Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A"

Transcrição

1 15 TRABALHOS DO CNANS Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A João Gachet Alves Foto: Francisco Alves Lisboa, Janeiro 2004

2 Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A João Gachet Alves Lisboa, Janeiro de 2004 Adaptação gráfica: Francisco Alves, a partir da linha gráfica dos Trabalhos do CIPA. Trabalhos do CNANS, 15 Foto da Capa: Utilização da sonda de jacto de água.

3 Índice Introdução... 3 Participantes... 3 Logística... 3 Descrição da metodologia de trabalho... 6 Objectivos... 6 Primeira fase: materialização dos eixos de trabalho... 6 Segunda fase: medições batimétricas... 7 Terceira fase: sondagens... 7 Registo dos dados e pós-processamento... 8 Análise dos dados... 5 Interpretação dos dados e conclusão Fotografias Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

4 Introdução No âmbito do projecto Ria de Aveiro A e inserida numa estratégia de pesquisa arqueológica sistemática neste local, iniciada em 1996, foi efectuada em Julho e Agosto de 2003, uma campanha de sondagens periféricas da zona original do casco do navio, com o objectivo de se determinar a eventual presença de partes estruturais ainda subsistentes, ou de quaisquer outros tipos de vestígios conexos, situados nas imediações da jazida. Os trabalhos foram efectuados durante aqueles dois meses, em paralelo com a própria campanha de escavação do sítio no âmbito do Projecto Ria de Aveiro A 2000 (FCT), o que requereu uma articulação com a mesma, de modo a não perturbar os trabalhos em curso. O calendário das actividades também foi influenciado pela participação dos membros da equipa envolvida na prospecção em Ria de Aveiro B. As sondagens foram feitas a 24, 25, 28, 29, 30, 31 de Julho e a 1, 7, 12, 13, 14, 18, 19, 20, 21, 22 e 28 de Agosto. Durante este período de 18 dias, foram realizadas sondagens (Fig.1). Participantes A equipa do CNANS envolvida neste trabalho foi constituída pelo signatário e por Miguel Aleluia, coadjuvados pelos arqueólogos brasileiros Paulo Camargo e Flávio Calippo, de 24 de Julho a 13 de Agosto e de 7 de Agosto a 28 de Agosto, tendo também diversos voluntários colaborado nos trabalhos (Leonel Silva, de 29 de Julho a 01 de Agosto; Aurélie Montagne, em 11 de Agosto; Edgar Rodrigues, de 12 de Agosto a 13 de Agosto e Fernando Colaço, de 18 de Agosto a 22 de Agosto). Logística As sondagens na periferia imediata da zona do casco do navio Ria de Aveiro A requereram a utilização da lancha Ariane, do CNANS, para se dispor de um apoio de superfície susceptível de transportar duas motobombas. Estas são por norma fixadas nos painéis instalados para este fim nos cantos traseiros da embarcação e serviram para alimentar, com água sobre pressão, duas lanças-tubos, de aço inox, com de 2 m de comprimento. Graças a este sistema, alimentado pelas motobombas, consegue-se perfurar facilmente os sedimentos, mesmo relativamente compactos, até dois metros de profundidade, sem lesionar materiais arqueológicos mais delicados, como os de madeira, uma vez que a penetração se efectua controladamente e sem esforço. Este equipamento já tinha sido utilizado pelo CNANS em diversas missões e foi copiado há já alguns anos de um modelo semelhante utilizado pelos serviços homólogos do CNANS, de Israel. As tarefas desenvolveram-se tanto em imersão completa (na preia-mar), como em imersão parcial (na baixa mar), o que requereu intermitentemente a utilização de material de mergulho, incluindo escafandro. Para a delimitação das áreas de trabalho tanto como para a definição dos eixos de sondagens foram utilizadas uma série de fitas métricas de fibra de vidro, de estacas de alumínio e de PVC de diferentes comprimentos e um cabo marcado de 0,5 em 0,5 metros. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

5 14/08 18/08 19/08 20/ Q 05 Q 07 Q 09 II IV Q 13 Q 15 Q 04 Q 06 Q VI Q 08 Q 12 Q 14 Q 02 Q 03 VIII Q 16 Q 17 III V VII /08 24/07 25/07 28/07 29/07 29/07 sub 30/07 31/07 X Y m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) I João Gachet Alves Figura 1: planta das sondagens 01/08 07/08 11/08 12/08 13/08 Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

6 Descrição da metodologia de trabalho Objectivos Foram definidos dois objectivos, o primeiro consistindo na elaboração de uma microbatimetria da zona a sondar, e o segundo a realização das sondagens nessa mesma zona. Atendendo à respectiva natureza os dois objectivos fossem cumpridos simultaneamente Primeira fase: materialização dos eixos de trabalho Uma vez que a escavação no âmbito do Projecto Ria de Aveiro A 2000 (FCT) estava a decorrer ao mesmo tempo, a missão de sondagens, beneficiou da existência das quadrículas daquela escavação para definir os eixos de base do sistema de sondagens. Foi assim decidido que o eixo X seria definido pelo eixo E-W das quadrículas e o eixo Y pelo eixo N-S das quadrículas (Fig.2). 10 m II IV VI VIII Q 13 Q 15 Q 04 Q 06 Q 08 Q 01 5 m 0 mq 12 Q 14 Q 02 Q III VII Q 16 Q Sistema de base Figura 2: Planta do sítio com os dois eixos de base e eixos de sondagem. Q 05 0 m 10 m 5 m Q 07 Q m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) As sondagens foram feitas ao longo de linhas paralelas aos eixos. Para materializar estas linhas utilizou-se um cabo marcado de 0,5 em 0,5 metros, fixado entre duas estacas de alumínio. A dificuldade desta operação estava na colocação das estacas. Uma primeira era colocada num dos limites exteriores das quadrículas; e graças a um sistema de mira apontando para a primeira estaca a partir do lado oposto da quadrícula, colocava-se a segunda a 10 m. O cabo marcado era depois esticado entre as estacas com o ponto 0 na primeira estaca (Fig.3 e 4). Após a realização de uma série de medições de batimetría e de sondagens, o cabo-eixo era deslocado paralelamente, 0,5 m para ao lado, conservando exactamente a mesma orientação (Fig.5 e 6). Figura 3: Planta do sítio com os dois eixos de base e eixos de sondagem. Figura 4: vista do alinhamento de duas estacas constituindo um eixo de trabalho. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

