Nova lei do arrendamento em vigor no próximo mês de Novembro Síntese das principais alterações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nova lei do arrendamento em vigor no próximo mês de Novembro Síntese das principais alterações"

Transcrição

1 Nova lei do arrendamento em vigor no próximo mês de Novembro Síntese das principais alterações A revisão do regime do arrendamento urbano foi finalmente aprovada pela Lei nº 31/2012, de 14 de Agosto, a qual também introduz alterações ao Código Civil, ao Código de Processo Civil e à Lei nº 6/2006, de 27.2 (que aprovou o NRAU). A nova lei do arrendamento entra em vigor no dia 12 de Novembro de 2012, estando a sua aplicação prática, em determinadas matérias, dependente da adaptação dos seguintes regimes às alterações ora introduzidas: - regime de determinação e verificação do coeficiente de conservação; - regimes de determinação do rendimento anual bruto corrigido e atribuição do subsídio de renda; - elementos do contrato de arrendamento e os requisitos a que obedece a sua celebração; - regulamento das comissões arbitrais municipais. Salientamos que também no dia 14 de agosto, foram aprovadas alterações ao regime jurídico das obras em prédios arrendados (Lei nº 30/2012) e ao regime jurídico da reabilitação urbana (Lei nº 32/2012). Principais alterações introduzidas de uma forma geral ao regime jurídico do arrendamento urbano I - Resolução - A justa causa para a resolução do contrato no caso de o arrendatário estar em mora quanto ao pagamento das rendas passa de três para dois meses de mora. - Passa a ser possível ao senhorio resolver o contrato se o arrendatário estiver em mora quanto ao pagamento das rendas por mais de oito dias, verificandose essa situação mais de quatro vezes, seguidas ou interpoladas, num período de 12 meses, com referência a cada contrato, sem possibilidade de a resolução ficar sem efeito caso o arrendatário ponha fim à mora.

2 - O fundamento de resolução do contrato pelo arrendatário referente à falta de realização de obras pelo senhorio é alargado aos casos em que a falta de tais obras ponha em causa a aptidão do locado para o uso previsto no contrato. - O prazo para o arrendatário pôr fim à mora e obter a ineficácia da comunicação de resolução pelo senhorio é encurtado de três para um mês, ficando o uso desta faculdade limitado a uma só vez em cada contrato. Tal significa que, na prática, o despejo é possível ao fim de três meses (dois meses de mora e mais um sem regularizar o pagamento). - Também a resolução fundada na oposição à realização de obra ordenada por autoridade pública passa a ficar sem efeito se essa oposição cessar no prazo de um mês. - A desocupação passa a ser exigível um mês após a resolução do contrato. - Passa a ser possível a comunicação da resolução do contrato por outros motivos que não o atraso no pagamento das rendas, através de simples comunicação por carta registada com aviso de receção. II - Contratos com prazo certo - Se nada estiver estipulado, o contrato tem-se como celebrado pelo prazo de dois anos e não por tempo indeterminado, como atualmente. Ou seja, o regime supletivo é de 2 anos renováveis automaticamente. - Deixa de existir um prazo mínimo de duração do contrato por 5 anos - passa a ser possível celebrar contratos pelo prazo acordado entre as partes; - Os períodos de renovação automática dos contratos são iguais ao período de duração inicial contratualmente estipulado, eliminando-se as renovações por períodos mínimos de três anos. III - Renovação / denúncia - A oposição à renovação automática passa a ter avisos prévios iguais para ambas as partes, prevendo-se as seguintes antecedências mínimas: 1) 240 dias, se o prazo de duração inicial do contrato ou da sua renovação for igual ou superior a seis anos; 2) 120 dias, se o prazo de duração inicial do contrato ou da sua renovação for igual ou superior a um ano e inferior a seis anos; 3) 60 dias, se o prazo de duração inicial do contrato ou da sua renovação for igual ou superior a seis meses e inferior a um ano: 4) Um terço do prazo de duração inicial do contrato ou da sua renovação, tratando-se de prazo inferior a seis meses.

3 - O arrendatário, decorrido um terço do prazo de duração inicial do contrato ou da sua renovação, pode denunciá-lo a todo o tempo, mediante comunicação ao senhorio com a antecedência mínima seguinte: 1) 120 dias do termo pretendido do contrato, se o prazo deste for igual ou superior a um ano; 2) 60 dias do termo pretendido do contrato, se o prazo deste for inferior a um ano. - Se o senhorio impedir a renovação automática do contrato, o arrendatário pode denunciá-lo a todo o tempo, mediante comunicação ao senhorio com uma antecedência não inferior a 30 dias do termo pretendido do contrato, salvo se este tiver entretanto caducado. IV - Contratos com duração indeterminada - O arrendatário só pode denunciar o contrato após seis meses de duração efetiva, com um aviso prévio de 120 dias para contratos que, à data da comunicação, tiverem um ano ou mais de duração efetiva e 60 dias nos contratos com duração efetiva inferior a um ano. - Se senhorio denunciar o contrato através de mero aviso prévio, o arrendatário pode denunciá-lo mediante comunicação ao senhorio com antecedência não inferior a 30 dias do termo pretendido do contrato, salvo se este tiver entretanto caducado. -A antecedência para o senhorio denunciar o contrato passa de cinco para dois anos. - A denúncia para habitação ou para demolição ou obras profundas passa a operar por mera comunicação (não tem de ser exercida pela via judicial) e a respetiva compensação devida ao Arrendatário é fixada em seis meses de renda. - Na denúncia para demolição ou obras profundas, a comunicação ao arrendatário deve ser acompanhada da declaração do município que ateste que foi iniciado o procedimento de controlo prévio da operação urbanística a efetuar no locado e que esta obriga à desocupação do mesmo. - Os efeitos do incumprimento do tempo mínimo de ocupação do imóvel em caso de denúncia para habitação ou o não início da obra no prazo de seis meses passa a implicar o pagamento de uma indemnização muito mais pesada para o senhorio, no valor de 10 anos de renda, mas deixa de conferir ao arrendatário o direito à reocupação do imóvel. V - Transmissão da posição de arrendatário - A transmissão por morte do arrendatário só se dá para pessoa com quem este vivesse em união de facto ou em economia comum há mais de dois anos e desde que essa pessoa residisse no locado há mais de um ano.

