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1 PÚB. Primeiro Semanário GRATUÍTO nos Açores SEMANA 2 14 DE FEVEREIRO DE ANO I - Nº 2 DIRECTOR: JOÃO MANUEL ALVES A Economia dos Açores está pior do que a Nacional PÁG. 8 e 9 Mário Fortuna, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada, em entrevista ao RE, lança um olhar atento sobre o actual estado da Economia dos Açores e perspectiva o futuro. 03 Opinião Mònim dum Corisco 2- Paulo Casaca 13 Nacional Carlos César, em entrevista à Rádio Renascença, disse que Seguro fala demais e não tem equipa PÚB. 15 Emprego Canadá quer contratar 100 portugueses. Entrevistas começam na proxima semana. PÚB. Mário Fortuna, Presidente da C.C.I.P.D. Novo modelo de Transporte aéreo em Abril Vitor Fraga anunciou, na Assembleia Regional, que conta poder ter em vigor o novo modelo de transporte aéreo inter ilhas já em Abril deste ano PÁGINA 5 Madeira aprova programa de ajuda alimentar O Governo Regional da Madeira aprovou uma verba de 1,3 milhões de euros destinada a um programa de ajuda alimentar PÁGINA 7

2 2 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES OPINIÃO SEMANA II Aos poucos este projecto vai tomando forma. Pouco mais de uma semana depois de ter esboçado o primeiro dos muitos passos que estão por andar podemos, com toda a certeza, dizer que os leitores aderiram à nossa proposta. Mais de 40 mil páginas vistas, de entre tudo o que disponibilizamos neste portal que pretende divulgar a actividade económica dos Açores no contexto global em que vivemos. A maior parte dessas visualizações chegaram dos Açores, logo seguidas dos Estado Unidos da América e da Bélgica. É um início promissor que nos traça um quadro de responsabilidade de fazermos bem o que temos para fazer no sentido de merecermos a atenção, e a procura, de quem nos visita e, através, de nós chega aos Açores mesmo vivendo cá dentro. Face a uma proposta que se desenvolve, toda ela, na internet bem sabemos que uma semana, duas semanas, muitas semanas, são necessárias para que as pedras todas se ajustem. Podemos, por isso, dizer que ainda estamos no número zero, embora este jornal seja o número dois. Parece um paradoxo, mas não é. Se levarmos em conta tudo o que ainda falta fazer. Quero também deixar uma palavra às muitas palavras de apoio que nos chegaram e á disponibilidade de todos com quem temos de contactar no nosso trabalho diário para participarem. Disponibilidade é, na maior parte das vezes, o segmento mais importante quando se pretende colocar de pé uma ideia. A Região económica Rádio está, por enquanto, apenas a passar música. Logo que todos os aparatos técnicos estejam reunidos, muito em breve, passará a estar disponível com todos os seus conteúdos. A partir da próxima semana o nosso espaço de opinião irá crescer na certeza de que é da troca de opiniões, livre, que resulta a possibilidade de melhor pensar o desenvolvimento dos Açores e, consequentemente, da sua economia que deve assentar na classe empresarial que ao longo de séculos, nos Açores, tem sabido, com engenho e arte, ultrapassar as barreiras da distância e do isolamento. Serão muitos os empresários que terão voz aqui no Região Económica. Sem eles não haveria economia e quiçá mesmo região. Por isso se, por um lado, é fundamental dar visibilidade às instituições e aos seus protagonistas não é por isso menos fundamental dar visibilidade às pessoas que, com a sua criatividade, capacidade de arriscar, empenho, fazem o mundo e os Açores são parte, a mais importante girar e seguir em frente. Para além do que aconteceu em termos informativos durante a semana chamo a atenção para a entrevista concedida nesta edição por Mário Fortuna, Presidente da Câmara e Indústria de Ponta Delgada. Uma entrevista em que este dirigente e professor universitário diz, em discurso directo e na primeira pessoas o que pensa sobre algumas das questões mais importantes neste momento para os Açores. Uma entrevista a ler com atenção e a merecer reflexão por parte mesmo daqueles que não estejam de acordo com o que diz. Mário Fortuna fala em nome pessoal, mas também dos empresários que representa! João Manuel Alves Director PÚB.

3 Mónim dum Corisco 2: A troika Os três cavaleiros do Apocalipse terão chegado a Portugal em Terão conseguido mobilizar contra eles as maiores manifestações de sempre; tiveram governantes a inaugurar um relógio para contar os minutos até á sua saída; o senhor Presidente da República anunciou uma nova era post-troika e os deputados ao Parlamento Europeu, a acreditar numa intensa campanha de imprensa, terão instituído uma comissão de inquérito que acerbamente condenou os seus desmandos. A realidade dificilmente poderia ser mais distinta. Os ditos cavaleiros vieram a convite e insistência dos que nos governam, as modalidades da sua presença foram criteriosa e abundantemente legislados pelo Parlamento Europeu e por outras instituições europeias e a sua acção baseia-se num tratado assinado pelo Governo e ratificado pela Assembleia da República. A data de saída da troika de Portugal está regulada pelo número 1 do artigo 14 do regulamento 472 de 21 de Maio de 2013 do Parlamento Europeu como não podendo ser anterior ao pagamento de 75% dos créditos concedidos, data que se estima ser em 2033, ou seja, quase duas décadas depois do prometido post-troika. Nunca existiu nenhuma comissão de inquérito do Parlamento Europeu sobre a troika comissões de inquérito que têm regimento e forma de decisão específicos mas apenas um relatório de iniciativa de uma comissão parlamentar que, depois e não antes como mandaria o mais elementar bom senso, de o Parlamento Europeu aprovar as modalidades da presença da troika, lamenta as consequências do que é também uma decisão sua. Raramente se terá visto tanta desinformação em tema que, no entanto, tem tanta importância para todos nós. Na cabeça de quem resolveu encenar toda esta farsa está a ideia de que se os portugueses não entenderem quem pôs tudo isto a funcionar, as instituições e os seus responsáveis ficarão salvaguardados. Pela minha parte penso que as nossas instituições e a nossa Europa só podem ser defendidos por cidadãos informados, conscientes e activos e que a prazo esta lógica de desinformação põe em causa a construção europeia. A realidade tem algumas verdades duras que temos de saber enfrentar, mas creio ser também verdade que tem muito de positivo. Estou profundamente convencido que uma reforma da política económica e monetária europeia, ou seja do Euro, que amanhe este corisco como ele precisa de ser amanhado nos pode conduzir ao reequilíbrio económico que precisamos com menos custos e mais ganhos para todos nós. Boa semana a todos e até breve! Paulo Casaca 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 3 OPINIÃO PÚB.

