PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL: RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO PLANO OPERATIVO EM UMA FARMÁCIA DE REFERÊNCIA DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS/SC.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL: RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO PLANO OPERATIVO EM UMA FARMÁCIA DE REFERÊNCIA DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS/SC."

Transcrição

1 ISSN PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SITUACIONAL: RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO PLANO OPERATIVO EM UMA FARMÁCIA DE REFERÊNCIA DO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS/SC. Daniela Matte Guardini (UFSC) Juliana Pereira (UFSC) Rogério da Silva Nunes (UFSC) Resumo O presente artigo trata da utilização de processos de planejamento na gestão dos serviços de saúde e tem como objetivo a apresentação de resultados alcançados com a construção de um Plano Operativo (PO) aos gestores, profissionais e usuárioos do serviço em questão. O PO foi elaborado para o enfrentamento de um problema priorizado utilizando-se como base o método do Planejamento Estratégico Situacional (PES) de Carlos Matus. O local foco definido foi uma farmácia de referência para medicamentos sujeitos a controle especial do município de Florianópolis. A estratégia metodológica utilizada foi o estudo de caso por ser este um método específico de pesquisa de campo, que tem como objetivo compreender o evento em estudo e paralelamente, desenvolver teorias mais genéricas a respeito das características do fenômeno observado. O método utilizado ampliou o conhecimento e a capacidade de gestão dos atores participantes, apresentando grande potencial para contribuir para a organização e estruturação dos serviços de saúde e de Assistência Farmacêutica (AF) a nível local. Pela alta capacidade de resolução dos problemas identificados, por seu caráter estratégico e situacional, pela ampla participação social e interdisciplinar, sugere-se a utilização do método do PES nas diferentes unidades de saúde do município, de forma a contribuir para a construção dos planos municipais. Palavras-chaves: Planejamento Estratégico Situacional; Gestão em Saúde

2 1. INTRODUÇÃO O uso de ferramentas de planejamento permite o melhor aproveitamento do tempo e dos recursos, aumentando a possibilidade de atingir objetivos determinados. O alcance de objetivos complexos pode ser facilitado quando o planejamento é realizado com a participação social, de forma interdisciplinar, intra e intersetorial (CAMPOS, FARIA, SANTOS, 2010). O planejamento foi uma das diretrizes estabelecidas no Pacto de Gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), componente do Pacto pela Saúde Dentre os objetivos do sistema de planejamento proposto destaca-se a formulação de metodologias e modelos básicos de instrumentos de planejamento, monitoramento e avaliação que expressem as diretrizes do SUS (universalidade de acesso, integralidade de atenção e descentralização políticoadministrativa com direção única em cada esfera de governo), adaptadas a cada esfera administrativa (BRASIL, 2006). De acordo com Savassi (2012), a determinação da necessidade de planejamento no Pacto de Gestão do SUS fortaleceu o nível municipal para a resolução de problemas de acordo com a capacidade de diagnóstico e decisão regional, possibilitando ações que diminuam a desigualdade no acesso às ações e serviços de saúde existentes no país. Do ponto de vista estratégico, o planejamento pode ser considerado como a arte de construir maior governabilidade aos objetivos de uma pessoa, organização ou país. Cabe ressaltar que não cabe ao planejamento predizer o futuro, e sim buscar a viabilidade para criar o futuro (TONI, 2004). Atualmente, existem diferentes métodos ou modelos de planejamento que possibilitam uma gestão eficaz e eficiente, sendo o melhor método aquele que melhor se ajustar a uma determinada situação, optando-se pelo que for mais adequado ao modelo de gestão adotado pela organização (ARTMANN, 2012). O método utilizado para o processo de planejamento apresentado neste artigo considerou a teoria do Planejamento Estratégico Situacional (PES), de Carlos Matus, e teve como foco uma farmácia de referência do município de Florianópolis/SC. Este método presume adaptações constantes às situações em que é aplicado. A partir do planejamento 2

3 realizado foi construído um Plano Operativo (PO) para o enfrentamento do problema priorizado, utilizando quatro momentos: Explicativo, Normativo, Estratégico e Tático Operacional. Nesse sentido, este estudo tem como objetivo apresentar aos gestores, profissionais e usuários do SUS do município de Florianópolis, os principais resultados obtidos através da utilização deste método de planejamento. 2. Fundamentação teórica Para fundamentar o presente estudo buscou-se fazer uma breve introdução sobre o método de planejamento em saúde utilizado na década de 60 pela Organização Pan- Americana de Saúde (OPAS), para então descrever o método do Planejamento Estratégico Situacional (PES), de Matus (1994) Planejamento Estratégico Situacional Na década de 60, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e o Centro de Estudos do Desenvolvimento da Universidade Central da Venezuela (CENDES) elaboraram um método, intitulado CENDES/OPAS (1965) para ser utilizado no planejamento em saúde. O referido método, denominado Planejamento Normativo, tinha como objetivos otimizar os ganhos econômicos obtidos com saúde e/ou diminuir os custos da atenção. A escolha das prioridades era feita a partir da relação custo/benefício e a formulação do plano iniciava com um diagnóstico. A partir do diagnóstico era realizada uma seleção de prioridades, projetandose as ações e definindo-se os recursos, de forma a alcançar mais eficiência nas ações de saúde (GIOVANELLA, 1990). O referido método tem como característica preponderante o planejamento realizado por apenas um ator, que tem plenos poderes. Também é considerado economicista, por visar uma relação de custo-benefício, e tecnocrático, devido ao investigador estabelecer prioridades com base em seus próprios conhecimentos. Estas características foram essenciais para o fracasso do método na saúde (CAMPOS, FARIAS, SANTOS, 2010). A proposta metodológica do PES foi criada nos anos 70 pelo economista chileno Carlos Matus. Para Matus (1994), o PES pode ser uma forma de governo ou um método de 3

4 alta complexidade e alta potência, que se destaca por propor a construção de viabilidade para um problema estratégico, detectado por meio da construção de um plano com apoio de diferentes atores sociais (ARTMANN, 2012). O método do PES foi fundamentado por Carlos Matus enquanto atuou como Ministro do Planejamento no governo do Presidente Chileno Salvador Allende, entre 1970 e 1973; e também em seus estudos e críticas às metodologias tradicionais, principalmente os planejamentos normativos e estratégico empresariais (ADUM; COELHO, 2006). Para Matus (1993), o planejamento é um cálculo que antecede e preside a ação com o intuito de instituir um futuro, e não de predizê-lo. Nesse sentido, o PES acompanha permanentemente a realidade, avaliando as decisões e verificando se os resultados produzidos seguem a mesma direção dos resultados esperados. De forma a garantir a efetividade do processo de planejamento, as ações executadas devem observar a articulação de três variáveis interdependentes, consideradas fundamentais por Matus, pois habilitam para o ato de governar e viabilizam a concretização de projetos. Essas variáveis são conhecidas como Triângulo de Governo: Projeto de Governo, Capacidade de Governo e Governabilidade (ARTMANN, 2012; TANCREDI, BARRIOS, FERREIRA, 2002). A Capacidade de Governo revela a competência do gestor para compreender, elucidar e enfrentar os problemas, e compreende sua bagagem intelectual, experiência, expertise, capacidade pessoal e institucional de governo, que o tornam capaz de conduzir o processo social a objetivos declarados; o Projeto de Governo determina quais os problemas que o gestor se dispõe a enfrentar, bem como a estratégia para superá-los dentro do período de governo; e a Governabilidade revela a relação entre ações que o gestor controla com aquelas que não controla, bem como a capacidade de uma análise estratégica da seleção de problemas (TANCREDI, BARRIOS, FERREIRA, 2002). No que diz respeito ao uso deste método na gestão de organizações, aponta-se a necessidade de se considerar a missão da mesma, pois através dela é possível compreender a função básica da organização na sociedade, no que diz respeito aos produtos e serviços produzidos e/ou oferecidos a seus clientes e/ou usuários. Também é importante que se defina o território no qual o planejamento está inserido, não devendo ser compreendido apenas como o espaço geográfico, mas como o local de interação de diferentes atores sociais (VEBER, LACERDA E CALVO, 2011). 4

5 O planejamento não deve ser confundido com o plano, pois o plano é passageiro e é apenas um dos produtos de todo o processo, enquanto o planejamento é permanente. O plano serve para detalhar o processo de mudança e a situação desejada, e documentar os objetivos gerais e específicos, as operações, ações e estratégias necessárias para o alcance das metas traçadas. Para que o plano se mantenha atual o mesmo deve ser constantemente revisado e sempre que necessário, deve ocorrer a proposição de estratégias que o tornem adequado às novas situações (TANCREDI, BARRIOS, FERREIRA, 2002). Para operacionalizar o plano torna-se necessário especificar as atividades previstas, através do detalhamento da estrutura necessária, das rotinas e tarefas, dos custos e do tempo para a realização das operações. Este processamento técnico-político dos problemas se dá através de quatro momentos repetitivos, que permitem abordar de forma metodológica e sistemática os instrumentos práticos de planejamento: Momento Explicativo, Normativo, Estratégico e Tático-Operacional. Cada momento representa uma visão dinâmica do processo de planejamento e se caracteriza pela permanente e constante interação e retomada de suas fases durante o processo de planejamento (MATUS, 1993). O Momento Explicativo é caracterizado pela análise da realidade feita pelo ator que planeja; pela identificação, descrição e priorização dos problemas estratégicos; pela explicação dos problemas; determinação de suas causas e consequências através da rede de causalidade simplificada; pela determinação dos nós críticos, sobre os quais serão definidas operações e ações; e pela construção da imagem-objetivo pelo grupo participante (ARTMANN, 2012). No Momento Normativo define-se como deve ser a situação ideal e o plano de intervenção para alcançar essa situação. As causas ou nós críticos darão origem aos objetivos gerais e específicos, bem como às operações e ações necessárias para alcançar o resultado final. Para cada nó crítico ou causa são elaboradas uma ou mais operações que representem propostas de intervenção sobre o problema. As operações são consideradas compromissos de ação ou meios de intervenção que utilizam recursos organizativos, políticos e econômicos que geram produtos ou resultados (ARTMANN, 2012). Cada operação será detalhada por meio de ações, que terão seus produtos e resultados determinados por meio da definição dos responsáveis pelas ações, dos recursos e do tempo de realização, representando o contexto do plano (VEBER, LACERDA E CALVO, 2011). O Momento Estratégico analisa e constrói a viabilidade do plano nas dimensões política, econômica, cognitiva e organizativa, bem como define estratégias quando são 5

6 identificadas interferências negativas que inviabilizam o processo. Esse é o momento de pensar como deve ser a articulação entre o deve ser (desejo) e o pode ser (realidade) (ARTMANN, 2012). No Momento Tático Operacional os momentos anteriores transformam-se em ações concretas e ocorre o monitoramento das ações e seus ajustes. É o ponto central na mediação entre o conhecimento e a ação (MIGLIATO, 2004). Esse momento tem a finalidade de criar um processo contínuo entre os momentos anteriores e a ação diária. De acordo com Toni (2004), a análise de problemas, a identificação do território, a visualização e participação de outros atores sociais, e a análise estratégica são elementos fundamentais e diferenciadores do PES em relação a outros métodos de planejamento. O PES apresenta-se como uma tecnologia simples por apoiar-se em uma permanente visualização, abranger ambientes normais e por não exigir trabalhos com tempos intensivos. A realização de uma oficina ou seminário tende a mobilizar possíveis tensões internas, deixando transparecer conflitos ocultos pela rotina burocrática. As desvantagens podem aparecer quando não são realizadas adaptações metodológicas e operacionais necessárias, que podem decorrer da pouca capacidade do facilitador em conduzir as técnicas necessárias; e da não participação de atores com alta governabilidade em todos os processos e atividades previstas (TONI, 2004). Tendo em vista que a realidade nos serviços de saúde é delimitada por questões complexas, que exigem o posicionamento de diferentes atores, incluindo nestes, os usuários, que buscam por seus direitos. Nesse sentido, o planejamento abrangente e participativo pode favorecer o enfrentamento dos problemas (ARTMANN, 2012). 3. ASPECTOS METODOLÓGICOS Este artigo utiliza como estratégia metodológica o estudo de caso dos resultados até então alcançados com o uso do método do PES realizado com foco na farmácia de referência do Distrito Sanitário Norte (DSN) do município de Florianópolis/SC. A documentação do processo de planejamento resultou na construção de um PO, que serviu como parâmetro para este estudo. O processo de planejamento foi iniciado pela descrição e análise estratégica situacional do local, sendo que o Momento Explicativo, que trata da identificação, priorização 6

