% 194 6, ,1% 6,4% 2,4 10,9% 230-2, ,7% 10,7% 3,4 13,6% , ,6% 6,3% 3,3 14,1% ,7 2017e 0,5% 4,2% 3,2 10,4% ,1 2018e 2,5% 4,5% 3,4 8,8% - 40,0 1 - PIB Real - Variação percentual sobre o mesmo período do ano anterior 2 - Câmbio comercial para compra: (R$) / (US$) - média anual 3 - Média anual 4 - Média anual 5- Saldo (R$ Bilhões - Nominais) e- Estimativa Fonte: Banco Central do Brasil, Boletim Focus (17/03/2017) e JP Morgan, EMBI + Risco Brasil (17/03//2017)

17 e 2018e 2019e 2020e 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS Evolução do PIB EVOLUÇÃO DO PIB NACIONAL 10% 8% 6% 4% 2% 0% -2% -4% -6% -3,7% -3,6% Retomada de crescimento 0,5% 2,5% 3,2%2,9% Fonte: Banco Central do Brasil e Banco Itaú (projeções fevereiro 2016) Fonte: Itaú BBA (Março/2017) e Boletim Focus (17/03/2017) As projeções financeiras atuais levam em conta uma recuperação da economia a partir de

18 Taxa de desocupação (%) População desocupada (milhares) 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS Atual Conjuntura Macroeconômica TAXA DE DESOCUPAÇÃO 8,0 6,0 4,0 2,0 0, Fonte: IBGE População Estadual desocupada Taxa de desocupação estadual Taxa de desocupação nacional TAXA DE DESOCUPAÇÃO ESTADUAL E NACIONAL A taxa de desemprego medida pelo IBGE no Estado do Rio Grande do Sul apresentou, no segundo trimestre de 2016, o maior valor (5,6%) desde 2012 (ano do início da série). Esse valor, porém, ainda está abaixo da taxa de desemprego nacional. Enquanto a taxa de desocupação nacional continua subindo, a do Estado do Rio Grande do Sul já mostra sinais de recuperação, caindo para 5,3% no terceiro trimestre de Momento de recessão econômica no Brasil tem implicado no aumento da taxa de desemprego do país

19 Milhares de empregos Criação de empregos (%) 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS Atual Conjuntura Macroeconômica PIB MUNICIPAL E ESTRUTURA DO SETOR PRODUTIVO PIB Municipal - Preços correntes (mil) % do PIB Estadual 27,4% 27,9% 28,7% 28,8% 29,1% 28,3% 32,6% 31,9% 34,1% 39,5% 36,9% % do PIB Nacional 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% Crescimento do PIB municipal (ano a ano) - 17,6% 18,0% 2,2% 15,4% 16,2% 30,4% 13,8% 26,2% 25,2% -3,5% Crescimento do PIB municipal (anual médio) 15,7% Estrutura do Setor Produtivo Agropecuária (participação no PIB total) 2,9% 2,9% 2,9% 3,1% 3,3% 4,6% 4,9% 4,0% 6,4% 2,5% 2,4% Indústria (participação no PIB total) 8,1% 8,6% 7,8% 9,4% 10,3% 8,6% 9,3% 12,0% 19,4% 26,8% 23,7% Serviços (participação no PIB total) 72,6% 72,2% 72,5% 69,5% 68,8% 69,9% 68,1% 66,1% 58,4% 56,4% 60,3% Impostos (participação no PIB total) 16,4% 16,3% 16,8% 18,0% 17,7% 16,9% 17,7% 17,9% 15,8% 14,4% 13,6% Fonte: IBGE ,82 3,7 EVOLUÇÃO DO EMPREGO EM CANOAS 11,9 4,8 3,4 1,89 2,5-3,8-5,5-1, Canoas apresenta um crescimento econômico histórico acima da média nacional. Antes da crise, a economia da cidade crescia a taxas anuais de dois dígitos. Em curto prazo, devido à recessão econômica nacional, observouse um aumento do número de profissionais desligados. Contudo, a partir de 2016 nota-se uma melhora na taxa de desemprego, com queda menos expressiva. Principais empresas: Refap Petrobras (Refinaria), AGCO, Ulbratech, International Engines, Alstom Elec, entre outras. Fonte: IBGE Saldo Total Taxa de criação de empregos Após recentes quedas, o volume dos negócios deverá voltar a crescer a partir da recuperação da economia nacional

20 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS Perspectivas de investimentos PARK SHOPPING CANOAS Está previsto para inaugurar no primeiro semestre de 2017 o Park Shopping Canoas, empreendimento da Multiplan que terá uma área construída de 120 mil m² com 258 lojas e investimento da ordem de R$ 400 milhões (Fonte: Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul 15/07/2016). PARK SHOPPING CANOAS PERSPECTIVA TERMINAL GRANELEIRO NIDERA CANOAS Terminal Graneleiro Nidera Canoas: especializado no transporte hidroviário e armazenamento de grãos, o investimento inicial está estimado em R$ 70 milhões. O terreno possui 141 mil m² e capacidade de armazenagem de 90 mil toneladas. As obras preliminares, que envolvem a construção do prédio administrativo, portaria, refeitório, área de lazer e etc se iniciaram no último trimestre de 2016 e a previsão é de que as obras civis estejam concluídas em dois anos. O restante da obra ainda não tem previsão de início e conclusão. Fonte: Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul, 15/07/2016 Maior shopping da cidade irá abrir ainda em Adicionalmente, há grande investimento em vista (Terminal Graneleiro), porém sem previsão de início de operação

21 4. TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS MACROECONÔMICAS Fluxo aéreo de passageiros O Aeroporto Internacional Salgado Filho/Porto Alegre, entre 2007 e 2016, apresentou uma taxa média anual de crescimento de passageiros de 6,2%. É possível notar uma queda do fluxo de passageiros anual nos últimos anos. Esta queda é um dos reflexos da recessão econômica do país. 9º aeroporto com maior fluxo de passageiros no país, com voos diretos para as principais cidades do Brasil, além de voos para Miami, Lisboa, Buenos Aires, Lima, Montevideo e Cidade do Panamá. Cias aéreas com operação local: LATAM, Azul, Gol, American Airlines, TAP, Copa Airlines, Aerolineas Argentinas, Avianca e Taca Airlines. CONCESSÃO Em março de 2017 o governo federal realizou um leilão para concessão do aeroporto de Porto Alegre. O investimento mínimo exigido é de R$ 1,9 bilhão para obras que incluem a ampliação da pista e do terminal de passageiros e a construção de um novo estacionamento (Fonte: Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul, 16/03/2017). O prazo para finalização da obra do estacionamento é de 26 meses após a assinatura do contrato (que deve ocorrer em junho) e de 52 meses para a ampliação da pista (Fonte: ZH Economia, 16/03/2017). FLUXO DE PASSAGEIROS AEROPORTO INTERNACIONAL DE PORTO ALEGRE *Variação percentual em relação ao ano anterior **Variação percentual acumulada, em relação a 2007 *** Variação anual média entre 2016 e 2007 Fonte: INFRAERO Crescimento médio de 6,2% ao ano do fluxo de passageiros. A concessão do aeroporto, que ocorreu em março de 2017, deverá aumentar sua capacidade operacional. Ano Embarque e Desembarque Variação Percentual* (%) Variação Percentual** (%) ,0 11, ,7 26, ,1 50, ,3 76, ,5 85, ,2 79, ,7 90, ,1 88, ,5 72,1-21 -

22 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS

23 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Set competitivo DESEMPENHO DO SET COMPETITIVO DO HOTEL LINX CANOAS PROPOSTO Segmentação Estimada Estimativa 2016 Hotel Número de UHs Negócios Eventos / Grupos Quantidade Ponderada de OutrosOcc. Quartos Diária Média Líquida RevPAR Penetração da Ocupação Penetração de Receita Concorrentes - Geral % 16 % 10 % ,1 % R$ 128,83 R$ 68,43 100,0 % 100,0 % Fonte: HVS/HotelInvest O set competitivo é definido de acordo com o padrão de produto, o perfil da demanda, o posicionamento de mercado e a distância do Hotel Linx Canoas proposto. O mercado hoteleiro de Canoas é pequeno. Devido à proximidade com o aeroporto de Porto Alegre e com os municípios vizinhos de Esteio e São Leopoldo, o Hotel Linx proposto competirá, parcialmente, também com os hotéis desta região. Há predomínio de hotéis econômicos, com produtos antigos e menos qualificados. Observação: a diária média dos hotéis analisados é expressa em valores reais de março de 2017, líquidas de taxas e impostos, como ISS, PIS, COFINS e as comissões de terceiros, sem café da manhã. Identificação de 13 competidores entre primários e secundários. Total de 664 UHs competitivas

24 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Set competitivo HOTÉIS DO SET COMPETITIVO DO HOTEL LINX CANOAS PROPOSTO Hotel Nº de UHs Categoria Localização Competidor Canoas Parque Hotel 130 Econômico Canoas Primário Hotel Metropolitan 126 Econômico Canoas Primário Ibis Canoas 132 Econômico Canoas Primário Ville House Premium 57 Econômico Canoas Primário Hotel Express 70 Supereconômico Canoas Secundário Hotel Klein Ville Premium 80 Supereconômico Esteio Secundário Hotel 10 São Leopoldo 81 Econômico São Leopoldo Secundário Work Hotel 49 Econômico São Leopoldo Secundário Hotel Confort São Leopoldo 60 Supereconômico São Leopoldo Secundário Hotel Suarez 78 Econômico São Leopoldo Secundário Ibis Porto Alegre 154 Econômico Porto Alegre - Aeroporto Secundário Hotel Express Aeroporto 101 Econômico Porto Alegre - Aeroporto Secundário Intercity Express 146 Midscale Porto Alegre - Aeroporto Secundário Fonte: HVS/HotelInvest A maioria dos competidores possui produto desgastado e marca pouco competitiva

25 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Segmentação da demanda SEGMENTAÇÃO DO MERCADO COMPETITIVO 10% 16% Negócios Eventos / Grupos Outros 74% Fonte: HVS/HotelInvest A maior parte da demanda por hospedagem do set competitivo é do segmento de negócios

26 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Segmento de Eventos MERCADO DE EVENTOS Os congressos, feiras e eventos corporativos realizados na região de Porto Alegre tem impacto também em Canoas, sendo geradores de demanda hoteleira local. Os principais eventos para a região são, além de eventos que acontecem no Velopark e na Fiergs, os listados abaixo: - Fimec (março): 40 mil visitantes - Expoagro (março): 55 mil visitantes - Expointer (agosto/setembro): 500 mil visitantes - Construsul (agosto): 70 mil visitantes - Freio de Ouro (agosto): 20 mil visitantes PRINCIPAIS ESPAÇOS PARA EVENTOS Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre: conta com salas, um pavilhão e um teatro distribuídos em mais de 36 mil m². Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio: 45,3 mil m² de pavilhões cobertos e 70 mil m² de área para exposição. Centro de Eventos e Negócios FENAC, em Novo Hamburgo: mais de 36 mil m² de área construída, com área de exposição de m², centro de eventos e auditório para pessoas. ESPAÇOS DE EVENTOS DA REGIÃO A cidade não conta com centro de eventos, porém atende demanda gerada por espaços da região