4 4 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES REGIÃO Energia Trabalhadores da Eda querem tratamento igual >> De acordo com a lei do orçamento regional para 2014, está prevista também na EDA a aplicação da remuneração complementar, sendo que será através de uma resolução do Governo dos Açores, disse à agência Lusa António Melo, presidente da comissão de trabalhadores. A remuneração complementar atribuída à administração pública regional é um apoio financeiro criado pelo Governo dos Açores que visa compensar os custos da insularidade. Os trabalhadores da elétrica açoriana nunca beneficiaram da remuneração complementar, criada em 2000 e alargada em Os trabalhadores da EDA querem evitar a descriminação de que foram alvo em 2013 face aos da SATA. Festas Roteiro das Festas do Espírito Santo >> O Governo Regional anunciou hoje, na cidade da Horta, a criação, durante o primeiro semestre deste ano, do Roteiro das Festas do Divino Espírito Santo Açores/Comunidades, uma iniciativa que terá como plataforma um sítio na Internet. Carta Regional de Obras Públicas já dispõe de meios Governo dos Açores autoriza lançamento de procedimentos para investimentos públicos superio res a 26 milhões de euros RE/GACS O Governo dos Açores decidiu, no âmbito dos diferentes departamentos e do setor empresarial regional, autorizar a abertura dos procedimentos com vista ao lançamento de um conjunto de investimentos públicos, previstos na Carta Regional das Obras Públicas (CROP), que ascendem a cerca de 26 milhões de euros. O Executivo, que reuniu segunda-feira na Horta, aprovou o lançamento de várias obras, como a selagem de duas lixeiras a céu aberto na ilha das Flores e de outras duas na ilha Graciosa, a requalificação e proteção da rede hidrográfica das ilhas das Flores e de São Miguel, a reabilitação de estradas regionais nas ilhas Terceira e São Miguel, a repavimentação do cais do porto da Praia da Vitória e do pavimento do acesso ao terminal de combustíveis e a instalação da rede de incêndios nesse porto, o prolongamento do molhe cais do porto de Velas e ainda a recuperação, ampliação e reabilitação de habitações da Região nas ilhas de São Jorge e São Vitor Fraga - Porta voz do Conselho de Governo - GACS Miguel, entre outras obras. Ainda no âmbito da CROP, o Governo dos Açores vai desenvolver uma série de procedimentos para obras públicas, que, no caso da Educação, vão permitir que, até ao final de 2015, sejam lançados todos os procedimentos das intervenções que permitirão solucionar a questão do amianto em edifícios escolares. O Conselho do Governo aprovou ainda o Plano Integrado dos Transportes (PIT), que define os eixos para uma efetiva coordenação entre todos os meios de transporte, assegurando uma interligação, dentro do fisicamente possível, de horários, logística, parâmetros operacionais e A eurodeputada Patrão Neves congratulou-se com a prorrogação, por parte da Comissão Europeia, da redução fiscal na expedição para o continente português dos licores e aguardentes dos Açores e Madeira até 30 de Junho. Patrão Neves conside rou que foi um processo longo, complexo, que se queda ainda incompleto mas que já vai ao encontro da necessidade mais prioritária dos produtores da nossa Região. gestão de informação, numa lógica permanente de orientação para o serviço prestado aos cidadãos e às empresas. Base das Lajes O Centro de Estudos do Clima, Meteorologia e Mudanças Globais da Universidade dos Açores propõe a criação de uma formação técnica e superior em Meteorologia Operacional na base das Lajes. O coordenador do centro, Eduardo Brito Azevedo, explica que a proposta visa um aproveitamento da infraestrutura militar norte-americana e da localização do arquipélago. Atualmente, a formação nesta área está a ser ministrada de forma fragmentada e o que propomos é uma formação integral, de nível internacional, com o aproveitamento das condições excelentes da base militar, disse o docente. Foram aprovados 18 projectos de investimento A comissão de seleção do programa Empreende Jovem propôs para aprovação 18 novos projetos de investimento, apresentados em janeiro, que totalizam um investimento de 4,8 milhões de euros e a criação de 42 novos postos de trabalho. Este conjunto de projetos, superior em número e em investimento previsto ao verificado no mês homólogo de 2013, confirma a crescente confiança dos empreendedores, com destaque para os jovens, no futuro da economia e do desenvolvimento da região, afirmou o Vice-Presidente do Governo dos Açores. Sérgio Ávila sublinhou a resposta muito positiva e animadora que o programa Empreende Jovem tem vindo a registar, lembrando que, no último ano, foram apresentados 167 novos projetos, representando um investimento de mais de 31 milhões de euros e a correspondente criação, após a conclusão desses investimentos e da sua entrada em funcionamento, de 346 postos de trabalho. Entre os 18 projetos apresentados em janeiro e propostos para aprovação pela comissão de seleção do programa Empreende Jovem, seis irão ser desenvolvidos na ilha do Pico, quatro em S. Miguel, três na Terceira e dois no Faial, sendo os restantes três das ilhas de S. Jorge, Flores e Graciosa.