7 II IV III VI VIII VII II IV III VI VIII VII João Gachet Alves Sistema de base Sistema de base Q 05 Q 07 Q 09 Q 13 Q 15 Q 05 Q 07 Q 09 Q 04 Q 06 Q 08 Q 13 Q 15 Q 12 Q 14 Q 01 Q 04 Q 02 Q 06 Q 08 Q m 5 m 0 mq 12 Q 14 Q 01 Q 02 Q 03 Q 16 Q 17 Q 16 Q 17 0 m 10 m 5 m m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) X m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) Figura 5: Deslocação dos eixos de trabalho Figura 6: Representação de todos os eixos. Segunda fase: medição batimétricas. As medições batimétricas consistiam na medição da altura de água no ponto de cada sondagem. Esta operação foi sempre efectuada na baixa-mar, sendo o cabo marcado colocado à tona de água e a medida da coluna de água tirada verticalmente. Esta altura era directamente medida com a ajuda de um metro articulado lastrado numa das suas pontas, de modo a ficar na vertical, como um prumo (Fig.4). Em cada fiada, que demorava cerca Figura 4: vista da medição de batimetría com metro articulado. de 5 minutos a fazer, tirava-se também a altura de água do Ponto 0 de referência do sítio, cuja cota absoluta é conhecida. Esta última medida permite corrigir todas as de batimetría (que eram relativas à hora da maré) e obter assim as cotas do fundo relativas ao Ponto 0. Terceira fase: sondagens. As sondagens com lança de jacto de água (Fig.5) foram realizadas tanto na preia-mar, em imersão completa, como na baixa-mar, em imersão parcial. A sonda era colocada verticalmente cada 0,5 m, ao longo do fio marcado, esticado e assente no fundo, e perfurava o substrato até encontrarem camadas não permeáveis ou objectos. Quando a sonda já não conseguia entrar mais, media-se a distância entre o chão e o topo da sonda, e como Figura 5: vista da sonda de jacto de água cada sonda tem 2 m, esta distância subtraída de 2 m corresponde à profundidade da sondagem. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

8 Figura 6: vista da lança de jacto de água a perfurar os sedimentos. Figura 7: vista da lança de jacto de água perfurando os sedimentos. Figura 8: vista da operação de sondagem a superficie. Figura 9: vista da medição da profundidade do furo. Registo dos dados e post-processamento Os dados numéricos correspondentes a cada fiada eram anotados em pranchetas de mergulho e imediatamente após a sessão de medições, todas as pranchetas eram passadas a limpo em fichas de papel e em formato digital em fichas Excel, com referência ao nome da fiada, a data e a altura de água acima ou abaixo do Ponto 0. Os dados recolhidos tiveram que ser corrigidos para poderem ser analisados. Como referido, tornava-se necessário efectuar uma dupla correcção: para se obter a profundidade de cada sondagem, mas também para transformar os dados de batimetria, uma vez que cada cota medida correspondia à altura da coluna de água num momento preciso, e esta altura varia com a maré. Portanto, graças à medição da altura de água acima ou abaixo do Ponto 0, conseguia-se anular a altura da maré (Fig.10). Para ter uma correlação entre a profundidade das sondagens e a batimetría, tinha-se também de corrigir as medidas das sondagens. A soma da batimetría corrigida e da profundidade do furo, corresponde assim à distância vertical entre o fundo do furo e o Ponto 0 (Fig.11). Obtém-se assim uma série de medidas, todas elas relativas ao Ponto 0. Figura 10: Correção das medidas de batimetria Figura 11: Correção das medidas de sondagens Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

9 João Gachet Alves Análise dos dados A lista de todas as medidas não permite uma análise directa, pelo que se decidiu recorrer a um programa informático específico, o Surfer 8, para se obterem representações gráficas desses dados. A única dificuldade consiste em escolher um método de interpolação dos dados, pelo Surfer, que seja a mais adaptada à representação de cotas altimétricas. Experimentámos vários métodos e verificou-se que o método por defeito permitia fazer uma interpolação cuja representação gráfica era a mais legível. Escolhemos três tipos de representação gráfica, a planta em curvas de níveis (Fig.12 e 13), o modelo 3D reticular (Fig.14 e 15) e o modelo 3D com texturas aplicadas (Fig.17 e 18). Figura 12: planta da batimetría representada com curvas de nível. Figura 13: planta das sondagens representadas com curvas de nível. Figura 14: planta da batimetría representada em modelo 3D reticular. Figura 15: planta das sondagens representada em modelo 3D reticular. Figura 14: planta da batimetría representada em modelo 3D com texturas aplicadas. Figura 14: planta da sondagems representada em modelo 3D com texturas aplicadas. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

10 Interpretação dos dados e conclusão Apesar dos quase três milhares de sondagens efectuadas que permitiram cobrir cerca de 70% da área projectada (a W, a N e a E), e da sua apertada malha, à excepção de algumas batidas bastante superficiais e correspondentes a cerâmicas da carga derramada, não foram localizados quaisquer elementos estruturais do casco do navio, ou outros com ele correlacionáveis, o que parece, numa primeira reflexão, corresponder ao facto das partes mais enterradas do navio estarem a menos de um metro da superfície, e de este ter assentado no fundo inclinado à ré e sobre estibordo razão porque as estruturas de proa e de bombordo, com tudo o resto, terão desaparecido com o tempo, por terem ficado mais expostas. No entanto, a zona noroeste apresenta algumas anomalias recorrentes. Esta zona revela um fundo bastante regular e homogéneo, ao contrário do que revelam as plantas 3D das sondagens, cujo subsolo é constituído por diferentes camadas de densidade variável, algumas delas suficientemente para não permitir a respectiva perfuração com a sonda. Este facto não autoriza a pensar que estas anomalias estão ligadas a presença de eventuais vestígios, como se confirmou. No entanto, este facto constitui a comprovação da existência de uma perturbação na homogeneidade dos sedimentos, cuja causa se pretende interpretar ulteriormente a nível geo-sedimentológico. Resta, por segurança e por método, respeitar o princípio da exaustividade, pelo que em 2004 se deverá concluir este programa de sondagens, fazendo-o incidir na zona periférica a N e NW, a única que ficou por sondar. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