27 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Principais Centros de Eventos CENTRO DE CONVENÇÕES FENAC CENTRO DE CONVENÇÕES FIERGS PARQUE ESTADUAL DE EXPOSIÇÕES ASSIS BRASIL

28 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Evolução de oferta NOVA OFERTA HOTELEIRA Hotéis Propostos Número de UHs Índice de Competitividade Data Estimada de Abertura Desenvolvedor Estágio de Desenvolvimento Linx Canoas % 01/01/2020 Melnick Even Em Construção Total 162 Fonte: HVS/HotelInvest Na tabela acima encontra-se a previsão de novos projetos hoteleiros no município. Atualmente, além do hotel em estudo, não há outro empreendimento em desenvolvimento que já tenha sido divulgado no mercado. Além do Linx Canoas, não há novos empreendimentos hoteleiros atualmente em desenvolvimento no município

29 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Hotéis atuais e futuros MAPA DO SET COMPETITIVO Legenda Hotel Proposto Competidores primários Competidores secundários Fonte: HVS / Hotel Invest

30 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Projeção de demanda DEMANDA BASE DEMANDA INDUZIDA DEMANDA NÃO- ACOMODADA Demanda atualmente acomodada pelos hotéis do set competitivo em análise. A demanda base anual é igual ao total da oferta x 365 dias x ocupação média anual do mercado. Representa a demanda adicional que se espera atrair após a abertura de um novo gerador de demanda, como novas grandes empresas, centros de convenções ou megaeventos. Refere-se aos indivíduos que não puderam se hospedar na região, em razão da indisponibilidade de oferta em um determinado período. Com a abertura de novos hotéis, é de se esperar que parte dessa demanda venha a ser acomodada no mercado. DEMANDA POTENCIAL

31 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Demanda potencial EVOLUÇÃO DA DEMANDA POTENCIAL 7,6% 6,6% 5,2% 5,3% 4,8% 3,0% 2,9% 2,9% 2,4% 1,0% Fonte: HVS/HotelInvest Nos últimos 2 anos, a demanda por hotelaria caiu aproximadamente 20% em razão da recessão econômica. A partir de 2017, espera-se uma retomada da economia, com reflexo gradual sobre a demanda hoteleira. Pico de crescimento em 2020, em razão da abertura do Hotel Proposto e da absorção da demanda até então não acomodada no mercado. Desaceleração do crescimento em longo prazo devido às incertezas futuras. Evolução média de demanda de 4,2% a.a. a partir de

32 5. ANÁLISE DO MERCADO HOTELEIRO E PERSPECTIVAS Evolução de oferta e demanda PROJEÇÃO DEOFERTA E DEMANDA DO MERCADO P E R N O I T E S ,0% 90,0% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% O C U P A Ç Ã O Fonte: HVS/HotelInvest Oferta Demanda Taxa de OCC Em curto prazo, o mercado hoteleiro local deverá continuar com desempenho modesto, em razão do arrefecimento da economia nacional. Nos anos seguintes, a ocupação do mercado deverá evoluir de forma crescente, com pequena queda em 2020, em razão da abertura do Hotel Proposto. A taxa de ocupação do mercado deverá evoluir de forma crescente nos próximos anos, com exceção do ano de abertura do Hotel Proposto

33 6. POSICIONAMENTO E PENETRAÇÃO DO HOTEL PROPOSTO

34 6. POSICIONAMENTO E PENETRAÇÃO DO HOTEL Taxa de ocupação e diária média PREVISÃO DE DIÁRIA MÉDIA PARA O MERCADO E PARA O EMPREENDIMENTO (R$) Anos Ocupação Região (ano fiscal) Evolução da Diária Média Diária Média Líquida Ocupação Ano Base 53,4 % R$ 129,98 R$ 170,00 * 130,8 % ,4-5,0 % 123, ,1 0,0 123, ,8 3,0 127, ,6-5,0 120,82 42,0 % 158,03 130, ,4 0,0 120,82 49,0 0,0 % 158,03 130, ,5 3,0 124,45 58,0 3,0 162,77 130, ,2 3,0 128,18 61,0 3,0 167,65 130, ,9 3,0 132,03 62,0 3,0 172,68 130, ,6 3,0 135,99 64,0 3,0 177,86 130,8 *Diária Média do Hotel Linx Proposto se estivesse em operação no ano base (2016) - valor equivalente a R$ 198 de diária bruta com café da manhã. Fonte: HVS/HotelInvest Projeções em valores reais de março de 2017 Empreendimento Proposto (ano fiscal) Evolução da Diária Média Diária Média Líquida Penetração da Diária Média Desempenho do Hotel Linx Canoas proposto no ano estabilizado (2025): R$ 177,86 de diária média líquida (equivalente a R$ 198 de diária bruta com café-damanhã) e 64% de ocupação. Foi considerado que a diária média líquida (sem taxas, impostos, comissões de terceiros e café da manhã) do Hotel Linx Canoas proposto equivaleria a R$ 170,00 se ele estivesse operando no ano base das projeções (2016), acima de seus competidores, devido ao produto atualizado e afiliação a uma rede hoteleira. Em 2017, observa-se uma queda de tarifa devido à retração da demanda. Em 2018, concretizando-se as perspectivas de crescimento econômico do país, estima-se que os hoteleiros conseguirão aplicar reajustes referentes à inflação. Nos anos seguintes, espera-se uma retomada de crescimento de diária em razão da melhoria do cenário econômico. Apenas em 2020 deve haver uma pequena queda em virtude da abertura do Hotel Linx Canoas

35 7. ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO POR APARTAMENTO

36 7. ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO POR APARTAMENTO Composição do valor de cada unidade habitacional à vista Apresentamos abaixo a estimativa de investimento para a aquisição à vista da unidade de 36,97 m², que corresponde a duas das três unidades que estão à venda. Os valores referentes à unidade de 36,73 m² estão descritos no Anexo II do presente Estudo de Viabilidade. Conforme informado pela Melnick-Even, o valor à vista a ser investido pelo comprador de cada unidade hoteleira de 36,97 m² de área privativa será de R$ R$ ,93, em valores de março de Neste valor, estão inclusos o custo de construção da unidade (R$ R$ ,60), o custo referente ao FF&E e EOS* (R$ R$ ,53), o custo de capital de giro (R$ 7.130,80) e pré-operacional (R$ 7.753,33), além de outros custos que deverão ser arcados pelo comprador: ITBI e emolumentos notariais, estimado em R$ ,66. Os valores indicados para as taxas de FF&E, capital de giro inicial e pré-operacional foram indicados pela GJP, futura operadora do hotel, e deverão ser pagos em 12 parcelas antes da abertura do hotel. Estes valores serão corrigidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) até a data do pagamento. A análise de TIR para a unidade de 36,97 m² está apresentada na seção 9. Para os demais tipos de unidades, a análise está apresentada no Anexo II (página 65). *Obs: FF&E furniture, fixtures and equipment: mobília, decoração e equipamentos para o apartamento e áreas comuns. O valor real total à vista a ser desembolsado por cada unidade habitacional será de R$ R$ ,

37 7. ESTIMATIVA DO INVESTIMENTO POR APARTAMENTO Composição do valor de cada unidade habitacional a prazo Apresentamos abaixo a estimativa de investimento para a aquisição à vista da unidade de 36,97 m², que corresponde a duas das três unidades que estão à venda. Os valores referentes à unidade de 36,73 m² estão descritos no Anexo II do presente Estudo de Viabilidade. Quando adquirida a prazo, o valor a ser investido para compra de cada unidade hoteleira, aqui considerada a tipologia de 36,97 m² de área privativa, será de R$ R$ ,00, em valores reais na data base de março de 2017, a serem pagos nas seguintes condições: 4 (quatro) parcelas mensais de R$ ,12 (dezessete mil novecentos e cinquenta e um reais e doze centavos) pagas no ato da compra e em 30 (trinta), 60 (sessenta) e 90 (noventa) dias, acrescidas do montante total de R$ ,06 (cinquenta e nove mil, oitocentos e trinta e sete reais e seis centavos), a serem pagos em parcelas mensais e consecutivas no período considerado entre o pagamento da parcela 4 (quatro) até a entrega das chaves, mais 3 (três) reforços anuais de R$ ,69 (dezenove mil novecentos e quarenta e cinco reais e sessenta e nove centavos) cada, a serem pagos em outubro de 2017, outubro de 2018 e junho de Na data da entrega da unidade (dezembro de 2019), o montante remanescente de R$ ,88 (duzentos e oitenta e sete mil, duzentos e dezessete reais e oitenta e oito centavos) deverá ser quitado pelo adquirente via financiamento bancário e/ou por recursos próprios. Somado a este valor, são acrescidos os aportes de préoperacional (R$ R$ 7.753,33), capital de giro inicial (R$ 7.130,80) e FF&E e EOS (R$ ,53), além de outros custos que deverão ser arcados pelo comprador: ITBI e emolumentos notariais. Estes valores estão calculados de acordo com a tabela de venda a prazo. Os valores indicados para as taxas de capital de giro inicial, pré-operacional e FF&E foram informados pela GJP, futura operadora do hotel, e deverão ser pagos em 12 (doze) parcelas antes da abertura do hotel. Estes valores serão corrigidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado). As despesas de ITBI e emolumentos notariais serão pagas quando da lavratura pública de compra e venda da unidade hoteleira. Os valores das unidades autônomas serão reajustados pelo INCC-DI até a data de pagamento, enquanto que os valores referentes aos (i) aportes FF&E e EOS; (ii) aportes Gastos Pré-Operacionais; e (iii) aportes Capital de Giro serão reajustados pelo IGP-M, conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. O valor real total a prazo a ser desembolsado por cada unidade habitacional será de R$ ,

38 8. DRE SINTÉTICO DO HOTEL PROPOSTO

39 8. DRE SINTÉTICO DO HOTEL PROPOSTO PREVISÃO RESUMIDA DE RECEITAS E DESPESAS (R$ MIL) *Obs: valor antes de impostos. Fonte: HVS/HotelInvest Estabilizado Unidades Habitacionais: Ocupação: 42% 49% 58% 60% 62% 64% Diária Média (R$): R$ 150,13 R$ 158,03 R$ 162,77 R$ 167,65 R$ 172,68 R$ 177,86 RevPAR (R$): R$ 63,05 R$ 77,43 R$ 94,41 R$ 100,59 R$ 107,06 R$ 113,83 Dias em Operação: Demanda Atendida: RECEITAS Hospedagem Alimentos e Bebidas Eventos Outras Receitas Total DESPESAS DEPARTAMENTAIS LUCRO DEPARTAMENTAL TOTAL DESPESAS OPERACIONAIS LUCRO OPERACIONAL Basic Fee LUCRO ANTES DAS DESP FIXAS DESPESAS FIXAS RESULTADO OPERACIONAL* Diária média equivalente a R$ 198 com impostos, taxas e café-damanhã (em 2025). O DRE sintético apresentado considera todas as despesas e remuneração das partes, conforme previsto no contrato de investimento coletivo. As estimativas de receitas e despesas variam conforme a evolução de ocupação e diária apresentadas no slide 32 e levam em consideração o atual momento econômico do país. No primeiro ano de operação, é natural que a ocupação do Hotel Proposto esteja abaixo da média do mercado. Nos anos seguintes, em razão dos esforços comerciais do Hotel é natural que ele passe a ser mais conhecido e ganhe penetração de mercado. Para fins de projeção, por ser um produto moderno e filiado a uma rede nacional, considerou-se uma ocupação acima da média do mercado. As projeções estão expressas em valores reais de março de 2017 e não consideram efeitos de inflação. EBTIDA de 25% no ano estabilizado (2025)

