PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO"

Transcrição

1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PETROLINA CEFET PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO CHAMADA PÚBLICA MEC/SETEC nº2/27 Petrolina PE Março - 28

2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PETROLINA CEFET PRESIDENTE DA REPÚBLICA Luiz Inácio Lula da Silva MINISTRO DA EDUCAÇÃO Fernando Haddad SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR Ronaldo Motta SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Eliezer Moreira Pacheco CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PETROLINA DIRETOR GERAL Sebastião Rildo Fernandes Diniz CHEFE DE GABINETE Cíntia Carvalho Felisberto Matos

3 DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL Adelmo Carvalho Santana DIRETOR DE GESTÃO DE ORÇAMENTO Macário da Silva Mudo DIRETOR DE ARTICULAÇÃO EMPRESARIAL E COMUNITÁRIA Artidônio Araújo Filho GERÊNCIA DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS, CULTURAIS E DESPORTIVAS Nalba Maria da Silva GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO E PATRIMÔNIO I Delmo Soares Freire GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO E PATRIMÔNIO II Elizabeth Carvalho Fernandes GERÊNCIA DE ENSINO I Selma Maria Rodrigues de Andrade Alves GERÊNCIA DE ENSINO II Elza Maria de Carvalho GERENTE DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Ebenilton Luiz da Silva Souza GERÊNCIA DE ATIVIDADES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS Adelson Barros de Melo

4 RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA. Portaria nº 342/27 PRESIDENTE DA COMISSÃO Cícero Antônio de Souza Araújo SECRETÁRIO/RELATOR Jorge Barboza de Souza Ronald Juenyr Mendes MEMBROS Alberto Carlos Bertuola Antonio Jacson Pereira Alencar Edigênia Cavalcante da Cruz Araújo Jane Oliveira Perez Jorge Barboza de Souza Jorge Tadeu Nogueira Nunes José Aidran Mudo José Batista da Gama José Roberto Queiroz Teixeira de Barros José Valderi de Oliveira Luciano Manfroi Luiz Fernando de Souza Magno Campeche Manoel Fernandes da Silva Manuel Rangel Borges Neto Marcos Martins Masutti Maria de Fátima de Souza Palitot Marta Eugênia Cavalcanti Ramos Ronald Juenyr Mendes Rosemary Barbosa de Melo Francielma Pereira Magalhães Neldson Felipe Falcão Monte

5 APRESENTAÇÃO A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica está alcançando o maior nível de expansão da sua história, passando de 14 unidades no ano de 22, para as atuais 179 unidades e com perspectiva de expansão de mais 15 até o ano de 21. Diante da expansão das suas unidades e do quadro de pessoal docentes e administrativos, a proposição de criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFET) vêm como parte da evolução natural dos modelos de reorganização das Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica (IFET) em todos os seus níveis e modalidades, integrada e referenciada regionalmente. Após a publicação do Decreto nº 6.95/27 constituiu-se uma comissão, integrada pelos diversos segmentos da comunidade, para discussão do processo de criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFET), a partir da rede de Educação Profissional e Tecnológica, que terminalizou seu trabalho com uma consulta à comunidade onde 94,48% foram favoráveis à transformação do CEFET Petrolina em IFET. Para atender à chamada pública MEC-SETEC nº 2/27, o CEFET-Petrolina instalou outra comissão para construir esta proposta de criação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnológica do Sertão Pernambucano, apresentando-se, de forma voluntária, para integrar o novo modelo de rede, um arranjo educacional que articula uma experiência institucional inovadora, podendo abrir excelentes perspectivas para o ensino médio, básico, superior e profissional.

6 SUMÁRIO LISTA DE ILUSTRAÇÕES...I LISTA DE TABELAS... II 1. INTRODUÇÃO O ESTADO DE PERNAMBUCO DIVISÃO REGIONAL DO ESTADO CONJUNTURA ECONÔMICA DE PERNAMBUCO SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SITUAÇÃO EDUCACIONAL ATUAL PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PELA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA MUNICÍPIO ONDE SE ESTABELECERÁ A REITORIA BASE TERRITORIAL DE AÇÃO RELAÇÃO DOS CAMPI QUE INTEGRARÃO O INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA E EDUCACIONAL DA MICRORREGIÃO DE PETROLINA MAPEAMENTO DESCRITIVO DA SITUAÇÃO ATUAL DO CAMPUS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE PETROLINA RELAÇÃO DOS CURSOS REGULARES ATUALMENTE OFERTADOS NÚMERO DE ALUNOS, POR NÍVEL / MODALIDADE DE ENSINO NÚMERO DE PROFESSORES E DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO QUADRO EFETIVO DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA CONSTRUÍDA MAPEAMENTO DESCRITIVO DA SITUAÇÃO ATUAL DO CAMPUS DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE PETROLINA RELAÇÃO DOS CURSOS REGULARES ATUALMENTE OFERTADOS NÚMERO DE ALUNOS, POR NÍVEL / MODALIDADE DE ENSINO...36

7 NÚMERO DE PROFESSORES E DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO QUADRO EFETIVO DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA MAPEAMENTO DESCRITIVO DA SITUAÇÃO ATUAL DO CAMPUS DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE FLORESTA CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA E EDUCACIONAL DA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO CAMPUS RELAÇÃO DOS CURSOS REGULARES ATUALMENTE OFERTADOS NÚMERO DE ALUNOS, POR NÍVEL / MODALIDADE DE ENSINO NÚMERO DE PROFESSORES E DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO QUADRO EFETIVO DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA CONSTRUÍDA MAPEAMENTO DESCRITIVO DA SITUAÇÃO ATUAL DO CAMPUS DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE SALGUEIRO CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA E EDUCACIONAL DA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO CAMPUS MAPEAMENTO DESCRITIVO DA SITUAÇÃO ATUAL DO CAMPUS DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE OURICURI CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA E EDUCACIONAL DA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO CAMPUS...46 REFERÊNCIAS... 49

8

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Ilustração 1-Mesoregiões do Estado de Pernambuco em função do perfil sócio-econômico dos municípios (IBGE 2)... 2 Ilustração 2-Distribuição das IES No Estado de Pernambuco Ilustração 3-Imagem de satélite da localização da reitoria Ilustração 4-Campus de Ciências Agrárias... 3 Ilustração 5- Laboratórios do Campus de Ciências Agrárias...33 Ilustração 6-Campus de Ciências e Tecnologia Ilustração 7- Laboratórios do Campus de Tecnologia Ilustração 8-Campus de Floresta...44 I

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1-Variação do emprego celetista de Pernambuco, por região Tabela 2-Variação do emprego celetista em Pernambuco, por mesorregião e grande setor de atividade... 1 Tabela 3-Vagas ofertadas pelas Instituições públicas no estado de Pernambuco...13 Tabela 4-Evolução da matrícula, por dependência administrativa, ao longo dos últimos quatro anos Tabela 5-Número de Estabelecimentos que oferecem Cursos Técnicos por Dependência Administrativa e Localização, segundo a Região Geográfica e a Unidade Tabela 6-População por municípios, por micro e mesorregião da base territorial de ação do IFET do Sertão Pernambucano Tabela 7-Distribuição do número de alunos por cursos e por níveis e modalidades de ensino Tabela 8-Distribuição do número de docentes do CEFET Petrolina por titulação, por regime de trabalho, em Tabela 9-Distribuição quantitativa de servidores técnico-administrativos por nível de escolaridade, por nível de carreira Campus de Ciências Agrárias de Petrolina...32 Tabela 1-Quantidade de cerca (m), de área construída coberta e descoberta (m²), por ambientes, do Campus de Ciências Agrária de Petrolina Tabela 11-Número de alunos, por nível e modalidade de ensino Tabela 12-Distribuição do número de docentes por titulação, por regime de trabalho, em Tabela 13-Distribuição quantitativa de servidores técnico-administrativos por nível de escolaridade, por nível de carreira, em Tabela 14-Quantidade e área construída (m2) de ambientes no Campus de Ciências e Tecnologia de Petrolina Tabela 15-Quantidade de recursos audiovisuais por unidade de ensino do CEFET Petrolina. 4 Tabela 16-Número de vagas ofertadas por cursos na primeira e segunda entrada de 28 no II

11 Campus de Floresta Tabela 17-Distribuição do número de docentes por titulação e regime de trabalho, em Tabela 18-Infra estrutura física construída III

12

13 1. INTRODUÇÃO 1.1. O ESTADO DE PERNAMBUCO O estado de Pernambuco, no Centro-leste da região Nordeste do Brasil, tem uma área de km2, com clima Tropical atlântico (litoral), e semi-árido (agreste e sertão), é constituído por 184 municípios e pelo território de Fernando de Noronha, com uma população de , sendo Urbana e rural, com densidade demográfica de 8,37 hab/km2. As cidades mais populosas são Recife ( ), Jaboatão dos Guararapes ( ), Olinda (367.92), Paulista ( ), Caruaru ( ), Petrolina ( ). O Pernambuco participa com 2,71% do PIB Brasileiro, sendo os principais produtos agrícolas a mandioca, o feijão, a cana-de-açúcar e o milho. Os maiores rebanhos são de bovinos ( ) e caprinos ( ). Os produtos minerais principais são o calcário e a gipsita. As maiores indústrias são as de transformação de minerais não metálicos, de confecções, de mobiliário e de curtume. Os Setores de ponta são o pólo médico, o pólo gesseiro, o pólo de informática e os pólos turísticos DIVISÃO REGIONAL DO ESTADO A Divisão Regional do Brasil em mesoregiões, partindo de determinações mais amplas a nível conjuntural, buscou identificar áreas individualizadas em cada uma das Unidades Federadas, tomadas como universo de análise e definiu as mesoregiões com base nas seguintes dimensões: o processo social como determinante, o quadro natural como condicionante e a rede de comunicação e de lugares como elemento da articulação espacial, tendo aplicabilidade para: elaboração de políticas públicas; subsidiar o sistema de decisões quanto à localização de atividades econômicas, sociais e tributárias; subsidiar o planejamento, estudos e identificação das estruturas espaciais de regiões metropolitanas e outras formas de aglomerações urbanas e rurais. Neste sentido o estado de Pernambuco está dividido em cinco 1

14 mesoregiões, a saber: Metropolitana, Zona da Mata, Agreste, Sertão Pernambucano e São Francisco Pernambucano (Ilustração 1). Ilustração 1-Mesoregiões do Estado de Pernambuco em função do perfil sócio-econômico dos municípios (IBGE 2) CONJUNTURA ECONÔMICA DE PERNAMBUCO AGRICULTURA A agricultura pernambucana revelou maior desempenho em 27. As culturas mais representativas do agronegócio estadual apresentaram crescimento: cana-de-açúcar (24,4%), uva (9,3%), coco-da-baía (8,2%), decorrente da produção de coco verde no vale pernambucano do São Francisco e da cultura da manga irrigada que revelou crescimento de 7,9% na atual safra. Por outro lado, as culturas do semi-árido estadual, a exemplo do feijão, mandioca e milho sofreram reduções de produção física em virtude das adversidades climáticas. Entretanto, com a redução dos replantios indiscriminados e maior precaução dos pequenos produtores, as perdas foram bem inferiores às do passado. O expressivo crescimento da cultura do arroz com 15,% (no sistema de produção irrigado) pode significar a retomada de um novo ciclo de seu crescimento. 2

15 AVICULTURA A avicultura pernambucana bateu novos recordes nos meses de setembro, outubro e no acumulado do ano de 27. No confronto desses dois meses com os mesmos de 26, apresentou variações de 4,6% e de 2,3% respectivamente. No acumulado do ano apresentou crescimento de 12,8%. No acumulado de 12 meses revelou um crescimento em torno de 12,5%. O setor avícola estadual aumentou seu potencial de produção. A produção média mensal que, em 26, foi de pintos, alcançou a marca de pintos de corte em 27. Desse modo, o setor avícola pernambucano bateu novo recorde histórico, assumindo maior importância no cenário da avicultura nacional CONSTRUÇÃO CIVIL E MERCADO IMOBILIÁRIO O consumo de cimento, indicador que melhor representa o nível de atividade da construção civil, sofreu uma queda da ordem 5,1% no nono mês do ano em relação ao mês anterior, registrando uma demanda de toneladas. Esse recuo não aconteceu somente em Pernambuco, mas em todos os estados da Federação, influenciando o desempenho do Nordeste, que apresentou uma queda na procura por cimento de 6,2%, bem como o Brasil com um decrescimento de 9,9%. A principal causa desse arrefecimento no consumo de cimento em todo o País, no mês de setembro, está diretamente relacionada ao preço do produto. Com o anúncio do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) no início do ano, as quedas constantes de juros e um déficit habitacional no Brasil, a procura por construção aumentou consideravelmente em todo o País e as indústrias do setor não estão conseguindo atender à demanda. Consequentemente o preço do cimento aumentou em 62,1%, e segundo Hiroshi Shimuto, presidente do Conselho Fiscal da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (ANAMACO), as condições da economia apontam para um aumento de preço de 1,% do produto ainda em 27. 3

16 Apesar desse recuo, o comportamento do consumo de cimento em relação ao mesmo mês do ano anterior, registrou um crescimento de 4,3% em Pernambuco, enquanto a região Nordeste cresceu 3,4% e o consumo Nacional foi de 8,4%. Quanto ao desempenho no acumulado do ano registrou-se no estado um acréscimo de 4,1%, no Nordeste 5,3%, e o Nacional 8,4%. Nos últimos 12 meses foi registrado um desempenho positivo ainda mais significativo, tendo Pernambuco 7,3%, o Nordeste 13,6% e Brasil 9,1% COMÉRCIO VAREJISTA O Comércio varejista de Pernambuco registrou crescimento de 1,6% para o mês de outubro de 27, relacionado com o mesmo mês do ano anterior, segundo o índice de volume de vendas, da pesquisa mensal de comércio PMC/IBGE. No desempenho do comércio por atividades, todas apresentaram resultados positivos para a relação outubro de 27 outubro/26 do índice de volume de venda: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%), mantendo sua posição de maior influência no ranking das atividades pesquisadas. Este desempenho continua a receber a influência do aumento real do salário da economia, como também, por ser a atividade de maior peso relativo dentro da PMC; móveis e eletrodomésticos (9,3%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (15,5%), também tiveram seu desempenho influenciado pela melhoria geral da economia; tecidos, vestuário e calçados (9,3%) - este desempenho recebeu, provavelmente, influência da comemoração do Dia da Criança; combustíveis e lubrificantes (1,9%); produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (29,3%). O crescimento da massa de salários e a diversificação da linha de produtos comercializados são os principais fatores explicativos deste desempenho; equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (13,3%), ressaltando-se que esta é a atividade com o maior patamar de crescimento durante o ano de 27 e, que dentre os fatores que determinam este desempenho, destacam-se a queda de preços dos produtos do gênero, fartura do crédito, bem como a crescente inserção dos produtos de informática e comunicação na cesta de consumo da família. 4

17 COMÉRCIO EXTERNO A balança comercial pernambucana apresentou em dezembro de 27 um déficit de US$ 119,8 milhões, resultado das exportações no valor de US$ 62,2 milhões, representando um decréscimo de 37,7% em relação a novembro, e das importações de US$ 182, milhões, com um acréscimo de 21,6% em relação ao mês anterior. Na comparação do mês de dezembro de 27 com o mesmo mês em 26 foi registrada uma elevação nas importações do mês em 119,6% e um recuo das exportações de 33,9%. Com o déficit registrado no mês de dezembro, o ano de 27 acumulou US$ 849, milhões. Na pauta de exportações do estado, no acumulado até dezembro de 27, os Açúcares responderam por 23,5% das vendas externas, seguido por Frutas com cerca de 15,1% das exportações. Nas importações o destaque foram os Produtos Químicos Orgânicos que representam 31,7% da pauta, seguido por Combustíveis Minerais com 16,1% INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO A produção industrial de Pernambuco ajustada sazonalmente avançou,6% em novembro frente ao mês imediatamente anterior, revertendo a queda de 1,3% registrada em outubro. Nos confrontos com iguais períodos de 26, os resultados foram positivos: expansão de 2,8% frente a novembro e crescimento de 4,4% no acumulado do ano. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, repete os 4,3% observados em outubro, interrompendo a trajetória descendente iniciada em agosto (5,8%). O indicador mensal da indústria pernambucana avançou 2,8%, com somente cinco das onze atividades industriais apontando taxas positivas. A maior contribuição positiva sobre a média global foi assinalada por produtos químicos (23,6%), devido, sobretudo, ao aumento na produção de tintas e vernizes para construção e borracha de estireno-butadieno. Outras influências positivas relevantes vieram de metalurgia básica (6,2%) e de refino de petróleo e produção de álcool (16,%). Nestes segmentos, se sobressaem a maior fabricação dos itens vergalhões de aço ao carbono, e álcool, respectivamente. Por outro lado, a principal pressão 5

18 negativa vem de alimentos e bebidas (-1,9%), devido, sobretudo, à redução na produção de açúcar cristal. O indicador acumulado no ano apresentou expansão de 4,4%, com resultados positivos em sete setores, permanecendo com produtos químicos (21,5%) a principal influência sobre a taxa global. Vale também citar os avanços observados em borracha e plástico (1,9%), alimentos e bebidas (1,2%) e minerais não-metálicos (6,6%). Nestas atividades se sobressaem os aumentos na produção de tintas e vernizes para construção e borracha de estireno-butadieno; filmes de plástico; sorvetes e margarina; pia, banheiras e semelhantes para uso sanitário. Do lado negativo, as maiores contribuições foram observadas em máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,7%) calçados e artigos de couro (-12,9%), por conta da menor fabricação de pilhas ou baterias elétricas; couros e peles de bovinos. O índice de média móvel trimestral mostrou estabilidade (-,1%), resultado próximo ao obtido no mês anterior (,2%). O índice de média móvel trimestral ficou estável (,1%), interrompendo quatro meses consecutivos de queda, período em que acumulou perda de 3,5% MERCADO DE TRABALHO TAXA DE DESOCUPAÇÃO A taxa de desocupação na Região Metropolitana do Recife em Novembro de 27 foi estimada em 11,%, representando um decrescimento de 1,4 ponto percentual em relação ao mesmo mês de 26 (12,4%) e uma queda de 1,2% em relação a Setembro de 27 (12,2%). Vale salientar que a taxa de novembro foi a terceira menor registrada desde o começo da pesquisa em março de 22. Das seis regiões pesquisadas a RM de Recife continua registrando a segunda maior taxa de desocupação, sendo a RM de Salvador a maior (12,8%), enquanto a RM de Porto Alegre a menor com 6,1%. Destaca-se que em Novembro de 27, na média das seis RM s, a taxa registrada ficou 8,2% menor na série. 6

