Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 1

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1 Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 1

2 DIGA NÃO AO ANABOLIZANTE O uso sem prescrição médica de hormônios, mais conhecidos como bomba, para acelerar o crescimento muscular é arriscado e perigoso. As consequências podem ser: tumores hepáticos, problemas cardiovasculares, impotência, atrofia testicular, falta de libido, acne, elevação do colesterol, aumento da pressão arterial e perda óssea. Alguns produtos podem causar nas mulheres mudança da voz, queda de cabelos e interrupção da menstruação. O ganho de massa muscular adequado precisa estar associado a uma alimentação balanceada, recomendada por nutricionistas. A dieta deve ser complementada com exercícios de hipertrofia (musculação), devidamente acompanhados por profissionais de Educação Física. Os anabolizantes são medicamentos indicados para tratamentos específicos, supervisionados e prescritos somente por médicos, por um período de tempo predeterminado. Fonte: Secretaria de Estado da Saúde Novembro 2013 / Foto: Thinkstock

3 Palavra do Presidente O ano começou com duas boas novidades para a educação e para o esporte. Na Educação, a luta pela Educação Física em todas as etapas da Educação Básica e, no Esporte, a assinatura da Lei Municipal de Incentivo ao Esporte. O PLC Projeto de Lei da Câmara, nº 116 de 2013, que prevê que a Educação Física em todas as etapas da Educação Básica seja ministrada exclusivamente por profissionais de Educação Física licenciados na área, foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado no dia 11 de fevereiro. O PLC, de autoria do deputado Otavio Leite, altera a redação do Parágrafo 3º do Art. 26 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece a LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, bem como insere o Parágrafo 8º no Artigo 62 da mesma lei. A justificativa do PLC muito nos agrada, pois dispõe que a Educação Física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, a ser ministrado, exclusivamente, por professor habilitado em curso de licenciatura em Educação Física, com prática facultativa ao aluno. Fala também sobre a necessidade de que os docentes da área tenham a adequada qualificação, ou seja, que sejam ministrados exclusivamente por professores habilitados em curso de licenciatura em Educação Física. Atualmente, a LDB admite, para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a formação mínima oferecida em nível médio, na modalidade normal. Tal fato faz com que professores sem qualificação específica assumam a responsabilidade pela prática do componente curricular nessa fase da educação básica, colocando em risco a saúde física e cognitiva dos discentes. Com essas explicações e argumentos, o relator do projeto da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, do Senado Federal, senador Lindbergh Farias, votou pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº116, de Se o texto for confirmado no Plenário sem alterações, será enviado em seguida à sanção da presidente Dilma Rousseff. O CREF4/SP está atendo aos encaminhamentos dados ao PLC para que ele seja aprovado em sua totalidade e assinado pela presidente. Incentivo ao Esporte Participamos do evento de assinatura do Decreto nº , de 12 de fevereiro de 2014, que regulamenta a Lei nº , de 19 de dezembro de 2013, a qual dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais para o fomento ao esporte no Município de São Paulo. Os incentivos e benefícios concedidos pela referida lei têm por finalidade: ampliar e democratizar o acesso à prática esportiva, individual ou coletiva, na Cidade de São Paulo; estimular e promover a revelação de atletas locais; proteger a memória das expressões esportivas da Cidade de São Paulo; estimular a requalificação urbanística por meio da recuperação ou instalação de equipamentos para a prática esportiva e incentivar a adoção de clubes desportivos da comunidade. O texto prevê, ainda, incentivos para quem apresentar projetos voltados à iniciação e ao desenvolvimento motor de crianças e adolescentes e, também, a adoção de clubes da comunidade (CDC) pelo prazo mínimo de dois anos. O alto rendimento esportivo, a capacitação de atletas, gestores e treinadores, construções, reformas e adequações em espaços administrados pela Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação (SEME) também podem receber incentivos. O incentivo fiscal vai corresponder à emissão de certificado de incentivo, conforme os percentuais estabelecidos pela lei: de 70% a 100% do valor do patrocínio para o pagamento de até 50% do ISS ou IPTU. O certificado terá validade de um ano, sem renovação automática. A Lei Orçamentária fixará anualmente o valor utilizado para o fomento do esporte em São Paulo, que não poderá ser inferior a 10% do orçamento estabelecido para Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação (SEME). Os projetos serão avaliados e fiscalizados pela secretaria, que irá considerar os aspectos orçamentários, viabilidade técnica, interesse público e imprescindibilidade do projeto. Agradecemos o empenho do secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação, Celso Jatene e do vereador Orlando Silva, ex-ministro dos Esportes e autor do projeto de lei. Temos lei federal, estadual e agora ganhamos uma municipal, com isso, esperamos que os empresários olhem o esporte com mais interesse. O momento é de comemoração! Profissional, procure informações a respeito dos assuntos ligados a sua área de atuação. Dessa forma, você também estará contribuindo com a sua categoria. Flavio Delmanto CREF G/SP Fontes para pesquisa: Senado Federal - Prefeitura de São Paulo - Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 3

4 nesta edição 05 CAPA Inovações Em 2014, o Ciclo contará com quatro palestras ao mês, duas na Capital e duas no Interior, sendo que no Interior alguns temas serão apresentados na teoria e na prática. Publicação oficial do Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região - CREF4/SP Presidente...Flavio Delmanto 1º Vice-Presidente...Nelson Leme da Silva Junior 2º Vice-Presidente...Marcelo Vasques Casati 1º Secretário... Antônio Lourival Lourenço 2º Secretário... José Medalha 1º Tesoureiro...Humberto Aparecido Panzetti 2º Tesoureiro...Pedro Roberto Pereira de Souza entrevista Terry Anton, cofundador e presidente do SNAG (Start New At Golf), fala sobre o Profissional de Educação Física nos EUA e a necessidade de regulamentação da profissão. Observações sobre o golfe e a Educação Física também são tema da entrevista. destaque Parkour Os profissionais Ezequiel Correa de Araújo e Ana Luiza Stramandinoli apresentam o Parkour, analisando suas relações com a Educação Física. Ética Consciência e atitude profissional É sempre bom enfatizar que uma das missões do CREF4/SP é proteger a sociedade orientando os profissionais de Educação Física sobre seus compromissos éticos ciclo CREF4/SP do conhecimento...5 agenda...8 notícias...12 entrevista...14 Destaque...16 reflexão...19 em ação...20 colação de grau...22 ética...25 processos...27 comissões...28 carta do leitor...30 Conselheiros Adriano Rogério Celante G/SP Alexandre Demarchi Bellan G/SP Alexandre Janotta Drigo G/SP Antonio Carlos Pereira G/SP Antonio Lourival Lourenço G/SP Bruno Alessandro Alves Galati G/SP Claudia Cezar de Sousa G/SP Elisabete Cati de Medeiros G/SP Flavio Delmanto G/SP Humberto Aparecido Panzetti G/SP Ismael Forte Freitas Junior G/SP João Omar Gambini G/SP José Medalha G/SP Marcelo Vasques Casati G/SP Marco Antonio Olivatto G/SP Margareth Anderáos G/SP Mário Augusto Charro G/SP Mirian Aparecida Ribeiro Borba Leme G/SP Nelson Leme da Silva Junior G/SP Nestor Soares Públio G/SP Pedro Roberto Pereira de Souza G/SP Rialdo Tavares G/SP Rodrigo Nuno Peiró Correia G/SP Rosemeire de Oliveira G/SP Tadeu Correa G/SP Waldecir Paula Lima G/SP Waldir Zampronha Filho G/SP Willian Urizzi de Lima G/SP Produção Editorial CSG Comunicação (11) (11) Jornalismo: Célia Gennari - MTB /SP CREF G/SP Diagramação: Elisa K. Kobashi - MTB /SP Fotografia: César Viégas - MTB /SP Produção Gráfica Plural Editora e Gráfica Ltda. Periodicidade: Trimestral Tiragem: exemplares Distribuição: Gratuita CREF4/SP Atendimento: de segunda a sexta-feira das 8 às 17 horas Rua Líbero Badaró, 377 3º andar Centro São Paulo SP Telefax: (11) Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

5 O Ciclo CREF4/SP do Conhecimento fechou o ano de 2013 com 21 palestras realizadas, sendo 10 na Capital, 10 no Interior e 01 no Litoral. O projeto, iniciado em 2011, oferece ao Profissional de Educação Física, registrado no Sistema CONFEF/CREFs, a possibilidade de aquisição de conhecimento gratuitamente. Em 3 anos de atividade já foram realizadas 44 palestras em áreas diversas, com ênfase nas questões voltadas ao mercado de trabalho, ao aprimoramento profissional e à área de saúde. Passaram pelo auditório do CREF4/ SP 47 palestrantes renomados e alguns que já se tornaram personalidades nacionais como Marcio Atalla e José Carlos Brunoro, o primeiro convidado do projeto. Em algumas oportunidades o auditório do CREF4 atingiu lotação total, como nas palestras sobre os temas de Atividade física para gestante: foco na saúde e prescrição, com Gizele de Assis Monteiro (78), Diabetes e exercícios físicos, com Antonio Roberto Doro (78), Treinamento funcional e postural, com Érica Verderi (78), Fisiopatologia do HIV e AIDS, com Bianca Trovello Ramallo (79), Personal Trainner, com Luiz Antonio Domingues Filho (84), Atividade física como promotora de saúde, com Marcio Atalla (85), Montagem e administração de assessoria esportiva e suas técnicas, com Valdemar Ribeiro Filho (89) e Primeiros socorros para crianças, jovens e idosos em escolas, clubes e academias, com Roberto Ricardo Ramunno (102). Cada evento contou com a participação e representação de um conselheiro próximo à região da realização; e em São Paulo, coube ao presidente da Comissão Especial de Eventos, Pedro Ciclo CREF4/SP do Conhecimento Nova fase: rumo ao Interior Roberto de Souza, representar o presidente Flavio Delmanto e todos os membros da referida comissão. Os pesquisadores, mestres e doutores participaram de forma voluntária de todos os eventos, o que deve ser sempre enaltecido e agradecido por todos. Estiveram presentes com o intuito de colaborar para o aperfeiçoamento da categoria com informações atualizadas e, sempre que possível, sanando dúvidas dos participantes, até mesmo na semana seguinte à palestra. A maioria dos palestrantes deixou seus contatos, disponibilizando, inclusive, o arquivo da apresentação feita. Vale lembrar que muitos conselheiros, profissionais de carreira consolidada, também têm disponibilizado seu tempo para participar como palestrantes, dentro de suas áreas de conhecimento. Atualmente, na sede do CREF4, as 80 vagas do Auditório Nestor Soares Publio, disponibilizadas somente para os registrados, são rapidamente preenchidas. Devido à procura, os interessados precisam ficar atentos às datas das aberturas das inscrições para conseguirem aproveitar o benefício oferecido. Já no Interior, como os espaços são maiores, em alguns casos, a oportunidade é oferecida também para estudantes. Todos recebem certificado de participação ao final de cada exposição. Projeto Social Na Capital, o Ciclo CREF4/SP do Conhecimento, desenvolve, ainda, um projeto social. Cada inscrito deve levar 2 quilos de alimento não perecível, que são oportunamente doados a instituições carentes. As instituições interessadas devem enviar uma carta de interesse e apresentação à diretoria do CREF4. Os profissionais de Educação Física também podem indicar instituições para serem beneficiadas. NOVIDADES A cada evento realizado, a iniciativa ganhava maior adesão e repercussão. Assim, em resposta a uma das maiores solicitações apontada em pesquisa de satisfação, será ampliado o número de palestras na Capital e no Interior. A Comissão de Eventos prevê para 2014 a realização de quatro palestras por mês, sendo duas na Capital e duas no Interior e/ou Litoral. A proposta é levar o conteúdo apresentado em São Paulo para as outras cidades. Em algumas oportunidades, por conta dos grandes espaços oferecidos pelas instituições parceiras e apoiadoras, além da palestra teórica, serão também oferecidas aulas práticas. Para essa ampliação, o CREF4 espera contar a cada mês com maior colaboração de secretarias municipais de esporte, lazer e recreação, instituições de ensino superior e de atividades esportivas, associações e delegacias de ensino, na disponibilização de espaços adequados. ciclo CREF4/SP do conhecimento Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 5

6 ciclo CREF4/SP do conhecimento DE 2013 PARA 2014 O Ciclo 2013 terminou em novembro com as palestras dos profissionais Waldir Zampronha Filho, em Taubaté e Claudia Cezar, em São Paulo. As áreas de atuação contempladas foram, respectivamente, Ginástica Laboral e Suplementação Nutricional. Com o tema Corrida de Rua, Alexandre Evangelista abriu o Ciclo 2014 Ginástica Laboral Waldir Zampronha Filho esteve na Universidade de Taubaté UNITAU no dia 11 de novembro de 2013 para apresentar o tema Orientação técnica e profissional aplicada à Ginástica Laboral. O mundo corporativo se preocupa cada vez mais com o impacto das tarefas laborais sobre a saúde do trabalhador, dada a significativa interferência de tal impacto no aumento de gastos relacionados à saúde. Para contrapor-se a essa realidade, a Ginástica Laboral é adotada e reconhecida como um programa de exercícios físicos aplicados no local de trabalho, a fim de compensar as estruturas corporais mais sobrecarregadas pela tarefa laboral, seja por ordem biológica, biomecânica, psicossocial ou organizacional. Tem como objetivo principal promover a saúde do trabalhador e, como parte dela, prevenir as principais sintomatologias de doenças ocupacionais, como os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). O Prof. Waldir, presidente da Comissão Especial de Ginástica Laboral do CREF4, durante sua exposição sobre habilitação e qualificação, afirmou que os exercícios devem ser aplicados por Profissional de Educação Física devidamente registrado no Conselho e ressaltou que o papel do estagiário é o de auxiliar o profissional durante a execução do programa de exercícios. Falou sobre mercado de trabalho e citou o perfil do profissional que atua na área, bem como as oportunidades de emprego do momento. Destaquei a importância de se estar atento às normas de segurança e conduta impostas pelas empresas/clientes, pois sempre existe o risco de acidente no trabalho, disse. E concluiu alertando que o profissional deve estar preparado para ceder, mudar e adaptar. Só assim será capaz de responder a todas as situações com que vai se defrontar no dia a dia corporativo moderno. E sugeriu uma reflexão sobre a atuação do Profissional de Educação Física no exercício profissional nas corporações. Para que seja possível obter eficácia, o programa de Ginástica Laboral precisa ser coordenado por um Profissional de Educação Física, que irá acompanhar o desenvolvimento de todas as etapas, desde o processo de implantação até os cuidados técnicos, visando atender as necessidades dos colaboradores Waldir Zampronha Filho Arquivo pessoal Suplementação Nutricional Encerrando o Ciclo do Conhecimento de 2013, a palestra com a Profª. Drª Claudia Cezar reuniu 60 profissionais de Educação Física no auditório Nestor Soares Publio, sede do CREF4/SP, no sábado, 30 de novembro. O tema abordado foi Suplementação Nutricional para acelerar os resultados do treinamento físico?. A palestrante é doutora em Nutrição Humana e mestra em Nutrição e Metabolismo e, ainda, consultora e conselheira do CREF4, onde compõe a Comissão de Ética Profissional e a Especial Editorial. De uma forma descontraída e bastante interativa a especialista usou dramatização para falar de saúde, nutrientes, aminoácidos, glicose e mitocôndria. Com leveza discutiu com os participantes como as enzimas atuam nos lipídeos, nas proteínas, nos carboidratos e afetam o sistema energético, a cadeia de transporte de elétrons, a respiração celular e, por fim, o condicionamento e o desempenho físico, bem como a hipertrofia muscular. César Viégas 6 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

7 Para estimular uma compreensão aprofundada sobre os complexos temas tratados, presenteou as 10 primeiras perguntas para que os presentes sentissem interesse em interagir e refletir em voz alta sobre os tópicos expostos. Com isso, os participantes puderam elaborar a respeito da necessidade do iniciante, ou praticante de exercícios físicos, adotar, primeiro, um estilo de vida saudável antes de pensar em suplementação. Segundo as explicações, com base nas necessidades fisiológicas do organismo, incluir a prática de exercícios físicos na rotina diária requer organizar, simultaneamente, os horários e a qualidade das refeições e do sono. Os participantes compreenderam ser necessário que a pessoa queira cuidar bem de si mesma antes de desejar partir para a suplementação, a fim de que o estilo de vida ativo interfira de forma positiva na qualidade de vida e na saúde. Essa conclusão se deu em função da identificação do volume de xenobióticos ingeridos no lugar dos alimentos. Do ponto de vista comportamental, é fácil o aluno ou o leigo confundirem o uso de suplementos com o uso de anabolizantes, o que constitui mais um argumento para o assunto ser muito bem estudado pelos profissionais de Educação Física. Entre os vídeos utilizados na apresentação, a Profª. Claudia destacou as palestras da nutricionista Luciana Ayer fonte fidedigna e confiável, que estão disponibilizadas gratuitamente no youtube, com uma linguagem acessível. O básico sobre alimentação deve ser compartilhado com os praticantes de exercícios físicos, comentou. Suplementos nutricionais somente são indicados, em sua maioria, para atletas que praticam esportes de longa duração como o triathlon, superior a 3 horas, e o ironman, que chega a ultrapassar o período de 8 horas. Porém, a especialista ressaltou que são indicados somente quando os atletas apresentarem necessidade, o que só pode ser atestado por meio de exames bioquímicos, em geral solicitados por profissionais de nutrição e medicina. O Profissional de Educação Física precisa sensibilizar seus alunos e atletas para entenderem que ser assíduo aos treinos é o que traz resultados, porque o suplemento nutricional não faz milagres, mas um bom treinamento físico constrói um corpo novo Claudia Cezar ciclo CREF4/SP do conhecimento Corrida de Rua A abertura do Ciclo 2014 contou com a participação do Prof. Ms. Alexandre Evangelista, que falou com paixão sobre Treinamento de Corrida de Rua: bases fisiológicas e metodológicas. O auditório ficou superlotado com profissionais interessados no assunto. Treinamento de corrida de rua é uma modalidade extremamente apaixonante, cativante, que vem crescendo bastante no Brasil, prova disso é que em uma única prova podemos reunir 25 mil pessoas, disse o mestre no início de sua apresentação. Quando eu trabalho com corrida de rua, por onde eu começo? Sabemos que existe uma diferença muito grande entre sair correndo e correr. Sair correndo é ato de desespero, correr é um ato científico, tem controle das variáveis de treinamento (volume, intensidade, densidade e duração). O palestrante abordou o tema sob a ótica da qualidade de vida, porém suas observações também se aplicam ao alto nível, com os devidos ajustes. Na oportunidade, apresentou quatro pilares fundamentais que devem ser considerados para trabalhar com corrida de rua: o primeiro e o mais importante é a Avaliação Física. Para ele, não existe a possibilidade de prescrever sem avaliar, pois a chance de errar aumenta. O Tipo de Prova não pode ser menosprezado. É importante saber qual a diferença de se elaborar uma planilha de 5 mil metros e uma planilha para uma prova de 5 km. O tipo de prova vai determinar também o controle metabólico das variáveis, informou. O terceiro pilar é o conhecimento sobre Metabolismo Aeróbio ou Anaeróbio e seu funcionamento. O quarto pilar são os Meios e Métodos de Treino. Apresentou também outros conceitos básicos a serem observados pelos profissionais que querem atuar nessa área como VO 2 Máx X Limiar anaeróbio. A apresentação foi bem interativa e perguntas sobre o tema foram respondidas de imediato, a fim de atender às necessidades do público presente. César Viégas NO PORTAL CREF4/SP Mais informações e fotos dos eventos mencionados estão disponíveis no Portal CREF4/SP. Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 7

8 agenda Ciclo CREF4/SP do Conhecimento Programação do 2º TRIMESTRE de 2014 O Ciclo CREF4/SP do Conhecimento está em fase de expansão. Em 2014, serão oferecidas aos profissionais de Educação Física, registrados no CREF4, quatro palestras por mês, sendo duas na Capital e duas no Interior. Além disso, algumas palestras realizadas no Interior terão parte teórica e prática. Fiquem atentos ao cronograma trimestral que é publicado na Revista CREF de São Paulo, façam suas inscrições pelo Portal CREF4/SP e aproveitem essa oportunidade de adquirir mais conhecimento. Data Cidade Local Parceria/Apoio Tema Palestrante 5 de abril das 8:30 às 12:30 horas São Paulo CREF4/SP (Vale do Anhangabaú, 304, 3º andar, Centro) Iniciação ao futebol para crianças de 3 a 6 anos João Paulo de Araújo Cavalcanti e Felipe Augusto de Souza 10 de abril às 19:30 horas 12 de abril das 8:30 às 12:30 horas 23 de abril das 8 às 11 horas 8 de maio às 19 horas 10 de maio das 8:30 às 12:30 horas 15 de maio das 20:30 às 22 horas 31 de maio das 8:30 às 12:30 horas 4 de junho às 19:15 horas 6 de junho às 19:30 horas 7 de junho das 8:30 às 12:30 horas 14 de junho das 8:30 às 12:30 horas Piracicaba São Paulo Sorocaba Guarujá São Paulo Taubaté São Paulo Ribeirão Preto Botucatu São Paulo São Paulo UNIMEP Campus Taquaral, Auditório Verde (Rodovia do Açúcar, km 156 / SP-308) CREF4/SP (Vale do Anhangabaú, 304, 3º andar, Centro) Ginásio Municipal de Esportes Gualberto Moreira UNAERP Campus Guarujá (Av. Dom Pedro, 3.300, Enseada) CREF4/SP (Vale do Anhangabaú, 304, 3º andar, Centro) UNITAU Campus do Bom Conselho (Av. Tiradentes, 500) CREF4/SP (Vale do Anhangabaú, 304, 3º andar, Centro) UNIP Universidade Paulista UNIFAC Faculdades Integradas de Botucatu (Av. Leonardo Vilas Boas, 351) CREF4/SP (Vale do Anhangabaú, 304, 3º andar, Centro) CREF4/SP (Vale do Anhangabaú, 304, 3º andar, Centro) SELAM, UNIMEP, Jornal de Piracicaba, Revista Arraso e Chelso Sports Diretoria de Ensino, Panathlon e Secretaria de Esportes UNAERP UNITAU UNIP Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo e UNIFAC Quais os limites das corridas de rua? Resgate aquático e prevenção de afogamento Recreação na escola (teoria e prática) Treinamento multifuncional para saúde e bem-estar Exercício físico e emagrecimento: aspectos metabólicos e fisiológicos Tendências do treinamento funcional aplicado a academias e personal training Mercado fitness e tendências nacionais Desenvolvimento do futebol na formação de base Iniciação ao futebol para crianças de 3 a 6 anos (teoria e prática) Desenvolvimento do futebol na formação de base Atividades circenses nas aulas de Educação Física Guilherme Pizzirani Ednei Fernando dos Santos Tiago Aquino da Costa e Silva (Paçoca) Mauro Guiselini Waldecir Paula Lima Eden Carlos de Jesus Rialdo Tavares Marcos Antonio Falopa João Paulo de Araújo Cavalcanti e Felipe Augusto de Souza Marcos Antonio Falopa Adriano Rogério Celante 8 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

9 INSCRIÇÕES As inscrições para o Ciclo CREF4/SP do Conhecimento devem ser feitas no Portal CREF4/SP Para participar, no dia do evento, o Profissional de Educação Física deve levar 2 kg de alimento não perecível, que serão doados a uma entidade filantrópica. agenda Arquivo pessoal Arquivo pessoal INICIAÇÃO ao FUTEBOL PARA CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS Os palestrantes têm, desde 2006, apresentado um trabalho diferenciado com garotos de 3 anos. A procura de aulas para essa idade era muito grande na Escola de Futebol do São Paulo FC - Unidade Sorocaba, porém para realizar um trabalho especializado, os profissionais adaptaram materiais e procedimentos para os alunos menores. Com isso, conseguiram ótimos resultados. Sua escola é uma referência para as demais unidades da franquia, às quais já foram ministradas palestras, que ocorreram, inclusive nos estados da Bahia e Mato Grosso. A palestra tem o intuito de preparar os novos profissionais, bem como proporcionar-lhes experiência, a fim de que esse trabalho possa crescer cada vez mais. João Paulo de Araújo Cavalcanti (CREF G/SP) é especialista em Treinamento Desportivo pelo Instituto Aleixo (Unigranrio). Foi professor de futebol no Camp Brazilian Happy Football Dublin Irlanda (2005). Atualmente, é coordenador técnico da Escola de Futebol do São Paulo Futebol Clube Unidade Sorocaba. Felipe Augusto de Souza (CREF G/SP) é professor do Colégio Ápice de Educação Física e Futebol, do Maternal II ao 5º ano; do Colégio Veritas, de Educação Física e Treinamentos, do Maternal II ao 3º Ensino Médio; da Escola de Futebol do São Paulo FC Unidade Sorocaba, onde trabalha com treinamentos de várias categorias, inclusive com a categoria baby foot. César Viégas Arquivo pessoal EXERCÍCIO FÍSICO e EMAGRECIMENTO: Aspectos metabólicos e fisiológicos A palestra tem como objetivo discutir alguns aspectos relevantes da prática dos diversos volumes e intensidades do exercício físico agudo e crônico relacionados ao funcionamento do metabolismo dos lipídios e ao processo de emagrecimento. Waldecir Paula Lima (CREF G/SP) é especialista em Fisiologia do Exercício (EPM/UNIFESP), mestre e doutor em Ciências (ICB/USP). É professor doutor e membro titular do Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Federal de São Paulo (IFSP); coordenador e professor de cursos de pós-graduação oferecidos pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estácio de Sá (UniESTÁCIO), Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Faculdade de Educação Física de Santo André (FEFISA), Faculdade de Educação Física da ACM de Sorocaba (FEFISO) e outras. Autor dos livros: Lipídios e Exercício: Aspectos Fisiológicos e do Treinamento (Ed. Phorte, 2009); Exercício, Emagrecimento e Intensidade de Treinamento: Aspectos Fisiológicos e Metodológicos (Ed. Phorte, ª ed.); Biologia e Bioquímica: Bases Aplicadas às Ciências da Saúde (Ed. Phorte, 2011); e Nutrição Esportiva: Aspectos Metabólicos, Fisiológicos, Fitoterápicos e da Nutrigenômica Aplicada (Ed. Phorte, in press, 2014). Membro da Comissão Científica dos periódicos: Brazilian Journal Biomotricity e Corpoconsciência. Membro titular da Comissão Especial de Saúde do CREF4. RESGATE AQUÁTICO E PREVENÇÃO DE AFOGAMENTO O objetivo geral do curso é informar os profissionais sobre a importância do conhecimento sobre as técnicas de Resgate Aquático e Primeiros Socorros ao Afogado, bem como suas medidas de prevenção; desenvolver técnicas de atuação em ambientes esportivos e educacionais, prepará-los para atuar em medidas preventivas de afogamento; capacitá-los para utilizar manobras e procedimentos destinados ao resgate de vítimas em afogamento; orientar sobre medidas preventivas de acidentes e afogamentos em piscinas, clubes, academias e escolas. Ednei Fernando dos Santos (CREF G/SP) é especialista em Aspectos Fisiológicos do Treinamento e Qualidade de Vida (FEFISA) e mestre em Reabilitação do Equilíbrio Corporal e Inclusão Social (UNIBAN). Possui diversas especializações em Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida, entre elas Pre- Hospital Trauma Life Support (PHTLS), Resgate de Feridos em Áreas Remotas National Safety Concil, Emergências Pré-Hospitalar (MJ/SENASP), Emergências Cardíacas em Aula e Desfibrilador Externo Automático (UNIFMU). Instrutor formado pela Emergency First Response (EFR), American Safety and Health Institute (ASHI) e Corpo de Bombeiros do ESP. Professor universitário em cursos de pós-graduação e extensão universitária. Docente titular na Escola Superior de Bombeiros de São Paulo, nas disciplinas de Resgate e Emergências Médicas. É autor de publicações sobre primeiros socorros, suporte básico de vida e idosos. Autor dos projetos Amigo Idoso Socorrista e Suporte Básico de Vida Pronto para Ajudar. Há mais de 10 anos no Resgate do Corpo de Bombeiros, é especialista em resgate e emergências médicas, salvamento aquático e resgate de afogados. Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 9

