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1 1 UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA DO TRÂNSITO DONATA CUNHA O USO DO TELEFONE CELULAR COMO FATOR DE DISTRAÇÃO NA DIREÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES MACEIÓ - AL 2013

2 2 DONATA CUNHA O USO DO TELEFONE CELULAR COMO FATOR DE DISTRAÇÃO NA DIREÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES Monografia apresentada à Universidade Paulista/UNIP, como parte dos requisitos necessários para a conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Psicologia do Trânsito. Orientador: Prof. Dr. Manoel Ferreira do Nascimento Filho MACEIÓ - AL 2013

3 3 DONATA CUNHA O USO DO TELEFONE CELULAR COMO UM FATOR DE DISTRAÇÃO NA DIREÇÃO DE VEÍCULOS Monografia apresentada à Universidade Paulista/UNIP, como parte dos requisitos necessários para a conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Psicologia do Trânsito. APROVADO EM / / PROF.DR. MANOEL FERREIRA DO NASCIMENTO FILHO ORIENTADOR PROF. DR. LIÉRCIO PINHEIRO DE ARAÚJO BANCA EXAMINADORA PROF. ESP. FRANKLIN BARBOSA BEZERRA BANCA EXAMINADORA

4 4 DEDICATÓRIA À minha família, pelo apoio sempre prestado. Aos meus amigos que diretamente ou indiretamente me ajudaram e me incentivaram a chegar a este estágio.

5 5 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus pela oportunidade e por ter me proporcionado essa conquista. Aos meus pais pela compreensão às minhas ausências, pela força e incentivo. Aos amigos por todo apoio encorajador e paciência. Ao meu Orientador Manoel Ferreira. Eà todos que contribuíram para o meu crescimento. O meu mais sincero muito obrigada!

6 6 O trânsito é o conjunto de deslocamentos de pessoas e veículos nas vias públicas, dentro de um sistema convencional de normas, que tem por fim assegurar a integridade de seus participantes (ReinierRozestraten)

7 7 RESUMO Os telefones celulares são meios tecnológicos bastante úteis e muito utilizados pelapopulação de todas as classes sociais. No entanto, embora seja uma infração do CódigoNacional Brasileiro de Trânsito, muitos motoristas utilizam regularmente o telefone celulardentro de seus veículos. Estudos revelam que as tarefas de percepção e de tomada de decisãodestes motoristas são claramente prejudicadas. Esta pesquisa buscou detectar a influência queo uso do telefone celular produz na percepção do motorista e constatar a incidência deocorrências de acidentes, ou sustos, com motoristas que utilizam equipamentos dessa natureza. Em uma pesquisa de campo, onde entrevistados 40 motoristas, de ambos os sexos, e os resultados apontaram evidência de que a maioria das pessoas que utiliza o aparelho celular no trânsito acredita que este interfere na percepção, e que o motorista com idade maisavançada é mais conscientizado dos riscos pertinentes a esta situação. Palavras chaves:telefones celulares; veículo; trânsito; acidentes de trânsito; distração; condutor.

8 8 ABSTRACT Cell phones areveryuseful andtechnological meansare widely used bypeople ofall social classes. However, although it isa violationof thenationalbrazilian TrafficCode, many driversregularly usemobile phoneinside their vehicles. Studies showthat the tasksof perception anddecision-makingof thesedriversare clearlyimpaired.this study aimed todetectthe influence thatcell phone useproducesthe perceptionof the driver andnotedthe incidence of reportsof accidentsorscares,withdrivers usingsuchequipment. Ina field survey, whichinterviewed40drivers, of both sexes, andthe results showedevidence thatmost people whousethe mobile phone intransitbelievesthat thisinterferes with theperception, and that thedriver witholder ageismade awareof the risksmostrelevantto this situation. Keywords: cell phone; vehicle; traffic; accidents; distraction; driver.

9 9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Gráfico 01 Distribuição percentual dos acidentes de trânsito no Brasil...23 Gráfico 02 Distribuição temporal dos mortos em acidentes de trânsito, no Brasil...24 Gráfico 03 - A evolução temporal do número de vítimas de acidentes de trânsito hospitalizadas...25 Gráfico 04 - Resultado percentual da pesquisa sobre o uso do celular enquanto dirige atrapalha a concentração e atenção do motorista...30 Gráfico 05 - Resultado percentual da pesquisa sobre o uso do celular quando está dirigindo...31 Gráfico 06 - Resultado percentual da pesquisa sobre envolvimento ou quase envolvimento em algum acidente por causa do uso do celular no trânsito...31 Gráfico 07 - Resultado percentual da pesquisa sobre se já recebeu alguma multa por ter usado o celular enquanto conduzia um veículo...32 Gráfico 08 - Resultado percentual da pesquisa sobre considerar a lei proibitiva do uso do celular no trânsito importante...33 Gráfico 09 - Resultado percentual da pesquisa sobre lei que proíbe o uso do celular no trânsito é cumprida em nosso país...34 Gráfico 10 - Resultado percentual da pesquisa sobre considerar falta GRAVE, MÉDIA ou LEVE o uso do celular no trânsito...34 Gráfico 11 - Resultado percentual da pesquisa sobre conhecer alguém que já se envolveu em acidente de trânsito por conta do uso do celular enquanto conduzia...35