11 Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

Física e Química A. Actividade Prático-Laboratorial 1.3 Salto para a piscina

Física e Química A. Actividade Prático-Laboratorial 1.3 Salto para a piscina Física e Química A Actividade Prático-Laboratorial 1.3 Salto para a piscina Ano lectivo de 2009/2010 Índice Sumário 3 I Relatório 1.1. Objectivos.. 4 1.2. Planeamento 5 1.3. Execução. 6 1.4. Resultados

Leia mais

Relógio de Sol. Foto do relógio solar em Alverca

Relógio de Sol. Foto do relógio solar em Alverca Relógio de Sol A ideia da construção de um relógio solar foi uma proposta que desde logo nos despertou muito interesse e curiosidade. Todos estávamos curiosos em saber se as horas solares coincidiriam

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil Implantação de Pontos

Departamento de Engenharia Civil Implantação de Pontos Departamento de Engenharia Civil Implantação de Pontos Rosa Marques Santos Coelho Paulo Flores Ribeiro 2006 / 2007 1. Implantação A implantação de pontos ou quaisquer outros detalhes consiste na materialização

Leia mais

LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS II GA108

LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS II GA108 LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS II GA108 Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências da Terra Departamento de Geomática Profa. Dra. Regiane Dalazoana LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS II GA108 a) Cálculo de Volumes

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO

RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO Instituto da Água - Direcção de Serviços de Recursos Hídricos Sónia Fernandes, Ana Catarina Mariano, Maria Teresa Álvares, Maria

Leia mais

Lista 2 Espelhos Planos Construções Extensivo Noite

Lista 2 Espelhos Planos Construções Extensivo Noite 1. (Fuvest 2007) A janela de uma casa age como se fosse um espelho e reflete a luz do Sol nela incidente, atingindo, às vezes, a casa vizinha. Para a hora do dia em que a luz do Sol incide na direção indicada

Leia mais

No âmbito do projecto para elaboração

No âmbito do projecto para elaboração >>Boletim do IGeoE N.º 72 Novembro 2010 Levantamento de dados de aeródromos, heliportos e rádio Introdução No âmbito do projecto para elaboração do Manual VFR (Visual Flight Rules), responsabilidade do

Leia mais

Engenharia Hidrográfica: do fio-de-prumo ao sondador multifeixe. Fernando Freitas Artilheiro Divisão de Hidrografia

Engenharia Hidrográfica: do fio-de-prumo ao sondador multifeixe. Fernando Freitas Artilheiro Divisão de Hidrografia Engenharia Hidrográfica: do fio-de-prumo ao sondador multifeixe Fernando Freitas Artilheiro Divisão de Hidrografia Sondagem a prumo Sondagem com sondadores acústicos Sumário Introdução Requisitos mínimos

Leia mais

Mapeamento do Campo Experimental de Geofísica (CEG) da FEUP pelo método da resistividade elétrica

Mapeamento do Campo Experimental de Geofísica (CEG) da FEUP pelo método da resistividade elétrica Mapeamento do Campo Experimental de Geofísica (CEG) da FEUP pelo método da resistividade elétrica Unidade curricular: Projeto FEUP Supervisores: Alexandre Leite Feliciano Rodrigues Jorge Carvalho Monitores:

Leia mais

Modelos de cobertura em redes WIFI

Modelos de cobertura em redes WIFI Departamento de Engenharia Electrotécnica Secção de Telecomunicações Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Comunicação sem fios 2005/2006 Grupo: nº e Modelos de cobertura em redes

Leia mais

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005. Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESTACAS PRÉ-MOLDADAS DE CONCRETO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-10/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Centro de Formação Desportiva de Alfândega da Fé

RELATÓRIO TÉCNICO. Centro de Formação Desportiva de Alfândega da Fé RELATÓRIO TÉCNICO Centro de Formação Desportiva de Alfândega da Fé Trabalho realizado para: Câmara Municipal de Alfandega da Fé Trabalho realizado por: António Miguel Verdelho Paula Débora Rodrigues de

Leia mais

Benefícios da utilização de sondadores interferométricos

Benefícios da utilização de sondadores interferométricos Benefícios da utilização de sondadores interferométricos J. Cruz, J. Vicente, M. Miranda, C. Marques, C. Monteiro e A. Alves 3 as Jornadas de Engenharia Hidrográfica Lisboa, 24 de junho de 2014 Motivação

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESTACAS METÁLICAS Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-08/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a utilização de estacas

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.3. SALTO PARA A PISCINA

ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.3. SALTO PARA A PISCINA ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.3. SALTO PARA A PISCINA Questão: Como projectar um escorrega para um parque aquático, de um, de modo que os utentes possam cair em segurança numa determinada zona da piscina?

