A AVENIDA 7 DE SETEMBRO (IMBITUVA/PR) ENTRE FOTOS E FATOS:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A AVENIDA 7 DE SETEMBRO (IMBITUVA/PR) ENTRE FOTOS E FATOS: 1906-1940"

Transcrição

1 A AVENIDA 7 DE SETEMBRO (IMBITUVA/PR) ENTRE FOTOS E FATOS: CLEUSI TERESINHA BOBATO STADLER Mestranda do Programa de Pós-Graduação em História (História e Regiões) da UNICENTRO ANCELMO SCHÖRNER Doutor em História. Professor do Departamento de História e do Programa de Pós- Graduação em História (História e Regiões) da UNICENTRO, Campus de Irati/Pr. Toda fotografia tem atrás de si uma história; é este o enigma que procuramos desvendar. (Bóris Kossoy). 1. INTRODUÇÃO Este artigo ressalta a importância da fotografia para a construção da história. Ele resultou da discussão sobre alguns enfoques de estudos e de um trabalho final a ser apresentado na disciplina Tópicos Especiais em História e Fotografia, do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu - Mestrado em História PPGH, da Universidade Estadual do Centro-Oeste UNICENTRO, Campus Irati. A principal preocupação deste estudo é a discussão sobre a necessidade de interpretação da fotografia enquanto fonte histórica. É preciso, como diz BLOCH (2001) em sua obra Apologia da História, ler nas entrelinhas, saber fazer as perguntas certas e desconfiar das respostas, ou seja, fazer uma crítica ao documento, no caso, a fotografia. A fotografia, até o início do século XIX não era valorizada enquanto documento histórico, os historiadores se recusavam a lançar mão da fotografia como fonte de pesquisa histórica. Ela era utilizada apenas como ilustração, como duplicação do real dos acontecimentos do passado. Mas em meados do século XIX a fotografia trouxe novas possibilidades de produção de informação e conhecimento, servindo como instrumento de apoio à pesquisa e como forma de expressão artística (KOSSOY, 2001). No final do século XIX transformações nas relações sociais e no pensamento filosófico trazem a fotografia como uma nova perspectiva, uma nova multiplicidade de 1

2 olhares, possuindo características que ajudam a desnaturalizar, compreender e interpretar os processos históricos. BORGES (2005, p.31) afirma, inicia-se um processo que, em médio prazo, contribuiria para criar as condições teóricas que levariam a uma mudança do conceito de documento histórico que, por sua vez, acabaria incorporando a fotografia no rol de fontes de pesquisa histórica. A partir deste momento a fotografia passa a ser tratada como um documento visual passível de interpretação. E como um documento histórico possibilita compreender os processos históricos, por meio de outros valores, interesses, problemas, técnicas e olhares, também contribui para melhor entendimento das formas por meio das quais as pessoas representaram sua história e sua historicidade e se apropriaram da memória cultivada individual e coletivamente. Dessa forma, o principal objetivo deste artigo é analisar as principais transformações ocorridas na Avenida 7 de setembro, principal via de acesso à cidade de Imbituva pela fotografia e pelo Código de Posturas da Câmara Municipal de 1900, permitindo compreender o passado através das interpretações que os sujeitos fazem no presente. Na delimitação temporal, optou-se pelos anos de 1906/1912, data das primeiras fotografias e década de 1930/40 que faz relação com a terceira fotografia. O Código de Postura é do ano de 1900, Código este considerado um dos mais antigos Códigos de Posturas da Região Centro-Sul do Paraná. A partir desses objetivos, buscamos utilizar a fotografia como fonte documental para destacar sua importância na construção da história, procurando contextualizar historicamente a fotografia com os documentos escritos, neste estudo, com o Código de Posturas do Município A TRAJETÓRIA DA FOTOGRAFIA Toda fotografia tem atrás de si uma história. Uma fotografia ao ser produzida, passa pela intenção de seu autor, o ato de seu registro e os caminhos percorridos por ela até tornar-se um documento histórico. Através dos escritos de vários autores e cientistas, sabemos que a fotografia é um estudo verificado desde o século V antes de Cristo, quando os primeiros pensadores

3 passaram a desenvolver estudos sobre a câmara escura. Esses estudos passaram pelo século IV a.c. quando Aristóteles já observava que quanto maior fosse o orifício da câmara, mais nítida era a imagem, passou pela Idade Média até que em 1826 surge a primeira imagem fotográfica, produzida por Joseph Niépce. A partir daí, essa invenção vai trazer uma mudança significativa na maneira de obter as imagens daquilo que observamos. A descoberta da fotografia no Brasil em 1833, pelo francês Hercules Florence, a utilização da primeira vez do termo photographie, seguindo para a descoberta das cartas-de-visite, até o surgimento da primeira câmara Kodak, a fotografia foi tendo uma aceitação bastante grande enquanto possibilidade inovadora de informação e conhecimento. 1 A fotografia surgiu na década de 1830 como resultado da feliz conjugação do engenho, da técnica e da oportunidade. Niépce e Daguerre dois nomes que se ligaram por interesses comuns, mas com objetivos diversos são exemplos claros dessa união. Enquanto o primeiro preocupava-se com os meios técnicos de fixar a imagem num suporte concreto, resultado das pesquisas ligadas à litogravura, o segundo almejava o controle que a ilusão da imagem poderia oferecer em termos de entretenimento (afinal de contas, ele era um homem do ramo das diversões) (MAUAD, 2008, p.29). 3 Porém, no final do século XIX e nas primeiras décadas do século XX, um grupo significativo de historiadores se recusou a lançar mão da fotografia como fonte de pesquisa histórica. Segundo Boris KOSSOY (2001, p.30), houve alguns preconceitos quanto à utilização da fotografia como fonte histórica ou instrumento de pesquisa. As duas razões fundamentais são: a) Predomínio da tradição escrita; herança do livro escrito como meio de conhecimento científico; b) Dificuldade em analisar e interpretar a informação visual. Pela historiografia metódica, a fotografia foi utilizada apenas como ilustração. Como reunião e exposição das imagens coletadas. Havia certa negação da fotografia como fonte histórica, sendo esta analisada em todas suas particularidades, mas usada 1 Dados retirados da Resenha: Pelos caminhos da fotografia de Maria Luisa Hoffmann. Doutoranda em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) sob orientação do Professor Bóris Kossoy.

4 apenas como duplicação real dos fatos do passado, sem a sua devida análise. Houve a dispensa de metodologias para extrair algo destas fotografias. A pesquisa histórica era realizada como história resgate, onde o que era narrado era a expressão da verdade dos fatos do passado. As fontes analisadas eram somente verificadas na autenticidade, procedência, veracidade, sem, contudo, se fazer uma análise mais profunda deste documento histórico. Com a Revolução Documental das últimas décadas do século XX, a fotografia passou a ser tratada de forma diferenciada, como uma forma de texto e documentoinsubstituível, cujo potencial deve ser explorado. A fotografia passou a ser vista como perspectiva, com várias possibilidades, com multiplicidade de olhares, possuindo características que nos ajudam a desnaturalizar, compreender e interpretar processos históricos. As fontes fotográficas são uma possibilidade de investigação e descoberta que promete frutos na medida em que se tentar sistematizar suas informações, estabelecer metodologias adequadas de pesquisa e análise para a decifração de seus conteúdos e, por consequência, da realidade que os originou (KOSSOY, 2001, p.32). 4 Em toda fotografia podemos identificar a ação do homem, o fotógrafo, que em determinado espaço e tempo opta por um assunto em especial e que, para seu devido registro, emprega os recursos oferecidos pela tecnologia. Portanto temos três elementos que constituem uma imagem fotográfica: o assunto, o fotógrafo e a tecnologia. O ato do registro, ou o processo que deu origem a uma representação fotográfica, tem seu desenrolar em um momento histórico específico (caracterizado por um determinado contexto econômico, social, político, religioso, estético etc.); essa fotografia traz em si indicações acerca de sua elaboração material (tecnologia empregada) e nos mostra um fragmento selecionado do real (o assunto registrado). (KOSSOY, 2001, p.39-40). Ao fotografarmos, estabelecemos um tema e o espaço fotográfico, fazemos o foco e definimos o objeto central. Mas tudo depende do fotógrafo e dos recursos técnicos de que dispõe.

5 A informação visual do fato representado na imagem fotográfica nunca é posta em dúvida. Sua fidedignidade é em geral aceita a priori, devido à credibilidade da fotografia nos diferentes ramos da ciência. A fotografia é um meio de conhecimento do passado, mas não reúne em seu conteúdo o conhecimento definitivo dele. Ao ser utilizada como fonte histórica deve-se ter em mente que o assunto registrado mostra apenas um fragmento da realidade, um e só um enfoque da realidade passada: um aspecto determinado. Esse conteúdo é o resultado final de uma seleção de possibilidades de ver, optar e fixar certo aspecto da primeira realidade, cuja decisão é do fotógrafo, seja para ele próprio ou para seu contratante. As fotografias, não substituem a realidade tal como se deu no passado; congelam fragmentos desconectados de um instante da vida das pessoas, coisas, natureza, paisagens urbana e rural; sempre permitirão diferentes interpretações e contém múltiplas significações. Ao se analisar uma fotografia deve haver a conexão com as mais diversificadas fontes que informam sobre o passado e à atuação do fotógrafo. Conjugando essas informações ao conhecimento do contexto econômico, político e social, dos costumes, do ideário estético refletido nas manifestações artísticas, literárias e culturais da época retratada, haverá condições de recuperar micro-histórias, implícitas nos conteúdos das imagens. O significado da vida não se pode fotografar é imaterial. O vestígio da vida passa a ter sentido quando se compreende e se tem conhecimento dos fatos ausentes da imagem. Kossoy (2001) chama isso - além da verdade iconográfica. A fotografia é uma importante fonte histórica que traz elementos da cultura material, costumes, relações sociais e de poder, entre outros. Ela nos traz recortes de momentos passados, possibilitando a investigação, o levantamento de informações, quais os elementos representados por ela e o contexto nas quais elas estão inseridas. Mesmo estando atrelada ao estudo dos acontecimentos do passado passa a ser um testemunho do presente, ou seja, divulga os feitos dos homens públicos e o cotidiano dos homens e mulheres de diferentes classes sociais. Para o historiador, a fotografia 5

6 pode ser considerada um documento histórico que permite investigar como era a vida das pessoas de uma determinada época. Portanto, a utilização da fotografia enquanto evidência histórica requer o que MAUAD (1996, p.78) chama de habilidade de interpretação. A fotografia é, para o historiador, uma possibilidade de descoberta e interpretação da vida histórica. 3- CONTEXTUALIZAÇÕES HISTÓRICAS DE IMBITUVA Para a devida interpretação das fotografias deste artigo relacionando-as ao Código de Posturas da Villa de Santo Antonio do Imbituva é necessário contextualizar parte da história da cidade de Imbituva. 2 Imbituva teve início enquanto povoado, quando no final do século XVIII, foi concedido sesmarias na região do rio Imbituva. Estas sesmarias estavam ligadas ao rio Tibagi. No final do século XVIII, vão se formar próximas a essas sesmarias, novas comunidades campeiras, em torno dos pousos de tropeiros. Imbituva surge quando a expedição comanda por Diogo Pinto de Azevedo Portugal para chegar aos Campos de Guarapuava, passa pelos Campos do Cupim. Isso ocorre no ano de Por esses Campos do Cupim passava a então Estrada das Missões, oficializada em Essa estrada desviou o comércio de tropas de animais do Caminho do Viamão, porque elas(as tropas) passaram a ser adquiridas pelos tropeiros diretamente das Missões. Ao longo da antiga Estrada das Missões foram surgindo povoações, inclusive a nossa própria cidade. Em 1810, Diogo Pinto de Azevedo Portugal ordenou a construção da ponte sobre o rio Imbituva, chegando mais tarde aos Campos de Guarapuava. Pela Estrada das Missões que passava pelos Campos de Guarapuava e se entrosava com o Caminho do Viamão em Ponta Grossa, um dos pousos de tropeiros mais procurados era o do Cupim que recebeu esse nome devido estar situado em uma elevação de terreno, cujo formato peculiar lembra o de um Cupim, tão comum nos pastos paranaenses. 6 2 Todos os dados da contextualização histórica de Imbituva foram retirados do livro: STADLER, Cleusi T. B. Imbituva: uma cidade dos Campos Gerais. Imbituva: Gráfica Prudentópolis, p.

7 O declínio da feira de Sorocaba já se fazia notar em 1861 quando Antônio dos Santos Ávila, natural dos Campos Gerais, resolveu abandonar a antiga ocupação, comprar terras, aliciar parentes e amigos e fixar-se no pouso do Cupim, juntamente com outros companheiros, iniciando a construção da Vila. Em 1871, no dia 03 de maio, os moradores, em mutirão fizeram a capina inicial para erigir a capela de Santo Antonio de Pádua, no terreno doado pelo Senhor Antônio dos Santos Ávila. Ficou sendo considerada este dia como a data de fundação do Município de Imbituva, que na origem de seu nome, significa muito cipó-imbé. IMBITUVA ( Imbé + tuva) = lugar onde há muito imbé. Pela Lei n. 441 de 21/02/1876 o povoado é elevado a Freguesia do Cupim pertencendo à Comarca de Ponta Grossa. E pela Lei n. 651 de 26/03/1881 foi criado o Município elevando a Freguesia de Santo Antônio do Imbituva, descrevendo suas divisas com seu território desmembrado do município de Ponta Grossa, sendo João Pedrosa Presidente da Província do Paraná. Em 1886 ocorre a chegada dos Imigrantes Russos-Alemães do Volga, fundando a Igreja Luterana e a Escola Evangelisch Lutherische Gemeindeschule em 1895, hoje Colégio Luterano Rui Barbosa. Já os italianos chegaram em 1896, adquiriram terras e iniciaram a fundação de uma Colônia Bella Vista, na zona rural. Dedicaram-se ao cultivo de cereais, verduras, erva-mate e extração da madeira (araucária). Após a chegada desses dois grupos principais de imigrantes, a então Villa de Santo Antônio do Imbituva se desenvolve cada vez mais, até ser elevada a categoria de cidade em Em 1900 Imbituva já possuía um Código de Posturas Municipaes da Câmara Municipal, Lei n.5 de 30 de Novembro de Esse Código de Posturas foi criado no governo do Prefeito Municipal Modesto Polydoro, substituto legal em exercício da Villa de Santo Antônio do Imbituva. Esse Código será utilizado neste estudo para estabelecer um paralelo de análise com as fotografias da época, referentes a então Villa de Santo Antônio do Imbituva. Pela Lei n. 938 de 02/04/1910 foi criada a Comarca de Imbituva elevando à cidade, abrangendo o atual município de Prudentópolis. 7 4 FOTOGRAFIA E REPRESENTAÇÃO LOCAL

8 A fotografia se constitui em importante fonte para se registrar a expressão das vontades, das aspirações, das realizações, ou seja, da história de cada povo. São as fotos que ajudam a contar a vida das pessoas, das famílias, das cidades e o próprio desenvolvimento da cultura ou das transformações que o homem e o tempo impõem sobre o ambiente. A fotografia passou a ser utilizada como registro dos mais diversos acontecimentos. Ela tem registrado cidades, avenidas, paisagens, casamentos, nascimentos, romances, bodas, aniversários, lazer, conversas, trabalho, encontros descontraídos com crianças, ambientes domésticos, casamentos, batizados, festas, bailes, passeios em parques, praias e outros locais, enfim, a história do cotidiano e tem registrado os acontecimentos da política e da história nacional e mundial. Temos que estar atentos para o fato de que a fotografia não se confunda com a realidade registrada, mas parte dessa realidade, aquilo que o fotógrafo pretendia registrar. Como escreveu KOSSOY (2001, p.36), ela é uma representação do real e também uma possibilidade de construir a realidade, a partir da investigação que fizermos sobre o significado dela como imagem fotográfica e os condicionamentos em que foi produzida. Portanto, a fotografia nos transporta da recordação da memória para o real. Percebemos as fotos como produto social, ou seja, viabilizam o passado e a identidade das relações sociais dos indivíduos. Por isso, analisar parte da memória da avenida principal da cidade de Imbituva pela fotografia, permite compreender o passado através das interpretações que os sujeitos fazem no presente. Uma fotografia traz várias informações acerca de um momento passado. Ela sintetiza no documento um fragmento do real visível. O espaço urbano, os monumentos arquitetônicos, o vestuário, a pose e as aparências elaboradas dos personagens, aguardam interpretação. É essas interpretações que cabem ao historiador fazê-las. A fotografia, portanto, é uma fonte de estudos para a história, pois ela pode expressar, em alguns casos, mais que os próprios documentos escritos e também podem ser auxiliados por esses mesmos, ou seja, os dois se completam como MAUAD (2008, p.25) aborda: 8

9 [...] à medida que os textos históricos não são autônomos, necessitam de outros para sua interpretação. Da mesma forma, a fotografia para sua utilização como fonte histórica, ultrapassando seu mero aspecto ilustrativo deve compor uma série extensa e homogênea no sentido de dar conta das semelhanças e diferenças próprias ao conjunto de imagens que se escolheu analisar. [...] Ao analisar a fotografia, é possível identificar diferentes interpretações, diferentes realidades que se transformam de acordo com os anos de existência desta fotografia. Ou seja, existe a primeira realidade, que corresponde à primeira leitura desta fotografia - interrompe o tempo, e a segunda realidade, onde o documento ganha vida, ao interpretarmos e tentarmos decifrar sua intenção, técnica, conteúdo e a ação do fotógrafo. Portanto, a fotografia é passível de inúmeras interpretações que podem ser compreendidas em épocas diferentes, dependendo da forma como se compreende o processo que a criou, onde envolve o fotógrafo, tecnologia, ideologia e seus receptores. Partimos agora para a análise das fotografias em estudo neste artigo. Para a devida interpretação das fotografias deste artigo, o espaço urbano foi delimitado pela Avenida 7 de setembro, a principal via de acesso à cidade de Imbituva/Pr. Esse espaço público foi selecionado por dois motivos: o primeiro, por tratar- se da avenida principal de acesso ao centro da cidade; e o segundo, por tratar-se da via principal de comércio e de transporte, uma vez que era o local no qual se concentravam as principais casas comerciais. Através de questionamentos sobre as transformações da rua principal da cidade, buscamos analisar a representação histórica da Avenida 7 de setembro para o desenvolvimento da cidade de Imbituva, no início do século XX, interpretando os significados existentes. A principal atividade realizada para este estudo foi à interpretação de três fotografias da Avenida 7 de setembro, uma de 1906, outra de 1912, outra de data não identificada, mas que corresponde a década de 30/40. Utilizando-se de um roteiro e alguns passos sugeridos por KOSSOY (2001, p.77), foram sistematizadas as primeiras informações. 9

10 [...] análise técnica (análise do artefato, a matéria, ou seja, o conjunto de informações de ordem técnica que caracterizam a configuração material do documento) e da análise iconográfica (análise do registro visual, a expressão, isto é, o conjunto de informações visuais que compõem o conteúdo do documento). Os dados sistematizados com as fotografias foram referentes: a quem pertencia, data e o local, tema central, paisagem retratada, que tipo de ambiente e que outros elementos (detalhes) podiam se observar e destacar na fotografia. O trabalho realizado com as fotografias teve por objetivo central um estudo mais detalhado, entre a análise das fotografias e a interpretação dos dados que constam no Código de Posturas do Município do ano de Observando as fotografias, foram destacados os seguintes fatos fotográficos: Fotografia 01: Avenida 7 de setembro em 10 de outubro de Acervo particular do Sr. Édison Pupo 3. Traçado da rua principal já estabelecido; ruas de terras lamacentas; poucas casas; casas com cercas para delimitar seu terreno e com quintais aos fundos; não havia iluminação pública; Igrejinha no ponto mais alto da Vila; algumas casas de comércio; arborização; transporte por meio de carroças. Também observamos a presença de dois senhores: o Sr. Antônio Pupo (à direita) e Fadu Abibe (à esquerda) Fotos Retiradas do Livro: STADLER, Cleusi T. B. Memórias de Imbituva História e Fotografia. Imbituva: ALACS, p. Estas fotografias foram cedidas pelo proprietário à autora do livro e deste artigo.

11 Foto 01: Avenida 7 de setembro em Acervo particular do Sr. Édison Pupo. 4 Fotografia 02: Avenida 7 de setembro no ano de Um casamento. Acervo particular do Sr. Édison Pupo. Traçado da rua principal já estabelecido (mais largo); ruas de terras lamacentas; maior número de casas; casas com cercas definindo seu espaço de terreno; casas com calçadas estabelecidas na frente das casas e quintais aos fundos; já havia iluminação pública com postes de iluminação; Igrejinha no ponto mais alto da Vila; algumas casas de comércio; menos arborização; transporte por meio de carroças; trajes(vestimenta) para ocasiões especiais (casamento); instrumentos musicais. 11 Foto 02: Avenida 7 de setembro no ano de Um casamento. Acervo particular do Sr. Édison Pupo. 4 STADLER, Cleusi T. B. Memórias de Imbituva História e Fotografia. Imbituva: ALACS, p. Foto 1 retirada da página 40 e Foto 2 da página 92.

12 Pelo Código de Posturas da Villa de Santo Antonio do Imbituva, percebemos que eram estabelecidos alguns deveres aos cidadãos para a limpeza da Villa, tranquilidade e segurança pública, como verificamos no seguinte artigo: Art. 3º. Os moradores da Villa, proprietários, foreiros, ou inquilinos são obrigados a ter limpas e capinadas as testadas de suas casas, jardins, quintais ou chácaras até ao meio das ruas, sob pena de 5$000 de multa áquelles que abusarem depois de avisados pelo Fiscal. Art. 4º. Igual obrigação é imposta aos proprietários e foreiros, embora os seus terrenos ainda não estejam aproveitados ou edificados. Art. 5º. O serviço de limpeza a que se referem os artigos antecedentes, será feito aos sábados até as 9 horas da manhã no inverno e até as 7 horas no verão, sendo os resíduos ou lixo amontoados convenientemente, para que o encarregado da limpeza que será feita a custa da Camara, possa ajuntal-o e conduzil-o. (CÓDIGO DE POSTURAS,1900). Podemos perceber através do Código de Posturas uma preocupação com as ruas estabelecidas e sua limpeza, sendo visível isto nas fotografias, onde observamos não constar lixos amontoados e a avenida, apesar de lamacenta, estar em conformidade com o que está determinado no Código. Outra preocupação que observamos, tanto nas fotografias quanto no Código de Posturas, é a arborização da cidade. Observa-se essa preocupação quando no Código de Posturas cita uma multa para quem não cuidasse das plantas e árvores da Villa. 12 Art. 6º. A Camara arborisará as ruas e praças da Villa, quando julgar conveniente, e fará a conservação d aquellas, sendo os proprietários ou inquilinos obrigados a zelar as arvores plantadas na frente de suas moradas, sob pena de cinco mil reis de multa. Art. 7º. Aquelle que for encontrado em flagrante delicto de destruição ou estrago das arvores plantadas nas ruas e praças, será punido com 10$000 mil réis multa alem do danno causado. (CÓDIGO DE POSTURAS,1900). Observamos ainda nos documentos analisados, fotografias e Código de Posturas, que os proprietários das casas eram obrigados a calçar a frente de seus terrenos, casas, gradis ou muros. O calçamento era feito com pedra ou laje e o rejunte de cimento. Poderia também os proprietários fazer a calçada toda de cimento, sendo que o engenheiro da Câmara determinaria os alinhamentos e nivelamentos. Observamos na foto 02, que algumas casas já possuíam essas calçadas e as cercas que dividiam seus terrenos. Também se observa que a avenida era ampla e não havia nenhum impedimento

13 de sua passagem, pois pelo Código de Posturas, os proprietários receberiam multas se depositassem lixo, aves ou animais mortos, bem como se danificassem o leito das ruas e praças. Também era proibido fixar cartazes nas esquinas, frente das casas ou em portas, nem escrever ou pintarem figuras em muros ou paredes das casas. Realmente identificamos nas fotografias que nenhum desses itens foi praticado pelos moradores da Villa de Santo Antônio do Imbituva. Observa-se também uma preocupação muito grande com o traçado da rua principal e com tudo que pudesse prejudicar a passagem dos moradores por essa rua, como por exemplo, não colocar objetos nas portas e janelas das casas, porque poderiam cair nos transeuntes e machucá-los, não construírem degraus, toldos, colocar estacas nas calçadas para não prejudicarem quem andava por elas, bem como as carroças que fossem passar pelas ruas, transitarem livremente sem prejudicarem as demais, nem mesmo, a passagem dos moradores pelas ruas da villa. Ainda na fotografia 02, observamos a existência de postes de madeira de iluminação pública no lado esquerdo da avenida. A energia elétrica chega a Villa de Santo Antônio do Imbituva nos anos de 1911/1912. O jornal A República que na ocasião era o Diário Oficial, publicou em 11 de novembro de 1912 o edital de concorrência de 04/11, estabelecendo as condições para o fornecimento de energia elétrica. Em 20 de março de 1913 foi publicado o Contrato celebrado em 31 de janeiro de 1913, entre Jacob Brenner e a Câmara Municipal, neste ato, representada pelo Prefeito Coronel Salvador Penteado e pelo Secretário da Câmara Sr. João Chrysostomo Pupo Ferreira. 5 Este contrato previa o fornecimento de energia elétrica do anoitecer ao amanhecer pelo prazo de 20 anos sob as seguintes condições: as instalações seriam feitas em postes de madeira de lei, na altura mínima de 5 metros, com 100 focos de trinta velas nas vias públicas e 05 focos de 200 velas nas praças e avenidas. O contratante Jacob Brenner obrigou-se a empregar força motora a vapor montada pelo sistema moderno e fornecer luz de 05 focos de 30 velas gratuitamente para os edifícios públicos municipais, estaduais, para as casas de beneficência e para o Teatro do Clube 13 5 Dados retirados do Jornal Imbituva Hoje Regional, por ocasião do Centenário da Instalação da Luz elétrica no Município de Imbituva. Data: 01 a 31 de julho de Edição n Esses dados foram fornecidos pela família do Sr. Jacob Brenner de acordo com documentos pertencentes a família.

14 Dramático, já existente na Villa. As instalações no interior das casas seriam pagas pelos proprietários avaliadas ao preço justo do material e mão-de-obra. Na fotografia 03, vamos observar que os postes de energia elétrica já estão nos dois lados da avenida, pois em 18 de julho de 1924, a viúva de Jacob Brenner, Maria Brenner, firmou adendo ao contrato inicial estipulando aumento da rede elétrica, com mais 10 focos de 30 velas até a casa do Sr. Paulo Stadler. A Câmara Municipal concordou em fazer um pagamento adicional de 60$000 mensais e assim o contrato passou a vigorar por 30 anos, até 31 de janeiro de 1943, década da fotografia em análise 03. Fotografia 03: Avenida 7 de setembro na década de 30/40. Acervo particular de Cleusi T. B. Stadler. O mesmo traçado da rua igual ao da foto anterior, continuando como rua de terra lamacenta; bem maior o número de casas; casas com cercas definindo seu espaço de terreno; maior número de casas com calçadas estabelecidas na frente das casas e quintais aos fundos; iluminação pública com postes de iluminação dos dois lados da avenida; Igrejinha no ponto mais alto da cidade; algumas casas de comércio; menos arborização; pessoas andando na rua e calçadas. 14 Foto 03: Avenida 7 de setembro. Década de 30/40. Acervo particular de Cleusi T. B. Stadler.

15 Observando a fotografia 02 e 03 notamos que o traçado da rua era o mesmo, pois existia segundo o Código de Posturas uma preocupação quanto a passagem de carros e carroças ou tropas pelo centro da cidade. Art.18. Todo aquelles que conduzirem carros ou carroças ou tropas que entrarem no quadro urbano serão obrigados à conduzirem a passo pelo centro das ruas e conduzidos uns atraz dos outros, e nessa mesma ordem serão descarregados. Art. 34. Os carros e carroças deverão ser conduzidos pelas ruas de modo a não dificultar o transito um dos outros. A infração será punida com a multa de 10$000. (CÓDIGO DE POSTURAS, 1900). Percebemos também um número muito maior de casas e edifícios construídos na cidade. E para estas construções, de acordo com o Código de Posturas, havia um arruador nomeado pela Câmara, ao qual competia o alinhamento e nivelamento das ruas do quadro urbano e dos edifícios que se construíssem, regulando suas frentes pela planta que a Câmara adotasse. E os edifícios ou casas construídas teriam que seguir os parâmetros determinados pelo Código de Postura, em questões de metragem e altura, caso contrário pagariam as devidas multas. No decorrer da pesquisa, foram identificadas outras fotografias em épocas posteriores, que mostram a Avenida 7 de setembro como um dos pontos mais fotografados, ou ela sendo o ponto de retratos para outras direções. Isso identifica a intenção do fotógrafo em mostrar esse ambiente como sendo o centro da cidade, a área bem organizada, planejada, com suas casas de moradia, casas comerciais, igreja. A rua principal representa o espaço de fora, do público, da liberdade, da comunicação entre os cidadãos, enfim, o espaço da coletividade. As três fotos identificam uma avenida que se transforma ao longo de quatro décadas, como podemos observar na primeira imagem desse estudo. A Avenida 7 de setembro se transformou no espaço público, social, econômico, o local onde as pessoas passavam para realizarem suas atividades no centro da cidade, pois até os dias de hoje, essa avenida representa o centro da cidade. 15

16 Percebe-se que o fotógrafo 6 ao eternizar estas fotografias provavelmente teve como intenção destacar a importância da Avenida para o desenvolvimento que estava ocorrendo na cidade, como uma imagem que representava o desenvolvimento urbano da cidade de Imbituva, pois as mesmas foram fotografadas do mesmo espaço e do mesmo ângulo. É como se o fotógrafo estivesse educando o olhar das pessoas para compreender determinados aspectos do cotidiano e do espaço urbano de nossa cidade. 5- CONSIDERAÇÕES FINAIS No decorrer deste estudo, identificamos que as fotografias da Avenida 7 de setembro representam para o estudo da história da cidade, alguns momentos do registro fotográfico da rua de principal acesso à cidade e considerada como o centro da cidade. Também, através deste estudo, pudemos verificar que a técnica fotográfica foi muito importante para compreender as alterações urbanas ocorridas no início do século XX, em Imbituva. Sendo assim, podemos perceber ao longo desta pesquisa três momentos diferentes do registro fotográfico na Avenida 7 de setembro: o primeiro refere-se às poucas imagens da Avenida 7 de setembro e, portanto, da própria cidade de Imbituva, no início do século XX, identificando um pequeno povoado muito mais rural do que urbano; o segundo momento caracteriza-se por algumas transformações, evidenciandose alguns aspectos também culturais, identificados com a ocasião da fotografia de um casamento; e no terceiro, e último momento, evidenciamos a fotografia com a preocupação de identificar a cidade, higienizada e urbanizada para os novos olhares. Analisamos que as representações fotográficas da área urbana de Imbituva, identifica uma cidade que cresceu em torno de uma avenida. Primeiramente com o a passagem dos tropeiros e depois com as casas de comércio em torno da erva-mate e da madeira. Mas podemos perceber que a fotografia, juntamente com o Código de Posturas do Município, mostram os contrastes entre urbano e rural, bem como, a preocupação com as normas para estabelecer uma estrutura urbana bem definida. As fotografias analisadas mostram que a Avenida 7 de setembro, pertencente ao quadro urbano imbituvense, era o sinônimo de progresso, de identificar uma cidade que 16 6 Não foi possível identificar quem foi o(os) fotógrafo(os) que produziu estas fotografias. Não havia nenhum registro nas fotografias e de acordo com a época das mesmas, possivelmente foram encomendadas para fotógrafos ambulantes que passavam pela cidade.

17 progredia. Mas também, analisando mais profundamente as fotografias, com os olhos do presente, podemos perceber outras realidades do ato fotográfico que não os mesmos de sua construção. O destaque para a Avenida 7 de setembro mostra que era o principal espaço urbanizado, o que constatamos no decorrer do estudo, conjuntamente com o Código de Postura do Município que utilizamos, onde a preocupação em organizar o espaço público estava voltada principalmente para essa avenida. As mudanças ocorridas na principal avenida da cidade de Imbituva, também foram caracterizadas pelo regramento do Código de Postura Municipal, como examinamos ao longo deste estudo. Esse código foi implantado por várias cidades brasileiras no início do século XX, com a intenção de organizar os espaços urbanos, padronizar o crescimento da cidade, higienizar esses lugares para que houvesse a separação de rural e urbano. Identificamos o olhar dos possíveis fotógrafos como característicos das imagens fotográficas que retratavam os espaços urbanos das cidades da Primeira República. As imagens retratadas eram de prédios públicos, ruas bem alinhadas, casas de comércio, bancos, clubes, ou seja, representações do progresso e da modernidade típicas daquele momento. Através destas fotografias tivemos a oportunidade de recordar, aprender, dialogar com o passado de nossa cidade. Elas nos possibilitaram ultrapassar a barreira iconográfica, ou seja, nos possibilitaram ir além da interpretação da fotografia, mas aliada ao documento histórico, chegar até a criação /construção da realidade e da produção do próprio conhecimento histórico REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Zahar, p.

18 BORGES, Maria Eliza Linhares. História & Fotografia. 2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, p. Código de Posturas da Câmara Municipal da Villa de Santo Antônio de Imbituva. Lei N.5 de 30 de Novembro de Decretada pela Câmara Municipal em Sessão de 30 de Novembro de Disponível na Câmara Municipal de Imbituva/Pr. DUBOIS, Phllippe. O ato fotográfico e outros ensaios. 13ªed. Campinas/SP: Papirus, HOFFMANN, Maria Luisa. Pelos Caminhos da Fotografia. Discursos Fotográficos, Londrina, v.9, n.14, p , jan/jun KOSSOY, B. Fotografia e História. 2.ed.rev. São Paulo: Ateliê Editorial, p. MAUAD, Ana Maria. Poses e Flagrantes: ensaios sobre história e fotografias. Niterói: Editora da UFF, p. 18. Através da Imagem: Fotografia e história Interfaces. Revista Tempo, v.1, n.2, Universidade Federal Fluminense, Departamento de História. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, p , STADLER, Cleusi T. B. Imbituva uma cidade dos Campos Gerais. 2. ed. Imbituva: Gráfica Prudentópolis, p. STADLER, Cleusi T. B. Memórias de Imbituva História e Fotografia. Imbituva: ALACS, p.

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de A U A UL LA Observar a paisagem Nesta aula, vamos verificar como a noção de paisagem está presente na Geografia. Veremos que a observação da paisagem é o ponto de partida para a compreensão do espaço geográfico,

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Entrevistas de moradores e familiares das comunidades sobre a localização e existência de um local onde se faziam enterros de escravos.

Entrevistas de moradores e familiares das comunidades sobre a localização e existência de um local onde se faziam enterros de escravos. 4.3.3 Programa de Monitoramento Arqueológico O Programa de Monitoramento Arqueológico, conforme consta no Plano Básico Ambiental prevê a catalogação de amostras nas áreas de construção da Estrada Parque,

Leia mais

SANTA TERESA DE JESUS, UMA APROXIMAÇÃO PEDAGÓGICO-PASTORAL Por ocasião do V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus, o Colégio Teresiano

SANTA TERESA DE JESUS, UMA APROXIMAÇÃO PEDAGÓGICO-PASTORAL Por ocasião do V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus, o Colégio Teresiano 1 SANTA TERESA DE JESUS, UMA APROXIMAÇÃO PEDAGÓGICO-PASTORAL Por ocasião do V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus, o Colégio Teresiano assumiu o compromisso de fazer memória da vida singular

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

As Múltiplas Faces De Um Prédio Histórico 1

As Múltiplas Faces De Um Prédio Histórico 1 As Múltiplas Faces De Um Prédio Histórico 1 Bruno Rafael dos SANTOS 2 Amanda Barbosa LEMES 3 Ana Cristina Herrero de MORAIS 4 Cezar Augusto MOREIRA 5 Debora Cristina dos SANTOS 6 Drieli Costa LOPES 7 Jéssica

Leia mais

Colégio Visconde de Porto Seguro

Colégio Visconde de Porto Seguro Colégio Visconde de Porto Seguro Unidade I 2011 AULA 1 Ensino Fundamental e Ensino Médio Atividade de Recuperação Contínua Nome do (a) Aluno (a): Atividade de Recuperação Contínua de Ciências Nível I Classe:

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Intervenção em Bens Culturais. Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia

Intervenção em Bens Culturais. Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia Intervenção em Bens Culturais Edificados Centro de Ensino Superior do Amapá (CEAP) Prof.: Msc. Dinah Tutyia O QUE É UM PROJETO DE INTERVENÇÃO NO PATRIMÔNIO EDIFICADO? Compreende-se por Projeto de Intervenção

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO 1

PROJETO PEDAGÓGICO 1 PROJETO PEDAGÓGICO 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Silêncio criativo Em Catador de Palavras, o jovem leitor tem a oportunidade de escolher as palavras mais adequadas que o ajudarão a

Leia mais

Grupo WTB Experiência e solidez

Grupo WTB Experiência e solidez Grupo WTB Experiência e solidez Fundado em 1999, o Grupo WTB teve um crescimento sustentado e prosperou ao longo dos anos. Hoje, sua marca está presente em vários empreendimentos de sucesso, contando com

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

nós na sala de aula - módulo: geografia 4º e 5º anos - unidade 9

nós na sala de aula - módulo: geografia 4º e 5º anos - unidade 9 As paisagens urbanas e as paisagens rurais são visualmente distintas. As atividades propostas têm como objetivo diferenciar e evidenciar as relações espaciais entre as paisagens urbanas e rurais, colocando

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Tânia de Sousa Lemos 1 ; Ana Beatriz Araujo Velasques 2 1 Aluna do Curso de Arquitetura e

Leia mais

Mercado Municipal do Estado de Sa o Paulo

Mercado Municipal do Estado de Sa o Paulo Mercado Municipal do Estado de Sa o Paulo O Mercado Municipal de São Paulo é uma construção histórica localizada na região central da capital. Obra projetada pelo arquiteto Franscisco de Paula Ramos de

Leia mais

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO 1 POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO RESUMO Colégio Londrinense Alunos (as): Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto; Lucas Assis; Rafael Noriaki Yamamoto Orientadora: Wiviane

Leia mais

CIDADE LIMPA LEI Nº 6468/09

CIDADE LIMPA LEI Nº 6468/09 CIDADE LIMPA LEI Nº 6468/09 Índice Apresentação...03 O que é um anúncio?...04 É proibido colocar anúncio que prejudique:...04 Locais onde é proibido colocar anúncios:...05 Prazos...05 Anúncio indicativo

Leia mais

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO Juliana Ponqueli Contó (PIBIC/Fundação Araucária - UENP), Jean Carlos Moreno (Orientador),

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 79 Memória Institucional - Documentação 17 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

O Porto do Rio de Janeiro: reflexões sobre sua modernização e seu impacto social frente suas comunidades circunvizinhas

O Porto do Rio de Janeiro: reflexões sobre sua modernização e seu impacto social frente suas comunidades circunvizinhas O Porto do Rio de Janeiro: reflexões sobre sua modernização e seu impacto social frente suas comunidades circunvizinhas NATHÁLIA TOPINI LUCAS * Resumo Esse trabalho tem por objetivo indicar um novo olhar

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO Este trabalho aborda a conclusão de uma pesquisa que tinha por

Leia mais

REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial

REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial 1537 REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial SOUZA JÚNIOR, Tadeu Baliza de 1 ; NEVES, Erivaldo Fagundes 2 1. Bolsista PROBIC,

Leia mais

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2 Comol era r t i gos c i ent íc os Conteúdo Como ler artigos científicos... 2 Dicas de como ler o artigo... 4 Guia de como ler um artigo:... 5 Atividade 1... 7 Etapa 1... 7 Etapa 2... 8 Etapa 3... 8 Etapa

Leia mais

ATIVIDADE 02 A PRESERVAÇÃO DO NOSSO PATRIMÔNIO CULTURAL

ATIVIDADE 02 A PRESERVAÇÃO DO NOSSO PATRIMÔNIO CULTURAL ATIVIDADE 02 A PRESERVAÇÃO DO NOSSO PATRIMÔNIO CULTURAL O patrimônio cultural de uma comunidade é o conjunto de referências que compõem o seu dia-a-dia e fazem com que ela tenha uma memória e uma história

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE

ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 221 ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

MOSTRA DE CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA MONTAGEM DO DOSSIÊ

MOSTRA DE CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA MONTAGEM DO DOSSIÊ MOSTRA DE CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA MONTAGEM DO DOSSIÊ Prezada Equipe, É com grande prazer que recebemos sua proposta de participação na I Mostra de Cultura, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

SEDEMA DIVISÃO DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO

SEDEMA DIVISÃO DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO SEDEMA DIVISÃO DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO Lei nº 6468/09 Disciplina a veiculação de anúncios no Município de Piracicaba Decreto nº 13.512/10 Licenciamento de anúncios Decreto nº 13.513/10 Engenhos Publicitários

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

DIVISÃO GEOGRÁFICA DE CLASSES SOCIAIS

DIVISÃO GEOGRÁFICA DE CLASSES SOCIAIS CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE CURITIBA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO CURSO TÉCNICO DE... Tema do Pôster DIVISÃO GEOGRÁFICA DE CLASSES SOCIAIS ALUNO: EXEMPLO TURMA: XXXXXXXXXXX CURITIBA 2013 SUMÁRIO

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA

MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA DAS PARTES Pelo presente instrumento particular de contrato, que tem de um lado , brasileiro, residente à ,

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

Dicionário. Conceitos. Históricos

Dicionário. Conceitos. Históricos Dicionário de Conceitos Históricos Kalina Vanderlei Silva Maciel Henrique Silva Dicionário de Conceitos Históricos Copyright 2005 Kalina Vanderlei Silva e Maciel Henrique Silva Todos os direitos desta

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Nome dos autores: Gislaine Biddio Rangel¹; Ana Beatriz Araujo Velasques². 1 Aluna do Curso

Leia mais

A NECESSIDADE DE ALTERNATIVAS PARA O DESCARTE DE LÂMPADAS FLUORESCENTES EM PRESIDENTE PRUDENTE.

A NECESSIDADE DE ALTERNATIVAS PARA O DESCARTE DE LÂMPADAS FLUORESCENTES EM PRESIDENTE PRUDENTE. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 116 A NECESSIDADE DE ALTERNATIVAS PARA O DESCARTE DE LÂMPADAS FLUORESCENTES EM PRESIDENTE PRUDENTE. Bruna Caroline

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia Nome: Ano: 2º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências Humanas Disciplina:

Leia mais

EXPEDIÇÕES FOTOGRÁFICAS: UM NOVO OLHAR SOBRE O BAIRRO

EXPEDIÇÕES FOTOGRÁFICAS: UM NOVO OLHAR SOBRE O BAIRRO EXPEDIÇÕES FOTOGRÁFICAS: UM NOVO OLHAR SOBRE O BAIRRO Com passos apressados, paisagens se transformam em borrão. Estamos atrasados, com pressa, em cima da hora, ou ainda mesmo com tempo, mas o hábito e

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 2.º ANO/EF - 2015

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 2.º ANO/EF - 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 2.º ANO/EF - 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE (REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA) REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE SÃO VICENTE

JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE (REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA) REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE SÃO VICENTE JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICENTE (REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA) REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA DE SÃO VICENTE Nota Justificativa Com a publicação da Lei n.º 75/2013, de

Leia mais

Atividades. Caro professor, cara professora,

Atividades. Caro professor, cara professora, Atividades Caro professor, cara professora, Apresentamos mais uma nova proposta de atividade sobre alguns dos temas abordados pelo programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil*. Ela inaugura a

Leia mais

A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA A DESCODIFICAÇÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Henrique Innecco Longo e-mail: hlongo@civil.ee.ufrj.br Universidade Federal do Rio de Janeiro, Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas Escola de Engenharia,

Leia mais

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula A OBSERVAÇÃO DE AULA COMO CAMPO DE APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA: Relato de experiencia T. A. Silva ¹; F. J. Lima 2 1 Aluna do Curso de Licenciatura em Matemática do IFCE campus de Cedro e- mail: thamy.2019@gmail.com

Leia mais

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Valéria Grace Costa ***, Antônio Cláudio Moreira Lima e Moreira, Suzana Pasternak, Maria de Lourdes Zuquim, Simone Cotic Clarissa Souza, Letícia

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

Memória coletiva: entre a resistência cultural e a criação do produto turístico na Ilha Grande:

Memória coletiva: entre a resistência cultural e a criação do produto turístico na Ilha Grande: Memória coletiva: entre a resistência cultural e a criação do produto turístico na Ilha Grande: HELENA CATÃO H. FERREIRA * Ao mesmo tempo em que podemos observar um refazer constante de resgates de memórias

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA

OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA NOME OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA ESTABELEÇO RELAÇÕES DE PARENTESCO : avós, pais, irmãos, tios, sobrinhos Quem pertence à nossa família? Observa as seguintes imagens. Como podes observar, nas imagens estão

Leia mais

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA Kellen Millene Camargos RESENDE (Faculdade de Letras UFG; kellenmil@gmail.com); Zênia de FARIA (Faculdade de Letras UFG; zenia@letras.ufg.br).

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA MATEMÁTICA ALFA Título do Perímetro e área em situações reais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA MATEMÁTICA ALFA Título do Perímetro e área em situações reais SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA MATEMÁTICA ALFA Título do Perímetro e área em situações reais Podcast Área Matemática Segmento Ensino Fundamental Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos Duração 6min32seg

Leia mais

DOS CRITÉRIOS PARA COLOCAÇÃO DE LETREIROS

DOS CRITÉRIOS PARA COLOCAÇÃO DE LETREIROS Ministério da Cultura IPHAN INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL Escritório Técnico II - São João del Rei Rua Hermíllo Alves n.º 52 Centro São João del-rei Minas Gerais CEP 36.307-328

Leia mais

Laudo Pericial Judicial

Laudo Pericial Judicial Laudo Pericial Judicial Disponível em: Acesso em: 06 jun. 2009 O Laudo é o parecer técnico resultante do trabalho realizado pelo Perito, via

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA. ICAL, 25 anos em imagens. Museu dos Transportes e Comunicações do Porto

DOSSIER DE IMPRENSA. ICAL, 25 anos em imagens. Museu dos Transportes e Comunicações do Porto DOSSIER DE IMPRENSA ICAL, 25 anos em imagens Museu dos Transportes e Comunicações do Porto De 1 ao 22 de Dezembro de 2014 DOSSIER DE IMPRENSA Índice 1. Apresentação da exposição 2. Ical, 25 anos contando

Leia mais

ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE

ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE TENORIO, LUCIENE A. (1); CARVALHO, AMANDA B. (2); ZHAYRA, ADELAIDE C. (3) 1. LVF Empreendimentos LTDA.

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR

Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR Projetos educacionais transformadores realizados por instituições de ensino particular do Paraná ganharam reconhecimento

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Fascículo 6 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações

Leia mais

CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMADORA DA 1ª SEMANA INTERMUNICIPAL DA FRONTEIRA.

CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMADORA DA 1ª SEMANA INTERMUNICIPAL DA FRONTEIRA. CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMADORA DA 1ª SEMANA INTERMUNICIPAL DA FRONTEIRA. 1 O Concurso Consórcio Intermunicipal da Fronteira CIF, juntamente com as Secretárias de Educação dos municípios de Bom Jesus do

Leia mais

Sumário. Agradecimentos II Resumo III Resumen V Abstrat X

Sumário. Agradecimentos II Resumo III Resumen V Abstrat X Sumário Agradecimentos II Resumo III Resumen V Abstrat X 1. Introdução Centro da investigação 01 Delimitação do campo de estudo e aproximação metodológica 02 Os percursos da investigação: o Rio Grande

Leia mais

As Aulas de Campo... Lugares visitados Aspectos positivos e negativos Relevância para o processo de ensino e aprendizado

As Aulas de Campo... Lugares visitados Aspectos positivos e negativos Relevância para o processo de ensino e aprendizado As Aulas de Campo... Lugares visitados Aspectos positivos e negativos Relevância para o processo de ensino e aprendizado A aula de campo não pode ser, segundo ALENTEJANO & ROCHA-LEÃO, 2006, p. 53, entendida

Leia mais

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA O(S) USO(S) DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EM SALA DE AULA BRUNA EVELIN LOPES SANTOS CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA

Leia mais

VEREADOR MARIO NADAF - PARTIDO VERDE - PV PROJETO DE LEI

VEREADOR MARIO NADAF - PARTIDO VERDE - PV PROJETO DE LEI PROJETO DE LEI "INSTITUI O PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRAÇAS, CANTEIROS, JARDINS, PARQUES, LOGRADOUROS E ÁREAS VERDES PÚBLICOS, ESTABELECENDO SEUS OBJETIVOS, LIMITAÇÕES DAS RESPONSABILIDADES E DOS BENEFÍCIOS

Leia mais

O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL

O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL Kenya Vieira de Souza e Silva Vanessa Duarte Resumo A educação

Leia mais

IPHAE. II Caracterização da área de entorno do bem tombado : características urbanas.

IPHAE. II Caracterização da área de entorno do bem tombado : características urbanas. IPHAE SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO Av. Borges de Medeiros, 1501, 21º andar- Porto Alegre-RS - Cep:90110-150 Fone/Fax: (051)3225.3176 e-mail: iphae@via-rs.net

Leia mais

DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Altera a redação do Decreto nº 2.378, de 16 de agosto de 2006, que regulamenta a Lei Complementar nº 112, de 25 de julho de 2006, e dispõe sobre a Autorização

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

O condomínio La Dolce VIta Vila Romana, está situado em um terreno de 10.153,29 m², situado entre as Ruas Espártaco, Camilo, Aurélia e Tito.

O condomínio La Dolce VIta Vila Romana, está situado em um terreno de 10.153,29 m², situado entre as Ruas Espártaco, Camilo, Aurélia e Tito. CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE O condomínio La Dolce VIta Vila Romana, está situado em um terreno de 10.153,29 m², situado entre as Ruas Espártaco,

Leia mais

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Impressões sobre o Porto Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Resumo Utilizando alguns preceitos sobre a fotografia como forma de contextualização do tema, o presente artigo trata da imagem fotográfica enquanto

Leia mais

O TREM DA SISTEMATIZAÇÃO (idéias construídas coletivamente nos grupos do CFES-SUL) A ESTAÇÃO

O TREM DA SISTEMATIZAÇÃO (idéias construídas coletivamente nos grupos do CFES-SUL) A ESTAÇÃO O TREM DA SISTEMATIZAÇÃO (idéias construídas coletivamente nos grupos do CFES-SUL) A ESTAÇÃO Trata-se do ponto de partida do processo de sistematização. Neste momento é importante considerar os elementos

Leia mais

PELOTAS: Cidade rica em patrimônio cultural e histórico imaterial e material.

PELOTAS: Cidade rica em patrimônio cultural e histórico imaterial e material. PELOTAS: Cidade rica em patrimônio cultural e histórico imaterial e material. O surgimento das Charqueadas e sua importância econômica Ogadofoiabasedaeconomiagaúchaduranteumlongoperíododahistória do Rio

Leia mais

OFICINA DO ATELIÊ À FOTOGRAFIA INTERFOTO 2015

OFICINA DO ATELIÊ À FOTOGRAFIA INTERFOTO 2015 OFICINA DO ATELIÊ À FOTOGRAFIA INTERFOTO 2015 AGOSTO 2015 1 APRESENTAÇÃO O Museu da Energia de Itu, pertencente à Fundação Energia e Saneamento, integra a Rede Museu da Energia composta por mais dois núcleos

Leia mais

REVITALIZAÇÃO DO MUSEU GRUPPELLI

REVITALIZAÇÃO DO MUSEU GRUPPELLI REVITALIZAÇÃO DO MUSEU GRUPPELLI Diego Lemos Ribeiro (Coordenador da Ação de Extensão) Diego Lemos Ribeiro 1 Renata Brião de Castro 2 Fabiani Garcia Lemos 3 Bruina Duran 4 Mariangela Alves dos Santos 5

Leia mais

LEI DA CALÇADA. Vamos fazer de São José um lugar cada vez melhor para se viver!

LEI DA CALÇADA. Vamos fazer de São José um lugar cada vez melhor para se viver! APRESENTAÇÃO Planejar uma cidade também significa cuidar da circulação das pessoas, garantido segurança e igualdade. Muitas pessoas caminham somente a pé, ultrapassando 30% de todos os deslocamentos de

Leia mais

DECRETO Nº 173. O DOUTOR JOAQUIM DUVAL, Prefeito de pelotas, usando das atribuições que lhe confere a Lei Orgânica do Município.

DECRETO Nº 173. O DOUTOR JOAQUIM DUVAL, Prefeito de pelotas, usando das atribuições que lhe confere a Lei Orgânica do Município. DECRETO Nº 173 Aprova o Regulamento dos Serviços da Limpeza Pública O DOUTOR JOAQUIM DUVAL, Prefeito de pelotas, usando das atribuições que lhe confere a Lei Orgânica do Município. DECRETA: Art. 1º - É

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 1. PRÁTICA DE GESTÃO EFICAZ - Projeto Via Turismo 1.1 Histórico da Prática Eficaz Descrever como surgiu o programa/prática e indicar a data de início das ações. O Projeto Via Turismo

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE ALCABIDECHE

JUNTA DE FREGUESIA DE ALCABIDECHE PROJETO REGULAMENTO DE LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES DIVERSAS DA FREGUESIA NOTA JUSTIFICATIVA Nos termos do Decreto-lei n.º 204/2012, de 29 de Abril, conjugado com o nº 3 do artigo 16.º da Lei nº 75/2013,

Leia mais

IMAGENS EM SALA DE AULA 1

IMAGENS EM SALA DE AULA 1 IMAGENS EM SALA DE AULA 1 Reinaldo Nishikawa 2 (UNOPAR) reinaldo1@unopar.br Continuidade de palavras não significa necessariamente continuidade de significados. (Carlo Ginzburg) Vivemos numa sociedade

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

MORFOLOGIA URBANA DAS ÁREAS DE FUNDO DE VALE DO CÓRREGO DO VEADO EM PRESIDENTE PRUDENTE, SP

MORFOLOGIA URBANA DAS ÁREAS DE FUNDO DE VALE DO CÓRREGO DO VEADO EM PRESIDENTE PRUDENTE, SP 361 MORFOLOGIA URBANA DAS ÁREAS DE FUNDO DE VALE DO CÓRREGO DO VEADO EM PRESIDENTE PRUDENTE, SP Andressa Mastroldi Ferrarezi, Arlete Maria Francisco Curso de Arquitetura e Urbanismo; Departamento de Planejamento,

Leia mais

Design Estratégico. Profa. Dra. Cristianne Cordeiro Nascimento criscordeiro@uel.br Universidade Estadual de Londrina

Design Estratégico. Profa. Dra. Cristianne Cordeiro Nascimento criscordeiro@uel.br Universidade Estadual de Londrina Profa. Dra. Cristianne Cordeiro Nascimento criscordeiro@uel.br Universidade Estadual de Londrina Design Estratégico Vamos ver neste final de semana... Criatividade e inovação, design e sociedade contemporânea.

Leia mais

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade

Trabalhando a convivência a partir da transversalidade PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Trabalhando a convivência a partir da transversalidade Cristina Satiê de Oliveira Pátaro 1 Ricardo Fernandes Pátaro 2 Já há alguns

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

Com a Fotografia foi assim também. Ela nasce movida pela curiosidade, em um processo que envolveu estudo, observação e muita experimentação.

Com a Fotografia foi assim também. Ela nasce movida pela curiosidade, em um processo que envolveu estudo, observação e muita experimentação. Capítulo I. História da Fotografia As leis da Física Ao longo de sua evolução o Homem foi descobrindo e inventando coisas, desenvolvendo conhecimento, tecnologia e instrumentos para suprir suas necessidades.

Leia mais

Relatório de atividades Socioambientais

Relatório de atividades Socioambientais Relatório de atividades Socioambientais Ação 1: Apresentação da programação da Feira do Empreendedor 2014 às instituições da comunidade do entorno do SESI. Realização: Amazônia Socioambiental Equipe Técnica

Leia mais

QUESTÕES SOBRE A PROPAGANDA ELEITORAL

QUESTÕES SOBRE A PROPAGANDA ELEITORAL QUESTÕES SOBRE A PROPAGANDA ELEITORAL São as seguintes situações as mais comuns de Propaganda Eleitoral: 1. PROPAGANDA ELEITORAL NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS. Nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão

Leia mais

Portaria de acesso social, vista interna. Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. Portaria de serviços, vista interna Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009.

Portaria de acesso social, vista interna. Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. Portaria de serviços, vista interna Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE O Condomínio Ilhas do Sul abrange uma área total de 30.178m² e tem 118.000m² de área construída. O acesso se faz

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador:

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador: INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador: São Luis 2015 (TÍTULO DO PROJETO) (NOME DO ALUNO) Projeto de Pesquisa do Programa

Leia mais

REGULAMENTO - 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC

REGULAMENTO - 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC REGULAMENTO - 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC O 4º FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DO GRANDE ABC têm como foco promover o intercâmbio cultural das mais variadas modalidades e linguagens artísticas

Leia mais

Prezados Senhores, Itacir e Marlene Feltrin e filhos. Farroupilha - RS

Prezados Senhores, Itacir e Marlene Feltrin e filhos. Farroupilha - RS Prezados Senhores, Itacir e Marlene Feltrin e filhos. Farroupilha - RS Registramos com carinho a aproximação com a família Feltrin, iniciada em 1982. Foram mais de três décadas de respeito recíproco e

Leia mais

DOCUMENTO DA DIREÇÃO. www.apmbzqr.blogspot.com. PROPOSTA DE LINHAS ORIENTADORAS Projeto de desenvolvimento social

DOCUMENTO DA DIREÇÃO. www.apmbzqr.blogspot.com. PROPOSTA DE LINHAS ORIENTADORAS Projeto de desenvolvimento social 2012 DOCUMENTO DA DIREÇÃO www.apmbzqr.blogspot.com PROPOSTA DE LINHAS ORIENTADORAS Projeto de desenvolvimento social Índice Nota prévia... 3 Introdução... 3 Enquadramento... 4 Retrato social e necessidades

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL

A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL 1 A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL Colégio Londrinense Alunos(as): Natalia Bergamini da Silva Lucas Tsuchya Hubacek Nasser Nasser Orientadora

Leia mais