10 Arquivo pessoal RECREAÇÃO NA ESCOLA Há muitas possibilidades de trabalhar com os jogos, brinquedos e brincadeiras na escola e outros espaços. Pesquisas apontam a importância de resgatar os jogos e brincadeiras na educação e socialização na infância, pois brincando e jogando a criança estabelece vínculos sociais, ajusta-se ao grupo e aceita a participação de outras crianças com os mesmos direitos; obedece às regras traçadas pelo grupo, como também propõe suas modificações. Na experiência lúdica, a criança cultiva a fantasia, vivencia a amizade e a solidariedade, traços fundamentais para se desenvolver uma cultura solidária na sociedade brasileira atual. Farão parte do programa os seguintes tópicos: recreação na Escola: um estímulo à cidadania; entendendo os conceitos de jogos e brincadeiras aplicados à educação; vivências de Jogos Cooperativos, Jogos Interdisciplinares, Esportes Alternativos, Jogos Tradicionais e Brincadeiras Cantadas; a formação e perfil dos educadores lúdico-educativos. Tiago Aquino da Costa e Silva, o Paçoca (CREF G/SP) é especialista em Educação Física Escolar (FMU), em Recreação e Lazer (FMU) e em Administração e Marketing Esportivo (UGF). Coordenador da pós-graduação em Lazer e Recreação (FMU e UGF). Docente universitário da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). Coordenador de Educação Física e Esportes da Green Book School. Sócio-proprietário da Supimpa Recreação, Esportes e Eventos Ltda.. Presidente da Associação Brasileira de Recreadores (ABRE). Membro do Laboratório de Estudos do Lazer (LEL), da UNESP/Rio Claro e member of the Organization World Leisure. Sócio- -fundador da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Estudos do Lazer (ANPEL). Diretor da Kids Move Fitness Programs e da S&P Produções em Entretenimento. Comediante do Improvishow. É o Dr. Brincar no Programa Hoje em Dia da Rede Record. Palestrante Internacional. Prêmio TOP FIEP BRASIL Melhor Profissional de Educação Física (2011 e 2013). Autor dos livros Manual do Lazer e Recreação (Phorte Editora), Natação e Atividades Aquáticas: uma relação entre esporte e educação e Esporte Escolar: conceitos, percepções e possibilidades (Ícone Editora); Jogos e Brincadeiras: ações lúdicas nas escolas, ruas, festas, parques e em família e Jogos Temáticos: coletânea de atividades baseada na literatura brasileira, volume 01 A Arca de Noé de Vinicius de Moraes (All Print Editora). Arquivo pessoal César Viégas Arquivo pessoal QUAIS OS LIMITES DAS CORRIDAS DE RUA? O crescimento das corridas de rua no Brasil não para. Temos acompanhado nos últimos 15 anos um aumento vertiginoso no número de provas no país, bem como um aumento assustador de participantes. Esse crescimento exige um Profissional em Educação Física mais preparado e apto a suprir as necessidades dessa gama de adeptos, que busca não somente participar, mas superar limites e buscar novos desafios. Guilherme Pizzirani (CREF G/SP) foi atleta nas provas de meio-fundo e fundo entre os anos de 1997 e Integrante da seleção brasileira em 1999 e Faz parte do quadro de técnicos da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) desde 2011 e tem atletas medalhistas em campeonatos brasileiros, sul-americanos e ibero-americanos e com participações em mundiais. Atualmente, é técnico de Atletismo de Rio Claro, personal trainer na IN49 de Rio Claro e idealizador do Clube de Corrida Pizzirani. PROGRAMA DE TREINAMENTO MULTIFUNCIONAL PARA SAÚDE & BEM-ESTAR, ESTÉTICA E PERFORMANCE De acordo com o American College of Sports Medicine (ACSM ), entre as 20 modalidades de exercícios que serão mais praticadas em 2014 estão o Treinamento de Alta Intensidade, Programa para Obesos, Cursos de Capacitação Profissional, Treinamento Multifuncional, Yoga, entre outras modalidades. Nesta palestra, você vai conhecer o mais novo conceito para a prescrição de treinamento baseado em evidências científicas e pesquisas realizadas pelo Prof. Ms. Mauro Guiselini Treinamento Multifuncional. Fique atualizado! Mauro Guiselini (CREF G/SP) é mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo (EE- FUSP). Autor de 29 livros e 12 vídeos relacionados à Educação Física Infantil, Programas de Treinamento para a promoção da Saúde & Bem- -Estar. Consultor do Programa Bem-Estar da Rede Globo; Professor da Faculdade de Educação Física das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP); diretor de Conteúdo EAD do Instituto PHORTE e do Instituto Mauro Guiselini de Ensino e Pesquisa. Ministra cursos no Brasil e Europa. MERCADO FITNESS E TENDÊNCIAS NACIONAIS Serão abordados os seguintes conteúdos: cenário atual do Mercado Fitness Brasileiro; crescimento do segmento nos últimos anos; visão e participação do Conselho Regional no mercado atual; tendências de atividades que as academias terão para os próximos anos. Rialdo Tavares (CREF G/SP) é especialista em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e em Educação Física Escolar (FEFISA). Atua por mais de 20 anos no Ensino Médio. Atualmente é, também, docente do curso de Marketing Esportivo da Escola de Negócios TREVISAN; empresário do Mercado Fitness, especializado na área de Atendimento e Vendas. Membro do CREF4. 10 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

11 TENDÊNCIAS DO TREINAMENTO FUNCIONAL APLICADO A ACADEMIAS E PERSONAL TRAINING Arquivo pessoal Atualmente, o treinamento funcional é uma das metodologias mais utilizadas pelos atletas de destaque de alto rendimento e, consequentemente, tem conquistado muitos adeptos no mundo todo. Trata-se de metodologia que se aplica a pessoas de qualquer idade e para todos os níveis de condicionamento físico, sendo, pois, um tema de grande relevância para o Profissional de Educação Física. Eden Carlos de Jesus (CREF G/SP) é mestre em Ciências Biológicas pela Universidade do Vale do Paraíba (UniVap) e especialista em Prescrição de Treinamento Funcional pela IFBB Academy e Personal & Professional Coaching pela Sociedade Brasileira de Coach. Possui certificação em Levantamento de Peso Integrado, em Treinamento em Suspensão TRX, capacitação profissional no Método CROSSFIT Módulo I Crossfit Brasil e em Treinamento Funcional CORE 360, além de formação profissional em Lutas, Artes Marciais e Modalidades Esportivas de Combate. É professor de graduação e pós-graduação, ministra cursos pelo país sobre Treinamento Funcional e Treinamento Suspenso. É personal trainer, proprietário do Studio Eden Treinamento Funcional Personalizado e sócio-proprietário da CROSSTRAINING EDN. Em 2006 recebeu o Prêmio Profissional de Educação Física do Ano pelo CREF4/SP e, em 2013, ficou entre os três melhores Personal Trainers do Brasil, em premiação organizada pela Sociedade Brasileira de Personal Trainer (SBPT). DESENVOLVIMENTO DO FUTEBOL NA FORMAÇÃO DE BASE O esporte mais popular do mundo é o Futebol e ele é um elemento de educação, formação e inclusão social. A base é o período-chave do aprendizado na vida do jovem atleta no aspecto individual e coletivo, na sua formação física e mental. O talento não aparece subitamente aos 25 anos de idade. O bom jogador é hábil desde a infância. Os erros se cometem frequentemente na etapa básica da formação. Os treinadores são responsáveis, já que se consideram diretores técnicos de equipes profissionais. J. Cruyff, 1994 Marcos Antonio Falopa (CREF G/SP) é treinador profissional com formação no Brasil e na UEFA. Treinou equipes no Brasil e no exterior, da base ao profissional. No Brasil, na formação, trabalhou no Centro Olímpico, no Comercial FC, AA Ponte Preta, SE Palmeiras e nas equipes profissionais da SE Palmeiras, Santos FC, União de Mogi, Penapolense, Marília AC, Jacareí, ECO Osasco, EC Suzano etc.. No exterior trabalhou em equipes da América Central e do Norte, na África (nos Camarões e na Seleção Nacional da África do Sul), na Ásia (Catar, Emirados, Omã, Japão, Mianmar e Índia). Na Europa esteve na Itália trabalhando na formação de jogadores na Região do Lazio. Deu treinamentos e cursos de Futebol pela Associação de Treinadores da Europa e Federações na Finlândia, Inglaterra, Escócia, Turquia e Itália. No Congresso Técnico de Barcelona, na Copa do Mundo da FIFA na Espanha, em 1982, deu Conferência sobre Escola e Talentos no Futebol Brasileiro. Foi instrutor técnico (formação de treinadores) das Confederações: CONCACAF, da CAF e FIFA, onde ainda promove o desenvolvimento do futebol em países emergentes. Foi professor da Universidade de Santos e de São Caetano. Escreveu o livro técnico de futebol: O Jeito Brasileiro de Jogar Futebol, publicado em espanhol e inglês. Arquivo pessoal César Viégas ATIVIDADES CIRCENSES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA As atividades circenses sempre fizeram parte do patrimônio cultural das diferentes sociedades, nos vários contextos históricos. Não é recente o diálogo estabelecido entre Educação Física e o mundo do circo. No entanto, na última década esse diálogo se estreitou, e as atividades circenses passaram a compor o rol de interesses e conteúdos da Educação Física, inclusive no contexto escolar. O apelo mágico próprio do circo, e a riqueza das práticas corporais dessa natureza ganharam notoriedade entre os estudiosos da Educação Física, no sentido da construção de uma pedagogia das atividades circenses capaz de justificar e subsidiar o seu ensino nas aulas de Educação Física. Nesse sentido, a palestra tem o objetivo de discutir os limites e as possibilidades das atividades circenses nas aulas de Educação Física na escola de educação básica. Adriano Rogério Celante (CREF G/SP) é mestre e doutorando em Educação Física pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (FEF/ UNICAMP); especialista em Psicopedagogia pelo Centro Universitário Padre Anchieta (UNIANCHIETA) e em Educação Física Escolar pela Universidade São Judas Tadeu (UST). Foi professor de Educação Física do Colégio Divino Salvador de Jundiaí, coordenador pedagógico e professor dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física da Fundação de Ensino de Votuporanga (FEV), das Faculdades Integradas de Guarulhos (FIG), do Centro Universitário Padre Anchieta (UNIANCHIETA) e professor da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). Atualmente, é vice-diretor da Escola Superior de Educação Física de Jundiaí (ESEF) e professor dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física da instituição. Coordena o Laboratório de Estudo e Pesquisa em Arte e Cultura Circense (LEPACC) da ESEF. Membro do CREF4. Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 11