Leia mais

C e n t ro O p e r a t i vo e d e Te c n o l o g i a d e R e ga d i o. Laboratório de Testes de Equipamentos de Rega

C e n t ro O p e r a t i vo e d e Te c n o l o g i a d e R e ga d i o. Laboratório de Testes de Equipamentos de Rega C e n t ro O p e r a t i vo e d e Te c n o l o g i a d e R e ga d i o Laboratório de Testes de Equipamentos de Rega C e n t r o O p e r a t i v o e d e T e c n o l o g i a d e R e g a d i o 1 Introdução

Leia mais

EXERCÍCIO - ROMA : Modelar Capitel de uma Coluna Clássica

EXERCÍCIO - ROMA : Modelar Capitel de uma Coluna Clássica FACULDADE DE ARQUITECTURA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA SEMESTRE VIII ANO LECTIVO 2012/2013 MODELAÇÃO GEOMÉTRICA PROFESSOR LUÍS MATEUS RAFAELA MEZEIRO 20091261 MIARQ 4ºE EXERCÍCIO - ROMA : Modelar Capitel

Leia mais

Topografia Aplicada a Terraplenagem

Topografia Aplicada a Terraplenagem Topografia Aplicada a Terraplenagem ALTIMETRIA Nivelamento Geométrico Método das Visadas Extremas PLANIMETRIA Malha Regular PLANIMETRIA IMPLANTAÇÃO DA MALHA REGULAR Equipamentos: 1 Teodolito (Utilizado

Leia mais

PROJETO BÁSICO COM DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DOS MOLHES DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO ARARANGUÁ, MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ (SC)

PROJETO BÁSICO COM DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DOS MOLHES DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO ARARANGUÁ, MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ (SC) PROJETO BÁSICO COM DETALHAMENTO CONSTRUTIVO DOS MOLHES DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO ARARANGUÁ, MUNICÍPIO DE ARARANGUÁ (SC) PRODUTO IV: INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS SONDAGEM EM MAR ABERTO POR JET PROBE Preparado

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA GRUAS TORRE 2 DESCRIÇÃO As gruas torre são máquinas utilizadas para elevação de cargas (por meio de um cabo), e transporte dentro de um raio

Leia mais

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos Sistema topograph 98 Tutorial Módulo Projetos Como abrir um projeto existente _ 1. Na área de trabalho do Windows, procure o ícone do topograph e dê um duplo clique sobre ele para carregar o programa.

Leia mais

DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS. Nuno ALTE DA VEIGA 1

DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS. Nuno ALTE DA VEIGA 1 DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS Nuno ALTE DA VEIGA 1 RESUMO Em regiões de soco cristalino pequenas manchas de depósitos de aluvião existentes localmente

Leia mais

ALGUNS TERMOS TÉCNICOS IMPORTANTES

ALGUNS TERMOS TÉCNICOS IMPORTANTES Topografia Medições de Distâncias ALGUNS TERMOS TÉCNICOS IMPORTANTES Ponto topográfico: É todo e qualquer ponto do terreno, que seja importante e levado em conta na medição da área. Ao final de cada alinhamento

Leia mais

Schlüter -KERDI-BOARD Base de aplicação, placa de construção, impermeabilização conjunta

Schlüter -KERDI-BOARD Base de aplicação, placa de construção, impermeabilização conjunta Base de aplicação, placa de construção, impermeabilização conjunta A base universal para a aplicação de cerâmica No ponto! Seja no caso de mosaicos ou cerâmicas de grande formato, o que é decisivo para

Leia mais

Folha de Cálculo TECNOLOGIAS DA T IINF CO RM 1 A 0 ÇÃO E COMUNICAÇÃO TIC 10

Folha de Cálculo TECNOLOGIAS DA T IINF CO RM 1 A 0 ÇÃO E COMUNICAÇÃO TIC 10 Folha de CálculoC TECNOLOGIAS DA TIC INFORMAÇÃO 10 E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO À Exemplo Era uma vez um profissional de saúde que tinha 20 doentes de quem recolhia

Leia mais

Estado de Mato Grosso PREFEITURA MUNICIPAL DE PRIMAVERA DO LESTE Secretaria Municipal de Infraestrutura Departamento de Engenharia

Estado de Mato Grosso PREFEITURA MUNICIPAL DE PRIMAVERA DO LESTE Secretaria Municipal de Infraestrutura Departamento de Engenharia MEMORIAL DESCRITIVO CONSTRUÇÃO DE ROTATÓRIAS, CANTEIROS E FAIXAS ELEVADAS EM DIVERSAS VIAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO Local 1: BORGUETTI; Local 2: Local 3: - RUA DO COMÉRCIO, ENTRE AV. INÁCIO CASTELLI E RUA

Leia mais

Ganzglasgeländer. Guardas em vidro sem prumos. Sistema de perfis para montagem frontal e superior

Ganzglasgeländer. Guardas em vidro sem prumos. Sistema de perfis para montagem frontal e superior Ganzglasgeländer Guardas em vidro sem prumos Sistema de perfis para montagem frontal e superior Índice Conjuntos, aplicações, ajudas de montagem 1402... 08 1400... 12 1404... 16 Componentes Perfis... 21

Leia mais

MATRÍCULA ELECTRÓNICA. Manual do Utilizador ESCOLAS / DRE

MATRÍCULA ELECTRÓNICA. Manual do Utilizador ESCOLAS / DRE MATRÍCULA ELECTRÓNICA Manual do Utilizador ESCOLAS / DRE ÍNDICE 1 PREÂMBULO... 2 2 UTILIZAÇÃO PELOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO... 3 2.1 Matrícula Electrónica - Acesso através

Leia mais

Guia de Trabalhos Laboratoriais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

Guia de Trabalhos Laboratoriais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Guia de Trabalhos Laboratoriais UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Conteúdo 1 Estudo do Movimento Uniformemente Acelerado: Velocidade Média - Velocidade Instantânea 1 1.1 Introdução..........................................

Leia mais

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E PÁGINA 01 DE 07 Dispositivo: Trena Padrão (30 m) Periodicidade de calibração: A cada dois anos Uso Método de calibração Tolerância Servir de padrão de referência

Leia mais

Observação do Comportamento Estrutural da Barragem de Beliche após a Realização de Obras de Reabilitação

Observação do Comportamento Estrutural da Barragem de Beliche após a Realização de Obras de Reabilitação Observação do Comportamento Estrutural da Barragem de Beliche após a Realização de Obras de Reabilitação Fernando Pardo de Santayana Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Lisboa, Portugal RESUMO:

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO DEPARTAMENTO DE HIDROGRAFIA BRIGADA HIDROGRÁFICA

INSTITUTO NACIONAL DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO DEPARTAMENTO DE HIDROGRAFIA BRIGADA HIDROGRÁFICA INSTITUTO NACIONAL DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO DEPARTAMENTO DE HIDROGRAFIA BRIGADA HIDROGRÁFICA RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO HIDROGRÁFICO DA BAÍA DE VILANCULOS 1 1. INTRODUÇÃO No prosseguimento do plano de

Leia mais

Ciências Físico - Químicas. Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas

Ciências Físico - Químicas. Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas ESCOLA SECUNDÁRIA NUNO ÁLVARES CASTELO BRANCO Ciências Físico - Químicas Planificação de uma Actividade Laboratorial No contexto dos Novos Programas Trabalho elaborado por: Célia Maria Antunes Dias Castelo

Leia mais

DEIDepartamento. Programação III Engenharia Informática e Comunicações. Engenharia

DEIDepartamento. Programação III Engenharia Informática e Comunicações. Engenharia Engenharia DEIDepartamento Informática Morro do Lena, Alto Vieiro Apart. 4163 2401 951 Leiria Tel.: +351 244 820 300 Fax.: +351 244 820 310 E-mail: estg@estg.iplei.pt http://www.estg.iplei.pt Programação

Leia mais

Topografia TRABALHOS DE CAMPO NIVELAMENTO GEOMETRICO LEVANTAMENTO TAQUEOMETRICO LEVANTAMENTO E CALCULO DE UMA POLIGONAL

Topografia TRABALHOS DE CAMPO NIVELAMENTO GEOMETRICO LEVANTAMENTO TAQUEOMETRICO LEVANTAMENTO E CALCULO DE UMA POLIGONAL Licenciatura em Engenharia Civil 1º Ano 2º Semestre Topografia Ano Lectivo 2004/2005 TRABALHOS DE CAMPO NIVELAMENTO GEOMETRICO LEVANTAMENTO TAQUEOMETRICO LEVANTAMENTO E CALCULO DE UMA POLIGONAL Trabalho

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Colectores planos Suporte de instalação 6 720 643 442 (2010/03) PT 6720616592.00-1.SD Indice Indice 1 Esclarecimento dos símbolos e indicações de segurança...............................

Leia mais

Ciências da Informação Geográfica Aula de Hidrografia. Definição e Objectivo da Hidrografia. Questão colocada a um painel de peritos em 1979

Ciências da Informação Geográfica Aula de Hidrografia. Definição e Objectivo da Hidrografia. Questão colocada a um painel de peritos em 1979 Hidrografia Definição e Objectivo da Hidrografia O que é a Hidrografia? Questão colocada a um painel de peritos em 1979 Identificados três vertentes essenciais Identificados três grupos de utilizadores

Leia mais

16.10 - DIVERSOS DICIONÁRIO DE RÚBRICAS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

16.10 - DIVERSOS DICIONÁRIO DE RÚBRICAS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO 16.10 - DIVERSOS DICIONÁRIO DE RÚBRICAS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO Neste grupo inclui-se, o fornecimento dos meios e dos equipamentos explicitamente incluídos no contrato, e necessários ao apoio logístico

Leia mais

22-05-2014 Batimetria Aplicada (cont.) Sistemas Sondadores de Multifeixe 1

22-05-2014 Batimetria Aplicada (cont.) Sistemas Sondadores de Multifeixe 1 Batimetria Aplicada (cont.) Sistemas Sondadores de Multifeixe 1 Dimensão da grandeza do SSMF Aumento da densidade de dados Método Sondas à hora (a 100m) Razão Prumo 10 1 Feixe simples 21600 2160 Multifeixe

Leia mais

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE 1 - Introdução A construção de vias públicas com o objectivo primordial de maximizar o escoamento de grandes volumes de tráfego e o conforto dos ocupantes dos veículos, aliada aos progressos da industria

Leia mais

TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I

TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I Aula 9 Fundações Parte 1 Cristóvão C. C. Cordeiro O que são? São elementos estruturais cuja função é a transferência de cargas da estrutura para a camada resistente

Leia mais

ROTM800GF ROTM1000GF ROTM1500G2F

ROTM800GF ROTM1000GF ROTM1500G2F Apresentação Os es de Gorduras e Féculas, tipo EcoAlcance são recipientes estanques, destinados à recepção de águas residuais gordurosas procedentes do uso doméstico ou industrial, originadas pelo manuseamento

Leia mais

TOPOGRAFIA. Ângulos e Distâncias

TOPOGRAFIA. Ângulos e Distâncias TOPOGRAFIA Ângulos e Distâncias MEDIÇÃO DE ÂNGULOS Em topografia consideram-se apenas dois tipos de ângulos, contidos em dois planos: Projecção vertical Horizontal (planimetria) - ângulos horizontais ou

Leia mais

ActivALEA. active e actualize a sua literacia

ActivALEA. active e actualize a sua literacia ActivALEA active e actualize a sua literacia N.º 25 HIISTOGRAMA Por: Maria Eugénia Graça Martins Departamento de Estatística e Investigação Operacional da FCUL memartins@fc.ul.pt Emília Oliveira Escola

Leia mais

Manual de Instruções e Termo de Garantia

Manual de Instruções e Termo de Garantia Manual de Instruções e Termo de Garantia 1.Identificação dos itens. 2.Marque na porta a altura do centro da maçaneta (sugestão: 1,10m em relação ao piso). 4.Com auxílio de ferramentas (formão, furadeira,

Leia mais

TRABALHO 3 Circuitos RLC resposta nos domínios do tempo e da frequência

TRABALHO 3 Circuitos RLC resposta nos domínios do tempo e da frequência GUIA DE LABORATÓRIO Análise de Circuitos - LEE TRABALHO 3 Circuitos RLC resposta nos domínios do tempo e da frequência INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Leia mais

TOPOGRAFIA. Áreas e Volumes

TOPOGRAFIA. Áreas e Volumes TOPOGRAFIA Áreas e Volumes A estimativa da área de um terreno pode ser determinada através de medições realizadas diretamente no terreno ou através de medições gráficas sobre uma planta topográfica. As

Leia mais

Disciplina: Topografia I Equipamentos e Acessórios na Planimetria

Disciplina: Topografia I Equipamentos e Acessórios na Planimetria UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Topografia I Equipamentos e Acessórios na Planimetria Prof. Dr. André Luís Gamino Professor Grandezas

Leia mais

ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091

ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091 ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091 INTRODUÇÃO Trata-se de um modelo científico de trabalho, representando o Sol, a Terra e a Lua, e mostrando como estes se relacionam entre si. Foi concebido para mostrar

Leia mais

SONDAGEM A PERCUSÃO PROCEDIMENTOS EXECUTIVOS. NBR 8036 Programação de Sondagem de Simples Reconhecimento dos Solos para Fundações de Edifícios

SONDAGEM A PERCUSÃO PROCEDIMENTOS EXECUTIVOS. NBR 8036 Programação de Sondagem de Simples Reconhecimento dos Solos para Fundações de Edifícios SONDAGEM A PERCUSÃO PROCEDIMENTOS EXECUTIVOS NBR 8036 Programação de Sondagem de Simples Reconhecimento dos Solos para Fundações de Edifícios A investigação do subsolo constitui requisito essencial para

Leia mais

I: Aplicação. Descritiva. propriedade mais. importante. (vista

I: Aplicação. Descritiva. propriedade mais. importante. (vista Noções básicas de Geometria Descritiva e sua aplicação naa análise de estruturas geológicas António Alexandre Araújo (Centro de Geofísica de Évora, Departamento de Geociências, Escola de Ciências e Tecnologia

Leia mais

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III

Prof. Rogério Porto. Assunto: Cinemática em uma Dimensão III Questões COVEST Física Mecânica Prof. Rogério Porto Assunto: Cinemática em uma Dimensão III 1. Um atleta salta por cima do obstáculo na figura e seu centro de gravidade atinge a altura de 2,2 m. Atrás

Leia mais

ESTÁTICA DE FLUIDOS. Introdução e Revisão de conceitos básicos

ESTÁTICA DE FLUIDOS. Introdução e Revisão de conceitos básicos ESTÁTCA DE FLUDOS ntrodução e Revisão de conceitos básicos Em qualquer ponto da superfície de um corpo submerso, a força exercida pelo fluido estático é perpendicular à superfície do objecto. A pressão

Leia mais

Modelos de cobertura em redes WIFI

Modelos de cobertura em redes WIFI Comunicação sem fios Departamento de Engenharia Electrotécnica Secção de Telecomunicações Mestrado em Fisica 2005/2006 Grupo: nº e Modelos de cobertura em redes WIFI 1 Introdução Nos sistemas de comunicações

Leia mais

Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. URI:http://hdl.handle.net/10316.

Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. URI:http://hdl.handle.net/10316. Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Autor(es): Publicado por: URL persistente: Távora, Fernando CEDOUA URI:http://hdl.handle.net/10316.2/6161

Leia mais

Medindo a Terra com Sombras

Medindo a Terra com Sombras Projecto apresentado no XI Encontro Nacional de Estudantes de Física, Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, 27 Fevereiro - 1 Março de 2009, resultante de uma parceria entre a Sociedade Portuguesa

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil Métodos de Levantamento Clássico

Departamento de Engenharia Civil Métodos de Levantamento Clássico Departamento de Engenharia Civil Métodos de Levantamento Clássico Rosa Marques Santos Coelho Paulo Flores Ribeiro 006 / 007 1. INTRODUÇÃO O levantamento clássico utiliza aparelhos como a prancheta e respectiva

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE INDÍCE 1- Introdução/ Objectivos... 2- Análise Granulométrica... 2.1- Introdução e descrição dos ensaios... 2.2- Cálculos efectuados, resultados encontrados e observações... 2.3- Conclusão... 3- Ensaio

Leia mais

Relatório de missão de prospecção arqueológica por detecção remota e verificação subaquática Terminal Papeleiro do Porto da Figueira da Foz.

Relatório de missão de prospecção arqueológica por detecção remota e verificação subaquática Terminal Papeleiro do Porto da Figueira da Foz. 13 TRABALHOS DO CNANS Relatório de missão de prospecção arqueológica por detecção remota e verificação subaquática Terminal Papeleiro do Porto da Figueira da Foz. Ricardo Rodrigo, Hélder Tareco, Jean Yves

Leia mais

TECNICAS CONSTRUTIVAS I

TECNICAS CONSTRUTIVAS I Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios TECNICAS CONSTRUTIVAS I Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro leandro.pinheiro@riogrande.ifrs.edu.br FUNDAÇÕES Fundações em superfície: Rasa, Direta

Leia mais

Tópicos Especiais de Engenharia Civil ALBUQUERQUE SOBRINHO, E. J. (2010)

Tópicos Especiais de Engenharia Civil ALBUQUERQUE SOBRINHO, E. J. (2010) Tópicos Especiais de Engenharia Civil ALBUQUERQUE SOBRINHO, E. J. (2010) Introdução Investigações diretas e indiretas Qual sua importância e aplicação? Quais as técnicas empregadas nas investigações diretas

Leia mais

INSTALADOR(A)/SOLDADOR(A) DE REDES DE GÁS

INSTALADOR(A)/SOLDADOR(A) DE REDES DE GÁS PERFIL PROFISSIONAL INSTALADOR(A)/SOLDADOR(A) DE REDES DE GÁS ÁREA DE ACTIVIDADE - ENERGIA OBJECTIVO GLOBAL - Executar e reparar redes de distribuição e instalações de gás e executar trabalhos de soldadura

Leia mais

Kit de Montagem de Mastro

Kit de Montagem de Mastro Parabéns pela aquisição do seu novo kit de montagem de mastro! Kit de Montagem de Mastro Manual de Instalação Este kit de montagem de mastro foi concebido para postes com 48 milímetros de diâmetro externo

Leia mais

Topografia Aplicada. Ana Paula Falcão/ João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura

Topografia Aplicada. Ana Paula Falcão/ João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Topografia Aplicada Ana Paula Falcão/ João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura (Versão 1.0) 17 de Maio de 2007 Motivação Este documento é unicamente ilustrativo de aspectos práticos de

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO TUBULÕES A CÉU ABERTO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-06/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a cravação e

Leia mais

SEPARADORES DE GORDURAS TUBOFURO NATUR-GREASE

SEPARADORES DE GORDURAS TUBOFURO NATUR-GREASE SEPARADORES DE GORDURAS TUBOFURO EN 109 Km 160,3 2425-737 Ortigosa Leiria ; Telf, 244616073 / Fax: 244616074 E-mail: geo@tubofuro,pt www.tubofuro.pt Apresentação Os Separadores de Gorduras são construídos

Leia mais

AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA MAPAS ESTRATÉGICOS DE RUÍDO

AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA MAPAS ESTRATÉGICOS DE RUÍDO ASCENDI AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA - RESUMO NÃO TÉCNICO - - ADITAMENTO - JUNHO 2010 CERTINOR Engenharia e Consultoria, Lda. DIVISÃO DE ACÚSTICA APLICADA Av. da República, n.º 2503, Sala

Leia mais

Manual de Referência Técnica ELEVAC 200

Manual de Referência Técnica ELEVAC 200 Manual de Referência Técnica ELEVAC 200 t e c n o l o g i a em e l e v a d o r e s t e c n o l o g i a em e l e v a d o r e s APRESENTAÇÃO O Elevador Pneumático Elevac-200, com patente registrada, fabricado

Leia mais

Fundações Indiretas. Tipos de Fundações. Fundações Indiretas. Tipos de fundações

Fundações Indiretas. Tipos de Fundações. Fundações Indiretas. Tipos de fundações Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Civil Tecnologia da Construção Civil I Tipos de fundações Profa. Geilma Lima Vieira geilma.vieira@gmail.com Tipos de

Leia mais

BEACH SAND CODE Relatório Técnico n.º 4 Campanha CODEAL I (Lagoa da Albufeira) 15 e 16 de Abril de 2010

BEACH SAND CODE Relatório Técnico n.º 4 Campanha CODEAL I (Lagoa da Albufeira) 15 e 16 de Abril de 2010 BEACH SAND CODE Relatório Técnico n.º 4 Campanha CODEAL I (Lagoa da Albufeira) 15 e 16 de Abril de 2010 Mónica Ribeiro Rui Taborda João Cascalho Índice 1. Termos de referência... 3 2. Objectivos... 3 3.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NA OBRA DE RECOMPOSIÇÃO DE TALUDE EM JACAREPAGUÁ RJ

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NA OBRA DE RECOMPOSIÇÃO DE TALUDE EM JACAREPAGUÁ RJ UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM EM MURO DE SOLO REFORÇADO NA OBRA DE RECOMPOSIÇÃO DE TALUDE EM JACAREPAGUÁ RJ Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Gerson Cunha Eng. Maria Francisca

Leia mais

Construção de Charcos*

Construção de Charcos* Construção de Charcos* O que são, e para que servem? Os charcos são massas de água parada ou de corrente muito reduzida, de carácter permanente ou temporário, de tamanho superior a uma poça e inferior

Leia mais

Mecânica e FÍSICA Ondas

Mecânica e FÍSICA Ondas Mecânica e FÍSICA Ondas Energia e Trabalho; Princípios de conservação; Uma bala de massa m = 0.500 kg, viajando com velocidade 100 m/s atinge e fica incrustada num bloco de um pêndulo de massa M = 9.50

Leia mais

SISTEMA DE RODAS INTERMEDIÁRIAS DE IMPACTO ELEVADO

SISTEMA DE RODAS INTERMEDIÁRIAS DE IMPACTO ELEVADO SISTEMA DE RODAS INTERMEDIÁRIAS DE IMPACTO ELEVADO SISTEMA DE RODAS INTERMEDIÁRIAS DE IMPACTO ELEVADO PATENTEADO APLICAÇÕES Um sistema de suporte da correia no ponto de carga concebido para proporcionar

Leia mais

CAPITULO III METODOLOGIA

CAPITULO III METODOLOGIA CAPITULO III METODOLOGIA A metodologia seguida neste trabalho é referente a um estudo descritivo e quantitativo. Isto porque a natureza do trabalho desenvolve-se na correlação e comparação entre as diferentes

Leia mais

ITEM DISCRIMINAÇÃO 01 MOBILIZAÇÃO DE EQUIPE UN 01 02 SONDAGEM À PERCUSSÃO (MINIMO 30M) M 30 03 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS UN 01

ITEM DISCRIMINAÇÃO 01 MOBILIZAÇÃO DE EQUIPE UN 01 02 SONDAGEM À PERCUSSÃO (MINIMO 30M) M 30 03 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS UN 01 Camaçari, 30 de dezembro de 2011. Solicitação de Orçamento Processo nº. 1401/2011 Solicitamos desta empresa orçamento para execução de serviços de sondagem de simples reconhecimento e coleta de amostras

Leia mais

CONCLUSÕES. Conclusões 413

CONCLUSÕES. Conclusões 413 CONCLUSÕES Conclusões 413 Conclusões 414 Conclusões 415 CONCLUSÕES I - Objectivos do trabalho e resultados obtidos O trabalho realizado teve como objecto de estudo a marca corporativa e a investigação

Leia mais

OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS

OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS 2015 REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito e Enquadramento A Ciência Viva Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica promove o programa Ocupação Científica

Leia mais

PRESCRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE SONDAGEM MISTA E PROJETO DE DESMONTE DE ROCHAS - ESPECIFICAÇÕES GERAIS

PRESCRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE SONDAGEM MISTA E PROJETO DE DESMONTE DE ROCHAS - ESPECIFICAÇÕES GERAIS PRESCRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE SONDAGEM MISTA E PROJETO DE DESMONTE DE - ESPECIFICAÇÕES GERAIS Revisão n.º 1 2 3 4 5 7 Data 18/03/11 Responsável Heber 1/14 INDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ELEMENTOS

Leia mais

Procedimento para Serviços de Sondagem

Procedimento para Serviços de Sondagem ITA - 009 Rev. 0 MARÇO / 2005 Procedimento para Serviços de Sondagem Praça Leoni Ramos n 1 São Domingos Niterói RJ Cep 24210-205 http:\\ www.ampla.com Diretoria Técnica Gerência de Planejamento e Engenharia

Leia mais

TOPOGRAFIA. Conceitos Fundamentais

TOPOGRAFIA. Conceitos Fundamentais TOPOGRAFIA Conceitos Fundamentais Conceitos Fundamentais Topografia topos (lugar) + graphein (descrever) descrição exacta e rigorosa de um lugar Conjunto dos princípios, métodos, aparelhos e convenções

Leia mais

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com.

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com. Site: www.conteste.com.br - E-mail: conteste@conteste.com.br 1 ÍNDICE 1 Controle Tecnológico em Pavimentação SOLOS 2 Controle Tecnológico em Pavimentação MATERIAIS BETUMINOSOS 3 Materiais Metálicos Ensaio

Leia mais

5.3 Fabricação das placas PCB

5.3 Fabricação das placas PCB 5.3 Fabricação das placas PCB Algumas das placas acima mencionadas foram fabricadas pelo processo desenvolvido pelo departamento. No início, todas as placas eram para ser fabricadas com este processo,

Leia mais

O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os serviços que compõe a obra de Capeamento Asfáltico nas vias acima descritas.

O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os serviços que compõe a obra de Capeamento Asfáltico nas vias acima descritas. MEMORIAL DESCRITIVO CAPEAMENTO ASFÁLTICO SOBRE PEDRAS IRREGULARES Proprietário: MUNICÍPIO DE ITATIBA DO SUL Local: - Rua Argentina = 5.910,43 m²; - Rua Estados Unidos = 1.528,98 m². Total = 7.439,41 m²

Leia mais

6. AGRICULTURA DE PRECISÃO. EXEMPLO DA AVALIAÇÃO DO EFEITO DA TOPOGRAFIA E DA REGA SOBRE A VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO

6. AGRICULTURA DE PRECISÃO. EXEMPLO DA AVALIAÇÃO DO EFEITO DA TOPOGRAFIA E DA REGA SOBRE A VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO 6. AGRICULTURA DE PRECISÃO. EXEMPLO DA AVALIAÇÃO DO EFEITO DA TOPOGRAFIA E DA REGA SOBRE A VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO José Rafael Marques da Silva (1) e Luís Leopoldo Silva

Leia mais

Bastidores para fibra óptica

Bastidores para fibra óptica Apresentação A gama de armários para fibra óptica Olirack foi concebida para a instalação, protecção e isolamento de terminadores e repartidores ópticos. A fibra óptica é um filamento feito de vidro ou

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL SONDAGENS Em virtude da dificuldade de se prever

Leia mais

Explicação, Vantagens e Comparação com Sistemas de Prova Tradicionais

Explicação, Vantagens e Comparação com Sistemas de Prova Tradicionais Livro branco: PROVA DIGITAL Explicação, Vantagens e Comparação com Sistemas de Prova Tradicionais O presente livro branco introduz a prova digital e explica o seu valor para a obtenção de cores consistentes

Leia mais

NAVEGAÇÃO SUBAQUÁTICA

NAVEGAÇÃO SUBAQUÁTICA Programas de Cursos e Especializações Confédération Mondiale des Activités Subaquatiques World Underwater Federation Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas NAVEGAÇÃO SUBAQUÁTICA COMISSÃO TÉCNICA

Leia mais

EXPLORANDO OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA CASA

EXPLORANDO OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA CASA EXPLORANDO OS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA CASA Sergio da Silva Cambiriba 1 Dante Alves Medeiros Filho 2 RESUMO Nosso trabalho consistiu em explorar alguns conteúdos matemáticos

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM A Câmara Municipal de Óbidos, sob proposta do seu Presidente, no uso das competências que lhe são conferidas por

Leia mais

Instruções para utilização

Instruções para utilização Instruções para utilização MÁQUINA DE LAVAR ROUPA Português AWM 129 Sumário Instalação, 16-17-18-19 Desembalar e nivelar Ligações hidráulicas e eléctricas Primeiro ciclo de lavagem Dados técnicos Instruções

Leia mais

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética REVESTIMENTO DE FACHADA Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética Documentos de referência para a execução do serviço: Projeto arquitetônico Projeto de esquadrias NR 18 20

Leia mais

Um variador de velocidade electrónico permite adaptar a velocidade de utilização aos diferentes tipos de materiais.

Um variador de velocidade electrónico permite adaptar a velocidade de utilização aos diferentes tipos de materiais. A LIXADEIRA A lixadeira elétrica serve para executar vários tipos de trabalhos de lixar e polir a seco materiais em bruto, envernizados ou pintados: madeira, metal, plástico, gesso, betume, etc. A escolha

Leia mais

6. Instrumentação Geotécnica

6. Instrumentação Geotécnica 6. Instrumentação Geotécnica O comportamento de aterros construídos sobre depósitos de solos muito moles, especialmente quando estes depósitos se mostram heterogêneos, no que diz respeito às características

Leia mais

Protocolo de Instalação de Parcelas Terrestres

Protocolo de Instalação de Parcelas Terrestres MATERIAL NECESSÁRIO GPS Clinômetro Barbante plástico Vara para suporte do clinômetro e vara alvo (Figura 1) Cano para apoiar bússola Jogo de marcador alfa-numérico Trena de 10 metros Tubos de PVC ½ marrom

Leia mais

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA

INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA INSTRUÇÕES GERAIS PARA LUMINÁRIAS DE UTILIZAÇÃO DOMÉSTICA INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA O fabricante aconselha um uso correcto dos aparelhos de iluminação!

Leia mais

Relatório final dos trabalhos arqueológicos de prospecção no âmbito da construção dos molhes do Porto de Recreio de Oeiras

Relatório final dos trabalhos arqueológicos de prospecção no âmbito da construção dos molhes do Porto de Recreio de Oeiras 12 TRABALHOS DO CNANS Relatório final dos trabalhos arqueológicos de prospecção no âmbito da construção dos molhes do Porto de Recreio de Oeiras Pedro Caleja, Luís Filipe Castro, António de Sá, Miguel

Leia mais