Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A

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1 15 TRABALHOS DO CNANS Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A João Gachet Alves Foto: Francisco Alves Lisboa, Janeiro 2004

2 Relatório da campanha de sondagens de 2003 na imediata periferia da zona do casco do navio do século XV Ria de Aveiro A João Gachet Alves Lisboa, Janeiro de 2004 Adaptação gráfica: Francisco Alves, a partir da linha gráfica dos Trabalhos do CIPA. Trabalhos do CNANS, 15 Foto da Capa: Utilização da sonda de jacto de água.

3 Índice Introdução... 3 Participantes... 3 Logística... 3 Descrição da metodologia de trabalho... 6 Objectivos... 6 Primeira fase: materialização dos eixos de trabalho... 6 Segunda fase: medições batimétricas... 7 Terceira fase: sondagens... 7 Registo dos dados e pós-processamento... 8 Análise dos dados... 5 Interpretação dos dados e conclusão Fotografias Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

4 Introdução No âmbito do projecto Ria de Aveiro A e inserida numa estratégia de pesquisa arqueológica sistemática neste local, iniciada em 1996, foi efectuada em Julho e Agosto de 2003, uma campanha de sondagens periféricas da zona original do casco do navio, com o objectivo de se determinar a eventual presença de partes estruturais ainda subsistentes, ou de quaisquer outros tipos de vestígios conexos, situados nas imediações da jazida. Os trabalhos foram efectuados durante aqueles dois meses, em paralelo com a própria campanha de escavação do sítio no âmbito do Projecto Ria de Aveiro A 2000 (FCT), o que requereu uma articulação com a mesma, de modo a não perturbar os trabalhos em curso. O calendário das actividades também foi influenciado pela participação dos membros da equipa envolvida na prospecção em Ria de Aveiro B. As sondagens foram feitas a 24, 25, 28, 29, 30, 31 de Julho e a 1, 7, 12, 13, 14, 18, 19, 20, 21, 22 e 28 de Agosto. Durante este período de 18 dias, foram realizadas sondagens (Fig.1). Participantes A equipa do CNANS envolvida neste trabalho foi constituída pelo signatário e por Miguel Aleluia, coadjuvados pelos arqueólogos brasileiros Paulo Camargo e Flávio Calippo, de 24 de Julho a 13 de Agosto e de 7 de Agosto a 28 de Agosto, tendo também diversos voluntários colaborado nos trabalhos (Leonel Silva, de 29 de Julho a 01 de Agosto; Aurélie Montagne, em 11 de Agosto; Edgar Rodrigues, de 12 de Agosto a 13 de Agosto e Fernando Colaço, de 18 de Agosto a 22 de Agosto). Logística As sondagens na periferia imediata da zona do casco do navio Ria de Aveiro A requereram a utilização da lancha Ariane, do CNANS, para se dispor de um apoio de superfície susceptível de transportar duas motobombas. Estas são por norma fixadas nos painéis instalados para este fim nos cantos traseiros da embarcação e serviram para alimentar, com água sobre pressão, duas lanças-tubos, de aço inox, com de 2 m de comprimento. Graças a este sistema, alimentado pelas motobombas, consegue-se perfurar facilmente os sedimentos, mesmo relativamente compactos, até dois metros de profundidade, sem lesionar materiais arqueológicos mais delicados, como os de madeira, uma vez que a penetração se efectua controladamente e sem esforço. Este equipamento já tinha sido utilizado pelo CNANS em diversas missões e foi copiado há já alguns anos de um modelo semelhante utilizado pelos serviços homólogos do CNANS, de Israel. As tarefas desenvolveram-se tanto em imersão completa (na preia-mar), como em imersão parcial (na baixa mar), o que requereu intermitentemente a utilização de material de mergulho, incluindo escafandro. Para a delimitação das áreas de trabalho tanto como para a definição dos eixos de sondagens foram utilizadas uma série de fitas métricas de fibra de vidro, de estacas de alumínio e de PVC de diferentes comprimentos e um cabo marcado de 0,5 em 0,5 metros. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

5 14/08 18/08 19/08 20/ Q 05 Q 07 Q 09 II IV Q 13 Q 15 Q 04 Q 06 Q VI Q 08 Q 12 Q 14 Q 02 Q 03 VIII Q 16 Q 17 III V VII /08 24/07 25/07 28/07 29/07 29/07 sub 30/07 31/07 X Y m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) I João Gachet Alves Figura 1: planta das sondagens 01/08 07/08 11/08 12/08 13/08 Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

6 Descrição da metodologia de trabalho Objectivos Foram definidos dois objectivos, o primeiro consistindo na elaboração de uma microbatimetria da zona a sondar, e o segundo a realização das sondagens nessa mesma zona. Atendendo à respectiva natureza os dois objectivos fossem cumpridos simultaneamente Primeira fase: materialização dos eixos de trabalho Uma vez que a escavação no âmbito do Projecto Ria de Aveiro A 2000 (FCT) estava a decorrer ao mesmo tempo, a missão de sondagens, beneficiou da existência das quadrículas daquela escavação para definir os eixos de base do sistema de sondagens. Foi assim decidido que o eixo X seria definido pelo eixo E-W das quadrículas e o eixo Y pelo eixo N-S das quadrículas (Fig.2). 10 m II IV VI VIII Q 13 Q 15 Q 04 Q 06 Q 08 Q 01 5 m 0 mq 12 Q 14 Q 02 Q III VII Q 16 Q Sistema de base Figura 2: Planta do sítio com os dois eixos de base e eixos de sondagem. Q 05 0 m 10 m 5 m Q 07 Q m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) As sondagens foram feitas ao longo de linhas paralelas aos eixos. Para materializar estas linhas utilizou-se um cabo marcado de 0,5 em 0,5 metros, fixado entre duas estacas de alumínio. A dificuldade desta operação estava na colocação das estacas. Uma primeira era colocada num dos limites exteriores das quadrículas; e graças a um sistema de mira apontando para a primeira estaca a partir do lado oposto da quadrícula, colocava-se a segunda a 10 m. O cabo marcado era depois esticado entre as estacas com o ponto 0 na primeira estaca (Fig.3 e 4). Após a realização de uma série de medições de batimetría e de sondagens, o cabo-eixo era deslocado paralelamente, 0,5 m para ao lado, conservando exactamente a mesma orientação (Fig.5 e 6). Figura 3: Planta do sítio com os dois eixos de base e eixos de sondagem. Figura 4: vista do alinhamento de duas estacas constituindo um eixo de trabalho. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

7 II IV III VI VIII VII II IV III VI VIII VII João Gachet Alves Sistema de base Sistema de base Q 05 Q 07 Q 09 Q 13 Q 15 Q 05 Q 07 Q 09 Q 04 Q 06 Q 08 Q 13 Q 15 Q 12 Q 14 Q 01 Q 04 Q 02 Q 06 Q 08 Q m 5 m 0 mq 12 Q 14 Q 01 Q 02 Q 03 Q 16 Q 17 Q 16 Q 17 0 m 10 m 5 m m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) X m Ria de Aveiro A Planta de sondagens com lança de jacto de água (total: sondagens) Julho-Agosto de 2003 (J.G.A.) Figura 5: Deslocação dos eixos de trabalho Figura 6: Representação de todos os eixos. Segunda fase: medição batimétricas. As medições batimétricas consistiam na medição da altura de água no ponto de cada sondagem. Esta operação foi sempre efectuada na baixa-mar, sendo o cabo marcado colocado à tona de água e a medida da coluna de água tirada verticalmente. Esta altura era directamente medida com a ajuda de um metro articulado lastrado numa das suas pontas, de modo a ficar na vertical, como um prumo (Fig.4). Em cada fiada, que demorava cerca Figura 4: vista da medição de batimetría com metro articulado. de 5 minutos a fazer, tirava-se também a altura de água do Ponto 0 de referência do sítio, cuja cota absoluta é conhecida. Esta última medida permite corrigir todas as de batimetría (que eram relativas à hora da maré) e obter assim as cotas do fundo relativas ao Ponto 0. Terceira fase: sondagens. As sondagens com lança de jacto de água (Fig.5) foram realizadas tanto na preia-mar, em imersão completa, como na baixa-mar, em imersão parcial. A sonda era colocada verticalmente cada 0,5 m, ao longo do fio marcado, esticado e assente no fundo, e perfurava o substrato até encontrarem camadas não permeáveis ou objectos. Quando a sonda já não conseguia entrar mais, media-se a distância entre o chão e o topo da sonda, e como Figura 5: vista da sonda de jacto de água cada sonda tem 2 m, esta distância subtraída de 2 m corresponde à profundidade da sondagem. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

8 Figura 6: vista da lança de jacto de água a perfurar os sedimentos. Figura 7: vista da lança de jacto de água perfurando os sedimentos. Figura 8: vista da operação de sondagem a superficie. Figura 9: vista da medição da profundidade do furo. Registo dos dados e post-processamento Os dados numéricos correspondentes a cada fiada eram anotados em pranchetas de mergulho e imediatamente após a sessão de medições, todas as pranchetas eram passadas a limpo em fichas de papel e em formato digital em fichas Excel, com referência ao nome da fiada, a data e a altura de água acima ou abaixo do Ponto 0. Os dados recolhidos tiveram que ser corrigidos para poderem ser analisados. Como referido, tornava-se necessário efectuar uma dupla correcção: para se obter a profundidade de cada sondagem, mas também para transformar os dados de batimetria, uma vez que cada cota medida correspondia à altura da coluna de água num momento preciso, e esta altura varia com a maré. Portanto, graças à medição da altura de água acima ou abaixo do Ponto 0, conseguia-se anular a altura da maré (Fig.10). Para ter uma correlação entre a profundidade das sondagens e a batimetría, tinha-se também de corrigir as medidas das sondagens. A soma da batimetría corrigida e da profundidade do furo, corresponde assim à distância vertical entre o fundo do furo e o Ponto 0 (Fig.11). Obtém-se assim uma série de medidas, todas elas relativas ao Ponto 0. Figura 10: Correção das medidas de batimetria Figura 11: Correção das medidas de sondagens Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

9 João Gachet Alves Análise dos dados A lista de todas as medidas não permite uma análise directa, pelo que se decidiu recorrer a um programa informático específico, o Surfer 8, para se obterem representações gráficas desses dados. A única dificuldade consiste em escolher um método de interpolação dos dados, pelo Surfer, que seja a mais adaptada à representação de cotas altimétricas. Experimentámos vários métodos e verificou-se que o método por defeito permitia fazer uma interpolação cuja representação gráfica era a mais legível. Escolhemos três tipos de representação gráfica, a planta em curvas de níveis (Fig.12 e 13), o modelo 3D reticular (Fig.14 e 15) e o modelo 3D com texturas aplicadas (Fig.17 e 18). Figura 12: planta da batimetría representada com curvas de nível. Figura 13: planta das sondagens representadas com curvas de nível. Figura 14: planta da batimetría representada em modelo 3D reticular. Figura 15: planta das sondagens representada em modelo 3D reticular. Figura 14: planta da batimetría representada em modelo 3D com texturas aplicadas. Figura 14: planta da sondagems representada em modelo 3D com texturas aplicadas. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

10 Interpretação dos dados e conclusão Apesar dos quase três milhares de sondagens efectuadas que permitiram cobrir cerca de 70% da área projectada (a W, a N e a E), e da sua apertada malha, à excepção de algumas batidas bastante superficiais e correspondentes a cerâmicas da carga derramada, não foram localizados quaisquer elementos estruturais do casco do navio, ou outros com ele correlacionáveis, o que parece, numa primeira reflexão, corresponder ao facto das partes mais enterradas do navio estarem a menos de um metro da superfície, e de este ter assentado no fundo inclinado à ré e sobre estibordo razão porque as estruturas de proa e de bombordo, com tudo o resto, terão desaparecido com o tempo, por terem ficado mais expostas. No entanto, a zona noroeste apresenta algumas anomalias recorrentes. Esta zona revela um fundo bastante regular e homogéneo, ao contrário do que revelam as plantas 3D das sondagens, cujo subsolo é constituído por diferentes camadas de densidade variável, algumas delas suficientemente para não permitir a respectiva perfuração com a sonda. Este facto não autoriza a pensar que estas anomalias estão ligadas a presença de eventuais vestígios, como se confirmou. No entanto, este facto constitui a comprovação da existência de uma perturbação na homogeneidade dos sedimentos, cuja causa se pretende interpretar ulteriormente a nível geo-sedimentológico. Resta, por segurança e por método, respeitar o princípio da exaustividade, pelo que em 2004 se deverá concluir este programa de sondagens, fazendo-o incidir na zona periférica a N e NW, a única que ficou por sondar. Trabalhos do CNANS, 15 Janeiro

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