10 10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Breve Histórico do Trânsito O Automóvel Como um Objeto Necessário Uso do Celular Conduta Humana A Diversidade de Personalidades no Trânsito A Atenção As Distrações e Suas Implicações Celular e Trânsito Acidentes de Trânsito no Brasil Dados Sobre Vítimas Fatais Custos dos Acidentes de Trânsito nas Aglomerações Urbanas Brasileiras Mudanças de Atitudes MATERIAIS E MÉTODOS Ética Tipo de Pesquisa Universo Sujeitos da Amostra Instrumentos de Coleta de Dados Plano para Coleta dos Dados Plano para a Análise dos Dados RESULTADOS E DISCUSSÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE ANEXO... 41

11 11 1. INTRODUÇÃO O uso da telefonia móvel popularizou-se de forma muito veloz que se tornou comum ver pessoas dirigindo e falando ao celular, sem noção dos riscos de acidentes a que estão sujeitas. O hábito de falar ao celular reduz a atenção do condutor, que deixa de estar concentrado nas vias de trânsito, aumentando as chances de acidentes. O estudo tratou em detectar através da pesquisa literária se ouso do celular pelo condutor induz a desatenção no trânsito podendo assim assumir uma trajetória errática na via de movimento. Percebeu-se que, muitos dos acidentes acontecem devido a essa prática. Por isso da-se a importância deste estudoatentando para os danos causados por distração desse ato infracional e irresponsável tão comum entre condutores imprudentes. Maus procedimentos que corroboram para os graves problemas no trânsito são inúmeros como: imprudência, negligência, imperícia e ignorância como atitudes extremamente negativas e contribuintes para acidentes ou problemas de fluidez no trânsito. Baseando-me na fundamentação teórica, pude inferir que um motorista, ao receber uma ligação em seu telefone celular, passa a perceber esse objeto como uma figura que se destaca do mundo fenomenológico e passa a possuir uma estrutura interna maior do que os outros objetos que ocercam, caracterizando todo resto (sinalização, pedestres, ruídos, via etc.) como fundo sobre o qual ele se destaca. Verificou-se através de um estudo exploratório que:existe um limite na carga cognitiva humana, que não permite que se atenda, sem erros, a um número muito grande de estímulos apresentados simultaneamente. É provável que uma pessoa externa ao veículo e que faz uma ligação, requerendo sua atenção quando esta deveria estar centrada em atender às situações do trânsito, coloque o motorista em risco muito maior do que faz um passageiro As violações do Código Brasileiro de trânsito (CTB) no cotidiano das vias de trânsito são lamentavelmente frequentes, podendo-se observar atitudes inadequadas a qualquer hora do dia ou da noite, por parte de condutores, prejudicando assim o desempenho do trânsito, trazendo riscos aos usuários.a psicologia do trânsito é uma área a ser explorada e que carece de mais estudos e

12 12 construção de conhecimentos, mas também é uma área que trará mais humanização no trânsito. Durante a revisão bibliográfica apresento um breve relato sobre a invenção do automóvel, seguida pelas implicações de condutores inconsequentes do trânsito. Nela também é abordada aquestão de atenção no trânsito, o uso do telefone celular,os elementos complicadores, os diversos tipos de danos que essa conduta pode trazer para o condutor, para o Estado e para terceiros.

13 13 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Breve Histórico do Trânsito O trânsito foi evoluindo muito rápido, quando o primeiro carro chegou ao Brasil já houve a preocupação em criar regras para regulamentar aos usuários e que não prejudicassem os pedestres e outros usuários da via. Conforme o art. 1, 1 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB, 2009, p.21) Considera-se como trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos, animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga. A movimentação é o trânsito independente do local em que está. Podemos dizer que para tudo utilizamos o trânsito, até mesmo para pedir um produto para entregar em casa, ele veio através do trânsito para suprir a nossa necessidade (MAURO, 2009). Após a revolução industrial, os veículos começaram a estar mais acessíveis à população e com isso houve a necessidade de readequar as leis de trânsito. O deslocamento de pessoas e veículos também trouxe sérias conseqüências negativas, principalmente problemas ambientais e de saúde publica (QUEIROS, 2000), Através dessas conseqüências negativas, notadamente os acidentes de trânsito, começa-se a cogitar a possibilidade de utilização de vários conhecimentos científicos, e dentre eles a psicologia, para minimizar essas trágicas ocorrências publicas e ambientais. O automóvel antes reduzido a elite, tornou-se artigo de consumo da classe média e um progresso e desenvolvimento em nível social, multiplicaram-se as estradas, as avenidas e estacionamentos para acomodar um número cada vez maior de veículos (MACÊDO, 2009). A evolução do trânsito no Brasil tem causado um aumento significativo, dos problemas de circulação devido ao acumulo de pessoas em grandes centros, hoje congestionamentos são comuns em muitas cidades do país, por isso exige que os órgãos competentes tenham uma observação sempre atenta às mudanças para inovar as leis e adequar-las à realidade.

14 O Automóvel Como um Objeto Necessário Sabe-se que o carro nasceu na Alemanha e foi aperfeiçoado na França, mas nos Estados Unidos é que surge o grande passo para a popularização e evolução doautomóvel com Henry Ford. O início da história sobre os primeiros veículos destinavam-se ao transporte de bens, posteriormente passaram a ser usados para transportar o homem e seus pertences, e, nos últimos séculos, já construíam-se veículos de transporte exclusivos para pessoas. (BARSA, 2003). O veículo de transporte se tornou indispensável ao homem pelas comodidades que proporcionava. Mas, o fato é que o excesso desses veículos colocava em risco a integridade física da maioria das pessoas que eram pedestres. A produção de veículos em série, as variedades e toda a revolução nos métodos e conceitos de fabricação, tendo como atrativo, valores mais acessíveis a produção mundial de automóveis cresceu de 11 para 53 milhões entre 1950 e 1995 (MACÊDO, 1998). È sabido pelos especialistas que na década de 90, outro fator que contribuiu para o crescimento de veículos particulares na malha viária do Brasil, foi a diminuição na qualidade do transporte público urbano e a criação dos carros populares com menor valor de mercado, tornando-se comum encontrar famílias em que vários membros possuíam cada um seu veículo. A incorporação do automóvel ao cotidiano das comunidades apresenta outro grande problema, os acidentes de trânsito (AT). (MARIN& QUEIROZ, 2000). Considera-se o carro como objeto necessárioidealizado, que trazsegurança, prazer, aquilo que representa muitas vezes um sonho desejado por muitos, pois imaginar o mundo sem um carrotem se tornado quase impossível. Trata-se de uma necessidade social e benéfica aos usuários. 2.3 Uso do Celular O século XX começa com o telefone sendo uma necessidade para muitas pessoas tanto no trabalho, como na casa, e mais tarde, nas ruas com o celular.o telefone móvel trouxe para a sociedade uma nova forma de organização, onde o indivíduo não estava totalmente isolado porque agora poderia ligar para qualquer

15 15 indivíduo da comunidade, poupando infindáveis complicações sociais e comerciais sem necessidade de idas e vindas. Em 1947, a companhia Bell passou a desenvolver a comunicação móvel, e em 1973 já era responsável por um sistema sem fio instalado em carro de polícia (HOFFMANN, 1980). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados relativos ao uso dos telefones celulares no Brasil. Entre 2005 e 2011, é possível notar o crescimento do uso desses aparelhos no país. O mais relevante é a popularização em si do eletrônico: entre os anos da pesquisa, o crescimento do uso pessoal do celular por brasileiros com mais de dez anos foi de 107,2%. Para efeitos de comparação, os números de acesso à internet foram um pouco maior, com 143,8% de aumento. Em 2011, eram 115,4 milhões os donos brasileiros de celular, o que representa 69,1% da população com mais de dez anos. Sete anos antes, o número de consumidores era de 55,7 milhões de pessoas. 2.4 Conduta Humana Segundo Capez (2005), a conduta humanana ação e omissão consciente e voluntária, dirigida a uma finalidade. Os seres humanos são seres dotados de razão e vontade. A mente processa uma série de captações sensoriais, transformadas em desejos. Para desempenhar a tarefa de dirigir, o condutor terá que estar atento aos estímulos provenientes do ambiente, quais sejam, pedestres, sinalização além de discriminar os estímulos provenientes do carro, devem concentram sua atenção (BERNADES, 2008). É possível concluir, que conduta é uma ação humana ilícita, que omite, que afronta, que não prime pelo cumprimento das regras previstas na legislação, no que se refere ao trânsito pode-se tornar inseguro e perigoso para todos. O dono do veículo julga-se com muito mais direito à circulação do que os demais participantes do trânsito, o que está ligado às características autoritárias da nossa sociedade e à falta de conscientização sobre os direitos do cidadão (BERNADES, 1985). A falta de cortesia é visível no trânsito, uma boa comunicação

16 16 entre motoristas e pedestres resolveria não todos os acidentes mais daria equilíbrio as altas taxas de acidentes. O condutor em muitas ocasiões comporta-se como o único personagem quando que, o transito envolve todos que si movimentam.os usuários em geral não têm noção dos gravíssimos problemas que podem ser desencadeado diante do comportamento inflexível no transito (QUARESMA et. al., 2006) 2.5 A Diversidade de Personalidades no Trânsito Os condutores extrovertidos são mais propensos as distrações e podem ter uma maior dificuldade para manter a atenção. Porém há uma série de comportamentos interferente mantidos, tais como: Falar ao celular,sintonizar o rádio, trocar o CD, colocar o cinto de segurança, com o veículo57 em movimento. A motivação ou carência de algo. Exemplo: o motorista que estando com fome procura restaurante na rodovia, diminui sua atenção para outros estímulos, potencializando as distrações. Determinados problemas físicos ou idade avançada contribuem paramenor atenção, enquanto aceleram o aparecimento da fadiga ou distrações. A observação do comportamento de condutores e a avaliação, frente às inúmeras características inerentes ao ato de dirigir, demandam estratégias que possibilitem averiguar a dinâmica desses fatores. Dentro dessa perspectiva, a utilização de recursos tecnológicos no processo de avaliação de condutores torna-se de grande valor, por possibilitar a utilização de sons e imagens, a caracterização de situações de trânsito que possibilitem, a partir da interação do condutor com esse meio, averiguar a sua capacidade perceptiva e atencional, suas decisões e sua performance. As situações de trânsito exigem dos condutores atitudes que demandam atenção, percepção e habilidades motoras. Como, por exemplo, reagir a eventos inesperados, repentinamente, um buraco na pista. Nesse caso, a variável velocidade também deve ser considerada, pois quanto maior ela for menor será o tempo para a reação do motorista. Os fatores envolvidos no tempo de reação que favorecem a

17 17 compreensão do processo de reaçãofrente a um objeto na via serão abordados, mais detalhadamente, no item sobre Fatores dealteração da atenção. 2.6 A Atenção Dirigir, ler as placas de trânsito, obedecer às normas de circulação e ainda ficar alerta para os imprevistos, como uma freada brusca do carro da frente ou um pedestre desatento. Uma parcela considerável dos motoristas acredita que dá para fazer tudo isso e ainda falar ao celular, trocar mensagens e até usar a internet enquanto conduz o veículo (MAURO, 2008). Baseando-nos na literatura, podemos inferir que um motorista, ao receber uma ligação em seu telefone celular, passa a perceber esse objeto como umaque se destaca do mundo fenomenológico e passa a possuir uma estrutura interna maior do que os outros objetos que o cercam, caracterizando todo resto (sinalização, pedestres, ruídos, via etc.) como fundo sobre o qual ele se destaca (MAURO, 2008). Seguindo a evolução legislativa, chega-se ao Código Brasileiro de Trânsito - CTB, o qual asseverou por meio dos seus 341 artigos, instrumentos e condições para assegurar a circulação de bens e pessoas com segurança, eficiência, fluidez e conforto. (BRASIL, 1997, art. 6º). As condições para que o condutor do veículo transite em segurançasão fatores humanos e está relacionado com a atenção e distração. Para conduzir um veículo é necessário atenção redobrada e dedicada ao volante sempre. O professor José Aparecido da Silva, pesquisador da área depsicofísica e percepção, especialista em processos sensoriais do Departamento de Psicologia e Educação da USP Ribeirão Preto afirma que o comportamento de dirigir um veículo é composto por múltiplas tarefas. Envolve a tomada de informação, o processamento de informação, atomada de decisão e as atividades motoras.dirigir um veículo deve ser compreendido como uma concessão e nãocomo um direito do cidadão (GOVERNO FEDERAL, 1998). Para Centurion (2011), a atenção é uma qualidade da percepçãomais consciente e dirigida sobre o campo global, seja focalizando um ou maispontos dentro deste campo.

18 18 Segundo Hoffmann e Gonzáles (2003, p.379), as principais funções psicológicas docondutor para uma condução bem sucedidasão: A correta capacidade perceptiva e atencional, para captar o que ocorre ao redor, identificare discriminar os estímulos relevantes de situações e problemas de trânsito a serem resolvidos; perceber a situação, interpretá-la corretamente e avaliá-la; tomar uma decisão sobre a ação ou manobra mais adequada; executar a decisão com a rapidez e precisão possíveis a capacidade de resposta docondutor, a performance se referem às atividade sensóriomotoras e psicomotoras que ocondutor utiliza para o controle do veículo; Existe um limite na carga cognitiva humana, que não permite que se atenda, sem erros, a um número muito grande de estímulos apresentados simultaneamente. É provável que uma pessoa externa ao veículo e que faz uma ligação, requerendo sua atenção quando esta deveria estar centrada em atender às situações do trânsito, coloque o motorista em risco muito maior do que faz um passageiro (ANDRADE, 2002). Considerado um dos países com o trânsito mais violentodo mundo, nos últimos anos o Brasil tenta conter o alto número de acidentes. Desde a implantação do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB)f em 1998, a taxade mortalidade mantém-se estável (em torno de 20 mortes por 100 mil habitantes), superior às taxas do Japão, Suécia e Canadá (de cinco a oito mortes/100 mil habitantes). Diferentes estudos revelam que as tarefas de tomada de decisão e perceptuais são, claramente, prejudicadas por motoristas que, regularmente, utilizam um telefone celular dentro de seus veículos O assunto é oportuno devido ao fato de que o uso do celular se popularizou, de tal forma, ao ponto de ser usado por pessoas de todas as classes sociais; e pelo fato de que, recentemente. O neurologista Eduardo Genaro Mutarelli, (2003, em entrevista a revista Quatro rodas ) afirma que o motorista está usando a audição e não a atenção dirigida para guiar o carro, pois quando se conduz um veículo falando com alguém ao lado, também há risco, com a diferença de que o acompanhante pára de falar ao perceber um perigo iminente

19 As Distrações e Suas Implicações Os acidentes de trânsito hoje é uma das maiores causas de morte do planeta. O ponto de fatalidade atingido chega a ser de características epidemiológicas, razão pela qual vem merecendo a preocupação da pesquisacientífica com essas questões (ANDRADE, 2001). A cada 22 minutos, morre uma pessoa em acidente de trânsito. A cada 07 minutos acontece um atropelamento. A cada 57 segundos acontece um acidente de trânsito. (IPEA, 2009). Segundo Hoffmann et. al. (1996), no que se refere à distrações o que condutor estiver atento ao seu mundo interior, aos seus problemas, poderá diminuir e muito a sua capacidade para perceber e analisar os estímulos exteriores. O neuropsicólogo da Faculdade Esuda e membro do Moto Clube Comando do Asfalto, Carol Costa Junior, afirma que o ritmo de vida corrido, com extremas cobranças e a necessidade de fazer tudo tão rápido estimula os motoristas a dividirem as atenções enquanto dirigem. O próprio mercado oferece as condições para você ficar dentro do carro de forma confortável, disponibilizando rádio, MP3, DVD. E isso acaba virando hábito das pessoas, expõe. Ainda segundo o psicólogo, os pedestres também devem ficar atentos, porque não deixam de fazer parte da estrutura de tráfego, podendo ser os agentes de graves acidentes. As pessoas tendem a achar que não vão se envolver em nenhuma situação de risco, por serem mais habilidosas ou até desenroladas. Mas, a maioria tem consciência da necessidade de ter o trânsito como prioridade A Abramet afirma que as distrações causadas por celulares e outros eletrônicos, somadas, já são a quarta maior causa de acidentes em São Paulo. Uma pesquisa da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, concluiu que motoristas distraídos pelo celular demoram demais para reagir diante de um imprevisto mais até do que alguns bêbados. 2.8 Celular e Trânsito Por mais que não existam dados referentes à acidentes causados pelo uso do celular no trânsito, esse hábito não é descartado no que se refere à acidentes.

20 20 Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), por meio do artigo 252, considera o uso do celular infração de natureza média e estabelece multa de 85,13 reais e 04 pontos na carteira de habilitação. Mas sabe-se que a Comissão de Viação e Transportes aprovou a reclassificação ontem e aguarda apenas a confirmação de colegas do outro grupo. Caso o projeto de lei 7471/10 seja aprovado,pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, dirigir utilizando o celular será considerado infração grave. Sabendo que trata-se de infração qualquer forma de uso do telefone celularno trânsito, os motoristas insistem em atender o telefone por muitas vezes acreditar que isso não é nada de mais e logo vão desligar. Tanta imprudência e atitudescomo essa podem mudar quando se reconhece que o que está em jogo sãosuas próprias vidas e de outras pessoas, podendo ocasionar graves acidentes de trânsito que é conseqüência de um comportamento inadequado, falha ou até mesmo desconhecimento das normas de trânsito de um motorista imprudente (MAURO, 2008). Morais (2011), afirma queao falar no celular, o condutor reage de forma mais lenta e com sérias limitações, ele dá menos atenção ao retrovisor, à sinalização e ao próprio fluxo do trânsito. Apontar o uso do celular enquanto dirige pode ser associado ao aumento do risco de acidentes com lesões graves. Além das chances do risco de colisão aumentar, o uso do celular provoca distração da atenção e sobrecarga cognitiva. Erros no trânsito provocados pela distração temsido o fator mais comum que leva o motorista a tomar o sentido contrario da via e provocar acidentes. Em média as ações de motoristas imprudentes ao ter alguma ação enquanto conduzem um veículo podem levar à distração e consequentemente resultando em acidentes graves e até mesmo a morte no trânsito (IPEA, 2009). De acordo com o site g1 da globo 1 de 2012, falar ao celular enquanto dirigese é uma mistura tão perigosa quanto conduzir um veículo alcoolizado. Isso porque falar ao telefone ou mandar SMS distrai o motorista e pode aumentar em 400% o risco de acidentes. 1 O uso do celular aumenta o risco de acidentes no trânsito. Disponível em: <http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/02/uso-do-celular-aumenta-em-ate-400-o-risco-deacidentes-no-transito.html> Acesso em: 25/04

21 21 A associação Brasileira de Educação de Trânsito (ABETRAN) realizou uma pesquisa, que durou 14 meses, com 699 motoristas que tinham telefones celulares e foram responsáveis por acidentes com perdas materiais relativamente graves, porém sem acidentes pessoais. Este estudo resultou em um número de acidentes acontecidos durante ou imediatamente pós uma conversa ao telefonema foi mais de quatro vezes maior do que o esperado na direção normal de veículos, bem como, foi constatado que motoristas mais jovens têm maior tendência a problemas, nessa situação, do que os mais velhos. É comprovado, também, que os condutores utilizando-se de aparelho de viva -voz, correm o mesmo risco de sofrer acidentes do que aqueles que seguram o aparelho enquanto dirigem (IPEA, 2009). Dentre os elementos que se relacionam com as causas dos acidentes, sabese que mais de 90% deles estão associados a fatores humanos. Apenas 10% têm suas causas relacionadas às condições ambientais, condições da via ou condições do veículo (ROZESTRATEN& DOTTA, 1996). Um motorista que atropela e mata alguém enquanto dirige falando ao celular pratica homicídio doloso, ou seja, com intenção. De acordo com o site JusBrasil 2, 2013 Essa, ao menos, foi a interpretação do Tribunal Federal Regional (TRF) da 1ª Região ao julgar recurso de um condutor condenado em primeira instância no Pará. Ao recorrer, ele tentava reverter decisão do juízda Vara Criminal da Seção Judiciária do Estado, buscando classificar o crime como culposo, quando não há intenção de matar, com penas mais brandas.o caso ocorreu na noite de outubro de 2006 em uma estrada da cidade paraense de Ananindeua. O administrador Márcio Scaff, estava numcorsa e ao fazer o uso do celular enquanto conduzia matou a policial rodoviária federal Vanessa Siffert, que estava em serviço perto de um posto da Polícia Rodoviária Federal.A pena para este tipo de homicídio doloso, éde 6 a 20 anos. 2 Usar celular e matar no trânsito é crime doloso. Disponível em:<http://oabrj.jusbrasil.com.br/noticias/ /usar-celular-e-matar-no-transito-e-crime-doloso> Acesso em: 25/05

22 Acidentes de Trânsito no Brasil Em março de 1998, passou a vigorar, sob a Lei n 9.503, o novo CTB, tido como a esperança de redução do crescente número de AT. Leis rigorosas, multas mais altas e capítulos dedicados à educação no trânsito sugeriam que o problema seria solucionado. Porém, prevaleceu a manutenção e, em alguns casos,o aumento nos índices de mortalidade e hospitalização decorrentes dos acidentes.. Ao final de 1998, pessoas perderam a vida em AT. Em 2008, o número aumentou em 19% (36.666mortes), enquanto a população brasileira aumentou 17%. De 1998 a 2000, houve queda no número de vítimas fatais ( mortes) e constante elevação nos anos seguintes, chegando a mortes em As hospitalizações aumentaram em 9%: de em 1998 para em O número de hospitalizações aumentou até 2000 ( ), reduziu até 2003 ( ), aumentou até 2006 ( ) e reduziu em Nos dois anos seguintes, ocorreram os dois valores extremos do período estudado: declínio em2008 (~95 mil hospitalizações), seguido de aumento de mais de 30% ( ) em Reflexo da Lei nº11.705/08 (Lei Seca) ou erro no sistema de informação podem ter influenciado tamanha variação (ABRAMED, 2009). A taxa de mortalidade declinou nos dois primeiros anos do acompanhamento (de 19,1 mortos por mil habitantes em 1998 para 17,1 em 2000). Aumento progressivo ocorreu de 2001 a 2004, chegando a 19,6 mortos/100 mil habitantes, taxa que se manteve estável e próxima aos 20 mortos/100 mil habitantes nos anos seguintes. A taxa de mortalidade por veículos foi estável (em torno de 10 mortos/10 mil veículos) até De 2003 a 2008 houve gradativo decréscimo, com taxa de 6,7 mortos (MAURO, 2008). Essa diminuição pode estar relacionada ao aumento de 85% da frota brasileira: de 29,5 milhões de veículos para mais de 54 milhões. Segundo dados do DENATRAN (2005), foram mais de 26 mil mortos em acidentes, 513 mil feridos do total de acidentes com vítimas. Os números são assustadores maior do que sérias doenças que atingem a população brasileira.

23 23 A Organização Mundial de Saúde OMS, os acidentes de trânsito são considerados a segunda causa de mortes por fatores externos em todo o mundo, também no Brasil, segundo a Fundação Nacional de Saúde O Ministério da Saúde, entre 2000 e 2008, mais de 300 mil brasileiros perderam a vida em acidentes de trânsito, situação que, em 2009, levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a apontar o Brasil como o quinto país em mortes no trânsito. Considerado um dos países com o trânsito mais violentodo mundo, nos últimos anos o Brasil tenta conter o alto número de acidentes. Desde a implantação do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB)f em 1998, a taxade mortalidade mantém-se estável (em torno de 20 mortes por 100 mil habitantes), superior às taxas do Japão, Suécia e Canadá (de cinco a oito mortes/100 mil habitantes). Drews (2007), descreve que o impacto do acidente de trânsito incide em diferentes graus diferentes e afeta desigualmente as vítimas, pois há vários fatores que influenciam no desencadeamento em maior ou menor proporção do estresse ligado ao acidente. Gráfico 01 Distribuição percentual dos acidentes de trânsito no Brasil; Fontes: Acidentes de trânsito no Brasil- Um atlas de sua distribuição- ABRAMET (dados até 2005). Mnistério da saúde/vigilância em saúde/departamento de análise de situação de saúde- Sistema de informações sobre mortalidade- SIM(dados a partir de2006). Verifica-se uma grande proporção de mortos por acidentes de trânsito, segundo qualidade da vítima, entre O grupo Outros incluiu ocupantes de triciclo motorizado, transporte pesado (caminhões), ônibus, outros acidentes de transporte terrestre e os acidentes de transporte terrestre não especificados. A categoria Ocupantes de carros incluiu ocupantes de camionetes.

24 24 Mesmo havendo tantos incentivos à segurança no trânsito, as estatísticas de acidentes no trânsito não foram reduzidas, pelo fato de que muitos não têm plena consciência de quão perigoso é a direção imprudente. No Brasil, o acidente de trânsito é tido como uma fatalidade. É um acontecimento fortuito e não previsto. Dados do DETRAN mostram que, no primeiro trimestre de 2012, 844 pessoas foram autuadas por conduzir impossibilitados, enquanto no mesmo período deste ano o total chegou a 906. Já 707 condutores foram flagrados em 2012 utilizando celular ao dirigir, enquanto em 2013, 265 foram multados por conta da mesma infração. Segue abaixo dados DATASUS, que são informações sobre vítimas de acidentes de trânsito incluindo mortos e feridos Dados Sobre Vítimas Fatais As estatísticas do Ministério da saúde, gráfico 02, fornecem dados sobre os óbitos por causas de ATT (Acidentes de trânsito). Gráfico 02 Distribuição temporal dos mortos em acidentes de trânsito, no Brasil. Fonte: Ministério da saúde. DATASUS É interessante observar, neste gráfico, o impacto da entrada em vigor do novo CTB em 1998: uma redução considerável em 17% entre 1997 e O número de vítimas fatais de acidentes de transporte terrestre é de , em Esses números elevados em estatísticas assustam, pelo fato dessas ocorrências serem tão comuns no Brasil.

25 25 O gráfico 03 mostra a evolução do número de vítimas de acidentes de trânsito hospitalizadas. Gráfico 03 - hospitalizadas. A evolução temporal do número de vítimas de acidentes de trânsito Fonte: DATASUS Custos dos Acidentes de Trânsito nas Aglomerações Urbanas Brasileiras Segundo o DETRAN, não há um dia sequer que não haja notícias sobre acidentes de trânsito. Mais de 30 mil pessoas morrem em acidentes todos os anos - são mais de 80 pessoas por dia, ou 1 a cada 18 minutos. Os acidentes de trânsito, no ano de 2001, geraram custos da ordem de R$3,6 bilhões, a preços de abril de 2003, para as 49 aglomerações. Caso considere-se o total da área urbana, estes custos chegam a R$5,3bilhões. Estes valores resultam somente dos acidentes ocorridos em área urbana. Pelo fato da pesquisa ter se restringido às aglomerações urbanas, os custos dos acidentes ocorridos em rodovias fora do perímetro urbano não estão incluídos, ainda que estes acidentes sejam os mais graves, embora menos numerosos. Além das mortes no trânsito, há elevados casos de mutilações, feridos e de catastróficos danos materiais, cargas, danificando rodovias e, até mesmo, destruições causadas com cargas perigosas que são transportadas e perdidas em acidentes. Que quantificar o custo dos acidentes nas rodovias brasileiras e apontou para a necessidade do conhecimento dos impactos dos acidentes na saúde e na vida das 3 Banco de dados do Sistema Único de Saúde.Disponível em: DATASUS <http://viasseguras.com/os_acidentes/estatisticas/estatisticas_nacionais> Acesso em: 25/04

26 26 vítimas diretamente e indiretamente envolvidas, como os familiares, as equipes de resgate e de saúde. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saude) os custo de urgência para a vítimas de trânsito são: Custo do atendimento pré-hospitalar: atendimento da vítima por unidades adotadas de equipamentos especiais, com veículos e profissionais especializados (ambulâncias, bombeiros, médicos, etc.). Custo do atendimento hospitalar: soma dos custos do atendimento médico hospitalar dopaciente não internado e do paciente internado na Unidade de Terapia Intensiva e/ou Enfermaria. Custo pós-hospitalar: a soma dos custos com reabilitação, para os casos de seqüela temporária ou definitiva, com procedimentos, medicamentos, transporte, equipamentos e outros. Custo de remoção/translado: custo de remoção da vítima fatal ao Instituto Médico Legal(IML); e custo de translado terrestre ou aéreo da vítima fatal do IML/hospital ao local do funeral. Essas cobrançasé alvo de discordâncias, entre pessoas. Mas é certo que a medida visa diminuir o número de vítimas em acidentes de trânsito. As sequelas invisíveis dos acidentes de trânsito começam a ser percebidas e estudadas no Brasil, recentemente, no referencial do modelo biomédico e do estresse pós-traumático afirma Maia, (2006) Mudanças de Atitudes Para uma mudança de atitude dos condutores, os órgãos responsáveis pelo trânsito precisam investir em educação e uma fiscalização eficiente, constante e preventiva, aplicando com mais rigor as leis existentes (MORAIS, 2001). Quando se fala em mudança de atitude requer que a sociedade desperte uma análise crítica sobre a importância da responsabilidade que todos têm para a prevenção de acidentes e a preservação da vida no trânsito. Os prejuízos ao corpo e à vida das vítimas, ela deve se conscientizar acerca dos danos psicológicos que os acidentes podem causar às famílias, deixando sequelas irreparáveis pelo resto da vida (MAURO, 2008).

27 27 Essa mudança deve ser no cotidiano, começando dentro de casa, ensinando e explicando aos jovens para que todos sigam às leis e às Normas Gerais de Circulação e Conduta do CTB (Capítulo III). O art. 28 do CTB diz que o condutor deverá, a todo o momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito, mas, no entanto, alguns fazem o contrário quando estão falando ao celular ou dirigindo acima da velocidade da via; art. 30, inciso I do CTB, todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, deverá, se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita sem acelerar a marcha. Segundo o Denatran (2006), A fiscalização eletrônica, por meio dos pardais e barreiras, é importante, mas a presença do agente de trânsito ou do policial rodoviário é fundamental para inibir o condutor a não infringir o CTB e tem efeitos educativos, punitivo e, acima de tudo, preventivo. Por isso, a fiscalização ostensiva, na via urbana ou rural, é muito importante para que a sociedade sinta o Estado presente na forma humana e não somente na forma de máquinas. Investir mais em campanhas educativas, principalmente naquelas que causem impactos, também é essencial. O Estado tem que assumir sua função, garantindo um trânsito seguro e educando o cidadão desde sua infância, para que o número de vítimas do trânsito diminua (MORAIS, 2011). Apesar da Campanha de 2011, em âmbito nacional, pela redução da violência no trânsito, que tem o slogan PARE, PENSE, MUDE, uma iniciativa do Ministério das Cidades, por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que faz parte do movimento PARADA Pacto Nacional pela Redução de Acidentes no Trânsito e está totalmente enquadrada na meta firmada com a Organização Mundial da Saúde. Uma forma de reflexão para toda sociedade, o governo tem que intensificar essa educação por meio de vídeos, palestras e anúncios publicitários, mostrando diversos acidentes trágicos, pois a sociedade tem que visualizar a situação para que esse slogan realmente surta o efeito da mudança de atitude que todos querem, e, assim, compartilhar com o outro slogan do Denatran: o trânsito só muda quando a gente muda.