40 9. TAXA INTERNA DE RETORNO DO EMPREENDIMENTO

41 9. TAXA INTERNA DE RETORNO DO EMPREENDIMENTO Comprador das unidades habitacionais A análise de rentabilidade do Hotel Linx Canoas será calculada sob a perspectiva do comprador do condohotel. Para isso, levou-se em consideração os seguintes passos: Preço de venda à vista de cada unidade hoteleira do Hotel Linx Canoas proposto, conforme definido pela Melnick Even; Preço de venda a prazo de cada unidade hoteleira do Hotel Linx Canoas proposto, conforme definido pela Melnick Even; Projeção do fluxo de caixa do investidor (comprador do condo-hotel): é projetado um fluxo de caixa durante o período de implantação do projeto e os 10 anos seguintes de operação. Em outras palavras, considera-se o valor pago pela UH (Unidade Habitacional) e suas perspectivas de resultado operacional. Ao final do 10º ano de operação, adotou-se como premissa a venda do apartamento (descontada a taxa de corretagem 6%). Para a estimativa do valor potencial de venda futura, foi utilizado um cap rate de 0,5% a.m., índice atualmente adotado no mercado secundário (fonte: Fundo Maxinvest, com base em 250 vendas de apartamentos registradas nos últimos anos.) Com base nesses passos, calculou-se a rentabilidade potencial do comprador do condo-hotel. Para as demais unidades hoteleiras, a análise de TIR está apresentada no Anexo II

42 9. TAXA INTERNA DE RETORNO DO EMPREENDIMENTO Análise da rentabilidade à vista Fonte: HVS/HotelInvest FLUXO DE CAIXA DO INVESTIDOR (POR UH DE 36,97 M² DE ÁREA ÚTIL) O fluxo de caixa acima apresenta o volume de investimento e o resultado operacional por unidade habitacional de 36,97 m², em valores nominais. Além do preço a vista da UH (R$ ,60), foram considerados também os valores referentes ao FF&E, capital de giro inicial, pré-operacional e outros custos (ITBI e emolumentos notariais), conforme indicados pela incorporadora Melnick-Even e pela operadora hoteleira GJP. Os valores estão apresentados no slide 36 e serão desembolsados pelos investidores antes do início da operação hoteleira. Com exceção do custo da unidade (R$ ,60), os demais custos foram corrigidos pelo IGP-M, conforme indicação da Melnick-Even. Ao final do 10º ano de operação, considera-se também a venda do ativo, além do resultado operacional do hotel. Premissas de inflação: Itaú BBA de 17 de março de 2017 (4,1%), 2018 (3,8%), 2019 (3,6%) e 2020 (3,5%). Para atualizar o resultado operacional da unidade no período de 2021 a 2030, adotou-se o IPCA de 2020 (3,5% a.a.). Para correção das parcelas futuras (FF&E, capital de giro e pré-operacional), adotou-se projeção do Itaú BBA para IGP-M 2017 (3,5%), IGPM 2018 (3,8%), IGPM 2019 (3,6%) e IGPM 2020 (3,5%) para 2020 em diante. *TIR anual real do projeto de 1,43%, o que implica um ganho real acima da inflação. Expectativa de rentabilidade (ROI) próxima a 0,62% a.m. em valores nominais no 10º ano de operação Preço de venda da UH FF&E + Capital de Giro + Pré-Operacional ITBI + Emolumentos Resultado Operacional + Venda da Unidade Fluxo de Caixa Final TIR 5,06%

43 9. TAXA INTERNA DE RETORNO DO EMPREENDIMENTO Análise da rentabilidade a prazo Fonte: HVS/HotelInvest FLUXO DE CAIXA DO INVESTIDOR (POR UH DE 36,97 M² DE ÁREA ÚTIL) O fluxo de caixa acima apresenta o volume de investimento a prazo e o resultado operacional por unidade habitacional de 36,97 m². Em valores nominais, o valor total a prazo da UH é de R$ ,00 e já considera os valores referentes ao FF&E, capital de giro inicial, pré-operacional e outros custos (ITBI e emolumentos notariais, conforme indicados pela incorporadora Melnick-Even e pela operadora hoteleira GJP. O cronograma de pagamento e os valores das parcelas estão descritos no slide 37 e serão desembolsados pelos investidores antes do início da operação hoteleira. As parcelas referentes ao custo da unidade foram corrigidas pelo INCC-DI e os demais custos foram corrigidos pelo IGP-M, conforme indicado pela Melnick-Even. Ao final do 10º ano de operação, considera-se também a venda do ativo, além do resultado operacional do hotel. Premissas de inflação: Itaú BBA de 17 de março de 2017 (4,1%), 2018 (3,8%), 2019 (3,6%) e 2020 (3,5%). Para atualizar o resultado operacional da unidade no período de 2021 a 2030, adotou-se o IPCA de 2020 (3,5% a.a.). Para correção das parcelas da unidade a prazo, adotou-se o INCC-DI 2016 (FGV - acumulado últimos 12 meses): 6,26%. Para correção dos demais custos, adotou-se projeção do Itaú BBA para IGP-M 2017 (3,5%), IGPM 2018 (3,8%), IGPM 2019 (3,6%) e IGPM 2020 (3,5%) para 2020 em diante. *TIR real do projeto de 0,26%, o que implica um ganho real acima da inflação Expectativa de rentabilidade (ROI) próxima a 0,48% a.m. em valores nominais no 10º ano de operação Preço de venda da UH FF&E + Capital de Giro + Pré-Operacional ITBI + Emolumentos Resultado Operacional + Venda da Unidade Fluxo de Caixa Final TIR 3,41%

44 10. TAXA DE CAPITALIZAÇÃO DO PROJETO

45 10. TAXA DE CAPITALIZAÇÃO DO PROJETO ROI do comprador do condo-hotel a vista DISTRIBUIÇÃO E ROI ANUAIS POR UH (36,97 M²) R$ R$ ,0% R$ R$ R$ R$ R$ ,5% 6,7% 6,9% R$ ,4% 4,5% 7,2% R$ ,4% Fonte: HVS/HotelInvest R$ ,0% 0,3% Distribuição anual por UH ROI Premissas de inflação: Itaú BBA de 17 de março de 2017 (4,1%), 2018 (3,8%), 2019 (3,6%) e 2020 (3,5%). Para atualizar o resultado operacional da unidade no período de 2021 a 2030, adotou-se o IPCA de 2020 (3,5% a.a.). ROI calculado com base no valor de aquisição nominal da UH à vista com FF&E, custos de capital de giro, préoperacional e custos com ITBI e emolumentos notariais, conforme descrito no slide 36. Com exceção do custo da unidade (R$ ,60), todos os demais custos foram corrigidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado). Distribuição anual de R$ por UH e ROI de 7,4% no 10º ano de operação (2029)

46 10. TAXA DE CAPITALIZAÇÃO DO PROJETO ROI do comprador do condo-hotel a prazo DISTRIBUIÇÃO E ROI ANUAIS POR UH (36,97 M²) R$ R$ ,1% R$ R$ R$ R$ R$ R$ ,0% 5,2% 5,4% 5,6% 5,8% R$ ,2% 3,5% Fonte: HVS/HotelInvest R$ ,5% 0,2% Distribuição anual por UH ROI Cálculo em valores nominais. Premissas de inflação IPCA: Itaú BBA de 17 de março de 2017 (4,1%), 2018 (3,8%), 2019 (3,6%) e 2020 (3,5%). Para atualizar o resultado operacional da unidade no período de 2021 a 2030, adotou-se o IPCA de 2020 (3,5% a.a.). ROI calculado com base no valor de aquisição nominal da UH a prazo com FF&E, custos de capital de giro, pré-operacional e custos com ITBI e emolumentos notariais, conforme descrito no slide 37. As parcelas referentes à unidade autônoma foram corrigidas pelo INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção Disponibilidade Interna) e os aportes de FF&E, capital de giro e pré-operacional foram corrigidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado). Distribuição anual de R$ por UH e ROI de 8,6% no 10º ano de operação (2029)

47 10. TAXA DE CAPITALIZAÇÃO Comparativo Cap Rate COMPARATIVO COM EMPREENDIMENTO HOTELEIRO EM OPERAÇÃO Empreendimento Localização Preço Praticado* Distribuição média anual** Cap Rate (a.m.) Fonte Hotel Econômico Canoas R$ R$ 737 0,33% Pesquisa com imobiliárias Linx Canoas Canoas R$ ,87 R$ ,42% Melnick-Even * O preço praticado para a unidade "Hotel Econômico" foi obtido por meio de pesquisas junto a corretores imobiliários da região. O preço de venda da unidade Linx Canoas refere-se ao preço de venda à vista da unidade padrão de 23,78m². ** A distribuição média anual informada para o "Hotel Econômico" refere-se ao ano de 2015 e também foi informada por corretores imobiliários. Esta distribuição média apresenta um patamar baixo em razão do cenário econômico atual vivido pelo país, das recentes aberturas de hotéis em Porto Alegre e dos aumentos de custo em curto prazo, como, por exemplo, a energia elétrica dos empreendimentos. Conforme definição do Manual de Melhores Práticas para Hotéis de Investidores Imobiliários Pulverizados, elaborado e divulgado pelo Secovi-SP, a relação entre o rendimento médio anual e o preço de venda do ativo é o que define a taxa de capitalização (conhecida pela abreviação Cap Rate) praticada naquele momento no mercado. Na tabela acima, estão apresentadas as taxas de Cap Rate para o empreendimento Linx Canoas e para o empreendimento Hotel Econômico (em operação). O Hotel Econômico não teve seu nome divulgado em razão de não ser um empreendimento de capital aberto, com informações públicas disponibilizadas ao mercado. É importante observar que a taxa de capitalização pode variar em função da cidade onde o empreendimento está localizado, do tipo de produto hoteleiro e da gestão da operadora hoteleira

48 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS

49 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS Análise SWOT do Projeto PONTOS FORTES Empreendimento moderno e afiliado à uma rede hoteleira com atuação nacional. Boa localização, visibilidade e facilidade de acesso a Porto Alegre e as cidades do entorno, como São Leopoldo e Esteio. Hotel Linx estará inserido dentro de um complexo imobiliário multiuso, com torres comerciais, residenciais, consultórios, mall e opções de alimentação. OPORTUNIDADES Centro de Convenções do Hotel Linx deverá ser referência em espaços de eventos dentro de hotéis na região. Atualmente, não existe espaço de eventos com a capacidade prevista para o projeto. SWOT PONTOS FRACOS Desempenho modesto em curto prazo em razão da recessão econômica atual. AMEAÇAS Possível construção de novos hotéis, além do Linx Hotel. Recessão econômica nacional e retração da demanda corporativa e de eventos pode se estender mais que o estimado nas projeções. Demanda sensível a preço

