RPPS DO BRASIL 1-11ª edição - maio / junho

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1 RPPS DO BRASIL 1-11ª edição - maio / junho

2 RPPS DO BRASIL 2-11ª edição - maio / junho

3 RPPS DO BRASIL 3-11ª edição - maio / junho

4 editorial Prezado Leitor, A Revista RPPS do Brasil é um veículo de comunicação, o único do Brasil específico focado no universo RPPS, que tem como objetivo principal ser imparcial, sério, comprometido com o leitor e com os nossos anunciantes, ou seja, ser efetivamente uma REVISTA de RPPS para o RPPS. Não temos partido, não adotamos bandeiras particulares, nossa bandeira de luta é a empunhada por todos os entes/gestores/profissionais/entidades que cuidam do RPPS como se ele fosse uma pedra preciosa. E nesta edição, temos o prazer de mostrar a opinião de vários colunistas sobre temática variada como: RPPS semente de transformação social, o trabalho do atuário comparado ao esforço de gestão de uma cidade, contabilidade previdenciária, a base de incidência previdenciária dos RPPSs e suas implicações financeiras, atuariais e jurídicas; a criação de portfólio através de alocações em fundos. Nossa capa mostra como tem sido a atuação da SET Investimentos. Destacamos ainda como tem sido a gestão de alguns institutos do Rio Grande do Sul para o fortalecimento do regime próprio. Nossas páginas verdes trouxeram informações importantes sobre novidades referente ao RPPS, através do nosso entrevistado, Otoni Guimarães. E tem ainda o nosso social com registro do 1º Encontro de Gestores de RPPS em Cáceres/Mato Grosso, o 47º Congresso Nacional da ABIPEM e IV Congresso Estadual da ASSIMPASC e ainda o VII Seminário Capixaba de Previdência realizado pela ACIP/Espírito Santo. Boa leitura, aproveite a melhor revista de RPPS no Brasil, e até a próxima. expediente Direção: Ana Paula Vasconcelos e Iliane Fonseca Comercial: Revista RPPS do Brasil / (Iliane) / (Ana Paula) Reportagem: Maysa Abrão, Iliane Fonseca, Ana Paula Vasconcelos Secretária: Ana Oliveira Design Gráfico: Waleska Costa ( ) Fotografia: Revista RPPS do Brasil Assessoria Jurídica: Baden Powell & Mourão Advogados Jornalista Responsável: Iliane Fonseca MTE/RP 2729/GO Distribuição própria para os RPPSs do Brasil Editada por RPPS BRASIL PUBLICAÇÕES E EVENTOS - CNPJ: / Colaboraram na edição, como colunistas: Foto: Lorena de Paula Cícero Luís Bezerra França, Alain Pouchucq, Milton Moreira Raimundo, Túlio Pinheiro, Francisco Otaciano Lopes, David Accioly de Carvalho e Fernando Fontenele Silva, Lucimar Antonio * Os artigos assinados expressam, especificamente, a opinião de seus autores. Iliane Fonseca e Ana Paula Vasconcelos CONTATO: / / R. Nossa Senhora de Fátima, 585 N. Senhora de Fátima Catalão Goiás - CEP: Site: com.br - s: revistarppsdobrasil. com.br revistarppsdobrasil.com.br RPPS DO BRASIL 4-11ª edição - maio / junho

5 ÍNDICE 6 ENTREVISTA Otoni Guimarães, do Ministério da Previdência Social, fala sobre temas relevantes ao RPPS ARTIGO Nada se perde, tudo se COMPENSA no RPPS! RAIO X O Rio Grande do Sul zela pela prosperidade do RPPS gaúcho RPPS DO BRASIL 5-11ª edição - maio / junho

6 RPPS entrevista Otoni Guimarães Destaca aspectos relevantes do RPPS Diretor do departamento dos regimes de previdência no serviço público, Otoni Guimarães RPPS do Brasil: O Senhor, enquanto defensor do RPPS e conhecedor dos aspectos inerentes ao Regime Próprio, como analisa as novas alternativas de investimento para alcançar a meta atuarial, levando em conta o atual momento pelo qual passa o mercado financeiro? Otoni: A questão das novas alternativas de investimentos tem sido matéria de preocupação nossa enquanto Ministério da Previdência Social, não apenas quanto ao cumprimento de meta atuarial, mas, e principalmente no que diz respeito à solução dos vultuosos déficits atuariais de grande parte dos RPPSs. Admitindo que a redução das taxas de juros de mercado é uma tendência já definida, os RPPSs, como investidores qualificados, a partir do aporte, também, de outros ativos aos regimes previdenciários, tais como imóveis urbanos e ou rurais e outros ativos, desde que dotados de alguma liquidez, mesmo que de longo prazo, possibilidade de rentabilidade e solvência, devem buscar, em conjunto com o mercado financeiro e de capitais e os respectivos entes federativos, a construção de alternativas de fundos de investimentos de interesse de mercado e voltados para o desenvolvimento local ou regional, ações possíveis no escopo da RPPS DO BRASIL 6-11ª edição - maio / junho

7 atual legislação. Tem como nos falar de alguma experiência que o Senhor conhece, espalhadas por este Brasil, e que estão dando certo? Temos notícia de fundo estruturado por vários RPPSs do Estado do Paraná já em adiantada fase com o objetivo de incorporação de moradias dentro do programa Minha casa Minha vida com excelentes possibilidades de sucesso, o que pode representar bom case para os demais regimes próprios. O que significa, no contexto econômico atual, o RPPS optar por investir em fundos de investimentos que geram riqueza local? Além da possibilidade de boas rentabilidades, pode significar, também, a possibilidade de incorporação de novos ativos e incentivos à sustentabilidade dos RPPSs, com geração de empregos e com desenvolvimento da economia local e regional. Como o Senhor avalia a criação dos comitês de investimentos? Os comitês de investimentos são primordiais para dar maior qualificação e transparência na gestão dos recursos dos RPPSs, possibilitando a mitigação de riscos, o melhor controle dos recursos e ainda o compartilhamento das decisões e responsabilidades, desde que efetivamente atuem no contexto de suas responsabilidades. Muitos dos municípios brasileiros, ou praticamente todos, possuem déficit em relação à questão previdenciária, qual a saída para esse problema, em sua opinião? A principal, senão única, dada a baixíssima capacidade financeira da absoluta maioria dos entes federativos, é a utilização do preceito do art. 249 da Constituição Federal, que admite a criação de fundos de bens, direitos e ativos de qualquer natureza, Os comitês de investimentos são primordiais para dar maior qualificação e transparência na gestão dos recursos dos RPPSs. mediante lei, com a finalidade de capitalizar o regime de previdência. Certamente, tratase de medida que requer criatividade e dedicação dos gestores, além da necessidade de se difundir e, digamos, desafiar, o mercado a encontrar e viabilizar soluções de mercado, ou seja, gerando produtos com atratividade. O que o Senhor nos fala sobre o acordo de cooperação técnica do Ministério com Banco do Brasil, CEF e BRB visando a monetização de ações do governo em prol do RPPS? Como já dito, o Ministério, no cumprimento de seu papel, não apenas de órgão normatizador e fiscalizador, mas também de orientador, tem procurado apoiar e até participar das diversas iniciativas que tenham como objetivo a busca de equacionamento dos déficits atuariais e financeiros dos RPPSs, e para isso, certamente, não há como viabilizar soluções sem a participação das instituições de mercado, razão pela qual se tem procurado articular parcerias com as maiores instituições financeiras públicas e os governos estaduais e municipais, individualmente ou em conjunto com essa finalidade. E sobre o PROPREV, qual a sua opinião? O PROPREV Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social, implantado por iniciativa do Governo Brasileiro através de negociação de Empréstimo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento BID, está na segunda fase, apoiando tecnicamente e financeiramente os Entes Federativos possuidores de Regimes Próprios de Previdência Social. Toda a estruturação do Programa é feito pelo Ministério da Previdência, por intermédio da Secretaria de Políticas de Previdência Social SPPS. Faz parte do projeto estimular a realização de censo cadastral, censo funcional, aquisição de equipamentos de informática e realização de assistência técnica para desenvolver estudos sobre a análise do equilíbrio financeiro e atuarial dos RPPSs, visando desenvolver alternativas de fontes de financiamento e de amortização dos eventuais déficits técnicos, de modo a garantir a sustentabilidade desses regimes no longo prazo. O PROPREV está alinhado aos esforços da Secretaria e do próprio Ministério no sentido de fortalecer a sustentabilidade dos RPPSs, bem como alinhar ao Plano Plurianual do Governo Federal. O resultado do processo seletivo está na página do MPS (www.previdencia.gov. br), em listagem contendo a pontuação obtida, bem como do ente federativo não habilitado por não atender critério estabelecido. Mais esclarecimentos adicionais, entrar em contato através do previdencia.gov.br. Otoni Gonçalves Guimarães é o responsável pelo Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público/Ministério da Previdência. Fone: (61) Fax: (61) RPPS DO DO BRASIL 77-11ª - 11ª edição - - maio / / junho