19 Por atividade, no confronto anual as maiores quedas foram na construção (2,8 p.p.), seguindo-se os outros serviços (2, p.p). Em relação a outubro de 27 as mesmas atividades registram decrescimento: a construção com 2,9 p.p. e os outros serviços com 1,2(p.p). Nas duas comparações o comércio apresentou o maior incremento na comparação anual de,5p.p. e mensal de,8 p.p POPULAÇÃO OCUPADA A queda anual da taxa de desocupação deveu-se, principalmente, à queda da População Economicamente Ativa PEA em 4,1%, enquanto a População Ocupada PO registrou queda de 2,5%. Em números absolutos foram fechadas 34 mil vagas, onde somente a indústria foi responsável por 2 mil, seguida pela administração pública, com menos 1 mil vagas. Ao mesmo tempo mais de 64 mil pessoas economicamente ativas deixaram de procurar trabalho no mês de novembro, favorecendo a taxa de desocupação. Em relação a outubro de 27, houve uma estabilidade na PEA (,1%) e um incremento na contratação de 1,6%, fazendo com que a taxa de desocupação apresentasse um decréscimo no confronto mensal. Os impactos positivos foram no comércio e na construção que, juntas, criaram 39 mil empregos. O desempenho negativo foi, mais uma vez, na indústria a perda de 11 mil postos. Por fim, a RMR obteve um saldo positivo de 21 mil novas vagas no mercado de trabalho na comparação mensal. O contingente de pessoal desocupado alcançou o patamar de aproximadamente 166 mil pessoas, contra as 195 mil pessoas em novembro de 26, representando um decrescimento de 14,9%, enquanto em relação outubro de 27 apresentou uma queda de 9,8%, muito influenciado pelas taxas negativas da PEA RENDIMENTO REAL O rendimento médio habitualmente recebido pelas pessoas em outubro de 27 foi estimado em R$ 82,4 representando um decrescimento de,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, ocorrendo estabilidade (,1%) em relação a outubro de 27. Das seis regiões 7

20 pesquisadas, a RM de Recife continua registrando o menor rendimento; a RM de São Paulo, o maior, com aproximadamente R$ 1.267,9 com uma média das seis RM s pesquisada estimada em R$ 1.143,6 ou seja, aproximadamente 39% maior que a RMR. Na comparação anual, a RM do Belo Horizonte apresentou o maior incremento (7,2%) e a RM de Salvador (,5%) junto com a Região Metropolitana de Recife foram as únicas que apresentarem queda. No confronto mensal a RM de Salvador apresentou o maior incremento com 4,%, enquanto a maior redução foi registrada na RM de Recife. Por posição de ocupação, na RM de Recife foi a que apresentou a maior e única queda anual no pessoal privado com carteira de trabalho assinada (2,4%), enquanto o pessoal privado sem carteira de trabalho assinada registrou o maior incremento (3,6%). Na comparação com outubro de 27 o pessoal do setor público apresentou o maior decrescimento com 4,8% e a única que mostrou incremento significativo foi o pessoal autônomo com 3,1%. Com R$ 1,11 bilhões a RMR tem a menor participação no total das seis regiões (R$ 24,59 bilhões), com aproximadamente 4,5% no mês de novembro de 27, enquanto a RM de São Paulo registrou 46,6%. Anualmente a Região Metropolitana de Recife apresentou a maior queda com 3,3%, enquanto a RM de Belo Horizonte o maior incremento (13,7% ). Com relação a outubro a RM de Salvador mostrou o maior crescimento com 7,2% e as RM de São Paulo e Rio de Janeiro o menor com 1,% de incremento MERCADO DE TRABALHO FORMAL Para o estado de Pernambuco os dados conjunturais de mercado de trabalho se referem apenas ao emprego formal celetista, originados de um registro administrativo, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) - do Ministério do Trabalho e Emprego. Nos últimos doze meses o emprego formal no estado cresceu 4,82%, o que significou a criação de novos postos de trabalho. O ritmo de expansão do emprego celetista foi maior no interior (5,84%) que na área metropolitana (4,38%). Em termos absolutos, entretanto, a Receita Metropolitana de Recife gerou a maior parte dos empregos do estado 8

21 ainda que em proporção menor ao seu peso relativo. Como mesoregiões mais dinâmicas destacaram-se a zona da mata, com variação de 9,23%, impulsionada pela cadeia produtiva do açúcar e álcool, e o agreste (6,6%) dinamizado principalmente pela indústria de confecções e pelo comércio. Salienta-se que a única microrregião com desempenho negativo referente à empregabilidade foi a de Petrolina, devido à forte retração no emprego do cultivo de uva. Tabela 1-Variação do emprego celetista de Pernambuco, por região Fonte: MTE/CAGED Em agosto de 27 o emprego formal em Pernambuco cresceu 1,5%, com base em julho de 27, o que significou a abertura de 12,2 mil postos de trabalho. A expansão do emprego celetista foi maior nas mesoregiões da Mata (2,9%) e do São Francisco (2,7%). Em termos absolutos, foram abertos aproximadamente 2,6 mil postos de trabalho na Mata Pernambucana e 1,4 mil no São Francisco Pernambucano. Na Região Metropolitana, o 9

22 crescimento absoluto do emprego foi de quase 7,7 mil novas vagas, o que representou uma variação positiva de 1,3%. (Tabela 1) Em relação aos grandes setores de atividade econômica, as contribuições para o desempenho geral positivo vieram principalmente da agricultura (5,8%) e também da indústria (2,8%). Houve a abertura de aproximadamente 4,9 mil vagas na indústria e 3,3 mil na agricultura o que equivale a 2/3 dos postos de trabalho criados em agosto (Tabela 2). Tabela 2-Variação do emprego celetista em Pernambuco, por mesorregião e grande setor de atividade Fonte: MTE/CAGED No período de janeiro a agosto de 27 o emprego formal em Pernambuco elevou-se em 1,4%. Esse comportamento, que resultou na criação de 12, mil vagas nesse período, é decorrente da composição de dois fatores: a abertura de 22,7 mil vagas em todos os grandes setores de atividade contrabalançada pela notória exceção da indústria, que perdeu 1,7 mil postos de trabalho no período. Destaca-se o elevado crescimento do emprego agrícola no estado (12,8%), fruto do excelente desempenho da ocupação agrícola no São Francisco Pernambucano (68,3%) desde o início deste ano até o mês de agosto SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO O estado de PE tem uma população habitantes, sendo na zona urbana e na zona rural (IBGE 2), um PIB de , corresponde a 2,71% do PIB nacional. O índice de desenvolvimento humano (IDH) (UNESCO-2) e o 1

23 índice de desenvolvimento infantil (UNICEF),692 e,699, respectivamente são considerados médios EDUCAÇÃO BÁSICA Em 26 a rede estadual constituir-se-ia de 1.27 estabelecimentos de ensino fundamental, sendo 863 na zona urbana e 164 na rural, permitindo alcançar uma taxa de escolarização líquida para o ensino fundamental (7 a 14 anos) de 93,4%. A disponibilização de 74 estabelecimentos de ensino médio (659 e 45 na zona rural) promoveu uma taxa de escolarização na zona urbana líquida de 29,8% em 26, quando se considerou uma faixa etária de anos. Isto indica que 7,2% dos adolescentes desta faixa etária estão fora da sua faixa de escolaridade ou fora da escolaridade ou fora da escola. O IDEB foi de 3,1 para os anos iniciais do ensino fundamental, 2,4 para os anos finais do ensino fundamental e de 2,7 para o ensino médio da rede estadual valores inferiores às medias nacionais atuais (3,8, 3,5 e 3,4) para os anos iniciais e finais do ensino fundamental e médio respectivamente, índices esses aquém das metas almejadas pelo PDE, até 221, que é de (6,5, 5 e 5,2,) respectivamente, revelando que no estado crianças e adolescentes têm limitado acesso ao ensino, ocorre desperdiço de tempo com repetências e abandono da escola, resultando em baixa aprendizagem. Na educação fundamental da rede estadual, incluindo o EJA (1ª e ª fases), registra-se um total de de funções docentes; 81,76% têm Licenciatura, 2,37% outras graduações, 1,9% o ensino médio, 13,52 o normal médio e,45% sem o ensino médio. Nos anos iniciais do ensino fundamental, tem-se ainda 58% das funções docentes com o normal médio. Como resultado da ação docente obteve-se, em 25, uma taxa de aprovação de 74,44 e 48,53%, diurna e noturna, respectivamente. A taxa de reprovação diurna (14,34%) foi superior à noturna (9,32%), sendo ainda mais preocupante a taxa de abandono noturna (5,58%) superior à diurna (11,23%), indicando a necessidade de políticas especiais para redução da evasão escolar. Há uma distorção idade-série no Ensino Fundamental de 43,21% e 93,37% 11

24 nos turnos diurno e noturno respectivamente, o que não tem sido reduzido pelos programas de Correção de Fluxo, uma vez que dos alunos matriculados em classes de aceleração, apenas 22 obtiveram reclassificação no Ensino Fundamental, em 25, na rede estadual. No ensino médio, com matrículas de alunos nos cursos regulares, na educação técnica concomitante, na educação técnica seqüencial, no Curso Normal e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) - presencial, há funções docentes, destacando-se uma grande diferença em termos de capacitação para o ensino, entre os atuantes no ensino médio regular e no EJA com (95,72 e 92,35% de licenciados, respectivamente) em relação ao da educação profissional concomitante (39,45%) e seqüencial (1,2%). A exacerbação do percentual de docentes sem licenciatura na educação técnica seqüencial no estado, em 26, em torno de 98,78%, deixa evidente a necessidade de implantação de curso de licenciatura para formação de professores para educação profissional e tecnológica. Como resultado da ação docente obteve-se, em 25, uma taxa de aprovação de 8,65 e 68,1%, diurna e noturna, respectivamente. A taxa de reprovação diurna (6,58%) foi inferior à noturna (8,98%), sendo ainda mais preocupante a taxa de abandono noturna (23,93%) superior à diurna (12,78%), indicando a necessidade de políticas especiais para redução da evasão escolar, também no ensino médio. A distorção idade-série no ensino médio variou em torno de 51,98%, em 25. Nenhuma matrícula foi oferecida pelo Estado, no ensino médio, na modalidade de EJA Integrado a Educação Profissional PROEJA, o que contribui para o aumento da dívida social do estado com esta população historicamente desassistida, sendo esta uma lacuna que deve ser preenchida pela esfera federal, na consecução dos objetivos do Plano de Desenvolvimento de Educação (PDE). 12

25 EDUCAÇÃO SUPERIOR Ao todo são 89 Instituições de Ensino Superior (IES) em todo o estado de Pernambuco. Recife contempla 38,2% desse total. Calculando-se o total de vagas para ensino superior disponíveis no estado, verifica-se que ao todo são abertas vagas por ano, das quais estão na capital, o que corresponde a 5,48% das vagas ofertadas no Estado. Ilustração 2-Distribuição das IES No Estado de Pernambuco Na Ilustração 2 verifica-se a grande concentração das IES na Mesorregião Metropolitana de Recife, indicando a necessidade de descentralizar os novos investimentos do setor público na área educacional, seja no nível estadual ou federal. Tabela 3-Vagas ofertadas pelas Instituições públicas no estado de Pernambuco Vagas Ofertadas IES Pernambuco Recife Municípios até 5 km de Recife Municípios Importantes (+5 km) Demais municípios 2499 % ,2 23,6 14,6 23,6 Fonte: cálculo elaborado pelo autor do projeto 13

