MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: PAULO ELIAS

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1 FORMADORA: MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: MARIA ANTÓNIA PAULO ELIAS

2 SEGURANÇA SOCIAL A Segurança Social Portuguesa está sob a tutela do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social Português. Trata-se de um organismo criado pelo Estado para prover condições de provisionamento e condições de vida a todos os cidadãos portugueses.

3 A Segurança Social em Portugal é composta por dois sistemas: Sistema Previdencial e Sistema de Proteção Social e Cidadania, composto por três subsistemas: Ação Social; Solidariedade Proteção Familiar.

4 PENSÃO VELHICE Esta informação destina-se aos cidadãos: Trabalhadores por conta de outrem Trabalhadores independentes Membros de órgãos estatutários Trabalhadores do serviço doméstico Seguro social voluntário

5 CONDIÇÕES DE ATRIBUIÇÃO É atribuída ao beneficiário que, à data do requerimento, tenha: Completado a idade normal de acesso à pensão: 66 anos em 2014 e 2015 Se tiver idade inferior à indicada, pode ter direito à pensão de velhice antecipada nas seguintes situações: - Desemprego involuntário de longa duração - Exercício de atividade em determinadas profissões

6 SUBSÍDIO DE DOENÇA Prestação atribuída ao beneficiário para compensar a perda de remuneração, resultante do impedimento temporário para o trabalho, por motivo de doença. Quem pode requerer Trabalhadores por conta de outrem; Trabalhadores independentes; Pessoas abrangidas pelo regime do seguro social voluntário.

7 APADRINHAMENTO CIVIL O apadrinhamento civil é uma relação jurídica, tendencialmente de carácter permanente, entre uma criança ou jovem e uma pessoa singular ou uma família que exerça os poderes e deveres próprios dos pais e que com ele estabeleçam vínculos afetivos que permitam o seu bem estar e desenvolvimento, constituída por homologação ou decisão judicial e sujeita a registo civil.

8 O apadrinhamento civil pode ser da iniciativa de: M.P (Ministério Público). CPCJ (Comissão de Proteção de Crianças e Jovens) no âmbito de processos que aí corram termos. Organismo da Segurança social ou de instituição por esta habilitada. Dos pais, representante legal da criança ou do jovem ou pessoa que tenha a sua guarda de facto. Da criança ou de jovens maiores de 12 anos. Oficiosamente pelo tribunal.

9 MORTE SUBSÍDIO DE FUNERAL Prestação atribuída de uma só vez, para compensar o requerente do subsídio das despesas efetuadas com o funeral de qualquer membro do seu agregado familiar ou de qualquer outra pessoa, incluindo os nascituros, desde que residente em território nacional.

10 Têm direito ao subsídio de funeral: As pessoas, residentes em Portugal ou em situação equiparada, que comprovem ter pago as despesas de funeral. É, ainda, exigido que o cidadão falecido: Tenha sido residente em território nacional; Não enquadrado por regime obrigatório de proteção social com direito ao subsídio por morte ou, caso tenha sido enquadrado por regime obrigatório com direito a este subsídio, o montante deste seja inferior a 50% do valor mínimo estabelecido para o subsídio por morte do regime geral de Segurança Social; Se a morte tiver resultado de ato de terceiro pelo qual seja devida indemnização por despesa de funeral, a instituição ou serviço que tenha atribuído a prestação tem direito a ser reembolsado do respetivo valor.

11 PENSÃO DE VIUVEZ Conceito: Apoio mensal em dinheiro pago ao viúvo ou viúva de pessoa que estivesse a receber Pensão Social.

12 Quem tem direito: Cônjuge ou pessoa que vivia em união de facto com o pensionista de pensão social falecido. Tiver rendimentos mensais brutos (antes dos descontos) iguais ou inferiores a 167,69 (40% do IAS), em2014. Residam em território português.

13 OUTRAS PRESTAÇÕES SOCIAS Existem outras prestações social além das que nos descrevemos anteriormente que são as seguintes: Maternidade e paternidade Adoção Encargos com as crianças e jovens Salários em atraso Invalidez Dependência Deficiência Desemprego Carência Socioeconómico

14 FIM

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