12 notícias 12 Arquivo CREF4/SP CREF4 integra o Comitê São Paulo Rumo 2016 Flavio Delmanto, presidente do CREF4/SP, tomou posse como membro titular do Comitê São Paulo Rumo O evento foi promovido pela Secretaria Estadual de Flavio Delmanto (CREF4) e José Auricchio Junior (SELJ/ESP) Esporte, Lazer e Juventude, no dia 17 de dezembro de 2013, no auditório do Museu do Futebol. Entre outras autoridades e ex-atletas, estiveram presentes o secretário estadual de Esporte, José Auricchio Junior, o secretário municipal de Esportes, Celso Jatene, o representante do Comitê de Apoio ao Paradesporto, Carlos Eugênio Bakos e o diretor de Comunicação do Comitê Rio 2016, Mario Andrada. Formado por representantes de federações paulistas e órgãos do Governo e da Prefeitura, o conselho tem como objetivo principal discutir e fomentar políticas públicas para os jogos olímpicos. Formado por 28 membros titulares e 24 suplentes, o conselho é voluntário. O CREF4/SP sente-se honrado em integrar esse Comitê. Posse dos novos delegados adjuntos da FIEP No final de 2013, os profissionais Andre Leonardo da Silva Nessi (CREF G/SP) e Aide Angélica de Oliveira (CREF G/SP) tomaram posse como delegados adjuntos da Federação Internacional de Educação Física (FIEP) de São Paulo. Almir Adolfo Gruhn, atual presidente da FIEP e Almir Diógenes Facchinatto, delegado de São Paulo, presidiram a cerimônia. Atualize seu André Nessi, Almir Facchinatto, Almir Gruhn e Aide Angélica Com dados atualizados, o registrado será informado, periodicamente, sobre procedimentos, normas e ações do CREF4/SP. A atualização cadastral pode ser feita através do portal pelo Setor de Atendimento ao Profissional SAP, no telefone (11) e, ainda, por Pessoa Física, org.br Pessoa Jurídica, Arquivo pessoal ANessi Reunião sobre a Portaria nº 6.771/2013 No dia 9 de janeiro, o presidente do CREF4, Flavio Delmanto, foi recebido pelo secretário municipal de Educação da Capital, Cesar Callegari, com o objetivo de discutir questões estabelecidas na Portaria nº 6.771, de 13 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a organização das Unidades de Educação Infantil, de Ensino Fundamental, de Ensino Fundamental e Médio e dos Centros Educacionais Unificados da Rede Municipal de Ensino. Atendendo a diversas solicitações recebidas dos próprios profissionais de Educação Física da Rede Municipal de Ensino, o conselheiro Flavio Delmanto expôs ao secretário municipal a ilegalidade existente na atual redação do inciso II, do art. 26 da citada Portaria, que admite serem as aulas de Educação Física no 1º e 2º anos do Ciclo de Alfabetização do Ensino Fundamental ministradas pelo professor de classe (também chamado de polivalente ), em vez de exigir a atuação de um Profissional de Educação Física, na qualidade de professor especialista. Cesar Callegari ponderou e antecipou a informação de que a Portaria nº 6.771/2013 de fato precisa ser revisada, tomando como referência as decisões judiciais em vigor. Esclareceu inclusive que a reforma da Educação Básica promovida pelo município prevê a presença permanente dos professores especialistas nas aulas de Educação Física em todos os anos. Atendendo à solicitação do secretário, o CREF4/SP formalizou a reclamação por meio de um ofício, que deverá em breve ser respondido com o posicionamento da Prefeitura de São Paulo sobre a necessidade de retificação da Portaria nº 6.771/2013. Diante de ações como essa, o CREF4/SP busca garantir as prerrogativas dos profissionais de Educação Física nele registrados, inclusive para os profissionais da Educação Física Escolar, atividade também alçada ao status de profissão regulamentada em lei. Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

13 CONFEF comemora 15 anos Conselheiros regionais, federais, gestores, advogados, representantes das Comissões, presidentes e membros dos CREFs se reuniram em Brasília, durante os dias 8, 9 e10 de novembro, para o Encontro Interativo CONFEF 15 anos. Intensas discussões marcaram os eixos temáticos, sendo eles Ética Profissional, Ensino Superior e Preparação Profissional, Educação Física Escolar, Orientação e Fiscalização e, ainda, discussão e procedimentos do Manual da Dívida Ativa. Ao final dos três dias, cada comissão responsável pelos temas citados apresentou os principais tópicos, bem como os resultados dos debates. Em seu discurso de abertura, Jorge Steinhilber relembrou toda a trajetória histórica dos 15 anos do CONFEF, desde a regulamentação da profissão até os dias de hoje. Ele obeservou que após a regulamentação foi preciso construir o Sistema CONFEF/CREFs, aprender o que é uma profissão regulamentada, lidar com as diferenças, as diversidades e os interesses individuais, quebrar paradigmas e o senso comum inerente aos esportes, modificar a compreensão da mídia, do judiciário e do legislativo a respeito do significado e da significância do Profissional de Educação Física. Desafios que permanecem nos dias atuais. Os profissionais Roberto Bassoli, Félix d Ávila, Manoel Tubino e Carlos de Da esq. p/a dir. (sentados), do Estado de São Paulo, Pedro de Souza, Humberto Panzetti, Marcelo Casati, Flavio Delmanto, Solange Bueno, Tadeu Correa, Rodrigo Correia, Nestor Publio; (em pé) João Tojal, Roberto Saad, Nelson Leme, Jorge Steinhilber (RJ), Georgios Hatzidakis, Valdir Fregolon, Diego Aguilar, Jonatas Chaves e Anderson Fonseca Souza Pimentel, ex-conselheiros federais, receberam as devidas honras e tiveram suas ações relembradas. Entre as várias conquistas alcançadas ao longo dos anos merecem destaque: a Lei que estabelece a obrigatoriedade da disciplina de Educação Física escolar; a Lei que institui o dia do Profissional de Educação Física; a inclusão do Profissional de Educação Física na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO); a inserção do Profissional de Educação Física no código da Receita Federal; a Resolução do Conselho Nacional de Saúde que reconhece o Profissional; a determinação judicial diferenciando cursos de licenciatura e bacharelado; a fiscalização nas unidades escolares e a obrigatoriedade do registro profissional; a determinação judicial de que nos editais de concursos públicos conste a obrigatoriedade de registro profissional; a presença de profissionais de Educação Física nos conselhos estaduais e municipais de educação, esporte e saúde; os profissionais de Educação Física como gestores esportivos nas esferas Federal, Estadual e Municipal; a determinação judicial de que a disciplina Educação Física deva ser ensinada por profissionais de Educação Física em todas as séries, ciclos e anos; a inserção da atividade física na Lei nº 8.080/90; a presença do Profissional de Educação Física no NASF, entre outras. Se a trajetória do CONFEF foi marcada por muita dedicação e trabalho, a comemoração dos 15 anos não poderia ser diferente. Às comissões responsáveis pelas indicações para deliberações nas plenárias, as iniciativas e produções de documentos coube, como sempre, importante papel durante o evento. Cada ano de trabalho do Sistema CONFEF/CREFs tem sido construído com determinação, promovendo a integração e consolidando o desenvolvimento da Educação Física. Arquivo/PRPSouza notícias Arquivo/CONFEF O CREF4/SP tem orgulho de fazer parte dessa história! Fonte: CONFEF Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 13

14 entrevista O Golfe e a Educação Física Tenho viajado ao Brasil nos últimos dois anos para estabelecer o SNAG como a fundação responsável por um programa de desenvolvimento do golfe, esporte que fará parte da Olimpíada 2016, no Rio de Janeiro Terry Anton Terry Anton, cofundador e presidente do SNAG (Start New At Golf ) e orador principal da Cimeira do Golfe da Ásia Pacífico 2011, esteve no Brasil e, por intermédio do conselheiro federal Georgios Stylianos, concedeu uma entrevista à Revista CREF de São Paulo, na qual comenta sobre o Profissional de Educação Física nos Estados Unidos, a necessidade de regulamentação da profissão e, claro, sobre o golfe e a Educação Física. Revista CREF de São Paulo Nos Estados Unidos como é a aceitação do Profissional de Educação Física? Qual a principal área de atuação desse profissional? Terry Anton O Profissional de Educação Física nos EUA trabalha dentro do sistema oficial de educação. Ele é responsável pelos programas de Educação Física dentro das escolas. Ensina em qualquer local, podendo ser um único dia ou os cinco dias da semana, dependendo da região escolar. Revista No seu país de origem a profissão não é regulamenta, confere? Como fazem para dar parâmetros para a atuação profissional? Anton Nos EUA os professores de Educação Física têm de completar grau acadêmico universitário em Educação Física e têm de passar nos exames estaduais de ensino para receber uma licença para ensinar nas escolas. Em muitos estados os profissionais são submetidos a um teste durante um ano sendo avaliados na sua capacidade de ensinar, pois, receber um grau universitário não garante por si só autorização para ensinar nas escolas. Revista Quando conheceu o Sistema CONFEF/CREFs? Anton Quando vim pela primeira vez ao Brasil, perguntei pela associação de Educação Física, pois temos uma boa relação com esses profissionais em todo o mundo. Eu também queria respeitar a autoridade que o Sistema CONFEF/CREFs tem e seguir as regras estabelecidas para participar nas escolas e no esporte em geral. Revista Qual a sua opinião sobre a regulamentação da profissão? Considera importante? Por quê? Anton Sou totalmente a favor da regulamentação quer dos profissionais de Educação Física, quer dos profissionais de golfe. Existe apenas autocredenciamento dos profissionais de golfe ao redor do mundo. Eles não estabeleceram nenhuma base para o ensino e nem standards mínimos educacionais análogos aos que as universidades exigem. Organizações como o CREF fazem isso, o que exige profissionais de Educação Física e de golfe mais qualificados. Revista Golfe é sua única especialidade ou tem outras? Anton Sou profissional de golfe por formação. Sou casado com uma professora de Educação Física que lecionou durante 15 anos em universidades. Agora ela é reitora associada de Educação na sua Universidade e é responsável pela manutenção de 23 diferentes programas educacionais para acreditação. Revista Quais profissionais em seu país são responsáveis por dar aulas de golfe? Anton Há aproximadamente 12 anos, apenas profissionais de golfe ensinavam golfe. Eu iniciei um movimento para permitir que profissionais de Educação Física qualificados pudessem ensinar os conceitos de golfe nas escolas. Nós desenvolvemos um currículo que cumpria as nossas exigências nacionais de Educação Física de forma que o golfe pudesse ser efetivamente ensinado nas escolas. Acredito que os professores de Educação Física devam dar as primeiras noções relativas ao ensino de golfe às crianças e à maioria dos adultos. 14 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

15 Revista Quais são os benefícios do golfe para o desenvolvimento da criança? Anton Em primeiro lugar, o golfe é um dos melhores esportes para a capacitação motora e dá ao ser a oportunidade de praticá-lo durante todas as fases da vida. Em segundo lugar, ensina valores sociais que muitas crianças não dispõem na sua vida. Estas habilidades valiosas se refletem na vida do jogador, dando-lhe maior sucesso na vida e na carreira, evitando problemas com a justiça. Os jogadores de golfe são grandes cidadãos. entrevista Revista Quais os perigos quando as aulas não são ministradas por profissionais de Educação Física? Anton Os profissionais de Educação Física têm grande capacidade de gestão de classes. Eles podem, de fato, trabalhar com grandes grupos de crianças e ensinar os seus planos de aula enquanto mantêm as crianças envolvidas e seguras. Não me sinto confortável com profissionais de golfe tentando ensinar grandes grupos de crianças, assim como não acredito que esses profissionais consigam alcançar os mesmos resultados. Revista O Sr. gostaria que o Sistema CONFEF/CREFs existisse nos EUA? Por quê? Anton Gostaria. Acredito que uma organização independente deveria desenvolver e adotar standards e currículo que se provem viáveis quer no mundo da educação, quer no do esporte. Penso que deveremos desenvolver melhores profissionais de golfe que tenham capacidade de ensino excelente. Também permitiria lição mais consistente especialmente aos que pagam pela ajuda e que têm esperança razoável que o professor seja realmente qualificado. Nos EUA temos profissionais de golfe que não têm de cumprir quaisquer standards, temos pessoas que têm sempre razão e as mesmas pessoas que nunca estão erradas. Os nossos profissionais de Educação Física têm uma exigência muito mais elevada de qualificações educacionais e cumprimento de objetivos. Revista Gostaria de deixar uma mensagem com sua opinião, apresentando um panorama, sobre a importância mundial do Profissional de Educação Física? Anton Desde que me envolvi com o mundo universitário, desenvolvi uma sincera consideração pelo Profissional de Educação Física. Eles são o primeiro contato com a Durante palestra em São Paulo, Terry Anton orienta aluno do curso de Educação Física da Universidade Nove de Julho (UNINOVE) maioria dos atletas mundiais e têm demonstrado capacidades fantásticas em manter as pessoas fisicamente ativas. Seria impossível encontrar outra área de desenvolvimento esportivo em que o Profissional de Educação Física não tivesse tal impacto direto. Ao contrário de outras áreas acadêmicas nas quais o teste de QI foi desenvolvido para medir capacidades intelectuais, seria impossível criar um QF para medir capacidades físicas. A necessidade de fluxo sanguíneo para as diferentes partes do corpo, incluindo o cérebro, é demasiado diferente e dependente da atividade para determinar um valor específico. Podemos reconhecer quer um gênio físico, quer um incapaz físico, mas de fato não temos forma de medir isso. O professor de Educação Física faz um grande trabalho ao melhorar a condição de alunos com capacidades motoras inferiores, elevando-as para um nível médio ou superior. Só isso já será benéfico para a qualidade de vida que cada um desses estudantes terá. Isto é, muitas vezes, menosprezado por aqueles que não entendem a importância de um Profissional de Educação Física. Reportagem: Célia Gennari Tradução: José F. da Gama (UNINOVE/C Rolim) Fotos: Arquivo UNINOVE/C Rolim Tome nota O Instituto Brasileiro de Golfe e Turismo (IBGT) é a empresa constituída com foco na popularização e desenvolvimento do golfe no país e representa, oficialmente, o Start New At Golf (SNAG) no Brasil. Espero realmente trabalhar com os milhares de profissionais de Educação Física existentes, e no futuro, trazer um programa compreensível de formação do golfe para o Brasil. Acredito que esses profissionais serão fundamentais para o golfe e para levar este esporte para a vida de milhões de pessoas. Muitos se apaixonarão pelo esporte e se tornarão jogadores profissionais Terry Anton Revista CREF4/SP nº 38 dezembro/janeiro/fevereiro 201e ano xiv 15

16 destaque Parkour: controle corporal e mental Reportagem: Célia Gennari Voar no tempo e parar por alguns segundo no ar... Dançar entre obstáculos de todas as alturas e formas e tipos, rolar pelo chão sem se machucar... Respeitar o perigo, aprender a cair e a levantar... Superar! Parece pouco para descrever as sensações ao ver um praticante do Parkour em ação, que se deixa levar pelo seu prazer de se movimentar livremente no ambiente em que vive. Leveza misturada à força, condicionamento físico à flexibilidade, paz à confiança em si O Profissional Vá em frente! Seu objetivo pode ser alcançado! Não existem obstáculos e sim possibilidades que o caminho oferece para chegar ao seu destino forte Ana Luiza Stramandinoli de Educação Física Ezequiel Correa de Araújo Neto (Zico Correa) tem 31 anos e há 9 pratica Parkour, do qual é professor em academia. A Profissional de Educação Física Ana Luiza Stramandinoli (AnaLu) tem 24 anos, treina há 5, dedica- -se ao Parkour há 4 e dá aulas há 3, atualmente em Jacarta (Indonésia). Zico, antes de praticar o Parkour, passou por algumas artes marciais, ginástica olímpica e foi entusiasta de esportes radicais, como bikecross e patins. AnaLu era dançarina e coreógrafa. Mas conhecendo bem o Parkour e sua filosofia, chegamos à conclusão de que ambos, entre outros, seguiram a rota certa para fazer do Parkour um movimento centrado, equilibrado, ritmado e, por que não dizer, filosófico. A origem do Parkour vem de Le Parkour que em francês significa O PERCURSO. Na prática a importância não está no pódium ou na competição ou ponto de chegada e sim no desenvolvimento do caminho. Vem embalado em uma filosofia altruísta, ser forte para ser útil e durar. Trilhar o próprio caminho, que leva a autonomia e liberdade. A busca pela raiz do homem, sua necessidade de se movimentar, a simplicidade e a essência. O Parkour distingue-se de esporte radical, justamente porque seus praticantes não estão em busca de adrenalina. Segundo Zico Correa, geralmente os movimentos são feitos quase todos num estado de concentração e tranquilidade. Mas se distingue também de atividade de diversão, pois é preciso se empenhar bastante em treinos rigorosos, regidos por disciplina, concentração e foco. AnaLu relata no resumo do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sob o título Uma Proposta do Parkour para a Educação Física*, que o Parkour traz inúmeros benefícios, uma vez que põe em prática as habilidades do tracer (denominação dos praticantes) em situações reais de perigo, desenvolve habilidades motoras e cognitivas, estimula a postura crítica, com foco no altruísmo. Faz com que o próprio corpo não seja um obstáculo e permite, assim, ao praticante realizar quaisquer movimentos que deseje, criando autonomia e capacidade para buscar informações e treinar sem necessitar do auxílio de um instrutor a todo o momento. É movimentar-se com um propósito real, não apenas superficial, disse. BENEFÍCIOS O Parkour proporciona a visão panorâmica sobre todas as coisas em seu modo literal da palavra. Quando o corpo sobe em cima do muro, estamos olhando tudo e todos de uma perspectiva diferente, estamos observando o comportamento humano dentro da sociedade e dentro do sistema programado, expôs Zico. Pois o fato de não existir mais barreiras físicas, faz com que questionemos todas as barreiras ainda criadas pelo homem no meio religioso, político, geográfico, científico, racial, familiar, educacional, financeiro, espiritual etc.. Força, resistência, confiança, coordenação, propriocepção, controle corporal e mental, velocidade de raciocínio, controle 16 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

17 do medo, autoestima, autoconfiança, facilidade em ler e escrever para aprender mais, são benefícios destacados por AnaLu, além do altruísmo. EDUCAÇÃO FÍSICA Zico e AnaLu concordam que a Educação Física lida com os mesmos aspectos que o Parkour: desenvolve habilidades motoras e cognitivas, estimula a postura crítica e coloca o aluno em situações práticas dando continuidade àquilo que sempre foi ensinado na teoria e tendo seu principal meio o movimento. Para AnaLu, levando em conta de que existem novos modos de práticas desportivas que surgem e que levantam a necessidade de compreensão da cultura e dos sentidos dos seus praticantes, quebrando barreiras ao nível de sua representação nos meios de comunicação, aumentando significativamente sua popularidade, a Educação Física precisa aumentar seu leque de possibilidades para capacitar o aluno no seu processo de desenvolvimento se abrindo para novas tendências. Segundo Zico, tudo pode se tornar Parkour e Educação Física quando o motivo é a busca de saúde, autoconhecimento, sentir o ambiente e sair da inércia. O Parkour pode se inserir como objeto de estudos da Educação Física uma vez que trata da arte de se movimentar no espaço natural ou urbano. E a Educação Física não tem o compromisso de estudar o homem em movimento, focando seus diversos aspectos, físico, afetivo e social? No Parkour, como em toda atividade física, é bom ter o trabalho físico de força e flexibilidade para depois passar para a técnica. Qualquer atividade física paralela ao Parkour já dá uma base de condicionamento para um início seguro, explicou. A única exigência é a força de vontade, uma boa preparação física como aquecimento, alongamento e treinamento físico. No Parkour o corpo deve ser nossa proteção, os músculos são as ferramentas principais para cada exercício e ao mesmo tempo nossa armadura. Um corpo forte é um corpo protegido (considerando as devidas circunstâncias), argumentou Ana- Lu. Uma vez que o Parkour é se superar, todos podem praticar. A procura pela aula é bem variada, procuram praticar o Parkour desde pessoas hiperativas a pessoas sedentárias, desde crianças de 4 a adultos de 45 anos, e de biotipos diversos. Para uma pessoa que nunca fez nada, se a trilha dos desafios for gradual, naturalmente o corpo se adaptará. Ao começarmos a desafiar os movimentos mais básicos, assim Para quem quer dar aula de Parkour é preciso fazer um curso com um profissional muito experiente e passar alguns bons anos praticando Zico Correa TRAJETÓRIAS Zico Correa: No início de 2004 me desvencilhei de todas as atividades que antes eu praticava e me foquei apenas no Parkour. Eu desafiei, explorei e percebi a adaptação do corpo se movimentando na chuva, no escuro, descalço, no frio, no calor, no silêncio, com barulho, com muita gente em volta e na maioria das vezes sozinho. Ao me focar tanto no treino me aproximei naturalmente de pessoas especialistas em outras modalidades, que me mostraram a semelhança das situações que enfrentamos, mas com caminhos diferentes. Em 2007 entrei numa escola para dar aulas de Parkour como atividade complementar. De lá para cá sempre dou aula em academias e aulas particulares, inclusive para profissionais de Educação Física. Em paralelo faço trabalhos artísticos na televisão, apresentações, palestras e workshops em grandes empresas. Hoje o Parkour é minha especialidade. Ana Luiza Stramandinoli: Parkour significa superação, fazer algo que não acreditava que seria capaz, mas sempre visando à preservação da integridade física. Temos os lemas: SER E DURAR (Être et Durer) e Ser forte para ser útil (Être fort pour être utile). A transformação na minha vida foi total. Passei a ser mais confiante, a querer estudar mais, conhecer mais pessoas, enfrentar situações difíceis e a ter coragem de viajar sozinha. E, com toda essa busca para entender o Parkour, ao terminar a faculdade de Educação Física, fui chamada para trabalhar na Indonésia. Sem saber falar inglês nem nunca ter viajado de avião, nem mesmo ficado tanto tempo fora de casa, com o apoio da minha família e com todos os aprendizados adquiridos através do Parkour tive mais confiança e pude curtir cada momento da viagem. Isso já faz 1 ano e 7 meses. Na Indonésia desenvolvo um programa de aprendizado do Parkour para crianças até 16 anos. Revista CREF4/SP nº 38 dezembro/janeiro/fevereiro 201e ano xiv 17

18 Limite é algo que foi colocado na nossa cabeça assim como o medo, mas o Parkour vem para ensinar como conhecer o próprio corpo e saber o que você é capaz de fazer AnaLu como as crianças já fazem (equilibrar, caminhar, escalar, saltar e pendurar) o corpo vai se adaptando e melhorando as habilidades de locomoção naturalmente. Para isso, é conveniente estar com alguém bem experiente no Parkour para servir de guia durante os percursos, lembrou Zico. O Parkour oferece o motivo para as pessoas voltarem a se movimentar se conectando com o ambiente. SER PROFISSIONAL A Educação Física tem as teorias e métodos de treinamentos para desenvolver um corpo preparado para se movimentar. O Parkour põe em teste tudo isso com as situações de superar obstáculos reais nas simulações de fuga, salvamento, sobrevivência, jogos e desafios. Mas, segundo os profissionais, não dá para conhecer uma prática física apenas na teoria. Atualmente existem cursos, academias e outros que ajudam praticantes e educadores físicos a trabalhar com o Parkour. O mais importante é praticar e buscar informações. Na internet existem vários artigos, sites, blogs, páginas no facebook, muita coisa que fala sobre o Parkour. Mas, atenção. É muito fácil alguém que não tem conhecimento nenhum, montar um blog e escrever o que quiser sobre a prática. A melhor forma, para AnaLu, é pesquisar sempre e tentar encontrar o grupo de Parkour da sua cidade, buscando, informações com quem treina há anos. O experiente Zico afirma que a Educação Física lhe ajudou bastante profissionalmente e AnaLu alerta que alguém que ensina sem ter buscado informações adequadas não pode ser chamado de profissional, porque é necessário treinos e pesquisas para conhecer e poder ensinar de forma correta seja o que for. Fotos Zico: Arquivo pessoal extraído do vídeo SAMParkour (disponível no youtube). Direção de fotografia: Wiland Pinsdorf Fotos AnaLu: Arquivo pessoal SUGESTÃO DE PESQUISA George Hebért, Raymond Belle, Jean- François e David Belle, Annty Marais, Chris Sotiriou, Dan Edwards, Julien Vigroux, Johann Vigroux e Stephane Vigroux (França) e Dominic Willoughby (Reino Unido). Curso no A.D.A.P.T. (Art du Deplacement And Parkour Teaching). Stramandinoli A. L. M Parkour: história e conceitos da modalidade. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte v. 11, n. 2, 2012, p *Stramandinoli, A. L Uma proposta do Parkour para a Educação Física. Monografia de Conclusão de Curso apresentada à Faculdade de Educação Física de Sorocaba (FEFI- SO). São Paulo. Brasil. HISTÓRICO O soldado francês Georges Hébert ( ) desenvolveu o Méthode Naturelle (Método Natural de Educação Física) ou MN. Hébert acentuava, em suas propostas de educação, a necessidade de ser forte, definindo que ser forte significa se desenvolver não só de maneira completa, mas útil. Posteriormente esse método se tornou padrão e base de treinamento militar internacional. Etre fort pour être utile ou Ser forte para ser útil Na verdade, o termo mais tarde para a disciplina Parkour é talvez indiretamente atribuíveis à Raymond Belle, que ensina ao seu filho os métodos de treinamento militar de Georges Hebert Le Parcours du Combattant, a pista de obstáculos. Foi através do ensinamento direto aos seus filhos Jean-François e David do Método Natural e Percurso dos Combatentes que o aparecimento do Parkour se tornou possível. Chegou ao Brasil em 2004, mais especificamente em São Paulo, Brasília, Florianópolis e Rio de janeiro, e enfrentou a estranheza da sociedade até ser aceito. Como não existia competições, entrar no Parkour vizualizando um futuro próspero era inviável. Em 2005 o grupo de maior destaque foi o Le Parkour Brasil. Segundo Zico, praticam o Parkour no Brasil por volta de 3 a 4 mil pessoas e pelo mundo ainda não há como contabilizar. Hoje existem Encontros de Parkour para aprender novas movimentações e ensinar o que se sabe pelo mundo inteiro. Aos que preferem competições, a mais conhecida é aquela na qual a maioria faz flips como mortal, front flip, side flip, entre outros e é comparado quem tem a melhor movimentação. Diferente do começo, da filosofia do Método Natural, quando não se apoiava a competição, lembrou AnaLu, há também grupos que preferem criar desafios com característica cooperativa. 18 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

19 TODA EMPRESA TEM UM RESPONSÁVEL TÉCNICO. VOCÊ É UM DELES? Estou há mais de 5 anos colaborando na Comissão de Ética Profissional do CREF4/SP (que tem 6 membros, 2 suplentes, 1 procuradora e 2 assistentes administrativas) para auxiliar na análise e julgamento dos mais de 550 processos éticos e disciplinares (PEDs). Pela experiência, observo que mais de 50% dos profissionais de Educação Física, que são autuados pela fiscalização e denunciados à Comissão de Ética Profissional (gerando abertura de processos éticos e disciplinares (PEDs), são Responsáveis Técnicos (RTs). No decorrer da instrução dos referidos PEDs percebe-se que esses profissionais desconhecem as funções e atribuições do RT constantes na Resolução CON- FEF n 134/2007. Toda empresa tem que ter um RT, porque o Registro da PJ somente se torna possível, dentre outros requisitos, mediante a nomeação de um RT que autoriza e assina o Termo de Responsabilidade Técnica. No entanto, temos observado que muitos dos profissionais de Educação Física nomeados como RT exercem a função mais por vínculo de amizade com o proprietário, e assinam o documento desconhecendo suas responsabilidades. Por exemplo, um RT é RT em tempo integral, mesmo quando não está no ambiente de trabalho. Em alguns casos o proprietário comete infração e o RT é quem responde por elas. Dois exemplos constantes: a permissão dada pelo proprietário à pessoa não habilitada para exercer atividade própria dos profissionais de Educação Física (estagiário sem contrato ou leigo), condição que caracteriza conivência com exercício ilegal da profissão; a permissão de licenciado atuando na academia, o que é desvio de função. Nesses casos, embora a decisão seja do proprietário, quem responde junto ao Conselho é o RT. É importante que o RT saiba que ele não é responsável apenas pelos professores ou pelo ensino, mas, também, pela parte física da instalação e pela quantidade de profissionais compatível com o número de alunos. COMO RESOLVER A QUESTÃO? Conhecendo e aplicando a RESOLU- ÇAO CONFEF n 134/2007, o Estatuto do CREF4/SP (CREF4/SP nº 060/2011), o Código de Ética do Profissional de Educação Física (CONFEF nº 254/2013) e as demais normas pertinentes ao tema. Ao deixar de ser RT, é necessário formalizar o término da assistência técnica por escrito no CREF, em formulário específico (também disponível no Portal CREF4/SP O próprio Profissional de Educação Física pode fazê-lo. Agora, segundo o Sindicato dos Profissionais de Educação Física do Estado de São Paulo (Sinpefesp), os que exercem a função de Responsável Técnico (RT) têm remuneração adicional. Então, pode ser vantajoso ser RT, desde que o Profissional de Educação Thinkstock Segundo a Resolução CONFEF n 134/2007, o RESPONSÁVEL TÉCNICO é o Profissional de Educação Física contratado por Pessoa Jurídica (PJ) atuante na área de atividade física, esporte e afins para responder por esta função frente ao Conselho. Art. 4º da referida Resolução Os estabelecimentos de prestação de serviços na área das atividades físicas e esportivas terão, obrigatoriamente, a assistência de Responsável Técnico, registrado no CREF, na forma da lei. Física avalie os prós e os contras e, realmente, esteja ciente de suas responsabilidades na empresa. Conselheiro Marcelo Vasques Casati (CREF G/SP) 2º vice-presidente, membro da Comissão de Ética Profissional, de Ensino Superior e Preparação Profissional, de Legislação e Normas e da Editorial reflexão Revista CREF4/SP nº 40 dezembro/janeiro/fevereiro 2014 ano xiv 19

20 em ação CONTE CONOSCO! Os conselheiros do CREF4/SP estão à disposição para realizar palestras em eventos nas Instituições de Ensino Superior e afins, para informar e esclarecer sobre as ações do Sistema CONFEF/CREFs, bem como do Conselho Regional de São Paulo. A seguir, eventos que contaram com a presença dos conselheiros entre os meses de outubro a janeiro, que mostram uma parte de suas ações. OUTUBRO Data Local Evento Conselheiro/Representante 2 FEF Fundação Educacional de Fernandópolis Palestra: Esporte Escolar: Desenvolvimento e Realidade José Medalha 9 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Reunião com deputado estadual Leandro Finato Scornavacca Flavio Delmanto e Hudson Ventura Teixeira Paulo (Leandro do KLB) 10 FREA Faculdade de Educação Física de Avaré Palestra: A valorização do Profissional de Educação Física e Antonio Lourival Lourenço o CREF4/SP 11 Colégio Marista Arquidiocesano São Paulo OLIMAR Olimpíada Marista Funcionária Vivian Humanes Rúbio 16 UNIFEB Centro Universitário da Fundação Palestra na Semana Científica e Cultural Antonio Lourival Lourenço Educacional de Barretos 16 Conselho Municipal de Esporte, Recreação e Lazer de Guarulhos Reunião Rosemeire de Oliveira 17 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Entrega de ofícios de defesa do CREF4/SP, diante da tramitação do PL n 378/13 de autoria do deputado Carlos Gianazzi, que dispõe a respeito da não obrigatoriedade de filiação prévia em entidade de classe de qualquer espécie, como requisito para o exercício da profissão Hudson Ventura Teixeira 17 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Apresentação: O papel dos conselhos de fiscalização da área Flavio Delmanto e funcionária Vivian da Saúde Humanes Rúbio 17 a 19 Centro de Convenções CentroSul Florianópolis (SC) 5 Encontro Nacional dos Conselhos Profissionais Conselhos Profissionais, um instrumento de Proteção Social Procuradores Anderson Cadan Patrício Fonseca e Jonatas Francisco Chaves 22 UniVap Universidade do Vale do Paraíba Palestra: A formação na área da Educação Física, as mudanças Margareth Anderáos da lei para a formação no Bacharelado e o Estágio 23 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Discussões pertinentes à tramitação do PL n 378/13 Hudson Ventura Teixeira 23 CRECI/SP Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo Projeto da presidência do Tribunal Regional Federal 3ª Região para extinção das execuções com prescrições intercorrentes dos conselhos profissionais Funcionários Vivian Humanes Rúbio, Anderson Cadan Patrício Fonseca e Jonatas Francisco Chaves 24 CNC Confederação Nacional de Serviços São Cerimônia de Posse para a Gestão 2012/2016. Gilberto José Flavio Delmanto Paulo Bertevello é empossado como diretor-secretário 25 CICC Centro Integrado de Ciência e Cultura São Palestra: Artesanato e profissão no desporto brasileiro: Alexandre Janotta Drigo José do Rio Preto contribuição das ciências do desporto 29 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Audiência para discussão do PL nº 378/13 Flavio Delmanto e Hudson Ventura Teixeira Paulo 29 Ginásio do Clube do Parque CECAP Guarulhos Abertura do Campeonato Paulista de Boxe Olímpico Bruno Alessandro Alves Galati 29 Auditório do Centro de Vigilância Sanitária (CVS) Reunião dos conselhos regionais de fiscalização do Estado de Funcionária Vivian Humanes Rúbio São Paulo São Paulo 30 Instituição Universitária Moura Lacerda Ribeirão Preto Palestra: Sistema CONFEF/CREFs Bruno Alessandro Alves Galati NOVEMBRO Data Local Evento Conselheiro/Representante 4 Auditório do Museu do Futebol Estádio Paulo Audiência Pública. Lei de Incentivo ao Esporte em São Paulo Flavio Delmanto Machado de Carvalho, o Pacaembu São Paulo 4 CROSP Conselho Regional de Odontologia de São Reunião. Discussão sobre Audiência Pública na ALESP de 17 de Funcionária Vivian Humanes Rúbio Paulo outubro de Parque Ibirapuera São Paulo 114ª Reunião Ordinária do Conselho Gestor. Agenda de Esportes e Atividades Esportivas Coord. da Fiscalização, Valdir Fregolon e a funcionária Vivian Humanes Rúbio 6 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Acompanhamento de tramitação do PL nº 378/13 Hudson Ventura Teixeira 6 UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba Mesa-redonda. 11ª Mostra Acadêmica da Universidade Metodista Waldecir Paula Lima de Piracicaba 7 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Reunião dos Conselhos da Área da Saúde. Avaliação do egresso Funcionária Vivian Humanes Rúbio 8 a 10 Hotel Carlton Brasília (DF) Encontro Interativo CONFEF Flavio Delmanto, Humberto A. Panzetti, José Medalha, Marcelo V. Casati, Nelson Leme da Silva Jr, Pedro Roberto P. de Souza, Nestor S. Publio, Rodrigo N. P. Correia, Tadeu Correa e os procuradores Anderson C. P. Fonseca e Jonatas Francisco Chaves 13 ALESP Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Audiência Pública. Comissão de Assuntos Desportivos. Presidente deputado Leandro do KLB Hudson Ventura Teixeira 20 Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região

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