8 RPPS artigo Nada se perde, tudo se compensa! Cícero Luís Bezerra França é Graduado em Direito pela Universidade Regional do Cariri - URCA, pós-graduado em Direitos Humanos pela URCA, pós-graduado em Direito Municipal pela FJN - Faculdade de Juazeiro do Norte, Pós-graduado em Direito Privado pela FESAC-OAB, pós-graduado em Regime Próprio de Previdência - pela CBEP - Pernambuco, ex-professor universitário das disciplinas de Direito do Menor e Prática de Processo Penal. Ex-chefe de gabinete e exsecretário de saúde do município do Crato-CE, presidente da comissão de Direito Previdenciário e do Idoso da OAB- SUBSECÇÃO CRATO, advogado militante desde Os servidores públicos, como os demais cidadãos sabem a importância de contar com uma aposentadoria no momento que precisa pendurar as chuteiras e nada mais desagradável e desesperador do que ver sua pretensão frustrada em decorrência da ausência de contribuição previdenciária. Uma das formas de evitarmos tal problema, encontramos parafraseando o imortal lavoisier 1 quando nos disse: Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, talvez inspirado no pai da química moderna que a Lei nº 9.796/99 regulamentou a COMPESAÇÃO PREVIDENCIÁRIA COMPREV que possibilita a utilização das contribuições oriundas do Regime Geral para o Regime Próprio de Previdência, ou seja, as contribuições serão aproveitadas para o servidor público se aposentar. Nada se perde, tudo se compensa. A Constituição Federal de 1988, nos artigos 40 e 149, 1º, deixa claro que os servidores públicos devem estar vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social RPPS, acontece que ainda existem entes públicos que vinculam servidores ao regime RGPS, quando isto acontece, as contribuições realizadas migram para o regime constitucional descrito para os servidores públicos. Neste intercâmbio de informações, os entes envolvidos recebem denominações específicas. Aquele ao qual o segurado esteve vinculado, sem que dele receba o benefício, é chamado de REGIME DE ORIGEM, já aquele que será o responsável pelo pagamento de benefícios para o segurado ou seus dependentes é chamado de REGIME INSTITUIDOR. O importante, Caro Leitor, é a segurança existente na COMPENSAÇÃO PREVIDENCIÁRIA fundamentada na Carta Constitucional no artigo 201, 9º, que assegura aos servidores públicos o direito de receber as contribuições realizadas, enquanto não pertencia ao regime 1 - Antoine Laurente Lavoisier( ), era químico francês que em 1785 descobriu a A Lei de Conversação das Massas. Este cientista foi considerado o pai da química moderna. 2 - CONAPREV: Conselho Nacional dos Dirigentes de Regime Próprio de Previdência Social. próprio. Para que não reste dúvida para o servidor público sobre suas suadas contribuições é realizado um convênio com o Ministério da Previdência Social, onde o regime próprio é cadastrado no sistema de compensação previdenciária, na Diretoria de Benefícios do INSS, em Brasília, tudo conforme regulamenta a Lei nº 9796/99. Com a publicação da Instrução Normativa INSS/ PRES nº 50, de 04 de janeiro de 2011, surgiram maiores disciplinamentos sobre as principais legislações que versam sobre a compensação, tais como: a lei nº 8213/91, o decreto nº 3112/99 e a portaria MPAS nº 6209/99, possibilitando um resultado positivo no acerto de contas, como bem denomina o professor Nelson Nery quando trata sobre a COMPREV. Com a acessibilidade tecnológica, o famoso mundo virtual da internet, o servidor público tem condições de acompanhar o andamento do seu regime previdenciário, isto significa ficar antenado à compensação previdenciária que refletirá no seu futuro. Além da forma descrita da COMPREV, discussões tratam da necessidade de regulamentar a compensação previdenciária entre regimes próprios, ou seja, quando o contribuinte já no regime próprio está vinculado ao ente da federação e passa a ocupar um cargo público em outro ente da federação, em outras palavras, quem era servidor público municipal e se torna servidor estadual ou federal, funcionando esta lógica entre si nas três esferas públicas, seja da União, estadual ou municipal. Aspecto este tratado na última reunião do CONAPREV 2, em dezembro de Percebe-se, então, que para os regimes próprios, a previdência é coisa séria, ao ponto de utilizar o mecanismo da COMPREV Compensação Previdenciária para que os servidores públicos de todo o Brasil não tenham prejuízos nos seus futuros benefícios. RPPS DO BRASIL 8-11ª edição - maio / junho