4 - Em qualquer caso, o direito à transmissão por morte não se verifica se o titular desse direito tiver outra casa, própria ou arrendada, na área dos concelhos de Lisboa ou do Porto e seus limítrofes, ou no respetivo concelho quanto ao resto do País, à data da morte do arrendatário. VI - Contratos para fins não habitacionais Mantém-se a liberdade das partes na determinação da duração do contrato. Na falta de estipulação das partes, o contrato considera-se celebrado pelo prazo de cinco anos. VII - Mecanismos extrajudiciais e judiciais em situações de despejo ou extinção: - Prevê-se a criação do Balcão Nacional de Arrendamento ao qual o senhorio pode recorrer para requerer a notificação de desocupação do imóvel ou fração por parte do inquilino devido à falta de pagamento durante 3 meses comprovados; - Deixa de se prever a existência de título executivo nos casos de resolução não fundada no atraso no pagamento de rendas e passa a ser obrigatório este novo procedimento para a obtenção desse título executivo e passagem à fase de execução. - O requerimento de despejo é convertido em título para desocupação do locado se o requerido não deduzir oposição, não juntar o documento comprovativo do pagamento da taxa de justiça ou do pagamento da caução ou se não proceder ao pagamento ou depósito das rendas vencidas. - Havendo oposição, o processo é distribuído ao tribunal competente para decisão de mérito com eventual realização de julgamento. - Obtendo-se o título para desocupação do locado, a fase executiva ocorre imediatamente no próprio procedimento especial de despejo, podendo haver oposição à execução. VIII - Atualização das rendas - O senhorio pode propor ao inquilino um novo valor de renda; o inquilino pode aceitar ou não, podendo contrapor um novo valor. Da média destes valores ou sai um valor sobre o qual pode haver acordo ou então sairá o valor de indemnização a pagar ao inquilino que corresponderá a 60 meses de renda que o senhorio deverá pagar para que se desocupe o imóvel. XIX - Proteção em casos excecionais a idosos, deficientes com mais de 60%, inquilinos com carência económica

5 - Prevê-se a transição dos contratos antigos para o novo regime através da negociação da renda, que deverá obedecer às seguintes regras: 1 - Mecanismo transitório de 5 anos para situações de carência económica, prazo durante o qual se mantém o contrato, podendo haver um ajustamento extraordinário. O ajustamento extraordinário será apurado tendo por base o valor patrimonial do imóvel (após a atualização do valor patrimonial em curso nos imóveis avaliados pela última vez antes de 2004) e uma taxa de esforço máxima de 25% apurada sobre o rendimento anual bruto corrigido do agregado (taxa de esforço máxima de 10% para rendimentos até cerca de 500 ); 2 - Caso, findos os 5 anos, não haja possibilidade de proceder aos ajustamentos, a Segurança Social deverá ser chamada para encontrar uma solução para essas situações. 3 - Para inquilinos com idade igual ou superior a 65 anos ou deficiência com grau de incapacidade superior a 60%, se não houver carência, pode verificar-se a atualização da renda, mas os inquilinos mantêm o contrato. 4 - Havendo necessidade da demolição do imóvel ou obras profundas que obriguem à desocupação, o contrato cessa com indemnização, não havendo acordo. Mas, nos contratos de arrendamento celebrados em data anterior a 1990, o senhorio fica obrigado ao realojamento se o arrendatário tiver idade igual ou superior a 65 anos ou se tiver deficiência com grau comprovado de incapacidade superior a 60%. Os inquilinos que tenham de ser realojados terão de o ser em casas adaptadas ao agregado em termos de tipologia. Este realojamento terá de ser feito na mesma freguesia ou freguesias limítrofes. 5 - Limite máximo aos aumentos das rendas de contratos anteriores a 1990: está previsto que os aumentos das rendas para agregados com rendimentos até 500 euros brutos mensais ficam limitados a 10% (não podendo ir nestes casos para além dos 50 ) e para os agregados com rendimentos até 2500 euros brutos só poderiam sofrer um aumento máximo de 25%. Entretanto, foi proposto um teto intermédio. Assim, para quem ganha entre 500 e 1500 euros brutos mensais, o peso da renda no vencimento não pode ir além dos 17%. Nestes casos a renda nunca poderá ultrapassar os 255 euros mensais. XX -Taxa especial de IRS - fim da isenção de IMI Está previsto o fim da isenção em sede de IMI para os proprietários de prédios devolutos ou em ruínas em zonas classificadas. Em contrapartida, os proprietários reclamam do executivo a criação de uma taxa especial para os proveitos com rendas, à margem do restante rendimento. A tributação destes

6 valores vai ter uma taxa especial, equiparada à dos rendimentos de capital, actualmente fixada em 25%. Contudo, o valor da taxa e a sua entrada em vigor não ficaram para já definidos nesta lei, embora se espere que possa entrar em vigor em XXI - Seguro de rendas Outra das alterações diz respeito à criação do seguro de rendas, que será comparticipado pelos próprios senhorios e que serve de garantia quando há incumprimento pelos inquilinos. XXII - Despejo Em matéria de despejo, pretende-se acelerar estes processos em tribunal. Enquanto os processos estão pendentes nos tribunais, os inquilinos têm de continuar a pagar as rendas. Presentemente, os arrendatários tinham de depositar no tribunal ou pagar o valor referente a todas as rendas em falta; agora limita-se esse valor a seis rendas. ÁREA JURÍDICA OUTUBRO