50 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS Parecer sobre a qualidade do empreendimento A qualidade de um hotel depende de diversos fatores, entre os quais a adequação do produto ao perfil da demanda, a localização do empreendimento, o profissionalismo e a força de marca do operador, as perspectivas de evolução do mercado, e os parceiros envolvidos na estruturação do negócio. Com base em tais variáveis, a seguir são apresentadas as principais considerações da HVS em relação ao projeto em desenvolvimento. Produto desenvolvido conforme o Manual de Melhores Práticas: o Manual de Melhores Práticas para Hotéis de Investidores Imobiliários Pulverizados, publicado em 2012 pelo SECOVI-SP em parceria com a ABIH, o FOHB, a Adit Brasil e o Fhoresp tem como finalidade principal (...) disponibilizar parâmetros, referências e procedimentos que permitam caracterizar, de maneira objetiva, o que é, na prática, um bom produto imobiliário de investimento hoteleiro (SECOVI, 2012). O manual pode ser visualizado no site do SECOVI. Investimento assessorado pela HVS: a HVS é uma das maiores empresas de consultoria e serviços especializados em hotelaria, complexos de uso misto, propriedades compartilhadas e em empreendimentos de lazer e entretenimento. Fundada em 1980, a companhia desenvolve mais de projetos ao ano para investidores hoteleiros, do mercado imobiliário, operadores e desenvolvedores em todo o mundo. A HVS possui uma equipe técnica altamente qualificada e com elevado conhecimento em suas respectivas regiões de atuação. Com uma rede de mais de 40 escritórios e 500 profissionais, a HVS oferece uma ampla oferta de serviços complementares para o setor hoteleiro. Na América do Sul, a HVS é representada pela área de consultoria da HotelInvest fundada em 1999, referência em assessoria de investimento hoteleiro na região

51 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS Parecer sobre a qualidade do empreendimento Operadora hoteleira GJP, empresa brasileira: possui atualmente mais de quartos em operação no país. Atualmente, a rede tem sob sua gestão 28 hotéis em todo o país. A empresa foi criada em 2005 pelo empresário Guilherme Paulus, presidente do conselho da CVC. Bandeira Linx adequada ao mercado local: a marca Linx é uma marca econômica, com produto moderno e inovador. Os hotéis Linx oferecem produtos com conforto, aliado a um preço acessível. Todos os hotéis oferecem café-da-manhã e internet gratuitos e estão localizados próximos de rodovias e aeroportos, facilitando a locomoção de seus hóspedes. Boa localização para implantação de um hotel: o hotel Linx estará localizado dentro de um complexo imobiliário multiuso, com opções de alimentação. Sua localização também facilita o deslocamento até Porto Alegre e cidades do entorno, como São Leopoldo e Esteio, sede de importantes empresas e espaços de eventos geradores de demanda hoteleira local. Área de Eventos do Hotel Linx: o hotel terá uma área de eventos com capacidade para até 470 pessoas. Será a maior área de eventos dentro de hotel da cidade. Este será um diferencial do empreendimento, podendo atender eventos corporativos e sociais do município e do entorno. Perspectiva de operação lucrativa desde o primeiro ano de operação: distribuição média mensal de R$ (em valores reais de março de 2017) a partir do ano estabilizado para a unidade de 36,97 m². Prolongamento da retração econômica nacional pode reduzir as perspectivas de evolução de desempenho do setor hoteleiro: as projeções do estudo partem da premissa de uma gradual e moderada recuperação econômica nacional a partir de Caso o arrefecimento econômico persista por mais tempo, as perspectivas de evolução de demanda e diária podem ser afetadas

52 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS Parecer sobre a qualidade do empreendimento A implantação de novos hotéis, além dos indicados no estudo, também é um risco atrelado ao projeto: apesar de todas as precauções terem sido tomadas, e todas as fontes disponíveis terem sido consultadas, é possível que outros empreendimentos que ainda não estejam em planejamento atualmente venham a ser implantados na região. Gestão hoteleira eficiente: as premissas do estudo consideram custos atrelados a uma gestão hoteleira eficiente, com um equipe enxuta e acompanhamento permanente dos custos pela operadora. Inexistência de condo-hotéis no mercado local: em Canoas, não existem condo-hotéis em operação, impossibilitando a comparação do rendimento projetado com outros empreendimentos. O Hotel Linx Canoas será o primeiro empreendimento estruturado via condo-hotel no município. É importante destacar que empreendimentos condohoteleiros possuem localizações distintas e o valor de venda de suas unidades é calculado a partir do histórico de desempenho operacional de cada um dos empreendimentos. O Hotel Linx Canoas tem perspectivas de operação lucrativa. As premissas adotadas consideram que sua localização e seu produto, atrelados a uma gestão eficiente, serão diferenciais que permitirão vantagens competitivas ao empreendimento

53 12. CONDIÇÕES RESTRITIVAS

54 12. CONDIÇÕES RESTRITIVAS Esse relatório é apresentado como um estudo de viabilidade para uma propriedade proposta específica; isso não é um relatório de avaliação econômica. Esse relatório é uma versão resumida e simplificada, que apresenta as principais conclusões do estudo desenvolvido. Nenhuma responsabilidade é assumida nas questões de natureza legal, e tampouco sobre o direito à propriedade, a qual se assume ser comercializável e livre de quaisquer restrições de escritura ou direito de uso. A propriedade é avaliada como sendo legalmente livre e desimpedida, a não ser que tenha sido apresentado o contrário, no relatório. Não consideramos quaisquer elementos no solo do terreno em estudo que venham a desvalorizar o empreendimento. Os avaliadores não são qualificados para avaliar tais condições. Nós não realizamos uma perícia técnica no terreno, e não assumimos quaisquer responsabilidades relacionadas a esse assunto. Desenhos, fotografias, mapas e outras imagens foram incluídos para auxiliar o leitor a visualizar a propriedade. Assume-se que o uso do imóvel descrito será dentro dos limites do terreno, e que não haverá qualquer tipo de invasão do local. Todas as informações obtidas de terceiros não contratados pela HVS são assumidas como verdadeiras e corretas. Não assumimos qualquer responsabilidade sobre o mau entendimento dessas informações. Assumimos que o uso do solo e a construção do hotel estão de acordo com as leis locais de zoneamento. Assumimos que a propriedade está em total acordo com as leis, licenças e regulamentações locais e que estas podem ser renovadas livremente ou transferidas para proprietários terceiros. Contratos de financiamento, leasing e similares não foram considerados, a menos que especificados no relatório. Nenhuma informação deste estudo pode ser reproduzida em separado, ou fora do contexto deste relatório, nem mesmo ser distribuída para o público através de materiais publicitários, relações públicas, jornais, revistas ou outra mídia sem o consentimento formal escrito da HVS. Não se pode requerer à HVS testemunhar ou apresentar-se em juízo em razão dessa análise sem a existência de preparações prévias, e apenas quando os gastos incorridos sejam devidamente cobertos adiantadamente. Se o leitor estiver fazendo uma decisão de investimento individual e tiver qualquer dúvida sobre o material contido neste relatório, recomendamos que entre em contato com os avaliadores. Os avaliadores não se responsabilizam por quaisquer eventos, condições ou circunstâncias que afetem o valor de mercado da propriedade que venham a se concretizar após a data deste relatório ou a data de inspeção da propriedade

55 12. CONDIÇÕES RESTRITIVAS Os resultados projetados neste estudo consideraram a operação com as 162 unidades cuja exploração hoteleira é obrigatória. A qualidade da administração do hotel tem uma relação direta com a viabilidade econômica ou o valor de mercado do empreendimento. As projeções financeiras apresentadas nesse relatório presumem um desenvolvimento responsável e uma competente administração. Qualquer variação nestas condições pode acarretar um significativo impacto nos resultados operacionais projetados. As estimativas de resultados operacionais apresentadas neste relatório estão baseadas na evolução das atuais condições econômicas da área de mercado analisada e não levam em consideração os efeitos de qualquer mudança abrupta nas condições econômicas locais. Nós não garantimos que estas estimativas sejam alcançadas, mas elas foram preparadas com base em todas as informações a que tivemos acesso ao longo da realização do estudo e em nosso melhor julgamento. Muitos dos números apresentados neste relatório foram gerados através do uso de modelos sofisticados de computador que fazem cálculos considerando-se três ou mais casas decimais. Com o objetivo de simplificar a observação dos números, a maioria deles foi arredondada. Portanto, esses números podem ser sujeitos a pequenos desvios de arredondamento. Está acordado que nossa responsabilidade para com o cliente está limitada, para fins de indenização por eventuais danos, ao valor dos encargos pagos pela realização deste trabalho. Nossa responsabilidade está limitada exclusivamente ao cliente, e o uso deste relatório por terceiros está sob risco do cliente ou dos próprios terceiros. O estudo de viabilidade econômica e avaliação de hotéis é ao mesmo tempo uma ciência e uma arte. Apesar de serem aplicados diversos cálculos matemáticos para prover indicações, a estimativa final sobre a rentabilidade e o valor do empreendimento é subjetiva e deve ser influenciada pela experiência do avaliador e por outros fatores não especificamente definidos neste relatório. Todas as opiniões, recomendações e conclusões expressadas no decorrer deste trabalho foram desenvolvidos pela equipe da HVS como funcionários, e não como indivíduos independentes. As premissas de posicionamento de diária e de custo de operação adotadas no estudo levam em consideração outras marcas já consolidadas no segmento de mercado econômico. Também se obteve informações provindas pela futura administradora do projeto, a rede GJP

56 13. CONSULTORES ENVOLVIDOS NO ESTUDO

57 13. CONSULTORES ENVOLVIDOS NO ESTUDO DIOGO FORMAÇÃO ACADÊMICA: EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: ESTUDOS REALIZADOS: HISTÓRICO PROFISSIONAL: OUTRAS INFORMAÇÕES: CANTERAS Sócio-diretor Graduado em Engenharia pela USP. Pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV. Mais de 25 anos de experiência no setor hoteleiro. Liderou mais de 500 estudos de mercado, no Brasil e no exterior. Idealizador e gestor do principal FII em hotelaria da América Latina. Foi diretor de desenvolvimento do Caesar Park e da Atlantica Hotels. Lecionou a disciplina Desenvolvimento de Projetos Hoteleiros na FGV durante 8 anos. Em 1999, trouxe a HVS para o Brasil. É um dos consultores mais influentes do setor hoteleiro latinoamericano. Titulação FRICS. Coordenador do Conselho Consultivo do Manual de Melhores Práticas para os Hotéis de Investidores Pulverizados do SECOVI. PEDRO CYPRIANO Sócio-diretor MBA Executivo pelo Insper. Mestrado em Desenvolvimento Hoteleiro pela Universidad de Alicante (na Espanha). Graduado em Turismo pela USP. 10 anos de experiência no setor turístico e hoteleiro. Atuação em mais de 250 projetos, no Brasil e no exterior. Foi consultor sênior na THR/ Dream Resorts & Hotels, na Espanha, desenvolvendo estudos de viabilidade e planos estratégicos na Europa, no Oriente Médio e na América Latina. Também atuou em dezenas de estudos de mercado da SPTuris, do MTur e de diversas consultorias nacionais. Autor do livro Desenvolvimento Hoteleiro no Brasil, pela editora SENAC (publicado em dezembro de 2014)

58 13. CONSULTORES ENVOLVIDOS NO ESTUDO RENATA CASSANI Assistente FORMAÇÃO ACADÊMICA: Graduanda em Turismo pela USP. Curso de Revenue Management e New Business Development na Zuyd University, Holanda. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: 2 anos de experiência no setor hoteleiro. ESTUDOS REALIZADOS: Atuação em mais de 20 projetos no Brasil. HISTÓRICO PROFISSIONAL: Trabalhou na AIESEC, maior organização do mundo gerida por jovens, onde atuou como Gerente de Finanças, e também na Walt Disney World Orlando, em um dos hotéis do complexo. Atualmente, desenvolve publicações setoriais, estudos de mercado e análises econômico-financeiras para hotéis na América do Sul

59 14. GLOSSÁRIO

60 14. GLOSSÁRIO ADR: Diária média (Average Daily Rate). ABIH: Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. ADIT Brasil: Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil. A&B: Alimentos e Bebidas. Asset Management: Gestão estratégica de ativos. Basic Fee: Uma das fontes de remuneração da operadora hoteleira, calculada como um percentual sobre a receita total do hotel. Cap Rate: Taxa de desconto, calculada com base na divisão entre o resultado anual do negócio e o seu valor de mercado. Condo-Hotel: É o empreendimento aprovado nos órgãos públicos como hotel e submetido ao regime de condomínio edilício. O proprietário ou titular de direitos aquisitivos sobre unidade autônoma não poderá usar sua unidade autônoma para moradia, como também não poderá fazer a cessão de seu uso a terceiros que não seja o gestor hoteleiro, sendo obrigatória a sua participação no pool (Manual de Melhores Práticas para Hotéis de Investidores Imobiliários Pulverizados, SECOVI: 2012). Demanda Base: Demanda atualmente acomodada pelos hotéis do set competitivo em análise. A demanda base anual é igual ao total da oferta x 365 dias x ocupação média anual do mercado. Demanda Induzida: Representa a demanda adicional que se espera atrair após a abertura de um novo gerador de demanda, como novas grandes empresas, centros de convenções ou megaeventos. Demanda não Acomodada: Refere-se aos indivíduos que não puderam se hospedar na região, pois todos os quartos já estavam ocupados no período que a reserva foi solicitada. Demanda Potencial: Resultado da soma da Demanda Base, Demanda Induzida e Demanda não acomodada. DRE: Demonstração do Resultado do Exercício

61 14. GLOSSÁRIO EBITDA: Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Fair Share: Fatia ideal de mercado. FF&E: Móveis, decoração e equipamentos (Furniture, fixture and equipment). Fhoresp: Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de SP. FOHB: Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil. Fundo de Reposição: Taxa para a reposição de ativos e conservação do hotel, calculada com base em um percentual da receita total do empreendimento. GOP: Lucro Operacional Bruto (Gross operating profit). Incentive Fee: Uma das fontes de remuneração da operadora hoteleira, calculada como um percentual sobre o GOP do hotel. IPCA: Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. IGP-M: Índice Geral de Preços do Mercado. IPTU: Imposto Predial e Territorial Urbano. Occ: Taxa de ocupação do hotel. PIB: Produto Interno Bruto. RevPAR: Receita por Apartamento Disponível (Revenue per available room). ROI: Retorno Sobre Investimento. SECOVI: Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo. SELIC: Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. SWOT: Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças. TIR: Taxa Interna de Retorno. UH: Unidade Habitacional. Utilidades: Gastos como energia elétrica, gás, combustível gerador e água. Observação: uma explicação detalhada de todos os termos técnicos utilizados neste estudo podem ser consultados em:

62 15. ANEXO I

63 O PROJETO HOTELEIRO Tabela de investimento por UH (à vista) A tabela abaixo apresenta o valor de venda à vista de cada tipo de unidade autônoma, conforme informações da Melnick-Even. A tabela apresenta as estimativas de custo de construção, FF&E (montagem, equipagem, decoração, enxoval), despesas pré-operacionais e capital de giro. Aporte Gastos Valor da unidade Aporte FF&E e Pré- Aporte Capital de Impostos e taxas Unidade autônoma autônoma (R$) (à Total EOS (3) (4) Operacionais Giro (6) (7) vista) (2) (5) 415, 615 R$ ,60 R$ ,53 R$ 7.753,33 R$ 7.130,80 R$ ,66 R$ , R$ ,30 R$ ,23 R$ 7.768,01 R$ 7.144,30 R$ ,49 R$ ,34 (1) Valores de mar/17. Os valores das unidades autônomas serão reajustados pelo INCC-DI até a data de pagamento, enquanto que os valores referentes aos (i) aportes FF&E e EOS; (ii) aportes Gastos Pré-Operacionais; e (iii) aportes Capital de Giro serão reajustados pelo IGP-M, conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (2) Conforme item 5 do Quadro Introdutório do Compromisso de Venda e Compra e Cláusula Terceira do Compromisso de Compra e Venda. (3) Valor do aporte do FF&E pode ser majorado em até 20%, conforme item 7.1 do Termo de Adesão à SCP, além do reajuste do IGP-M até a data do pagamento. (4) Conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (5) Conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (6) Conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (7) Valor de taxas e impostos é estimado em 4% do valor da unidade autônoma, conforme adotado no capítulo 7 do Estudo de Viabilidade do Hotel

64 O PROJETO HOTELEIRO Tabela de investimento por UH (a prazo) A tabela abaixo apresenta o valor de venda a prazo de cada tipo de unidade autônoma, conforme informações da Melnick-Even. A tabela apresenta as estimativas de custo de construção, FF&E (montagem, equipagem, decoração, enxoval), despesas pré-operacionais e capital de giro. Unidade autônoma Valor da unidade autônoma (R$), confome condição de tabela (a prazo) (2) Aporte FF&E e EOS (3) (4) Aporte Gastos Pré- Operacionais (5) Aporte Capital de Giro (6) Impostos e taxas (7) 415, 615 R$ ,47 R$ ,53 R$ 7.753,33 R$ 7.130,80 R$ ,86 R$ , R$ ,89 R$ ,23 R$ 7.768,01 R$ 7.144,30 R$ ,56 R$ ,99 (1) Valores de mar/17. Os valores das unidades autônomas serão reajustados pelo INCC-DI até a data de pagamento, enquanto que os valores referentes aos (i) aportes FF&E e EOS; (ii) aportes Gastos Pré-Operacionais; e (iii) aportes Capital de Giro serão reajustados pelo IGP-M, conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (2) Conforme item 5 do Quadro Introdutório do Compromisso de Venda e Compra e Cláusula Terceira do Compromisso de Compra e Venda. (3) Valor do aporte do FF&E pode ser majorado em até 20%, conforme item 7.1 do Termo de Adesão à SCP, além do reajuste do IGP-M até a data do pagamento. (4) Conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (5) Conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (6) Conforme item 5.5 do Termo de Adesão à SCP. (7) Valor de taxas e impostos é estimado em 4% do valor da unidade autônoma, conforme adotado no capítulo 7 do Estudo de Viabilidade do Hotel. Total

65 16. ANEXO II

66 TAXA INTERNA DERETORNO DO EMPREENDIMENTO Comprador das unidades habitacionais Nos próximos slides serão apresentadas as análises de rentabilidade do Hotel Linx Canoas sob a perspectiva do comprador do condo-hotel para a unidade hoteleira de 36,73 m², conforme tabelas apresentadas nos slides 11 e 12. Para isso, levou-se em consideração os seguintes passos: Preço de venda à vista de cada unidade hoteleira do Hotel Linx Canoas proposto, conforme definido pela Melnick Even; Preço de venda a prazo de cada unidade hoteleira do Hotel Linx Canoas proposto, conforme definido pela Melnick Even; Projeção do fluxo de caixa do investidor (comprador do condo-hotel): é projetado um fluxo de caixa durante o período de implantação do projeto e os 10 anos seguintes de operação. Em outras palavras, considera-se o valor pago pela UH (Unidade Habitacional) e suas perspectivas de resultado operacional. Ao final do 10º ano de operação, adotou-se como premissa a venda do apartamento (descontada a taxa de corretagem 6%). Para a estimativa do valor potencial de venda futura, foi utilizado um cap rate de 0,5% a.m, índice atualmente adotado no mercado secundário (fonte: Fundo Maxinvest, com base em 250 vendas de apartamentos registradas nos últimos anos. Com base nesses passos, calculou-se a rentabilidade potencial do comprador do condo-hotel para cada tipo de unidade hoteleira

67 TAXA INTERNA DERETORNO DO EMPREENDIMENTO Análise da rentabilidade à vista Unidade de 36,73 m² Fonte: HVS/HotelInvest FLUXO DE CAIXA DO INVESTIDOR (POR UH DE 36,73 M² DE ÁREA ÚTIL) Preço de venda da UH FF&E + Capital de Giro + Pré-Operacional ITBI + Emolumentos Resultado Operacional + Venda da Unidade Fluxo de Caixa Final TIR 5,04% O fluxo de caixa acima apresentado está baseado na tabela de venda informada pela Melnick-Even. A forma de cálculo utilizada segue a metodologia explicada no slide 42. Premissas de inflação: Itaú BBA de 17 de março de 2017 (4,1%), 2018 (3,8%), 2019 (3,6%) e 2020 (3,5%). Para atualizar o resultado operacional da unidade no período de 2021 a 2030, adotou-se o IPCA de 2020 (3,5% a.a.). Para correção das parcelas futuras (FF&E, capital de giro e pré-operacional), adotou-se projeção do Itaú BBA para IGP-M 2017 (3,5%), IGPM 2018 (3,8%), IGPM 2019 (3,6%) e IGPM 2020 (3,5%) para 2020 em diante. *TIR anual real do projeto de 1,42%, o que implica um ganho real acima da inflação. Expectativa de rentabilidade (ROI) próxima a 0,62% a.m. em valores nominais no 10º ano de operação

68 TAXA INTERNA DERETORNO DO EMPREENDIMENTO Análise da rentabilidade a prazo - Unidade de 36,73 m² Fonte: HVS/HotelInvest FLUXO DE CAIXA DO INVESTIDOR (POR UH DE 36,73 M² DE ÁREA ÚTIL) Preço de venda da UH FF&E + Capital de Giro + Pré-Operacional ITBI + Emolumentos Resultado Operacional + Venda da Unidade Fluxo de Caixa Final TIR 3,40% O fluxo de caixa acima apresentado está baseado na tabela de venda informada pela Melnick-Even. A forma de cálculo utilizada segue a metodologia explicada no slide 43. Premissas de inflação: Itaú BBA de 17 de março de 2017 (4,1%), 2018 (3,8%), 2019 (3,6%) e 2020 (3,5%). Para atualizar o resultado operacional da unidade no período de 2021 a 2030, adotou-se o IPCA de 2020 (3,5% a.a.). Para correção das parcelas da unidade a prazo, adotou-se o INCC-DI 2016 (FGV - acumulado últimos 12 meses): 6,26%. Para correção dos demais custos, adotou-se projeção do Itaú BBA para IGP-M 2017 (3,5%), IGPM 2018 (3,8%), IGPM 2019 (3,6%) e IGPM 2020 (3,5%) para 2020 em diante. *TIR anual real do projeto de 0,25%, o que implica um ganho real acima da inflação. Expectativa de rentabilidade (ROI) próxima a 0,48% a.m. em valores nominais no 10º ano de operação

69 Diogo Canteras Consultoria em investimento hoteleiro Cristiano Vasques Consultoria em investimento hoteleiro Pedro Cypriano Consultoria em investimento hoteleiro Fernanda L Hopital (Buenos Aires) Consultoria em investimento hoteleiro Renata Cassani Consultoria em investimento hoteleiro HVS South America Av. Brig. Faria Lima J São Paulo, SP Brasil Em associação com:

Análise de Viabilidade Hoteleira

Análise de Viabilidade Hoteleira Análise de Viabilidade Hoteleira Hotel Linx Proposto, Canoas, RS Melnick-Even 18 de Dezembro de 2015 Em associação com: - 1 - São Paulo, 18 de dezembro de 2015. Ref: Estudo de Viabilidade Hotel Linx Canoas

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Guilherme R. S. Souza e Silva * Introdução Este artigo pretende apresentar e discutir

Leia mais

JHSF RIO BRAVO FAZENDA BOA VISTA CAPITAL PROTEGIDO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

JHSF RIO BRAVO FAZENDA BOA VISTA CAPITAL PROTEGIDO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII JHSF RIO BRAVO FAZENDA BOA VISTA CAPITAL PROTEGIDO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII RBBV11 RELATÓRIO TRIMESTRAL 1º TRIMESTRE DE 2017 JHSF Rio Bravo Fazenda Boa Vista Capital Protegido Fundo de Investimento

Leia mais

SINCOR-SP 2017 MAIO 2017 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2017 MAIO 2017 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS MAIO 2017 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 7 1. Carta de Conjuntura... 8 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 9 3. Análise macroeconômica... 12

Leia mais

Coletiva de Imprensa. Resultados de 2016 e Perspectivas para Gilberto Duarte de Abreu Filho Presidente. São Paulo, 24 de Janeiro de 2017

Coletiva de Imprensa. Resultados de 2016 e Perspectivas para Gilberto Duarte de Abreu Filho Presidente. São Paulo, 24 de Janeiro de 2017 Coletiva de Imprensa Resultados de 2016 e Perspectivas para 2017 Gilberto Duarte de Abreu Filho Presidente São Paulo, 24 de Janeiro de 2017 Índice 1. Conjuntura Econômica 2. Construção Civil 3. Financiamento

Leia mais

ANEXO II AVALIAÇÃO ECONÔMICO FINANCEIRA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA

ANEXO II AVALIAÇÃO ECONÔMICO FINANCEIRA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA ANEXO II AVALIAÇÃO ECONÔMICO FINANCEIRA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA 1 Sumário 1 - INTRODUÇÃO... 3 2 - PROJEÇÃO DAS RECEITAS, DESPESAS E INVESTIMENTOS...

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário FII Hotel Maxinvest (HTMX11B)

Fundo de Investimento Imobiliário FII Hotel Maxinvest (HTMX11B) Informações Início do Fundo 30/01/2007 Número de Emissões 1 Gestor dos Ativos HotelInvest Consultor do Fundo BTG Gestora de Recursos LTDA Administrador BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM Taxa de

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 23 e 26 de Janeiro de 2017 Instituições participantes: 22 DESTAQUES DESTA EDIÇÃO Principais alterações nas

Leia mais

Brasília, 16 de dezembro de 2015 BALANÇO DE 2015 E PERSPECTIVAS PARA 2016

Brasília, 16 de dezembro de 2015 BALANÇO DE 2015 E PERSPECTIVAS PARA 2016 Brasília, 16 de dezembro de 2015 BALANÇO DE 2015 E PERSPECTIVAS PARA 2016 ECONOMIA SEGUE PARALISADA PAIS NÃO ENFRENTOU SUAS DIFICULDADES DE FORMA ADEQUADA AMBIENTE AFETADO POR INCERTEZAS ECONÔMICAS E DIFICULDADES

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 28 de janeiro e 02 de fevereiro de 2016 Analistas consultados: 25 PROJEÇÕES E EXPECTATIVAS DE MERCADO FEBRABAN

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário FII Hotel Maxinvest (HTMX11B)

Fundo de Investimento Imobiliário FII Hotel Maxinvest (HTMX11B) Informações Início do Fundo 30/01/2007 Número de Emissões 1 Gestor dos Ativos HotelInvest Consultor do Fundo BTG Gestora de Recursos LTDA Administrador BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM Taxa de

Leia mais

O desempenho dos principais indicadores da economia brasileira em 2008

O desempenho dos principais indicadores da economia brasileira em 2008 NIVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA O desempenho dos principais indicadores da economia brasileira em 2008 Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O presente artigo tem o objetivo de apresentar

Leia mais

Relatório do Administrador Junho de 2015 VECTOR QUELUZ LAJES CORPORATIVAS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO CNPJ nº

Relatório do Administrador Junho de 2015 VECTOR QUELUZ LAJES CORPORATIVAS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO CNPJ nº Relatório do Administrador Junho de 2015 VECTOR QUELUZ LAJES CORPORATIVAS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO CNPJ nº 13.842.683/0001-76 Em conformidade com o Art. 39 da Instrução CVM nº 472, de 31 de outubro

Leia mais

PROJEÇÕES DO MERCADO DE SEGUROS PARA O PERÍODO DE 2016 A 2019 SÍNTESE

PROJEÇÕES DO MERCADO DE SEGUROS PARA O PERÍODO DE 2016 A 2019 SÍNTESE PROJEÇÕES DO MERCADO DE SEGUROS PARA O PERÍODO DE 2016 A 2019 SÍNTESE O trabalho de projeções do mercado de seguros, previdência privada e capitalização, realizado pela SISCORP, é desenvolvido com detalhes

Leia mais

SINCOR-SP 2016 JULHO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2016 JULHO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JULHO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 5 1. Carta de Conjuntura... 6 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 7 3. Análise macroeconômica...

Leia mais

Carta de Conjuntura do Setor de Seguros

Carta de Conjuntura do Setor de Seguros Carta de Conjuntura do Setor de Seguros Número 11, Fevereiro/2015 www.ratingdeseguros.com.br 1 Objetivo: O objetivo desta é ser uma avaliação mensal desse segmento e seus setores relacionados (resseguro,

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário FII Hotel Maxinvest (HTMX11B)

Fundo de Investimento Imobiliário FII Hotel Maxinvest (HTMX11B) Informações Início do Fundo 30/01/2007 Número de Emissões 1 Gestor dos Ativos HotelInvest Consultor do Fundo BTG Gestora de Recursos LTDA Administrador BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM Taxa de

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 14 e 20 de setembro de 2016 Instituições respondentes: 22 DESTAQUES DESTA EDIÇÃO Principais alterações nas

Leia mais

SINCOR-SP 2016 SETEMBRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2016 SETEMBRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS SETEMBRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 6 3. Análise macroeconômica...

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma avaliação dos indicadores da economia brasileira em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma avaliação dos indicadores da economia brasileira em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma avaliação dos indicadores da economia brasileira em 2007 Lucas Lautert Dezordi * Guilherme R. S. Souza e Silva ** Introdução O presente artigo tem

Leia mais

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 2013 ABIH-RJ FECOMÉRCIO-RJ ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Pesquisa mensal da ABIH-RJ que visa acompanhar a taxa de ocupação nas unidades de hospedagem da

Leia mais

Uma análise dos principais indicadores da economia brasileira

Uma análise dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Uma análise dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O presente artigo tem o objetivo de apresentar e

Leia mais

Relatório do Administrador FI Imobiliário BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower (CNPJ no / )

Relatório do Administrador FI Imobiliário BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower (CNPJ no / ) Relatório do Administrador FI Imobiliário BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower (CNPJ no. 10.347.985/0001-80) Em conformidade com o Artigo n. 39 da Instrução CVM n. 472, de 31 de outubro de

Leia mais

Relatório Gerencial - CSHG Realty BC II FIP

Relatório Gerencial - CSHG Realty BC II FIP CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO Relatório Gerencial - CSHG Realty BC II FIP 2 Trimestre de 2009 1. Palavra do Gestor Prezado Investidor, Durante o segundo trimestre de 2009 o Fundo acompanhou as obras e vendas

Leia mais

ABIH-RJ FECOMÉRCIO-RJ

ABIH-RJ FECOMÉRCIO-RJ 2015 ABIH-RJ FECOMÉRCIO-RJ ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Pesquisa mensal da ABIH-RJ que visa acompanhar a taxa de ocupação nas unidades de hospedagem da

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Dezembro de 2014 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial no Ano de 2014... 4 3.

Leia mais

ATIVIDADE ECONÔMICA. Junho de 2009

ATIVIDADE ECONÔMICA. Junho de 2009 Principais pontos Relatório de Inflação Banco Central ATIVIDADE ECONÔMICA As medidas anticíclicas vêm se traduzindo em melhoras recentes. A economia brasileira apresenta sinais de gradual recuperação.

Leia mais

PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Paulo Safady Simão - Presidente da CBIC

PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Paulo Safady Simão - Presidente da CBIC PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Paulo Safady Simão - Presidente da CBIC A CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO - CBIC FOI FUNDADA EM 1957 É A, REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL

Leia mais

Sonae Sierra Brasil. A receita líquida da companhia tem a seguinte composição:

Sonae Sierra Brasil. A receita líquida da companhia tem a seguinte composição: Sonae Sierra Brasil Empresa: A Sonae Sierra Brasil é uma das principais incorporadoras, proprietárias e operadoras de shopping centers no Brasil, tendo em seu portfólio a participação de onze shoppings

Leia mais

Manual de Melhores Práticas para Hotéis de Investidores Pulverizados (H.I.P.s) 20 de Setembro de 2011 Diogo Canteras (HotelInvest)

Manual de Melhores Práticas para Hotéis de Investidores Pulverizados (H.I.P.s) 20 de Setembro de 2011 Diogo Canteras (HotelInvest) Manual de Melhores Práticas para Hotéis de Investidores Pulverizados (H.I.P.s) 20 de Setembro de 2011 Diogo Canteras (HotelInvest) A Indústria Hoteleira é cíclica A hotelaria é cíclica. Períodos de desenvolvimento

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

APIMEC COPASA Divulgação 1T08

APIMEC COPASA Divulgação 1T08 APIMEC COPASA 2008 Highlights 1T08 A Receita Líquida no 1T08 foi de R$ 467 milhões um crescimento de 8,4% em relação ao 1T07. O EBITDA no trimestre atingiu R$ 191 milhões ante R$ 174 milhões no 1T07. Reajuste

Leia mais

relatório mensal BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII

relatório mensal BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII relatório mensal BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII Abril 2015 BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII O fundo BB Recebíveis Imobiliários FII iniciou

Leia mais

XP CORPORATE MACAÉ (XPCM11) FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

XP CORPORATE MACAÉ (XPCM11) FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII XP CORPORATE MACAÉ (XPCM11) FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII Relatório Gerencial 3º Trimestre de 2015 ÍNDICE 1. OBRAS DA 2ª CUSTOMIZAÇÃO 1.1. Assembleia dos Cotistas 1.2. Aditivo ao Contrato de Locação

Leia mais

Os recursos não investidos permanecem alocados no HG Premium, Fundo que acumula uma rentabilidade de 2,50% em 2008, representando 97,00% do CDI.