9 RPPS DO BRASIL 9-11ª edição - maio / junho

10 RPPS gestão RPPS Semente de transformação social Autonomia e Transparência, sem estas não há consolidação dos RPPS. O Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Soledade PB IPSOL, desde sua constituição vem buscando levar a cultura previdenciária ao lar do cidadão comum e não somente aos servidores municipais, o entendimento é que se houver o despertar na sociedade a consciência cidadã, outras portas serão abertas. No município de Soledade, Paraíba, encravado no Semiárido Nordestino, cidade com aproximadamente 14 mil habitantes, como diversos outras cidades castigada pela falta de chuva, tem em seu povo a necessária busca por alternativas, quase sempre com pouco ou nenhum recurso para conviver com as adversidades, que digamos de passagem não acabará, é um ciclo meteorológico da terra. Com essas mesmas características, os RPPSs convivem em todo território brasileiro, aos gestores fica a necessidade de conviver e encontrar saídas. Para o gestor do IPSOL não é diferente, mas, pela convivência com as precariedades descritas acima, não tem outra opção se não a de apaixonar-se pela previdência e com este sentimento buscar o crescimento social atrelado à consolidação da previdência municipal. Em diversos congressos e seminários encontramos a mesma ladainha, a taxa de administração não dá, mas por que não dá? Será que os recursos estão sendo empregados de forma eficientes? Há Assessorias? Quantas? Para quais serviços? Algumas práticas do IPSOL: 1 Pagamos assessorias de contabilidade e de informática, em nossa lei de criação, as despesas com assessoria jurídica e junta médica é responsabilidade da prefeitura; 2 Assessoria com elaboração de relatórios os diretores e conselheiros participam de cursos de capacitação, onde aprendem a preenchê-los e enviá-los ao MPS e TCE, consequentemente não temos este tipo de despesa; 3 Manutenção - fazemos nossas compras planejadas para todo exercício; assim, com grande quantidade, buscamos redes atacadistas da região; 4 Congressos e seminários - observa-se o calendário anual de eventos previdenciários, disponibiliza-os aos conselheiros nas reuniões mensais que escolhem quais apresentam-se indispensáveis, quem vai participar, dando oportunidade para que todos os membros participem e conheçam outras realidades; compra-se passagens e reserva-se as hospedagens antecipadamente, com estas ações fazemos grandes economias. Outras ações não precisam de recursos financeiros. Fazemos questão de reuniões mensais e conjuntas, onde todos os conselheiros têm acesso a TODOS os documentos, empenhos, extratos e qualquer outro que solicitem. Apresentamos vídeos baixados da internet, com temas diversos, como Títulos Públicos e Valorização dos Conselhos; são enviados aos s dos conselheiros publicações do mercado financeiro. Em 2010, publicamos o Manual do Servidor, onde consta de forma simplificada a legislação previdenciária mais usual aos servidores, sendo distribuído a todos os servidores municipais. Em 2013, publicamos o Cordel do IPSOL, com o formato regional, sempre com linguagem acessível, além dos servidores, foram direcionados aos alunos da rede municipal e estadual, visitando cada sala de aula, levando o despertar à cultura previdenciária, do planejamento financeiro, consciência cidadã, da obrigatoriedade da gestão pública em dar transparência dos atos, mas também RPPS DO BRASIL 10-11ª edição - maio / junho

11 na necessária participação da sociedade no acompanhamento e fiscalização. A diretoria está buscando parceiros para realizar um concurso de redação com o tema IPSOL, com a intenção de premiar as melhores redações com tablet, netbook e smartphone, tendo em vista que, para chamar a atenção do jovem é preciso algo que seja moderno e que ele sonhe em possuir. Desde a criação do Instituto, foram realizadas duas edições do CapacitaPrev, evento que traz ao município palestrantes de grande renome na divulgação da Previdência, sempre sem custo, com parceiros como TCE/PB, MPS, BB, CEF, BNB, aberto aos Conselheiros, servidores, não só de Soledade, mas de qualquer município que queira participar, possuindo RPPS ou não, aos cidadãos em geral; fazemos um chamamento especial aos Vereadores e Prefeitos, pois queremos ampliar a discussão previdenciária, convocando a viver o IPSOL, dando ferramentas para questionamentos responsáveis. Quanto a atrasos, também acontecem em Soledade, estamos no terceiro parcelamento, sempre passando pela aprovação dos Conselhos do IPSOL. Os dois primeiros foram quitados dentro do próprio exercício, neste último, conquistou-se a aprovação do débito automático na conta do FPM, não só da parcela, mas também dos valores mensais devidos pela prefeitura ao instituto, tendo como consequência a possibilidade de diminuir a parte patronal calculada no Cálculo Atuarial e o retorno à sociedade desta economia através de serviços e obras no município. Pensando no acesso à informação, foi criado o portal do IPSOL (www.ipsol. pb.gov.br), através de uma empresa especializada; a diretoria entendeu que precisava ser um sítio moderno, com dados da administração, links de acesso facilitado ao simulador de aposentadoria da CGU, ao sistema SAGRES ON LINE do TCE/PB, aos relatórios do MPS, ao Portal Transparência, calendário de pagamentos aos aposentados e pensionistas e reuniões dos Conselhos do IPSOL, suas atas e emissão de contracheques. Pensou-se ainda, em disponibilizar as notícias do instituto, eventos participados e realizados, com disponibilização dos slides utilizados, toda a legislação municipal e federal, políticas de investimentos, regras de aposentadoria. Todos os meses são atualizadas as informações de números de segurados, aposentados e pensionistas, valor do repasse do ente, despesas com aposentados e pensionistas, despesas administrativas e o saldo, sempre como base o último dia do mês anterior, onde a simples observação mensal fornece à sociedade subsídios para o acompanhamento da gestão de forma simplificada, mas real. Pensando nos jovens construiu-se a fan page do IPSOL (www. facebook.com/ipsolpb), atualizando dia a dia, com informações do instituto, publicando também as atas das reuniões, relatórios de participação em eventos. Estamos incentivando a criação da Associação Paraibana de Institutos de Previdência, com a finalidade de trocar experiências, diminuir custos e realizar eventos previdenciários na Paraíba, como também estimular parcerias entre municípios vizinhos como o exemplo do Instituto de Previdência de Serra e Cariacica no Espírito Santo para melhorar os serviços prestados. Cada município faz parte da engrenagem chamada Brasil, com suas peculiaridades, história e folclore, busque qual meio de chegar ao povo e despertá-lo, levando a cultura previdenciária, ajustando a máquina a funcionar cada vez melhor. O IPSOL não quer ser o exemplo, mas um dos institutos brasileiros que pertence aos servidores e faz questão que estes acreditem, defenda-o e sonha em ter a sociedade envolvida em sua gestão exercendo a cidadania plenamente. Faça sua parte, seja você também a semente da transformação social. Esta é Soledade, onde o servidor tem futuro, IPSOL! Milton Moreira Raimundo Gestor do IPSOL RPPS DO BRASIL 11-11ª edição - maio / junho

12 RPPS atuária Bem vindo à Atuarilândia! Túlio Pinheiro A necessidade de desvelar o futuro dos sistemas previdenciários gera a necessidade dos gestores de conhecerem este País. Aprender seu idioma é fundamental para o gestor previdenciário, dado que é importante que se tenha uma profunda conversação com os cidadãos. O atuário, visando identificar as hipóteses mais prováveis, isto é, as mais realistas, terá a capacidade de poder incorporar esses aspectos na avaliação atuarial. Lembre-se que se não aprender corretamente o idioma, as hipóteses podem ser mal selecionadas fazendo com que os resultados atuariais se distanciem da realidade, guiando os gestores municipais/estaduais na adoção de medidas equivocadas que podem ser desastrosas no médio e longo prazos. O gestor previdenciário não pode esquecer seu principal objetivo: garantir que o sistema previdenciário tenha condições de honrar com sua obrigação, obedecendo à limitação orçamentária de seus financiadores. Este é o principal ponto turístico a ser conhecido neste País. Porém, devo deixar claro que este País é perigoso e para chegar ao principal ponto turístico, há vários caminhos. Não se pode pegar qualquer caminho, mesmo que chegue ao mesmo ponto. O gestor deve selecionar o melhor caminho, quer dizer, o mais seguro. Mesmo com a escolha do caminho mais seguro, há necessidade de ficar observando se nada de estranho acontece, pois como em qualquer país, a violência existe em qualquer canto. Portanto, este acompanhamento deve ser feito pelo atuário visando a segurança do turista e garantindo que este consiga chegar em segurança no seu destino. Informo ainda aos turistas que, como em vários países, este teve que passar por uma revolução popular para se tornar independente. A principal batalha desta independência se deu em dezembro de 1998, com a promulgação da Emenda Constitucional 20. Com esta conquista iniciou-se, verdadeiramente, o sistema previdenciário correto de capitalização das contribuições. Antes da independência, praticamente, os sistemas previdenciários trabalhavam na ótica da repartição simples onde cada ente federativo custeava a previdência dos seus servidores. O sistema previdenciário era uma mera extensão da folha de pagamento do ente federativo. Como toda mudança exige a necessidade de uma transição, e esta ainda perdurará por algumas décadas, na Atuarilândia, devido à incapacidade atual de arcar com os custos duma transição integral e imediata, dum sistema de repartição simples para um sistema de capitalização. Esta transição, em vários entes federativos, requer a separação em grupos dos servidores públicos, conhecido como segregação de massa. Na Atuarilândia, como em qualquer país, existe a polícia que deve manter a ordem, isto, neste país, significa garantir que as contribuições previdenciárias sejam repassadas. O eventual não repasse de tais contribuições quase sempre implica no parcelamento de tais valores, haja vista que o poder público, geralmente, se vê impossibilitado de quitar essa dívida em um único pagamento, que seria o ideal como regra geral. Porém a polícia deve atentar se este parcelamento afetará a busca pelo principal ponto turístico deste país. Isto deve ser observado, pois benefícios são pagos em dinheiro, não em títulos públicos federais, nem em Termo de Confissão e Parcelamento de Dívidas - TCPD, e se há uma desigualdade entre o fluxo de receitas e de despesas, sendo estas superiores àquelas, então podem ocorrer situações onde o patrimônio do RPPS seja insuficiente para honrar com os compromissos num determinado exercício e, consequentemente, exigir dos respectivos tesouros a justa complementação para quitálos. E esse cenário pode ter por causa, dentre algumas possíveis, o atraso no repasse das contribuições, convertido em parcelamento, junto ao RPPS. Como observa-se, há necessidade de não apenas conhecer o idioma deste país, mas sua cultura, pois não podemos esquecer: Previdência é coisa séria! RPPS DO BRASIL 12-11ª edição - maio / junho

13 RPPS artigo Criando seu portfólio através de Alocações em Fundos Podemos afirmar que a grande maioria das estratégias de investimentos disponíveis no mercado está acessível aos investidores através dos fundos de investimento. Estes instrumentos permitem ao investidor contratar uma equipe especializada que buscará as melhores estratégias para obter a melhor relação risco x retorno. A diferença entre a compra de um fundo de investimento ou os ativos diretamente é fundamentada na mesma razão porque procuramos um médico ao invés de irmos à farmácia e nos automedicarmos. Tanto quanto na medicina, cuidar de investimentos exige conhecimento e dedicação. Porém, antes de escolhermos um fundo de investimentos, temos que identificar o perfil de investimento e determinar como serão distribuídos os recursos pelas respectivas classes de fundos buscando diversificar o risco. relevante para os resultados do que a escolha final do fundo de investimento investido. o investimento, não é suficiente para realizarmos o mesmo. Por isso os gestores são obrigados em sua apresentação do fundo dizer explicitamente que rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Então como devemos proceder? Para determinar o perfil de investimento devemos levar em consideração o objetivo de resultados e quanto tempo dispomos para alcançar seu objetivo. Após esta etapa definimos a alocação por classes de fundos, adequando o nível de risco do portfólio ao risco tolerado pelo Investidor dado seu perfil. Devemos ter a visão que o retorno é esperado, porém o risco é dado e incorrido. A determinação do asset allocation terá influencia predominante no resultado do portfolio. Esta etapa, muitas vezes negligenciada pelos investidores, é mais Após a definição estratégica da alocação inicial do portfolio devemos apenas realizar decisões táticas de alteração do portfolio baseadas não no movimento dos mercados, mas na mudança do cenário econômico. O fundamental é gerir o portfolio com disciplina e com regras pré-estabelecidas evitando tomar decisões influenciadas pelo nervosismo do mercado, o efeito manada, que gera distorções no curto prazo, mas que tendem a ser corrigidas com o tempo. Devemos lembrar que o mercado vive de tendências e normalmente exacerba os movimentos tanto na queda quanto na alta. Realizada a etapa da definição das alocações, o investidor deverá então procurar os melhores fundos em cada classe de fundos. No primeiro momento o investidor tende a selecionar os melhores fundos olhando apenas seus resultados passados. No entanto, esta escolha baseada somente no histórico, apesar de ser uma condição necessária para motivar Devemos analisar os aspectos que levaram o fundo a construir o resultado passado e verificar se estes fatores serão válidos no futuro e criarão a possibilidade da construção de um resultado positivo. Os gestores de fundos de fundos fazem uma extensa análise destes fatores, entre os principais podemos citar: filosofia de gestão, processos de gestão, controle de risco, formação do resultado, Independência entre as funções, rotatividade da equipe, qualificação da equipe de gestão, fidelidade ao mandato, tipo de operações realizadas pelo fundo e taxas de sucesso obtidas nas operações. O processo de investimento é dinâmico e necessita, por parte do investidor, um acompanhamento quotidiano dos investimentos. Isto não significa realizar movimentos constantes no portfolio, mas verificar sempre se condições e objetivos que levaram ao investimento continuam presentes. Alain Pouchucq Alain Pouchucq é diretor do Mercatto Investimentos e gestor de fundos para Investidores Previdenciários. É responsável pela montagem das políticas de investimentos, processo de seleção, análise e coordenação dos comitês que tratam de aprovação dos Gestores e dos Fundos que serão investidos, bem como a gestão do portfólio. É administrador (UCP), pós-graduado em Finanças (UCB/BBM) e mestre em gestão de empresas no setor agroindustrial (ENSA-M/França) Av. Afrânio de Melo Franco Leblon - Rio de Janeiro RJ RPPS DO BRASIL 13-11ª edição - maio / junho

14 RPPS em foco IPAMV- ES Visando à modernização da gestão dos RPPSs, o Ministério da Previdência anunciou a criação de uma Certificação de Qualidade na Gestão. Essa certificação atesta a eficácia da gestão previdenciária, especificamente nas questões de Controles Interno e Externo, Governança Corporativa e Educação Financeira. São ações que têm como consequência o maior controle nas operações de ativo e passivo e maior interação com os segurados vinculados. Com base nesses critérios, o Ministério convidou cinco unidades gestoras de previdência a participar do projeto piloto de certificação. E o IPAMV está entre elas. O convite é um reconhecimento do nosso trabalho e da visibilidade que estamos tendo no cenário nacional entre os regimes de previdência social, aponta Herickson Rubem Rangel, diretor administrativo e financeiro do IPAMV. Rangel tem sido um multiplicador da proposta do projeto de certificação. Bahia A Bahia foi o melhor avaliado entre os entes selecionados que possuem RPPS, incluindo órgãos de previdência estaduais e municipais, ficando em primeiro lugar diante da avaliação de critérios técnicos da seleção e habilitação estabelecidos pelo Ministério da Previdência. O Estado, representado pela Secretaria da Administração (SAEB), foi habilitado pelo Ministério para participar do Programa de Apoio à Modernização da Gestão do Sistema de Previdência Social (Proprev). Essa posição de destaque é fruto da centralização da gestão previdenciária ocorrida em 2008, a partir da criação do órgão central da Previdência do Estado, a Suprev, que obteve a melhor pontuação entre as instituições avaliadas. Com isso, a previdência baiana será beneficiada, tanto nos itens relativos à aquisição de equipamentos de informática, quanto à prestação de assistência técnica para desenvolver estudos sobre a análise do equilíbrio financeiro e atuarial dos RPPSs. A unificação dos processos de concessão de aposentadorias foi implantada em janeiro de 2008, desde então, a unidade realiza, anualmente, o recadastramento de todos os beneficiários e já conseguiu, com as ações de controle implementadas sobre a folha de pagamento da previdência, uma economia de R$ 107 milhões com a suspensão do pagamento de 3,5 mil benefícios irregulares. MATO GROSSO O Estado do Mato Grosso, atualmente, considerado modelo de gestão para todo o país, está munido do CRP. Esse documento é, certamente, um dos mais importantes que o Estado necessita porque vincula uma série de questões operacionais junto à União. No começo do ano, as perspectivas relacionadas à Previdência dos servidores públicos eram consideradas sombrias. Os cálculos do Governo apontavam que, neste ano, o Estado acumularia um déficit superior a R$ 450 milhões. Porém, saiu dessa condição preocupante para um superávit na ordem de R$ 1,1 bilhão. O Governo já destinou cerca de 452 imóveis diversos, pertencentes ao Estado e sem utilidade administrativa, para compor o lastro previdenciário. Com isso, permitiu que o déficit previsto fosse zerado e, na avaliação dos produtos, gerasse a estimativa de superávit. RPPS DO BRASIL 14-11ª edição - maio / junho

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