Conceito, evolução e autonomia do direito penal econômico

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conceito, evolução e autonomia do direito penal econômico"

Transcrição

1 Conceito, evolução e autonomia do direito penal econômico Eduardo Magalhães Ferreira Mestrando em Direito Empresarial pela FDMC, Servidor Público Estadual 1. CONCEITO Uma das características do Direito Penal moderno diz respeito à frequente aplicação à delinquência econômica ou organizada. Chega-se a afirmar que o delito econômico praticado por uma empresa teria se tornado o paradigma para a construção dogmática em Direito Penal. Nesse cenário, destaca-se o Direito Penal Econômico, cujo conceito está intimamente ligado ao conjunto de normas jurídicas que protegem a ordem econômica, devendo esta ser entendida como a regulação jurídica da produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Pode-se ainda dizer que se trata do conjunto de normas jurídico-penais que protegem a ordem econômica, tida como regulação jurídica do intervencionismo estatal na economia. Alguns autores conceituam o Direito Penal Econômico, ainda, como um ramo do Direito Penal, que trata especificamente das infrações contra a ordem econômica, ou seja, seria uma área do Direito Penal que sanciona determinadas condutas que afetam sensivelmente as relações econômicas e lesam bens jurídico-penais, ultrapassando os limites do mero ilícito administrativo-econômico.

2 2 Ora, tratando-se a economia de um campo frágil e vulnerável, ataques contra esta efetivados justificam pronta repreensão, diante do forte reflexo social que causa. Não se pode perder de vista que a sociedade e as empresas são direta e fortemente afetadas com os impactos do desequilíbrio econômico. Dessa forma, torna-se imperioso para o bom desenvolvimento da economia a atuação do Estado, ainda mais diante da fragilidade do poder de autoregulação dos mercados. Portanto, a Constituição da República legitima a intervenção estatal na economia, assim como a intervenção na contenção dos ilícitos econômicos, sejam eles em esfera meramente administrativa, sejam em âmbito penal. Assim, diante da necessidade de um controle efetivo dos ataques à ordem econômica, o ilícito foi repartido de acordo com o bem jurídico, entre penais e não penais. Daí a conclusão de que o Direito Penal Econômico seria o ramo do Direito Penal que trata justamente das infrações contra a ordem econômica. Destarte, uma vez que a economia passar a ser o bem jurídico tutelado pelo Direito Penal Econômico, deve-se afastar de sua área de atuação os demais delitos que atingem interesses outros, ainda que similares, como, por exemplo, os crimes falimentares. 2. Evolução Não obstante se possa encontrar desde a Antiguidade dispositivos que versem sobre matéria penal regulamentando atividades econômicas, o que se convencionou chamar de Direito Penal Econômico teria surgido ao longo do século XX, mais especificamente a partir das mudanças sociais decorrentes do período pós-primeira guerra mundial e crise de 1929.

3 3 Sendo assim, a primeira grande guerra mundial deu início ao surgimento daquilo que, posteriormente, viria a ser o Direito Penal Econômico. Isso porque o Estado viu-se obrigado a intervir no mercado, passando a ser instrumento controlador da vida econômica. Os governos foram acionados para intervir sobre as tragédias decorrentes dos conflitos bélicos, bem como para proteger os Estados que mais sofreram com os ataques de outros países, tornando-se imperiosa a regulação da ordem interna mediante o controle das operações econômicas, para que houvesse equilíbrio e direcionamento legal do capital existente. A crise econômica de 1929 também teve particular importância, pois as mudanças verificadas após aquele evento geraram grandes preocupações de ordem criminológica, como a existência de criminals of the upperworld, constatada por Morris, em 1935, e a elaboração da teoria do White-collar crime, idealizada por Edwin H. Sutherland, em O Direito Penal Econômico, diante desse cenário excepcional, que exigiu maior presença dos Estados Liberais, destinou-se a descrever as condutas que, se praticadas, desestabilizariam a ordem econômica, colocando em risco as demandas sociais e os objetivos dos governos. A exemplo do que ocorreu em diversos países, várias leis foram criadas no Brasil, visando a adoção de medidas de contenção e punição de condutas lesivas ao patrimônio privado e ao patrimônio público. Citam-se, como exemplo: a) Lei nº 8.137/90 (Crimes contra a ordem tributária); b) Lei nº 8.176/91 (Crimes contra a ordem econômica); c) Lei nº 8.429/92 (Improbidade Administrativa); d) Lei nº 4.729/65 (Sonegação Fiscal); e) Lei nº 7.492/86 (Colarinho Branco); f) Lei nº 8.978/90 (Código de Defesa do Consumidor); g) Lei nº 9.034/95 (Crime organizado);

4 4 h) Lei nº 9.613/98 (Lavagem de capitais); i) Lei nº 6.385/76 (Mercado de Valores Mobiliários); j) Lei nº 9.279/96 (Patentes); l) Lei nº /2005 (Recuperação de Empresas e Falência). Não bastasse a influência das guerras sobre os países, o processo de consolidação da democracia nas denominadas transições dos regimes de governos, com a participação de civis nestes, fomentou a regulamentação das condutas ilícitas praticadas no mercado e em esfera pública, haja vista a incidência de grande número de grupos formados para a realização de fraudes, cujos prejuízos, não raramente, eram de grande monta. As conseqüências revelavam inúmeras perdas, tanto para empresas como para o erário público, que deixava de aplicar recursos em políticas básicas. Contudo, o Direito Penal Econômico alcançou patamares mais expressivos e maior relevância científica após a realização em Roma, em 1953, do VI Congresso da Associação Internacional de Direito Penal, quando então a esse ramo do Direito foi atribuída a tutela das atividades econômicas regulamentadas não apenas pelo Estado, mas também por associações profissionais que buscassem o aumento e justa distribuição de bens na sociedade. Na Alemanha, no início de 1972, durante o 49º Congresso de Juristas Alemães e, mais tarde, com a criação de uma Comissão de Experts para a Luta contra a Delinquência Econômica, surgiu um movimento a favor da criminalização de condutas em âmbito econômico, com base nas crescentes críticas ao sistema econômico, no repúdio à conduta de certas empresas, especialmente em matéria de meio ambiente, em escândalos econômicos de grande repercussão na opinião pública, dentre outros fatores. Sendo assim, a regulação jurídica das atividades econômicas desencadeou o surgimento de normas penais que visassem a proteção desta atuação estatal. Isto porque o intervencionismo estatal gerou a crise do liberalismo e mais, o fenômeno da globalização

5 5 tirou desta especialidade do Direito Penal o caráter meramente regional, uma vez que o mundo globalizado trouxe novas formatações para a atividade ilícita: criminalidade supranacional e crime organizado. A verdade é que a estrutura tradicional do Direito Penal não poderia tratar daquela nova criminalidade econômica, uma vez que houve uma mudança considerável nas premissas sociais que orientam a intervenção punitiva. As proteções a bens jurídicos passaram a adquirir novos contornos, como erário, sistema financeiro, ordem econômica etc. Desta forma, o tradicional sistema punitivo deu lugar a uma intervenção agressiva, prevencionista (crimes de perigo abstrato) e até, em determinadas situações, sem qualquer legitimação constitucional. Portanto, com a passagem do Estado Liberal para o Estado Social, surgiu um novo tipo de criminalidade, envolvendo a ordem econômica. Devido às características destas ações, os crimes desta natureza são praticados, via de regra, por pessoas que possuem uma certa respeitabilidade social, devido à posição profissional que ocupam. Normalmente, não se trata de pessoas detentoras de um perfil ameaçador, o que torna ainda mais difícil a investigação para determinação da ilicitude das condutas, bem como a conseqüente responsabilização dos autores. Pode-se afirmar que a Procuradoria-Geral da República (Ministério Público Federal) e a Polícia Federal assumiram fundamental papel de confronto com os grupos criminosos e pessoas individuais que praticam crimes contra a ordem econômica. Em se tratando de crime econômico, tem-se que a atuação ilícita dá com uma maximização organizacional com busca ao enriquecimento indevido, mediante o uso de

6 6 fraudes e dissimulações e incidindo diretamente sobre os fatores motrizes da economia, em especial, camuflando-se em pessoas jurídicas que desenvolvem atividades em várias áreas como tributária, empresarial, trabalhista, cível etc., mas sempre com o objetivo único de obtenção de lucros e lesão à economia. Tal idéia relaciona-se diretamente à existência do crime organizado, pois ampara em forte logística e em avançados métodos de proliferação do crime, isto é, referida visão parte da premissa de que todo crime econômico é amparado em uma sólida reunião de agentes engajados com o propósito de lesar a economia. A partir daí, verifica-se que o ilícito penal econômico surge a partir de uma norma penal tipificando ataques frontais aos pilares fundamentais da atividade econômica, afetando o bom desenvolvimento e evolução da política econômica estatal. Nesta concepção do Direito Penal Econômico, verifica-se a existência de delitos de variadas ordens: a) determinados pela natureza do estatuto social da empresa (falimentares e societários); b) determinados pela natureza da atividade da empresa, podendo ser delitos contra outros sujeitos econômicos (propriedade industrial, concorrência desleal, consumidor, relações de trabalho, livre concorrência, ambientais) ou contra instituições (financeiras, tributárias, administração pública, por vezes). Os bens jurídico-penais supra-individuais acompanham essa classificação. Salienta-se que tais crimes também podem ser praticados através ou no interesse de empresas e corporações, por ações orquestradas por seus representantes legais e dirigentes, daí a razão da relevante discussão acerca da responsabilidade penal da pessoa jurídica. Entretanto, existem outros crimes que, não obstante praticados por qualquer pessoa, também podem afetar, lesar ou colocar em perigo o normal funcionamento do sistema econômico-financeiro ou de outros interesses coletivos e difusos, tais como evasão de divisas, sonegação fiscal, omissão de recolhimento de tributos, poluição do

7 7 meio-ambiente causada em larga proporção por queimadas irresponsáveis, desmatamento de áreas protegidas etc. 3. Autonomia Na doutrina há quem entenda ser possível a autonomia plena do Direito Penal Econômico em relação ao Direito Penal tradicional, de tal forma que o processo de ruptura se daria em quatro momentos: 1) verifica-se a racionalidade desta nova teoria geral; 2) cria-se uma especial legalidade (aceitação de normas penais em branco, ruptura parcial do princípio da taxatividade e admissão de tipos penais abertos como integração analógica); 3) dá-se novo perfil às definições estruturais do Direito Penal tradicional (tipicidade, ilicitude, culpabilidade, concurso de pessoas, relação de causalidade etc.); 4) reestrutura-se o sistema de penas, em virtude da ineficácia da pena privativa de liberdade. Lado outro, também não se poderia taxar tal autonomia de absoluta, pois a aceitação de tal ideia acarretaria o rompimento com a tradição humanista e liberal do Direito Penal (Righi, 2000). Portanto, o Direito Penal Econômico não poderia simplesmente se isolar em seus fundamentos principiológicos, uma vez que a mudança de perspectiva de proteção de bens jurídicos (do individual para o supra-individual) é a marca da ordenação normativa deste ramo do Direito Penal. Há, aí, uma hipertrofia do sistema penal para atingir esta nova criminalidade. A verdade é que o Direito Penal Econômico trata de um sistema punitivo em evolução que necessita de transformações dogmáticas e político-criminais, todavia não se podendo afastar dos princípios que inspiraram sua formação humanística. Disto conclui-se que não é a absoluta autonomia desta especialização do Direito Penal que resolverá o problema da criminalidade econômica, devendo-se sempre recorrer,

8 8 dentro do possível, a outras disciplinas jurídicas, bem como não se olvidando de manter laços com a ordem constitucional, vale dizer, ao mesmo tempo em que a punição se legitima pela proteção a direitos e garantias fundamentais (definindo os bens jurídicopenais), limita-se a intervenção penal ao respeito a critérios de proporcionalidade, como ofensividade, insignificância, intervenção mínima e ultima ratio. 4. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Arnaldo Quirino de. Síntese de Direito Penal Econômico: conceito, objeto e características da criminalidade econômica. Disponível em 01/08/2012 em ARAÚJO JÚNIOR, João Marcello de. Ilícitos Penais Econômicos. São Paulo: Revista dos Tribunais, s/d. COSTA JÚNIOR, Paulo José da; PEDRAZZI, Cesare. Tratado de Direito Penal Econômico. Vol. I. São Paulo: Revista dos Tribunais, s/d. CRESPO, Aderlan. Direito Penal Econômico. Disponível em 01/08/2012 em co. FRANCO, Alberto Silva; LIRA, Rafael (coordenadores). Direito Penal Econômico: questões atuais. São Paulo: Revista dos Tribunais, LOPES, Luciano Santos. Conceito de Direito Penal Econômico e sua pretensa autonomia. Disponível em 01/08/2012 em publicacao=279. PIMENTEL, Manoel Pedro. Direito Penal Econômico. São Paulo: Revista dos Tribunais, PODVAL, Roberto (coordenador). Temas de Direito Penal Econômico. São Paulo: Revista dos Tribunais, PRADO, Luiz Régis. Direito Penal Econômico. São Paulo: Revista dos Tribunais, RIGHI, Esteban. Los delitos económicos. Buenos Aires: Ad Hoc, SILVA SÁNCHEZ, Jesús-María. A expansão do Direito Penal: aspectos da política criminal nas sociedades pós-industriais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.

9 9 SILVEIRA, Renato de Mello Jorge. Direito Penal Supra-individual: interesses difusos. São Paulo: Revista dos Tribunais, SIQUEIRA, Flávio Augusto Maretti. Direito Penal Econômico: notas introdutórias de sua eficácia e delimitação de atuação na dogmática penal. Disponível em 01/08/2012 em SOUZA, Artur de Brito Gueiros (organizador). Inovações no Direito Penal Econômico: contribuições criminológicas, político-criminais e dogmáticas. Brasília: Escola Superior do Ministério Público da União, TIEDEMANN, Klaus. Poder económico y delito: introducción al derecho penal económico y de la empresa. Barcelona: Ariel, 1985.

CONCEITO, EVOLUÇÃO E AUTONOMIA DO DIREITO PENAL ECONÔMICO

CONCEITO, EVOLUÇÃO E AUTONOMIA DO DIREITO PENAL ECONÔMICO CONCEITO, EVOLUÇÃO E AUTONOMIA DO DIREITO PENAL ECONÔMICO Eduardo Magalhães Ferreira Mestrando em Direito Empresarial pela FDMC, Servidor Público Estadual 1. CONCEITO Uma das características do Direito

Leia mais

DIREITO PENAL EMPRESARIAL (ECONÔMICO)

DIREITO PENAL EMPRESARIAL (ECONÔMICO) Faculdade de Direito Milton Campos Reconhecida pelo Ministério da Educação Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Empresarial DIREITO PENAL EMPRESARIAL (ECONÔMICO) Carga Horária: 20 1- Ementa Direito

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Direito Penal Econômico: Notas introdutórias de sua eficácia e delimitação de atuação na dogmática penal Flávio Augusto Maretti Siqueira* INICIAL FORMULAÇÃO DE UM CONCEITO DE DIREITO

Leia mais

Capítulo II Princípios penais e político-criminais

Capítulo II Princípios penais e político-criminais Capítulo II Princípios penais e político-criminais Sumário 1. Princípio da legalidade penal: 1.1. Previsão; 1.2. Origem; 1.3. Denominação e alcance; 1.4. Funções 2. Princípio da fragmentariedade 3. Princípio

Leia mais

AULA 08. CONTEÚDO DA AULA: Teorias da Conduta (cont). Teoria social da ação (cont.). Teoria pessoal da ação. Resultado. Relação de Causalidade Início.

AULA 08. CONTEÚDO DA AULA: Teorias da Conduta (cont). Teoria social da ação (cont.). Teoria pessoal da ação. Resultado. Relação de Causalidade Início. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito Penal / Aula 08 Professora: Ana Paula Vieira de Carvalho Monitora: Mariana Simas de Oliveira AULA 08 CONTEÚDO DA AULA: Teorias da (cont). Teoria social

Leia mais

Pós-graduação em Direito e Processual Penal

Pós-graduação em Direito e Processual Penal Apresentação O Grupo Verbo Jurídico figura hoje como uma das instituições mais completas quando se trata de preparação para Concursos Públicos, também atuando no segmento editorial e de ensino. No campo

Leia mais

SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...15

SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...15 SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...15 DIREITO ADMINISTRATIVO...17 Fernando Ferreira Baltar Neto e Ronny Charles Lopes de Torres 1. Direito Administrativo e o Regime Jurídico-Administrativo...17

Leia mais

PARECER. LEI GERAL DA COPA (Lei nº 12.663/2012) E PL 728/2011

PARECER. LEI GERAL DA COPA (Lei nº 12.663/2012) E PL 728/2011 PARECER LEI GERAL DA COPA (Lei nº 12.663/2012) E PL 728/2011 ANÁLISE DA PARTE CRIMINAL Adriana Filizzola D Urso Advogada criminalista, graduada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP,

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

CONTADOR JOSE LUIZ VAILATTI. Lei 12. 846/2013 LEI ANTI CORRUPÇÃO EMPRESARIAL

CONTADOR JOSE LUIZ VAILATTI. Lei 12. 846/2013 LEI ANTI CORRUPÇÃO EMPRESARIAL CONTADOR JOSE LUIZ VAILATTI Lei 12. 846/2013 LEI ANTI CORRUPÇÃO EMPRESARIAL Atender às exigências internacionais de combate a corrupção Estimular a prática do compliance. Ética corporativa na administração.

Leia mais

Direito Penal Econômico

Direito Penal Econômico CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO FÁBIO ANDRÉ GUARAGNI Direito Penal Econômico Projeto de Pesquisa Científica que vem sendo desenvolvido em Grupo, no Programa de Mestrado em

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica SOCIEDADES SIMPLES E EMPRESARIAS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ATUAIS. Cácito Augusto Advogado

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica SOCIEDADES SIMPLES E EMPRESARIAS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ATUAIS. Cácito Augusto Advogado TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica SOCIEDADES SIMPLES E EMPRESARIAS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ATUAIS Cácito Augusto Advogado I INTRODUÇÃO Após quatro anos de vigência do Novo Código Civil brasileiro, que

Leia mais

Diálogo das fontes e eficácia dos direitos fundamentais: síntese para uma nova hermenêutica das relações de trabalho

Diálogo das fontes e eficácia dos direitos fundamentais: síntese para uma nova hermenêutica das relações de trabalho 1 Diálogo das fontes e eficácia dos direitos fundamentais: síntese para uma nova hermenêutica das relações de trabalho Renato Rua de Almeida, advogado trabalhista, doutor em direito pela Faculdade de Direito

Leia mais

MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2

MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2 MEDIDA: RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2 16ª P R O P O S T A L E G I S L A T I V A ANTEPROJETO DE LEI Altera a Lei 9.096/95 para prevê a responsabilização dos partidos

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 3.836, DE 2008 Obriga os fornecedores de produtos e de serviços a darem o troco das frações da unidade do Sistema Monetário Nacional

Leia mais

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO

OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO OS TRIBUNAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO Art.º 202º da Constituição da República Portuguesa «1. Os tribunais são órgãos de soberania com competência para Administrar a justiça em nome do povo. (...)» A lei

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA DIREITO ADMINISTRATIVO Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Direito Administrativo: conceito, fontes e princípios. Organização

Leia mais

MESTRADO EM DIREITO EMPRESARIAL Ênfase em Direito Penal Econômico

MESTRADO EM DIREITO EMPRESARIAL Ênfase em Direito Penal Econômico PROGRAMA INTERNACIONAL pós-graduação stricto sensu MESTRADO EM DIREITO EMPRESARIAL Ênfase em Direito Penal Econômico Programa Internacional PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU RESOLUÇÃO E RECONHECIMENTO DO MESTRADO

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA INFRACÇÃO PENAL Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA INFRACÇÃO PENAL Ano Lectivo 2014/2015 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular TEORIA DA INFRACÇÃO PENAL Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE. Agosto, 2014

A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE. Agosto, 2014 A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE Agosto, 2014 Lei Anticorrupção Brasileira: Lei 12.846/2013 Aspectos Gerais: Vigência: Entrou em vigor em 29/01/2014; Será regulamentada. Objetivo: Responsabilizar

Leia mais

Características das Autarquias

Características das Autarquias ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Almir Morgado Administração Indireta: As entidades Administrativas. Autarquias Define-se autarquia como o serviço autônomo criado por lei específica, com personalidade d

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO

I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO 1 I - O DIREITO TRIBUTÁRIO E O DIREITO FINANCEIRO 1- A atividade financeira do Estado 2- O Direito Financeiro e o Direito Tributário 3- A autonomia do Direito

Leia mais

PODERES ADMINISTRATIVOS

PODERES ADMINISTRATIVOS PODERES ADMINISTRATIVOS Os Poderes Administrativos são inerentes à Administração Pública e possuem caráter instrumental, ou seja, são instrumentos de trabalho essenciais para que a Administração possa

Leia mais

O alcance do princípio da culpabilidade e a exclusão da responsabilidade penal

O alcance do princípio da culpabilidade e a exclusão da responsabilidade penal O alcance do princípio da culpabilidade e a exclusão da responsabilidade penal Pedro Melo Pouchain Ribeiro Procurador da Fazenda Nacional. Especialista em Direito Tributário. Pósgraduando em Ciências Penais

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Disciplina Carga Horária Semestre Ano Teoria Geral do Direito Penal I 80 2º 2015. Carga

PLANO DE ENSINO. Disciplina Carga Horária Semestre Ano Teoria Geral do Direito Penal I 80 2º 2015. Carga 1 PLANO DE ENSINO Disciplina Carga Horária Semestre Ano Teoria Geral do Direito Penal I 80 2º 2015 Unidade Carga Horária Sub-unidade Introdução ao estudo do Direito Penal 04 hs/a - Introdução. Conceito

Leia mais

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO EMPRESARIAL PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração Empresarial. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização

Leia mais

BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL

BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL TÉCNICAS CORPORATIVAS DE PREVENÇÃO DA RESPONSABILIDADE PENAL Compliance Criminal técnicas corporativas de prevenção da responsabilidade

Leia mais

INCIDÊNCIA DE QUESTÕES - Ministério Público Estadual. Penal. Tema %

INCIDÊNCIA DE QUESTÕES - Ministério Público Estadual. Penal. Tema % INCIDÊNCIA DE QUESTÕES - Ministério Público Estadual Penal Crimes contra o patrimonio 10,29 Causas de extinção da punibilidade 5,88 Tipicidade 5,88 Estatuto do desarmamento 4,41 Maria da Penha 4,41 Concurso

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Significado de veículo automotor na Lei nº 9.426/96 Eduardo Luiz Santos Cabette* A Lei 9426/96 realizou alterações no Código Penal Brasileiro, interessando-nos neste trabalho especificamente

Leia mais

OFENSIVIDADE PENAL E TIPICIDADE: uma perspectiva conglobada

OFENSIVIDADE PENAL E TIPICIDADE: uma perspectiva conglobada OFENSIVIDADE PENAL E TIPICIDADE: uma perspectiva conglobada Rafaela Santos Cardoso 1 Sumário: 1. Do objeto da tutela penal: nascedouro da norma. 2. Conglobância normativa. 3. Ofensidade penal e conglobância

Leia mais

PARAMETROS DO ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL

PARAMETROS DO ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL 1 PARAMETROS DO ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL Prof.Dr.Luís Augusto Sanzo Brodt ( O autor é advogado criminalista, professor adjunto do departamento de Ciências Jurídicas da Fundação Universidade Federal

Leia mais

2. OBJETIVO GERAL Possibilitar que o aluno tome conhecimento do conceito, das finalidades e da importância do Direito Penal.

2. OBJETIVO GERAL Possibilitar que o aluno tome conhecimento do conceito, das finalidades e da importância do Direito Penal. DISCIPLINA: Direito Penal I SEMESTRE DE ESTUDO: 2º Semestre TURNO: Matutino / Noturno CH total: 72h CÓDIGO: DIR112 1. EMENTA: Propedêutica Penal. Relação do Direito Penal com outras ciências: a criminologia

Leia mais

Garrastazu Advogados

Garrastazu Advogados PROGRAMA DE INTEGRIDADE CORPORATIVA Garrastazu Advogados Constituída a partir de uma história profissional de trinta e cinco anos de experiência na advocacia, a Garrastazu Advogados foi criada em 1999

Leia mais

LEGISLAÇÃO APLICADA A AQUICULTURA

LEGISLAÇÃO APLICADA A AQUICULTURA LEGISLAÇÃO APLICADA A AQUICULTURA C O N T E Ú D O : N O Ç Õ E S D E D I R E I T O : I N T R O D U Ç Ã O A O E S T U D O D O D I R E I T O A M B I E N T A L C A R A C T E R Í S T I C A S D A L E G I S L

Leia mais

INTERVENÇÃO DO ESTADO NO DOMÍNIO ECONÔMICO

INTERVENÇÃO DO ESTADO NO DOMÍNIO ECONÔMICO INTERVENÇÃO DO ESTADO NO DOMÍNIO ECONÔMICO O ESTADO VEIO TENDO, NO DECORRER DO SÉCULO XX, ACENTUADO PAPEL NO RELACIONAMENTO ENTRE DOMÍNIO JURÍDICO E O ECONÔMICO. HOJE, TAL RELAÇÃO JÁ SOFRERA PROFUNDAS

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO

DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO Atualizado até 13/10/2015 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO NOÇÕES INTRODUTÓRIAS Quando se fala em responsabilidade, quer-se dizer que alguém deverá

Leia mais

Evasão de divisas: breves considerações e distinção com o crime de lavagem de dinheiro

Evasão de divisas: breves considerações e distinção com o crime de lavagem de dinheiro Evasão de divisas: breves considerações e distinção com o crime de lavagem de dinheiro Elaborado em 10.2008. Milton Fornazari Junior Delegado de Polícia Federal em São Paulo (SP), Especialista em Direito

Leia mais

INTERESSE PÚBLICO: Supremacia e Indisponibilidade.

INTERESSE PÚBLICO: Supremacia e Indisponibilidade. INTERESSE PÚBLICO: Supremacia e Indisponibilidade. Jaileno Miranda Conceição¹ RESUMO O Direito Administrativo é um ramo do Direito Público composto por órgãos, agentes, e pessoas jurídicas administrativas,

Leia mais

Medidas de Combate à Corrupção e à Impunidade

Medidas de Combate à Corrupção e à Impunidade Medidas de Combate à Corrupção e à Impunidade Âmbito de Discussão Medidas discutidas com: Casa Civil Ministério da Justiça Controladoria-Geral da União Advocacia-Geral da União Ministério do Planejamento,

Leia mais

DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO

DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO DIREITO PÚBLICO E DIREITO PRIVADO DIREITO É UNO E INDIVISÍVEL, contudo sua divisão em direito público e privado é aceita por ser útil e necessária, não só sob o prisma da ciência do direito, mas também

Leia mais

+(',21'2 FLÁVIO AUGUSTO MARETTI SIQUEIRA

+(',21'2 FLÁVIO AUGUSTO MARETTI SIQUEIRA 2129275$7$0(1723(1$/$23257('($50$'()2*2$ 7(1'Ç1&,$'(75$16)250$d 2'23257('($50$(0&5,0( +(',21'2 FLÁVIO AUGUSTO MARETTI SIQUEIRA Estagiário do Ministério Público Federal atuando na Procuradoria da República

Leia mais

RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR E DEVERES DO ADMINISTRADOR

RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR E DEVERES DO ADMINISTRADOR RESPONSABILIDADE DO SERVIDOR E DEVERES DO ADMINISTRADOR A punição administrativa ou disciplinar não depende de processo civil ou criminal a que se sujeite também o servidor pela mesma falta, nem obriga

Leia mais

PARECER N, DE 2009. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO

PARECER N, DE 2009. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO PARECER N, DE 2009 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, sobre o PLS n 260, de 2003, de autoria do Senador Arthur Virgílio, que altera art. 13 da Lei nº 8.620, de 5

Leia mais

DA ILEGALIDADE NO CONTROLE, PELO EMPREGADOR, DO ENDEREÇO ELETRÔNICO ( E-MAIL ) FORNECIDO EM DECORRÊNCIA DA RELAÇÃO DE TRABALHO

DA ILEGALIDADE NO CONTROLE, PELO EMPREGADOR, DO ENDEREÇO ELETRÔNICO ( E-MAIL ) FORNECIDO EM DECORRÊNCIA DA RELAÇÃO DE TRABALHO DA ILEGALIDADE NO CONTROLE, PELO EMPREGADOR, DO ENDEREÇO ELETRÔNICO ( E-MAIL ) FORNECIDO EM DECORRÊNCIA DA RELAÇÃO DE TRABALHO Palavras-chaves: Controle. E-mail. Empregado. Matheus Diego do NASCIMENTO

Leia mais

RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS.

RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS. RELAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM OUTRAS DISCIPLINAS OU CIÊNCIAS. 1. RELAÇÃO COM O DIREITO ADMINISTRATIVO: Classificado no Direito Público Interno, de quem é um de seus ramos, o Direito Administrativo,

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO CURSO

PROGRAMAÇÃO DO CURSO DIREITO PENAL - PDF Duração: 09 semanas 01 aula por semana. Início: 04 de agosto Término: 06 de outubro Professor: JULIO MARQUETI PROGRAMAÇÃO DO CURSO DIA 04/08 - Aula 01 Aplicação da Lei Penal no tempo.

Leia mais

A PEQUENA EMPRESA E A TEORIA DA FLEXIBILIZAÇÃO DIFERENCIADA

A PEQUENA EMPRESA E A TEORIA DA FLEXIBILIZAÇÃO DIFERENCIADA A PEQUENA EMPRESA E A TEORIA DA FLEXIBILIZAÇÃO DIFERENCIADA Renato Rua de Almeida Advogado trabalhista; professor de direito do trabalho da faculdade de direito da pontifícia Universidade católica de São

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br (Artigos) considerações sobre a responsabilidade "penal" da pessoa jurídica Dóris Rachel da Silva Julião * Introdução É induvidoso que em se tratando da criminalidade econômica e

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR JULIANA PULLINO ARTIGO: O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL OU STRICTO SENSU: CONCEITO E PROTEÇÃO LEGAL

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR JULIANA PULLINO ARTIGO: O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL OU STRICTO SENSU: CONCEITO E PROTEÇÃO LEGAL JULIANA PULLINO ARTIGO: O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL OU STRICTO SENSU: CONCEITO E PROTEÇÃO LEGAL Professora Doutora: Mirella D Angelo MESTRADO EM DIREITO UNIMES 2013 O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL

Leia mais

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Capítulo VI Elementos de Conexão 6.1 Considerações iniciais 6.2 Classes de elementos de conexão

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Capítulo VI Elementos de Conexão 6.1 Considerações iniciais 6.2 Classes de elementos de conexão ÍNDICE SISTEMÁTICO Capítulo I Noções Fundamentais e Objeto do Direito Internacional Privado 1.1 Considerações iniciais 1.2 Conceito 1.3 Objeto 1.4 Normas de DIPr na Constituição Federal de 1988 1.5 Direitos

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR COMENTÁRIOS SOBRE A TEORIA DO FUNCIONALISMO PENAL

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR COMENTÁRIOS SOBRE A TEORIA DO FUNCIONALISMO PENAL COMENTÁRIOS SOBRE A TEORIA DO FUNCIONALISMO PENAL Mary Mansoldo 1 Junho/2011 RESUMO: Trata-se de síntese introdutória sobre a Teoria do Funcionalismo Penal. Sem o propósito de aprofundamento, alguns conceitos

Leia mais

CULPABILIDADE RESUMO

CULPABILIDADE RESUMO CULPABILIDADE Maira Jacqueline de Souza 1 RESUMO Para uma melhor compreensão de sanção penal é necessário a análise levando em consideração o modo sócio-econômico e a forma de Estado em que se presencie

Leia mais

A PROBLEMÁTICA CONTEMPORÂNEA DA RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA

A PROBLEMÁTICA CONTEMPORÂNEA DA RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA A PROBLEMÁTICA CONTEMPORÂNEA DA RESPONSABILIDADE PENAL DA PESSOA JURÍDICA CLÁUDIO RIBEIRO LOPES Mestre em Direito (Tutela de Direitos Supraindividuais) pela UEM Professor Assistente da UFMS (DCS/CPTL)

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular TEORIA DA LEI PENAL (02317)

Leia mais

DIREITO PENAL I. Prof. Mário Miguel da Rosa Muraro mario@muraro.adv.br

DIREITO PENAL I. Prof. Mário Miguel da Rosa Muraro mario@muraro.adv.br DIREITO PENAL I Prof. Mário Miguel da Rosa Muraro mario@muraro.adv.br 3º Semestre Sistema de Avaliação: Prova Parcial em 03.05.2012 Prova Final em 05.07.2012 Participação: Aula e Trabalhos Prof. Mário

Leia mais

Parte I - Conceitos Fundamentais, 1

Parte I - Conceitos Fundamentais, 1 Parte I - Conceitos Fundamentais, 1 1 O Estado e o poder-dever de punir, 3 1 O Estado e o direito, 3 1.1 Explicação preliminar, 3 1.2 Identidade entre Direito e Estado: a tese de Kelsen, 4 1.3 Distinção

Leia mais

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE compilações doutrinais RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE Carlos Barbosa Ribeiro ADVOGADO (BRASIL) VERBOJURIDICO VERBOJURIDICO

Leia mais

O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO P NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE

O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO P NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE O PAPEL DO MINISTÉRIO PÚBLICO P NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS RELATIVAS ÀS FUNÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público: I- promover,

Leia mais

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional?

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? L F Ladir & Franco A D V O G A D O S RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? Túlio Arantes Bozola Advogado - Ladir & Franco

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE HISTÓRICO DA PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO BRASIL PERÍODO COLONIAL 1551 - fundada no Brasil a primeira Casa de Recolhimento: gerida pelos jesuítas, objetivava

Leia mais

A ILEGALIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL POR MILITAR DA ATIVA O excesso legislativo da norma penal

A ILEGALIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL POR MILITAR DA ATIVA O excesso legislativo da norma penal A ILEGALIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL POR MILITAR DA ATIVA O excesso legislativo da norma penal Art. 204 do CPM e outros diplomas legais Por: Euclides Cachioli de Lima. Muitos são os doutrinadores que

Leia mais

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio...

ÍNDICE. Alguns estudos do autor... Prefácio... ÍNDICE Alguns estudos do autor................... Prefácio..................................... 5 11 Capítulo I - CONCEITO DE DIREITO TRIBUTÁRIO 1. Direito financeiro e direito tributário........ 23 2.

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO I

DIREITO ADMINISTRATIVO I UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE DIREITO DIREITO ADMINISTRATIVO I 2.º Ano Turma B PROGRAMA DA DISCIPLINA Ano lectivo de 2011/2012 LISBOA 2011 Regente: Prof. Doutor Fausto de Quadros ELEMENTOS DE ESTUDO

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. DISCIPLINA: DIREITO DO CONSUMIDOR PROFESSORA: IVANA BONESI RODRIGUES LELLIS TURMA: 6º EM PLANO DE CURSO 2014/1

Leia mais

Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 19. PRIMEIRA PARTE - aspectos gerais... 23. Capítulo 1 Noções gerais aplicáveis aos crimes tributários...

Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 19. PRIMEIRA PARTE - aspectos gerais... 23. Capítulo 1 Noções gerais aplicáveis aos crimes tributários... Sumário Prefácio... 15 Introdução... 19 PRIMEIRA PARTE - aspectos gerais... 23 Capítulo 1 Noções gerais aplicáveis aos crimes tributários... 25 1. Infração tributária e crime contra a ordem tributária...

Leia mais

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15 Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações São Paulo, 22/09/15 Nossa Agenda 1. Preocupações atuais no ambiente corporativo 2. Gestão de riscos e controles internos 3. Terceiros

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ARTIGOS 42 E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL

SEGURANÇA PÚBLICA ARTIGOS 42 E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL SEGURANÇA PÚBLICA ARTIGOS 42 E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Segurança Pública, no entendimento do professor Orlando Soares (in Comentários à Constituição da República Federativa do Brasil), traduz o estado

Leia mais

o mpf/sp e a unifesp notas para a audiência pública

o mpf/sp e a unifesp notas para a audiência pública o mpf/sp e a unifesp notas para a audiência pública unifesp, 23.04.2009 tópicos conhecendo o mpf unifesp e administração pública atuação do mpf/sp na unifesp tutela de direitos coletivos defesa do patrimônio

Leia mais

Doutrina - Omissão de Notificação da Doença

Doutrina - Omissão de Notificação da Doença Doutrina - Omissão de Notificação da Doença Omissão de Notificação da Doença DIREITO PENAL - Omissão de Notificação de Doença CP. Art. 269. Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja

Leia mais

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM CONSULTORIA E PLANEJAMENTO EMPRESARIAL

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM CONSULTORIA E PLANEJAMENTO EMPRESARIAL Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM CONSULTORIA E PLANEJAMENTO EMPRESARIAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em MBA Executivo

Leia mais

TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de

TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de advogados devidamente registrada da Ordem dos Advogados do Brasil sob o nº 15.196, e atual nos mais variados ramos do direito, com atuação preventiva e contenciosa

Leia mais

Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito

Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito Instituto de Ensino Superior de Goiás Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito PLANO DE ENSINO 1. IDENTIFICAÇÃO: CURSO: DIREITO TURMA: 8º SEMESTRE/NOTURNO DISCIPLINA: DIREITO

Leia mais

Grupo de Pesquisa: Analise Econômica do Direito. Projeto de Pesquisa: Analise Econômica do Direito

Grupo de Pesquisa: Analise Econômica do Direito. Projeto de Pesquisa: Analise Econômica do Direito Grupo de Pesquisa: Analise Econômica do Direito Projeto de Pesquisa: Analise Econômica do Direito Professor Responsável: Prof. Dr. Fabio Leandro Tokars Objetivo Geral: Demonstrar que através da análise

Leia mais

DEZ ANOS DA LEI DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE: QUESTÕES CONTROVERTIDAS E A JURISPRUDÊNCIA

DEZ ANOS DA LEI DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE: QUESTÕES CONTROVERTIDAS E A JURISPRUDÊNCIA DEZ ANOS DA LEI DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE: QUESTÕES CONTROVERTIDAS E A JURISPRUDÊNCIA Eladio Lecey Diretor-Presidente, Escola Nacional da Magistratura - AMB Diretor, Escola Brasileira de Direito

Leia mais

Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990

Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990 Sumário Prefácio... 11 Apresentação dos autores... 13 Capítulo 1 Crimes Hediondos Lei 8.072/1990 1. Para entender a lei... 26 2. Aspectos gerais... 28 2.1 Fundamento constitucional... 28 2.2 A Lei dos

Leia mais

LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS

LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS LATROCÍNIO COM PLURALIDADE DE VÍTIMAS ALESSANDRO CABRAL E SILVA COELHO - alessandrocoelho@jcbranco.adv.br JOSÉ CARLOS BRANCO JUNIOR - jcbrancoj@jcbranco.adv.br Palavras-chave: crime único Resumo O presente

Leia mais

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES - Evasão de divisas e lavagem de capitais as alterações da Lei 12.683/12 - Investigação de crimes financeiros - Cooperação jurídica internacional

Leia mais

A ATUAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA APÓS A LEI Nº 12.527/2011 - ACESSO ÀS INFORMAÇÕES FISCAIS

A ATUAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA APÓS A LEI Nº 12.527/2011 - ACESSO ÀS INFORMAÇÕES FISCAIS A ATUAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA APÓS A LEI Nº 12.527/2011 - ACESSO ÀS INFORMAÇÕES FISCAIS DENISE LUCENA CAVALCANTE Pós-Doutora pela Universidade de Lisboa. Doutora pela PUC/SP Mestre pela UFC. Procuradora

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico ETEC PROF. MASSUYUKI KAWANO

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico ETEC PROF. MASSUYUKI KAWANO Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROF. MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ-SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio em Técnico

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

Direitos laborais inespecíficos dos trabalhadores

Direitos laborais inespecíficos dos trabalhadores 1 Direitos laborais inespecíficos dos trabalhadores Renato Rua de Almeida (*) O Direito do Trabalho distinguiu-se do Direito Civil, porque, enquanto o Direito Civil regulou de forma igual e recíproca os

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR É possível um finalismo corrigido? Saymon Mamede Várias teorias sobre o fato típico e a conduta surgiram no Direito Penal, desde o final do século XIX até hodiernamente. A pretensão deste artigo é expor

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES:

RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES: RESPONSABILIDADE CIVIL DOS ADMINISTRADORES: E A CORPORATE GOVERNANCE MARIA DA CONCEIÇÃO CABAÇOS ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO MINHO 18 de Novembro de 2015 PRESSUPOSTOS DA RESPONSABILIDADE CIVIL Para que os

Leia mais

Direito do Trabalho no Tempo

Direito do Trabalho no Tempo Direito do Trabalho no Tempo Mario Paiva DIREITO DO TRABALHO NO TEMPO Art. 2. A lei só dispõe para o futuro, não tem efeitos retroativos Código Civil Francês de 1804 A norma jurídica tem eficácia limitada

Leia mais

Administrativo. Atualidades. Política 53,85 Segurança Pública 30,77 Relações Internacionais 7,69 Educação 7,69. Direito Civil

Administrativo. Atualidades. Política 53,85 Segurança Pública 30,77 Relações Internacionais 7,69 Educação 7,69. Direito Civil INCIDÊNCIA DE QUESTÕES - Delegado Federal Administrativo Organização-Administração Pública 15,79 Ato Administrativo 15,79 Improbidade Administrativa 15,79 Princípios 10,53 Licitação 10,53 Serviço Público

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 455, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 455, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 455, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014 Aprova o Regulamento do PRÊMIO GUERREIRO RAMOS DE GESTÃO PÚBLICA, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso da competência

Leia mais

7. Tópicos Especiais em Responsabilidade Civil. Tópicos Especiais em Direito Civil

7. Tópicos Especiais em Responsabilidade Civil. Tópicos Especiais em Direito Civil 7. Tópicos Especiais em Responsabilidade Civil Tópicos Especiais em Direito Civil Introdução A Responsabilidade Civil surge em face de um descumprimento obrigacional pela desobediência de uma regra estabelecida

Leia mais

Direito Tributário Nacional: Princípios Constitucionais Tributários. Fontes do Direito

Direito Tributário Nacional: Princípios Constitucionais Tributários. Fontes do Direito PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Direito Professor: Leandro Chiarello de Souza E-MAIL: leandrosouza@conection.com.br Período/ Fase: 5ª

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DE DIREITO PÚBLICO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DE DIREITO PÚBLICO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.399 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DE DIREITO PÚBLICO Código: ADM- 261 Pré-requisito: ----- Período Letivo: 2013.1 Professor:

Leia mais

www.apostilaeletronica.com.br

www.apostilaeletronica.com.br DIREITO PENAL PARTE GERAL I. Princípios Penais Constitucionais... 003 II. Aplicação da Lei Penal... 005 III. Teoria Geral do Crime... 020 IV. Concurso de Crime... 027 V. Teoria do Tipo... 034 VI. Ilicitude...

Leia mais

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor.

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. NOTA TÉCNICA n 3 Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. Alayde Avelar Freire Sant Anna Ouvidora/ANAC

Leia mais

Sumário. (11) 3177-7700 www.systax.com.br

Sumário. (11) 3177-7700 www.systax.com.br Sumário Introdução... 3 Amostra... 4 Tamanho do cadastro de materiais... 5 NCM utilizadas... 6 Dúvidas quanto à classificação fiscal... 7 Como as empresas resolvem as dúvidas com os códigos de NCM... 8

Leia mais

Prevenção e resposta a acidentes ambientais e suas repercussões jurídicas

Prevenção e resposta a acidentes ambientais e suas repercussões jurídicas Prevenção e resposta a acidentes ambientais e suas repercussões jurídicas JURIDICO JURIDICO DE SERVIÇOS COORDENADORIA DE DIREITO AMBIENTAL Consultora 31/05/2012 Prevenção X Resposta na esfera jurídica

Leia mais

A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL NA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PORTUGUESA

A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL NA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PORTUGUESA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CRIMINOLOGIA CONDUCENTE AO MESTRADO EM CRIMINOLOGIA A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL NA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PORTUGUESA ÍNDICE

Leia mais

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social:

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social: AULA 2 4. Tipos societários 4.1 Sociedade Simples Se a sociedade simples não optar por outra forma essa é a forma que será a ela aplicada. Esse tipo é também subsidiário aos outros tipos sociais, ou seja,

Leia mais

GRUPO III ESPELHO DE CORREÇÃO CRITÉRIO GERAL:

GRUPO III ESPELHO DE CORREÇÃO CRITÉRIO GERAL: GRUPO III ESPELHO DE CORREÇÃO CRITÉRIO GERAL: Nos termos do art. 20 do Regulamento do Concurso para Ingresso na Carreira do Ministério Público, na correção da prova escrita levar-se-á em conta o saber

Leia mais