Os recursos não investidos permanecem alocados no HG Premium, Fundo que acumula uma rentabilidade de 2,50% em 2008, representando 97,00% do CDI. Relatório Gerencial HG Realty BC FIP 1 Trimestre de 2008 CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO 1. Palavra do Gestor Prezado Investidor, No primeiro trimestre de 2008 o Fundo continuou o acompanhamento das vendas

Leia mais

2013 AINDA MAIS LONGE DE UMA BOLHA IMOBILIÁRIA.

2013 AINDA MAIS LONGE DE UMA BOLHA IMOBILIÁRIA. Brasília, 31 de Janeiro de 2013 NOTA À IMPRENSA 2013 AINDA MAIS LONGE DE UMA BOLHA IMOBILIÁRIA. Por: (*) Rafhael Carvalho Marinho O índice de preços imobiliários verifica a existência de descolamento entre

Leia mais

Nova queda do PIB não surpreende mercado

Nova queda do PIB não surpreende mercado Nova queda do PIB não surpreende mercado Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE) nesta primeira semana de março mostram a tendência

Leia mais

CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA

CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA CONTEXTO DA ECONOMIA E SEUS REFLEXOS NA AMÉRICA LATINA AMÉRICA LATINA AMÉRICA LATINA Quatro desafios da economia da América Latina em 2015 Crescimento moderado da economia global; Queda do preço das comodities

Leia mais

CONSTRUTORA ESPECIALIZADA NO PLANEJAMENTO E NA REALIZAÇÃO

CONSTRUTORA ESPECIALIZADA NO PLANEJAMENTO E NA REALIZAÇÃO O NEGÓCIO CONSTRUTORA ESPECIALIZADA NO PLANEJAMENTO E NA REALIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS Fundada em 2010 Base operacional em Caruaru (Agreste de PE) Base de negócios no Recife (Capital) Imóveis

Leia mais

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO

PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 01 e 04 de Novembro de 2016 Instituições participantes: 22 DESTAQUES DESTA EDIÇÃO Principais alterações

Leia mais

CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº / (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.)

CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII. CNPJ nº / (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) CIDADE NOVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO- FII CNPJ nº 15.862.591/0001-83 (Administrado por INTRADER DTVM Asset servicing.) 1 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Seção I Objeto do Fundo 2 Seção I Objeto do

Leia mais

Coletiva de Imprensa. Financiamento Imobiliário 1º Semestre de São Paulo 26 de Julho de Gilberto Duarte de Abreu Filho Presidente

Coletiva de Imprensa. Financiamento Imobiliário 1º Semestre de São Paulo 26 de Julho de Gilberto Duarte de Abreu Filho Presidente Coletiva de Imprensa Financiamento Imobiliário 1º Semestre de 2016 Gilberto Duarte de Abreu Filho Presidente São Paulo 26 de Julho de 2016 Índice 1 2 3 4 5 6 Conjuntura Construção Civil Financiamento Imobiliário

Leia mais

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BENS DE CAPITAL MECÂNICOS INDICADORES CONJUNTURAIS ABRIL/2015 Resumo DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 2 Consumo aparente mensal R$ bilhões constantes*

Leia mais

Análise de Viabilidade Hoteleira

Análise de Viabilidade Hoteleira Análise de Viabilidade Hoteleira Hotel Laghetto Stilo proposto, Porto Alegre, RS Cyrela Sul 18 de Junho de 2015 Em associação com: - 1 - São Paulo, 18 de junho de 2015. Ref: Estudo de Viabilidade Hotel

Leia mais

Safra Multicarteira Agressivo - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 30 de junho de

Safra Multicarteira Agressivo - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 30 de junho de Safra Multicarteira Agressivo - Fundo de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 30 de junho de 2004 e de 2003 e parecer de auditores independentes Parecer

Leia mais

Março Divulgado em 14 de abril de 2015.

Março Divulgado em 14 de abril de 2015. Março - 2015 Divulgado em 14 de abril de 2015. VAREJO AMPLIADO CRESCE 3,3% EM MARÇO, APONTA ICVA O comércio varejista brasileiro apresentou alta de 3,3% em março em relação ao mesmo período do ano passado,

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 31º Edição - Junho de 2016 Sumário Conjuntura da Saúde Suplementar 1) Emprego e Planos coletivos 3 2) Renda e Planos individuais 4 3) PIB e Receita/Despesa das operadoras

Leia mais

Política Industrial para a retomada do desenvolvimento Painel 1: Caminhos para a retomada

Política Industrial para a retomada do desenvolvimento Painel 1: Caminhos para a retomada Política Industrial para a retomada do desenvolvimento Painel 1: Caminhos para a retomada Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda São Paulo, 05 de Outubro de 2015 ECONOMIA INTERNACIONAL: TAXAS DE JUROS DE

Leia mais

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O

Leia mais

TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS E SERVIÇOS DE CORRETAGEM IMOBILIÁRIA

TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS E SERVIÇOS DE CORRETAGEM IMOBILIÁRIA TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS E SERVIÇOS DE CORRETAGEM IMOBILIÁRIA VENDA DE IMÓVEIS URBANOS E RURAIS: 6% (seis por cento) a) Os honorários serão devidos quando ocorrer o acordo entre as partes sobre as condições

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA TRX LOGISTICA RENDA - FII (CNPJ:

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA TRX LOGISTICA RENDA - FII (CNPJ: FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA TRX LOGISTICA RENDA - FII (CNPJ: 12.887.506/0001-43) (Administrado pela Caixa Econômica Federal) (CNPJ: 00.360.305/0001-04) Demonstração do fluxo de caixa Semestre

Leia mais

Empreendimento : BARRA VISTA - BARRA VISTA II - Bancária (Séries Agrupadas) Endereço : Av Mq de S Vicente - Água Branca

Empreendimento : BARRA VISTA - BARRA VISTA II - Bancária (Séries Agrupadas) Endereço : Av Mq de S Vicente - Água Branca Empreendimento : BARRA VISTA - BARRA VISTA II - Bancária (Séries Agrupadas) Endereço : Av Mq de S Vicente - Água Branca Notas da tabela de venda: Data da Tabela : JUL / 2016 - Tabela 1 - Folha 1 A - REAJUSTE

Leia mais

Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta

Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta Análise Conjuntural: Variáveis- Instrumentos e Variáveis- meta Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h;p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Estrutura da Apresentação Variáveis- instrumentos:

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA. Os principais indicadores da economia brasileira: atividade econômica e política monetária

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA. Os principais indicadores da economia brasileira: atividade econômica e política monetária NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Os principais indicadores da economia brasileira: atividade econômica e política monetária Lucas Lautert Dezordi * Guilherme R. S. Souza e Silva ** Introdução

Leia mais

VAREJO AMPLIADO CRESCE 1,1% EM ABRIL, APONTA ICVA

VAREJO AMPLIADO CRESCE 1,1% EM ABRIL, APONTA ICVA CIELO S.A. CNPJ/MF 01.027.058/0001-91 Comunicado ao Mercado VAREJO AMPLIADO CRESCE 1,1% EM ABRIL, APONTA ICVA Indicador considera a receita de vendas deflacionada pelo IPCA em comparação com abril de 2014;

Leia mais

PÁTEO MOINHOS DE VENTO

PÁTEO MOINHOS DE VENTO Relatório da Instituição Administradora Período janeiro a junho de 2016 Fundo de Investimento Imobiliário Páteo Moinhos de Vento I. Objeto do Fundo O Fundo de Investimento Imobiliário Páteo Moinhos de

Leia mais

Market Share Indicadores Mar/09 Mar/10 Mar/11 Mar/12 Mar/13 Ativo Total Patrimônio Líquido Depósitos Totais Nº de Agências

Market Share Indicadores Mar/09 Mar/10 Mar/11 Mar/12 Mar/13 Ativo Total Patrimônio Líquido Depósitos Totais Nº de Agências Market Share Indicadores Mar/09 Mar/10 Mar/11 Mar/12 Mar/13 Ativo Total 10º 11º 11º 11º 11º Patrimônio Líquido 12º 11º 12º 11º 11º Depósitos Totais 8º 8º 8º 8º 7º Nº de Agências 7º 7º 7º 7º 7º Fonte: Banco

Leia mais

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança

Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança D A T A A B E C I P M A I O, 2 0 1 6 D E S T A Q U E S D O M Ê S São Paulo, 28 de junho de 2016 Em maio, crédito imobiliário somou R$ 3,9 bilhões Poupança

Leia mais

Relatório do Administrador RB Capital Agre - Fundo de Investimento Imobiliário - FII (CNPJ no / )

Relatório do Administrador RB Capital Agre - Fundo de Investimento Imobiliário - FII (CNPJ no / ) Relatório do Administrador RB Capital Agre - Fundo de Investimento Imobiliário - FII (CNPJ no. 11.407.511/0001-49) Em conformidade com o Artigo n. 39 da Instrução desta CVM n. 472, de 31 de outubro de

Leia mais

Apresentação de resultados 3T15 - IMPRENSA 12 de novembro de 2015

Apresentação de resultados 3T15 - IMPRENSA 12 de novembro de 2015 Apresentação de resultados 3T15 - IMPRENSA 12 de novembro de 2015 Destaques do 3T15 12 de novembro de 2015 Paulo Kakinoff CEO Atual conjuntura econômica tem impactos diretos sobre o setor de aviação Desvalorização

Leia mais

Lâmina de Informações Essenciais do. Título Fundo de Investimento Multimercado Longo Prazo (Título FIM-LP) CNPJ/MF:

Lâmina de Informações Essenciais do. Título Fundo de Investimento Multimercado Longo Prazo (Título FIM-LP) CNPJ/MF: Lâmina de Informações Essenciais do Informações referentes à Janeiro de 2017 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o TÍTULO FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO - LONGO PRAZO (Título

Leia mais

1. PROJEÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICO-FINANCEIRO

1. PROJEÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICO-FINANCEIRO ANEXO I Este documento é parte integrante do plano de recuperação judicial das Recuperandas, com o objetivo de demonstrar a capacidade de geração de recursos, através da projeção dos resultados e fluxo

Leia mais

RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014

RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA TRX LOGÍSTICA RENDA CNPJ nº. 12.887.506/0001-43 Administração CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Av. Paulista, 2300 11º andar São Paulo/SP CEP 01310-300 Fone: (11) 3555-6350

Leia mais

IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A)

IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A) IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A) São Paulo, SP 30 de Setembro de 2014 1 IN CVM 371/2002 CPC 32 Planos de Longo Prazo 2014-2024 Ativos Fiscais Diferidos Realização Ativos

Leia mais

Indústria de Shopping Centers no Brasil

Indústria de Shopping Centers no Brasil Indústria de Shopping Centers no Brasil 1 SHOPPINGS DE COMUNIDADE E CENTROS DE CONVENIÊNCIA E SERVIÇOS - CCS DEFINIÇÃO DOS PONTOS COMERCIAIS Cada Equipamento (Shopping) enquadra-se numa das seguintes categorias,

Leia mais

Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção

Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção A Urban Systems é uma empresa de Inteligência de Mercado e Soluções há 17 anos no mercado. Realizou mais de 700

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS RF FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS RF FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ/MF: Informações referentes a Novembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o BNP PARIBAS RF FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA,

Leia mais

JHSF RIO BRAVO FAZENDA BOA VISTA CAPITAL PROTEGIDO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

JHSF RIO BRAVO FAZENDA BOA VISTA CAPITAL PROTEGIDO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII JHSF RIO BRAVO FAZENDA BOA VISTA CAPITAL PROTEGIDO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII RBBV11 RELATÓRIO TRIMESTRAL 1º TRIMESTRE DE 2016 JHSF Rio Bravo Fazenda Boa Vista Capital Protegido Fundo de Investimento

Leia mais

Indústria e Comércio comprometem o desempenho da RARP em setembro de 2015

Indústria e Comércio comprometem o desempenho da RARP em setembro de 2015 Brasil, RARP e município de Ribeirão Preto fecham vagas em todos os setores Os dados do mês de setembro de 2015 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) reforçam o cenário de pouco otimismo,

Leia mais

PIB. PIB Trimestral 3,9% 2,6% 2,3% 2,3%

PIB. PIB Trimestral 3,9% 2,6% 2,3% 2,3% PIB O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou nesta última sextafeira, 29 de Maio, os dados do Produto Interno Bruto (PIB) referentes ao primeiro trimestre de 2015. Análise preliminar

Leia mais

BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ?

BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ? 1 Secretaria de Acompanhamento Econômico - SEAE BRASIL 5a. ECONOMIA DO MUNDO: CHEGAREMOS LÁ? Antonio Henrique P. Silveira Secretário de Acompanhamento Econômico 6 de fevereiro de 2010 1 Sumário A Estratégia

Leia mais

Relatório de Mercado Semanal

Relatório de Mercado Semanal Boletim Focus Relatório de Mercado Focus Fonte:Banco Central Cenário A semana que passou foi marcada pelo forte movimento de correção nas bolsas mundiais ocorrido na sexta-feira (9), após declarações hawkish

Leia mais

Infraestrutura estagnada: o nó da economia brasileira

Infraestrutura estagnada: o nó da economia brasileira Boletim Econômico Edição nº 51 dezembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Infraestrutura estagnada: o nó da economia brasileira 1 Situação atual da infraestrutura no

Leia mais

PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA. Gustavo Loyola

PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA. Gustavo Loyola PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA Gustavo Loyola Cenário Internacional 3 Desaceleração suave nos próximos anos, mas ainda com crescimento em ritmo elevado Crescimento moderado, limitado pela necessidade

Leia mais

BRL III - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

BRL III - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII BRL III - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ (MF): 23.381.427/0001-82 (Administrado pela BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.) (CNPJ nº 13.486.793/0001-42) Demonstração

Leia mais

1- Conjuntura Econômica do Mercado Imobiliário e as Perspectivas da Administração para os Próximos Semestres.

1- Conjuntura Econômica do Mercado Imobiliário e as Perspectivas da Administração para os Próximos Semestres. GOLDEN TULIP BELO HORIZONTE FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR EM 30 DE JUNHO DE 2013 Prezado investidor, É com satisfação que apresentamos o relatório do administrador do GOLDEN

Leia mais

ANEXO 6. Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades

ANEXO 6. Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades ANEXO 6 Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades 1 1. OBJETIVO O objetivo deste anexo é detalhar a forma de cálculo e de reajustes da receita

Leia mais

Ambiente econômico nacional e internacional

Ambiente econômico nacional e internacional Ambiente econômico nacional e internacional Apresentação para elaboração do documento referencial 2015-19 no Ministério do Turismo Manoel Pires - MF Cenário internacional O mundo se recupera da crise,

Leia mais

TAG GR IV Fundo de Investimento Imobiliário - FII (Administrado pela Pentágono S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários)

TAG GR IV Fundo de Investimento Imobiliário - FII (Administrado pela Pentágono S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários) 1 Contexto operacional O TAG GR IV Fundo de Investimento Imobiliário - FII, cadastrado junto a Comissão de Valores Mobiliários sob o código (107-4) é um Fundo de Investimento Imobiliário, regido pelo seu

Leia mais

Os desafios da economia. Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014

Os desafios da economia. Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014 Os desafios da economia Economista Ieda Vasconcelos Reunião CIC/FIEMG Outubro/2014 Os desafios da economia Correção dos rumos da política econômica. Muito mais do que necessidade: É inevitável. Sem ajustes:

Leia mais

Negócio VR da BR LABELS Indústria e Comércio Ltda.

Negócio VR da BR LABELS Indústria e Comércio Ltda. Negócio VR da BR LABELS Indústria e Comércio Ltda. Demonstrações Abreviadas de Receitas e Despesas Diretamente Relacionadas Referentes aos Trimestres Findos em 31 de Março de 2011 e de 2010 e Exercícios

Leia mais

Safra Fundo de Investimento em Ações Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo de Investimento em Ações Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo de Investimento em Ações Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Apresentação de resultados do quarto trimestre e do ano de Imprensa. 30 de março de 2016

Apresentação de resultados do quarto trimestre e do ano de Imprensa. 30 de março de 2016 Apresentação de resultados do quarto trimestre e do ano de 2015 - Imprensa 30 de março de 2016 Destaques Paulo Kakinoff CEO Destaques Macro Ambiente Cenário ainda mais adverso da economia brasileira com

Leia mais

Incorporação Construção *TABELA SUJEITA À ALTERAÇÃO

Incorporação Construção *TABELA SUJEITA À ALTERAÇÃO Incorporação Construção *TABELA SUJEITA À ALTERAÇÃO EMPREENDIMENTO...: Dolce Villa ENDEREÇO...: Rua Gastão Madeira x Pç. Gomes de Figueiredo BAIRRO...: Vila Maria Alta SPE: GRENOBLE I N F O R M A Ç Õ E

Leia mais

PRODUTIVIDADE: DADOS REVELADORES SEGUNDO A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS 2011

PRODUTIVIDADE: DADOS REVELADORES SEGUNDO A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS 2011 PRODUTIVIDADE: DADOS REVELADORES SEGUNDO A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS 2011 SUBSÍDIOS ESPECIAIS PARA FILIADOS DA FERTHORESP / FERTHOTEL Aloisio Leão da Costa Abril de 2014 INTRODUÇÃO: o tema PRODUTIVIDADE

Leia mais

SINCOR-SP 2016 JUNHO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2016 JUNHO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 5 1. Carta de Conjuntura... 6 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 7 3. Análise macroeconômica...

Leia mais

Apresentação de Resultados 2T10

Apresentação de Resultados 2T10 Apresentação de Resultados 2T10 Disclaimer Esta apresentação pode incluir declarações que apresentem expectativas da Administração da Companhia sobre eventos ou resultados futuros. Todas as declarações

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI GAS SELEÇÃO DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES /

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI GAS SELEÇÃO DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES / LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI GAS SELEÇÃO DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES 12.287.682/0001-44 Informações referentes a Dezembro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO 2017:

CENÁRIO ECONÔMICO 2017: CENÁRIO ECONÔMICO 2017: Lenta recuperação após um longo período de recessão Dezembro 2016 AVALIAÇÃO CORRENTE DA ATIVIDADE ECONÔMICA A RECUPERAÇÃO DA CONFIANÇA DO EMPRESARIADO E DO CONSUMIDOR MOSTRAM ACOMODAÇÃO

Leia mais

Assembleia Geral de Credores Principais Aspectos do PRJ

Assembleia Geral de Credores Principais Aspectos do PRJ Rio de Janeiro Dezembro, 2014 Assembleia Geral de Credores Principais Aspectos do PRJ Rio de Janeiro Dezembro, 2014 Aviso Importante O presente documento foi elaborado pela OSX e seus assessores com a

Leia mais

DESEMPENHO da ECONOMIA de CAXIAS DO SUL

DESEMPENHO da ECONOMIA de CAXIAS DO SUL DESEMPENHO da ECONOMIA de CAXIAS DO SUL Agosto/2010 CÂMARA DE INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS DE CAXIAS DO SUL Presidente Milton Corlatti Departamento de Economia, Finanças e Estatística Alexander Messias

Leia mais

Estimativa da Trajetória da. Dívida Bruta do Governo Geral do Brasil

Estimativa da Trajetória da. Dívida Bruta do Governo Geral do Brasil MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 29/07/2015 NOTA TÉCNICA DO TESOURO Estimativa da Trajetória da Dívida Bruta do Governo Geral do Brasil A evolução da dívida pública

Leia mais

Relatório Mensal. Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS

Relatório Mensal. Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Relatório Mensal 2011 Março Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Composição da Carteira Ativos Mobiliários e Imobiliários 0,53% 39,27%

Leia mais

VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA

VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA CIELO S.A. CNPJ/MF 01.027.058/0001-91 Comunicado ao Mercado VAREJO AMPLIADO CRESCE 0,4% EM MAIO, APONTA ICVA Percentual é calculado a partir da receita de vendas deflacionada pelo IPCA em comparação com

Leia mais

Informações referentes a Janeiro de 2017

Informações referentes a Janeiro de 2017 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VINCI TOP FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO RENDA FIXA REFERENCIADO DI 12.610.849/0001-66 Informações referentes a Janeiro de 2017 Esta lâmina

Leia mais

Resultados de junho 2015

Resultados de junho 2015 Resultados de junho No 1º semestre de, as micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas apresentaram queda de 11,9% no faturamento real sobre o mesmo período de 2014 (já descontada a inflação). O resultado

Leia mais

Saraiva Apresentação Corporativa

Saraiva Apresentação Corporativa Saraiva Apresentação Corporativa Evento Sistemas de Ensino - Banco Safra Sao Paulo 25 de setembro de 2014 Relações com Investidores Setembro 2014 2 Aviso Legal Esta apresentação contém declarações sobre

Leia mais

O crescimento brasileiro é sustentável?

O crescimento brasileiro é sustentável? O crescimento brasileiro é sustentável? Adalmir Marquetti * RESUMO - O presente texto discute as condições necessárias para a continuidade da retomada do crescimento nos próximos anos. Aponta-se que há

Leia mais

Consultoria. Conjuntura Econômica e Perspectivas Setembro/2016. Juan Jensen

Consultoria. Conjuntura Econômica e Perspectivas Setembro/2016. Juan Jensen Consultoria Conjuntura Econômica e Perspectivas 2017-22 Setembro/2016 Juan Jensen jensen@4econsultoria.com.br PIB Confiança segue mostrando recuperação na margem, ainda que nível ainda seja baixo Estamos

Leia mais

SINCOR-SP 2016 JANEIRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2016 JANEIRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JANEIRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 6 3. Análise macroeconômica...

Leia mais