7 e explicação do problema ocorreu com a participação de 21 atores em uma oficina. Os demais Momentos foram desenvolvidos pela autora, com auxílio dos demais profissionais farmacêuticos pertencentes ao Distrito Sanitário Norte deste município. De acordo com Jacobsen (2011), o procedimento técnico escolhido é pertinente quando se estuda eventos do presente e quando a possibilidade de controle sobre os comportamentos é diminuída; também é destacada a possibilidade de exploração de processos sociais conforme os mesmos acontecem nas organizações, contribuindo para a compreensão mais ampla através de uma investigação mais aprofundada. Segundo Mendes (2009), o estudo de caso tem o objetivo de compreender o evento em estudo e paralelamente, desenvolver teorias mais genéricas a respeito das características do fenômeno observado. Esse processo é feito através do relato e da descrição dos fatos/situações, de forma a gerar conhecimento acerca do fenômeno estudado, comprovando ou contrastando efeitos e relações presentes no caso. O estudo de caso trata de uma pesquisa de natureza aplicada (SILVA, MENEZES, 2001; APPOLINÁRIO, 2006), com forma de abordagem qualitativa (SILVA, MENEZES, 2001; JUNG, 2004). No que diz respeito aos objetivos da pesquisa, ela pode ser classificada como descritiva, por abordar dados e problemas que merecem ser estudados e que não apresentam registros documentados (JACOBSEN, 2011). A unidade de análise é definida pelo processo que resultou na construção do PO (Figura 01), sendo a observação direta da autora considerada como principal fonte de dados. 7

8 Figura 01: Os quatro momentos do PES. Fonte: adaptado de Rieg & Araujo Filho, Esta metodologia foi escolhida por facilitar a compreensão do processo de acordo com a complexidade social e por possibilitar a análise dos resultados do planejamento realizado a partir dos problemas diagnosticados por diferentes atores. 4. ANÁLISE SITUACIONAL DO TERRITÓRIO O Distrito Sanitário Norte (DSN) abrange uma população de habitantes (IBGE, 2010) e é referenciado por 11 Centros de Saúde (CS), formado por 23 Equipes de Saúde da Família (ESF) e 01 equipe de Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). Além dos serviços de atenção básica, o DSN conta com uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma Policlínica que oferecem serviços de média complexidade. Nos 11 CS do DSN não há supervisão diária de profissionais farmacêuticos nas farmácias básicas, sendo que apenas as atividades técnico-gerenciais são supervisionadas pelo profissional do NASF. Na Policlínica Norte encontra-se inserida a farmácia de referência, responsável pela dispensação de medicamentos sujeitos a controle especial (Portaria MS 344, de 1998), medicamentos básicos para usuários atendidos no serviço de média complexidade (Policlínica) e medicamentos estratégicos (tabagismo) aos usuários desta regional. Apesar de 8

9 sua localização nesta unidade de saúde, a farmácia oferece serviços exclusivos de atenção básica. O atendimento é realizado no período da manhã, das 8 às 12 horas, e no período da tarde, das 13 às 17 horas. No que tange aos recursos humanos, a farmácia conta com uma farmacêutica para o período matutino e outra para o vespertino, ambas com carga horária semanal de 30 horas destinadas exclusivamente ao serviço de farmácia desta unidade de saúde. Além destas, para auxiliar na dispensação dos medicamentos em casos de ausência, de forma que o serviço não seja interrompido, a farmácia conta com apoio de uma farmacêutica integrante do NASF do DSN, cuja atribuição é apoiar as equipes saúde da família deste distrito com carga horária semanal de 40 horas. Conforme dados registrados pelo Infosaúde, em Agosto de 2012, o número de atendimentos, que geraram dispensação de algum medicamento, foi de 1943 usuários, correspondendo a uma média diária de 84 pessoas atendidas pelo serviço de dispensação. Além disso, estima-se que 20% dos atendimentos não geram dispensação de medicamentos e não são contabilizados pelo sistema informatizado. Considerando este acréscimo de 20%, cada farmacêutica atende, aproximadamente, 50 pessoas por período. Na farmácia são desenvolvidas atividades técnico-gerenciais de programação, aquisição, armazenamento e controle de estoque de medicamentos; e atividades técnicoassistenciais de dispensação de medicamentos, orientação e supervisão de estagiários do curso de Farmácia da UFSC. Tais atividades são realizadas exclusivamente pelo farmacêutico, visto que o serviço não possui apoio de outros profissionais. Quanto à estrutura física, a Policlínica destina uma área específica para o serviço de farmácia nas seguintes dimensões: área para atendimento de 4,5m 2, sendo os usuários atendidos em pé em frente ao guichê de atendimento, e área para armazenamento dos medicamentos de 7,5m DESCRIÇÃO DO PLANO OPERATIVO Para a documentação do PO, estabeleceu-se uma sequência dos quatro momentos propostos por Matus (1994): Explicativo, Normativo, Estratégico e Tático-Operacional. No Momento Explicativo ocorreu a identificação, priorização e explicação do problema, que foi realizada através de 01 oficina na qual participaram 21 diferentes atores. Foram identificados 19 problemas, os quais foram priorizados considerando parâmetros de 9

