PROBLEMAS DE OPERAÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS. Jorge Medeiros Gerente de Operações do Unidade do Macrossitema de Fortaleza

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1 PROBLEMAS DE OPERAÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS 1 Jorge Medeiros Gerente de Operações do Unidade do Macrossitema de Fortaleza

2 CAGECE COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTO DO CEARÁ 2 Criada em 1971 sob a forma de economia mista fará 43 anos em 20 julho/2014 Atuação no Estado do Ceará na distribuição de água tratada e coleta e destinação final de esgotos. Em 2013 alteração na lei de formação da Cagece. Permite exercer quaisquer atividades que guardem relação direta ou indireta com o setor, tanto no Estado do Ceará, como em outro estado ou no exterior. Consultoria técnica, Reuso, Operação de aterros sanitários, Venda de software, Tratamento de esgotos industriais, Geração de energia elétrica (biogás).

3 MAPA DE COBERTURA DE CONCESSÕES MUNICIPAIS MUNICÍPIOS 149 CONCESSÕES 1 OPERAÇÃO S/ CONCESSÃO 34 SAAE s ATUAÇÃO = 81,52%

4 COBERTURA DE ESGOTOS DE FORTALEZA COBERTURA DE ESGOTOS DE FORTALEZA 4 ECONOMIAS UNMTE POPULAÇÃO TOTAL POPULAÇÃO COBERTA ÍNDICE DE COBERTURA 52,75%

5 MACROSSITEMA DE ESGOTOS DE FORTALEZA 5

6 TIPOLOGIA DAS UNIDADES ELEVATÓRIAS E DE TRATAMENTO (145) 6 BACIA DA VERTENTE MARÍTIMA (MACROSSITEMA) 1 EPC 22 EEE SISTEMAS ISOLADOS (61) 61 EEE 19 unidades do tipo lagoa de estabilização; 23 unidades do tipo Reator de Fluxo Ascendente e Manta de Lodo (UASB); 04 unidades do tipo Decanto-Digestor + Filtro Anaeróbio; 01 unidade do tipo Lodos Ativado; 14 unidades do tipo Decanto-Digestor do Programa Minha Casa Minha Vida

7 PREMISSA 7 UMA UNIDADE DE TRATAMENTO DE ESGOTOS BEM PROJETADA E BEM CONSTRUÍDA, ALÉM DE UMA BOA OPERAÇÃO, FUNCIONARÁ DE FORMA ADEQUADA. BOM PROJETO + BOA CONSTRUÇÃO + BOA OPERAÇÃO = FUNCIONAMENTO ADEQUADO

8 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS 8 1. DEFINIÇÃO DA POPULAÇÃO DE PROJETO 1. CRESCIMENTO 2. ÁREAS DE EXPANSÃO 2. CONCEÇÃO DA ETE SEM POSSIBILIDADE DE EXPANSÃO (SEM MODULAÇÃO) 3. LOCALIZAÇÃO INADEQUADADAS UNIDADES DE TRATAMENTO 1. ÁREAS INUNDÁVEIS 2. ÁREA SEM ENERGIA ELÉTRICA (TRIFÁSICA) 3. ÁREAS SEM ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA

9 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS 9 4. ESCOLHA DE TECNOLOGIAS QUE DIFICULTAM A OPERAÇÃO 1. CAIXAS DE AREIA MANUAIS QUANDO TEMOS GRANDES VAZÕES

10 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS ESCOLHA DE TECNOLOGIAS QUE DIFICULTAM A OPERAÇÃO 2. ETE DO TIPO LAGOA DE ESTABILIZAÇÃO DE GRANDE PORTE

11 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS POSICIONAMENTO DAS UNIDADES EM PLANTA QUE DIFICULTAM O ACESSO DOS EQUIPAMENTOS DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA

12 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS FOCO DO PROJETO APENAS NA PARTE HIDRÁULICA 1. FALTA O ITEM DE SEGURANÇA PATRIMONIAL NÃO ADEQUADO A ÁREA DE RISCO 2. FALTA O ITEM DE URBANIZAÇÃO E DRENAGEM 3. FALTA O ITEM DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 4. FALTA O ITEM DE REDE DE ÁGUA INTERNA

13 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS INADEQUADOS 1. TAMPAS DE CONCRETO COM FERRAGEM / QUANDO DEVERIAM UTILIZAR FIBRA

14 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS INADEQUADOS 2. GUARDA CORPO E CORRIMÃO DE FERRO / QUANDO DEVERIAM UTILIZAR FIBRA

15 PROBLEMAS DA ÁREA DE PROJETOS UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS INADEQUADOS 3. GRADEAMENTO EM FERRO QUANDO DEVERIAM UTILIZAR AÇO INOX 304

16 PROBLEMAS DA ÁREA DE OBRAS FALTA DE CONHECIMENTO DO MANUAL DE ENCARGOS DE OBRAS DE SANEAMENTO 2. FALTA DE FISCALIZAÇÃO 3. FALTA DE TREINAMENTO DOS FISCAIS DE CAMPO 4. CONSTRUÇÃO EM DESACORDO COM O PROJETO 5. UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE BAIXA QUALIDADE

17 PROBLEMAS DA ÁREA DE OPERAÇÃO BAIXA QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES (BAIXO SALÁRIO) 2. FALTA DE TREINAMENTO DOS OPERADORES (GRAU DE INSTRUÇÃO) 3. EQUIPAMENTOS DE MANUTENÇAO E LIMPEZA SUBDIMENSIONADOS 4. NÚMERO INSUFICIENTE DE OPERADORES E CONTRATOS PARA MANUTENÇÃO DAS UNIDADES DE TRATAMENTO NÃO EXISTE LINHA DE FINANCIAMENTO PARA MANUTENÇÃO. 5. BAIXA EXECUÇÃO DO PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA (QUANDO EXISTE) 6. BAIXA EXECUÇÃO DO CONTROLE OPERACIONAL DAS ETE S 7. ÁGUA DE CHUVA NA REDE COLETORA 8. VANDALISMO 9. INVASÕES

18 CONCLUSÃO 18 AS ÁREAS ATUAM DE FORMA INDEPENDENTE E O QUE É PROJETADO E CONSTRUÍDO NÃO ATENDE A OPERAÇÃO BAIXO DESEMPENHO OPERACIONAL DAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO

19 PROPOSTA 19 PROJETO INTEGRAÇÃO OBRA OPERAÇÃO

20 MELHORIA 20 PROJETO DESAPROPRIAÇÃO OPERAÇÃO INTEGRAÇÃO LICENCIAMENTO AMBIENTAL OBRA

21 CASO DE SUCESSO ETE CENTRO DE EVENTOS 21

22 CASO DE SUCESSO ETE CENTRO DE EVENTOS 22

23 CASO DE SUCESSO ETE TCM (REUSO) 23

24 PROBLEMAS DE OPERAÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS 24 Jorge Medeiros Gerente de Operações do Unidade do Macrossitema de Fortaleza

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