28 28 3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 Ética A presente pesquisa segue as exigências éticas e científicas fundamentais conforme determina o Conselho Nacional de Saúde CNS nº 196/96 do Decreto nº de 14 de janeiro de 1987 a qual determina as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos: A identidade dos sujeitos da pesquisa segue preservada, conforme apregoa a Resolução 196/96 do CNS-MS, visto que, não foi necessário identificar-se ao responder o questionário. Todos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Foram coletados dados a respeito de Psicologia do Trânsito, obtenção da CNH, dados estatísticos é históricos sobre mulheres no trânsito, para que se possa obter maiores informações sobre a população pesquisada. 3.2 Tipo de Pesquisa O estudo apresentadofoi norteado pela busca de informações e mensuração,trata-se de uma pesquisa quanti/qualitativa, tendo em vista as pesquisas bibliográficas e de campo aqui apresentadas. 3.3 Universo O presente estudoobjetivou-se avaliar 40 pessoas portadoras de CNH (Carteira Nacional de Habilitação) no período de 5 e 18 anos, entre mulheres e homens quesubmeteram à avaliação nas categorias (B, C, D) em uma clínica especializada e credenciada pelo DETRAN-AM da Cidade de Manaus-Am. 3.4 Sujeitos da Amostra O estudo foi realizado com a participação de 40pessoasno processo de renovação de CNH, entre5 e 18 anos de habilitação, com idades variadas.

29 Instrumentos de Coleta de Dados Na coleta de dados utilizou-se um questionário semi-estruturado, somando um total de oito questões. 3.6 Plano para Coleta dos Dados Os participantes foram devidamente informados do que se tratava a pesquisa,assim como objetivos e os procedimentos aplicados. Onde foi entregue para a leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (conforme anexo). Todos os entrevistados mostraram-se atenciosos e participativos. O questionário foi aplicado entre o período de 26/12/2012 e 18/02/ Plano para a Análise dos Dados Após o término das entrevistas, foram analisados os dados a fim de elaborarem-se os dados estatísticos de acordo com as questões aplicadas. Os dados apresentados pelos participantes foram analisados e discutidos a partir do método de analise do discurso segundo Bardin (1977), evidenciando o comportamento dos condutores de veículos.

30 Se o uso do celular enquanto dirigem interfere na concentração RESULTADOS E DISCUSSÕES Abaixo estão os resultados obtidos através da pesquisa campo, baseando-se em dados fornecidos por 40 condutores avaliados (entre homens e mulheres), com faixa etária entre 20 e 75 anos. Conforme o gráfico 04, a maioria dos entrevistados alegaram que,o usodo celular enquanto conduzem um veículo, diminui a concentração e a atenção. Onde se pode dizer que a maioria tem a consciência dos riscos do uso do celular, podendo causara distração momentânea, podendo ocasionar um acidente de trânsito. Gráfico 04 - Resultado percentual da pesquisa sobre o uso do celular enquanto dirige atrapalha a concentração e atenção do motorista. 100% 90% 80% 70% 86% Sim Talvez 60% 50% Não 40% 30% 20% 10% 0% 8% 6% Fonte: Dados da pesquisa. Manaus-AM Mesmo sabendo dos riscos (tendo em vista a questão elaborada), porém, muitos continuam a usar o telefone celular, conforme o gráfico 05, onde revelam que mesmo ciente das consequências, ainda assim se arriscam para atender, fazer chamadas, enviar e receber mensagens de textos. Os dados demonstram também que, além da pouca fiscalização que há no país, revela que é uma questão de conduta, onde as pessoas têm a consciência que estão colocando em riscos a sua própria vida e a vida de outros participantes do trânsito.

31 Percentual entre os entrevistados dos indices de incidentes ocorridos pelo uso do celular ao dirigir 31 Gráfico 05 - Resultado percentual da pesquisa sobre o uso do celular quando está dirigindo. Fonte: Dados da pesquisa Manaus-AM Os resultados apontam que apenas 8% deles, dizem já ter sofrido algum acidente ou susto pelo uso do celular no trânsito, e 92% afirmaram que nunca sofreram incidentes ao conduzir falando ao celular, o que pode significar que muitos usuários subestimam o risco de atender o telefone celular enquanto dirigem, conforme gráfico 06 Gráfico 06 - Resultado percentual da pesquisa sobre envolvimento ou quase envolvimento em algum acidente por causa do uso do celular no trânsito. 100% 90% 92% 80% 70% 60% 50% 40% Nunca sofreram incidentes ao dirigir Sofreram incidentes ao dirigir 30% 20% 10% 8% 0% Fonte: Dados da pesquisa. Manaus-AM

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