Área de Prática - Imobiliário. Junho 2012. Alterações ao Regime do Arrendamento Urbano. I - Rendas Antigas

Área de Prática - Imobiliário. Junho 2012. Alterações ao Regime do Arrendamento Urbano. I - Rendas Antigas Área de Prática - Imobiliário Junho 2012 Alterações ao Regime do Arrendamento Urbano Foi aprovada na Assembleia da República a Proposta de Lei n.º 38/XII/1.ª, que procede à revisão do regime jurídico do

Leia mais

Rendas. Idosos e deficientes podem ser despejados se não pagarem renda

Rendas. Idosos e deficientes podem ser despejados se não pagarem renda Rendas. Idosos e deficientes podem ser despejados se não pagarem renda Jornal i, por Liliana Valente 30-12-2011 Os idosos com mais de 65 anos que tenham 2400 euros de rendimento mensal bruto corrigido

Leia mais

Algumas considerações sobre o Novo Regime de Arrendamento Urbano

Algumas considerações sobre o Novo Regime de Arrendamento Urbano Luísa Lopes Mestre em Direito, Advogada Docente do Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo (ISCET) Algumas considerações sobre o Novo Regime de Arrendamento Urbano Delegação de Matosinhos

Leia mais

Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código Civil. 2012 16ª Edição. Atualização nº 1

Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código Civil. 2012 16ª Edição. Atualização nº 1 Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código Civil 2012 16ª Edição Atualização nº 1 1 [1] Código do Trabalho CÓDIGO CIVIL Atualização nº 1 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA EDITOR EDIÇÕES ALMEDINA,

Leia mais

Nova Lei do Arrendamento Urbano

Nova Lei do Arrendamento Urbano Agosto de 2012 Nova Lei do Arrendamento Urbano O objectivo da presente reforma é criar um mercado de arrendamento, que, em conjunto com o impulso à reabilitação urbana, possa oferecer aos portugueses soluções

Leia mais

meses ou por oposição pelo arrendatário à realização de obras coercivas.

meses ou por oposição pelo arrendatário à realização de obras coercivas. Lei n.º 31/2012, de 14 de Agosto, que procede à revisão do regime jurídico do arrendamento urbano, alterando o Código Civil, o Código de Processo Civil e a Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro A reforma

Leia mais

Conselho da CIP para a Construção e o Imobiliário

Conselho da CIP para a Construção e o Imobiliário Conselho da CIP para a Construção e o Imobiliário 29.novembro.2012 Reforma do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano Novo Enquadramento Legal Publicado a 14 de agosto de 2012 Lei n.º 30/2012 - Regime das

Leia mais

IMOBILIÁRIO Nova Lei do Arrendamento Urbano

IMOBILIÁRIO Nova Lei do Arrendamento Urbano 5 de Janeiro de 2012 IMOBILIÁRIO Nova Lei do Arrendamento Urbano Em concretização de compromissos assumidos ao abrigo do Memorando de Entendimento celebrado entre Portugal e a Comissão Europeia, o Banco

Leia mais

I Alteração do grau de incapacidade mínimo relevante.

I Alteração do grau de incapacidade mínimo relevante. Lei n.º 79/2014, de 19 de Dezembro A Lei em apreço revê o regime jurídico do arrendamento urbano, alterando o Código Civil e procedendo à segunda alteração à Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro (Novo Regime

Leia mais

SEMINÁRIO CONSELHO REGIONAL DO NORTE DA CÂMARA DOS SOLICITADORES. Por Márcia Passos, Advogada, Formadora do CRN

SEMINÁRIO CONSELHO REGIONAL DO NORTE DA CÂMARA DOS SOLICITADORES. Por Márcia Passos, Advogada, Formadora do CRN SEMINÁRIO CONSELHO REGIONAL DO NORTE DA CÂMARA DOS SOLICITADORES Por Márcia Passos, Advogada, Formadora do CRN 1. A REFORMA DO ARRENDAMENTO URBANO: LEGISLAÇÃO APLICÁVEL E OBJETIVOS 2. ALTERAÇÕES NO REGIME

Leia mais

Novidades em matéria de despejo

Novidades em matéria de despejo Reabilitação Urbana e Arrendamento: oportunidades do novo regime jurídico Novidades em matéria de despejo Rute Raimundo Alves 1 2 Resumo do procedimento 1.º Comunicação especial do n.º 7 do artigo 9.º

Leia mais

Imobiliário. ALTERAÇÕES AO REGIME JURíDICO DO ARRENDAMENTO URBANO AGOSTO 2012 01

Imobiliário. ALTERAÇÕES AO REGIME JURíDICO DO ARRENDAMENTO URBANO AGOSTO 2012 01 Briefing AGOSTO 2012 01 ALTERAÇÕES AO REGIME JURíDICO DO ARRENDAMENTO URBANO Decorridos seis anos, sobre o Novo Regime do Arrendamento Urbano ( NRAU ), aprovado pela Lei 6/2006 de 27 de Fevereiro (que

Leia mais

RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 9 ÍNDICES

RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 9 ÍNDICES RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 9 RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 11 ÍNDICE GERAL Prefácio..................................................... 5 Nota do Autor................................................

Leia mais

Nova Lei do Arrendamento Urbano

Nova Lei do Arrendamento Urbano 1 Nova Lei do Arrendamento Urbano A Nova lei do Arrendamento Urbano é um dos compromissos assumidos por Portugal com a Troika ao abrigo do Memorando de Entendimento Celebrado entre Portugal e a Comissão

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio de Renda de Casa (4008 v4.12) PROPRIEDADE

Leia mais

CIRCULAR N/REFª: 01/15 DATA: 05/01/2015. Assunto: NRAU. Exmos. Senhores,

CIRCULAR N/REFª: 01/15 DATA: 05/01/2015. Assunto: NRAU. Exmos. Senhores, CIRCULAR N/REFª: 01/15 DATA: 05/01/2015 Assunto: NRAU Exmos. Senhores, Junto se envia para conhecimento, informação relativa ao Novo Regime do Arrendamento Urbano, conforme resultante da alteração pela

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Procede à revisão do regime jurídico do arrendamento urbano, alterando o Código Civil, o Código de Processo Civil e a Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro A Assembleia da República decreta, nos termos da

Leia mais

eabilitação As novidades em matéria de Reabilitação Urbana e Arrendamento maio 2012 1

eabilitação As novidades em matéria de Reabilitação Urbana e Arrendamento maio 2012 1 eabilitação As novidades em matéria de Reabilitação Urbana e Arrendamento maio 2012 1 1. Enquadramento Quase uma centena de anos de congelamento de rendas gerou custos: centros das cidades estão degradados,

Leia mais

Projeto de Resolução n.º 565/XII/2.ª

Projeto de Resolução n.º 565/XII/2.ª Projeto de Resolução n.º 565/XII/2.ª Recomenda ao Governo que aprove, para o período de vigência do Programa de Assistência Financeira a Portugal, uma moratória para as ações de despejo que tiverem fundamento

Leia mais

Alterações ao Regime do Arrendamento Urbano

Alterações ao Regime do Arrendamento Urbano Alterações ao Regime do Arrendamento Urbano Código Civil Artigo 1048º(redacção anterior) 1 - O direito à resolução do contrato por falta de pagamento da renda ou aluguer caduca logo que o locatário, até

Leia mais

TEMA: CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO (HABITAÇÃO) PROPOSTA DE LEI 38/XII. Maria Teresa Lopes Vicente

TEMA: CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO (HABITAÇÃO) PROPOSTA DE LEI 38/XII. Maria Teresa Lopes Vicente TEMA: CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO (HABITAÇÃO) PROPOSTA DE LEI 38/XII Maria Teresa Lopes Vicente Lisboa, 19 de Junho de 2012 INDICE 1. Introdução pag.3 2. Motivos para a necessidade da alteração do

Leia mais

ENTREGA DE IMÓVEL ARRENDADO: ALTERNATIVAS

ENTREGA DE IMÓVEL ARRENDADO: ALTERNATIVAS ENTREGA DE IMÓVEL ARRENDADO: ALTERNATIVAS SEMANA DA SOLICITADORIA IPCA 6 MAIO 2015 Por Márcia Passos Advogada e Mestre em Direito Márcia Passos - Advogada e Mestre em Direito Contrato de arrendamento RELAÇÃO

Leia mais

Anexo 4. (Minuta para contratos sem obras a realizar pelo inquilino)

Anexo 4. (Minuta para contratos sem obras a realizar pelo inquilino) Anexo 4 (Minuta para contratos sem obras a realizar pelo inquilino) CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO PARA FIM HABITACIONAL NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE RENDA CONVENCIONADA (Prazo Certo Artigo 1095.º do Código

Leia mais

Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto. Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio

Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto. Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio Lei n.º 23/2010, de 30 de agosto A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Alterações à Lei n.º 7/2001, de 11 de maio Os artigos

Leia mais

Freguesia de Requião

Freguesia de Requião Freguesia de Requião Regulamento e Tabela de Taxas e Licenças Ano de 2014 Em conformidade com o disposto nas alíneas d) e f), nº 1 do artigo 9º, conjugada com a alínea h) do nº 1 do artigo 16º, da Lei

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho)

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) Artigo 2.º Conceito de benefício fiscal e de despesa fiscal e respectivo controlo

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES

PERGUNTAS FREQUENTES PERGUNTAS FREQUENTES O que é o Programa RENDA CONVENCIONADA? O programa renda convencionada tem como objeto o arrendamento de fogos municipais em bom estado de conservação ou a necessitar de pequenas reparações

Leia mais

SESSÕES TÉCNICAS DE ESCLARECIMENTO Sobre o Novo Regime de Arrendamento Apoiado

SESSÕES TÉCNICAS DE ESCLARECIMENTO Sobre o Novo Regime de Arrendamento Apoiado SESSÕES TÉCNICAS DE ESCLARECIMENTO Sobre o Novo Regime de Arrendamento Apoiado Março e Abril de 2015 Índice da apresentação 2 1. BREVE HISTORIAL DAS RENDAS SOCIAIS Os regimes de renda do Estado Novo O

Leia mais

Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático

Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático www.finaccount.com Investimento Imobiliário em Angola Guia Prático Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Aquisição de bens imóveis O processo de aquisição de bens imóveis em Angola

Leia mais

Novas regras na habitação

Novas regras na habitação Novas regras na habitação PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 7 DE JANEIRO DE 2013 POR JM A lei n.º 59/2012, de novembro, cria salvaguardas para os mutuários de crédito à habitação e altera o decreto-lei

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 245/2014, Série I, de 19/12, Páginas 6146 6166

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 245/2014, Série I, de 19/12, Páginas 6146 6166 Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Diploma Lei n.º 79/2014, de 19 de dezembro Estado: vigente Legislação Resumo: Revê

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 38/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 38/XII. Exposição de Motivos Exposição de Motivos A presente proposta de lei inscreve-se num amplo e profundo conjunto de reformas centrado na aposta clara do XIX Governo Constitucional na dinamização do mercado de arrendamento, na

Leia mais

A REFORMA DO ARRENDAMENTO URBANO

A REFORMA DO ARRENDAMENTO URBANO 22 de Fevereiro de 2006 c) Na terceira, o referido diploma irá integrar um conjunto de normas transitórias, algumas das quais aplicáveis aos contratos de arrendamento habitacionais celebrados na vigência

Leia mais

Nível de Conservação

Nível de Conservação Nível de Conservação O Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) foi aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, dando resposta a uma necessidade há muito, e por todos, sentida. A reforma empreendida

Leia mais

COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS

COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS QUESTÃO A autarquia pretende que a CCDR LVT se pronuncie relativamente à possibilidade de existência

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL CARTÃO DO IDOSO

REGULAMENTO MUNICIPAL CARTÃO DO IDOSO REGULAMENTO MUNICIPAL CARTÃO DO IDOSO ÍNDICE Preâmbulo Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Objetivo Artigo 3.º - Condições de Atribuição Artigo 4.º - Organização Processual Artigo 5.º - Benefícios do Cartão

Leia mais

PACOTE ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS ARRENDAMENTO E REABILITAÇÃO URBANA

PACOTE ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS ARRENDAMENTO E REABILITAÇÃO URBANA IMOBILIÁRIO N.º 03 / 2012 AGOSTO DE 2012 PACOTE ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS Contactos Madalena Azeredo Perdigão map@cca-advogados.com PACOTE ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS No passado dia 14 de Agosto de 2012, foi

Leia mais

NOVO REGIME DO ARRENDAMENTO URBANO

NOVO REGIME DO ARRENDAMENTO URBANO compilações legislativas VERBOJURIDICO NOVO REGIME DO ARRENDAMENTO URBANO INCLUI LEGISLAÇÃO REVOGADA NÃO DISPENSA A CONSULTA DO DIÁRIO DA REPÚBLICA verbojuridico ABRIL 2006 VERBOJURIDICO NOVO REGIME DO

Leia mais

Introdução. Artigo 1.º Objecto e âmbito de aplicação

Introdução. Artigo 1.º Objecto e âmbito de aplicação 1 REGULAMENTO DA VENDA DE LOTES PARA CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÃO EM LOTEAMENTOS MUNICIPAIS A JOVENS NATURAIS OU RESIDENTES NO CONCELHO DAS CALDAS DA RAINHA Introdução Com o objectivo de fixar jovens nas freguesias

Leia mais

Fiscalidade e o Proprietário MAXGER - CONSULTORES DE GESTÃO, LDA 1

Fiscalidade e o Proprietário MAXGER - CONSULTORES DE GESTÃO, LDA 1 Fiscalidade e o Proprietário 1 Sumário: 1. Recibo Eletrónico 2. Contratos de Arrendamento Comunicação AT 3. IMI 4. IRS Rendimentos Prediais 2014/2015 2 Recibos 3 1- Recibos Eletrónicos 4 Recibo eletrónico

Leia mais

Propostas da CDU ao Regulamento de Gestão do Parque Habitacional do Município do Porto

Propostas da CDU ao Regulamento de Gestão do Parque Habitacional do Município do Porto Propostas da CDU ao Regulamento de Gestão do Parque Habitacional do Município do Porto A CDU na reunião da Câmara Municipal do Porto de 26 de Novembro de 2013, no seguimento dos seus compromissos eleitorais,

Leia mais

Regime Jurídico das Obras em Prédios Arrendados

Regime Jurídico das Obras em Prédios Arrendados Regime Jurídico das Obras em Prédios Arrendados A Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, aprovou o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), dando resposta à necessidade, por todos sentida, de reformar profundamente

Leia mais

1/7. Link para o texto original no Jornal Oficial. JusNet 2293/2012

1/7. Link para o texto original no Jornal Oficial. JusNet 2293/2012 1/7 Decreto-Lei n.º 266-B/2012, de 31 de dezembro, Estabelece o regime de determinação do nível de conservação dos prédios urbanos ou frações autónomas, arrendados ou não, para os efeitos previstos em

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI - DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA

REGULAMENTO MUNICIPAL DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI - DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA REGULAMENTO MUNICIPAL DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI - DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA Nota justificativa (artigo 116.º do CPA) Em 22 de Dezembro de 2006,

Leia mais

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS. O que é. A que tipo de prédios se aplica

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS. O que é. A que tipo de prédios se aplica IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS O que é A que tipo de prédios se aplica Quem tem de pagar IMI Prédios isentos Reconhecimento Tipo de isenção Prédios classificados como monumentos nacionais ou património

Leia mais

Avaliação geral de prédios urbanos

Avaliação geral de prédios urbanos Avaliação geral de prédios urbanos Foi publicada a Lei n 60-A/2011, de 30/11, que aditou os artigos 15 o -A a 15 -P ao Decreto-Lei n 287/2003, de 12/11, que regulamentam o regime da Avaliação Geral de

Leia mais

Regulamento de Propina

Regulamento de Propina Regulamento de Propina 2015 2015 ÍNDICE SECÇÃO I Curso de Licenciatura em Enfermagem... 4 Artigo 1º Valor da Propina... 4 Artigo 2º Modalidades de pagamento... 4 SECÇÃO II Cursos de Pós-Licenciatura e

Leia mais

Regulamento de Taxas da Freguesia de Santo António

Regulamento de Taxas da Freguesia de Santo António PREÂMBULO As taxas das autarquias locais, nos termos do artigo 3.º da Lei n.º 53 -E/2006, de 29 de dezembro, são tributos que assentam na prestação concreta de um serviço público local, na utilização privada

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Nota justificativa Os municípios são autarquias locais que têm como objetivo primordial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos respetivos

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL Refere o Decreto-Lei nº 307/2009 de 23 de Outubro No artigo 2º Definições i) «Reabilitação de edifícios» a forma de intervenção destinada

Leia mais

REGIME DO ARRENDAMENTO 2012 ALTERAÇÕES. Departamento: Fiscalidade, Direito Comum e do Trabalho

REGIME DO ARRENDAMENTO 2012 ALTERAÇÕES. Departamento: Fiscalidade, Direito Comum e do Trabalho Departamento: Fiscalidade, Direito Comum e do Trabalho ALTERAÇÕES REGIME DO ARRENDAMENTO 2012 ESCRITORIOS: - Rua São João de Deus, nº 72 - Edifício D. Sancho I, 1º Andar - Sala C - Apartado 524 4764-901

Leia mais

PORTO SOLIDÁRIO FUNDO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL MUNICÍPIO DO PORTO REGULAMENTO

PORTO SOLIDÁRIO FUNDO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL MUNICÍPIO DO PORTO REGULAMENTO PORTO SOLIDÁRIO FUNDO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL MUNICÍPIO DO PORTO REGULAMENTO PREÂMBULO Os vários serviços com intervenção na área social do universo da Câmara Municipal do Porto (de ora em diante

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA

REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA Preâmbulo De acordo com o disposto no artigo 64.º, n.º 4, alínea c) da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei

Leia mais

Determinação do Rendimento Anual Bruto Corrigido. e atribuição do Subsídio de Renda

Determinação do Rendimento Anual Bruto Corrigido. e atribuição do Subsídio de Renda Determinação do Rendimento Anual Bruto Corrigido e atribuição do Subsídio de Renda A revisão do regime jurídico do arrendamento urbano, uma das medidas prioritárias do XVII Governo Constitucional, culminou

Leia mais

ARRENDAMENTO URBANO. Novo Regime do ANOTADO E COMENTADO MANTEIGAS MARTINS CARLOS NABAIS CARLA SANTOS FREIRE JOSÉ M. RAIMUNDO

ARRENDAMENTO URBANO. Novo Regime do ANOTADO E COMENTADO MANTEIGAS MARTINS CARLOS NABAIS CARLA SANTOS FREIRE JOSÉ M. RAIMUNDO MANTEIGAS MARTINS CARLOS NABAIS CARLA SANTOS FREIRE JOSÉ M. RAIMUNDO Novo Regime do ARRENDAMENTO URBANO ANOTADO E COMENTADO INCLUI: Código Civil Regime da Locação Regime do Arrendamento Urbano Alteração

Leia mais

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL

M U N I C Í P I O D E V A L E N Ç A C ÂM ARA MUNIC I PAL CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO REGULAMENTO PREÂMBULO Portugal, quer pelo aumento da esperança de vida, quer pelos baixos níveis da natalidade, está a tornar-se num país com população envelhecida. Valença não

Leia mais

Documento de Apoio Simulador de Rendas

Documento de Apoio Simulador de Rendas Documento de Apoio Simulador de Rendas O Município de Lisboa desenvolveu um simulador de Cálculo de Rendas que está disponível para o munícipe na página da internet da CML, no seguinte endereço http://simuladorderenda.cm-lisboa.pt

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014

JORNAL OFICIAL I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014 I SÉRIE NÚMERO 60 QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014 ÍNDICE: PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução n.º 89/2014: Cria um prémio destinado à integração de ativos no setor primário, designado por AGRICULTURA +.

Leia mais

INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ASSUNTO: Comunicação de informação relativa a contratos de crédito abrangidos pelos procedimentos previstos no

Leia mais

Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril

Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril Decreto n.º 24/01 De 12 de Abril Considerando que pelos serviços prestados pelo Tribunal de Contas e pela sua Direcção dos serviços Técnicos, em conformidade com o disposto no n.º 1 do artigo 43.º,da lei

Leia mais

Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento. Preâmbulo

Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento. Preâmbulo Projeto de Decreto-Lei de regulamentação do Balção Nacional do Arrendamento Preâmbulo A Lei n.º 31/2012, de 27 de fevereiro aprovou medidas destinadas a dinamizar o mercado de arrendamento urbano, alterando

Leia mais

sadsfffffffffffffffffff REGULAMENTO MUNICIPAL Centro com Vida Incentivo ao Arrendamento no Centro Histórico de Ponte de Lima

sadsfffffffffffffffffff REGULAMENTO MUNICIPAL Centro com Vida Incentivo ao Arrendamento no Centro Histórico de Ponte de Lima regulamento Deliberado pela Câmara Municipal em 26 de novembro de 2012 Aprovado pela Assembleia Municipal na sua sessão Ordinária de 27 de dezembro de 2012 REGULAMENTO MUNICIPAL Centro com Vida Incentivo

Leia mais

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º Objeto O presente Procedimento

Leia mais

NORMAS DO PROGRAMA RENDA CONVENCIONADA

NORMAS DO PROGRAMA RENDA CONVENCIONADA NORMAS DO PROGRAMA RENDA CONVENCIONADA 1.OBJECTO O presente programa tem como objeto o arrendamento de fogos municipais publicitados na bolsa de arrendamento constante do sítio http://rehabitarlisboa.cmlisboa.pt

Leia mais

NRAU Novo Regime do Arrendamento Urbano

NRAU Novo Regime do Arrendamento Urbano NRAU Novo Regime do Arrendamento Urbano Aprovado pela Lei n o 6/2006, de 27 de fevereiro. O presente diploma entrou em vigor 120 dias após a sua publicação, com exceção do consagrado nos artigos 63 o e

Leia mais

Requisitos do Contrato de Arrendamento

Requisitos do Contrato de Arrendamento Requisitos do Contrato de Arrendamento Tendo sido aprovado o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, importa publicar os diplomas necessários à sua completa

Leia mais

Aluguel O que é preciso saber sobre aluguel Residencial

Aluguel O que é preciso saber sobre aluguel Residencial Aluguel O que é preciso saber sobre aluguel Residencial Ao alugar um imóvel é necessário documentar a negociação por meio de um contrato, de preferência, escrito. O inquilino deve ler atentamente todas

Leia mais

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões

Leia mais

NOVO REGIME DO ARRENDAMENTO URBANO 7 JANEIRO - PORTO

NOVO REGIME DO ARRENDAMENTO URBANO 7 JANEIRO - PORTO NOVO REGIME DO ARRENDAMENTO URBANO 7 JANEIRO - PORTO A T&T desenvolve, comercializa e presta suporte a software de diversas áreas: gestão comercial, gestão de condomínios, contratos de arrendamentos,

Leia mais

Nova Lei do Arrendamento Urbano

Nova Lei do Arrendamento Urbano Nova Lei do Arrendamento Urbano O actual regime jurídico do Arrendamento Urbano, designado por Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), foi aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, e vigora

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA

REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA APROVADO EM REUNIÃO DE CÂMARA DE 12 DE JUNHO DE 2013 ÍNDICE Preâmbulo Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Objetivo Artigo 3.º - Condições

Leia mais

AVALIAÇÃO GERAL DE PRÉDIOS URBANOS

AVALIAÇÃO GERAL DE PRÉDIOS URBANOS AVALIAÇÃO GERAL DE PRÉDIOS URBANOS Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte AVALIAÇÃO GERAL DE PRÉDIOS URBANOS Legislação - Artigos 5.º e 6.º da Lei nº. 60-A/2011, de 30 de novembro,

Leia mais

À HABITAÇÃO DEGRADADA NO

À HABITAÇÃO DEGRADADA NO Praça Luis de Camões.2580-318 ALENQUER. Telel. 263730900. Fax 263711 504. e-mau: peral@cm-alenauer.ot i1 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À HABITAÇÃO DEGRADADA NO MUNICÍPIO DE ALENQUER Proposta da Câmara

Leia mais

Gouvijovem. Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia. Regulamento

Gouvijovem. Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia. Regulamento Gouvijovem Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia Regulamento Gouvijovem Programa de Apoio à Fixação de Jovens no Concelho de Gouveia Regulamento Preâmbulo O Concelho de Gouveia vem

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM AT (Alta Tensão) CONDIÇÕES GERAIS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM AT (Alta Tensão) CONDIÇÕES GERAIS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM AT (Alta Tensão) CONDIÇÕES GERAIS 1ª - Objeto do Contrato. 1. O presente Contrato tem por objeto o fornecimento de energia elétrica pela EDP Serviço Universal

Leia mais

Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado

Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado Cooperativa Elétrica de Loureiro, C.R.L. Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado Condições Gerais: 1ª Objeto do contrato.

Leia mais

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 265/XII Aprova o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência e revoga os Decretos-Leis n.ºs 541/80, de 10 de novembro, e 98/86, de 17 de maio A Assembleia

Leia mais

INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção e regularização do incumprimento por clientes bancários particulares

INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção e regularização do incumprimento por clientes bancários particulares BANCO DE PORTUGAL E U R O S I S T E M A INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção e regularização do incumprimento por clientes bancários particulares INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção

Leia mais

A Reforma do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano

A Reforma do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano A Reforma do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano ANA CRISTINA BORGES * Num momento em que se encontra para aprovação na Assembleia de República a reforma legislativa do arrendamento urbano importa refletir

Leia mais

MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: PAULO ELIAS

MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: PAULO ELIAS FORMADORA: MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: MARIA ANTÓNIA PAULO ELIAS SEGURANÇA SOCIAL A Segurança Social Portuguesa está sob a tutela do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Leia mais

PROJETO de REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE IDANHA-A-NOVA

PROJETO de REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE IDANHA-A-NOVA Município de Idanha-a-Nova Contribuinte 501 121 030 PROJETO de REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE IDANHA-A-NOVA A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, pretende implementar medidas de apoio social

Leia mais

Regulamento de Acesso ao Mercado Social de Arrendamento

Regulamento de Acesso ao Mercado Social de Arrendamento Regulamento de Acesso ao Mercado Social de Arrendamento PREÂMBULO Perante a crescente dificuldade das famílias Portuguesas no acesso ao mercado da habitação, determinada pela actual conjuntura económico-financeira,

Leia mais

Regulamento Geral de Taxas e Licenças

Regulamento Geral de Taxas e Licenças Regulamento Geral de Taxas e Licenças União das Freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) Janeiro/ 2014 Junta de Freguesia da União das Freguesias de Braga (São José de São Lázaro

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO SOCIAL AO ARRENDAMENTO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO SOCIAL AO ARRENDAMENTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO SOCIAL AO ARRENDAMENTO A Constituição da República Portuguesa consagra como um direito fundamental o acesso a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene

Leia mais

Regime do Arrendamento Apoiado para Habitação

Regime do Arrendamento Apoiado para Habitação Regime do Arrendamento Apoiado para Habitação Aprovado pela Lei n o 81/2014, de 19 de dezembro. O presente diploma entrou em vigor no primeiro dia do terceiro mês seguinte ao da sua publicação. Gerado

Leia mais

- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA -

- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - - ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - ARU do Centro Histórico de Beja ARU do Centro Histórico de Beja II ARU do Bairro Social de Beja ARU da Rua da Lavoura - Beja ESCLARECIMENTOS E INSTRUÇÕES PARA OS INTERESSADOS

Leia mais

CONTRATO DE ARRENDAMENTO INDIVIDUAL TRIPARTIDO PARA FIM HABITACIONAL

CONTRATO DE ARRENDAMENTO INDIVIDUAL TRIPARTIDO PARA FIM HABITACIONAL CONTRATO DE ARRENDAMENTO INDIVIDUAL TRIPARTIDO PARA FIM HABITACIONAL Entre a Figueira Domus - Empresa Municipal de Gestão de Habitação da Figueira da Foz, EM, com o número de identificação 505 003 929,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ

CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ Regulamento das Taxas e Preços Municipais Nota justificativa A disciplina legal atinente à matéria das taxas a cobrar pelas autarquias locais encontra-se plasmada na Lei que estabelece

Leia mais

Regulamento de Atribuição de Lotes de Terreno para Autoconstrução

Regulamento de Atribuição de Lotes de Terreno para Autoconstrução CAPÍTULO I PROCESSO DE CEDÊNCIA Artigo 1.º Do regime Os lotes de terreno serão vendido em regime de direito de superfície sempre e quando se destinem a agregados familiares para habitação própria. Artigo

Leia mais

CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO

CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO 1.- OBJECTO DO CONTRATO 1.1. - O contrato terá por objecto a concessão de exploração do Snack-Bar-Restaurante

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS A CARÊNCIA/EMERGÊNCIA NO ÂMBITO DE AÇÃO SOCIAL

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS A CARÊNCIA/EMERGÊNCIA NO ÂMBITO DE AÇÃO SOCIAL REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS A CARÊNCIA/EMERGÊNCIA NO ÂMBITO DE AÇÃO SOCIAL PREÂMBULO No contexto socioeconómico do País e concretamente da UFAFDN, debatemonos com várias carências de nível económico,

Leia mais

Câmara Municipal de Fafe

Câmara Municipal de Fafe ÍNDICE REMISSIVO. Artigo 1º - Disposições gerais. Artigo 2º - Objeto e âmbito da aplicação. Artigo 3º- Conceitos. Artigo 4º - Natureza do apoio. Artigo 5º - Condições de acesso ao Programa Ser Solidário.

Leia mais

Tributação da reabilitação urbana. Raquel Franco 08.03.2013

Tributação da reabilitação urbana. Raquel Franco 08.03.2013 Raquel Franco 08.03.2013 Benefícios à reabilitação urbana Artigo 45.º EBF prédios urbanos objeto de reabilitação Artigo 46.º EBF - prédios urbanos construídos, ampliados, melhorados ou adquiridos a título

Leia mais

ÍNDICE. Artigo 8.º - Apoio ao pagamento de renda ou prestações relacionadas com a aquisição de habitação própria

ÍNDICE. Artigo 8.º - Apoio ao pagamento de renda ou prestações relacionadas com a aquisição de habitação própria REGULAMENTO MUNICIPAL PLANO DE EMERGÊNCIA SOCIAL CAMINHA SOLIDÁRIA ÍNDICE Preâmbulo Artigo 1.º - Âmbito Artigo 2.º - Objetivo Artigo 3.º - Condições de atribuição Artigo 4.º - Destinatários Artigo 5.º

Leia mais

GUIA PRÁTICO ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS POR AJUSTE DIRETO

GUIA PRÁTICO ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS POR AJUSTE DIRETO GUIA PRÁTICO ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS POR AJUSTE DIRETO INSTITUTO DE GESTÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Arrendamento de Imóveis por Ajuste Direto PROPRIEDADE

Leia mais

"CONCURSO PÚBLICO PARA EXPLORAÇÃO TEMPORÁRIA DE LOJAS, LOCALIZADAS NO MERCADO MUNICIPAL DE AREIAS DE SÃO JOÃO, EM ALBUFEIRA" CADERNO DE ENCARGOS

CONCURSO PÚBLICO PARA EXPLORAÇÃO TEMPORÁRIA DE LOJAS, LOCALIZADAS NO MERCADO MUNICIPAL DE AREIAS DE SÃO JOÃO, EM ALBUFEIRA CADERNO DE ENCARGOS "CONCURSO PÚBLICO PARA EXPLORAÇÃO TEMPORÁRIA DE LOJAS, LOCALIZADAS NO MERCADO MUNICIPAL DE AREIAS DE SÃO JOÃO, EM ALBUFEIRA" CADERNO DE ENCARGOS ARTIGO 1.º OBJETO O presente Caderno de Encargos diz respeito

Leia mais

Subsídio por cessação de atividade Atualizado em: 07-12-2015

Subsídio por cessação de atividade Atualizado em: 07-12-2015 SEGURANÇA SOCIAL Subsídio por cessação de atividade Atualizado em: 07-12-2015 Esta informação destina-se a Trabalhadores independentes O que é e quais as condições para ter direito O que é É uma prestação

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO ÀS FAMÍLIAS NA CONSTRUÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS HABITAÇÕES ATINGIDAS PELO TEMPORAL DE 20 DE FEVEREIRO

PROGRAMA DE APOIO ÀS FAMÍLIAS NA CONSTRUÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS HABITAÇÕES ATINGIDAS PELO TEMPORAL DE 20 DE FEVEREIRO PROGRAMA DE APOIO ÀS FAMÍLIAS NA CONSTRUÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS HABITAÇÕES ATINGIDAS PELO TEMPORAL DE 20 DE FEVEREIRO Objectivo Apoio na realização de obras de construção ou reabilitação de habitação própria

Leia mais