10 magnitude, transcendência, vulnerabilidade, urgência e factibilidade. Após a priorização a relação de problemas ficou na seguinte ordem: 1. Falta de estrutura física adequada para armazenamento e atendimento humanizado (dificulta a interação com o usuário); 2. Falta de RH suficiente para o atendimento (NASF sem farmacêutico), sobrecarga profissional; 3. Falta frequente de medicações controladas; 4. Dificuldade de integração (distanciamento do serviço de farmácia da Atenção Primária); 5. Falta orientação ao paciente sobre o controle de datas de entrega; 6. Receitas pouco legível; 7. Falta de atenção farmacêutica (atenção integral e longitudinal); 8. Falta de comunicação sobre faltas para as unidades; 9. Falta de Farmacovigilância (acompanhamento de reações adversas); 10. Falta de divulgação sobre os serviços da Farmácia; 11. Falta de telefone para informações (ramal); 12. Não fornecimento do tratamento medicamentoso completo ao paciente; 13. Dificuldades de acesso (dispensação centralizada, horário de atendimento, plantão 24 horas); 14. Falta de confiabilidade do estoque no InfoSaude ; 15. Falta de comunicação sobre a demanda proveniente por unidade; 16. Validade das receitas (3 ou 6 meses); 17. Proibição do fornecimento á rede privada; 18. Falta de tolerância quanto ao vencimento da receita de 24 horas; 19. Mau humor das atendentes. A Oficina teve como condutoras do processo, duas facilitadoras, ambas profissionais farmacêuticas do serviço de farmácia em questão. Por isso, foram priorizados dois principais problemas, sendo que a problemática dos Recursos Humanos Insuficientes foi trabalhada por esta autora. A explicação deste problema ocorreu por meio de evidências/descritores, indicadores, causas e consequências, possibilitando a construção da espinha de peixe (Diagrama de Ishikawa Figura 02) e a definição da imagem-objetivo. 10

11 Figura 02: Diagrama de Ishikawa (espinha de peixe). Fonte: Guardini e Sartor (2012), pág. 55. Analisando o Momento Explicativo, identificou-se que a oficina conseguiu revelar uma realidade insatisfatória detectada por distintos atores, inclusive pelos usuários do serviço, e se mostrou como uma alternativa positiva para a resolução do problema priorizado, devido ao maior comprometimento com a busca de soluções para os problemas diagnosticados. Observou-se também, a não participação de convidados importantes, como a Gerência de AF municipal, e a falha em não convidar representantes com maior governabilidade, como por exemplo, a Diretoria de Atenção Primária (GUARDINI; SARTOR, 2012). O Momento Normativo destacou-se pela definição do objetivo-geral: Sugerir um modelo de organização dos serviços farmacêuticos na Farmácia de Referência do DSN, visando à qualificação da AF. A partir deste objetivo foram definidos 02 objetivos específicos e para cada um, 03 operações que resultaram em 21 ações necessárias para o alcance do objetivo-geral em longo prazo. No Momento Estratégico ocorreu a análise de viabilidade e factibilidade das 21 ações propostas. Nesta análise foram detectadas 04 ações consideradas inviáveis, no que diz respeito 11

12 ao poder de execução e à capacidade de mantê-las. Para cada uma dessas ações foram definidas novas ações estratégicas que envolvessem a sensibilização dos atores responsáveis por suas execuções, os quais detém maior governabilidade sobre o processo. Por fim, o Momento Tático Operacional, determinado pelo monitoramento das ações através da criação de indicadores de avaliação para cada operação definida, a necessidade de recursos financeiros e os atores responsáveis para cada ação. Nesse momento também foi definido o horizonte do PO, que está em execução e tem como previsão para término, Julho de 2013, podendo ser revisado e alterado conforme a necessidade. 6. RESULTADOS DO PROCESSO A partir da definição das operações e ações propostas para o enfrentamento da problemática da quantidade insuficiente de recursos humanos, algumas ações já apresentam resultados satisfatórios. Além dessas ações, no Momento Explicativo, onde ocorreu a construção da espinha de peixe, observou-se que muitos dos problemas apresentados pelos distintos atores, apresentavam-se como causas e/ou consequências dos problemas priorizados. Dessa forma, apresenta-se a seguir os resultados obtidos através do processo de planejamento: Sensibilização do Secretário Municipal de Saúde e da Diretoria de Atenção Primária (DAP) para a necessidade de inclusão das 02 farmacêuticas da Farmácia de Referência no NASF Norte, que resultará na ampliação da carga horária, na adequação do trabalho destas na lógica da ESF e na qualificação dos serviços farmacêuticos; Atividade educativa voltada aos trabalhadores da Policlínica Norte sobre os serviços da farmácia, realizada em dois turnos com duração de 4 horas, com o objetivo de oferecer suporte técnico aos serviços de farmácia enquanto não há a disponibilização de um profissional fixo para compor a equipe, bem como visando melhorar a qualidade das informações prestadas aos usuários; Elaboração de uma lista de medicamentos disponibilizados pelo SUS em ordem alfabética; esta demanda foi apresentada pelos trabalhadores no momento da atividade educativa de forma a facilitar e simplificar a busca pelos medicamentos, tendo em vista que a lista publicada era apresentada por classe farmacológica; 12

13 Elaboração de orientação anexada às segundas vias das receitas médicas sobre as próximas retiradas de medicamentos, bem como sobre a validade das receitas médicas sujeitas a controle especial; Sensibilização da Coordenação e da Direção do DSN para a necessidade de um espaço maior para a farmácia. No que diz respeito a essa questão, foi emprestada provisoriamente uma sala de apoio que fica ao lado da farmácia para o armazenamento de medicamentos e reuniões entre os farmacêuticos deste Distrito; Inclusão de uma técnica de enfermagem para atuar exclusivamente no serviço de farmácia, de forma a oferecer suporte técnico e administrativo às atividades desenvolvidas; A partir dos resultados apresentados, observa-se a importância do PES na resolução do problema priorizado Recursos Humanos Insuficientes. A execução do Plano Operativo elaborado para o enfrentamento do problema mostrou-se eficaz e eficiente, melhorando a organização do serviço e qualificando os serviços farmacêuticos até então disponibilizados, possibilitando ainda, a inclusão de outros serviços farmacêuticos aos usuários do serviço. Destaca-se ainda, a característica positiva desta ferramenta em relação à governabilidade, tendo em vista que em um primeiro momento houve questionamentos quanto ao poder da facilitadora do processo em relação à resolução do problema. Espera-se ainda que, com a resolução do problema priorizado, seja possível a resolução dos demais problemas relatados, visto que muitos destes foram considerados como causas e consequências da quantidade insuficiente de recursos humanos. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS O método utilizado do PES que resultou na construção do PO mostrou-se adequado por ampliar o conhecimento e a capacidade de gestão dos atores participantes. Também apresentou com grande potencial para contribuir para a organização e estruturação dos serviços de saúde e de Assistência Farmacêutica a nível local. 13

14 Em relação aos resultados alcançados, é possível verificar que o processo de planejamento incorporou-se ao serviço em questão, pois se mostrou positivo no enfrentamento e resolução dos problemas, contribuindo para uma melhor efetividade nos processos de trabalho, e consequentemente na qualificação dos serviços farmacêuticos ofertados aos usuários, antes consideradas inviáveis devido à falta de tempo e de espaço. A metodologia utilizada foi capaz de sensibilizar os participantes e demais profissionais pertencentes à unidade de saúde em que a farmácia está inserida, da importância da qualificação dos serviços farmacêuticos para os serviços de saúde, visto que a maior parte das intervenções em saúde envolvem o uso de medicamento e a qualidade do uso pode contribuir para o resultado positivo da intervenção realizada. No que diz respeito aos serviços desta farmácia de referência, espera-se que o processo de planejamento torna-se um processo permanente no serviço, contribuindo de forma eficaz e eficiente com a melhoria nos serviços de saúde, bem como na qualificação dos serviços farmacêuticos, tendo em vista a importância destes para o resultado final das intervenções em saúde, que normalmente envolvem o uso de medicamentos. Sugere-se a utilização do método do PES na construção de planos municipais, regionais e locais, em virtude de seu caráter estratégico e situacional e pela explicação de problemas detectados por distintos atores, capazes de contribuir para o alcance de objetivos determinados que melhorem a qualidade dos serviços de saúde. 8. REFERÊNCIAS ADUM, J.J.; COELHO, G. L. O Planejamento Estratégico Situacional - PES, na Gestão Pública: O Caso da Prefeitura da Cidade de Juiz de Fora. Revista Eletrônica de Economia. Disponível em: Acessado em: 30/09/2012. Juíz de Fora: APPOLINÁRIO, F. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, ARTMANN, E. O Planejamento Estratégico Situacional no nível local: um instrumento a favor da visão multissetorial. Núcleo de Educação em Saúde Coletiva UFMG. Disponível em: < Acesso em: 10 Julho BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 399, de fevereiro de Divulga o Pacto pela Saúde Brasília:

15 CAMPOS, F. C. C.; FARIA, H. P.; SANTOS, M. A.; Planejamento e avaliação das ações em saúde. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Núcleo de Educação em Saúde Coletiva; 2ª Ed., GIOVANELLA, L. Planejamento estratégico em saúde: uma discussão da abordagem de Mario Testa. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p , GUARDINI, D. M.; SARTOR, V. B. Plano Operativo em Foco: Análise do Momento Explicativo do Planejamento Estratégico Situacional Realizado em uma Farmácia de Referência Distrital de Florianópolis, SC. Dissertação (especialização em Gestão da Assistência Farmacêutica) Universidade Aberta do SUS/Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo Disponível em: <http://www.censo2010.ibge.gov.br/>. Acesso em: 01 abr JACOBSEN, Alessandra de Linhares. Metodologia do Trabalho Científico. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / CSE/UFSC : Fundação Boiteux, JUNG, Carlos Fernando. Metodologia para pesquisa & desenvolvimento: aplicada a novas tecnologias, produtos e processos. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil, MATUS, C. Política, planejamento e governo. Brasília: Instituto de Economia Aplicada, MATUS, C., Guia de Análisis Teórico. Curso de Governo e Planificação. Caracas: Fundación Altadir, MENDES, E. V. Ministério da Saúde. Ciclo de Debates sobre Redes Regionalizadas de Atenção à Saúde: Desafios do SUS. Brasil, MIGLIATO, A.L.T. Planejamento estratégico situacional aplicado à pequena empresa: estudo comparativo de casos de empresas do setor de serviço (hoteleiro) da região de Brotas SP. Dissertação (mestrado em engenharia de produção) Universidade de São Paulo, São Paulo, RIEG, D.; FILHO, T. A. Planejamento Estratégico Situacional e Mapeamento Congnitivo em uma situação concreta: o caso da Pró-Reitoria de Extensão da UFSCar. Gestão & Produção; v. 9, n. 2, p , ago SAVASSI, L. C. M., DIAS, R. B. Planejamento de ações na Equipe. GESF Grupo de Estudos em Saúde da Família. Disponível em: > SILVA, E.L.; MENEZES, E.M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Florianópolis: Laboratório de ensino a distância da Universidade Federal de Santa Catarina, TANCREDI, F. B., BARRIOS, S.R.l., FERREIRA, J.H.G. Planejamento em saúde. São Paulo: FSP-USP,

16 TONI, J. O que é o Planejamento Estratégico Situacional? Revista espaço Acadêmico; nº 32; Disponível em: Acessado em: 30/09/2012; Janeiro, VEBER, A. P.; LACERDA, J. T.; CALVO, M. C. M. Planejamento em Saúde. Módulo Transversal 1: Gestão da Assistência Farmacêutica. Universidade Federal de Santa Catarina: VIEIRA, V.A. As tipologias, variações e características da pesquisa de marketing. Rev. FAE, Curitiba, v. 5, n. 1, p , jan./abr

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO DO NASF

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO DO NASF ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO DO NASF Jorge Zepeda Gerente de APS da SMS de Florianópolis I Encontro Estadual dos NASF de SC Florianópolis, Novembro de 2012 ROTEIRO DE CONVERSA 1. LUGAR DE ONDE FALO:

Leia mais

AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes

AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA PROJETO AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Apresentação Geral, Objetivos e Diretrizes Outubro de 2005 Justificativa A grande expansão da estratégia

Leia mais

O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato

O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato Salvador, da Delegacia Regional de P. Prudente do Conselho

Leia mais

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência.

ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO. Palavras-chave: Sistema de Regulação. Descentralização, Regionalização e Referência. ANÁLISE DO SISTEMA DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE HIDROLÂNDIA/GO Nara FUKUYA 1 ; Ana Elisa Bauer Camargo SILVA 2 1,2 Universidade Federal de Goiás, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Núcleo de Estudo

Leia mais

Oficina de planejamento estratégico

Oficina de planejamento estratégico Oficina de planejamento estratégico Objetivo Avaliar o momento atual do planejamento estratégico no tce. Levantar elementos de continuidade do processo. Metodologia O Planejamento Estratégico Situacional,

Leia mais

Fabiola Sulpino Vieira. fabiolasulpino@uol.com.br

Fabiola Sulpino Vieira. fabiolasulpino@uol.com.br Fabiola Sulpino Vieira fabiolasulpino@uol.com.br Mercado Farmacêutico Mundial Entre 1980 e 1999 houve crescimento de 5 até quase 120 bilhões de dólares a preços constantes Em 1999, 15% da população mundial

Leia mais

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa;

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa; TÍTULO DA PRÁTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE DO DISTRITO SANITÁRIO CENTRO 2011: apresentação regular dos dados de tuberculose as unidades do Distrito Sanitário Centro CÓDIGO DA PRÁTICA:

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 01/13 PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE ORIENTAÇÕES GERAIS 2014/2017 Introdução: O planejamento em saúde configura-se como responsabilidade dos entes públicos, assegurada pela Constituição Federal

Leia mais

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF Preocupados com inúmeros questionamentos recebidos pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a CNSPV/CFMV vem por

Leia mais

Sistema Integrado de Saúde

Sistema Integrado de Saúde Sistema Integrado de Saúde Além de gerar automaticamente todas as informações obrigatórias para o SUS, o sistema permite a identificação de cada pessoa dentro da sua família, com seu histórico de saúde,

Leia mais

Projeto. Amigos da Rede

Projeto. Amigos da Rede PREFEITURA MUNICIPAL DE MAUÁ e Ribeirão Pires Projeto Amigos da Rede Mauá Dez/2009. 1. APRESENTAÇÃO O município de Mauá, que integra a Região metropolitana de São Paulo, realizou sua emancipação a partir

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS

TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS 1. INTRODUÇÃO O Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos pretende contratar instituição de pesquisa com a finalidade de produção de análises estatísticas e econômicas

Leia mais

GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE GUIA PROPOSTO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE (Fonte: Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS) O planejamento é uma função estratégica de gestão assegurada pela Constituição Federal

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 PARECER CTSAB Nº 03/2014 Porto Alegre, 11 de agosto de 2014. Atuação do Profissional Enfermeiro na Atividade Física. I - Relatório Trata-se de solicitação de dúvida e emissão de parecer, encaminhada por

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 03/13 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ELABORAÇÃO - 2014 Introdução: O Planejamento é uma tecnologia de gestão que visa articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas

Leia mais

O Farmaceûtico na Atenc ão Primaŕia à Sau de: educação continuada como estrateǵia de transformac ão

O Farmaceûtico na Atenc ão Primaŕia à Sau de: educação continuada como estrateǵia de transformac ão O Farmaceûtico na Atenc ão Primaŕia à Sau de: educação continuada como estrateǵia de transformac ão Vera L Luiza 1, Rondinelli Mendes da Silva 1, Silvia C. F. de Araújo 2, Maria R. C. Macedo 3 ; Angela

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA Capítulo I Caracterização Artigo 1 º O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) da UNIFESP é uma instância do campus Baixada

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

Leonardo Rodrigues Silva Administrador de Sistemas e Serviços de Saúde, Pós-Graduando em Gestão de Investimentos em saúde (FIOCRUZ).

Leonardo Rodrigues Silva Administrador de Sistemas e Serviços de Saúde, Pós-Graduando em Gestão de Investimentos em saúde (FIOCRUZ). PROJETO DE VIABILIDADE PARA ELEVAR A ACESSIBILIDADE AOS EXAMES DE RESSONÂNCIA NUCLEAR MAGNÉTICA (RNM), DO HOSPITAL CRISTO REDENTOR DO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO. (Trabalho de conclusão do curso de Pós-Graduação

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência CURSO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE INTERVENÇÃO BREVE E ACONSELHAMENTO MOTIVACIONAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS Rede de Atenção e

Leia mais

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS Bem-vindo(a) ao primeiro módulo do curso! A partir de agora você conhecerá as principais características do sistema HÓRUS. Para iniciar, você saberia dizer por que este sistema

Leia mais

Juliana Gagno Lima 1 ; André Schimidt da Silva 2 ; Monique Alves Padilha 1; Waleska Muniz Lopes Guerra 3

Juliana Gagno Lima 1 ; André Schimidt da Silva 2 ; Monique Alves Padilha 1; Waleska Muniz Lopes Guerra 3 Financiamento da atenção básica no estado do Rio de Janeiro: análise dos repasses federais e estaduais. 1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA Juliana Gagno Lima 1 ; André Schimidt da Silva 2 ; Monique Alves Padilha

Leia mais

Maria Inês Gazzola Paulino

Maria Inês Gazzola Paulino CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde PROTEÇÃO À SAÚDE DOS SERVIDORES DEFICIENTES DO SUS BETIM Maria Inês Gazzola Paulino Betim Agosto, 2012 1 1. PROBLEMA

Leia mais

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Ao Ministério da Saúde Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde E-mail: deges@saude.gov.br - prosaude@saude.gov.br CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002

Leia mais

Prezado Sr. Ramon Ramonielli Santos Secretário de Educação de Contagem

Prezado Sr. Ramon Ramonielli Santos Secretário de Educação de Contagem CONSULTORIA INSTITUTO CULTIVA PARA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE CONTAGEM DEMANDA: FORMATAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2015/2016 ASSUNTO: APRESENTAÇÃO DE CARGA HORÁRIA PREVISTA

Leia mais

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010 SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010 Estabelece orientações básicas sobre a Norma Operacional de Saúde do Servidor - NOSS aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal

Leia mais

CUIDANDO DO CUIDADOR: Conscientização para a Implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS na Macrorregião Missioneira

CUIDANDO DO CUIDADOR: Conscientização para a Implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS na Macrorregião Missioneira 1 CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde CUIDANDO DO CUIDADOR: Conscientização para a Implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde do Trabalhador

Leia mais

Vigilância epidemiológica de surtos de doenças diarreicas e alimentares 2º CONGRESSO BRASILEIRO DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE

Vigilância epidemiológica de surtos de doenças diarreicas e alimentares 2º CONGRESSO BRASILEIRO DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE 2º CONGRESSO BRASILEIRO DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE UNIVERSALIDADE, IGUALDADE E INTEGRALIDADE DA SAÚDE: UM PROJETO POSSÍVEL A experiência do Pet-Saúde/Vigilância em Saúde na implementação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

Organização Regional da Linha de Cuidado do Sobrepeso e da Obesidade na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Organização Regional da Linha de Cuidado do Sobrepeso e da Obesidade na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA E TEMÁTICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DOENÇAS CRÔNICAS Organização Regional da Linha de Cuidado

Leia mais

Experiência: Sistema de Controle logístico de Medicamentos Antirretrovirais - SICLOM

Experiência: Sistema de Controle logístico de Medicamentos Antirretrovirais - SICLOM Experiência: Sistema de Controle logístico de Medicamentos Antirretrovirais - SICLOM Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Responsável: Juliana Monteiro da Cruz, Gerente de Desenvolvimento

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE SAÚDE DIRETORIA GERAL DE REGULAÇÃO DO SISTEMA GERÊNCIA DE ATENÇÃO BÁSICA Recife em Defesa da Vida Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS Informações gerais Estado Amazonas Organizadores (sindicato e Sindicato dos Farmacêuticos

Leia mais

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007 substitui a Portaria GM/MS nº 198, de 13 de fevereiro de 2004 e Proposta de Alteração Pesquisa de Avaliação

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Ambiente, Saúde e Segurança CURSO: Técnico em Meio Ambiente FORMA/GRAU:( )integrado ( x )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura (

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS. luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS luciene@fortalnet.com.br 1 POLÍTICA? luciene@fortalnet.com.br 2 Política É um compromisso oficial expresso em um documento escrito. São decisões de caráter geral, destinadas

Leia mais

ESCRITÓRIO DE PROJETOS CORPORATIVO DO INPI

ESCRITÓRIO DE PROJETOS CORPORATIVO DO INPI ESCRITÓRIO DE PROJETOS CORPORATIVO DO INPI O modelo implantado e as lições aprendidas PEDRO BURLANDY Maio/2011 SUMÁRIO 1. PREMISSAS E RESTRIÇÕES 2. DIAGNÓSTICO SUMÁRIO 3. O PROBLEMA E A META 4. O MODELO

Leia mais

ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS

ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS 1 ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS I. PROPÓSITOS A Política Estadual em Saúde do Trabalhador tem por propósito definir princípios, diretrizes e estratégias para

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS

ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS 1. O que é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa? O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso

Leia mais

NOTA TÉCNICA 24 2012. Programa de Curso Técnico em Prótese. Dentária a Nível Nacional

NOTA TÉCNICA 24 2012. Programa de Curso Técnico em Prótese. Dentária a Nível Nacional NOTA TÉCNICA 24 2012 Programa de Curso Técnico em Prótese Dentária a Nível Nacional Proposta da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde SGETS/MS para pactuação na CIT de 26/07/2012 Introdução:

Leia mais

PROPOSTA DESSENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA)

PROPOSTA DESSENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA) Ministério da Saúde - MS Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ Diretoria de Recursos Humanos - DIREH COORDENAÇÃO DE SAÚDE DO TRABALHADOR - CST PROPOSTA DESSENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DA REDE BÁSICA DE SAÚDE

LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DA REDE BÁSICA DE SAÚDE LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DA REDE BÁSICA DE SAÚDE 1. Marcos Lógicos Publicação/Origem NORMATIVAS INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Declaração Americana dos Direitos

Leia mais

PROGRAMA VIVER+ - QUALIDADE DE VIDA, PREVENÇÃO POSITHIVA E INCLUSÃO SOCIAL

PROGRAMA VIVER+ - QUALIDADE DE VIDA, PREVENÇÃO POSITHIVA E INCLUSÃO SOCIAL PROGRAMA VIVER+ - QUALIDADE DE VIDA, PREVENÇÃO POSITHIVA E INCLUSÃO SOCIAL PARA PVHA INOVANDO A GESTÃO DE PROJETOS: A EXPERIÊNCIA DOS COMITÊS DE ACOMPANHAMENTO DO VIVER+ Junho, 2009 RESUMO 1 Diversos projetos

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.272, DE 25 DE AGOSTO DE 2010. Regulamenta a Lei n o 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de

Leia mais

Mônica Maria Henrique dos Santos 1, Eduardo Machado Cavalcanti 2. Recife, Brasil. Brasil. Justificativa:

Mônica Maria Henrique dos Santos 1, Eduardo Machado Cavalcanti 2. Recife, Brasil. Brasil. Justificativa: Estudo comparativo dos percentuais dos gastos com medicamentos na saúde indígena de Pernambuco frente aos gastos totais em saúde, com os indicadores do SIOPS, nos exercícios de 2002 a 2011. Mônica Maria

Leia mais

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo FARMAINFOR Modernização da Farmácia do Hospital Mater Day Documento de Requisitos Versão 1.1 Histórico de Revisão

Leia mais

ESTRATÉGIAS PARA IMPLANTAÇÃO DAS PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AVALIAR O PLANO NACIONAL DO TURISMO

ESTRATÉGIAS PARA IMPLANTAÇÃO DAS PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AVALIAR O PLANO NACIONAL DO TURISMO ESTRATÉGIAS PARA IMPLANTAÇÃO DAS PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AVALIAR O PLANO NACIONAL DO TURISMO Dra. Maria Elenita Menezes Nascimento Dilceia Novak Silva RESUMO:Ao

Leia mais

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo FARMAINFOR Modernização da Farmácia do Hospital Mater Day Documento de Requisitos Versão 2.0 Histórico de Revisão

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

ATOS NORMATIVOS PARA A ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL

ATOS NORMATIVOS PARA A ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação Geral de Saúde das Mulheres INFORME Nº 1 ATOS NORMATIVOS PARA A ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO

Leia mais

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF Perguntas mais frequentes 1. O QUE É O NASF? 2. QUAIS PROFISSIONAIS PODEM COMPOR UM NASF? 3. COMO É DEFINIDA A COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES NASF NOS MUNICÍPIOS? 4. COMO

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola.

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Chico Poli Algumas vezes, fora da escola há até mais formação do que na própria escola. (M. G. Arroyo) É preciso toda uma

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.413, DE 10 DE JULHO DE 2013 Redefine as regras e critérios

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

A TOXICOLOGIA NO SUS: EXPERIÊCIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. Sérgio Yoshimasa Okane CGMAC/DAET/SAS/MS CGUE E CGFM-SUS/DAHU/SAS/MS

A TOXICOLOGIA NO SUS: EXPERIÊCIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. Sérgio Yoshimasa Okane CGMAC/DAET/SAS/MS CGUE E CGFM-SUS/DAHU/SAS/MS A TOXICOLOGIA NO SUS: EXPERIÊCIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS Sérgio Yoshimasa Okane CGMAC/DAET/SAS/MS CGUE E CGFM-SUS/DAHU/SAS/MS Sumário de Apresentação Contexto de Criação da FN-SUS Escopo de atuação,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS Sobre o SUS A Constituição Federal do Brasil define, em seu artigo 196 que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas,

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do

Leia mais

A APRENDIZAGEM BASEADA NA IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO SITUACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

A APRENDIZAGEM BASEADA NA IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO SITUACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA A APRENDIZAGEM BASEADA NA IMPLANTAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO SITUACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA Galeazzi, Leiza 1 Deggeroni, Ariane Fátima 1 Rosalen, Camila 1 Hillesheim, Adriana Cristina 2 Resumo:

Leia mais

NOTA TÉCNICA 33 2012

NOTA TÉCNICA 33 2012 NOTA TÉCNICA 33 2012 Proposta de regulamentação da base nacional de dados das ações e serviços do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no SUS Assembleia do CONASS de 17 outubro de 2012 Brasília,

Leia mais

Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara

Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara São Paulo, 2014 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, a mediação pedagógica na educação a distância no acompanhamento virtual dos tutores

Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, a mediação pedagógica na educação a distância no acompanhamento virtual dos tutores Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, a mediação pedagógica na educação a distância no acompanhamento virtual dos tutores Caracterização do problema: No ano de 2006, o Ministério da Saúde e as Secretarias

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e Negocios Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Administração FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE SETRE ANEXO III-B

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE SETRE ANEXO III-B GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE SETRE ANEXO III-B TERMO DE REFERÊNCIA DO PROCESSO CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES EXECUTORAS DE AÇÕES DE QUALIFICAÇÃO SOCIAL E

Leia mais

A Secretaria de Tecnologias da Informação e da Comunicação (STI) foi criada a partir da Resolução do Conselho Diretor nº 44, de 31 de outubro de 2008.

A Secretaria de Tecnologias da Informação e da Comunicação (STI) foi criada a partir da Resolução do Conselho Diretor nº 44, de 31 de outubro de 2008. 1 PLANO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 001/2009 1.0 Introdução A Secretaria de Tecnologias da Informação e da Comunicação (STI) foi criada a partir da Resolução do Conselho Diretor nº 44, de 31

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR SERVIÇOS CNT/OPAS

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR SERVIÇOS CNT/OPAS 1. Antecedentes / Justificativa: TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR SERVIÇOS CNT/OPAS A Constituição Federal de 1988 e a LOAS- Lei Orgânica de Saúde, constituem referência aos processos de implantação do

Leia mais

PRÊMIO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SUS/ MG- PRÊMIO ALUÍSIO PIMENTA-ANO 2009/2010

PRÊMIO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SUS/ MG- PRÊMIO ALUÍSIO PIMENTA-ANO 2009/2010 PRÊMIO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SUS/ MG- PRÊMIO ALUÍSIO PIMENTA-ANO 2009/2010 TRABALHO: HUMANIZAÇÃO DO ATENDIMENTO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NAS UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO

Leia mais

1 - Apresentação... 3. 2 - Objetivos... 6. 3 - Público Alvo... 7. 4 - Metas e Resultados Esperados... 7

1 - Apresentação... 3. 2 - Objetivos... 6. 3 - Público Alvo... 7. 4 - Metas e Resultados Esperados... 7 1 Presidente Paulo Marchiori Buss Vice Presidente de Desenvolvimento Institucional e Gestão do Trabalho Paulo Ernani Gadelha Vieira Diretora de Recursos Humanos Leila de Mello Yañez Nogueira Departamento

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Departamento de Áreas Acadêmicas I Coordenação de Ciências Humanas

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012 Princípios Gerais Política Nacional de Saúde Integral da População Negra PORTARIA Nº 992, DE 13 DE MAIO DE 2009 Profª Carla Pintas A Constituição de 1988 assumiu o caráter de Constituição Cidadã, em virtude

Leia mais

SUPERVISÃO DAS EQUIPES DAS UNIDADES DE SAÚDE DE SÃO JOSÉ - SC Autoras: Edenice Reis da Silveira Katiúscia Graziela Pereira Micheli Zellner Ferreira Monique Mendes Marinho Stella Maris Pfutzenreuter O Município

Leia mais

PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho SOLUÇÕES SOCIAIS

PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho SOLUÇÕES SOCIAIS 1 PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho Serviço Social da Indústria de Santa Catarina SOLUÇÕES SOCIAIS 2 Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência

Leia mais

GESTÃO NO SERVIÇO PÚBLICO

GESTÃO NO SERVIÇO PÚBLICO GESTÃO NO SERVIÇO PÚBLICO Susan Dignart Gestora Governamental - MT Cuiabá MT, dezembro de 2008 GESTÃO o que é? Muitas interpretações... Gestão = Administração: organizar os meios para atingir fins; Políticas

Leia mais

Área Temática: Direitos Humanos. e-mail: pamfera@unicamp.br

Área Temática: Direitos Humanos. e-mail: pamfera@unicamp.br Título: AÇÕES INTEGRADAS ENTRE A UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP, O INSTITUTO DE PESQUISAS ESPECIAIS PARA A SOCIEDADE IPES E A PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS: FORMAÇÃO DE AGENTES COMUNITÁRIOS

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EXPERIÊNCIA EXITOSA EM:

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EXPERIÊNCIA EXITOSA EM: PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EXPERIÊNCIA EXITOSA EM: AMPLIAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO DA CENTRAL DE MARCAÇÃO DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS DE JOÃO PESSOA/PB: UMA

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DO SUS GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE Baseado no Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS Elaborado

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais