A METODOLOGIA UTILIZADA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NA MODALIDADE PROEJA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL /CAMPUS BENTO GONÇALVES ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A METODOLOGIA UTILIZADA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NA MODALIDADE PROEJA Janete Bondan Orientador: Milene Vânia Kloss Bento Gonçalves

2 FICHA CATALOGRÁFICA B711m Bondan, Janete A metodologia utilizada no ensino da Língua Inglesa na modalidade PROEJA / Janete Bondan ; orientadora Milene Vânia Kloss. Bento Gonçalves, f. : il. Trabalho de conclusão (Especialização) Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação. Curso de Especialização em Educação Profissional integrada à Educação Básica na Modalidade Educação de Jovens e Adultos, 2009, Porto Alegre, BR-RS. 1. Educação. 2. Educação profissional. 3. Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos. 4. PROEJA. 5. Língua Inglesa Metodologia Ensino PROEJA. 6. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Bento Gonçalves PROEJA. I. Kloss, Milene Vânia. II. Título. CDU 374.7:802.0 CIP-Brasil. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação. (Jaqueline Trombin Bibliotecária responsável - CRB10/979) 2

3 A METODOLOGIA UTILIZADA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NA MODALIDADE PROEJA Janete Bondan 1 Milene Vânia Kloss 2 Resumo: Percebe-se que a componente curricular de Língua Inglesa, embora tendo um papel importante no mercado de trabalho, ainda hoje é vista por alguns educandos como algo desnecessário e de difícil compreensão. Por isso este trabalho objetiva pesquisar como os educandos do Curso Técnico em Comércio, na Modalidade Proeja, vêem esta componente curricular e como ela é trabalhada, enfocando a metodologia de ensino. Quais são as expectativas destes educandos em relação aos conteúdos propostos, a metodologia adotada pelo professor e a questão do porquê aprender este idioma, qual a sua função no cotidiano de suas vidas, e ainda, como são trabalhadas as possíveis causas de desinteresse pelo idioma. Para a realização da pesquisa foi aplicado questionário com a turma 2007 em que os alunos puderam expor suas opiniões de maneira objetiva. A partir destas análises percebe-se que, mesmo diante das mais variadas causas que levaram a maioria dos educandos a retornar aos estudos depois de uma longa data, ainda assim há um interesse e uma busca pela aquisição do conhecimento, mesmo que em primeiro momento lhes parecesse como algo a ser inatingível ou de difícil compreensão. Diante da pesquisa realizada, a maioria dos educandos demonstrou interesse e motivação pelo idioma, uma vez que, estão conscientes da importância deste, em relação às exigências do mercado de trabalho e também por estarem satisfeitos com o método de ensino adotado pela docente da disciplina bem como, diante dos com conteúdos propostos, sendo que participam efetivamente das atividades propostas, as quais na maioria das vezes, relaciona-se com o cotidiano de suas vivências, tornando as aulas mais atrativas. Palavras chave: Metodologia, Ensino, PROEJA 3, Educador, Educando Abstract: Although the English Language has an important role in the job market, it is possible to realize that lately it has been seen by some students as unnecessary or difficult to understand. This article is a study about the way the students see this subject and the way it is being developed, focusing the teaching methodology. It tries to understand the group s expectation towards the contents and the methodology. In addition, this work also investigates the reasons that makes this students learn English; what importance does it have in their lives, and how does the teacher deal with the some students lack of interest. This research was based on a questionnaire in which students could show their opinions. Although the students were not attending school for a long time, it was possible to realize that there was a big interest for the pursuit of knowledge. In certain moments the students seemed to have some difficulties in understanding the subject, but most of the students demonstrated interest and motivation for the idiom. They were aware about the importance of the language for the job market requests. Besides they were satisfied with the teaching methodology adopted by the teacher as well as with the contents approached. Most of the times the proposed activities had a relation with their everyday life experiences, which made the classes more interesting. Key words: Methodology, Teaching, PROEJA 4, Teacher, Student 1 Bacharel em Secretária Executiva Bilíngue - UCS Licenciatura Plena em Língua Inglesa - UNISC - Magistério à nível de 2º Grau para as séries iniciais do ensino fundamental. 2 Licenciatura Plena em Português, Inglês e Respectivas Literaturas UFSM - Especialização em Educação de Jovens e Adultos na Educação Profissional e no Ensino Médio- UFRGS - Mestrado em Literatura Comparada - UFSM 3 Um Programa de Integração de Educação Técnica e Profissionalizante com um nível médio o qual é destinado a educação de jovens e adultos. 3

4 Introdução As questões que abordam o processo de ensino de uma língua estrangeira, neste caso a língua inglesa, tem que apresentar uma forma que motive, instigue e facilite a compreensão da mesma pelos educandos. Eles precisam se sentir capazes e acima de tudo envolvidos no processo de ensino, buscando com isso superar as suas dificuldades e sentindo-se capaz de absorver com segurança os conteúdos propostos. Dentro de uma concepção epistemológica construtivista, acredita-se que o trabalho docente prime por buscar a aproximação dos conteúdos propostos junto aos educandos através de seus conhecimentos e experiências vivenciadas, buscando com isso um método onde todos, educador e educandos sintam-se membros atuantes e responsáveis pelo seu sucesso. Essa pesquisa objetiva verificar se a metodologia aplicada em na Modalidade Proeja, na turma 2007 para o curso Técnico em Comércio no IFRS Bento Gonçalves, supre as necessidades de assimilação dos conteúdo propostos, verbalização, interesse pela disciplina, boa aceitação diante da metodologia aplicada aos educandos do Proeja desta instituição. Verificar em que momentos a metodologia aplicada está sendo falha no processo de ensino e em que pontos a metodologia aplicada está sendo positiva, contribuindo para a compreensão e o interesse do conhecimento e a assimilação dos conteúdos propostos. O ensino da Língua Inglesa na modalidade Proeja, bem como Eja, torna-se um desafio, pois os educandos destas modalidades, vem de diferentes realidades, dentre elas, o abandono aos estudos por fatores econômicos, falta de interesse e motivação, frequentes reprovações no ensino regular, no caso de algumas adolescentes, uma gravidez inesperada tornando difícil às idas à escola, dentre outros fatores. Diante dessas diferentes realidades em que se encontram as turma de Eja e Proeja nos dias atuais, faz-se necessário conhecer a metodologia a qual está sendo aplicada e se está atingindo os objetivos propostos para esse público. Para embasar o artigo, o presente trabalho busca fundamentação nas obras de Paulo Freire, Moacir Gadotti, Fernando Becker, Jean Piaget, entre outras, que falam sobre práticas docentes, o papel do professor como mediador do conhecimento e processo ensinoaprendizagem. Além disso, realizou-se observação e pesquisa qualitativa, com alunos em Proeja no IFRS Campus Bento Gonçalves durante algumas aulas de Língua Inglesa, onde foram aplicadas questões aos alunos referentes à metodologia de ensino aplicada, a visão diante dos alunos diante deste componente curricular e a importância para as suas vidas. 4 An Integration Program of Technical and Professional Education with a high school level which is proper for The Young People and Adults Education 4

5 Diante da pesquisa realizada, percebe-se um percentual considerável de alunos satisfeitos e cientes em relação do porquê aprender uma Língua Estrangeira, neste caso a Língua Inglesa. Em relação à metodologia aplicada no ensino deste idioma, a turma 2007 em Proeja, no IFRS Bento Gonçalves, demonstra estar em sintonia com o trabalho da docente, sendo membros atuantes a participantes no processo de ensino-aprendizagem. O papel da Língua Inglesa na Modalidade Proeja Numa palavra, o ser humano é resultado de sua própria ação; ele pode erigir sua grandeza ou sua própria destruição. Por isso, é urgente pensarse a educação que deve ser tão acertada e competente que dê condições ao sujeito humano para construir sua grandeza em harmonia com a natureza e o cosmos, evitando o caminho da catástrofe (BECKER, Fernando; MARQUES, Tania B.I., Ser Professor é Ser Pesquisador, 2007, p. 7). Com o advento da globalização optou-se pela Língua Inglesa como idioma universal, instituindo-a nas escolas como disciplina de Língua Estrangeira Moderna. Embora saiba-se da importância deste idioma como componente curricular, diante de uma era globalizada, em que quase todos ou a sua grande maioria ouve e fala este idioma, frente a um mercado de trabalho cada vez mais concorrido em que os profissionais mais preparados destacam-se na conquista de melhores oportunidades de trabalho, ainda assim, a Língua Inglesa, em alguns momentos é vista como algo desnecessário, de difícil compreensão ou até mesmo de difícil acesso na aquisição da mesma, talvez pelo motivo de que em nossa região, a maioria das pessoas seja descendente de imigrantes italianos. Diante desses fatores aqui sugeridos e de outros os quais serão analisados através da pesquisa e coleta de dados, destacam-se algumas das possíveis causas em que se percebe a dificuldade na questão da metodologia aplicada, resultando com isso uma certa carência na assimilação do conteúdo: A dificuldade na assimilação dos conteúdos, devido a prática de uma metodologia que, em muitos casos, distancia os conteúdos ministrados das práticas cotidianas; A falta de estímulo do docente em inovar suas aulas, em certos momentos, promove nos educandos uma desmotivação para com o componente curricular, fazendo com que eles percam o interesse pelo idioma; A falta de recursos metodológicos como, aulas de audição, conversação, prática de pronúncia, limitam o ensino do idioma; o que também pode gerar desinteresse e resistência por parte dos educandos. 5

6 A Modalidade PROEJA, sendo uma modalidade de Educação Básica Profissionalizante, tem como objetivo atingir uma clientela de educandos, os quais, por várias razões, buscam, através da formação básica, um meio de qualificar-se para o mercado de trabalho. Diante disso, exige-se uma pedagogia própria e uma metodologia particular para abordar os mais diversos assuntos, dentre eles a disciplina de Língua Inglesa. Por se tratar de uma Língua Estrangeira, a Língua Inglesa geralmente é vista por alguns educandos, como algo desnecessário, de difícil compreensão e assimilação, tornando o trabalho do docente um tanto quanto árduo. Razão pela qual, a constante avaliação da metodologia que se está usando faz-se necessária, identificando os pontos positivos e negativos, buscando aperfeiçoar a aplicação do método de ensino. O ensino da Língua Inglesa na modalidade PROEJA é um desafio constante, por isso faz-se necessário conhecer a metodologia que está sendo aplicada e verificar se ela está atingindo os objetivos propostos para essa clientela de educandos. Acredita-se que seja necessário fazer com que o educando perceba e desperte para o novo, para a mudança, para o aprendizado, para uma busca constate de novos saberes e consequentemente seja instigado cada vez mais para essa busca infinita. Portanto, cabe ao docente buscar meios de ensino que despertem o interesse da turma. Na verdade,meu papel como professor ao ensinar o conteúdo a ou b, não é apenas o de me esforçar para, com a clareza máxima, descrever a substantividade do conteúdo para que o aluno o fixe. Meu papel fundamental, ao falar com clareza sobre o objeto, é incitar o aluno a fim de que ele, com os materiais que ofereço, produza a compreensão do objeto em lugar de recebê-la na íntegra de mim (FREIRE, Paulo - Pedagogia da Autonomia, Saberes Necessários a Prática Educativa, 34º Ed p. 118, 119). Tendo atuado na modalidade EJA para os ensinos fundamental e médio, durante seis anos, pude constatar as dificuldades, barreiras e limitações dessa clientela. Os alunos de EJA, em geral buscam um conhecimento que lhes facilite a compreensão e o entendimento do que os cercam. Em vários momentos, ouvi comentários dos meus educandos como: Eu não sei falar nem mesmo corretamente o Português, por que eu tenho que aprender Inglês? ou ainda: Eu nunca viajarei para os Estados Unidos, por que tenho que aprender Inglês? Diante desses comentários, percebe-se que a assimilação do Inglês torna-se dificultosa, pois em alguns casos, a falta de conhecimento sobre a disciplina, são justificativas usadas pelos educandos alunos para ignorar o aprendizado e a prática deste idioma. Isso faz com que o 6

7 docente deva atuar com muita perseverança e motivação tornando suas aulas, no mínimo, interessantes. O professor precisa buscar constantemente uma metodologia que ofereça aos seus educandos, duplamente, uma boa assimilação do conteúdo e que desperte neles o interesse pelo aprimoramento da Língua Inglesa. Nossas práticas em educação de jovens e adultos tem apontado que esse autorizar-se, alicerçado na espontaneidade e na criação, se faz possível, na sala de aula, no momento em que se institui uma identificação da proposta constituída pelos educadores e educandos (...) (MOLL, Jaqueline, 2005, p.22) O ensino da Língua Inglesa é algo delicado em se tratando de uma clientela como Proeja, pois são educandos com aspectos diferenciados do público de ensino fundamental regular e médio regular. Na questão da metodologia em Língua Inglesa, é essencial um aperfeiçoamento da mesma, aprimorando seus métodos de ensino, resultando, com isso, em uma melhor assimilação de conteúdo por parte dos educandos. Os educandos, na maioria das situações, buscam algo que lhes incorpore a vida cotidiana e que facilite a compreensão e o diálogo, muitas vezes tornando o trabalho do professor um tanto dificultoso, tanto por questões de dificuldades pessoais como pela questão da heterogeneidade em que se encontram as turmas. Há alguns anos, o público alvo na modalidade EJA, por exemplo, estava primeiramente voltado às pessoas que estavam afastadas da escola por muito tempo, as quais estariam retornando com o objetivo de concluir o ensino fundamental e médio por inúmeros fatores, dentre eles, uma qualificação tanto pessoal como profissional, exigências no mercado de trabalho devido a normatizações instituídas nas empresas, primando pela conclusão e um aperfeiçoamento no aspecto educacional. Por outro lado, nos dias atuais, percebe-se que, a clientela de ambas as modalidades, volta-se também para um público adolescente dentre os quais destaca-se aquele educando que, por motivos sócio econômicos, comportamentais, familiares, dificuldades na aprendizagem, escolaridade descontinuada com reprovações seqüenciais, e em muitos dos casos provenientes do próprio fracasso e com responsabilidade de ajudar na sustentabilidade da família estão optando por estas modalidades, gerando com isso a heterogeneidade citada anteriormente. Por esse motivo, é importante que se aplique uma metodologia engajada com a realidade dos alunos, buscando envolvê-los no processo de ensino do idioma, possibilitando que os educandos mantenham-se motivados a prosseguir com seus estudos. Não nos basta apenas como educadores, transmitir o conhecimento aos nossos educandos pelo simples fato de termos um plano de estudos e de trabalho em mãos a serem cumpridos dentro de um prazo, num determinado ano letivo. O que realmente merece uma 7

8 atenção em especial, é a busca por uma metodologia que desperte nos educandos um interesse maior e que, os faça buscar constantemente e de forma plena um conhecimento voltado as suas experiências, expectativas e vivências para sentirem-se membros participantes do processo de ensino. É preciso, sobretudo, e aí já vai um destes saberes indispensáveis, que o formando, desde o princípio mesmo de sua experiência formadora, assumindo-se como sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção (FREIRE, Paulo - Pedagogia da Autonomia, Saberes Necessários a Prática Educativa, 34º Ed.2006, p. 22). A metodologia, como também os conteúdos a serem desenvolvidos, merecem ser analisados e voltados ao público que estamos educando, buscando com isso, maior produtividade na construção do conhecimento a ser produzido, do contrário, a busca pelo conhecimento pode tornar-se indiferente. Não quer se dizer, no entanto, que apenas uma metodologia aberta ao diálogo, desconsiderando o conteúdo em si, seja necessária, mas uma metodologia em que os educandos sintam-se envolvidos no âmbito escolar, produzindo com isso diferentes alternativas metodológicas, dependendo do grupo a ser trabalhado para a aplicação dos conteúdos e despertando com isso, o gosto pela assimilação dos mesmos. É importante considerar que os educandos de PROEJA, ainda persistem na metodologia de que, sala de aula é espaço para escrever e copiar, razão pela qual torna-se importante a questão de um processo de readaptação para que lhes permita uma visão mais aberta a participação e ao diálogo em sala de aula. Porém deve-se levar em conta, que esta mudança a participação e envolvimento dos educandos no processo metodológico da disciplina, não seja interpretado pelos mesmos, como algo descentrado aos objetivos propostos, pois pode-se gerar com isso, uma interpretação equivocada do processo de ensino. Segundo Moll, (2005, p.14) (...) inúmeras vezes, perdemos alunos e alunas na cena escolar porque fazemos, talvez sem querer a curvatura da vara : de uma escola na qual só se copiava para uma escola na qual só se conversa. Diversos elementos se conjugam a fim de dar conta da metodologia de uma língua estrangeira, mas considera-se que o estar motivado para ensinar, constitua a melhor forma de educar, independente da metodologia a ser utilizada. Acredita-se que para manter o interesse do educando pela língua estrangeira, o professor precise engajá-lo no processo de aquisição da linguagem, assumindo uma parte da responsabilidade pelo seu processo de aprendizagem. O educando tem de aprender a aprender e este, por sua vez, ser capaz de assumir uma parte da responsabilidade pelo seu processo de aprendizagem. 8

9 Segundo Freire (2006, p. 118) (...) Ele precisa se apropriar da inteligência do conteúdo para que a verdadeira relação de comunicação entre mim, como professor, e ele, como aluno se estabeleça. É por isso, que ensinar não é transferir conteúdo a ninguém, assim como aprender não é memorizar o perfil do conteúdo transferido no discurso vertical do professor. Dentro de uma teoria construtivista, vê-se que a assimilação dos conteúdos, dá-se através da construção dos conhecimentos partindo do ponto em que os nossos educandos trazem em sua bagagem vivida e apreendida. Nada seria mais prejudicial ao ensino, do que a certeza das idéias prontas. Construtivismo é falar de construção de conhecimento, algo tão importante quanto o nosso papel diante de nossos educandos. Dentro de uma metodologia a ser adotada, deve-se promover uma síntese dentro daquilo que os nossos educandos já construíram previamente e as novidades trazidas por eles, partindo disso para as suas necessidades. Segundo Marques, (2005, p. 254 ), (...) o professor precisa pensar no aluno a partir do aluno, e não a partir dele próprio, para ajudar a construir o adulto capaz de conquistar, por si só, a beleza e a verdade do seu tempo. Na questão da Língua Inglesa como componente curricular na modalidade Proeja, percebe-se que, por inúmeras vezes, tal disciplina é interpretada pelos educandos como algo desnecessário e de difícil compreensão. Eles, por si próprios, em muitos casos, bloqueiam-se inconscientemente, pensando que tal disciplina pode vir a ser algo que lhes cause constrangimento caso não saibam pronunciar ou expressar-se da mesma forma que o educador o estiver fazendo. Em outros, a questão de ser um idioma universal, os faz pensar que é algo inatingível ou que, apenas as pessoas de maior conhecimento é que estão aptas a aprendê-lo. É neste sentido, que uma metodologia direcionada ao público com o qual o docente está atuando, tenha por objetivo, despertar uma boa aceitação e assimilação dos conteúdos propostos para que os educandos sintam-se envolvidos e motivados com a metodologia trabalhada. 9

10 Segundo Freire (2006, p.118) (...) Ensinar a aprender tem que ver com o esforço metodicamente crítico do professor de desvelar a compreensão de algo e com o empenho igualmente crítico do aluno de ir entrando como sujeito em aprendizagem, no processo de desvelamento que o professor deve deflagrar. Isso não tem nada que ver com a transferência de conteúdo e fala da dificuldade mas, ao mesmo tempo, da boniteza da docência e da discência. Sejam quais forem as razões - econômicas, diplomáticas, sociais, comerciais ou militares, a necessidade de entrar em contato com falantes de outro idioma é muito antiga. Supõe-se que as primeiras aprendizagens de uma língua estrangeira aconteceram pelo contato direto com o estrangeiro. Paralelamente a estas aquisições em meio natural, alguns povos se preocuparam em aprender e ensinar, de forma sistemática, algumas línguas estrangeiras. Segundo Almeida Filho (2001;19) Os professores de línguas precisam, entre outras coisas, produzir o seu ensino e buscar explicar por que procedem das maneiras como o fazem. Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2008, Apud (FILHO, 2001, p. 19). Sabe-se que os processos de ensino e avaliação merecem uma atenção em especial diante de uma modalidade Proeja, levando-se em conta as diferenças que esse público traz em sua bagagem de vida e profissional, bem como suas vivências escolares remanescentes. Ainda segundo Almeida Filho (2001;19) A abordagem é mais ampla e abstrata do que a metodologia por se endereçar não só ao método (...) Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2008, Apud (FILHO, 2001, p. 19). Neste sentido, o autor também refere-se a maneira pela qual se está tratando determinado tema em sala de aula, pois é diante da busca pelo interesse e motivação dos educandos que a construção do conhecimento pode tornar-se cada vez maior e com resultados mais positivos. A Língua Inglesa aos Alunos do Proeja 2007 no IFRS Campus Bento Gonçalves Neste trabalho, foi realizada pesquisa qualitativa e quantitativa com o objetivo de verificar as causas, que levam ao interesse e/ou desinteresse dos educandos em Proeja diante dessa disciplina; bem como a metodologia apresentada: se ela supre as necessidades dos educandos, amenizando as suas dificuldades. Além disso, pretende-se averiguar em que momentos a metodologia aplicada está sendo falha no processo de ensino e em que pontos a metodologia aplicada está sendo positiva contribuindo para a compreensão e o interesse no processo de aquisição e conhecimento da disciplina. 10

11 O estudo foi realizado com a turma 2007 do Curso Técnico em Comércio na Modalidade Proeja, no IFRS Campus Bento Gonçalves, visando diagnosticar como os educadores trabalham as dificuldades apresentadas pelos educandos em sala de aula, como lidam com as formas mais variadas de resistências e divergências, dentre elas a falta de um conhecimento mínimo por parte de alguns alunos, as diferenças em relação a faixa etária, as diferentes formas de assimilação de conteúdo no sentido de que alguns educandos possuem mais facilidade e com isso participam mais das aulas, enquanto que outros por terem alguma dificuldade na aquisição do conteúdo, sentem-se constrangidos, gerando com isso um desinteresse ou até mesmo uma desmotivação pela disciplina. Desmotivação essa, que se, não for detectada a tempo pelo docente através de um olhar mais cuidadoso, tratando de buscar os alunos e fazer que eles interajam como demais procurando amenizar essas situações, pode levá-los a pensar que o idioma é dispensável ao ensino ou ainda, que eles, educandos, não são aptos para a aquisição de tal conhecimento. Em geral, os educandos da modalidade Proeja e Eja, possuem um histórico de fracasso educacional, ou seja, abandono escolar motivados por diversas causas como: Motivos sócio econômicos, comportamentais, familiares, dificuldades na aprendizagem, escolaridade descontinuada com reprovações seqüenciais, e em muitos dos casos provenientes do próprio fracasso e com responsabilidade de ajudar na sustentabilidade da família gerando com isso o atraso escolar. De alguma forma, o aluno já sofreu perdas no seu processo de formação, sendo que este não concluiu seus estudos em tempo normal dentro da faixa etária prevista. Retornando aos estudos, as dificuldades acarretadas pela vida e o acúmulo de atividades, dificultam esse processo de retomada aos estudos, entre eles, percebe-se: constrangimento em muitos casos pela diferença etária em relação aos outros colegas, cansaço, preocupações com família, compromissos em relação ao cotidiano, enfim, são inúmeros os fatores que contribuem para dificultar o reingresso aos estudos. Dentro da pesquisa realizada, a faixa etária dos alunos foi dos 24 aos 59 anos de idade, sendo um total de 21 entrevistados, mais precisamente 6 homens e 15 mulheres. Como resposta a questão em relação ao tempo que estavam afastados da escola, obteve-se o resultado no gráfico abaixo: 11

12 4% 5% 4% sempre estudaram 20% estavam afastados por uns 2 anos estavam afastados de 6 a 7 anos 43% 10% estavam afastados por 10 anos estavam afastados de 12 a 17 anos estavam afastados de 20 a 30 anos estavam afastados da escola por mais de 35 anos 14% Gráfico 1 Tempo de afastamento Fonte: autora Diante deste resultado, percebe-se que a maioria dos alunos desta modalidade, ainda é daqueles que estavam afastados por um longo período da sala de aula, apesar da heterogeneidade que ocorre nas turmas de Eja e Proeja. De modo geral, o principal motivo pelo reingresso aos estudos nesta modalidade é a preocupação com o mercado de trabalho, buscando com isso uma qualificação profissional o qual exige cada vez mais com relação a formação de profissionais para atuarem devido a normatizações presentes na maioria das empresas nos dias atuais. Como resultado diante desta abordagem, obteve-se os percentuais de que, 76% retomaram os estudos por uma questão de qualificação profissional e exigência no mercado de trabalho, 20% por vontade de aprender e adquirir mais conhecimentos e 4% pelo motivo de querer conviver mais com outras pessoas como uma alternativa de interagir melhor na sociedade e buscar com isso também um crescimento pessoal. Por isso, vale sempre lembrar, o despertar para o aprender, para o conhecimento, a razão pela qual estamos inseridos, neste caso, nossos educandos, num ambiente escolar, a motivação para isso, os interesses, as perspectivas, as expectativas, as idéias, a bagagem cultural e a vivência que nossos educandos trazem consigo, tudo isso os motiva, os faz querer descobrir mais e os torna cada vez mais membros participantes e envolvidos no processo de ensino. 12

13 Segundo Morin, (2000, p.20), vale lembrar: A reforma do ensino deve levar à reforma do pensamento, e a reforma do pensamento deve levar à reforma do ensino. Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2008, Apud (MORIN, 2000, p. 20). Em relação a disciplina de Língua Inglesa, é lamentável que ainda há um pensamento por parte de alguns alunos de que a mesma possa ser dispensável ao currículo escolar, que ainda seja vista como algo a ser estudado apenas por aqueles que possuem uma condição favorável para o seu estudo, ou ainda, que apenas seja válida como estudo em caso de algum contato com o exterior, nesse caso, uma viagem, um contato com nativos no idioma, uma possível mudança de vida a ponto de mudar de país, entre outros pensamentos que ainda permeiam nas concepções de nossos educandos, como sendo algo inatingível, de pouca ou quase nada importância. Quanto às memórias recentes, há um lamento de que os alunos de escola pública não sabem a importância do inglês na vida deles e menção aos sentimentos negativos que a disciplina e, por conseqüência, o professor despertam nos aprendizes. Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2008, Apud (PAIVA, 2005, p. 9). Diante desse contexto, 33% dos alunos responderam que classificam a aquisição do idioma como muito importante, 53% importante e 14% pouco importante. Muitos de nós, educadores, sonhamos e projetamos um ensino melhor, mais satisfatório, mais condizente com as realidades com as quais somos deparados e diante disso, vale refletir a respeito da educação, buscando uma metodologia de ensino que atinja o público com o qual estamos trabalhando e gerando com isso uma satisfação, uma contemplação no mínimo dos objetivos propostos diante da necessidade de nossos educandos. Enquanto educadores é necessário que se busque uma certa magia na arte de educar. É imprescindível que se questione e problematize nossos educandos diante de situações em que eles possam interagir através de uma metodologia onde sintam-se membros integrantes e atuantes no processo de aquisição do conhecimento. Como professores/educadores, não nos basta dar ao aluno a faca e o queijo mas sim, provocar-lhe a fome, fome esta, pela aquisição do conhecimento. Se ele tiver fome, mesmo que não haja queijo, ele acabará por descobrir maneiras de chegar até ele para obtê-lo. Segundo Freire (2006, p. 24) (...) Ensinar inexiste sem aprender e vice-versa e foi aprendendo socialmente que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível ensinar. Éaprendendo que percebe-se a necessidade de trabalhar maneiras, caminhos e métodos para ensinar. Não existe uma regra para isso, não há uma receita infalível, tampouco alguém que o diga como fazer. Mas sim, descobrindo no dia-a-dia com nossos educandos, as suas curiosidades e as suas aspirações para juntos traçarmos o caminho a ser seguido, diante da realidade que está a nossa frente sedenta pela arte da aquisição do conhecimento infinito. 13

14 Cabe lembrar aqui que, a metodologia empregada na disciplina de um idioma, neste caso, a Língua Inglesa, pode despertar ou gerar aversão por parte dos educandos. Cabe ao profissional docente, desenvolver nos seus educandos a questão de descobrir o porquê do estudo de determinado idioma, primeiramente para que estes saibam os aspectos culturais, lingüísticos, contextuais, orais, escritos, enfim, tudo o que concerne ao assunto, instigando assim o despertar pela assimilação dos conteúdos propostos. Hoje, muito mais de como eu ensino, é saber como eu ensino, é saber como o estudante aprende e se preocupar com cada um, tendo sensibilidade e visão. Concorremos com MP3, internet, celular e o professor precisa envolver o aluno de tal maneira que, na próxima aula, este venha munido de reflexões sobre o que aprendeu (Revista Aprendizagem, Set. Out. 2007). Tanto é real tal afirmação que, diante da pesquisa realizada os alunos responderam ao questionamento a respeito do uso da Língua Inglesa em suas vidas e as respostas foram de que 33% acredita que o idioma pode lhes ser útil no uso da Internet e 67% no manuseio de computadores e aparelhos em geral como MP3, MP4, e outros. Ainda dentro da questão da importância deste idioma em suas vidas, 91% respondeu que a aquisição desta língua pode-lhes aumentar as chances de adquirir um emprego melhor e 9% respondeu que facilita na realização de tarefas no emprego. Atualmente, a formação de professores e a qualidade de ensino depende cada vez mais do comprometimento com a profissão docente. A base para um programa de Formação de Professores vem da partilha de conhecimentos, no estudo de casos de práticas pedagógicas (Revista Aprendizagem, Set. Out. 2007) O objetivo pelo qual prima-se é o de buscar nossos educandos de alguma forma, ou de várias formas até sabermos em qual ponto os tocamos para que sintam-se engajados neste processo e que acima de tudo, percebam o quanto isso lhes é importante e o quanto lhes agrega as suas vidas como seres humanos e profissionais. Ainda na questão de como os educandos se sentem em relação a disciplina de Língua Inglesa, 86% diz sentir-se feliz por aprender o idioma e acredita que isso pode lhes ajudar em futuras conquistas, porém 14% não gosta ou ainda não reconhece a aplicabilidade desse componente curricular em suas vidas. 14

15 Diante desta pesquisa, percebe-se um bom percentual de satisfação por parte dos educandos em relação a metodologia aplicada na disciplina e em relação a assimilação dos conteúdos propostos. Realidade esta, satisfatória em relação a outras as quais, ouve-se pelos corredores da educação. Um programa de educação de adultos, por essa razão, não pode ser avaliado apenas pelo seu rigor metodológico, mas pelo impacto gerado pela qualidade de vida da população atingida. A educação de adultos está condicionada às possibilidades de uma transformação real das condições de vida do aluno-trabalhador (GADOTTI, 2006, P.32). Em relação a metodologia aplicada no ensino do idioma, 85% dos alunos respondeu que possui uma boa participação nas aulas e que sentem-se a vontade diante dos conteúdos propostos e 15% possui pouca participação nas aulas e quanto ao método aplicado, 33% considera-o de fácil compreensão e assimilação, 9% satisfatório, 10% mais ou menos e 15% de difícil compreensão e 33% não opinaram. Ainda ao final do questionamento, em relação a atual metodologia aplicada os percentuais foram de 70% para os que afirmam que a mesma lhes permite e facilita a compreensão e assimilação dos conteúdos propostos e 30% mais ou menos. Seria muito simples se o ato de ensinar pudesse ser reduzido à semelhança de uma receita culinária, a um pensar organizado, a uma experimentação exitosa e a combinação com modos de fazer quase sempre infalíveis. Porém o processo de ensinar é dinâmico e complexo, inserido numa realidade móvel, sempre em transformação. Voltando-se para a abordagem em considerar as experiências e conhecimentos trazidos pelos nossos educandos, sabe-se que a sociedade não é uma abstração. É um contexto complexo e estamos inseridos nela, nós e nossos alunos. Uma análise da estrutura da sociedade e de seu movimento de relações se faz necessária antes de se proceder à escolha de uma metodologia pedagógica. Diante de uma realidade pedagógica, sabe-se que as pessoas trazem consigo seus espaços de vida, preenchidos por experiências, saberes e expectativas, tornando-se necessária a identificação das características do grupo para o qual se destina o ensino pretendido, antes de se iniciar o processo. Considerando a complexidade em relação a metodologia de ensino, compete ao professor refletir crítica e constantemente seus procedimentos docentes. Faz-se necessário que o educador tenha clareza o que faz, o porque o faz e como o faz na sua relação com o conhecimento diante dos seus educadores. Sem a compreensão dialética da realidade, a metodologia do ensinar pode, na prática, tornar-se como o bolo que não cresceu porque nele se deixou de, ao acrescentar mais farinha, aumentar a dose dos demais ingredientes. Em relação a metodologia aplicada na disciplina de Língua Inglesa para a turma na qual realizou-se a pesquisa, observa-se que as aulas são dinamizadas por atividades em que os educandos interagem numa atmosfera de parceria e participação com o docente, sentem-se 15

16 membros atuantes, embora alguns, nesse caso a minoria, um pouco constrangidos pelo fato talvez, de não pronunciarem corretamente o idioma quando questionados, ou até mesmo pela presença de outra docente, nesse caso, a minha pessoa a qual estava os observando. Mesmo assim, é notável um clima de satisfação por parte dos educandos em relação a metodologia aplicada na disciplina e em relação a assimilação dos conteúdos propostos. Realidade esta, a qual considerase satisfatória em relação a outras que, se ouve e percebe pelos corredores da educação. Acredita-se que através de uma metodologia direcionada ao público com o qual se está atuando, conhecendo as diferentes realidades dos nossos educandos, criando novos métodos para que nossas aulas possam ser mais interessantes e com educadores que, além de bem preparados, sejam sensíveis e tenham um olhar diferenciado e dedicado para com os educandos em Proeja, possamos alcançar a tão sonhada arte de despertar em nossos alunos a fome pelo saber, pela aquisição do conhecimento, e fazer disso uma meta para que busquem sempre mais serem saciados pela aquisição de novos saberes. Por isso, vale enfatizar que, devese valorizar o conhecimento espontâneo de nossos educandos, pois negando tal fato, a escola pode passar a idéia de que o conhecimento escolar (tido como conhecimento científico) é o verdadeiro, e por isso imutável. Na verdade, assumimos uma postura que tanto o conhecimento escolar como o espontâneo são provisórios, pois a realidade é mutável pela ação dos homens ao longo to tempo/espaço histórico. Realidade esta, percebida na turma a qual realizou-se a pesquisa, onde pode-se perceber a participação dos alunos no sentido de valorização dos conhecimentos trazidos por eles quando questionados pelo docente sobre os conteúdos propostos e atividades desenvolvidas na sala de aula. Embora, alguns alunos demonstraram não possuir conhecimento na Língua Inglesa, sentiam-se a vontade e encorajados para participar das dinâmicas e das atividades propostas pelo educador, percebendo que suas opiniões e idéias eram relevantes por mais simples que fossem. Nesse sentido, Zanon (1993 p.32) Fazer Pedagógico Construções e Perspectivas Apud (ZANON, 1993, p.32), enfatiza o papel da escola enquanto mediação permanente e aproximação crescente entre o conhecimento espontâneo (o senso comum) e o conhecimento científico (o conhecimento sistematizado e universalmente aceito). 16

17 Considerações Finais Através da pesquisa realizada, pode-se observar que em geral os alunos sentem-se satisfeitos e atraídos pelo ensino da componente curricular Língua Inglesa. Em relação à verificação da metodologia abordada, nota-se que a mesma atinge os objetivos propostos pela docente e que há um percentual considerável em relação a questão de aquisição dos conhecimentos abordados, destacando que os alunos sentem-se membros participantes, ativos e instigados a construir o conhecimento mutuamente com a docente. Percebe-se que a maioria dos alunos vêem esta disciplina como algo que certamente lhes agrega conhecimento, pois estão cientes da importância em relação às exigências do mercado de trabalho e também pela aquisição como língua universal, no sentido de poderem se sentir mais capacitados. Neste sentido, os alunos demonstraram estar suprindo suas expectativas em relação ao componente, percebendo-se que os conteúdos abordados estão sendo absorvidos de maneira positiva e receptiva, demonstrando estarem despertos para a aquisição do idioma. A maioria dos educandos ainda não utiliza a componente no seu trabalho, porém diante da pesquisa realizada, percebeu-se que utilizam o idioma no dia-a-dia como recurso para a utilização de aparelhos como MP3, DVD, computadores, e em alguns casos, na leitura de manuais quando são adquiridos produtos importados pelas empresas nas quais atuam. Pode-se afirmar que alguns alunos, por alguns momentos, não demonstraram grande interesse por certos conteúdos propostos, sendo que mantinham uma postura de imparcialidade e indiferença. Acredita-se que, se fossem estudadas de forma particular tais atitudes, há uma chance de se buscar nesses alunos, um interesse maior pela disciplina e pelos conteúdos abordados. Em relação à metodologia utilizada no componente, vê-se que as aulas são bastante dinâmicas, tornando o clima da sala de aula bastante ativo. Porém, nem todos os educandos sentem-se à vontade diante dessa euforia, pois se percebe que em alguns instantes certos alunos tentavam acompanhar o ritmo da aula, mas na realidade estavam um tanto perdidos. Estes procuravam demonstrar que estava tudo bem, mas na realidade percebeu-se que não estavam conseguindo acompanhar o ritmo da aula em relação às colocações feitas pela docente. Talvez estivessem tomando tal postura, para que os colegas ou até mesmo a professora não percebessem que estavam um tanto perdidos durante as aulas, provavelmente para não se sentirem inferiorizados perante a turma. 17

18 Obras Consultadas: BARBARA, Leila; RAMOS, Rosinda de Castro. Guerra Reflexão e Ações no Ensino- Aprendizagem de Línguas. Mercado das Letras; BECKER, Fernando; MARQUES, Tania B.I. Ser Professor é Ser Pesquisador Editora Mediação, 2007 Porto Alegre. Fazer Pedagógico Construções e Perspectivas - Programa Interinstitucional de Integração da Universidade com a Educação Fundamental UNIJUÍ FILHO, José Carlos P. Almeida Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas Pontes, FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessários à Prática Educativa 34ª Edição. Editora Paz e Terra, 2006 FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança. Um reencontro com a pedagogia do oprimido. 13ºed. Rio de Janeiro; Paz e Terra, 1992 GADOTTI, Moacir e ROMÃO, José E. Educação de Jovens e Adultos. Teoria, prática e proposta. 8ª Edição. Cortez Editora, 2006 KRASHEN, S.D. Principle and Practice in Second Language Acquisition. Oxford: Pergamon Press, MOLL, Jaqueline. Educação de Jovens e Adultos. 2ª Edição, Porto Alegre, Mediação, Orientações Curriculares para o Ensino Médio Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ministério da Educação, PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Trad. Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, Revista Aprendizagem A revista Prática Pedagógica Ano 1 Nº2 Ed.Melo Pinhais PR - Set. Out SANTOS, Simone Valdete; ESLABÃO, Leomar da Costa; FRANZOI, Naira; Albernaz, Roselaine; DOROW, Clóris; Arenhaldt, Rafael. Reflexões sobre a prática e a teoria em PROEJA: Produções e Especialização PROEJA/RS. Porto Alegre, Evangraf,

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