UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE ECONOMIA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE ECONOMIA Reestruturação do setor de telecomunicações na década de noventa: um estudo comparativo dos impactos sobre o sistema de inovação no Brasil e na Espanha Marina Honorio de Souza Szapiro Tese de Doutorado apresentada ao Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como requisito parcial para a obtenção do Grau de Doutor em Economia Orientador: Prof. Dr. José Eduardo Cassiolato Rio de Janeiro 2005

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE ECONOMIA Reestruturação do setor de telecomunicações na década de noventa: um estudo comparativo dos impactos sobre o sistema de inovação no Brasil e na Espanha Marina Honorio de Souza Szapiro Tese de Doutorado apresentada ao Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como requisito parcial para a obtenção do Grau de Doutor em Economia BANCA EXAMINADORA Prof. José Eduardo Cassiolato (orientador) Prof. Paulo Bastos Tigre Prof. Luiz Martins de Melo Prof. Jorge Katz Prof. Marcio Wohlers de Almeida Prof. Jorge Nogueira de Paiva Britto (suplente) Rio de Janeiro, 2005 ii

3 Dedico esta tese aos meus pais. Ao meu pai, por ter despertado em mim a curiosidade e o interesse pelas telecomunicações, pelo seu permanente entusiasmo com o meu trabalho e pela constante troca de idéias. À minha mãe, por sua contribuição para o desenvolvimento de minha capacidade de questionar e de lutar por meus objetivos. iii

4 AGRADECIMENTOS O meu primeiro agradecimento é ao meu orientador, o professor José Eduardo Cassiolato, que, pela terceira vez, aceitou me orientar e o fez de forma extremamente competente, cuidadosa e, principalmente, com muito respeito a este momento da minha vida. Ao Marco, pelo suporte emocional, baseado em muito amor e carinho e, principalmente, pelo cuidado e pela paciência durante toda esta jornada. Sem isso, teria sido impossível chegar ao fim deste processo. Agradeço também por suas revisões, opiniões e críticas. Ao meu filho, Antonio, que teve participação intensa ao longo desta tese, desde seus chutes dentro da minha barriga até a descoberta do maior e melhor sentimento da vida. À minha mãe, pelo permanente apoio e suporte de todos os tipos e em todos os momentos de elaboração desta tese. Ao meu pai, pela ajuda e companhia na Espanha, tornando esta etapa do meu doutorado muito mais prazerosa e sempre dando boas sugestões ao trabalho. Devo lhe agradecer ainda pelos diversos contatos na área de telecomunicações e pelo material bibliográfico fornecidos ao longo destes mais de quatro anos de trabalho. Aos meus entrevistados, cujas informações foram essenciais para a realização desta tese. Na Espanha, agradeço à professora Ruth Rama, à professora Paloma Sanchez, ao professor José Molero, à professora Cristina Chaminade, ao professor Antonio Vazquez Barquero, ao Sr Efrén Martin Sanchez, ao Sr Pedro Millanes Moreno, à Sra Montsserrat Lopez Molina, ao Sr José Maria Del Rey, ao Sr Jesus Banegas Isidoro, ao Sr Padilla González, ao Sr Jesus Sebastián, ao Sr Jose Luis Rebollo Sanchez, ao Sr Jerônimo de Ugarte Gil, ao Sr Antonio López Del Castillo e ao Sr Ignácio Santillana. E no Brasil, meus agradecimentos vão para o Sr Luiz G. Villela, para o Sr José Ellis Ripper, para o Sr Raul Del Fiol, para o Sr Helio Graciosa, para o Sr Edson Teracine, para o Sr Cláudio de Almeida Loural, para o Sr Amilton da Costa Lamas e para a Sra Eunice Luvizotto Pissolato. À professora Lynn Mytelka, que viabilizou minha permanência no Institute of New Technologies da Universidade das Nações Unidas (INTECH-UNU) durante meu período de doutorado sanduíche no exterior. Aos professores e colegas do Globelics Academy 2004, que propiciaram a valiosa oportunidade de debate sobre temas ligados ao referencial teórico desta tese. Ao Professor Santiago López, da Universidade de Salamanca, cujos trabalhos e informações enriqueceram muito esta tese. iv

5 Ao professor Marcio Wholers, que muito me ajudou na organização da pesquisa na Espanha e contribuiu com o fornecimento de importante bibliografia, além de suas críticas e sugestões ao projeto desta tese. Ao professor Paulo Tigre, por suas contribuições ao projeto desta tese. À Cristina Lemos, pelo aprendizado durante nossos trabalhos conjuntos de pesquisa. Ao CNPq, pelo apoio financeiro no Brasil e no período de estadia na Espanha. v

6 RESUMO O setor de telecomunicações vem passando por enormes transformações nas duas últimas décadas. De um lado, a introdução da microeletrônica provocou uma revolução tecnológica na indústria de telecomunicações, que resultou no surgimento de novos serviços, novos equipamentos de transmissão e comutação, bem como na convergência com outros setores do complexo eletrônico. De outro lado, um conjunto de mudanças institucionais e regulatórias foram deslanchadas nos países mais desenvolvidos, provocando alterações significativas na estrutura do setor em todo o mundo. Paralelamente, o avanço da internacionalização e da integração entre as economias nacionais, amplamente conhecido como globalização, tornou as telecomunicações a infraestrutura técnica fundamental para a inserção de cidadãos, firmas, regiões e países no ambiente econômico e social internacional. Com base no referencial teórico baseado no conceito de sistema nacional de inovação, desenvolvido no âmbito da abordagem neo-schumpeteriana, esta tese tem como objetivo analisar a reestruturação do setor de telecomunicações na década de noventa, com foco nos impactos de tal processo sobre o sistema de inovação. Foi realizada uma pesquisa empírica no Brasil e na Espanha e, a partir das evidências obtidas, são discutidas as características da reestruturação das telecomunicações nesses países, e os principais resultados do ponto de vista da organização das atividades de inovação em cada país. Considerando que os dois países possuíam graus semelhantes de desenvolvimento do setor de telecomunicações antes da reestruturação, as diferenças entre os reflexos percebidos sobre a dinâmica de seus sistemas de inovação são associadas às estratégias de reestruturação adotadas por cada um dos países. vi

7 ABSTRACT In the late two decades, the telecommunications sector passed through great transformations. On the one hand, the advent of the microelectronics base has provoked a technological revolution in the telecommunications industry, which resulted in new services, new transmission and switching equipment and the convergence with others segments of the electronic complex. On the other hand, a set of institutional and regulatory changes introduced in some developed countries, has brought important modifications in the organization of the sector all over the world. At the same time, with the increasing internationalization and integration processes between national economies (the well known globalization process), the telecommunications sector became the essential infrastructure for the participation of citizens, firms, regions and countries in the new international environment. Based on the theoretical framework of the national innovation systems concept, the aim of this thesis is to analyze the telecommunications sector restructuring process during the 1990s, focusing on the impacts of this process on the innovation system. In order to do so, an empirical research has been done in Brazil and Spain to acquire elements to discuss the characteristics of the Brazilian and the Spanish telecommunications restructuring processes and its main impacts on the organization of the innovation activities in each country. Although the telecommunications sector in Brazil and Spain had similar development levels until the late 1980s, the restructuring strategies adopted by each country showed different results from the point of view of the innovation system dynamics. vii

8 Reestruturação do setor de telecomunicações na década de noventa: um estudo comparativo dos impactos sobre o sistema de inovação no Brasil e na Espanha Sumário Introdução...1 Parte I: Referencial Analítico Capítulo 1: Globalização e Sistema Nacional de Inovação Introdução Contexto internacional e transformações recentes no sistema capitalista Principais características do novo estágio do capitalismo: globalização financeira, aumento da importância das empresas multinacionais, ampliação do comércio internacional e acirramento da concorrência A dimensão tecnológica do processo de globalização Inovação Sistêmica e Sistema de Inovação Elementos Teóricos da abordagem Neo-schumpeteriana sobre inovação sistêmico O conceito de Sistema Nacional de Inovação A dimensão normativa dos Sistemas Nacionais de Inovação e as novas políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico Conclusão Capítulo 2: O processo de reestruturação das telecomunicações e a nova configuração do setor Introdução Estrutura histórica do setor de telecomunicações Revolução da Microeletrônica e os Processos de Desregulamentação e Liberalização do Setor de Telecomunicações Introdução e difusão do paradigma da microeletrônica e convergência tecnológica Introdução da microeletrônica nas telecomunicações e seus impactos econômicos e sociais A convergência tecnológica entre os setores do complexo eletrônico Desregulamentação e Liberalização do Setor de Telecomunicações A Nova configuração do setor de telecomunicações Configuração das Novas Estruturas Produtivas na Indústria de Telecomunicações O modelo de camadas de Fransman Alianças estratégicas e oligopólios de rede baseados em conhecimento As mudanças recentes no segmento de serviços de telecomunicações Participação do Estado e restrições ao capital estrangeiro na nova indústria de telecomunicações Atividades de P&D e Inovação na nova indústria de telecomunicações 87 viii

9 2.5 - A crise Internacional do Setor de Telecomunicações a partir de Conclusão Parte II: Processo de reestruturação do setor de telecomunicações e impacto nos sistemas de inovação: os casos do Brasil e da Espanha Introdução à Parte Empírica da Tese Capítulo 3: O processo de reestruturação do setor de telecomunicações brasileiro: histórico, desenvolvimento e principais resultados Introdução Caracterização e Histórico do setor de telecomunicações no Brasil dos anos 60 ao fim dos A criação das Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) A política industrial e tecnológica nas décadas de setenta e oitenta no Brasil: papel do Minicom e principais resultados em termos de capacitação tecnológica e industrial Principais resultados das mudanças estruturais no período dos anos 60 ao fim dos anos Processo de reestruturação das Telecomunicações no Brasil: Abertura Comercial, Liberalização, Privatização e Regulação A Abertura Comercial dos anos Os processos de liberalização, privatização e regulação pós A nova estrutura da indústria de serviços de telecomunicações no Brasil Principais resultados do processo de reestruturação de telecomunicações: novos atores, introdução de concorrência e universalização de serviços A entrada da Telefonica no Brasil Conclusão Capítulo 4: O desenvolvimento das telecomunicações na Espanha: da criação da CTNE à internacionalização da Telefonica Introdução Caracterização e Histórico do setor de telecomunicações na Espanha Da estatização à privatização da Compañia Telefónica Nacional de Espanha (CTNE) A política Industrial da CTNE nas décadas de setenta e oitenta e a sua consolidação como principal ator do setor de telecomunicações espanhol A Entrada da Espanha na União Européia e o Processo de Reestruturação das Telecomunicações na Espanha Processo de Reestruturação das Telecomunicações na Espanha: Regulação, Liberalização e Privatização Processo de Internacionalização da Telefónica: Contexto, Histórico e Resultados Gerais ix

10 Internacionalização das empresas espanholas em direção à América Latina A participação dos bancos nos processos de privatização e de internacionalização das empresas espanholas O processo de internacionalização da Telefonica Conclusão Capítulo 5: Impactos da Reestruturação das telecomunicações sobre os sistemas nacionais de inovação no Brasil e na Espanha Introdução Os principais impactos da reestruturação sobre o sistema de inovação de telecomunicações brasileiro Principais políticas relacionadas ao Sistema de Inovação Principais agentes do sistema de inovação A indústria de equipamentos de telecomunicações Evolução recente e configuração atual da indústria de equipamentos de telecomunicações A AsGa e a Trópico Os instrumentos de apoio à indústria de equipamentos O novo papel do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD) Impactos da reestruturação do setor sobre os investimentos em P&D e inovação Impactos da estratégia da Telefonica sobre o Sistema de Inovação de Telecomunicações Espanhol Principais Políticas relacionadas ao Sistema de Inovação Principais agentes do sistema de inovação espanhol O papel da Telefónica I+D Impactos sobre as empresas de equipamentos de telecomunicações Impactos da internacionalização sobre as subsidiárias de multinacionais Impactos da internacionalização sobre as empresas de capital nacional Conclusão Conclusão Bibliografia Anexos x

11 LISTA DE TABELAS, GRÁFICOS E QUADROS E FIGURAS TABELAS Tabela 1: Evolução do PIB no Brasil e na Espanha (em US$ bilhões) Tabela 2: Taxas de crescimento do PIB e do PIB per capita no Brasil e na Espanha (em %) Tabela 3: Estrutura produtiva do Brasil e da Espanha em anos selecionados (participação em %) Tabela 4: Taxas Médias de Crescimento Anual dos setores na estrutura produtiva brasileira e espanhola em períodos selecionados Tabela 5: Participação de grupos de atividades econômicas no valor da transformação industrial no Brasil e na Espanha em Tabela 6: Pauta de Importações e Exportações do Brasil e Espanha em Tabela 7: Evolução dos gastos em P&D como percentagem do PIB Espanha e União Européia Tabela 8: Preços dos Telefones Públicos em 1999 (em US$) Tabela 9: Preço Médio dos Acessos em 1999 (em US$ por cartão) Tabela 10: Fontes de tecnologia de centrais de comutação no Brasil Tabela 11: Densidade Telefônica no Brasil em anos selecionados Tabela 12: Investimentos da Telebrás como participação do PIB Tabela 13: Metas para as Concessionárias Privatizadas /2001 (em mil unidades) Tabela 14: Acessos de telefonia fixa em serviço (em milhões) e Densidade Telefonica (Acessos por 100 habitantes) Tabela 15: Participação de mercado das concessionárias de serviços de telecomunicações no segmento de serviços de longa distância nacional em 2001 e 2003 (em %) Tabela 16: Participação de mercado das empresas no segmento de serviços de telecomunicações de longa distância internacional em 2001 e 2003 (em %) Tabela 17: Acessos fixos instalados e celulares em operação em julho de 2004 (em milhões de acessos) Tabela 18: Participação de mercado dos celulares pré-pagos no total de linhas por operadora em setembro de Tabela 19: Densidade telefônica em países selecionados Tabela 20: Participações da CTNE em empresas selecionadas da indústria eletrônica espanhola em xi

12 Tabela 21: Distribuição da EBITDA da Telefonica por país em Tabela 22: Participação das receitas internacionais sobre os ingressos totais para as principais operadoras européias em Tabela 23: Participação de mercado das empresas fabricantes de equipamentos de telecomunicações em termos de faturamento por origem do capital em anos selecionados Tabela 24: Balança comercial da indústria de equipamentos de telecomunicações no Brasil Tabela 25: Valor dos dispêndios relacionados às atividades inovativas desenvolvidas na fabricação de aparelhos e equipamentos de comunicações Brasil e Tabela 26: Fontes de Informação das empresas espanholas fabricantes de equipamentos de telecomunicações para a atividade de inovação em GRÁFICOS Gráfico 1: Estrutura do mercado global de serviços de telecomunicações em Gráfico 2: Estrutura do mercado global de serviços de telecomunicações em Gráfico 3:Financiamento dos Gastos em P&D na Espanha em Gráfico 4: Execução dos Gastos em P&D na Espanha em Gráfico 5: Financiamento dos gastos em P&D no Brasil em Gráfico 6:Execução dos Gastos em P&D no Brasil em Gráfico 7: Estrutura de Gastos em Atividades de Inovação Brasil, Gráfico 8: Estrutura de Gastos em Atividades de Inovação Espanha, Gráfico 9: Gastos em atividades de inovação sobre vendas em setores selecionados Brasil e Espanha (2000) Gráfico 10: Participação dos produtos desenvolvidos localmente no total do mercado brasileiro de equipamentos de telecomunicações 1981/1996(*) Gráfico 11: Preço do Terminal de Comutação Instalado Gráfico 12: Participação das operadoras no mercado de telefonia celular Gráfico 13: Participação de mercado em termos de receita líquida da telefonia fixa e celular Gráfico 14: Distribuição de clientes por operadoras de telefonia fixa (em %) Gráfico 15: Participação no Mercado de Telefonia Móvel por Operadora Espanha, xii

13 Gráfico 16: Divisão da base de clientes da Telefonica por países Gráfico 17: Investimentos da Telefonica por País na América Latina (em US$ milhões) Gráfico 18: Evolução dos investimentos em P&D da AsGa (em % do faturamento) Gráfico 19: Estrutura de gastos das empresas em atividades inovativas do segmento de fabricação de aparelhos e equipamentos de comunicações no Brasil em 2000 e Gráfico 20: Estrutura dos gastos em atividades inovativas do segmento de fabricação de aparelhos e equipamentos de comunicações do Brasil e da Espanha em Gráfico 21: Orçamento da Telefonica I+D Gráfico 22: Crescimento da Telefonica I+D QUADROS Quadro 1: Modelo de Camadas da Indústria de Infocomunicações...66 Quadro 2: Propriedade do governo nos operadores públicos de rede de telecomunicações...84 Quadro 3: Restrições à propriedade estrangeira nas empresas de telecomunicações...86 Quadro 4: Gastos em P&D de operadoras selecionadas nos anos de 1997, 1999 e 2001 (em US$ milhões)...90 Quadro 5: Gastos em P&D dos principais fornecedores de equipamentos de telecomunicações entre 1997 e 2001 (em US$ milhões)...91 Quadro 6: Privatização da Telebrás e Composição Acionária das novas operadoras Quadro 7: Resumo das medidas de liberalização do setor de telecomunicações na Espanha Quadro 8: Principais Acionistas das Multinacionais Espanholas Presentes na América Latina FIGURAS Figura 1: Sistema de Inovação de Telecomunicações xiii

14 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas o sistema capitalista vem passando por um conjunto de intensas transformações. Estas, engendradas a partir do novo paradigma tecno-econômico de base microeletrônica associado ao desenvolvimento e difusão das tecnologias de informação, alteraram profundamente as relações existentes entre os países. De fato, o resultado de tais mudanças se manifestou, entre outras coisas, a partir de uma nova forma de integração entre as diversas economias nacionais. Vários autores classificam este período a partir de diferentes denominações, sendo que a mais difundida delas é a de globalização. Independente da denominação que se utilize, o atual estágio do capitalismo é marcado por um conjunto de novas características. Em primeiro lugar, há um amplo consenso por parte dos agentes econômicos de que o conhecimento e a inovação têm atualmente um papel ainda mais relevante no processo de desenvolvimento e crescimento econômicos. Além disso, uma das grandes mudanças associadas à difusão do novo paradigma é o surgimento de um novo regime de acumulação baseado nas finanças (Chesnais, 1999), cuja base técnica foi viabilizada pelas tecnologias de informação, e que resultou também de um amplo movimento de liberalização e desregulamentação dos mercados financeiros nacionais. Outro traço marcante desta fase do capitalismo constitui-se num conjunto de políticas de abertura e liberalização comercial adotadas em diferentes graus por praticamente todos os países. Deste processo de liberalização comercial resultou uma ampliação do comércio mundial, onde se destaca o crescimento das atividades das empresas multinacionais em todo mundo, que passaram a atuar como os principais atores no âmbito da maior integração econômica internacional e que são responsáveis por aproximadamente um terço do comércio internacional. Como decorrência deste conjunto de mudanças no formato de integração entre as economias estabeleceu-se um debate relacionado a uma suposta erosão das fronteiras nacionais entre os países. Alguns autores afirmam que neste novo contexto as fronteiras entre os países estariam se diluindo, o que reduziria a importância das políticas nacionais e tornaria inevitável a

15 padronização das mesmas. No entanto, outros autores avaliam que as transformações recentes no contexto econômico e social ampliaram a relevância das políticas nacionais, principalmente daquelas associadas à inovação (Cassiolato, 1999). Neste caso, o surgimento do paradigma da microeletrônica e as mudanças associadas ao sistema capitalista, além da crise financeira do Estado verificada em muitos países a partir da década de 1980, levaram a uma mudança no perfil das políticas industriais e tecnológicas adotadas na maior parte dos países. De forma geral, estas políticas englobam diferentes instrumentos, sendo que a ênfase passou a ser a inovação. Diante deste quadro de transformações no capitalismo mundial, a evolução e as mudanças percebidas no setor de telecomunicações constituemse em aspectos cruciais para a compreensão das implicações associadas ao novo paradigma tecno-econômico. A difusão eficiente das tecnologias de informação depende do desenvolvimento da infra-estrutura de telecomunicações e, ao mesmo tempo, essa infra-estrutura é essencial também para viabilizar a inserção das economias nacionais no novo estágio do capitalismo. O paradigma de base microeletrônica tem afetado países, setores econômicos e indivíduos, porém de maneiras variadas. No caso específico das telecomunicações, em particular, a partir da década de 1970, a introdução da microeletrônica modificou substancialmente a dinâmica concorrencial dos segmentos de serviços e de equipamentos, além de ter promovido a convergência deste setor com os outros do complexo eletrônico. Paralelamente, um conjunto de mudanças políticas, institucionais e regulatórias focalizadas na promoção da reestruturação e liberalização do setor de telecomunicações passou a ser implementado em alguns países, capitaneadas principalmente pelos Estados Unidos e Reino Unido. Em geral, a reestruturação foi marcada por processos de privatização das operadoras de serviços de telecomunicações até então estatais (com exceção dos Estados Unidos, onde a operadora constituíase num monopólio privado) e pela abertura à concorrência de determinados segmentos do setor. 2

16 A reestruturação das telecomunicações resultou numa nova configuração do setor em nível mundial. Esta nova configuração incorpora, entre outras coisas, o aumento da concorrência em diversos segmentos, o surgimento de vários novos agentes e a ampliação das atividades e internacionalização das grandes operadoras dos países desenvolvidos. Modelos variados de reestruturação do setor de telecomunicações foram implementados nos países, levando a diferentes resultados em termos de introdução e nível de concorrência nos segmentos de serviços, de redução de preços e aumento de qualidade dos serviços e de capacitação industrial e tecnológica. Na América Latina o processo de reestruturação das telecomunicações insere-se num amplo conjunto de reformas estruturais adotadas a partir do final da década de 1980, que envolveu basicamente a liberalização e abertura do setor aos investidores estrangeiros, a privatização das operadoras até então estatais e a criação de agências reguladoras. Este foi o padrão de reestruturação das telecomunicações adotado em todos os países do continente, sendo que existem diferenças entre os modelos de privatização implementados em cada um deles. No Brasil, diferentemente da maioria dos outros países da América Latina, constituiu-se ao longo das décadas de 1970 e 1980 um sistema de inovação de telecomunicações que era considerado um dos mais desenvolvidos dentre os países em desenvolvimento (Hobday, 1990 e Mytelka, 1999). Foram criados um centro de pesquisa associado à Telebrás (CPqD) e empresas de capital nacional fabricantes de equipamentos e, paralelamente, as subsidiárias de multinacionais que já operavam no Brasil se envolveram no processo de desenvolvimento de tecnologia nacional. A partir da década de 1990, teve início a reestruturação do setor de telecomunicações, sendo que as principais reformas ocorreram a partir de 1995, tendo atingido o seu ápice com a privatização da Telebrás em 1998 (Szapiro, 1999). O modelo de reestruturação brasileiro do setor de telecomunicações incluiu: a abertura do mercado de telefonia móvel em 1996; a criação de um novo arcabouço institucional para o setor em 1997 (a Lei Geral de 3

17 Telecomunicações); a separação das empresas de telefonia móvel das de telefonia fixa da Telebrás, a agregação e posterior fragmentação das operadoras de telefonia fixa e privatização das empresas dela resultantes em 1998; e, finalmente, a abertura à concorrência de todos segmentos. Neste processo, diversas operadoras estrangeiras iniciaram suas atividades no país, entre as quais uma das principais é a Telefonica. Sob a ótica dos serviços de telecomunicações, observou-se o crescimento do número de telefones fixos e móveis no país, o que ampliou significativamente a densidade telefônica. Também aumentou o número de operadoras principalmente no mercado de telefonia móvel, intensificando a concorrência neste segmento, o que não foi possível alcançar no mercado de telefonia fixa, já que as operadoras privatizadas permanecem com participação de mercado majoritária, em geral próxima a 95%. O modelo de reestruturação seguido pelo Brasil difere significativamente de outros, especialmente aqueles adotados nos países europeus. Na União Européia foram estabelecidas diretrizes gerais da reestruturação das telecomunicações, com um calendário gradual para a liberalização de cada segmento do setor, que deveriam ser seguidas pelos países membros. A Espanha, por exemplo, que enfrentava uma crise no setor de telecomunicações no final dos anos 1980, com longas filas de espera por linhas telefônicas e deterioração dos serviços (MCYT, 2002), no final da década de 1990 passou a ter uma das maiores operadoras de serviços de telecomunicações do mundo. A Telefonica, que na década de 1920 foi criada como uma subsidiária espanhola da ITT (empresa norte americana de telecomunicações), foi posteriormente estatizada pelo governo do general Franco e, na década de 1980, o Estado detinha aproximadamente 32% de seu capital e controlava de fato a empresa. A partir de fins da década de 1980, a Telefonica definiu uma estratégia de internacionalização de suas atividades para a América Latina, por compreender que esta era a única forma de garantir sua sobrevivência, diante da liberalização do mercado europeu de telecomunicações e da concorrência potencial representada pelas grandes operadoras européias. No contexto da 4

18 internacionalização, a Telefonica adquiriu diversas operadoras de telecomunicações latino-americanas que estavam sendo privatizadas a partir do final da década de 1980 e, em 2004, se tornou a oitava maior operadora de telecomunicações do mundo (www.idate.org). Depois de iniciado o processo de internacionalização, a Telefonica foi privatizada pelo governo espanhol em dois leilões consecutivos em 1995 e 1997, onde todas as ações em poder do Estado foram vendidas, mas o governo manteve a golden share em seu poder. O resultado geral da reestruturação das telecomunicações na Espanha foi a projeção da Telefonica no contexto da concorrência internacional das operadoras de telecomunicações, a conquista de novos mercados e a abertura destes mercados para as empresas de serviços e equipamentos de telecomunicações de capital espanhol. Além disso, as subsidiárias espanholas das empresas multinacionais ampliaram suas atividades produtivas e inovativas na Espanha, pois a Telefonica organizava e realizava as encomendas de todas as subsidiárias a partir da matriz espanhola. Dessa forma, as empresas multinacionais tiveram incentivos para manter ou ampliar suas atividades naquele país, dada a escala de encomendas da Telefonica. Todos estes aspectos fortaleceram o sistema de inovação de telecomunicações espanhol. A operadora espanhola, enquanto ainda era uma empresa estatal, se projetou internacionalmente, tornando-se uma das principais da América Latina e, em particular uma das maiores operadoras do Brasil. Ao mesmo tempo, embora a Espanha tivesse desenvolvido menos capacitações nesta área previamente, a Telefonica utilizou a oportunidade de ampliação das atividades internacionalmente para dinamizar o sistema espanhol de inovação de telecomunicações. De maneira contrária, o Brasil, que havia constituído um sistema de inovação relativamente desenvolvido, passou por um processo de desnacionalização e internacionalização de seu setor de telecomunicações, o que resultou na diminuição dos investimentos e esforços em P&D e inovação neste setor. Diante deste quadro, o principal objetivo da tese é de comparar os impactos do processo de reestruturação das telecomunicações sobre o sistema 5

19 de inovação do Brasil e da Espanha. Parte-se da hipótese de que a adoção de diferentes estratégias de abertura, liberalização e privatização no setor de telecomunicações produz impactos significativamente diversos sobre a estrutura e organização do setor e sobre os sistemas nacionais de inovação. A escolha do Brasil e da Espanha é justificada por algumas razões: estes países possuem estruturas produtivas relativamente parecidas, nas quais as empresas multinacionais tinham (e têm) importante participação; o nível dos investimentos em atividades de P&D no Brasil e na Espanha (em termos de participação dos gastos nos respectivos produtos internos brutos) é razoavelmente similar e; até a década de 1980, o setor de telecomunicações no Brasil e na Espanha tinham graus semelhantes de desenvolvimento. Para cumprir com os objetivos propostos, a metodologia desta tese baseia-se na realização de dois estudos empíricos: um no Brasil e outro na Espanha 1. Cada um dos estudos envolveu um conjunto de entrevistas com empresas e instituições que compõem os respectivos sistemas de inovação. Os roteiros de entrevistas, a relação das empresas e pessoas entrevistadas que fizeram parte da amostra selecionada no Brasil e na Espanha estão disponíveis no anexo. Particularmente na Espanha, a pesquisa se deu em duas partes que foram realizadas concomitantemente. A primeira delas envolveu uma pesquisa bibliográfica no IEG/CSIC, no Centro de Información y Documentación Científica do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CINDOC/CSIC) e, principalmente, nas universidades de Madri (Universidad Autónoma de Madrid, Universidade Complutense de Madrid e Universidad Carlos III). Esta pesquisa teve como foco a busca de material bibliográfico sobre: o histórico do setor de telecomunicações na Espanha, que inclui a análise do processo reestruturação deste setor e, em particular, da internacionalização da Telefonica; e os impactos destes processos sobre o sistema de inovação de telecomunicações espanhol. Paralelamente a esta etapa, realizou-se conjunto de entrevistas com atores 1 O estudo empírico sobre o caso espanhol foi realizado graças a um doutorado sanduíche de três meses no período de março a junho de 2004 em Madri, no Instituto de Economía e Geografía do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (IEG/CSIC). 6

20 chaves, entre os quais, destacam-se: Telefonica, Telefonica Investigación y Desarrollo, Alcatel España, Ericsson España, Asociación Nacional de las Industrias Electrónicas y de telecomunicaciones (ANIEL) e Grupo PRISA. A tese está estruturada em duas partes. A primeira, composta pelos dois primeiros capítulos, apresenta o referencial analítico da tese, que está fundamentado principalmente na idéia de sistema nacional de inovação (SNI), conceito este desenvolvido no âmbito da abordagem teórica Neo Schumpeteriana. Além de considerar a inovação como o principal elemento de competitividade e centro da dinâmica econômica, o conceito de SNI possui o entendimento da inovação como um processo sistêmico, que não ocorre somente no âmbito da firma, mas é produzida a partir de um conjunto de relações e interações entre diversos agentes. Este conceito traz ainda o reconhecimento da importância das políticas industriais e tecnológicas para o desenvolvimento econômico e social dos países. Dessa forma, o conceito de SNI constitui-se num referencial de análise extremamente útil para compreender as mudanças recentes e também para pensar novas estratégias de desenvolvimento e crescimento econômicos. O primeiro capítulo apresenta, inicialmente, o contexto econômico e social internacional no qual se situa o objeto de estudo da tese. Neste aspecto, são analisadas as principais características de tal contexto, partindo-se da idéia de que o estágio atual da economia mundial resulta do surgimento do paradigma tecno-econômico da microeletrônica e das tecnologias de informação. Argumenta-se que as transformações provocadas pelo advento deste novo paradigma deram origem a uma nova forma de integração entre os países. Além disso, neste capítulo são discutidas as principais noções teóricas da tese, que estão associadas à abordagem teórica Neo-Schumpeteriana, sendo que é dado destaque para o conceito de sistema nacional de inovação. Por último, é feita uma breve discussão sobre as novas políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico no âmbito dos sistemas nacionais de inovação dos países desenvolvidos. 7

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