5 Vitor Fraga - DR Transporte aéreo inter-ilhas com novo modelo em Abril O novo modelo de transporte aéreo de passageiros entre ilhas dos Açores deverá estar concluído em Abril. O anúncio foi feito na Horta pelo Secretário Regional do Turismo e Transportes RE/LUSA O secretário regional do Turismo e dos Transportes revelou, ontem, que o processo de revisão das obrigações de serviço público dos transportes marítimos e aéreos inter ilhas estará concluído até ao fim de Março. Na conferência de imprensa para a apresentação das decisões tomadas em Conselho de Governo, na segunda-feira, na Horta, Vítor Fraga disse, por outro lado, que as negociações em curso com o Governo da República para alteração do serviço público de transporte aéreo entre os Açores e o continente e a Madeira não tiveram desenvolvimentos. O secretário regional anunciou que o Governo dos Açores aprovou o Plano Integrado dos Transportes (PIT), um instrumento que tem por objetivo alcançar uma efetiva coordenação entre todos os meios SISAB Açores presentes >> O Governo dos Açores, através da SDEA (Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores) e em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria dos Açores (CCIA) está a organizar a participação na edição de 2014 do SISAB Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas, que se realiza em Lisboa, de 17 a 19 de Fevereiro de Dada a natureza e o bjetivos este evento constitui uma oportunidade única para as empresas regionais, estimando-se a presença de cerca de 25 representantes de empresas no stand dos Açores. de transporte, assegurando uma interligação, dentro do fisicamente possível, de horários, logística, parâmetros operacionais e gestão de informação, numa lógica permanente de orientação para o serviço prestado aos cidadãos e às empresas. Revelou ainda que este plano, que será apresentado em breve, vai começar a ser aplicado por fases: no imediato, nas ilhas de Faial, Pico e São Jorge, dentro daquilo que é permitido pelas atuais obrigações de serviço público do transporte marítimo e aéreo; e em toda a Região, no primeiro semestre de Vítor Fraga explicou que a revisão das obrigações do serviço público dos transportes tem também entre os seus objetivos permitir que haja interligação mais adequada entre os meios de transporte, su blinhou, acrescentando que a ideia é passar a haver maior capacidade de mobilidade e acessibilidade para quem vive nas ilhas e as visita. A gestão do PIT caberá à Direção Regional dos Transportes, disse Vítor Fraga que, questionado sobre se este plano se traduzirá em poupanças a nível da despesa da região em transportes, respondeu que um dos objetivos fundamentais é a excelência operacional. É um conceito que queremos introduzir e que se prende, em conseguirmos ter um conjunto de meios e infraestruturas fortemente eficientes com uma orientação clara para servir as necessidades permanentes dos cidadãos, dando-lhe uma resposta adequada. O que se pretende com isto é que pe rante níveis de qualidade do serviço elevados, se tenha uma estrutura eficiente a nível dos seus custos, afirmou. 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 5 REGIÃO Apoio a desempregados O Governo dos Açores anunciou hoje a criação do Programa de Apoio Extraordinário ao Crédito à Habitação para trabalhadores com salários em atraso há, pelo menos, três meses. Este programa destina-se a apoiar agregados familiares no âmbito de contratos de crédito à habitação celebrados até 31 de dezembro de 2012 para a aquisição, construção ou realização de obras de conservação e de beneficiação de habitação própria permanente, independentemente do regime de crédito, afirmou o Secretário Regional do Turismo e Transportes, na apresentação do Comunicado do Conselho do Governo, que se reuniu segunda-feira na cidade da Horta. Este apoio, segundo adiantou Vítor Fraga, será concedido através do pagamento dos juros dos créditos à habitação dos beneficiários, durante o período de carência de capital a conceder pelas instituições de crédito que subscrevam o protocolo com a Região. O Conselho do Governo aprovou também uma alteração ao PME Formação, programa destinado a melhorar a empregabilidade e situação profissional dos trabalhadores em situações de crise empresarial, que passa a incluir as empresas do setor da organização de atividades de animação turística. PÚB.

6 6 14 DE FEVEREIRO DE 2014 PUBLICIDADE JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES

7 Prémio Europeu Prémio para quem escrever sobre a U.E. >> No ano em que se realizam as eleições europeias, o secretário de Estado dos Assuntos Europeus e o Centro de Informação Europeia Jacques Delors juntam-se para promover o debate sobre a Europa, a democracia e a cidadania europeia. O desafio lançado é escrever um ensaio, individual ou de grupo, sobre um tema atual, de relevância e interesse no âmbito das Eleições Europeias de Os trabalhos, no máximo de 20 páginas, têm de ser inéditos e podem ser redigidos em português ou inglês, esclarece a organização, que já abriu as candidaturas. Programa de ajuda alimentar na Madeira O Governo Regional da Madeira decidiu atribuir uma verba de 1,3 milhões de euros a programa de emergência alimentar. Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional da Madeira RE/LUSA O Governo Regional da Madeira decidiu atribuir um total de cerca de 1,3 milhões de euros a 12 instituições de solidariedade social do arquipélago, no âmbito do Programa de Emergência Alimentar na RAM (PEAR- AM) que mantém desde O executivo de Alberto João Jardim reconhece a importância de manter, para o ano de 2014, a execução do referido programa na Região, especialmente junto de famílias afetadas pelo fenómeno do desemprego e por perda drástica de níveis de rendimento, segundo a resolução pu blicada no Jornal Oficial da Região. Para o efeito, o Instituto de Segurança Social da Madeira, IP-RAM (ISSM, IP-RAM) foi dotado, pelo Orçamento da Segurança Social, do montante de ,00 de euros destinado a apoiar o funcionamento do PEARAM no ano de A dotação abrange todos os concelhos da região e continua a ser gerida por 12 entidades parceiras do ISSM. Galp atribui prémios de produção A Galp Energia vai distribuir prémios de produtividade aos seus trabalhadores, referentes aos resultados de 2013, disse hoje o presidente da empresa, Manuel Ferreira de Oliveira, sem adiantar o valor. Manuel Ferreira de Oliveira, que respondia a perguntas dos jornalistas durante a conferência de imprensa de apresentação dos resultados da Galp relativos ao ano passado, afirmou que o prémio de produtividade será distribuído a todos os trabalhadores, explicando que há um acordo que prevê que sempre que o lucro da empresa ultrapasse os 300 milhões de euros haja lugar a partilha de resultados com os funcionários. O Conselho de Governo alerta, no entanto, que para os efeitos de determinação da distribuição da dotação de 2014 ( ) foi deduzida a dotação de 2013 já transferida para as mesmas entidades, e que possa não ter sido usada, levando a que a dotação do presente ano apenas possa ser realizada a partir do momento em que se preveja o esgotamento total dos apoios já recebidos. A distribuição dos valores é feita por estimativa, abrangendo a Santa Casa da Misericórdia da Calheta, o Centro Social e Paroquial de Santa Cecília, a Causa Social - Associação para a Promoção da Cidadania, a Santa Casa da Misericórdia do Funchal, o Centro Social e Paroquial de Santo António, a Santa Casa da Misericórdia de Machico, a Fundação João Pereira, a Fundação Mário Miguel, o Centro Social e Paroquial de São Bento, a Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz, a Associação Santana Cidade Solidária e ADENORMA - Associação para o Desenvolvimento da Costa Norte da Madeira. 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 7 ECONOMIA Poupança das famílias recua pelo sexto mês consecutivo O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica recuou em janeiro, pelo sexto mês consecutivo, baixando de 121,9 pontos em dezembro para 119,4 pontos, de acordo com os dados hoje divulgados. Numa nota divulgada pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP) e pela Universidade Católica, destaca-se assim para a continuação da tendência decrescente do indicador, após o pico histórico em agosto de Com estes decréscimos sucessivos verificados no Indicador de Poupança APFIPP/Universidade Católica nos últimos meses, começa a ser percetível um sinal de diminuição da poupança das famílias, apesar da sua tendência, medida pela variação trimestral das series analisadas, continuar estabilizada em níveis historicamente elevados, refere. O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica procura antecipar a evolução da taxa de poupança das famílias portuguesas em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), corrigida de efeitos de sazonalidade, e resulta da análise ao comportamento de um conjunto alargado de fontes estatísticas. O indicador de poupança assume o valor 100 no último trimestre de 2000 quando a taxa de poupança foi de cerca de 8% do PIB. Assim, cada 12,5 pontos do indicador representam cerca de 1% do PIB. Quando o indicador atinge o valor 125 a poupança das famílias é cerca de 10% do Produto. Alfândegas de Angola anuncia entrada em vigor da nova pauta aduaneira em Março A entrada em vigor da nova pauta aduaneira em Angola, que tinha sido anunciada para 01 de Janeiro, deve acontecer em Março próximo, noticia hoje o Jornal de Angola. O anúncio foi feito pelo diretor-geral das Alfândegas, Valentim Manuel, que falava à imprensa à margem da Conferência Internacional sobre Tributação que termina hoje em Luanda. Segundo Valentim Manuel, o atraso deve-se à necessidade de se efetuarem algumas correções ao documento, que já estão praticamente concluídas para que até março comece a vigorar. Questionado sobre a subida de preços com a aplicação da nova pauta, o responsável negou, respondeu que o Estado não ia fazer uma pauta para pressionar a inflação. Uma análise de economistas do BPI garante que a entrada em vigor da nova pauta aduaneira resultará no aumento dos preços não só dos produtos importados, mas também dos produtos produzidos localmente.

8 8 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES ENTREVISTA Mário Fortuna Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada e Santa Maria. A conjuntura económica dos Açores está pior que a nacional RE/JMA JMA Há sinais moderados de que a conjuntura desfavorável, a nível nacional, estará, aos poucos, a ser ultrapassada. Nos Açores os sinais locais acompanham essa tendência nacional? MF A nossa conjuntura é pior do que a nacional a julgar pelos indicadores do emprego. Os Açores, tradicionalmente, têm níveis de desemprego inferiores aos nacionais e, neste momento, ao fim de muitos anos, há uma inversão que no coloca, a esse nível, à frente do que se verifica no resto do país. Trata-se de um indicador, através do qual, podemos medir o estado real da economia açoriana. Ora esse indicador não é bom e há um outro que também nos é desfavorável e que tem que ver com o número de pessoas dependentes do chamado rendimento mínimo cujo número é, igualmente, maior nos Açores do que no resto do país. - Há uma séride programas em vigor, por iniciativa do Governo regional, que tendem a atenuar os efeitos do desemprego provocado na região pela crise. São, no seu todo, uma série de medidas conjunturais. E depois da crise? Que tecido empresarial irá emergir para absorver esses trabalhadores? - Diria que, para aquilo que já conhecemos, não há, nem haverá, sustentabilidade. Durante todo este período há uma série de empresas a desaparecer o que quer dizer que a economia já não as suportava. Por outro lado as empresas estão a ser obrigadas a uma reestruturação que passa pelo seu redimensionamento. Estamos ainda nesse processo, um processo que conhece particular ênfase no sector da construção civil onde, ao longo dos últimos cinco anos, teremos perdido mais de 2 mil postos de trabalho. Só para termos uma noção do que representam esses dois mil postos de trabalho basta referir que o sector primário, no seu conjunto, pesca e agricultura, emprega à volta de 13 mil pessoas. Estes números dizemnos que houve um abanão muito significativo que tem de ser dia gnosticado a fim de se pode rem tomar medidas que evitem que volte a acontecer com esta dimensão catastrófica. Em suma, continuamos a ser uma economia fortemente depen dente das transferências que nos chegam do exterior. Só para dar uma ideia, em 2013, entre transferências do Orçamento de Estado e da União Europeia e contabilizando o dinheiro que chegou para as autarquias teremos recebido à volta de 650 milhões de Euros. Ora a agricultura açoriana, em 2012, em termos de valor acrescentado, gerou à volta de 300 milhões de Euros. O que quer dizer que aquilo que recebemos em transferências é mais do dobro daquilo que conseguimos gerar através do nosso sector mais produtivo, a agricultura. - Ao longo dos últimos 30 anos chegaram aos Açores milhões de euros. Ainda assim, não descolamos da cauda da Europa. Houve má gestão desses dinheiros? - Nós falhamos. As políticas de crescimento sustentável falharam porque, ao longo dos anos, optamos por dotar os Açores de um conjunto de infra estruturas e de serviços para nosso consumo próprio mais do que para a produção de bens transaccionáveis. Ou seja criamos estruturas que desbloquearam ancestrais constrangimentos regionais mas que não criaram nada em termos de mais-valias. Isso fez com que chegássemos aqui sem uma máquina produtiva competitiva que pudesse, de uma forma auto sustentada, manter empregos e gerar riqueza. O que temos hoje, repito, é uma economia altamente dependente e cada vez mais dependente das transferências que nos chegam do exterior. Por isso, na minha opinião, houve aqui uma falha porque a alternativa teria sido investir primeiro criar uma máquina produtiva regional, virada para a exportação e para os bens transaccionáveis e só depois avançarmos para a construção de tudo o resto e isso marca toda a diferença neste momento. - Face ao novo quadro comunitário e levando em linha de conta a realidade actual há necessidade de uma mudança de paradigma? - O que vai acontecer com o novo quadro comunitário vai depender muito das opções que se tomarem. Se continuarmos a financiar a compra no exterior de barcos e mais barcos e, se esses barcos para navegarem necessitarem de combustível que vem do exterior e, para tudo isso ainda tivermos operações subsidiadas, tudo isso será um sorvedouro desses capitais que nos vão chegando do exterior. Por isso é mesmo preciso mudar de paradigma, de atitude, não só fingir, mas mudar mesmo e olhar primeiro para a economia e para a nossa capacidade produtiva como forma de criar condições para sustentar as empresas dos Açores. Até agora fizeram-se muitas coisas, não tão necessárias, para satisfazer caprichos internos. Temos de ser mais comerciais para então podermos ser consumidores. Além disso há muito a ideia instalada de que para ganhar eleições e para manter os açorianos satisfeitos é preciso dar-lhes as benesses que não dão trabalho. A questão das 35 horas é bem um exemplo disso. Numa altura em que é exigido à maioria dos portugueses mais sacrifícios e mais trabalho, aqui fez-se exactamente o contrário em nome de finanças equilibradas. Mas é preciso não esquecer que esse equilíbrio advém do dinheiro que vem do exterior e que representam mais de 50 por cento do orçamento da região. - Temos pela frente a época alta do turismo. O ano passado foi um bom ano com crescimento, inclusive na época alta. Isto quer dizer que estamos em presença de uma vaga de fundo de crescimento sustentável deste sector? - Oxalá esteja criada essa vaga de fundo. Devo recordar que esse aumento percentual começa de uma base muito baixa porque andamos a perder clientes ao longo dos últimos anos, diria mesmo que bate- PERFIL Mário Fortuna Presidente da Administração da Fábrica de Tabaco Micaelense, Professor Universitário, na Universidade dos Açores e Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada e Santa Maria. Fez estudos superiores no Boston College. Foi consultor do Fundo Monetário Internacional e integrou governos social democratas nos Açores sob a presidência de Mota Amaral

9 Se continuarmos a financiar a compra no exterior de barcos e mais barcos e, se esses barcos para navegarem necessitarem de combustível que vem do exterior e, para tudo isso ainda tivermos operações subsidiadas, tudo isso será um sorvedouro desses capitais que nos vão chegando do exterior. Por isso é mesmo preciso mudar de paradigma, de atitude, não só fingir, mas mudar mesmo e olhar primeiro para a economia e para a nossa capacidade produtiva como forma de criar condições para sustentar as empresas dos Açores. mos no fundo. Espero, por isso, que a tendência do último ano se mantenha. Uma tendência conseguida à custa dos turistas estrangeiros e não do mercado nacional onde temos vindo a perder progressivamente procura. Do meu ponto de vista é fundamental adicionar à componente estrangeira a componente nacional. Tenho a ideia de que o turismo é um sector fundamental para os Açores como uma indústria de crescimento futuro porque a nível mundial, fruto de um aumento médio do rendimento das famílias, haverá cada vez mais turistas. Nesse quadro saibamos nós tomar as decisões acertadas. Por isso é fundamental potenciar este crescimento positivo que é uma óptima notícia num mar de notícias negativas que nos têm chegado de forma sistemática. - Esta semana, no parlamento açoriano, o Secretário regional do Turismo e Transportes anunciou que conta ter, já em Abril, em vigor o novo modelo de transporte aéreo inter -lhas. Isso é uma boa novidade para o turismo, mesmo tratando-se de transportes internos? - O Secretário, naturalmente, controla as variáveis do modelo de transporte aéreo dentro dos Açores. Mais importante, quanto a mim, é o modelo de transporte aéreo de e para a região que é subsidiado pelo governo da República. E esse é problema porque, ao que tudo indica, o governo regional está a fazer uma série de propostas que não estão a ser aceites pelo governo central. Tem de haver um entendimento entre as partes quanto ao que poderá ser um modelo razoável, sensato, económico e PÚB. O Secretário controla as variáveis do modelo de transporte aéreo dentro dos Açores. Mais importante é o modelo de transporte aéreo de e para a região que é subsidiado pelo governo da República. E esse é problema porque o governo regional está a fazer uma série de propostas que não estão a ser aceites pelo governo central. Tem de haver um entendimento entre as partes quanto ao que poderá ser um modelo razoável, sensato, económico e eficaz para o transporte aéreo entre os Açores e o resto do país. TIRO EM BRANCO Os Açores, tradicionalmente, têm níveis de desemprego inferiores aos nacionais e, neste momento, ao fim de muitos anos, há uma inversão que no coloca, a esse nível, à frente do que se verifica no resto do país. Construção Civil As empresas estão a ser obrigadas a uma reestruturação que passa pelo seu redimensionamento. Estamos ainda nesse processo, um processo que conhece particular ênfase no sector da cons trução civil onde, ao longo dos últimos cinco anos, teremos perdido mais de 2 mil postos de trabalho. eficaz para o transporte aéreo entre os Açores e o resto do país. Neste momento o modelo que temos é, verdadeiramente, um bloqueio! Um bloqueio ao desenvolvimento económico e não tanto para os residentes que contam com tarifas fixas e subsidiadas. Os nossos acessos aéreos são, para a maior parte dos viajantes, proibitivos em termos de preços. Oira não é dessa forma que se conseguem os pressupostos necessários ao desenvolvimento da nossa economia. - Os acordos que foram, e estão a ser, estabelecidos entre a União Europeia e o Canadá e os Estados Unidos tendo em vista a livre circulação de mercadorias podem representar uma boa oportunidade para os Açores que estão aqui no meio do Atlântico? Sabemos, por exemplo, que a Islândia está em campo para chamar a si essa posição de charneira... - Pode haver algum valor Desenvolvimento Nós falhamos. As políticas de crescimento sustentável falharam porque, ao longo dos anos, optamos por dotar os Açores de um conjunto de infra estruturas e de serviços para nosso consumo próprio mais do que para a produção de bens transaccionáveis. Isso fez com que chegássemos aqui sem uma máquina produtiva competitiva. acrescentado. Mas não devemos esquecer as lições de Santa Maria, que foi, central para a aviação comercial numa altura em que os aviões não tinham autonomia para atravessar o Atlântico Norte. Passaram a ter essa autonomia e aconteceu o que aconteceu. Não devemos esquecer a lição do que está a passar-se com a base das Lajes. Foi fulcral para os americanos mas a tecnologia resolveu-lhes os problemas está a acontecer o que está a acontecer. 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 9 ENTREVISTA Turismo Oxalá esteja criada essa vaga de fundo. Devo recordar que esse aumento percentual começa de uma base muito baixa porque andamos a perder clientes ao longo dos últimos anos, diria mesmo que batemos no fundo. Espero, por isso, que a tendência do último ano se mantenha.por isso é fundamental potenciar esse crescimento positivo. Ora com os navios passa-se um pouco a mesma coisa. A necessidade de paragem a meio da viagem é secundária e, nesse capítulo, o Norte da Europa está melhor posicionado em função da distância entre a Europa e o continente norte-americano ser mais curta nessas latitudes. Por outro lado teríamos de ser mais competitivos, de ter preços e qualidade de serviços a preços que pudessem ombrear com os que esses países disponibilizam. Não me parece, por isso, que haja aí uma grande mais-valia, repare que mesmo no que diz respeito à paragem dos paquetes de luxo em Ponta Delgada ela não resulta de necessidade técnica mas de conforto para os passageiros. Está provado que os passagei ros necessitam de uma pa ragem de três em três dias de viagem. Só por isso eles pa ram em São Miguel e não por nenhuma outra razão. - Podemos falar nos Açores como uma região económica ou estamos mesmo perante a inevitabilidade dos Açores serem um somatório de várias e diferenciadas economias? - Devemos encarar os Açores como uma região económica porque acho que é fundamental tirarmos partido de todas a sinergias que podemos mobilizar para uma maior eficiência económica embora não se deva esquecer a realidade de que, por e - xem plo, a Graciosa vai estar sempre isolada de São Jorge e da Terceira, como Pico estará em relação a outras ilhas que lhe são próximas. O que é preciso é procurar promover a integração eficaz dessas pequenas economias ao mesmo tempo que é necessário encontrar um modelo que potencie as trocas entre as diferentes ilhas. Para isso é, de facto preciso, olhar com atenção para os modelos em vigor neste momento. Repare que é mais fácil a um micaelense, neste momento, comprar salsa em Lisboa do que comprá-la na Terceira. Por isso, repito, é essencial olharmos de forma diferente para a logística de que dispomos e readequa-la a um modelo propício as trocas entre estes pequenos mercados.

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11 Mau tempo provoca prejuízos de mais de 100 mil euros no Corvo Estragos provocados na lagoa artificial da Ilha do Corvo podem ter um custo superior a 100 mil euros de acordo com o Vice-presidente da Câmara. RE/lusa O mau tempo da passada semana provocou estragos na primeira lagoa artificial na ilha do Corvo, nos Açores, estimados em mais de 100 mil euros, disse o presidente da autarquia, que vai solicitar apoios ao executivo açoriano. A primeira lagoa artificial já tinha sofrido estragos em outubro do ano passado. Mas desta vez a destruição foi maior e temos dois terços da impermeabilização completamente destruída. São prejuízos num valor, se calhar, superior aos 100 mil euros, disse José Silva, em declarações à Lusa. Na quarta-feira da passada semana, as ilhas das Flores e Corvo estiveram sob aviso vermelho, o mais grave de uma escala de quatro, por causa do vento forte. Segundo o autarca do Corvo, o abastecimento de água está assegurado, porque foi inaugurada no final do verão de 2013 a segunda lagoa artificial que tem o dobro RE/g.a.c.s O Vice-Presidente do Governo dos Açores afirmou na Assembleia Legislativa, na Horta, que não se vence a batalha contra o desemprego puxando os Açores para baixo. Sérgio Ávila, que falava terça-feira no debate de uma proposta para aumentar o acréscimo do salário mínimo nacional em vigor na Região, salientou que o património dos governos socialistas no apoio às famílias e empresas dos Açores não tem paralelo no país, defendendo ser importante o aumento, não do acréscimo regional, mas do salário mínimo nacional. Esse aumento teria o consequente reflexo nos trabalhadores açorianos, por via do acréscimo regional existente. É bom lembrar que temos desenvolvido, até ao limite das nossas competências e até ao limite dos nossos recursos, todas as medidas para apoiar as famílias e as empresas, disse, acrescentando ser da capacidade, mas a intervenção na primeira lagoa terá de ser feita o quanto antes, alertando que um novo agravamento do tempo pode ainda causar mais estragos. José Silva disse que será incomportável para a câmara [de Vila do Corvo] criar uma nova empreitada para a recuperação do que foi danificado pelo vento, pois condicionaria sobremaneira o orçamento da autarquia, e disse que pretende agendar uma reunião com os secretários regionais do Turismo e Transportes e dos Recursos Naturais para que seja possível chegar a consensos. A câmara sempre foi a maior entidade empregadora da ilha e parte do bolo do orçamento é para despesas com pessoal, disse, acrescentando que a autarquia já tinha assumido o compromisso e a empreitada de recuperação de primeira fase dos primeiros estragos da lagoa e o início dos trabalhos só estavam a aguardar por melhoria do tempo. Os ventos fortes provocaram também estragos na vedação do Centro de Resíduos do Corvo e a cobertura foi completamente arrancada, segundo José Silva, indicando ainda que na zona da Reserva Natural a vedação sofreu estragos consideráveis. Não se consegue erguer a região puxando os Açores para baixo! O Vice-presidente do Governo Regional disse, na Horta, que todos estão convocados. por isso mesmo que, nos Açores, os trabalhadores do setor privado têm o acréscimo salarial cujo aumento estava em discussão. Sérgio Ávila disse também ser por esse motivo que os trabalhadores da administração pública têm complementos e compensações remuneratórias em relação aos seus colegas do continente e da Madeira, sublinhando que, do mesmo modo, as empresas e as famílias açorianas pagam menos impostos. Referindo-se, especificamente, à proposta de aumento do acréscimo regional ao salário mínimo nacional, o Vice-Presidente afirmou que, ao contrário da remuneração complementar, em que o Governo dos Açores assumiu prescindir de recursos para garantir essa remuneração, o que estava em causa era uma transferência de recursos entre as empresas e os trabalhadores. Como em qualquer parte de mundo, a solução tem de ser encontrada em sede de concertação social, defendeu Sérgio Ávila, sublinhando, no entanto, que no âmbito de um possível reflexo desse aumento na criação de emprego, o que importa é congregar esforços no sentido de combater o desemprego. Para o Governo dos Açores a Ilha do Corvo - D.R batalha do emprego não está ganha, afirmou, frisando que enquanto houver um desempregado essa é uma batalha que o Executivo regional quer vencer. Os desempregados não são números, não são estatísticas, são pessoas, disse Sérgio Ávila, para quem é preciso fazer tudo o que for possível para garantir um futuro melhor a essas pessoas e concretizar os seus sonhos. Não se vence esta batalha puxando os Açores para baixo, não se vence esta batalha dizendo que está tudo mal, acentuou, acrescentando que, por isso, todos estão convocados. 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 11 REGIÃO Sérgio Ávila - Vice-Presidente do Governo Regional - D.R Proposta recusada O PCP/Açores propôs o aumento do acréscimo dado ao salário mínimo no arquipélago para compensar custos da insularidade e estimular a economia, invocando que foi isso que justificou o alargamento da remuneração complementar no setor público. A proposta, defendida no plenário do parlamento regional dos Açores, na Horta, acabou, no entanto, chumbada pela maioria socialista e pela bancada do PSD.

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13 Carlos César Recusou convite para ser candidato nas eleições europeias O ex-presidente do Governo regional dos Açores tornou público que recusou convite de Seguro para ser candidato. RE/LUSA Carlos César, ex-presidente do Governo Regional dos Açores, criticou hoje, em entrevista à Rádio Renascença, a liderança do PS e revelou ter sido convidado para ser candidato do partido às europeias, o que recusou. O ex-líder do PS/Açores disse ter conversado com o secretário-geral socialista, António José Seguro, sobre um eventual comprometimento seu nas europeias, mas que não tinha disponibilidade para participar na lista do partido. Na entrevista ao programa Terça à Noite, da Renascença, Carlos César afirmou duvidar que António José Seguro deva falar sobre tudo e durante todo o tempo, considerando ainda que o PS tem sido demasiado oponente e pouco proponente. Carlos César acrescentou que o PS deve fazer uma boa escolha para o candidato socialista às eleições para o Parlamento Europeu de maio, para afirmar a renovação do Partido Socialista. O perfil do candidato deve significar, perante os portugueses, a confirmação ou o indício muito forte da capacidade de expansão e Carlos César -ex-presidente do Governo regional dos Açores - D.R de renovação do Partido Socialista, vincou, dizendo esperar que o PS tenha um resultado mais expressivo do que nas últimas europeias. Questionado sobre a possibilidade de se colocar em questão a liderança de Seguro caso o PS tivesse um resultado negativo nas europeias, Carlos César afirmou: Se houvesse uma situação de anormalidade, em que o PS não obtivesse um bom resultado, é evidente que essa questão deveria ser colocada. Ambição Portugal quer agenda industrial mais ambiciosa >> Portugal, Espanha, Itália e Comissão Europeia defende ram uma agenda industrial mais eficaz e ambiciosa com vista à reindustrialização da Europa, propondo políticas públicas de âmbito regional, nacional e europeu que a fomentem. 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 13 NACIONAL Seguro fala demais e não tem equipa! O ex-presidente do Governo Regional dos Açores acha que é duvidoso que o secretário-geral do Partido Socialista e candidato a primeiro-ministro deva falar sobre tudo e durante todo o tempo, porque suscita a necessidade de, sendo assim, pronunciar-se sobre as mais exóticas matérias, que talvez não caibam a uma liderança, mas que podem caber a colaboradores, desde que eles existam e tenham qualidade para isso. São esses os problemas que o Partido Socialista tem que resolver e que ainda não tem resolvidos. Numa análise muito crítica à actual prestação da liderança socialista, Carlos César diz não se rever no rumo que tem sido seguido, apesar de ter votado em Seguro no último congresso. Em entrevista ao Terça à Noite, da Renascença, o ex-presidente do Governo Regional dos Açores afirma que as eleições europeias vão aferir da credibilidade do PS e acha que o partido deve ter um resultado expressivo, caso contrário acha que deve ser reaberta a questão da liderança. Nas eleições será julgado o Governo e a oposição e, portanto, teremos de ter conclusões. Não podemos excluir que se houvesse uma situação de anormalidade em que o PS não obtivesse um bom resultado nas eleições europeias, evidentemente que essa questão se deveria ser colocada no mínimo, considera Carlos César, acrescentando ter disponibilidade para ajudar e colaborar com muitas pessoas, que têm excelentes qualidades, para o mais alto desempenho ao nível do PS e do país. PÚB.

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15 14 DE FEVEREIRO DE 2014 JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES 15 EMPREGO Canadá quer contratar 100 trabalhadores portugueses para Manitoba A selecção dos trabalhadores pretendidos será feita, já a partir da próxima semana, em Portugal. RE/lusa A província de Manitoba no Canadá está à procura de 100 trabalhadores portugueses com experiência em várias áreas, para trabalharem na área metropolitana de Winnipeg, cidade com cerca de 800 mil habitantes. Construção civil, obras públicas, jardinagem, transportes, manutenção de edificios e hotelaria são alguns dos sectores para os quais procuram candidatos, com idades entre 21 e 45 anos. Leia também: Maksen. Consultora recruta economistas, gestores e engenheiros nas universidades Na próxima semana, entre 18 a 20 de Fevereiro, uma delegação de 20 empresários canadianos e de origem portuguesa vêm a Portugal para avaliar e selecionar os candidatos. O processo de seleção decorre nas instalações do IEFP, em Xabregas, Lisboa. Requisitos: Os candidatos devem ter passaporte português; ser elegíveis Manitoba, no Canadá, pode ser o destino de 100 portugueses União Europeia oferece estágios remunerados A União Europeia acaba de abrir novo concurso para estagiários de países-membros que queiram candidatar-se a um lugar numa delegação da UE. Os estágios são remunerados até 3 mil euros por mês. As inscrições já abriram e duram até 3 de março. No seguimento da supressão vens Peritos nas Delegações (JED), a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança (Alta Representante) e a Comissão Europeia (Comissão) decidiram criar um novo programa para suceder àquele, a fim de continuar a atrair jovens profissionais altamente gradual, até final qualificados dos Estavens de 2012, do programa Jodos-membros da UE para as delegações da União Europeia, explica Bruxelas. Veja aqui toda a informação sobre o concurso O programa visa permitir aos jovens licenciados universitários mais talentosos e promissores dos Estados-membros, que tenham terminado pelo menos o mestrado, adquirir experiência direta no trabalho das delegações e aprofundar para o visto de trabalho no Canadá; ter habilitações académicas e competências profissionais (pelo menos um ano após o ensino secundário) ou cursos profissionais (devem apresentar certificados); possuir, pelo menos, cinco anos de experiência a tempo inteiro no ramo; fazer o teste em inglês (IELTS). Mas antes da entrevista presencial, os interessados têm de fazer a sua candidatura. Uma carta de apresentação e o currículo em inglês devem ser enviados para o Governo de Manitoba, que está a liderar o processo no Canadá, e para o IEFP, com a referência da oferta a que se está a candidatar (Portugal 2014). O Manitoba é uma das dez províncias do Canadá, parte das Províncias das Pradarias e das Províncias Ocidentais. As principais fontes de receita da província são a indústria de manufatura, a indústria agropecuária, a mineração e o turismo. Winnipeg é a capital e maior cidade da província, e também o principal pólo comercial, industrial, financeiro e de transportes do Manitoba. Cerca de 60% da população da província vive dentro da região metropolitana de Winnipeg. Esta é uma boa oportunidade para quem estiver dentro do requesitos solicitados poder emigrar. Trabalhar na B.B.C. A cadeia britânica BBC está à procura de jornalistas para formar e depois contratar para trabalharem na rádio e televisão. O prazo de inscrição termina no dia 10 de Fevereiro. O grupo de comunicação britânico oferece um contrato de um ano com um salário anual entre os 23 mil e 28 mil euros, dependendo se a colocação for em Londres ou fora da cidade, assim como ajudas de custo para viagens e alojamento. Outra notícia boa: Não é necessário ter licenciatura. Apenas talento e, claro, saber falar inglês fluentemente. A BBC procura pessoas muito interessadas nas áreas de informação e desporto, atentas a todos os meios de comunicação e não apenas à rádio e TV, que saibam escrever com desenvoltura, de forma concisa e criativa. Adicionalmente, devem ter gosto pela edição de imagens e som. E muito importante: disponibilidade para trabalhar mais horas do que é normal, durante a noite e fins de semana. conhecimentos sobre o papel destas na execução da política de relações externas da UE. Os Jovens Profissionais nas Delegações podem ser colocados, consoante a natureza das suas funções e tarefas, nas secções do SEAE nas delegações (para exercer funções políticas, de imprensa e de informação) ou nas secções sob a autoridade da Comissão (gestão da ajuda, trocas comerciais, assuntos económicos, etc.). O que é oferecido Aos candidatos selecionados pode ser proposto um acordo de estágio único, com uma duração fixa de nove meses, sendo possível a renovação do acordo por um novo período de igual duração, até um máximo de 18 meses consecutivos. Os profissionais que as empresas preferem RE/Dinheiro vivo Mais de 800 mil. Era este o número de desempregados que até ao final de dezembro existia em Portugal. Mais precisamente 826,7 mil, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística. O país fechou o ano com uma taxa de 15,3% de desemprego, ainda assim um pouco abaixo do pico atingido no primeiro trimestre do ano passado, de 17,7%. Para este ano, a expectativa é que se assista a uma ligeira retoma do emprego. Pelo menos é esta a convição transmitida no Guia do Mercado Laboral 204, compilado pela Hays, depois de ouvir uma amostra de 4 mil profissionais e 800 empregadores. Destes, 58% admitem contratar em Esperamos que 2014 seja um excelente ano em termos de recrutamento, garante Sandrine Veríssimo, office manager da Hays. A procura deverá ser sobretudo de perfis comerciais, de tecnologias de informação e de engenharias ligadas ao sector da indústria, adianta. Leia também: Hays procura 10 profissionais para Lisboa e Porto O Guia do Mercado Laboral dá Num mundo de competição há lugar para os que estão melhor preparados ainda algumas indicações sobre os perfis e qualidades mais procuradas pelos empregadores. Proactividade, competências técnicas, capacidade de trabalho e orientação para objetivos estão entre o top 10 das competências mais valorizadas. O domínio de línguas como o inglês, castelhano, francês e mandarim - ou não estivessem as empresas a apostar na internacionalização para contrariar quebra do consumo interno - são outros dos requisitos desejados. Este conjunto de valências potencia as possibilidades dos candidatos a um posto de trabalho num mundo em que a concorrência, a esse nível, se apresenta fortemente competitivo. Por isso não perca tempo e ganhe estas comptências.

16 16 14 DE FEVEREIRO DE 2014 ÚLTIMA JORNAL REGIÃO ECONÓMICA AÇORES Marca Açores O concurso público já foi lançado O Vice-Presidente do Governo dos Açores anunciou o lançamento do concurso público para adjudicação da Aquisição de Serviços de Criação e Elaboração da Identidade Visual da Marca Açores e Criação e Desenvolvimento dos Diferentes Manuais e Estudos Técnicos de Aplicação da Marca, no âmbito da Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial. Sérgio Ávila afirmou que, nos últimos meses, o grupo de trabalho que preparou este concurso auscultou profissionais e entidades dos mais diversos setores de atividade económica, no sentido de recolher contri butos para a definição das características da Marca Açores e seu posterior desenvolvimento. A Marca Açores será de natureza transversal a toda a produção regio nal, no sentido de constituir uma marca global de referência, frisou o Vice-Presidente, sublinhando que o objetivo é trazer valor acrescentado aos produtos e serviços açorianos e aumentar a respetiva penetração nos mercados interno e externo. A aposta na distinção da Marca Açores, identificando a Região com uma marca sinónimo de qualidade e excelência, revela-se de inegável importância numa estratégia de captação e fidelização de mercados, defendeu Sérgio Ávila. Propriedade: Sapo Sapinho, Lda Director: João Manuel Alves Directora Geral: Ana Rute Meireles Morada: Canada dos Ormondes 1 A Angra do Heroísmo Telefone: Mails - Redacção: Publicidade:

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