PLANO DE QUALIFICAÇÃO INSTITUCIONAL PQI 2008-2012 EM AVALIAÇÃO

PLANO DE QUALIFICAÇÃO INSTITUCIONAL PQI 2008-2012 EM AVALIAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PETROLINA - CEFET PLANO DE QUALIFICAÇÃO INSTITUCIONAL PQI 2008-2012

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E 2012 Camila Cristina Farinhaki Henrique Alves dos Santos Lucas Fruet Fialla Patricia Uille Gomes Introdução Este artigo tem como objetivo

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Associação Brasileira de Supermercados Nº51 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Abril de 2015 Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Crescimento moderado

Leia mais

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005 Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento

Leia mais

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado COMENTÁRIOS Em maio, o Comércio Varejista do País apresentou variações em relação ao mês anterior ajustadas sazonalmente, de 0,5% para o volume de vendas e de 1,0% para a receita nominal. Quanto à média

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego Dezembro 2005

Pesquisa Mensal de Emprego Dezembro 2005 Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Dezembro 2005 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento

Leia mais

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro A taxa de desocupação registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, nas seis principais Regiões Metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte,

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014 Associação Brasileira de Supermercados Nº48 tou ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014 Vendas dos supermercados crescem 2,24% em 2014 Em dezembro, as

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL APRESENTA RETRAÇÃO NAS VENDAS EM FEVEREIRO A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.095, DE 24 DE ABRIL DE 2007. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

BOLETIM. Taxa de desemprego anual na RMSP é a menor em 20 anos

BOLETIM. Taxa de desemprego anual na RMSP é a menor em 20 anos A taxa média anual de desemprego, na Região Metropolitana de São Paulo RMSP, diminuiu de 11,9% para 10,5%, entre 2010 e 2011, atingindo seu menor valor nos últimos 20 anos. Essa é uma das informações divulgadas

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Esperidião Amin Helou Filho 1 PROJETO DE LEI Nº 8.035, DE 2010. Ementa: Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá outras providências. 2 PROJETO DE LEI

Leia mais

Mapa do Ensino Superior no Estado de São Paulo

Mapa do Ensino Superior no Estado de São Paulo Mapa do Ensino Superior no Estado de São Paulo 2014 2 Índice Palavra do Presidente 4 Educação Superior no Brasil: crescimento forte e constante 5 Instituições de Ensino Superior 6 por Estado Presenciais

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SÓCIO-ECONÔMICOS DO ESTADO

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SÓCIO-ECONÔMICOS DO ESTADO INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SÓCIO-ECONÔMICOS DO ESTADO Com um total de 2.558.660 habitantes em 1996, representando 1,6% da população brasileira e 5,7% da população do Nordeste, o vem apresentando nos últimos

Leia mais

SECRETARIA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E MINERAÇÃO SICM SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS SCS Informativo CODAV ATACADO, VAREJO E DISTRIBUIÇÃO

SECRETARIA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E MINERAÇÃO SICM SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS SCS Informativo CODAV ATACADO, VAREJO E DISTRIBUIÇÃO PÁGINA 1 Página 1 SECRETARIA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E MINERAÇÃO SICM SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS SCS Informativo CODAV ATACADO, VAREJO E DISTRIBUIÇÃO I N F O R M A T I V O B I M E S T R A L

Leia mais

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 no Estado do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 PANORAMA GERAL Na última década, o Brasil passou por profundas mudanças

Leia mais

O Nordeste Chances e Obstáculos para um Avanço Sustentável

O Nordeste Chances e Obstáculos para um Avanço Sustentável O Nordeste Chances e Obstáculos para um Avanço Sustentável por Cláudia Cristina 1 O NOVO CONTEXTO GLOBAL E O DESAFIO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL As profundas transformações econômicas, sociais e políticas

Leia mais

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2015 A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 Em 2014, a presença de

Leia mais

Impactos da Crise Financeira sobre a Produção da Indústria

Impactos da Crise Financeira sobre a Produção da Indústria Impactos da Crise Financeira sobre a Produção da Indústria A evolução dos principais indicadores econômicos conjunturais sugere a paulatina dissipação dos efeitos da intensificação da crise financeira

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CONTEXTO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2010

EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CONTEXTO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2010 EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CONTEXTO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2010 Contribuições para o Plano Municipal de Educação de Palmas Maio 22, 2012 DAS 20 METAS DO PNE, CINCO ESTÃO DIRETAMENTE LIGADAS ÀS INSTITUIÇÕES

Leia mais

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 1 CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), constitui se em importante instrumento

Leia mais

INDICAÇÃO Nº, DE (Do Sr. Deputado Renato Casagrande) Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação:

INDICAÇÃO Nº, DE (Do Sr. Deputado Renato Casagrande) Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação: INDICAÇÃO Nº, DE (Do Sr. ) Sugere ao Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação a construção de uma Unidade de Ensino Descentralizada do CEFETES na Região Noroeste do Estado do Espírito Santo.

Leia mais

Ceará: Resultados do Produto 9 Interno Bruto (PIB) 2008

Ceará: Resultados do Produto 9 Interno Bruto (PIB) 2008 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) Ceará: Resultados do Produto 9 Interno Bruto (PIB) 2008 1. ECONOMIA

Leia mais

Mapa do Ensino Superior no Estado de São Paulo

Mapa do Ensino Superior no Estado de São Paulo Mapa do Ensino Superior no Estado de São Paulo Índice Palavra do Presidente 5 Panorama do Ensino Superior - Brasil 6 / Evolução 7 por Estado / Número de IES 8 Pirâmides Etárias - Presenciais e de EAD

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

taxa Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Junho 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

taxa Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Junho 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE taxa Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Junho 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Nelson

Leia mais

Políticas para a Educação Superior

Políticas para a Educação Superior Políticas para a Educação Superior A experiência da UFERSA Prof. Augusto Carlos Pavão Pró-Reitor de Graduação A Universidade Políticas Públicas Expansão Acesso Interiorização SISU Lei das Cotas PIBID Bolsas

Leia mais

OBSERVATÓRIO INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS 2012

OBSERVATÓRIO INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS 2012 OBSERVATÓRIO INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS 2012 Petrolina (PE), novembro de 2012. INTRODUÇÃO O município de Salgueiro, fundado em 23 de dezembro de 1835, fica localizado no Estado de Pernambuco, na Mesorregião

Leia mais

Nº 75 Março 2014 Análise da Evolução das Vendas do Varejo Cearense - 2007 a 2013

Nº 75 Março 2014 Análise da Evolução das Vendas do Varejo Cearense - 2007 a 2013 Nº 75 Março 2014 Análise da Evolução das Vendas do Varejo Cearense - 2007 a 2013 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador SECRETARIO DO PLANEJAMENTO

Leia mais

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo

Leia mais

PRODUTORES DO VALE PARAM PETROLINA E JUAZEIRO

PRODUTORES DO VALE PARAM PETROLINA E JUAZEIRO Discurso pronunciado pelo Deputado Gonzaga Patriota (PSB/PE), na Sessão de 23/05/2006. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, PRODUTORES DO VALE PARAM PETROLINA E JUAZEIRO Acompanhando os grandes

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/215 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados

Leia mais

A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL

A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL CARLOS ALBERTO TAVARES Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, Recife, Pernambuco. A história da educação agrícola no meio rural tem sido analisada por diversos

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS Alan do Nascimento RIBEIRO, Faculdade de Políticas Públicas Tancredo Neves Universidade do Estado de Minas Gerais Maria Amarante Pastor BARACHO,

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC dezembro 2013

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC dezembro 2013 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC dezembro 2013 Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2014 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Dezembro 2013 1. No mês 1.1 - ÍNDICE

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

Comércio em Números. Brasil. meses.

Comércio em Números. Brasil. meses. Belo Horizonte MG Abril de 2015 O Comércio em Números é um acompanhamento sistemático das estatísticas econômicas. Trata-se de um estudo que busca acompanhar o comportamento das variáveis de desempenho

Leia mais

Subsídios para elaboração do PPA Municipal

Subsídios para elaboração do PPA Municipal Município: São Luís / MA Apresentação Este Boletim de Informações Municipais tem o objetivo de apresentar um conjunto básico de indicadores acerca de características demográficas, econômicas, sociais e

Leia mais

Evolução das Matrículas por Modalidade 2000-2004 58.396 43.396 46.277 37.242 30.730

Evolução das Matrículas por Modalidade 2000-2004 58.396 43.396 46.277 37.242 30.730 Informe Técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial APRESENTAÇÃO DESEMPENHO & OFERTA v.2, n.1, março de 25 Criado com o propósito de divulgar o comportamento do desempenho institucional no curto

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

EFEITOS DA POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA SOBRE A TAXA DE DESEMPREGO

EFEITOS DA POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA SOBRE A TAXA DE DESEMPREGO NOTA TÉCNICA EFEITOS DA POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA SOBRE A TAXA DE DESEMPREGO Maria Andréia Parente Lameiras* 1 INTRODUÇÃO Ao longo da última década, o mercado de trabalho no Brasil vem apresentando

Leia mais

Brasil e suas Organizações políticas e administrativas. Brasil Atual 27 unidades político-administrativas 26 estados e distrito federal

Brasil e suas Organizações políticas e administrativas. Brasil Atual 27 unidades político-administrativas 26 estados e distrito federal Brasil e suas Organizações políticas e administrativas GEOGRAFIA Em 1938 Getúlio Vargas almejando conhecer o território brasileiro e dados referentes a população deste país funda o IBGE ( Instituto Brasileiro

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI

CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSUNI PROCESSO Nº 011/2012 ASSUNTO: Proposta de adequação das diretrizes para a parceria FURB-UFSC. INTERESSADO: Administração Superior. PROCEDÊNCIA: Reitoria. I - HISTÓRICO: Em

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Pesquisa Anual da Indústria da Construção - PAIC levanta informações sobre o segmento empresarial da indústria da construção em A todo o Território Nacional. A presente análise visa

Leia mais

Estudo Estratégico n o 5. Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz

Estudo Estratégico n o 5. Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz Estudo Estratégico n o 5 Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz PANORAMA GERAL ERJ é o estado mais urbano e metropolitano

Leia mais

Análise Setorial de Emprego

Análise Setorial de Emprego Análise Setorial de Emprego Abril de 2015 Ficha Técnica Governador do Estado de Minas Gerais Fernando Pimentel Secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social André Quintão Secretária Adjunta

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro

CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro Nenhum vento sopra a favor, de quem não sabe para onde ir. (Lucius A. Sêneca) Sumário O resultado do CPC Engenharia Estudantes e professores do

Leia mais

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas dos indicadores selecionados pelo Ministério da Educação

Leia mais

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014 Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização Levantamento das questões de interesse Perfil dos alunos, suas necessidades e expectativas; Condições de trabalho e expectativas dos professores;

Leia mais

Informe Econômico N 3

Informe Econômico N 3 Conjuntura Econômica Gerente Legislativa: Sheila Tussi da Cunha Barbosa Analista Legislativa: Cláudia Fernanda Silva Almeida Assistente Administrativa: Quênia Adriana Camargo Ferreira Estagiário: Tharlen

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem

Leia mais

Análise Setorial de Emprego

Análise Setorial de Emprego Análise Setorial de Emprego Maio de 2015 Ficha Técnica Governador do Estado de Minas Gerais Fernando Pimentel Secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social André Quintão Secretária Adjunta

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Centro Sebrae em Conselho Deliberativo Pedro Alves de Oliveira Presidente Diretoria Executiva Igor Montenegro Diretor Superintendente Wanderson

Leia mais

Produção Industrial Março de 2015

Produção Industrial Março de 2015 Produção Industrial Março de 201 PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE SANTA CATARINA - MARÇO/1 Em março, a indústria de Santa Catarina produziu 4,0% menos na comparação com o mesmo mês do ano anterior, sexto resultado

Leia mais

CAP. 21 REGIÃO NORDESTE. Prof. Clésio Farrapo

CAP. 21 REGIÃO NORDESTE. Prof. Clésio Farrapo CAP. 21 REGIÃO NORDESTE Prof. Clésio Farrapo 1 CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DAS SUB-REGIÕES DO NE A Região Nordeste é formada por nove estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês

Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês 1 São Paulo, 04 de agosto de 2010. NOTA À IMPRENSA Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês Desde maio, na maioria das capitais onde é realizada mensalmente a Pesquisa Nacional

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014 Associação Brasileira de Supermercados Nº43 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014 Com crescimento em julho, setor acumula 1,48% no ano Em julho, as vendas

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

taxa Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Abril 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

taxa Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Abril 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE taxa Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Abril 2015 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Nelson

Leia mais

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO PARANAENSE

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO PARANAENSE 1 Março 2008 A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO PARANAENSE Ângela da Matta Silveira Martins * Esta nota técnica apresenta algumas considerações sobre a inserção da mão-de-obra feminina no mercado de trabalho

Leia mais

Courobusiness em Alagoas

Courobusiness em Alagoas Courobusiness em Alagoas Descrição Atração e instalação de empreendimentos de curtumes para o desenvolvimento e consolidação da cadeia produtiva do couro no Estado de Alagoas. Entidades responsáveis Célula

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil

Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Análise Macroeconômica Projeto Banco do Brasil Segundo Trimestre de 2013 Energia Geração, Transmissão e Distribuição Conjuntura Projeto Banco Macroeconômica do Brasil Energia Geração, Transmissão e Distribuição

Leia mais

EVIDÊNCIAS BASEADAS EM PESQUISAS DOMICILIARES DO IBGE

EVIDÊNCIAS BASEADAS EM PESQUISAS DOMICILIARES DO IBGE EVIDÊNCIAS BASEADAS EM PESQUISAS DOMICILIARES DO IBGE BRASIL Dinâmica demográfica Refletindo tendências demográficas delineadas há algumas décadas, a população brasileira cresceu a uma taxa anual estimada

Leia mais

Análise do mercado de trabalho

Análise do mercado de trabalho Análise do mercado de trabalho 1 Introdução Esta análise tem como propósito a apresentação do desempenho do mercado de trabalho brasileiro no primeiro trimestre de 2010 com base, principalmente, nos indicadores

Leia mais

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados

Leia mais

P A L N A O N O D E D E E X E P X A P N A S N Ã S O Ã O I II

P A L N A O N O D E D E E X E P X A P N A S N Ã S O Ã O I II PLANO DE EXPANSÃO III (2011 2014) ESTUDO DE VIABILIDADE Equipe Técnica Responsável: Prof. Dr. Jimmy de Almeida Léllis - Coordenador Prof. Dr. Ridelson Farias de Sousa - Coordenador Prof. M.Sc. Thiago José

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO POR UM CEARÁ MELHOR PRA TODOS A COLIGAÇÃO POR UM CEARA MELHOR PRA TODOS, com o objetivo de atender à Legislação Eleitoral e de expressar os compromissos

Leia mais

Seleção Discente no IFRN

Seleção Discente no IFRN SEMINÁRIO DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR SAES 2015 Mesa Redonda 3 Processos seletivos próprios: Seriados e Exames de Seleção Seleção Discente no IFRN Prof. José Everaldo Pereira Coordenador de Acesso Discente

Leia mais

março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO

março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO 12 março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO Expediente Esta é uma publicação da Fundação Perseu Abramo. Diretoria

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas Comentários gerais Pesquisa Anual de Comércio - PAC investiga a estrutura produtiva do A segmento empresarial do comércio brasileiro, sendo os resultados referentes a 2012 divulgados neste volume. A pesquisa

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Eduardo Pereira Nunes Elisio Contini Apresentação à Diretoria da ABAG 13 de setembro de 2000 - São Paulo O PROBLEMA Controvérsias sobre contribuição

Leia mais

COMENTÁRIOS. Em agosto de 2015, o total do pessoal ocupado assalariado na. indústria mostrou queda de 0,8% frente ao patamar do mês imediatamente

COMENTÁRIOS. Em agosto de 2015, o total do pessoal ocupado assalariado na. indústria mostrou queda de 0,8% frente ao patamar do mês imediatamente COMENTÁRIOS PESSOAL OCUPADO ASSALARIADO Em agosto de 2015, o total do pessoal ocupado assalariado na indústria mostrou queda de 0,8% frente ao patamar do mês imediatamente anterior, na série livre de influências

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

Informativo Mensal de Emprego CAGED nº 08/2012 1 16/08/2012

Informativo Mensal de Emprego CAGED nº 08/2012 1 16/08/2012 Informação e Análise do Mercado de Trabalho Informativo Mensal de Emprego CAGED nº 08/2012 1 16/08/2012 EM SANTA CATARINA SÃO CRIADAS 3.227 VAGAS DE EMPREGO EM JULHO Com isso se interrompe a trajetória

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº58 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015 Índice de Vendas acumula queda de -1,02% até outubro Vendas do setor

Leia mais

Plano de Expansão do IF Sertão-PE 2014-2015

Plano de Expansão do IF Sertão-PE 2014-2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO Plano de Expansão do IF Sertão-PE 2014-2015 Petrolina/PE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CAMPUS DE GUARABIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CAMPUS DE GUARABIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CAMPUS DE GUARABIRA Umberto Gomes da Silva Júnior DIRETOR GERAL umbertojunior@ifpb.edu.br

Leia mais

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os Desempenho da Agroindústria em 2004 Em 2004, a agroindústria obteve crescimento de 5,3%, marca mais elevada da série histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003),

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Pesquisa O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais