APLICABILIDADE DO ARTIGO 475-J DO CÓDIGO DE PROCESSO CVIVIL NO PROCESSO DO TRABALHO

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1 FACULDADES SUDAMÉRICA APLICABILIDADE DO ARTIGO 475-J DO CÓDIGO DE PROCESSO CVIVIL NO PROCESSO DO TRABALHO Maria Geralda Lopes Costa CATAGUASES 2010

2 MARIA GERALDA LOPES COSTA APLICABILIDADE DO ARTIGO 475-J DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL NO PROCESSO DO TRABALHO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Graduação em Direito das Faculdades Sudamérica como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em Direito. Orientadora: Michelle Felipe Camarinha de Almeida Cataguases 2010

3 AGRADECIMENTOS A Deus, que nos faz acreditar que ainda vale a pena. À minha orientadora, Dra. Michelle Camarinha, que indicou os rumos da pesquisa, agindo sempre com paciência, boa vontade e simpatia que lhe são características. Sua competência, dedicação, compreensão e profissionalismo durante todo o curso foram incentivos a mais que me fizeram me apaixonar pelo Direito do Trabalho. Ao meu marido Luzimar, interlocução atenta a todo instante, que sabe caminhar com leveza pelo lado de dentro do pensamento. Ele que me deu força para resistir e encontrar em mim sabedoria para aceitar, competência para assimilar novos conhecimentos e coragem para mudar. Às minhas colegas Ana Luiza, Alexandra, Romilda, Maria Aparecida, Cláudia, Bianca, Heloisa, colegas de todos os tempos e salas, por dividirem a vontade de saber e irem além das palavras e das coisas. Ao meu filho Yuri, que soube lidar com paciência e disposição de espírito com a difícil luta pelas ausências maternas causadas pela insana dedicação para atingir a meta de obter não apenas um certificado, mas consciência de uma profissão. Ao meu pai e a minha mãe, pelo amor e carinho que a mim sempre foram dedicados. Aos irmãos, sobrinhos, enfim, a todos os familiares que direta ou indiretamente contribuíram para que esse sonho se tornasse realidade.

4 Nossos planos fracassaram porque não tinham objetivos. Quando um homem não sabe a que porto deseja chegar, nenhum vento é o vento certo. (Sêneca)

5 RESUMO A possibilidade de aplicação do novo artigo art. 475-J do Código de Processo Civil no processo de execução trabalhista tem gerado controvérsias entre os doutrinadores, uma vez que há aqueles que afirmam que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já possui um procedimento simplificado e específico para este fim. Os que adotam tal posicionamento defendem a tese de que a atitude do devedor diante do título executivo judicial e sua resistência jurídica ao adimplemento da obrigação são os reais motivos dos entraves aos atos que daí derivam, uma vez que inexiste qualquer omissão por parte da sistemática adotada na execução no campo do direito do trabalho. Entretanto, existe uma parte dos estudiosos do direito que questiona se o referido procedimento celetista ainda se mostra eficiente e suficiente aos anseios e necessidades da sociedade atual. A realidade enfrentada pelos trabalhadores que aguardam anos, se não décadas, para receberem seus créditos, então já reduzidos pelas perdas ocasionadas pela inflação e outras situações econômicas adversas, a dificuldade enfrentada pelos juízes do Trabalho para a efetivação do direito declarado, a peregrinação de advogados e servidores na busca de bens, deixam evidente a necessidade de novos rumos, tendo em vista que na conjuntura que hoje vigora, os devedores têm mesmo que apostado na demora da burocracia processual para se esquivarem do adimplemento da obrigação. Palavras-chave: ARTIGO 475-J CPC PROCESSO TRABALHO EXECUÇÃO.

6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO O DIREITO E O DIREITO DO TRABALHO O Direito e Suas origens O Direito Trabalhista em suas origens no Brasil O trabalho O surgimento do Direito do trabalho no Brasil O DIREITO PROCESSUAL TRABALHISTA O Processo de Execução Trabalhista A Hermenêutica no preenchimento das lacunas no Processo do Trabalho O ARTIGO 475-J CPC E SUA APLICABILIDADE NO DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Análise Crítica do novo procedimento de execução previsto no Código de Processo Civil Análise Crítica do procedimento de execução previsto na CLT frente à lei / A Desnecessidade de Citação na Execução: posicionamento sobre a aplicação ao Processo do Trabalho A Multa de 10% do art. 475-J do CPC Sobre a Aplicação do art. 475-J do CPC ao Processo do Trabalho Análise da Polêmica à luz do inciso LXXVIII do art. 5º da Constituição Federal de APLICABILIDADE DO ARTIGO 475-J DO CPC NA 3º SUB-REGIÃO DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO MG (3ª REGIÃO) CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 32

7 6 INTRODUÇÃO O presente trabalho fundamenta-se na análise do art. 475-J do Código de Processo Civil e a viabilidade de sua utilização na fase de execução em sede de processo trabalhista, a despeito da existência de normas próprias inseridas dentro da Consolidação das Leis Trabalhistas. Não obstante o fato de que até bem pouco tempo o Tribunal Superior do Trabalho (TST) houvesse assumido posicionamento contrário à aplicação do dispositivo objeto desta pesquisa, sustentando que a CLT já dispõe de mecanismos próprios relativos aos trâmites da execução trabalhista, o que se tem observado, na prática, é que muitos juízes de primeiro grau têm se mostrado propensos à utilização da norma ora em questão, confirmando a importância dos estudos em torno da matéria. Para que se compreenda a relevância do Direito do Trabalho e, consequentemente, as suas particularidades, dentre elas o uso subsidiário de normas pertencentes a outros ramos do Direito, procurou-se abordar, primeiramente, as origens históricas do Direito enquanto gênero, para que depois fosse esmiuçado o Direito do Trabalho, adotando-se, para isso, uma ótica constitucionalista, baseando-se, principalmente, nos princípios da dignidade da pessoa humana. Na sequência, foi tratado o Direito Processual Trabalhista, bem como a hermenêutica do Direito Trabalhista, imprescindível ao entendimento do tema proposto, já que a questão da utilização do art. 475-J do CPC envolve, sobretudo, problemas interpretativos, e que se completa com a análise das lacunas existentes no art. 769 da CLT, o que abre margem à adoção do dispositivo civilista. Por fim, de forma a elucidar quaisquer dúvidas sobre a aplicabilidade do art. 475-J do CPC no Processo Trabalhista, buscou-se trazer os argumentos favoráveis e contrários a isso, para que, então, fosse concluído o trabalho.

8 7 1 O DIREITO E O DIREITO DO TRABALHO 1. 1 O DIREITO E SUAS ORIGENS Tradicionalmente, o Direito Romano despontou sob a forma de um conjunto de regras jurídicas que vigoraram em Roma e nos territórios submissos à dominação do Império Romano, desde a fundação daquela cidade-estado, em 754 a.c, até a morte do Imperador Justiniano, no ano de 565 d.c. 1 Almeida, Veríssimo e Barata informam que nas épocas mais remotas da História, o Direito era considerado como expressão da vontade divina. Durante esse período, direito e religião se misturavam, possuindo a classe sacerdotal o monopólio do conhecimento jurídico. Esclarecem, ainda, os referidos autores, que o Direito Romano definia o Direito como a arte do bom e do justo, demonstrando, novamente, a confusão entre duas esferas distintas, quais sejam, a moral e o Direito. 2 Marco Fridolin Sommer Santos se utiliza do brocardo latino Ubi societas, ibi ius, cujo significado identifica que onde há sociedade, há o direito. Entretanto, salienta que nem sempre onde há sociedade e direito, há ciência do direito. Para o mencionado autor, a jurisprudência ou ciência do direito é uma criação da cultura romana, legado recepcionado pelos países do Civil Law, que adotam o chamado sistema romano-germânico em oposição aos países do Common Law. No direito romano, a palavra ius foi utilizada como significado ora de direito objetivo, ora de direito subjetivo. 3 Leon Pomer afiança que o direito é responsável pelo cumprimento da lei e sua importância já era sentida desde a Antiguidade, pois quando um grupo se constitui, se destaca e obtém facilidades e privilégios, se faz uma diferenciação social. 4 Neste aspecto, Giordani pontua ser notável a elaboração do direito Romano obtido através de um trabalho árduo e conciso, em que regia a vida pública e privada dos romanos, bem como das suas normas jurídicas e dos seus códigos legislativos que foram reproduzidos e 1 DIAS, Bruno Smolarek. Organização Política do Estado Contemporâneo. Disponível em: <http://www.fag.edu.br/professores/solange/publica%c7%d5es/organiza%e7%e3o%20pol%edtica%20do %20Estado%20-%20FINAL.pdf>. Acesso em: 16 nov ALMEIDA, Clarissa Costa de; VERÍSSIMO, Cassiano Lúcio Lisboa e BARATA, Marcelo Cunha. Práticas Jurídicas: Aspectos Históricos. Disponível em: <http://www.viajus.com.br/viajus.php?pagina=artigos&id=464&idareasel=1&seeart=yes>. Acesso em: 24 ago SANTOS, Marco Fridolin Sommer. Direito Romano I Direito das Pessoas. Disponível em: <http://www.direito.ufrgs.br/pessoais/marco/dir02214/pessoas.pdf>. Acesso em: 20 ago POMER, Leon. O surgimento das nações. 8. ed. São Paulo: Atual, p. 11.

9 8 se encontram presentes no sistema atual. Devido a esses aspectos, o autor considera que o Direito Romano se constitui numa verdadeira revolução na forma de pensamento jurídico. 5 Comparando-se o Direito Romano com o atual Direito vigente, percebe-se que a separação entre direito público e privado, bem como os ramos pertencentes a cada um deles, modificou-se com o passar dos tempos. Todavia, alguns desses conceitos já norteavam a organização dos estados na era clássica. O que se encontra hoje são normas mais rebuscadas e detalhadas, de forma a se adequarem a determinadas áreas específicas O DIREITO TRABALHISTA EM SUAS ORIGENS NO BRASIL Para uma melhor compreensão do Direito do Trabalho e de como se chegou aos seus princípios-base, faz-se necessária uma breve explanação sobre o trabalho como objeto de estudos sociológicos, gerador de capital e, ao mesmo tempo, de diferenças sociais O trabalho - Segundo Karl Marx, os homens criam e reproduzem sua existência na prática diária quando respiram, buscam alimento, abrigo, amor, etc. Fazem isso atuando na natureza, tirando proveito dela, transformando-a conscientemente com este propósito. Essa interação entre o homem e a natureza é, e ao mesmo tempo produz, a evolução social. É a reaçização de trabalhos. 7 Destarte, consoante a teoria marxista, o trabalho se constitui em uma manifestação da liberdade humana, da capacidade de criar a própria forma de existência específica. Não se trata, todavia, de uma liberdade infinita, tendo-se em vista que a produção está sempre relacionada às condições materiais e às necessidades já criadas, e estas condições atuam como fatores limitativos em qualquer fase da história. 8 Hawi explica que a dinâmica do trabalho é a própria dialética entre objetivação e apropriação, pois é a atividade fundamental com base na qual vai sendo construída a realidade social. Historicamente, há uma diferenciação qualitativa entre a realidade social e a realidade biológica, pois o homem é, antes de qualquer coisa, um ser vivo e a partir de tal entendimento é que se desenvolve sua realidade social, isto é, quando ele passa a conviver com os demais. Assim sendo, pode-se afirmar que o trabalho é a materialização da dinâmica da vida humana 5 GIORDANI, Curtis. Direito Penal Romano. Rio de Janeiro: Lumen Iuris, p QUEIROZ, Patrícia. A importância do surgimento do direito e sua influência nas organizações atuais. Disponível em: <http://www.coladaweb.com/direito/a-importancia-do-surgimento-do-direito-e-sua-influencianas-organizacoes-atuais>. Acesso em: 24 ago MARX, Karl apud TAFFAREL, Celi Zulke; BARROSO, Geraldo. Crítica à organização do processo de trabalho pedagógico no ensino superior. Disponível em: <http://www.adupe.org.br >. Acesso em: 25 ago Ibidem.

10 9 na terra, seja ele físico ou intelectual, 9 podendo ser visto, também, como o elemento diferenciador entre os seres humanos e os demais seres vivos; é a atividade pela qual o homem transforma a natureza e a si próprio O surgimento do direito do Trabalho no Brasil - Conforme relata Pereira, o Direito do Trabalho, mundialmente, começou a tomar formas no final do século XIX. 11 O Papa João Paulo II, comemorando os 100 anos da Rerum Novarum, sobre as dificuldades passadas por pessoas carentes de uma regulamentação do trabalho à época, assim explicou, in verbis: O trabalho tornava-se uma mercadoria, que podia ser livremente comprada e vendida no mercado, e cujo preço era determinado pela lei da procura e da oferta, sem atentar para o mínimo necessário ao sustento vital da pessoa e sua família. E, na maior parte das vezes, o trabalhador nem sequer estava seguro de conseguir vender desse modo a própria mercadoria, vendo-se ameaçado continuamente pelo desemprego o que significava, na ausência de qualquer forma de previdência social, o espectro da morte pela fome. 12 O autor enfatiza ter sido com esta inspiração humanitária que surgiu o Direito do Trabalho, pois, como anotado por Leão XIII, lembrado por João Paulo II, se deixado ao sabor das leis do mercado, o trabalhador ficaria ao desamparo, aviltado em sua dignidade de homem e de cidadão, e, na visão dos Pontífices, a degradação também se dirige a quem foi feito à imagem e semelhança de Deus. 13 Nos estudos de Santos, percebe-se que a necessidade de uma maior participação do Estado no processo de conciliação entre trabalho e capital faz com que o social se aproxime mais dos aspectos políticos e econômicos. No Brasil, a partir de 1930, o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio deu início a uma política de valorização do trabalho e do capital, tendo-se em vista que o sucesso de um refletia-se na eficácia do outro, como um modo sui generis de interação entre os fatores sociais e econômicos. Para o mencionado autor, os problemas sociais aparecem como consequência das relações de produção, os quais 9 HAWI, Mona Mohamad. Sentidos da Atividade de Ensino de Professores Universitários: Contribuições da Teoria da Atividade. Tese apresentada como exigência parcial para obtenção do título de Doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem à Comissão Julgadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, p MARX, Karl; ENGELS, F. Textos. São Paulo: Sociais, p PEREIRA, José Luciano de Castilho. Rumos do Direito do Trabalho. Disponível em: <http://www.tst.gov.br/artigosjuridicos/gmlcp/rumosdodireitodotrabalho.pdf>. Acesso em: 12 set Ibidem. 13 Ibidem.

11 10 deveriam ser atenuados com a criação desse Ministério, ao propor alternativas para resolver os conflitos entre trabalho e capital. 14 Brancatelli, por sua vez, explica que Getúlio Vargas criou o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio e a Justiça do Trabalho para arbitrar conflitos entre patrões e empregados. Fez isso instituindo uma extensa legislação de caráter assistencialista para o proletariado urbano, apresentando-se como doador dessas leis, as quais foram, inicialmente, incorporadas à Constituição de 1934 e, posteriormente, organizadas na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho ). 15 Vê-se, pois, que a criação do Ministério do Trabalho demonstrou o intuito do Estado em interferir na relação do trabalho com o capital, ampliando seu campo de atuação. Tal ampliação do poder estatal deu-se em vários níveis, sendo a criação do Ministério do Trabalho uma das formas adotadas em prol da intervenção e da centralização de poder. 16 Assim, o Estado, para "superintender a questão social" e "amparar o proletariado", cria um novo órgão ao nível do poder executivo, preenchendo, ao mesmo tempo, novos espaços no cenário político. Para tanto, passa a contar com o apoio de um setor social que não mais poderia ser ignorado. Não se tratava, contudo, de utilizar-se o apoio do proletariado, desprezando-se a força política da classe empresarial. O que se verificou na atuação do Ministério do Trabalho em seus primeiros anos foi uma experiência de fortalecimento do Estado com a utilização alternativa de forças sociais em confronto. 17 A legislação social oportunizou ao trabalhador novas perspectivas de reivindicações dos seus direitos e somente com a criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, é que a legislação social trabalhista passou a ser efetivamente uma prioridade do Estado, que se responsabilizou pela criação dos órgãos responsáveis pelo seu cumprimento, como as juntas de conciliação e julgamento e as comissões mistas de conciliação. 18 Atualmente, o Direito do Trabalho é entendido como o conjunto de normas que regulam as relações de trabalho entre o empregado e o empregador, ocupando-se ainda da condição social dos trabalhadores. O conjunto de leis referente ao Direito do Trabalho recebe o nome de legislação trabalhista e importante parcela dessa legislação encontra-se reunida na Consolidação das Leis do Trabalho, que abarca regras Constitucionais e Leis Especiais que 14 CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil O longo caminho. 11ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p BRANCATELLI, Maria Odette Simão. Política trabalhista na República Velha e na Era Vargas. Disponível em:<http://premedicovest.com/revisoes/historia/3.pdf>. Acesso em: 05 de nov ARAÚJO, Rosa Maria Barboza de. O batismo do trabalho: a experiência de Lindolfo Collor. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p Ibidem. p CARVALHO, José Murilo de. Op. cit.. p. 112.

12 11 dispõem sobre a teoria geral do direito do trabalho, o direito individual do trabalho, o direito sindical ou coletivo, o direito internacional, o direito público e o direito processual do trabalho. Denota-se, assim, que o Direito do Trabalho está estreitamente conectado ao Direito Constitucional, uma vez que este ramo jurídico prevê importantes princípios fundantes do ramo juslaborativo, o qual, por isso, é detentor de status constitucional em nosso sistema jurídico. 19 A constitucionalização do Direito Trabalhista é decorrente de princípios como o da dignidade da pessoa humana e da valorização social do trabalho, insculpidos no art. 1º, incisos III e IV, da CF/88, como fundamentos do Estado Brasileiro e, também, do princípio da função social da propriedade, direito fundamental com previsão no art. 5º, inciso XXIII, da Constituição Federal de 1988, e do princípio da justiça social. Os princípios citados conferem finalidade social não só ao Direito do Trabalho, como também, via de consequência, ao Direito Processual do Trabalho e à execução trabalhista, uma vez que estes são meros instrumentos para realização do direito material. 19 GAMA, Anderson Souza da. Fase de cumprimento da sentença e seus reflexos no Processo do Trabalho: Aplicação do art. 475-J, caput, do CPC. Monografia de conclusão de curso apresentada à Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito à obtenção do título de bacharel em Direito p. 12.

13 conflito. 20 Ao Direito Processual do Trabalho aplicam-se, além dos princípios gerais do 12 2 O DIREITO PROCESSUAL TRABALHISTA Processo é o meio que o Estado tem para prestar uma tutela jurisdicional para a resolução de conflitos ocorridos na sociedade. Já a ação trabalhista é um direito subjetivo, um direito que todo cidadão tem de pedir para o Estado que preste a tutela jurisdicional, ou seja, que resolva e intervenha naquele processo, alguns princípios peculiares. São princípios que orientam toda a atividade processual, no sentido da realização dos direitos do trabalhador que, ao contrário do que ocorre nas relações privadas, onde se pressupõe igualdade entre os litigantes, é parte hipossuficiente da relação processual, sendo latente a desigualdade socioeconômica observada entre a parte obreira e o empregador. 21 Entre tais princípios, cabe destaque àquele considerado como o principal, que é o principio da proteção. Tanto no campo do direito material quanto no campo processual do trabalho, o princípio protetivo visa a dotar o sistema jurídico laboral de regras, institutos e princípios instituidores de desigualdades jurídicas em favor do trabalhador, que compensem a desigualdade socioeconômica fática existente entre as partes litigantes no processo trabalhista. Exemplo da aplicação desse princípio ao campo processual é a obrigatoriedade do depósito recursal pelo empregador, estatuída no art. 899, 4º, da CLT, estando o empregado desobrigado da realização do mesmo. 22 Destaque-se, por oportuno, o princípio da finalidade social, que possibilita ao julgador, na aplicação e interpretação da norma processual, harmonizá-la com o fim social de proteção do trabalho, corrigindo injustiças decorrentes da própria lei e tendo sempre em vista a condição de hipossuficiência do trabalhador na relação processual. Em outras palavras, o princípio da finalidade social autoriza o juiz a realizar uma constante renovação do direito, através da interpretação justa das normas de direito processual 20 TEIXEIRA FILHO, Manoel Antônio. Curso de direito processual do trabalho. São Paulo: LTr, 2010, v. 1. p GAMA, Anderson Souza da. Fase de cumprimento da sentença e seus reflexos no Processo do Trabalho: Aplicação do art. 475-J, caput, do CPC. Monografia de conclusão de curso apresentada à Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito à obtenção do título de bacharel em Direito p LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Curso de direito processual do trabalho. 6 ed. São Paulo: LTr, p. 86.

14 13 do trabalho, possibilitando a quebra da isonomia entre as partes e com o fim de se alcançar a justa aplicação da lei processual; O PROCESSO DE EXECUÇÃO TRABALHISTA No sentido comum, executar é realizar, cumprir, levar a efeito. Juridicamente, a palavra detém significado diverso, mais específico, embora mantendo o sentido de que, uma vez nascida, por ajuste entre particulares ou por imposição sentencial do órgão próprio do Estado a obrigação, deve ser cumprida, atingindo-se no último caso, concretamente, o comando da sentença que a reconheceu ou, no primeiro caso o fim para o qual se criou. 24 Lúcio Rodrigues de Almeida explicita que, a par do processo de conhecimento, surge outro processo, denominado de execução. 25 Para o mencionado autor, executar uma obrigação é dar-lhe cumprimento, isto é, realizar a prestação que incumbe ao devedor. Quando o cumprimento da obrigação ocorre de forma espontânea, a execução é voluntária; se é necessário que o Estado intervenha no patrimônio do devedor de forma coercitiva, tem-se a execução judicial ou forçada. Conforme elucidado pela literatura correlata ao tema, na sistemática processual antiga, a sentença era conceituada no art. 162, 2º, do CPC, como pronunciamento do juiz que extinguia o processo, ou seja, a conceituação era feita conforme a finalidade do instituto. 26 Porém, a partir da vigência da Lei /05, a sentença passou a ser conceituada tendo em vista o seu conteúdo, já que referida lei estabeleceu nova redação para o dispositivo supramencionado, passando a definir sentença como pronunciamento judicial que implica algumas das situações previstas nos art. 267 e 269 do CPC. 27 A nova sistemática também modificou a compreensão do caput do art. 269 do CPC, que não mais prevê a resolução de mérito como forma de finalizar a prestação jurisdicional. Com isso, após a prolação da sentença, o juiz continuará praticando, ainda no processo de conhecimento, atos destinados ao cumprimento da obrigação de pagar estabelecida em sentença. No que tange à classificação da sentença, de acordo com Bebber a CLT é omissa, apenas fazendo menção, em seu art. 850, ao termo decisão, gênero cujas espécies são os 23 LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Op. cit. p PINTO, José Augusto Rodrigues. Execução trabalhista: Estática Dinâmica Prática. 11.ed. São Paulo: LTr, p ALMEIDA, Lúcio Rodrigues de. Execução Trabalhista. Rio de Janeiro: AIDE, p BEBBER, Júlio César. Cumprimento da sentença do processo do trabalho. São Paulo: LTr, p D ÁVILA, Gilmara V. Medeiros. A polêmica aplicação do Art.475-J do CPC no processo do trabalho. São Paulo: LTr, p. 55.

15 14 pronunciamentos judiciais. Considerando-se a inexistência de regulamentação no que se refere ao conceito de sentença dentro dos ditames das normas processuais trabalhistas e sendo esse novo conceito compatível com a principiologia trabalhista, a definição de sentença, oferecida pela Lei /05, é também aplicável ao processo do trabalho. Desse modo, temse que na sistemática processual trabalhista foi instalado o modelo de processo sincrético, pois, como a sentença não tem mais o condão de por fim à prestação jurisdicional, esta tem seguimento, ainda na fase cognitiva, com a realização de atos visando ao cumprimento da obrigação de pagar estabelecida em sentença A HERMENÊUTICA NO PREENCHIMENTO DAS LACUNAS DO PROCESSO DO TRABALHO O vocábulo de origem grega hermeios fazia referência ao sacerdote do oráculo de Delfos. Na mitologia grega, hermeios simbolizava um deus mensageiro alado tido como o descobridor da linguagem e da escrita, Hermes, que era respeitado pelos demais como sendo aquele que descobriu uma forma de compreensão humana no sentido de alcançar o significado das coisas e transmitir aos demais seres. À figura desse deus era vinculada a função de transformação de tudo aquilo que a compreensão humana não alcançava em algo que esta conseguisse compreender. 29 De Plácido e Silva explica que o termo hermenêutica é utilizado na técnica jurídica para assinalar o meio ou modo por que se devem interpretar as leis, a fim de que se tenha delas o exato sentido ou o fiel pensamento do legislador. 30 Mussetti explica que a Hermenêutica Jurídica permite interpretar o ordenamento jurídico dando-lhe um novo significado que, muitas vezes, não foi nem mesmo buscado pelo próprio legislador. O estudioso ainda infere que à Hermenêutica Jurídica cabe reconhecer os valores que estão subjacentes à letra da lei e, mais que isto, cuidar para que esses valores continuem direcionados para a causa do homem e da sociedade. 31 Por fim avalia que a Hermenêutica Jurídica só se justifica quando serve à dignidade e à natureza humana. Todavia, em não servindo à dignidade e à natureza humana, pode ser 28 BEBBER, Júlio César. Op. Cit., p GRUNWALD, Astried Brettas. Uma visão hermenêutica comprometida com a Justiça. Disponível em: <www.jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=4351>. Acesso em: 12 mar SILVA, de Plácido e. Vocabulário Jurídico. Rio de Janeiro: Forense, 1989, v. II. p MUSSETTI, Rodrigo Andreotti. Os Estudos De Hans-George Gadamer, o pensamento de Santo Tomás de Aquino e a hermenêutica jurídico-ambiental. Disponível em: <http://www.buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/buscalegis/article/viewfile/26361/25924>. Acesso em: 4 nov

16 15 utilizada para justificar verdadeiros absurdos jurídicos que, na maioria das vezes, em sendo legalizados, transformam-se em formas de exploração econômica, social e política. 32 A matéria pertinente à hermenêutica dentro do processo trabalhista é muito importante diante das lacunas observadas dentro de certas partes da CLT. O art. 769 da CLT é um desses casos. Para Leite, a regra insculpida no art. 769 da CLT apresenta duas espécies de lacunas quando comparada com o novo processo sincrético iniciado com as reformas introduzidas pela Lei /2005. O citado autor divide tais lacunas em ontológicas e axiológicas. 33 Conforme os ensinamentos daquele doutrinador, não é passível de negação que o desenvolvimento das relações políticas, sociais e econômicas desde a vigência da CLT até os dias atuais demonstram claramente que inúmeros institutos e garantias do processo civil passaram a ter influência direta no processo do trabalho. 34 Como exemplos, podem ser citadas as astreintes, a antecipação de tutela, as multas por litigância de má-fé e por embargos procrastinatórios. Da mesma forma, o progresso técnico decorrente da constatação de que, na prática, raramente é exercido o ius postulandi pelas próprias partes, e sim por advogados cada vez mais especializados na área trabalhista. Tudo isso viria a comprovar a lacuna ontológica. A lacuna axiológica ocorre quando a regra do art. 769 da CLT, ao ser interpretada de maneira literal, mostra-se, por diversas vezes, injusta e insatisfatória em relação ao usuário da jurisdição trabalhista em comparação com as novas regras do sistema do processo civil sincrético, as quais propiciam situação de vantagem, tanto material quanto processual, ao titular do direito deduzido na demanda. Ainda sobre o tema, Leite explica: (...) a transferência da competência material das ações oriundas da relação de trabalho para a Justiça do Trabalho não pode redundar em retrocesso econômico e social para os seus novos jurisdicionados nas hipóteses em que a migração de normas do CPC, não obstante a existência de regras na CLT impliquem melhoria da efetividade da prestação jurisdicional, como é o caso da multa de 10% e a intimação do advogado (em lugar de citação) do devedor para o cumprimento da sentença. 35 Para minimizar as referidas lacunas do art. 769 da CLT torna-se necessária uma nova hermenêutica que propicie um novo sentido ao seu conteúdo devido ao peso dos princípios 32 MUSSETTI, Rodrigo Andreotti. Op. cit. 33 LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Curso de direito processual do trabalho. 6 ed. São Paulo: LTr, p Ibidem. p Ibidem.

17 16 constitucionais do acesso efetivo à justiça que determinam a utilização dos meios necessários para abreviar a duração do processo. Levando-se esse entendimento em conta, tem-se que o processo civil, em virtude das recentes alterações legislativas, passou a consagrar, em muitas situações, a otimização do princípio da efetividade da prestação jurisdicional, de modo que se deve, toda vez que isso ocorrer, colmatar as lacunas ontológicas e axiológicas das regras constantes da CLT e estabelecer a heterointegração do sistema mediante o diálogo das fontes normativas com vistas à efetivação dos princípios constitucionais concernentes à jurisdição justa e tempestiva LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Op. cit. p. 109.

18 17 3 O ARTIGO 475-J CPC E SUA APLICABILIDADE NO DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO Preliminarmente, antes que se adentre na seara da possibilidade de aplicação do art. 475-J do CPC dentro do processo trabalhista, é cabível que se teçam alguns comentários a respeito do dispositivo em tela em suas origens. 3.1 ANÁLISE CRÍTICA DO NOVO PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO PREVISTO NO CÓDIGO DE PPROCESSO CIVIL No processo civil, antes da criação da Lei /05, a liquidação de sentença poderia ser feita por meio de liquidação incidental ou processo de liquidação. Com o advento da mencionada lei, houve uma busca para se eliminar o processo de liquidação de sentença, o qual é, atualmente, somente fase do processo, possuindo dentre seus principais objetivos liquidar, certificar o direito e efetivar a decisão judicial. 37 Luiz Rodrigues Wambier, por sua vez, acredita que o fato de não mais se exigir formalidade, a realização de citação para a angularização da relação jurídico-processual não autoriza que se entenda que se está, no caso, diante de mero incidente processual, integrante de uma ação mais ampla. 38 A liquidação de sentença para pagamento de quantia certa deixou, assim, de ser ação declaratória, passando a ser mero incidente declaratório, sem autonomia do processo principal. Desta forma, não existe mais necessidade de ser instaurado um processo autônomo de execução. A decisão de liquidação, de natureza declaratória e constitutiva, que antes desafiava apelação, transformou-se em decisão interlocutória, atacável via agravo de instrumento. 39 A sentença prolatada conforme o art. 475-J do CPC, como bem assevera Luiz Rodrigues Wambier, possui duas eficácias executivas distintas no que respeita à incidência de medida executiva, é sentença imediatamente executiva; já, em relação á realização da execução por expropriação, é sentença meramente condenatória DIDIER JR, Fredie; Braga, Paula Sarno, OLIVEIRA, Rafael. Curso de Direito Processual Civil. 2.ed. Salvador: JusPodvium, 2008, v. 2. p WAMBIER, Luiz Rodrigues. Sentença civil: liquidação e cumprimento. 3. ed., São Paulo: Revista dos Tribunais, p Exceto na hipótese prevista no 3º. Do art. 475-M do CPC, pois decisão que extingue a execução é atacável via apelação. 40 WAMBIER, Luiz Rodrigues. Op. cit. p. 421.

19 18 Por fim, com as mudanças trazidas pela nova lei, tem-se agora que basta intimar o devedor para cumprir a decisão de liquidação, ou seja, aboliu-se o art. 611 do CPC, o qual preconizava que, uma vez julgada a liquidação, cabia à parte promover a execução, com a citação pessoal do devedor. Como pontua Manoel Antônio Teixeira Filho, 41 o procedimento do cumprimento de da sentença, conforme o art. 475-J, do CPC é, em linhas gerais, o seguinte: a) Não efetuando o devedor o pagamento de forma voluntária, no prazo de 15 dias, da quantia constante da sentença condenatória ou fixada em liquidação, esse montante será, automaticamente, acrescido da multa de dez por cento insculpida no caput. Sendo o pagamento parcial, a multa incidirá sobre o restante ( 4º). Essa penalidade foi instituída com o intuito de estimular o devedor privado a cumprimento espontâneo da obrigação; b) Em seguida, a requerimento do credor, será expedido mandado de penhora e avaliação, cumprindo ao requerente, com vistas a isso, atender ao disposto no art. 614, inciso II, do CPC. Na mesma oportunidade, deverá indicar os bens a serem penhorados ( 3º); c) Do auto de penhora e avaliação o executado será de imediato intimado, na pessoa de seu advogado ou, na falta, de seu representante legal, ou pessoalmente, por mandado ou pelo correio, podendo oferecer impugnação ao título executivo no prazo de quinze dias ( 1º). As matérias possíveis de serem alegadas na impugnação estão enumeradas no art. 475-L. Consoante informa Francisco Antônio de Oliveira, da análise das modificações legislativas pode se perceber que: (...) o processo comum perde o apego ao excesso formal. Caminha para deixar de ser um processo de filigranas, para ser um processo de resultados. O art. 475-J é uma demonstração de maior preocupação com o credor e com a efetividade do comando sentencial. A preocupação com o devedor, para que não se perca o equilíbrio entre as partes e não se permitam atitudes egoísticas, é salutar. Todavia, o credor vem sendo esquecido, transformada a execução numa verdadeira aventura, onde todas as artimanhas são permitidas. 42 Assim, as diferenças existentes entre o processo civil, na questão relativa às execuções por quantia certa, e o processo do trabalho foram, de certa maneira, diminuídas. 41 TEIXEIRA FILHO, Manoel Antônio. O Cumprimento de sentença no processo do trabalho. In: Homenagem aos 30 anos da AMATRA IX. São Paulo: LTr, p OLIVEIRA, Francisco Antônio de. Execução na Justiça do Trabalho. 6. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. 110.

20 ANÁLISE CRÍTICA DO PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO PREVISTO NA CLT FRENTE À LEI /05 Dos 922 artigos da CLT, apenas 20 deles são dedicados à execução trabalhista. O art da CLT admite, nos casos omissos, a utilização subsidiária do processo comum, no que não for incompatível com o processo do trabalho. Diferentemente, o capítulo da CLT referente à execução (capitulo V), em seu art. 889, 44 admite primeiro a utilização do regramento previsto na Lei n , de 22 de dezembro de 1980 (Lei dos Executivos Fiscais LEF), mas também apenas naquilo que não contravir o previsto na CLT. Foi apenas a LEF quem, em seu art.1.047, permitiu a aplicação subsidiária do processo comum. Porém, contraditoriamente, a CLT, no art. 882, 45 determina que a ordem de nomeação de bens à penhora deve observar a ordem preferencial do art. 655 do CPC. 46 A CLT, seguindo idêntica orientação àquela existente no CPC antes da Lei /05, coloca a liquidação de sentença no capítulo da execução, 47 determinando a citação para pagamento ou penhora, 48 ato que põe início à execução. As diferenças mais significativas que persistem entre o processo do trabalho e o atual processo civil na execução, e que merecem continuar sendo aplicadas no processo do trabalho, pois propiciam celeridade, consistem na irrecorribilidade das decisões 43 CLT Art Nos casos omissos, o direito processual comum será fonte subsidiária do direito processual do trabalho, exceto naquilo em que for compatível com as normas desde título. 44 CLT Art.889. Aos tramites e incidentes do processo da execução são aplicáveis, naquilo em que não contravierem ao presente título, os preceitos que regem o processo dos executivos fiscais para a cobrança judicial da dívida ativa da fazenda Publica Federal. 45 CLT Art O executado que não pagar a importância reclamada poderá garantir a execução mediante depósito da mesma, atualizada e acrescida das despesas processuais, ou nomeando bens à penhora, observada a ordem preferencial estabelecida no art. 655 do Código de Processo Civil. 46 CPC Art.655. A penhora observará, preferencialmente, a seguinte ordem: I dinheiro, em espécie ou em depósito ou aplicação em instituição financeira; II veículos de via terrestre; III bens móveis em geral; IV bens imóveis; V navios e aeronaves; VI ações e quotas de sociedades empresárias; VII percentual do faturamento de empresa devedora; VIII pedras e metais preciosos; IX títulos da divida pública da União, Estados e Distrito Federal com cotação em mercado; XI outros direitos (...). 47 CLT - Art Sendo ilíquida a sentença exequenda, ordenar-se-á, previamente, a sua liquidação, que poderá ser feita por cálculo, por arbitramento ou por artigos. 48 CLT Art Requerida a execução, o juiz ou presidente do tribunal mandará expedir mandado de citação do executado, a fim de que cumpra a decisão ou acordo no prazo, pelo modo e sob as cominações estabelecidas ou, quando se tratar de pagamento em dinheiro, inclusive de contribuições sociais devidas à União, para que o faça em 48 ( quarenta e oito) horas ou garanta a execução, sob pena de penhora.

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