Millennium Challenge Account Cabo Verde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Millennium Challenge Account Cabo Verde"

Transcrição

1 MCA - cabo verde ii Millennium Challenge Account Cabo Verde MCA-Cabo Verde II Boletim Informativo Maio 2014 BOLETIM INFORMATIVO Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro Maio 2014 O apoio do Governo de Cabo Verde e do Millennium Challenge Coorporation (MCC) tem permitido ao MCA Cabo Verde II desenvolver e cumprir a suas actividades, conforme estipulado no acordo do IIº Compacto. Das actividades realizadas no último trimestre no Projecto Água, Saneamento e Higiene (WASH) realçamos a conclusão do Plano Estratégico Nacional e o desenho do novo quadro institucional e financeiro para o sector de Água e Saneamento. Encontra-se em fase de conclusão o primeiro Código de Água e Saneamento do país, tendo já sido constituída a Comissão Instaladora da Empresa Águas de Santiago. No âmbito do Projecto de Gestão da Propriedade para a Promoção do Investimento (LAND) estão criadas as condições para o início dos trabalhos de clarificação de direitos e limites de propriedades em Cabo Verde. Destaca-se ainda a conclusão de todos os diplomas legais necessários à realização dos trabalhos de campo na ilha do Sal. Neste boletim fazemos o ponto de situação das actividades em curso e destacamos de entre outros os seguintes: página 2. A participação do MCA- Cabo Verde II, em Nova Iorque (Estados Unidos), no IIº encontro Internacional sobre Género; página 3. Os marcos da integração social e de género no Compacto do MCA-Cabo Verde II; página 10. A concluir acompanhe na última página a reportagem fotográfica sobre a participação da equipa do MCA-Cabo Verde na Marcha contra a violência domestica promovida pelo ICIEG e no II Fórum Nacional de Transformação - Cabo Verde

2 Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro MCA-Cabo Verde apresenta experiência no IIº Encontro Internacional sobre Género promovido pelo MCC Claudia Rodrigues Gestora de Género e Questões Sociais Excelente! Este foi o meu sentimento durante todo o evento. A troca e partilha de ideias e experiências entre especialistas em género de diferentes organizações foi muito gratificante considerou a gestora de Género e Questões Sociais do MCA-Cabo Verde II, Cláudia Rodrigues, no seu regresso de Nova Iorque (Estados Unidos) onde participou, a 17 de Abril último, no IIº encontro Internacional sobre Género, promovido pelo Millennium Challenge Corporation (MCC) evento onde apresentou a experiência do país em matéria de integração das questões sociais, género e igualdade no processo de reformas institucionais no sector da água e saneamento. Cláudia Rodrigues, que foi palestrante e única participante de um país beneficiário de um Compacto, disse ter-se sentido muito honrada com o convite formulado pelo MCC e com a oportunidade de poder compartilhar a experiência de Cabo Verde no domínio da integração de género nos projectos de Água e Saneamento. O evento intitulado Capacitar as mulheres em economias emergentes: alcançar resultados reais permitiu reunir na cidade de Nova Iorque, a 17 de Abril, diferentes personalidades de vários países para discutirem temas que permitam uma maior equidade de género. Não podemos nos esquecer que de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, a escassez de água do nosso país faz com que quase 60 por cento dos cidadãos não possuam acesso à rede pública de água. Esta necessidade afecta com mais acuidade mulheres e crianças e pudemos dizer aos nossos parceiros e aos outros países do Compacto que, em Cabo Verde, estamos a trabalhar para minimizar esta situação com apoio do Governo dos Estados Unidos, o que é muito gratificante, afirmou. O IIº encontro Internacional sobre Género marcou as cerimónias comemorativas dos 10 anos do MCC, uma oportunidade que foi também aproveitada para o lançamento da campanha She Built - Ela Constrói, que visa demonstrar os impactos dos projectos financiados pelo Governo norte-americano na vida das mulheres a nível do mundo 2

3 MCA-Cabo Verde II Boletim Informativo Maio 2014 Os marcos da integração social e de género no Compacto do MCA-Cabo Verde II A integração da componente social e de género nas actividades do Projecto Água, Saneamento e Higiene (WASH) já é uma realidade. Com apenas um ano e nove meses de implementação do segundo Compacto do MCA-Cabo Verde II, muitas foram as actividades já realizadas. O Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género (ICIEG) e uma Organização da sociedade civil indicada pela Plataforma das ONG s, com responsabilidades no âmbito social e de género, integram o Conselho Nacional para Água e Saneamento, criado em Dezembro de 2013; A Agência Nacional de Água e Saneamento (ANAS), criada Dezembro de 2013, já possui um Gabinete de Integração Social e de Género; O primeiro Plano Estratégico Nacional para o sector de Água e Saneamento integra todos os princípios e directrizes para a integração de questões sociais e de género para as politicas, planos e programas do sector de água e saneamento; O Fundo de Acesso Social (FAS) foi criado em Outubro de 2013 e tem Foto: Manuel Brito público-alvo principal os grupos vulneráveis com destaque para as mulheres chefes de família pobres, beneficiando-as com financiamento para ligações domiciliárias de água e saneamento; Paralelamente, o MCA Cabo Verde II tem levado a cabo sessões de formação para colaboradores das entidades de implementação parceiras tanto do projecto Água Saneamento e Higiene (WASH) como do projecto Gestão de Propriedade para a promoção do Investimento (LAND), permitindo a integração social e de género nas actividades relacionadas com a implementação das acções previstas 3

4 Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro Livro Registo Predial Projecto LAND prepara caminho para o investimento sustentável O projecto Gestão de Propriedades para a Promoção do Investimento (LAND), financiado pelo Governo dos Estados Unidos da América, através do Millennium Challenge Coorporation, no montante de 17,2 milhões de dólares (1.3 mil milhões de escudos), tem como principal objectivo reduzir o tempo e o custo associado ao registo de propriedades, conferir maior segurança jurídica nas transacções imobiliárias, promovendo o aumento do investimento e a produtividade da terra. Pretende-se que o projecto traga maior segurança jurídica e a clarificação de direitos de propriedade de modo a ajudar o país a criar melhores condições para o investimento privado robusto e sustentável. O registo de propriedades em Cabo Verde Em Cabo Verde existem dois tipos de registo de propriedade: Matricial e Predial. O registo matricial, realizado pelas Câmaras Municipais, tem os seus fundamentos em razões de ordem fiscal, ou seja, serve fundamentalmente para a cobrança de impostos municipais. Este registo não garante o direito à propriedade, mas é relevante para a prova de posse do imóvel e, como tal, um dos elementos importantes para aquisição do direito de propriedade. O registo predial assenta em razões de fé pública, isto é, é o processo que garante o princípio de transparência e legalidade, visando dar publicidade à situação jurídica dos prédios, ou seja, é aquele que garante a propriedade. Grande parte dos prédios em Cabo Verde não estão registados nas Conservatórias, pelo facto de sse registo não ter sido obrigatório até ao ano de Por essa razão, muitas situações de informalidade ou de títulos informais, ou seja títulos que não estão registados nem no registo matricial, nem no predial, podem ser encontradas por todo o território nacional. Os registos matricial e predial existentes dispõem de informações muitas vezes contraditórias ou desactualizadas, o que torna a informação disponível sobre a propriedade em Cabo Verde pouco fiável e não conclusiva. Outras informações relativas à propriedade encontram-se dispersas por várias instituições, sem um suporte espacial (mapas) que confirme a efectiva dimensão e localização das parcelas. A inexistência de um sistema com informações fiáveis sobre os limites físicos das propriedades e respectivos direitos reais, com informações dispersas pelas várias instituições que operam no sector, faz com que o registo e a transacção de propriedades sejam processos morosos e dispendiosos, resultando em perdas significativas de tempo >> e de recursos para o cidadão, constituindo um dos principais 4

5 >> entraves aos investimentos económicos em Cabo Verde. Ciente dessa realidade, o Projecto Gestão de Propriedades para a Promoção do Investimento (LAND) prevê que, no processo de clarificação de direitos e limites de propriedades, sejam minimizados os constrangimentos associados à gestão de solos em Cabo Verde, observando a integração social e de género, questões ambientais e a busca de alternativas sustentáveis para as camadas sociais mais desfavorecidas. A longo prazo, as reformas em curso vão permitir maior transparência, sustentabilidade na gestão de solos e nos serviços prestados aos cidadãos. A implementação das componentes do Projecto Gestão de Propriedades para a Promoção do Investimento - LAND MCA-Cabo Verde II Boletim Informativo Maio 2014 Esta componente está a ser implementada em todo o território nacional, e implica a reformulação das bases legais, a instalação do sistema de informação e transacção de propriedades. O sistema constituir-se-á numa base única de dados, para todos intervenientes que operam no sector de terra em Cabo Verde, permitindo o acesso às informações de ordem física, jurídica e fiscal, bem como do uso e ocupação, evitando que as pessoas percorram várias instituições para a realização de transacções sobre as propriedades. Uma análise exaustiva do quadro jurídico nacional foi realizada, permitindo a identificação de lacunas que poderão dificultar o processo de clarificação de direitos e criação do sistema centralizado de informações sobre a propriedade. A segunda componente Clarificação dos direitos e limites de propriedades consiste no levantamento cadastral dos prédios rústicos e urbanos mediante recolha de informações de direitos e limites físicos. Esta componente será executada nas ilhas do Sal, Boa Vista, São Vicente e Maio, identificadas como O projecto está dividido em duas componentes, sendo a primeira a criação das bases legais, processuais e institucionais e a segunda a clarificação dos direitos e limites das propriedades. A componente criação de bases legais, processuais e institucionais sobre a propriedade tem como finalidade aperfeiçoar o ambiente legal e institucional de modo a alcançar maior eficiência nas transacções imobiliárias e fortalecer a protecção dos direitos de propriedade. 5

6 Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro >> ilhas de maior potencial para o investimento turístico. Uma intervenção piloto será realizada na ilha do Sal por forma a testar as abordagens a serem aplicadas nas restantes ilhas, conforme o orçamento e tempo disponíveis. O processo de comunicação Como se trata de uma actividade que envolve cidadãos nacionais e estrangeiros, residentes e na diáspora, o sector privado, as instituições públicas e a sociedade em geral, a componente Clarificação dos direitos e limites de propriedades será acompanhada de uma ampla campanha de comunicação e informação. Esta campanha deve permitir que todos tenham acesso a informações de forma clara e objectiva sobre os procedimentos necessários à clarificação e salvaguarda dos direitos de propriedade. O engajamento dos parceiros A implementação deste projecto vem contando com a participação e o engajamento activo e permanente de várias instituições públicas e privadas, sendo de destacar os Ministérios do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território, da Justiça, das Finanças e do Planeamento, a Unidade de Coordenação da Reforma do Estado, Câmaras de Comércio de Barlavento e Sotavento, Câmara de Turismo e Plataforma das ONG s, bem das Câmaras Municipais, através da Associação Nacional de Municípios e Associação de Municípios de Santiago, entre outros Exemplo de localização e limite de parcelas O Acordo de Implementação entre o MCA-Cabo Verde II e o NOSI O MCA-Cabo Verde II assinou em Dezembro de 2012 na Praia, um acordo de Implementação com o Núcleo Operacional para a Sociedade de Informação (NOSi), que preconiza como principais resultados o desenvolvimento e a implementação de um sistema de informação, gestão e transacção de propriedades Land Management Information and Transation System (LMITS), integrando os módulos: Sistema de Informação Municipal (SIM); Sistema de Informação de Registo Predial (SIRP); Sistema de Informação Notarial (SIN); Sistema de Informação Territorial (SIT) e o Sistema de Informação de Cadastro Predial (SIC). A redução do tempo necessário para estabelecer direitos de propriedade, dos custos para a obtenção de direitos de propriedade e o aumento da fiabilidade e a segurança das operações sobre a propriedade, são os ganhos almejados com a implementação do sistema. Os serviços relacionados com a componente Terra serão organizados de forma a seguirem todo o ciclo de vida e de gestão da terra, eliminando a multiplicação de procedimentos 6

7 MCA-Cabo Verde II Boletim Informativo Maio 2014 Projecto WASH do MCA-CV II de olhos postos na luta contra a pobreza No âmbito do Projecto Água Saneamento e Higiene (WASH), um conjunto de reformas estão a ser implementadas com o propósito de contribuir para a redução da pobreza em Cabo Verde, tendo como principais desafios assegurar mais água, de melhor qualidade, regularidade e prestação de serviços com equidade favorecendo uma mudança estrutural no sector de água e saneamento. Desde a entrada em vigor do IIº compacto do MCA-Cabo Verde II, assinado com o Millennium Challenge Corporation (MCC) assinado a 10 de Feveiro de 2012, o Projecto Água, Saneamento e Higiene (WASH), em parceria com diversas entidades nacionais, vem desenvolvendo um conjunto de acções tanto no plano nacional como a nível local. No plano nacional, está em curso uma reforma institucional e de regulação do sector por forma a melhorar o planeamento e desempenho do sector da água e saneamento. No âmbito do projecto WASH foi criado um Fundo de Financiamento de Estudos e Obras para o Sector de Água e Saneamento (FASA), fundo esse que constitui uma etapa importante na implementação do projecto, porquanto se destina à criação de infra-estruturas de suporte à reforma, permitindo a sustentabilidade das instituições,empresas e serviços existentes no país. No âmbito do Fundo de Água e Saneamento, diversas acções estão a ser desenvolvidas com o propósito de disponibilizar recursos financeiros para garantir a recuperação das redes antigas e a construção de novas infra-estruturas, garantindo o aumento da cobertura para novos utentes e garantindo uma melhor qualidade da água disponibilizada aos cidadãos. Estas acções, para além de contribuem para a melhoria do acesso à água nas comunidades permitem igualmente contribuir para uma melhor qualidade de prestação dos serviços de abastecimento de água e saneamento. A nível municipal, a reforma dos provedores de serviço está no topo das prioridades do projecto 7

8 Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro FASA: Um fundo de financiamento de infra-estruturas de Água e Saneamento O investimento do MCA-Cabo Verde II projectado para o sector de água e saneamento está a ser desenvolvido com vista a permitir que, no futuro, haja retorno para o país e que mais famílias possam ser beneficiadas com o acesso à água nas suas residências. Para o efeito, foi criado o Fundo de Água e Saneamento (FASA) enquanto mecanismo competitivo de financiamento para permitir às operadoras do sector de água e saneamento melhorar as infraestruturas e garantir o fornecimento de água em quantidade e em qualidade. Orçado em 20 milhões de dólares (1.6 mil milhões de escudos), o Fundo vai ser disponibilizado em três tranches. A primeira é no montante de cinco milhões de dólares (quatrocentos milhões de escudos) e já foi autorizada pelo Millennium Challenge Corporation (MCC). Destina-se à melhoria das infraestruturas e à realização de um conjunto de acções no domínio da informação, educação e comunicação por forma a permitir a melhoria das condições de higiene e saneamento nas comunidades a intervir Para a primeira tranche do FASA foram recebidas 41 propostas, sendo 29 para a realização de estudos e projectos técnicos, e 12 para obras. Foram aprovadas 13 propostas (9 para estudos e projectos técnicos e 4 para obras). 8

9 MCA-Cabo Verde II Boletim Informativo Maio 2014 FAS: O Fundo de Acesso Social O Fundo de Acesso Social (FAS) foi criado no âmbito do FASA e destina-se a beneficiar famílias e comunidades mais vulneráveis identificadas no Projecto Agua e Saneamento - (WASH) para a melhoria das condições de acesso à água e saneamento. O FAS vai permitir que as famílias identificadas pelo projecto possam beneficiar de ligações domiciliárias em conformidade com o estabelecido no Plano Estratégico de Água e Saneamento. Campanhas de informação, educação e comunicação vão ser desenvolvidas para permitir mudar atitudes e comportamentos em matéria de higiene e saneamento nas comunidades de intervenção Foto: Manuel Brito Agenda Junho /06 06/06 09/06 5ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo do Projecto de Gestão da Propriedade para a Promoção do Investimento do MCA-CVII 7ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo do Projecto Água, Saneamento e Higiene do MCA-CVII. 7ª Reunião Conselho Coordenador MCA-CV II MCA-CV II no II Fórum de Transformação de Cabo Verde 2030 Fotos: Sueco Couto 9

10 Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro Participação do MCA-Cabo Verde II na Marcha contra Violência Sexual 27 de Março de 2014 MILLENNIUM CHALENGE ACCOUNT CABO VERDE Achada Santo António - Praia, Caixa Postal 330 A Prédio Cartório1º Andar - Tel.: / Fax

Sistema Nacional do Cadastro Predial CABO VERDE

Sistema Nacional do Cadastro Predial CABO VERDE Congresso Internacional JORNADAS TÉCNICAS SOBRE EL VALOR ESTRATÉGICO DE LA INFORMACION TERRITORIAL 05 de Julho de 2012 Santa Cruz de Tenerife - Canárias Sistema Nacional do Cadastro Predial CABO VERDE

Leia mais

A Reforma Institucional em curso do Sector da Água e do Saneamento em Cabo Verde

A Reforma Institucional em curso do Sector da Água e do Saneamento em Cabo Verde A Reforma Institucional em curso do Sector da Água e do Saneamento em Cabo Verde Por: António Pedro B. BORGES Coordenador da Comissão de Reforma do Sector da Água e Saneamento MAHOT - Praia, Cabo Verde

Leia mais

O Projecto Água, Saneamento e Higiene - WASH, do MCA-CV II

O Projecto Água, Saneamento e Higiene - WASH, do MCA-CV II BOLETIM INFORMATIVO Construindo o Futuro :: Building the Future :: Ta Konstrui Futuro O Projecto Água, Saneamento e Higiene - WASH, do MCA-CV II Esta edição é totalmente dedicada ao Projecto Água, Saneamento

Leia mais

A Estrategia de Desenvolvimento Rural e o Programa de Promoção do Uso dos Recursos Naturais para o Desenvolvimento

A Estrategia de Desenvolvimento Rural e o Programa de Promoção do Uso dos Recursos Naturais para o Desenvolvimento REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO ESTATAL Direcção Nacional de Promoção do Desenvolvimento Rural A Estrategia de Desenvolvimento Rural e o Programa de Promoção do Uso dos Recursos Naturais

Leia mais

HELLO CABO VERDE EXPO 2011

HELLO CABO VERDE EXPO 2011 New Bedford, 31 de Janeiro de 2011 HELLO CABO VERDE EXPO 2011 Exposição sobre as Oportunidades de Negócios e Turismo em Cabo Verde New Bedford, MA 27 a 29 de Maio de 2011 OBJECTIVO O objectivo da exposição

Leia mais

Regulamento. Sorriso Solidário

Regulamento. Sorriso Solidário Regulamento Sorriso Solidário 0 Introdução A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, tem desenvolvido ao longo dos tempos, diversas iniciativas no sentido de criar condições que favoreçam o bem-estar

Leia mais

Emprego e Formação Profissional

Emprego e Formação Profissional (%) Emprego e Formação Profissional Panorama: Maio 2010 Emprego: taxa de desemprego a 13,1% em 2010 O Instituto Nacional de Estatística, INE, apresentou os resultados da primeira fase do Inquérito ao Emprego

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016)

PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016) PROPOSTA DE PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO/CPLP (2014-2016) Este Plano de Ação é um sinal claro para os intervenientes dos Estados membro da importância que a CPLP atribui

Leia mais

ICIEG Violência Doméstica

ICIEG Violência Doméstica Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género ICIEG Violência Doméstica INFORMAÇÃO Onde Obter ICIEG ONG OMCV AMJ MORABI Policia Nacional (POP) ICAA REDES Cidade da Praia (2004) Cidade do

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social PROGRAMA DE REFORMA ADMINISTRATIVA PREA

REPÚBLICA DE ANGOLA Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social PROGRAMA DE REFORMA ADMINISTRATIVA PREA REPÚBLICA DE ANGOLA Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social PROGRAMA DE REFORMA ADMINISTRATIVA PREA INTRODUÇÃO No quadro das tarefas de implementação do Programa de Reforma Administrativa

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union. AFRICAN UNION UNION AFRICAINE PRIMEIRO PROJECTO DO CONVITE PARA A APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS SOBRE O TEMA: EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ao abrigo das Decisões da Conferência da União Africana Assembly/AU/Dec.277(XVI)

Leia mais

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Page 1 of 5 Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Senhor Ministro das Finanças e Planeamento, Senhores Representantes do

Leia mais

Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral. José Pedro Neto (jneto@igeo.pt)

Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral. José Pedro Neto (jneto@igeo.pt) Sistema Nacional de Exploração e Gestão de Informação Cadastral José Pedro Neto (jneto@igeo.pt) Cadastro Predial O que é Enquadrameno legal Benefícios Situação actual Processo de execução cadastral actual

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SOLIDARIEDADE SOCIAL MINISTÉRIO DO TRABALHO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SOLIDARIEDADE SOCIAL PROGRAMA NACIONAL DE LUTA CONTRA A POBREZA (PNLP) PROGRAMA DE LUTA CONTRA A POBREZA NO MEIO RURAL(PLPR) C.P. 236, Praia, Tel.: 238/61-36-50,

Leia mais

A organização nacional do sector da água: pontos fortes e pontos fracos. um contributo português para o desenvolvimento do sector da Água

A organização nacional do sector da água: pontos fortes e pontos fracos. um contributo português para o desenvolvimento do sector da Água A organização nacional do sector da água: pontos fortes e pontos fracos. um contributo português para o desenvolvimento do sector da Água no Mundo Como pode a PPA contribuir para uma melhor consolidação.

Leia mais

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5 O que é a campanha Continuamos à Espera é uma campanha de Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania Global, centrada nas temáticas da Saúde Sexual e Reprodutiva, Justiça Social, Igualdade de Género

Leia mais

MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA. Loja Social de Paredes de Coura. Regulamento

MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA. Loja Social de Paredes de Coura. Regulamento MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Loja Social de Paredes de Coura Regulamento Preâmbulo A pobreza e a exclusão social têm fortes efeitos no desenvolvimento da comunidade local e implicam o empobrecimento de

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2006-2011

PLANO ESTRATÉGICO 2006-2011 PLANO ESTRATÉGICO 2006-2011 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Versão 0/Junho 2006 INDICE 1. Introdução 2. Visão, missão, valores 3. A estrutura do plano 4. Programa 1 6. Programa 2 Reforço da administração da justiça

Leia mais

CONSELHO DE MINISTRO. ASSUNTO: Pedido de autorização legislativa para aprovar o novo Código de Água e Saneamento.

CONSELHO DE MINISTRO. ASSUNTO: Pedido de autorização legislativa para aprovar o novo Código de Água e Saneamento. CONSELHO DE MINISTRO PROPOSTA DE LEI N.º /VIII/2014 DE DE ASSUNTO: Pedido de autorização legislativa para aprovar o novo Código de Água e Saneamento. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A Constituição da República impõe

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE Discurso de SE o Presidente da Assembleia Nacional na cerimónia de abertura do XV Fórum da Associação A PONTE. Senhor Presidente do Conselho Directivo da Associação

Leia mais

Ação Social e Inclusão

Ação Social e Inclusão Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva,

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16

PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16 PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16 FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Luís Madureira Pires Lisboa, 22 de março de 2013 Enquadramento > O Mecanismo Financeiro EEE (MF/EEE) Desde a assinatura do acordo do Espaço

Leia mais

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos.

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos. Nota explicativa O actual quadro jurídico do planeamento económico e social, aprovado pela Lei nº 52/II/85, de 10 de Janeiro, encontra-se desactualizado face à nova realidade jurídica, política, económica

Leia mais

Porquê que a Guiné-Bissau necessita de uma Estratégia Nacional de Desenvolvimento de Estatística

Porquê que a Guiné-Bissau necessita de uma Estratégia Nacional de Desenvolvimento de Estatística Porquê que a Guiné-Bissau necessita de uma Estratégia Nacional de Desenvolvimento de Estatística Como podem as estatísticas nacionais contribuir aos avanços direccionados a satisfação das necessidades

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

Programa de trabalho anual em matéria de subvenções 2006 - DG ELARG

Programa de trabalho anual em matéria de subvenções 2006 - DG ELARG Bósnia e Herzegovina, Croácia, Sérvia e Montenegro Regulamento (CE) n 2666/2000 do Conselho de 5 de Dezembro de 2000, com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) n 2112/2005 do Conselho

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Regulamento Interno PREÂMBULO

Regulamento Interno PREÂMBULO Regulamento Interno PREÂMBULO O Município de Beja enquanto promotor local de políticas de protecção social, desempenha um papel preponderante na elaboração de estratégias de desenvolvimento social e na

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

Concurso de Ideias e Planos de Negócio «Start-Up Universitário!»

Concurso de Ideias e Planos de Negócio «Start-Up Universitário!» Concurso de Ideias e Planos de Negócio «Start-Up Universitário!» REGULAMENTO Preâmbulo A capacitação da força laboral com formação avançada e a criação de um sector privado forte, adequando-os aos desafios

Leia mais

Estamos disponíveis para debater a adopção de novos mecanismos de financiamento do desenvolvimento local e regional.

Estamos disponíveis para debater a adopção de novos mecanismos de financiamento do desenvolvimento local e regional. Discurso de Sua Excelência o Primeiro Ministro, na abertura do Encontro entre o Governo e as autarquias nacionais para a discussão da problemática do saneamento básico Senhora Ministra da Descentralização,

Leia mais

ESPECIAL DIVULGAÇÃO DO PROJECTO. O projecto foi dividido em 3 componentes, nomeadamente: Portugal França Holanda Luxemburgo BOLETIM SEMANAL MDC

ESPECIAL DIVULGAÇÃO DO PROJECTO. O projecto foi dividido em 3 componentes, nomeadamente: Portugal França Holanda Luxemburgo BOLETIM SEMANAL MDC BOLETIM SEMANAL MDC ESPECIAL 19 Fev. 2015 Nº 2 DIVULGAÇÃO DO PROJECTO O projecto foi dividido em 3 componentes, nomeadamente: O Projecto RCCVGM, que teve como propósito o apoio à reintegração económica

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Relatório Anual O presente relatório pretende demonstrar o acompanhamento e a forma como os diversos serviços do Município

Leia mais

DOS SISTEMAS MUNICIPAIS PARA A CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA INTERMUNICIPAL DE ÁGUA E SANEAMENTO NA ILHA DE SANTIAGO

DOS SISTEMAS MUNICIPAIS PARA A CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA INTERMUNICIPAL DE ÁGUA E SANEAMENTO NA ILHA DE SANTIAGO CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA DOS SISTEMAS MUNICIPAIS PARA A CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA INTERMUNICIPAL DE ÁGUA E SANEAMENTO NA ILHA DE SANTIAGO - A reforma em curso e as necessidades em investimentos imediatos

Leia mais

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento VISEU TERCEIRO Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade 2015 Normas de Acesso e Apoio Enquadramento A atividade de criação e programação exercida por entidades, grupos e pessoas singulares no

Leia mais

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil O Voluntariado e a Protecção Civil 1. O que é a Protecção Civil A 03 de Julho de 2006, a Assembleia da Republica publica a Lei de Bases da Protecção Civil, que no seu artigo 1º dá uma definição de Protecção

Leia mais

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores CONTRIBUTO DA ASSOCIAÇÃO REGIONAL PARLAMENTO EUROPEU DOS JOVENS NÚCLEO AÇORES PARA O LIVRO BRANCO DO COMITÉ DAS REGIÕES SOBRE GOVERNAÇÃO A VÁRIOS NÍVEIS A (PEJ-A) responde ao desafio do Comité das Regiões

Leia mais

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL Prólogo O CLDS SERPE EnReDe, consiste numa estratégia de desenvolvimento social integrado visando a criação de respostas sociais inovadoras e sustentáveis que atendem às

Leia mais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais Presidente Vice-Presidente Vogal Secretário-Geral Director Coordenador a) 9 8 1 Director a) 24 23 1 Prestação de assessoria técnica especializada ao Conselho Directivo 2 2 0 Monitorização e avaliação da

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE Apresentado por :Zefanias Chitsungo (Director Nacional de Habitação e Urbanismo) INTRODUÇÃO Moçambique tem mais de 20 milhões de habitantes; sendo que

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

Denominação Social Sogei Engenharia e Construção, SA Sede: Av. Cidade de Lisboa Edifício Águia R/C Chã de Areia Praia Santiago CP 426/A Natureza

Denominação Social Sogei Engenharia e Construção, SA Sede: Av. Cidade de Lisboa Edifício Águia R/C Chã de Areia Praia Santiago CP 426/A Natureza Denominação Social Sogei Engenharia e Construção, SA Sede: Av. Cidade de Lisboa Edifício Águia R/C Chã de Areia Praia Santiago CP 426/A Natureza Jurídica S.A. Sociedade Anónima Telefone: (+238 2602200)

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

Lei de Bases da Economia Social

Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

- Reforma do Tesouro Público

- Reforma do Tesouro Público - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções,

Leia mais

Flash Comunidades. Este Boletim apresentará, de forma resumida, algumas acções implementadas ou em curso

Flash Comunidades. Este Boletim apresentará, de forma resumida, algumas acções implementadas ou em curso Flash Comunidades Este Boletim apresentará, de forma resumida, algumas acções implementadas ou em curso 1 CABO VERDE Nação Global O Ministério das Comunidades (MDC) vem implementando medidas que permitem

Leia mais

Fundo de Apoio a Famílias

Fundo de Apoio a Famílias gari Fundo de Apoio a Famílias Formulário de Candidatura Identificação do Requerente: Freguesia: N.º de Processo: Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Aveiro Informação de Caráter Confidencial Sexo

Leia mais

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES 1. A Juventude Socialista Açores é a organização política dos jovens açorianos ou residentes na Região Autónoma dos Açores que nela militam, que

Leia mais

Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde

Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde Jornadas Técnicas de Água e Saneamento da África Sub-Saheliana Apresentação da Situação de Abastecimento de Água e Saneamento em Cabo Verde ABRIL DE 2009 Índice Apresentação da ELECTRA, SA Papel da empresa

Leia mais

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias TERMO DE REFERÊNCIA Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias 1. Contexto e Justificação O Programa conjunto sobre o Empoderamento da Mulher

Leia mais

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas

A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A Agência de Tecnologia da República Checa e os seus programas A CRIAÇÃO E O LANÇAMENTO DAS ACTIVIDADES DA TA CR A fundação da Agência de Tecnologia da República Checa (adiante designada TA CR ) foi um

Leia mais

Versão Final aprovada pela Equipe do Executivo da CARE em Março 2007 CÓDIGO DE CONDUTA PARA A PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR DAS MICRO-FINANÇAS DA CARE

Versão Final aprovada pela Equipe do Executivo da CARE em Março 2007 CÓDIGO DE CONDUTA PARA A PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR DAS MICRO-FINANÇAS DA CARE CÓDIGO DE CONDUTA PARA A PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR DAS MICRO-FINANÇAS DA CARE Fundamentação Originalmente, as micro-finanças (MF) surgiram como uma forma alternativa de finanças para os pobres que eram antes

Leia mais

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA II ENCONTRO DA CPCJ SERPA Ninguém nasce ensinado!? A família, a Escola e a Comunidade no Desenvolvimento da criança Workshop: Treino de Competências com famílias um exemplo de intervenção e de instrumentos

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Página 2 de 29 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Índice Índice de Siglas. 4 Nota Prévia... 5 Exposição e Explicação dos

Leia mais

Formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário 2009. 28 e 29 de Outubro Hotel Trópico, Luanda

Formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário 2009. 28 e 29 de Outubro Hotel Trópico, Luanda Formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário 2009 28 e 29 de Outubro Hotel Trópico, Luanda Formação em Gestão de Fundos Imobiliários A formação em Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão dos Assuntos Sociais e do Ambiente 29.8.2006 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a água nos países em desenvolvimento Co-relatores: Achille Tapsoba (Burkina-Faso)

Leia mais

Propriedade, Prestação de Contas e Sustentabilidade na Resposta de VIH/SIDA, Tuberculose e Malária em África: Passado, Presente e o Futuro

Propriedade, Prestação de Contas e Sustentabilidade na Resposta de VIH/SIDA, Tuberculose e Malária em África: Passado, Presente e o Futuro SA10179 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA CIMEIRA ESPECIAL DA UNIÃO AFRICANA SOBRE O VIH/SIDA, TUBERCULOSE E MALÁRIA 12-16 DE JULHO DE 2013 ABUJA, NIGÉRIA Tema: Propriedade, Prestação de Contas

Leia mais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais

Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais TERMOS DE REFERÊNCIA Elaboração de Planos Estratégicos gerais de Formação de quadros de funcionarios municipais 1. ANTECEDENTES A Fundação IEPALA tem assinado com a Agencia Espanhola de Cooperação Internacional

Leia mais

Juntos Criamos Valor / Together We Create Value

Juntos Criamos Valor / Together We Create Value FUNDO DE CRESCIMENTO E COMPETITIVIDADE Juntos Criamos Valor / Together We Create Value Apresentação do FCC O (FCC) é um financiamento, que tem como objetivo financiar a fundo perdido, 50% a 75% dos custos

Leia mais

MINISTERIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO DO TURISMO E HOTELARIA (Unidade-Disciplina-Trabalho)

MINISTERIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO DO TURISMO E HOTELARIA (Unidade-Disciplina-Trabalho) REPUBLICA DEMOCRATICA DE S. TOMÉ E PRINCIPE MINISTERIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO DO TURISMO E HOTELARIA (Unidade-Disciplina-Trabalho) CONCLUSÕES E PROPOSTAS DA 1ª CONFERÊNCIA DO TURISMO DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE

Leia mais

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 Cidadania Europeia Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 O que é a cidadania? Vínculo jurídico entre o indivíduo e o respectivo Estado, traduz-se num conjunto de direitos e deveres O relacionamento

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org WG11036 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org ANÚNCIO E CONVITE PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

2. De acordo com o disposto no artigo 4º da lei 22/2012, o município de Paços de Ferreira é qualificado como um município de nível 2.

2. De acordo com o disposto no artigo 4º da lei 22/2012, o município de Paços de Ferreira é qualificado como um município de nível 2. Exmo. Presidente da Assembleia Municipal de Paços de Ferreira 1. A Assembleia Municipal de Paços de Ferreira apresentou proposta de pronúncia sobre a Reorganização Administrativa Territorial Autárquica,

Leia mais

O IMPACTO DA DESCENTRALIZAÇÃO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL A EXPERIÊNCIA DE CABO VERDE

O IMPACTO DA DESCENTRALIZAÇÃO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL A EXPERIÊNCIA DE CABO VERDE O IMPACTO DA DESCENTRALIZAÇÃO NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL A EXPERIÊNCIA DE CABO VERDE 1. CARACTERIZAÇÃO DE CABO VERDE 1.1 Aspectos físicos f e demográficos Situado no Oceano Atlântico, a cerca

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O CHC, E.P.E. rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades previstas

Leia mais

O Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo e a ESTÃO MUNICIPAL DO SOLO URBANO

O Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo e a ESTÃO MUNICIPAL DO SOLO URBANO Painel 2: Serviço público de excelência casos de sucesso na Administração Pública O Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo e a ESTÃO MUNICIPAL DO SOLO URBANO 08 de Outubro de 2010 Visão da Cidade

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira REGULAMENTO INTERNO INTRODUÇÃO A rede social é uma plataforma de articulação de diferentes parceiros públicos e privados que tem por objectivos combater

Leia mais

Estimule a criatividade através do Brainstorming

Estimule a criatividade através do Brainstorming EDIÇÃO 58 DEZEMBRO 2015 Estimule a criatividade através do Brainstorming Agência para o Desenvolvimento Empresarial e Inovação Editorial Edição nº 58 DEZEMBRO 2015 Conheça o balanço da Rede Nacional de

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE Discurso de SE o Sr. Presidente da Assembleia Nacional por ocasião da sessão inaugural da III edição do Curso de Liderança e Inovação na Gestão do Desenvolvimento,

Leia mais

Como construir uma DLA?

Como construir uma DLA? Como construir uma DLA? Conteúdo Como construir uma DLA?... 2 Introdução... 2 Metodologia DLA... 3 1.Preparação da DLA... 3 2.Planeamento da DLA... 6 2.1. Avaliação do estado actual... 6 2.3. Desenvolvimento

Leia mais

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020 Instrumentos de Financiamento Portugal 2020 27 junho 2015 Portugal 2020 1 Apoios ao setor social A estratégia constante do PO ISE procura dar resposta a um conjunto de compromissos assumidos por Portugal

Leia mais

GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE DELEGAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA EM MOÇAMBIQUE

GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE DELEGAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA EM MOÇAMBIQUE GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE DELEGAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA EM MOÇAMBIQUE o Clarificar critérios de elegibilidade o Informar sobre segunda fase: Proposta completa o Responder

Leia mais

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 Formação APRESENTAÇÃO Graduada em Planeamento e Desenvolvimento do Turismo ULHT Lisboa Portugal Pós-graduada e especialista

Leia mais

Síntese da Conferência

Síntese da Conferência Síntese da Conferência Sob o lema Saneamento para Todos, Responsabilidade de Todos realizou-se de 14 a 16 de Maio de 2014, a Conferência Nacional de Saneamento, no Centro de Conferências Joaquim Chissano,

Leia mais

Universidade Eduardo Mondlane

Universidade Eduardo Mondlane Universidade Eduardo Mondlane - Pobreza Urbana Intercâmbio entre a Ciência e a Prática - 16 Abril de 2008 Governação Municipal Participativa e a Redução da Pobreza Fernando Vieira 1 2 Estrutura e Objectivo

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA EMPRÉSTIMO OU COMPARTICIPAÇÃO NA AQUISIÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA:

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA EMPRÉSTIMO OU COMPARTICIPAÇÃO NA AQUISIÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA: REGULAMENTO MUNICIPAL PARA EMPRÉSTIMO OU COMPARTICIPAÇÃO NA AQUISIÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA: Considerando que, decorrente da imposição da lei fundamental, incumbe ao Estado assegurar

Leia mais

P. n.º CP 5/2010 SJC-CT Direito real de habitação periódica. Duração mensal. Deliberação

P. n.º CP 5/2010 SJC-CT Direito real de habitação periódica. Duração mensal. Deliberação P. n.º CP 5/2010 SJC-CT Direito real de habitação periódica. Duração mensal. Deliberação 1. Considerando os constrangimentos de ordem informática identificados pela Conservatória do Registo Predial de

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto Executivo nº /07 De 03 de Setembro Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério do Comércio; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE Marcia Vasconcelos - OIT Reunión de Especialistas Género, Probreza, Raza,

Leia mais

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com Plano de Atividades 2014 (Revisão) www.andonicanela.com PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014 REVISTO INTRODUÇÃO e VERTENTE ESTRATÉGICA A LPN como a mais antiga e mais consistente organização não governamental

Leia mais

1.ª SESSÃO NOVA LEGISLAÇÃO TURÍSTICA (ANIMAÇÃO TURÍSTICA, RJET E ALOJAMENTO LOCAL) _ RESUMO _

1.ª SESSÃO NOVA LEGISLAÇÃO TURÍSTICA (ANIMAÇÃO TURÍSTICA, RJET E ALOJAMENTO LOCAL) _ RESUMO _ 1.ª SESSÃO NOVA LEGISLAÇÃO TURÍSTICA (ANIMAÇÃO TURÍSTICA, RJET E ALOJAMENTO LOCAL) _ RESUMO _ Novo Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos (RJET) Inovadora, simplificadora e de maior facilidade

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITORIAL DIVISÃO DE

Leia mais

EQUIDADE DE GÊNERO POR UM MELHOR FUTURO URBANO. Uma visão geral do Plano de Ação para a Equidade de Gênero da ONU-HABITAT (2008-2013) ONU-HABITAT

EQUIDADE DE GÊNERO POR UM MELHOR FUTURO URBANO. Uma visão geral do Plano de Ação para a Equidade de Gênero da ONU-HABITAT (2008-2013) ONU-HABITAT Ruth McLead ONU-HABITAT/Nepal ONU-HABITAT EQUIDADE DE GÊNERO POR UM MELHOR FUTURO URBANO Uma visão geral do Plano de Ação para a Equidade de Gênero da ONU-HABITAT (2008-2013) Abordar EQUIDADE desigualdades

Leia mais

SPEED Bridge Program Africa LEAD II

SPEED Bridge Program Africa LEAD II SPEED Bridge Program Africa LEAD II Revisão Técnica do Quadro Legal de Terras Position Title: - ESPECIALISTA EM POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DE TERRAS - JURISTA, E ESPECIALISTA EM LEGISLAÇÃO SOBRE TERRAS Período

Leia mais

InfoARAP Autoridade Reguladora das Aquisições Públicas

InfoARAP Autoridade Reguladora das Aquisições Públicas InfoARAP Autoridade Reguladora das Aquisições Públicas Setembro/2011 Conselho Consultivo da ARAP toma posse Datas Importantes 06/09 Tomada de posse do Conselho Consultivo da ARAP 16/09 Dia Internacional

Leia mais

14/Mar/2013 :: Edição 31 ::

14/Mar/2013 :: Edição 31 :: 14/Mar/2013 :: Edição 31 :: Cadernos do Poder Executivo Poder Geraldo Julio de Mello Filho Executivo DECRETO Nº 26.993 DE 13 DE MARÇO DE 2013 EMENTA: Descreve as competências e atribuições dos cargos comissionados

Leia mais