REESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO"

Transcrição

1 REESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO VISANDO À MULTIFINALIDADE: Aspectos técnicos, legais e administrativos Profª Andrea F. T. Carneiro Programa de Pós-graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO -

2 O cadastro que queremos e o que podemos ter Implantação de uma reforma cadastral visando a multifinalidade A manutenção de um sistema cadastral

3 CADASTRO = SISTEMA DE INFORMAÇÕES TERRITORIAIS BASEADO EM PARCELAS

4 CADASTRO o que podemos PRESENTE o que queremos CONHECIMENTO PLANEJAMENTO FUTURO

5 REFORMA CADASTRAL ESTRUTURAÇÃO DESATUALIZAÇÃO Procedimentos Dados Re-estruturação Atualização

6 RE-ESTRUTURAÇÃO DO CADASTRO RH Gestão Informatização Formação Procedimentos Bancos de dados Continuada cartografia Plano de Relacionamento carreira interinstitucional SIG Nova lei de cadastro ou reforma da existente Novo manual de procedimentos

7 ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO Dados Cartográficos Dados Alfanuméricos Cartografia Básica Atualização periódica Fotogrametria Topografia Atualização contínua Outros levantamentos Atualização periódica cadastro por varredura Atualização contínua Transferência de dados contratação de empresa Bancos, empresas de serviços Cartografia Temática Sensoriamento cadastro por setores Imobiliárias, internet, Periódicos Registro de Imóveis

8 VISANDO A MULTIFINALIDADE: A nova situação implica em necessariamente em re-estruturação: Gestão RH com capacitação diferenciada Integração interna Integração externa Atualização tecnológica

9 RE-ESTRUTURAÇÃO CADASTRAL Pensar o CTM como base de dados territoriais do município e dos demais cadastros referentes a imóveis rurais, Planejar visualizando o cadastro do futuro, Contemplar os pilares básicos de um cadastro de sucesso: Gestão, Recursos Humanos, Integração e Tecnologia Vl Valorizar o it intercâmbio de experiências i com outros países. O cadastro multifinalitário li i deve atender às necessidades d dos usuários

10 Qual o cadastro que os usuários precisam? Todos devem reconhecer o mesmo imóvel? identificação única Todos devem localizar o mesmo imóvel? georreferenciamento Querem conhecer sua situação jurídica? intercâmbio com os cartórios

11 Identificar usuários atuais e potenciais e suas necessidades d O que pessoas ou instituições Pensam que precisam X O que elas Realmente precisam

12 Proposta para a estruturação de um Cadastro Multifinalitário 1. Quem vai gerenciar o novo cadastro? 2. Quais os usuários atuais e potenciais e suas necessidades? 3. Qual a estrutura administrativa necessária para atender às suas finalidades? 4. Quais os recursos necessários (pessoal, tecnologia, procedimentos)?

13 POR ONDE COMEÇAR? 1. Revisão de conceitos, visando o atendimento às necessidades dos usuários. 2. Revisão dos dados existentes e a serem coletados. 3. Atualização de normas.

14 Reforma cadastral a partir de experiências internacionais: todos os países têm consciência i de que o cadastro é um instrumento t imprescindível num estado moderno e numa economia globalizada; é necessário um apoio político total que avalie sua implantação; devem ser implementados programas integrais que incluam tanto o marco jurídico como o administrativo e técnico; devem coordenar-se todas as instituições e administrações vinculadas com o objetivo, no entanto devem ser claramente lideradas por uma única instituição oficial; deve-se contar com uma disponibilidade de recursos econômicos e técnicos, bem como com uma equipe de recursos humanos nacional, totalmente formado e motivado;

15 Reforma cadastral a partir de experiências internacionais: deve-se desenhar uma estratégia séria, capaz de executar os trabalhos e avaliar quantitativamente os resultados; deve-se estabelecer um calendário real e de consenso para o desenvolvimento do projeto; deve-se implantar mecanismos para a conservação e exploração da documentação elaborada, suportados por sistemas integrais de informação do território, i facilmente gerenciados por todos aqueles que contem com a correspondente permissão; devem estar imersos em programas supranacionais que tendam a integração econômica do entorno e a exploração pluridisciplinar da informação por parte das administrações, cidadãos e empresas, nacionais e estrangeiras.

16 Reforma cadastral a partir de experiências internacionais: a disponibilidade de uma documentação atual, confiável, bem administrada, acessível e universal favorecerá a geração de recursos econômicos que permitirá a recuperação de investimentos e o financiamento para uma adequada conservação da informação.

17 Conteúdos de um projeto cadastral: 1) Estudo da situação atual 2) Identificação dos seus usos, atual e potencial 3) Localização dos recursos humanos e técnicos disponíveis 4) Desenho de um marco institucional simples, preciso e operativo 5) Elaboração de marcos legais, de acordo com as necessidades 6) Desenho do modelo de avaliação a ser implantado;

18 Conteúdos de um projeto cadastral: 7) Documentação gráfica a elaborar; 8) Documentação literal a ser capturada; 9) Estratégias e calendário; 10) Financiamento; 11) Gestão e conservação.

19 Comitê Iberoamericano de Catastro Princípios Básicos do Cadastro em Iberoamérica 1. O Cadastro, como sistema de informação básica do território, e necessário para favorecer o desenvolvimento social, a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e o fortalecimento institucional dos países Iberoamericanos. Assim, o Cadastro deve existir em todos os países e seus Governos, dentro do marco legal vigente, devem garantir a existência do Cadastro e propiciar um fluido intercâmbio de experiências e consolidação de sucesso entre os países. 2. O Cadastro tem como principal objetivo a consolidação dos princípios de igualdade, de segurança e de justiça para todos os cidadãos Iberoamericanos. Dado seu valor como instrumento para o desenvolvimento em igualdade de condições para todos os cidadãos, é desejável que os territórios de cada um dos países Iberoamericanos se encontrem incorporados aos respectivos Cadastros, a fim de evitar desigualdades resultantes da falta de informação ou dos serviços que prestam. 3. Independentemente do sistema legal adotado por cada país, o Cadastro se define como um registro sob a responsabilidade do setor público, que não pode ser objeto de propriedade nem de comércio privado.

20 4. Todos terão acesso a informação cadastral conforme o disposto em leis e normas que garantam a máxima difusão, protegendo ao mesmo tempo a informação de caráter pessoal e reservada que cada país defina. Em particular, a informação cadastral deve estar disponível para os governos nacionais, estaduais, regionais e municipais e demais instituições públicas de Iberoamérica. Para tal fim se propiciará que as administrações de cada país estabeleçam procedimentos de coordenação e cooperação com o objeto de manter os Cadastros atualizados, evitando a duplicidade de gastos e facilitando o intercâmbio de informação. 5. A unidade básica do Cadastro é a Parcela. As parcelas podem estar agrupadas em unidades de inscrição segundo os procedimentos próprios de cada país. A toda parcela terá atribuido um Código Único e estável que a identifique de forma precisa e facilite o tratamento e a difusão da informação cadastral. A descrição gráfica da parcela e dos demais objetos cadastrais deve ser realizada com a precisão necessária para cada caso. 6. Os dados descritivos das parcelas e dos prédios existentes nas mesmas devem descrever sua natureza (rural ou urbana), sua área, seus confrontantes, seu valor e os direitos ou restrições legais associados, conforme o ordenamento próprio. p 7. A combinação da informação incluída no Cadastro e no Registro de Imóveis deve permitir o exercício pacífico dos direitos de propriedade, protegendo e propiciando segurança jurídica, a existência do mercado imobiliário e dos investimentos. A informação inscrita nos Cadastros e nos Registros da Propriedade deve ser devidamente coordenada e conectada.

21 Considerações finais Não existe um modelo cadastral de referência que cumpra com todos os requisitos que possam exigir as administrações públicas, empresas e cidadãos em geral. Todos são passíveis de melhoria e da maior parte dos mesmos é viável extrair aspectos úteis que podem ser exportados a outras situações. Os diferentes modelos têm se desenvolvido adequando-se as características específicas da propriedade, o marco legal e as características específicas, materiais e humanas disponíveis. (Álcazar, 2007)

A IMPLEMENTAÇÃO DO CNIR E SEU INTERCÂMBIO COM OS REGISTROS IMOBILIÁRIOS

A IMPLEMENTAÇÃO DO CNIR E SEU INTERCÂMBIO COM OS REGISTROS IMOBILIÁRIOS Seminário Interconexão entre Georreferenciamento, Cadastro e Registro de Imóveis A IMPLEMENTAÇÃO DO CNIR E SEU INTERCÂMBIO COM OS REGISTROS IMOBILIÁRIOS Profª. Drª. ANDREA F. T. CARNEIRO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Programa de Apoio Aos Municípios em Tributação Imobiliária

Programa de Apoio Aos Municípios em Tributação Imobiliária Oficina de Apoio Técnico às Questões Cadastrais: Discussão, Análise e Identificação de Soluções para Problemas e Casos Práticos Apresentação dos Painéis, Questões Debatidas, Síntese das Diretrizes, Conclusões

Leia mais

COMPATIBILIZANDO CADASTROS

COMPATIBILIZANDO CADASTROS COMPATIBILIZANDO CADASTROS EM PROJETO SIG Cristiane Vaz Domingues cristiane.vaz@uol.com.br FOTOGRAFIA Hoje nas instituiçõesições públicas existem: informações repetidas e/ou complementares distribuídas

Leia mais

PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009

PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009 MINISTÉRIO DAS CIDADES PORTARIA Nº, DE xx DE xxxxx DE 2009 Diretrizes para a criação, instituição e atualização do Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM) nos municípios brasileiros. O MINISTRO DE

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL Lauro Marino Wollmann Agente Fiscal da Receita Municipal Secretaria da Fazenda - Porto Alegre Porto Alegre, 20 de novembro de 2014. Para exigir

Leia mais

ACESSIBILIDADE E CTM

ACESSIBILIDADE E CTM Seminário Interconexão entre Georreferenciamento, Cadastro e Registro de Imóveis ACESSIBILIDADE E CTM Profª. Drª. ANDREA F. T. CARNEIRO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS GEODÉSICAS E TECNOLOGIAS DA

Leia mais

Mesa: Diretrizes Nacionais para o Cadastro Territorial Multifinalitário e Avaliação em Massa de Imóveis

Mesa: Diretrizes Nacionais para o Cadastro Territorial Multifinalitário e Avaliação em Massa de Imóveis Mesa: Diretrizes Nacionais para o Cadastro Territorial Multifinalitário e Avaliação em Massa de Imóveis Coordenador: Everton Silva Apresentadora: Eglaísa Micheline Pontes Cunha Debatedores: Diego Erba,

Leia mais

O USO DO SIG NA ADMINISTRAÇÃO E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS DA COMPANHIA IMOBILIÁRIA DE BRASÍLIA TERRACAP

O USO DO SIG NA ADMINISTRAÇÃO E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS DA COMPANHIA IMOBILIÁRIA DE BRASÍLIA TERRACAP O USO DO SIG NA ADMINISTRAÇÃO E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS DA COMPANHIA IMOBILIÁRIA DE BRASÍLIA TERRACAP Thais Borges Sanches Lima e Bruno Tamm Rabello Setembro/2012 Introdução 1. Experiência de um grupo de

Leia mais

Francisco Henrique de Oliveira

Francisco Henrique de Oliveira Programa de apoio aos municípios em tributação imobiliária Cartografia Geral e o Mapeamento Urbano Francisco Henrique de Oliveira Imagem obtida do Google Earth 01/08/08 Imagem obtida do Google Earth 01/08/08

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA

CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA XAVIER, Ana Paula Campos 1 COSTA, Antônio Carlos Brito Vital 2 DANTAS, José Carlos 3 OLIVEIRA, Nádja Melo 4 SILVA,

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

Diretrizes para o Cadastro Territorial Multifinalitário

Diretrizes para o Cadastro Territorial Multifinalitário Mesa Temática: CADASTRO E ORDENAMENTO DA OCUPAÇÃO URBANA Diretrizes para o Cadastro Territorial Multifinalitário EGLAÍSA MICHELINE PONTES CUNHA Ministério das Cidades capacidades@cidades.gov.br Eqüidade

Leia mais

Interconexão INCRA e Registro de Imóveis. Quêidimar Cristina Guzzo Rodrigues

Interconexão INCRA e Registro de Imóveis. Quêidimar Cristina Guzzo Rodrigues Interconexão INCRA e Registro de Imóveis Quêidimar Cristina Guzzo Rodrigues São Paulo, 15 de Junho de 2011 Cadastro do INCRA - SNCR SNCR instituído em novembro de 2002; Possui natureza declaratória; Utilizado,

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU O Papel dos Tributos Imobiliários para o Fortalecimento dos Municípios Eduardo de Lima Caldas Instituto Pólis Marco

Leia mais

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA Em 22 e 23 de outubro de 2015, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano SEDU, por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba COMEC,

Leia mais

Inovação Tecnológica no Cadastro Técnico Multifinalitário

Inovação Tecnológica no Cadastro Técnico Multifinalitário Inovação Tecnológica no Cadastro Técnico Multifinalitário Amilton Amorim Universidade Estadual Paulista - UNESP. Departamento de Cartografia Presidente Prudente SP. Grupo de Pesquisa em Aquisição e Representação

Leia mais

Cadastro Territorial. Prof. Artur Caldas Brandão UFBA acaldas@ufba.br. Salvador-BA 2010

Cadastro Territorial. Prof. Artur Caldas Brandão UFBA acaldas@ufba.br. Salvador-BA 2010 Prof. Artur Caldas Brandão UFBA acaldas@ufba.br Salvador-BA 2010 1 Prof. Artur Caldas Brandão acaldas@ufba.br Formação: Doutorado em Engenharia / Cadastro Territorial UFSC - 2003 Mestrado em Ciências Geodésicas

Leia mais

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências.

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências. LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005 Procedência: Governamental Natureza: PL. 332/05 DO. 17.762 de 17/11/05 Fonte: ALESC/Div. Documentação Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

Diretoria de Patrimônio - DPA

Diretoria de Patrimônio - DPA Diretoria de Patrimônio - DPA Diretoria de Patrimônio - DPA Finalidade Coordenar, supervisionar, controlar e executar as atividades relativas a administração patrimonial do Estado. (Decreto Estadual nº

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

. ORegistro Imobiliário (PARA OS DADOS LEGAIS) e;. O Cadastro Imobiliário (PARA OS DADOS GEOMÉTRICOS).

. ORegistro Imobiliário (PARA OS DADOS LEGAIS) e;. O Cadastro Imobiliário (PARA OS DADOS GEOMÉTRICOS). A IMPORTÂNCIA DOS CONVÊNIOS COM OS CARTÓRIOS E A RECEITA FERAL PARA PURAÇÃO DOS DADOS DA CERTIDÃO DÍVIDA ATIVA. 1 INTRODUÇÃO O 1.1 A CIDA ARACAJU CAPITAL DO ESTADO SERGIPE /BRASIL POPULAÇÃO SERGIPE 1.939.426

Leia mais

Bases de Dados Geoespaciais: Conceitos e Tendências. Paulo Costa Paulo.fernando.costa@vale.com

Bases de Dados Geoespaciais: Conceitos e Tendências. Paulo Costa Paulo.fernando.costa@vale.com Paulo Costa Paulo.fernando.costa@vale.com Sumário Dados e informações Base de dados Normatização dos Dados Banco de dados único Interoperabilidade de dados Tendências DADOS E INFORMAÇÕES Dados são observações

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

CADASTRO TERRITORIAL MULTIFINALITÁRIO ELZA KRUCHELSKI CAMPO LARGO, 15 DE ABRIL

CADASTRO TERRITORIAL MULTIFINALITÁRIO ELZA KRUCHELSKI CAMPO LARGO, 15 DE ABRIL CADASTRO TERRITORIAL MULTIFINALITÁRIO ELZA KRUCHELSKI CAMPO LARGO, 15 DE ABRIL CADASTRO TERRRITORIAL MULTIFINALITÁRIO 15/abril/2013 O TERMO CADASTRO Teorias sobre a origem Profº Jürgen (UFSC) todos idiomas:

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste

Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste Ambiente Jurídico para PSA em Pernambuco KLAUS MACIEL Recife, 2010 Contextualização Global Política Nacional de Biodiversidade (Decreto n 4339/2002) Política

Leia mais

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Foco na Gestão Comercial e Operacional Estamos vivenciando atualmente, uma profunda transformação no Setor de Saneamento. As Companhias

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU

PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU copyright A criatividade com visão de longo prazo Planejamento da Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos 27/08/2015 1 SUMÁRIO 1 ENQUADRAMENTO LEGAL 2 PLANO DE GESTÃO INTEGRADA

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH Objetivo Geral PROPOR PROGRAMAS, AÇÕES E ESTRATÉGIAS, INTERSETORIAIS E INTERINSTITUCIONAIS, VISANDO ASSEGURAR O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DOS USOS

Leia mais

Tributação Imobiliária no Brasil Revendo Desafios

Tributação Imobiliária no Brasil Revendo Desafios SEMINÁRIO INTERNACIONAL TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA INICIATIVAS PARA O FORTALECIMENTO DA AÇÃO FISCAL DOS MUNICÍPIOS EM TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Escola de Administração Fazendária _ ESAF Lincoln Institute of Land

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Gerenciamento de Cidades e Uso de Geotecnologias Ana Lúcia Álvares de Aragão Gleide Bacelar de Melo

Gerenciamento de Cidades e Uso de Geotecnologias Ana Lúcia Álvares de Aragão Gleide Bacelar de Melo Gerenciamento de Cidades e Uso de Geotecnologias Ana Lúcia Álvares de Aragão Gleide Bacelar de Melo Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente Coordenadoria Central de Informações

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para realização de um plano de sustentabilidade financeira para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no âmbito da

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara Setorial de Hortaliças

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara Setorial de Hortaliças Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara Setorial de Hortaliças O QUE ÉCAR O Cadastro Ambiental Rural - CAR, é o registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis

Leia mais

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Meta brasileira de redução das emissões até 2020 36,1% a 38,9% das 3.236 MM de tonco2eq de emissões projetadas

Leia mais

Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF

Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF O Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) é uma ferramenta eletrônica desenvolvida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e pelo Ministério

Leia mais

INOVAÇÕES NO GEORREFERENCIAMENTO E NA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS

INOVAÇÕES NO GEORREFERENCIAMENTO E NA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS INOVAÇÕES NO GEORREFERENCIAMENTO E NA CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS Kilder José Barbosa Engenheiro Agrimensor Analista/INCRA Kilder Barbosa - Engenheiro Agrimensor Analista em Reforma e Desenvolvimento

Leia mais

COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - PPG-Mar PLANO NACIONAL DE TRABALHO 2012-2015

COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - PPG-Mar PLANO NACIONAL DE TRABALHO 2012-2015 CIRM PSRM 180/ 120/8 9 COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - 1.1. Apoiar, incentivar e promover a 1. Melhorar a qualificação do corpo qualificação do corpo docente da

Leia mais

Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos

Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos Maria Luiza B. Zacharias - IBGE, Brasil Segunda Reunião da Conferência de Estatística das Américas da Comissão Econômica

Leia mais

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...

Leia mais

Estratégias para a implantação do T&V

Estratégias para a implantação do T&V 64 Embrapa Soja, Documentos, 288 Estratégias para a implantação do T&V Lineu Alberto Domit 1 A estratégia de ação proposta está baseada na experiência acumulada na implantação do sistema T&V no estado

Leia mais

PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES

PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES MERCOSUL/GMC/RES. Nº 14/08 PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Resolução Nº 32/04 do Grupo Mercado Comum; CONSIDERANDO: Que

Leia mais

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento Access the complete publication at: http://dx.doi.org/10.1787/9789264175877-pt Sumário executivo

Leia mais

ACT entre OCB e MMA CAR REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL. Brasilia, 13 maio de 2013.

ACT entre OCB e MMA CAR REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL. Brasilia, 13 maio de 2013. entre OCB e MMA CAR REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL Brasilia, 13 maio de 2013. Fato motivador Lei 12.651/2012 Desoneração da regularização ambiental das propriedades, através da metodologia do cadastro ambiental

Leia mais

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO.

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO. LEI Nº 1.827/2009. EMENTA: Institui a política de apoio e incentivo ao desenvolvimento do Cooperativismo no âmbito do município de Santa Cruz do Capibaribe/PE e dá outras providências. A MESA DIRETORA

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

PLANEJASUS. A Importância do Planejamento na Gestão do SUS

PLANEJASUS. A Importância do Planejamento na Gestão do SUS PLANEJASUS A Importância do Planejamento na Gestão do SUS Sumário 1. A importância do planejamento 2. Antecedentes: a Saúde nos Planos de Desenvolvimento 3. Emergência do planejamento em saúde (75-79)

Leia mais

NORMAS PARA PROGRAMAS DE CONCESSÃO DE BOLSAS DE FORMAÇÃO, DE PESQUISA E TECNOLÓGICA - FAPEG-I

NORMAS PARA PROGRAMAS DE CONCESSÃO DE BOLSAS DE FORMAÇÃO, DE PESQUISA E TECNOLÓGICA - FAPEG-I RESOLUÇÃO N. 001/2007 ANEXO NORMAS PARA PROGRAMAS DE CONCESSÃO DE BOLSAS DE FORMAÇÃO, DE PESQUISA E TECNOLÓGICA - FAPEG-I 1. Conceituação As normas relativas à concessão de Bolsas de Formação, de Pesquisa

Leia mais

Cria e regulamenta sistema de dados e informações sobre a gestão florestal no âmbito do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA.

Cria e regulamenta sistema de dados e informações sobre a gestão florestal no âmbito do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 379, de 19/10/2006 Cria e regulamenta sistema de dados e informações sobre a gestão florestal no âmbito do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2006 1. PROGRAMA: ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO- (0512)

RELATÓRIO DE GESTÃO 2006 1. PROGRAMA: ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO- (0512) RELATÓRIO DE GESTÃO 2006 1. PROGRAMA: ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO- (0512) 1.1 OBJETIVOS: 1.1.1 Objetivo Geral: Promover o zoneamento ecológico-econômico para planejar e organizar, de forma sustentável,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2108 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2108 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 20/03/2013-17:37:38 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2108 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1.

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA n o 379, de 19 de outubro de 2006 Publicada no DOU nº 202, de 20 de outubro de 2006, Seção 1, página 175 e 176

RESOLUÇÃO CONAMA n o 379, de 19 de outubro de 2006 Publicada no DOU nº 202, de 20 de outubro de 2006, Seção 1, página 175 e 176 RESOLUÇÃO CONAMA n o 379, de 19 de outubro de 2006 Publicada no DOU nº 202, de 20 de outubro de 2006, Seção 1, página 175 e 176 Cria e regulamenta sistema de dados e informações sobre a gestão florestal

Leia mais

Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional

Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONSULTORIA COORDENADOR/A DE CAPACITAÇÃO 1. Antecedentes Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional O Projeto Cooperação Humanitária Internacional tem por objetivo o desenvolvimento

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

com parceiros na produção de informações e conhecimento, compartilhamento de trabalhos com vistas a alavancar os resultados e abolir duplicidades.

com parceiros na produção de informações e conhecimento, compartilhamento de trabalhos com vistas a alavancar os resultados e abolir duplicidades. TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO Contratação de consultoria especializada para desenvolvimento dos serviços técnicos necessários à elaboração da metodologia para a estruturação da Rede de Parceiros para o

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR O QUE ÉO CAR O Cadastro Ambiental Rural - CAR, é o registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br Programa para Programa para LAND READJUSTMENT - REAJUSTE DE TERRENOS Administração

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

TRADUÇÃO LIVRE E NÃO OFICIAL. Recomendações sobre segurança da posse da população urbana pobre

TRADUÇÃO LIVRE E NÃO OFICIAL. Recomendações sobre segurança da posse da população urbana pobre TRADUÇÃO LIVRE E NÃO OFICIAL Recomendações sobre segurança da posse da população urbana pobre Princípios gerais 1. Os Estados têm obrigação imediata de assegurar que todos tenham um grau de segurança da

Leia mais

ATO Nº 232/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 232/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 232/2013 Aprova a Norma Complementar de Procedimentos para Inventariar Ativos de Tecnologia da Informação. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

EDITAL PI IPCIT - Nº001/2012 - PRPPGI/IFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PI-IPCIT

EDITAL PI IPCIT - Nº001/2012 - PRPPGI/IFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PI-IPCIT EDITAL PI IPCIT - Nº001/2012 - PRPPGI/IFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INCENTIVO À PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PI-IPCIT PROJETOS DE PESQUISA CIENTÍFICA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DO IFAM Maio

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO

ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO MERCOSUL/CMC/DEC. N 64/10 ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão N 63/10 do Conselho do Mercado Comum. CONSIDERANDO:

Leia mais

Entenda o PNAFM MAXCITY / UNYLEYA. Melhores Cidades

Entenda o PNAFM MAXCITY / UNYLEYA. Melhores Cidades Entenda o PNAFM MAXCITY / UNYLEYA Melhores Cidades MAXCITY Consultoria nasceu com o objetivo de ajudar as Prefeituras a: Captarem recursos junto ao BID. Sugerir, criar e viabilizar projetos de investimentos.

Leia mais

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania A União dos Vereadores do Estado de São Paulo UVESP, desde 1977 (há 38 anos) promove parceria com o Poder Legislativo para torná-lo cada vez mais forte, através de várias ações de capacitação e auxílio

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais