Apoio na Concepção de Workflow Científico Abstrato para Estudos in virtuo e in silico em Engenharia de Software

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apoio na Concepção de Workflow Científico Abstrato para Estudos in virtuo e in silico em Engenharia de Software"

Transcrição

1 Apoio na Concepção de Workflow Científico Abstrato para Estudos in virtuo e in silico em Engenharia de Software Wallace M. Pereira 1, Marco Antônio P. Araújo 2, Guilherme H. Travassos 1 1 Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC), COPPE/UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, Caixa Postal CEP Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora / Faculdade Metodista Granbery Abstract. Science evolution has been supported by complex computerized infrastructures with growing interests in simulation based studies based on scientific workflows. However, the conception of such workflows is not easy and the current ad-hoc approaches make it a risky process. Therefore, this paper describes the application of an approach for the conception of scientific workflows for Software Engineering simulation based large scale studies in software decay. Resumo. A evolução da ciência tem sido apoiada por infra-estrutura computacional complexa para realizar as pesquisas, com crescente interesse em estudos baseados em utilizando tecnologias de workflow científico. Entretanto, a concepção de workflows não é trivial e as práticas correntes ad-hoc podem trazer riscos ao estudo. Por isto, este trabalho apresenta a aplicação de uma abordagem de apoio à concepção de workflow científicos para estudos larga escala baseados em em Engenharia de Software no domínio da Evolução de Software. 1. Introdução A Engenharia de Software (ES) vem utilizando a Experimentação como meio para a criação de um corpo de conhecimento. Para que apresente validade científica, cada um de seus itens de conhecimento deve ser verificado perante a realidade [Juristo & Moreno, 2001]. Essa verificação pode ser realizada através de estudos experimentais, que permitam ao pesquisador um maior controle da situação e a manipulação do comportamento do ambiente de forma direta, precisa e sistemática [Wohlin et al., 2000]. Diferentes tipos de estudos experimentais podem ser utilizados, contando com a participação de profissionais. Esses estudos visam observar a validade desses itens de conhecimento quando relacionada a seus possíveis comportamentos em processos de software e como podem afetar o produto gerado. Contudo, em situações onde o tempo necessário para observação do comportamento é longo, a utilização de profissionais pode não ser inicialmente viável, tornando a observação mais difícil, trazendo riscos de continuidade da pesquisa. Essas condições têm motivado o uso cada vez mais freqüente de estudos baseados em na Engenharia de Software Experimental [Zhang et. al., 2008]. Dentre as vantagens que podem ser obtidas, destacam-se: maior controle do ambiente, menor custo de pessoal e antecipação a possíveis riscos. Também, existe a possibilidade de observar, de forma restrita, a viabilidade das tecnologias de software sob investigação. Os estudos que fazem uso de ambientes simulados são denominados: in virtuo e in silico. Esses estudos permitem observar o mundo real através de 22

2 em ambientes virtuais, compostos por modelos computacionais. Nos estudos in silico tanto os participantes quanto o ambiente são simulados, ao contrário do s estudos in virtuo, onde o ambiente sofre interação dos participantes [Travassos & Barros, 2003]. A utilização de, embora com ênfase recente em Engenharia de Software, representa prática corrente em outras áreas da ciência como meio de realização de suas pesquisas (e.g., Biologia, Engenharia, Física, dentre outras) [Mattos et al., 2008]. Estas áreas fazem uso de tecnologias como workflow científico e Sistemas Gerenciadores de Workflow Científico (SGWfC) para apoiar este tipo de estudo. Basicamente, o workflow científico é um modelo ou template que representa uma seqüência de atividades, implementadas por ferramentas (programas ou serviços), a fim de realizar um determinado objetivo [Deelman et. al., 2009]. Esses workflows são interpretados e executados pelos SGWfCs. Em geral, os SGWfCs permitem a especificação, modelagem e execução do workflow científico, representado em uma linguagem própria, referente a cada um destes sistemas. Os workflows científicos e SGWfCs trazem benefícios para experimentação como: a possibilidade de registro da proveniência dos dados utilizados; automação da execução do fluxo de atividades; controle e invocação das ferramentas que implementam as atividades; manipulação dos dados passados entre as atividades [Mattos et al., 2008]. Um workflow científico, que representa um estudo baseado em, segue um conjunto de fases (Composição, Execução, Análise e Proveniência [Oinn et. al., 2007]) semelhante ao processo de experimentação (Definição, Planejamento, Execução, Análise e Interpretação, Empacotamento [Wohlin et al., 2000]) para sua instanciação. A Composição é similar às etapas de Definição e Planejamento no processo de experimentação, sendo uma importante fase, onde o pesquisador estrutura e define o estudo, em termos da seqüência de atividades necessárias, os tipos de dados de entrada e os produtos esperados. Essa fase, na verdade, é decomposta em duas subfases, a Concepção, no qual o pesquisador define um novo workflow, e o Reuso, no qual o pesquisador recupera um workflow e o adapta para atender a um novo estudo ou objetivo. Contudo, muitos autores sugerem que a Composição deve seguir um conceito de criação através de níveis de abstração [Medeiros et. al., 2005; Gil et. al., 2007], pois, assim, o pesquisador poderia, em momentos diferentes, definir o comportamento (objetivo, atividades e escopo) do workflow e depois, gradualmente, ir identificando questões de tecnologia (e.g., local de execução, tipo de chamada de uma ferramenta, dentre outras). Pode-se, de forma simplificada, definir em dois níveis a abstração do worklfow: concreto e abstrato. Neste caso, o nível mais abstrato é ligado à definição do comportamento do workflow, sendo denominado workflow abstrato. Já o nível concreto é ligado aos recursos computacionais necessários à execução do workflow científico, já pronto para execução em um SGWfC, sendo denominado workflow concreto [Mattos et al., 2008]. Com o crescente uso de estudos experimentais baseados em na Engenharia de Software [Zhang et. al., 2008], faz se necessário buscar formas de auxiliar os pesquisadores em sua realização. Uma possível maneira, como em outras áreas científicas, é através do uso de tecnologias de workflow científico e SGWfCs, visto que trazem as vantagens já enumeradas anteriormente, como controle, proveniência e automação. Porém, apesar desses benefícios, o uso dessas tecnologias gera novas questões associadas à especificação, modelagem e reutilização deste tipo de estudo experimental [Mattoso et al., 2008]. Soma-se a isso o fato de estudos do tipo in 23

3 virtuo e in silico, naturalmente, já adicionarem complexidade a realização do estudo, pois requerem maior apoio computacional e infra-estrutura complexa, bem como maior conhecimento do domínio onde a pesquisa será realizada [Travassos & Barros, 2003]. Isso tudo torna a Concepção não trivial para o pesquisador. Assim, a concepção pode se tornar uma barreira para a modelagem computacional de estudos baseados em. De fato, Modelagem Computacional já foi identificado como um dos desafios para computação [Kavanagh & Hall, 2008; SBC, 2009]. No momento da concepção do workflow científico, o pesquisador enfrenta uma série de dificuldades para sua realização. De forma geral, essa tarefa é realizada diretamente no nível concreto e de maneira ad hoc, o que pode acarretar em riscos para a pesquisa [Gil et. al., 2007; Verdi et al., 2007]. Soma-se a isso a falta de apoio dos SGWfC s para documentação mais detalhada do estudo. Estes sistemas, por exemplo, não permitem a especificação de atividades manuais ou semi-automatizadas, e também não apóiam a representação de diferentes fluxos de execução ligados ao estudo definido no mesmo workflow, característica existente nos estudos em Engenharia de Software. Isso pode acarretar perda do conhecimento, que fica somente disponível com o pesquisador responsável pelo workflow, tornando-o tácito. Ainda, como não existe um processo bem definido, a concepção pode não ser realizada organizadamente e, assim, o conhecimento não ser explorado e documentado de forma sistemática, acarretando dificuldades para seu posterior reuso por outro pesquisador [Mattoso et. al., 2008]. Em uma revisão tradicional da literatura técnica, não foi possível identificar uma abordagem de concepção de workflow abstrato para estudos do tipo in virtuo e in silico, que utilizasse tarefas bem definidas e definisse meios de garantir a qualidade dos produtos gerados (especificação do workflow abstrato). Por isso, Pereira & Travassos (2009) propuseram uma abordagem para concepção de workflows científicos abstratos e conseqüente especificação destes estudos experimentais. Esta abordagem visa oferecer meios para garantir o aumento da qualidade do produto final e da padronização das tarefas e produtos gerados. Este trabalho descreve a aplicação da abordagem de concepção de workflows abstratos para estudos in virtuo e in silico [Pereira & Travassos, 2009] em Engenharia de Software através de sua aplicação no domínio da Evolução de Software [Araujo, 2009]. O artigo é organizado da seguinte forma: a Seção 2 apresenta, resumidamente, a Abordagem de Concepção; a Seção 3 apresenta um exemplo de aplicação no domínio de Simulação da Evolução; a Seção 4 apresenta as lições aprendidas com a aplicação da abordagem; a Seção 5 apresenta alguns trabalhos relacionados; a Seção 6 apresenta o andamento da pesquisa, os trabalhos futuros e a conclusão. 2. Abordagem para Concepção de Workflows Abstratos A Abordagem para Concepção de Workflows Abstratos, proposta por Pereira & Travassos (2009), inspira-se nos processos de desenvolvimento de software e explora as técnicas usualmente utilizadas na Engenharia de Software [Pfleeger, 2004]. Essa abordagem intenciona auxiliar o pesquisador na concepção de estudos experimentais in virtuo e in silico, que utilizem a tecnologia de workflow científico, oferecendo facilidades para garantir a qualidade da especificação. São utilizados modelos e formulários para representar a especificação do workflow abstrato. Os modelos são 24

4 baseados no diagrama de atividades da UML 2.2 [OMG, 2009], enquanto os formulários (Atividades, Artefatos e Ferramentas) são compostos por campos que representam os requisitos do estudo experimental. O responsável pela especificação e modelagem é denominado modelador, sendo ele um pesquisador ou engenheiro de software. A Figura 1 apresenta a Abordagem de Concepção, maiores detalhes em [Pereira & Travassos, 2009]. De maneira resumida, a seguir é apresentada a Abordagem de Concepção. Definir modelo inicial do workflow científico Identificar e modelar requisitos do workflow científico Inspecionar a especificação do workflow científico Nova rodada de inspeção Avançar na concepção Validar a especificação do workflow científico Não validado Validado Figura 1. Tarefas da Abordagem para Concepção de Workflows Abstratos [Pereira & Travassos, 2009]. Inicialmente, realiza-se a tarefa Definir o modelo inicial do workflow científico, onde o modelador concebe o modelo inicial, construindo uma visão global do estudo através da discussão com outros pesquisadores. Após esta tarefa, Identificar e modelar requisitos do workflow científico é executado. Nela, o modelador cria a especificação do workflow abstrato através de reuniões semi-estruturadas com os pesquisadores. Os formulários são utilizados como guias nas perguntas da entrevista e o modelo inicial como base para o modelo de workflow abstrato. Conforme citado anteriormente, a abordagem também foca na garantia da qualidade da especificação gerada. Para alcançar esse objetivo, primeiramente é realizada uma verificação da especificação (Inspecionar a especificação do workflow científico), através de uma inspeção ad hoc, no qual os inspetores, pesquisadores do domínio não envolvidos na especificação, verificam todo o documento em busca de discrepâncias. Os defeitos são categorizados e corrigidos. Já a tarefa de validação, Validar a especificação do workflow científico, é realizada através de reuniões com todos os participantes, no qual todo o conteúdo do documento é avaliado, assim confirmando se os requisitos do estudo experimental foram capturados de maneira a atender o seu propósito. Essa abordagem vem sendo utilizada no contexto de um projeto real, Gexp (http://gexp.nacad.ufrj.br), para a especificação de workflows abstratos no domínio de exploração de petróleo em sistemas alto mar (offshore). 3. Domínio da Simulação de Evolução de Software A pesquisa sobre Evolução de Software tem como objetivo entender como sistemas evoluem e modificam-se ao longo do seu ciclo de vida e como isto pode influenciar no decaimento de sua qualidade. Para isto, podem-se construir modelos de para ajudar a observar a evolução do software ao longo de sucessivos ciclos de manutenção. Araújo (2009) apresenta um modelo, baseado nas Leis de Evolução de Software (LSE Laws of Software Evolution) [LEHMAN et al. 1998], que permite a observação do processo de decaimento do software ao longo do tempo, através da do comportamento de determinadas características do software. O modelo de Araújo baseia-se em premissas descritas através de formulações lógicas das LSE. Essas formulações representam as tendências do comportamento de determinadas características de software ao longo do tempo (e.g., características da fase de codificação: esforço, tamanho, periodici- 25

5 dade, complexidade, confiabilidade, manutenibilidade,). Entretanto, as premissas não permitem a observação direta do processo de decaimento da qualidade do software, pois não representam as influências que uma Lei exerce em outra. Assim, utiliza-se ferramentas para simular as características do software, através das equações definidas, que representam as influências entre as LSE e como essas afetam as características. A Figura 2 apresenta o processo para observação de Evolução de Software [Araújo, 2009]. Engenheiro de Software Coleta de Métricas Construção Planilha Geração das Equações Simulação Evolução de Software Ferramenta para Dinâmica de Sistemas Figura 2. Processo para Observação de Evolução de Software [Araújo, 2009]. Essa Figura 2 e uma descrição textual do processo são a especificação do estudo experimental apresentado em Araújo (2009). Contudo, a especificação apresentada não é padronizada, o que pode apresentar problemas. Por exemplo, na representação do modelo (Figura 2), estão misturados informações como: o perfil do pesquisador (Engenheiro de Software), a ferramenta utilizada (Ferramenta para Dinâmica de Sistemas) e as atividades do estudo. Estas informações distintas, sem um padrão de representação, que explicite qual é o significado de cada um desses no modelo, pode gerar confusão para um pesquisador que pretende repetir o estudo. Além disso, informações (e.g., descrição das atividades, insumos e produtos, dentre outras) estão descritas em formato textual sem um template, provocando o risco do pesquisador ao documentar esquecer alguma informação, pois, não há um conjunto característico de informações pré-definidas para cada elemento (Atividade, Ferramenta e Artefato) que deva sempre ser identificado. Estes exemplos de problemas, possíveis, no uso de uma especificação não padronizada, ilustram a necessidade do uso de uma abordagem que permita a identificação e documentação do conhecimento e dos requisitos (funcionalidades, restrições e objetivos) do estudo experimental a ser realizado. Com isso, foi aplicada a abordagem descrita na Seção 2, a fim de conceber uma especificação do estudo, incluindo atividades opcionais e/ou manuais e alternativas de ferramentas que suportam a execução do processo. Com essa especificação do workflow abstrato, esperase que, posteriormente, seja possível definir e repetir este estudo em um SGWfC Aplicação do processo de concepção Para representar o estudo in virtuo apresentado, foi criado, primeiramente, o modelo inicial do estudo (Figura 3), sendo ele um diagrama de atividades em alto nível de abstração. Foram identificadas, inicialmente, três atividades, retiradas do modelo (Figura 2) e, durante a modelagem inicial, foi identificada uma nova atividade: 1) Preparar dados para, na qual as métricas extraídas do processo real de desenvolvimento são padronizadas, avaliadas e excluídas caso apresentem comportamento incomum; 2) Gerar as equações para, na qual são criadas as equações baseadas nas formulações da LSE e que servirão como modelo para das características do software; 3) Simular a evolução do software, na qual ocorre a da evolução das características do software para um determinado tempo definido; 4) Análise do resultado da, na qual o objetivo é gerar uma análise do resultado da executada. Nesta etapa, também se identificou o papel do 26

6 Engenheiro de Software, cuja responsabilidade é garantir a qualidade dos dados escolhidos, das equações geradas e análise do resultado da. O modelo inicial (Figura 3) serviu como insumo para a tarefa de Identificar e modelar do processo de concepção. Início Experimento Preparar dados para Gerar as equações para Simular a evolução do software Análise do resultado da Fim Experimento Figura 3. Modelo Inicial para Simulação da Evolução de Software. Este modelo inicial foi refinado e, assim, foram identificados alguns pontos de decisão no estudo (vide Figura 4). No modelo foram representados os fluxos de controle e dados do modelo, o que possibilita ao pesquisador visualizar as dependências entre as atividades do estudo, trazendo a ele uma visão dessas duas perspectivas. Também foi percebido que três atividades eram compostas de sub-atividades. Na Figura 4, as atividades compostas estão estereotipadas com <<structured>>, que representam o conceito de sub-workflows. Inicio_Simulacao_Decaimento Dados reais do processo de desenvolvimento «datastore» Base de medidas da organização «structured» Preparar dados para Tabela com versões do software «decisão» {Base de medidas das versões é válida e suficiente para gerar as equações?} [SIM] Tabela com versões do software «structured» Gerar as equações para [MODIFICAR MEDIDAS DO SOFTWARE] Final_Simulacao_Decaimento Análise do resultado da [NÃO] «Semi-automatizada» Análise do resultado da «decisão» {Qual é origem do problema? Ação a ser tomada?} Dados da da evolução [MODIFICAR EQUAÇÕES PARA SIMULAÇÃO] Dados da da evolução [NÃO] [SIM] «structured» Simular a evolução do software Equações para Figura 4. Workflow abstrato para Simulação da Evolução de Software. «decisão» {Equações representam o modelo dinâmico?} Equações para O modelo que representa os fluxos (controle e dados) da atividade Gerar as equações para pode ser visto na Figura 5. Essa representação por subworkflows permitiu uma melhor organização, pois deixa os modelos mais legíveis para o pesquisador. Tabela com versões do software Inicio_Gerar_Equações Tabela com versões do software «Manual» Definir versão base da «structured» Gerar as equações para Tabela com versões do software Versão base Versão base «Semi-automatizada» Criar equações da Equações para Final_Gerar_Equações Figura 5. Sub-workflow para Gerar equações para. Equações para A especificação é composta pelos diagramas de atividades, mas também por um conjunto de formulários. Estes documentam cada atividade, artefato e ferramenta utilizada no estudo. Os formulários foram preenchidos conforme ocorreram as reuniões, em conjunto com a concepção dos modelos do workflow abstrato. A Tabela 1 apresenta alguns campos do formulário da atividade Criar equações da. A Tabela 2 27

7 apresenta o formulário associado ao artefato Equações para, que contém as equações geradas em Criar equações da. A Tabela 3 apresenta o formulário da ferramenta Tabela_Excel. O documento de especificação é composto por uma seção de introdução, descrição dos papéis envolvidos, apresentação dos modelos (diagramas de atividades) e formulários preenchidos. Tabela 1. Formulário atividade Criar equações da. Atividade Criar equações da Descrição As equações combinadas (referentes à formulação lógica pra cada Lei de Evolução de Software) e os valores base das características são definidos nas equações para, estas serão efetivamente utilizadas na da evolução do software. Para tal utilizam-se duas técnicas: regressão linear; e, método de mínimos quadrados. A aplicação da técnica de regressão linear, apesar da possibilidade de aumento do erro, é condizente com a análise semi-quantitativo dos dados, pois neste estudo é a tendência do comportamento de uma variável que deve ser considerado, mais do que seus valores individuais. A aplicação do método de mínimos quadrados, que é uma técnica de otimização matemática, procura encontrar o melhor ajustamento para um conjunto de dados, tentando minimizar a soma dos quadrados das diferenças entre a curva ajustada e os dados, onde essas diferenças são chamadas de resíduos. Tipo de Atividade Semi-Automatizada Papéis Engenheiro de Software Obrigatoriedade Obrigatória Pré-condições Nenhuma Ferramentas Tabela_Excel Pós-condições Nenhuma Produtos Equações para Pré-atividades Definir versão base da Insumos Tabela com versões do software; Versão base Tabela 2. Formulário artefato Dados da da evolução. Artefato Dados da da evolução Descrição Este artefato é construído a partir das influências identificadas entre as características de software, considerando que a periodicidade é uma variável em função do tempo decorrido, e as demais características são calculadas a partir das funções das outras características que nela influenciam que, por sua vez, são calculadas a partir da regressão linear dos dados coletados do sistema em observação. Também estão considerados aqui os valores da versão base e o incremento de tempo (em dias) a ser utilizado no processo de. Utilização Atividade Entrada/ Obrigatoriedade Formato Digital. Saída Origem Interna Criar equações da Saída Obrigatória Ferramenta Tabela_Excel Simular evolução Entrada Obrigatória Sinônimos Nenhum Tabela 3 Formulário ferramenta Tabela_Excel. Ferramenta Tabela_Excel Descrição Tabela no formato.xls onde já estão pré-definidos campos para o cálculo da regressão linear e do método dos mínimos quadrados. São geradas as equações para a partir dos dados das versões do software e permite a definição dos valores das características do software versão base. Tipo de aplicação Interface Formatos Suportados Formato.xls. Versão Não há. Local de Execução Local Sistema Operacional Windows XP SP3 com Office Excel Forma de disparo Chamada por interface gráfica. Figura 6. Planilha para relato de discrepâncias encontradas na inspeção. Após a tarefa de Identificar e modelar, foi solicitado a um pesquisador, que não participou da especificação, que inspecionasse e relatasse as discrepâncias em uma 28

8 planilha, como apresentado na Figura 6. Foram encontradas 20 discrepâncias no documento. Após isso, as discrepâncias foram analisadas para descartar as que não fossem defeitos reais (falso positivos 2 no total). Após a correção dos defeitos, o documento foi validado em conjunto, modelador e dois pesquisadores do domínio (incluindo o inspetor), sendo realizada a distância por um dos participantes. 4. Lições aprendidas A abordagem foi desenvolvida para ser aplicada por pesquisadores, porém foi observado ser ainda necessário conhecimento sobre modelagem UML, em especial sobre o diagrama de atividades. A aprendizagem sobre este modelo demanda tempo pelos participantes, em especial os pesquisadores. Por isso, a tarefa de Definir o modelo inicial do workflow científico é importante, pois abre a possibilidade do pesquisador ir assimilando os conceitos sobre modelagem e da própria técnica. Um ponto importante é a participação do pesquisador responsável e a necessidade de comprometimento por parte dos participantes, pois como em processos de software, o cliente é fundamental na captura e identificação dos requisitos. Relacionado à especificação e aos formulários, foi percebido que o crescimento do número de atividades, artefatos e ferramentas que fazem parte do estudo, pode dificultar o seu preenchimento, a sua manipulação e a consistência. Como os formulários foram criados para serem inter-relacionados, algumas informações ao sofrerem alteração demandam esforço para modificações em outros formulários. Ainda, destaca-se a possibilidade, apontada por um dos pesquisadores, de utilizar a especificação como forma de disseminação de conhecimento entre outros pesquisadores (novos no domínio). O modelo em diagrama de atividades permite uma visualização do encadeamento das atividades e os dados passados entre elas, enquanto os formulários sintetizam as informações e permitem um rápido acesso a um conteúdo organizado. 5. Trabalhos relacionados Em uma revisão da literatura técnica, apenas Verdi et al. (2007) apresentou um processo definido para concepção de workflows científicos abstratos. Este é composto por 3 fases de modelagem, com etapas de projeto e de validação. Contudo, não definem nenhuma atividade de verificação dos artefatos gerados, realizando somente a validação pelos próprios autores. Este tipo de abordagem pode acarretar risco da não percepção de defeitos no documento. Ainda, a captura das informações é realizada através de três modelos, um para capturar o fluxo de dados, outro para controle e um para hierarquia entre as atividades. Quanto ao modelo de hierarquia, o diagrama de atividades permite a representação de atividades compostas e, em geral, as ferramentas já mantém a consistência entre a atividade e seu modelo interno. Já sobre os fluxos de controle e dados, quando separados, pode haver inconsistência entre as informações nos diversos modelos. Além disso, muitos modelos diferentes podem gerar inconsistência na documentação e somente usar modelos, como em Verdi et. al. (2007), pode acabar por não capturar algumas informações consideradas importantes (e.g. pré e pós-condições, papéis ou riscos). Alguns sistemas utilizam o conceito de template para representar o estudo experimental abstratamente. Contudo, os templates são dependentes do SGWfC e à sua infra-estrutura de execução, onde foram concebidos. Gil et al. (2007) e Kaster et al. 29

9 (2005) apresentam abordagens desse tipo. Esses sistemas permitem que um pesquisador com bom conhecimento do estudo defina o template que, posteriormente, é instanciado para uma infra-estrutura computacional provida pelos sistemas. Porém, isto acarreta uma forte dependência entre o estudo, o template e a plataforma na qual foram concebidos, afinal ele só é utilizado no próprio SGWfC. O estudo acaba ficando restrito, pois a especificação que deveria ser independente de linguagem, ou máquina de workflow, já é concebida pensando em questões relacionadas ao SGWfC. Afinal, os requisitos são os mesmos para o estudo, não importando o SGWfC a ser utilizado. 6. Conclusão A experimentação baseada em vem sendo cada vez mais utilizada em Engenharia de Software [Travassos & Barros, 2003]. Outras áreas da ciência também fazem uso da e, para concretizá-la, utilizam tecnologias como workflows científicos. A Engenharia de Software, em especial a experimental, pode também utilizar tais tecnologias para obter vantagens, como controle, automação da execução e proveniência dos dados gerados em estudos experimentais baseados em. Por isso, foi proposta uma abordagem para apoiar o pesquisador a especificar e gerar workflows científicos abstratos para estudos in virtuo e in silico [Pereira & Travassos, 2009]. Entendemos que a concepção de workflow científicos, em nível abstrato, deve ser independente de SGWfC, pois o estudo em si é independente de tecnologias e a sua execução deveria ser possível, a princípio, em qualquer infra-estrutura. Este artigo apresentou a aplicação da Abordagem de Concepção no domínio da observação da Evolução de Software. Através do uso da abordagem, foi possível capturar o processo para Simular a Evolução de Software de maneira incremental. O modelador e pesquisador responsável identificaram, inicialmente, as atividades e o seus objetivos, artefatos gerados e consumidos e ferramentas, gerando ao final uma especificação do workflow abstrato. Os formulários, quando utilizados, induzem a identificação das informações necessárias para o estudo e sua representação em workflow abstrato, levando à percepção de detalhes ou conhecimento não explicitado se feito de forma ad hoc. A formalização do estudo permite a posterior exploração dessa especificação como insumo para uma implementação em algum SGWfC ou ambiente computacional. A abordagem utilizada neste trabalho ainda está em desenvolvimento para apoiar experimentação baseada em em Engenharia de Software. Melhorias já estão previstas, tal como uso de técnica de inspeção mais formal, por exemplo, checklists calibrados para guiar o inspetor na verificação de questões importantes para o domínio ou na completude das informações. No momento, está sendo revisada de forma mais sistemática a literatura técnica em busca de possíveis abordagens que atendam e possam ser adaptadas a este contexto de estudo in virtuo e in silico. O volume de informações e a repetição de tarefas indicam a necessidade de apoio computacional para melhorar o gerenciamento do conteúdo e inserção automática de informações (e.g., insumos e produtos, pré-atividades, dentre outras), visando diminuir problemas com a consistência entre as informações e o esforço na manipulação e preenchimento dos formulários. 30

10 Agradecimentos Este trabalho é parte do projeto Engenharia de Software Experimental e Ciência em Larga Escala - CNPq (475459/2007-5) e FAPERJ. Os autores agradecem também a ao CAPES e FINEP por apoiar esta pesquisa. Referências Araújo, M. A. P. (2009) "Um Modelo para Observação de Evolução de Software", Tese de Doutorado, PESC/COPPE, Rio de Janeiro, UFRJ, p Deelman, E. et al. (2009) Workflows and e-science: An overview of workflow system features and capabilities, In: FGCS, v. 25, n. 5, pp Gil, Y. et al. (2007) Wings for Pegasus: Creating Large-Scale Scientific Applications Using Semantic Representations of Computational Workflows, IAAI 07, Vancouver, Canadá, p Kaster, D.; Medeiros, C.; Rocha, H., (2005) Supporting modeling and problem solving from precedent experiences: The role of workflows and case-based reasoning, Environmental Modelling and Software, v. 20, pp Kavanagh, J.; Hall, W. (2008) Grand Challenges in Computing Research 2008, Juristo, N.; Moreno, A.M. (2001) Basics of software engineering experimentation, 1 st ed., Kluwer Academic Publishers, 395p. Lehman, M.M.; Perry, D.E.; Ramil, J.F. (1998), Implications of Evolution Metrics on Software Maintenance, In:ICSM, v. 16, ed. 20, pp Mattos, A. et al. (2008) Gerência de Workflows Científicos: uma análise crítica no contexto da bioinformática, COPPE/UFRJ, PESC, Technical Report ES-716/08. Mattoso, M. et al. (2008) Gerenciando Experimentos Científicos em Larga Escala In: SBC- SEMISH 08, Belém, Brasil. p Medeiros et. al., C.B. (2005) WOODSS and the Web: annotating and reusing scientific workflows, SIGMOD Record, v. 34, n. 3, p Oinn, T. et. al. (2007) "Taverna/myGrid: Aligning a Workflow System with the Life Sciences Community", In: Workflows for e-science, Springer, p Object Management Group (2009) OMG Unified Modeling Language Specification, versão 2.2, formal/ , Pereira, W. M., Travassos, G.H. (2009) Abordagem para concepção de experimentos científicos em larga escala suportados por workflows científicos In: 3 E-Science Workshop colocado ao SBBD/SBES, Fortaleza, Brasil, in press. Pfleeger, S. L. (2004) Engenharia de Software: Teoria e Prática, 2 nd ed., Prentice Hall, 560p. Sociedade Brasileira de Computação (2006). Grandes Desafios da Computação no Brasil: , Travassos, G. H.; Barros, M. O. (2003) Contributions of In Virtuo and In Silico Experiments for the Future of Empirical Studies in Software Engineering, In: ESEIW WESSE, Roma, Italy, pp Verdi, K.; Ellis, H.; Gryk, M. (2007) Conceptual-level workflow modeling of scientific experiments using NMR as a case study, BMC Bioinformatics, v. 8, n. 31, 12p. Wohlin, C. et al. (2000) Experimentation in Software Engineering, Kluwer Academic Publishers, 204p. Zhang, H., Kitchenham, B., and Pfahl, D. (2008) Software Process Simulation Modeling: Facts, Trends and Directions, In Proceedings of the th APSEC. IEEE Computer Society, Washington, DC, pp

ABORDAGEM PARA ESPECIFICAÇÃO DE EXPERIMENTOS IN SILICO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE E ÁREAS AFIM. Wallace Martinho Pereira

ABORDAGEM PARA ESPECIFICAÇÃO DE EXPERIMENTOS IN SILICO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE E ÁREAS AFIM. Wallace Martinho Pereira ABORDAGEM PARA ESPECIFICAÇÃO DE EXPERIMENTOS IN SILICO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE E ÁREAS AFIM Wallace Martinho Pereira Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de

Leia mais

Usando Modelos Para Apoiar a Especificação e Verificação de Requisitos de Ubiquidade

Usando Modelos Para Apoiar a Especificação e Verificação de Requisitos de Ubiquidade Usando Modelos Para Apoiar a Especificação e Verificação de Requisitos de Ubiquidade Leonardo Mota, Jobson Massollar, Guilherme Horta Travassos Federal University of Rio de Janeiro/COPPE/PESC Caixa Postal

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS RESUMO Este artigo apresenta a especificação de um sistema gerenciador de workflow, o ExPSEE, de acordo com a abordagem de desenvolvimento baseado

Leia mais

Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software

Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software Uma proposta de um processo prático para apoiar o reuso de software Rosangela Kronig (UNIP) rkronig.mes.engprod@unip.br Ivanir Costa (UNIP) icosta@unip.br Mauro Spínola (UNIP) mspinola@unip.br Resumo A

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

Teste de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br

Teste de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Teste de Software Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Qualidade Garantia de Qualidade Qualidade do processo Qualidade do produto Testes Estáticos Testes Dinâmicos Teste de software

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 3 - MODELAGEM DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS COM UML 1. INTRODUÇÃO A partir de 1980, diversos métodos de desenvolvimento de sistemas surgiram para apoiar o paradigma orientado a objetos com uma

Leia mais

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral 9.1 Programa do Módulo 2 Orientação a Objetos Conceitos Básicos Análise Orientada a Objetos (UML) O Processo Unificado (RUP) Processo Unificado: Visão Geral 9.2 Encaixa-se na definição geral de processo:

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

UML - Unified Modeling Language

UML - Unified Modeling Language UML - Unified Modeling Language Casos de Uso Marcio E. F. Maia Disciplina: Engenharia de Software Professora: Rossana M. C. Andrade Curso: Ciências da Computação Universidade Federal do Ceará 24 de abril

Leia mais

Modelos de processos de desenvolvimento de software

Modelos de processos de desenvolvimento de software Definição Um modelo de processo de software é uma representação abstrata de um processo. Os modelos de processo podem ser desenvolvidos a partir de várias perspectivas e podem mostrar as atividades envolvidas

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2 Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Engenharia de Software Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma revisão sobre o

Leia mais

O que é software? Software e Engenharia de Software. O que é software? Tipos de Sistemas de Software. A Evolução do Software

O que é software? Software e Engenharia de Software. O que é software? Tipos de Sistemas de Software. A Evolução do Software O que é software? Software e Engenharia de Software Programas de computador Entidade abstrata. Ferramentas (mecanismos) pelas quais: exploramos os recursos do hardware. executamos determinadas tarefas

Leia mais

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 97100-000 Santa Maria

Leia mais

! Introdução. " Motivação para Processos de Software. ! Processo Unificado (USDP) " Definições " RUP x USDP " Características do Processo Unificado

! Introdução.  Motivação para Processos de Software. ! Processo Unificado (USDP)  Definições  RUP x USDP  Características do Processo Unificado Agenda! Introdução " Motivação para Processos de Software! (USDP) " Definições " RUP x USDP " Características do! Descrição detalhada do! Processos Derivados! Templates simplificados! Conclusões 2 Processo

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO REPRESENTAÇÃO NO BRASIL SOLICITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE

Leia mais

Gerenciamento de Workflows Científicos em Bioinformática

Gerenciamento de Workflows Científicos em Bioinformática Gerenciamento de Workflows Científicos em Bioinformática Agosto de 2007 Estudante: Orientador: Co-orientadora: Luciano Antonio Digiampietri João Carlos Setubal Claudia Bauzer Medeiros Roteiro Introdução

Leia mais

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Centro de Processamento de Dados Universidade Federal

Leia mais

Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software

Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software Spider-PM: Uma Ferramenta de Apoio à Modelagem de Processos de Software Renan Sales Barros 1, Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira 1 1 Faculdade de Computação Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN)

Leia mais

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Evandro Polese Alves Ricardo de Almeida Falbo Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória - ES - Brasil

Leia mais

Processos de Software. 2007 by Pearson Education Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1

Processos de Software. 2007 by Pearson Education Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1 Processos de Software Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 4 Slide 1 Objetivos Apresentar modelos de processos de software Descrever três modelos genéricos de processo e quando

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

Se observarmos nos diferentes livros. Planejamento de Testes a partir de Casos de Uso

Se observarmos nos diferentes livros. Planejamento de Testes a partir de Casos de Uso Planejamento de Testes a partir de Casos de Uso Arilo Cláudio Dias Neto ariloclaudio@gmail.com É Bacharel em Ciência da Computação formado na Universidade Federal do Amazonas, Mestre em Engenharia de Sistemas

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAR O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO A LINGUAGEM C#.NET

Leia mais

Linhas de Experimentos: Reutilização e Gerência de Configuração em Workflows científicos

Linhas de Experimentos: Reutilização e Gerência de Configuração em Workflows científicos Linhas de Experimentos: Reutilização e Gerência de Configuração em Workflows científicos Eduardo Ogasawara Leonardo Murta Cláudia Werner Marta Mattoso 1 Sumário Introdução Análise de SGWfC pela perspectiva

Leia mais

PROJETO DE APRENDIZAGEM DE UM CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE EXPERIMENTAL

PROJETO DE APRENDIZAGEM DE UM CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE EXPERIMENTAL PROJETO DE APRENDIZAGEM DE UM CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE EXPERIMENTAL Itana Maria de Souza Gimenes - Universidade Estadual de Maringá Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das Áreas de Pesquisa

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

Uso dos Resultados de um Estudo Baseado em Revisão Sistemática para Elaborar uma Proposta Inicial de Pesquisa

Uso dos Resultados de um Estudo Baseado em Revisão Sistemática para Elaborar uma Proposta Inicial de Pesquisa VII Experimental Software Engineering Latin American Workshop (ESELAW 2010) Uso dos Resultados de um Estudo Baseado em Revisão Sistemática para Elaborar uma Proposta Inicial de Pesquisa Natália Chaves

Leia mais

Modelagem OO com UML. Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza

Modelagem OO com UML. Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza Modelagem OO com UML Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza Departamento de Informática Centro Tecnológico Universidade Federal do Espírito Santo Modelos Maneira

Leia mais

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Objetivos da aula: Introduzir os conceitos de um processo de desenvolvimento de software Definir os processos básicos Apresentar as vantagens

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Processo de Software Thiago P. da Silva thiagosilva.inf@gmail.com Agenda Revisando Engenharia de Software Engenharia de Sistemas Processo de software Fases Genéricas de Modelos de

Leia mais

Desenvolvimento de uma Técnica de Inspeção de Diagrama de Estados com apoio dos Diagramas de Atividades descrevendo os Casos de Uso do Software

Desenvolvimento de uma Técnica de Inspeção de Diagrama de Estados com apoio dos Diagramas de Atividades descrevendo os Casos de Uso do Software Desenvolvimento de uma Técnica de Inspeção de Diagrama de Estados com apoio dos Diagramas de Atividades descrevendo os Casos de Uso do Software Karen Miyuki Nakazato Guilherme Horta Travassos {kmn, ght}@cos.ufrj.br

Leia mais

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software.

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software. Processos de Software Objetivos Apresentar os modelos de processo de software Conjunto coerente de atividades para especificar, projetar, implementar e testar s de software Descrever os diferentes modelos

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais

Especificação de Uma Abordagem para Desenvolvimento Distribuído de Software Utilizando SPEM

Especificação de Uma Abordagem para Desenvolvimento Distribuído de Software Utilizando SPEM Especificação de Uma Abordagem para Desenvolvimento Distribuído de Software Utilizando SPEM Gislaine Camila Lapasini Leal, Elisa Hatsue Moriya Huzita Tania Fatima Calvi Tait e César Alberto da Silva Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula

Leia mais

Uma Implementação do Processo de Garantia da Qualidade usando a Spider-QA, a Spider-CL e o Mantis

Uma Implementação do Processo de Garantia da Qualidade usando a Spider-QA, a Spider-CL e o Mantis Uma Implementação do Processo de Garantia da Qualidade usando a Spider-QA, a Spider-CL e o Mantis Rodrigo Araujo Barbalho 1, Marília Paulo Teles 2, Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira 1,2 1 Faculdade de Computação

Leia mais

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 SUMÁRIO 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 O que é Software?... 3 1.2 Situações Críticas no desenvolvimento

Leia mais

Engenharia de Software. Parte I. Introdução. Metodologias para o Desenvolvimento de Sistemas DAS 5312 1

Engenharia de Software. Parte I. Introdução. Metodologias para o Desenvolvimento de Sistemas DAS 5312 1 Engenharia de Software Parte I Introdução Metodologias para o Desenvolvimento de Sistemas DAS 5312 1 Mitos do Desenvolvimento de Software A declaração de objetivos é suficiente para se construir um software.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA UML PARA ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE TEMPO REAL

UTILIZAÇÃO DA UML PARA ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE TEMPO REAL UTILIZAÇÃO DA UML PARA ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE TEMPO REAL Airton Zancanaro Evandro de Souza Fabrício Jailson Barth Universidade Regional de Blumenau FURB Rua Antônio da Veiga, 140 Caixa Postal 1507

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

Documentação de um Produto de Software

Documentação de um Produto de Software Documentação de um Produto de Software Versão 3.0 Autora: Profª Ana Paula Gonçalves Serra Revisor: Prof. Fernando Giorno 2005 ÍNDICE DETALHADO PREFÁCIO... 4 1. INTRODUÇÃO AO DOCUMENTO... 6 1.1. TEMA...

Leia mais

Metodologia e Gerenciamento do Projeto na Fábrica de Software v.2

Metodologia e Gerenciamento do Projeto na Fábrica de Software v.2 .:: Universidade Estadual de Maringá Bacharelado em Informática Eng. de Software III :. Sistema de Gerenciamento de Eventos - Equipe 09 EPSI Event Programming System Interface Metodologia e Gerenciamento

Leia mais

UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI

UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI Dr. George SILVA; Dr. Gilbert SILVA; Gabriel GUIMARÃES; Rodrigo MEDEIROS; Tiago ROSSINI; Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

FERRAMENTA DE WORKFLOW DE DOCUMENTOS PARA O AMBIENTE COLABORATIVO ARCASE

FERRAMENTA DE WORKFLOW DE DOCUMENTOS PARA O AMBIENTE COLABORATIVO ARCASE FERRAMENTA DE WORKFLOW DE DOCUMENTOS PARA O AMBIENTE COLABORATIVO ARCASE Marcello Thiry thiry@univali.br Ana Frida da Cunha Silva anafrida@univali.br Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI Campus São José

Leia mais

Ontologia Aplicada ao Desenvolvimento de Sistemas de Informação sob o Paradigma da Computação em Nuvem

Ontologia Aplicada ao Desenvolvimento de Sistemas de Informação sob o Paradigma da Computação em Nuvem Ontologia Aplicada ao Desenvolvimento de Sistemas de Informação sob o Paradigma da Computação em Nuvem Luiz Cláudio Hogrefe Orientador: Prof. Roberto Heinzle, Doutor Roteiro Introdução Fundamentação teórica

Leia mais

Introdução ao RUP Rational Unified Process. por Denize Terra Pimenta Outubro/2004

Introdução ao RUP Rational Unified Process. por Denize Terra Pimenta Outubro/2004 Introdução ao RUP Rational Unified Process por Denize Terra Pimenta Outubro/2004 1 Contexto Não é suficiente apenas a presença de desenvolvedores altamente treinados: Precisamos de uma linguagem para a

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Para cada fase consideramos. Tempo para um projeto típico Tempo para um projeto Complexo. Arquitetura do Processo Unificado. A meta a ser atingida

Para cada fase consideramos. Tempo para um projeto típico Tempo para um projeto Complexo. Arquitetura do Processo Unificado. A meta a ser atingida Arquitetura do Processo Unificado Tempo para um projeto típico Tempo para um projeto Complexo O tempo gasto nas fases iniciais aumentam Para cada fase consideramos A meta a ser atingida Workflows a executar

Leia mais

A história de UML e seus diagramas

A história de UML e seus diagramas A história de UML e seus diagramas Thânia Clair de Souza Vargas Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Florianópolis, SC Brazil thania@inf.ufsc.br Abstract.

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

Análise e Projeto Orientados a Objeto

Análise e Projeto Orientados a Objeto Análise e Projeto Orientados a Objeto com UML e Padrões Parte I Análise, Projeto, e Processo Baseado em Craig Larman 1 Aplicando UML, Padrões e APOO Objetivo Desenvolver habilidades práticas na utilização

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

Verificação é um processo para se determinar se os produtos, (executáveis ou

Verificação é um processo para se determinar se os produtos, (executáveis ou ATIVIDADES VV&T E A NORMA IEEE 1012 A qualidade do software está diretamente relacionada à satisfação do cliente, sendo assim, as empresas estão percebendo a importância em produzir software com qualidade.

Leia mais

Modelagem do Processo de Gerenciamento da Configuração de Software para um Ambiente Integrado

Modelagem do Processo de Gerenciamento da Configuração de Software para um Ambiente Integrado Modelagem do Processo de Gerenciamento da Configuração de Software para um Ambiente Integrado Martha A. D. Abdala Centro Técnico Aeroespacial (CTA) martha@iae.cta.br Resumo Os processos utilizados na engenharia

Leia mais

Nome do Projeto: Revisão do processo de Homologação de Modelo de Dados Tema: Tecnologia da Informação Responsável: SEAD

Nome do Projeto: Revisão do processo de Homologação de Modelo de Dados Tema: Tecnologia da Informação Responsável: SEAD Apresentação TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COORDENADORIA DE LOGÍSTICA SEÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE DADOS E-mail: sead@tse.jus.br Nome do Projeto: Revisão do processo de

Leia mais

Processos de Software

Processos de Software Processos de Software Prof. Sandro Bezerra (srbo@ufpa.br) Adaptado a partir de slides produzidos pelo Prof. Dr. Alexandre Vasconcelos 1/27 Processo Ação regular e contínua (ou sucessão de ações) realizada

Leia mais

Desafios no apoio à composição de experimentos científicos em larga escala

Desafios no apoio à composição de experimentos científicos em larga escala Desafios no apoio à composição de experimentos científicos em larga escala Marta Mattoso 1, Cláudia Werner 1, Guilherme Horta Travassos 1, Vanessa Braganholo 2, Leonardo Murta 3, Eduardo Ogasawara 1, Frederico

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco Kiev Gama kiev@cin.ufpe.br Slides originais elaborados por Ian Sommerville e adaptado pelos professores Márcio Cornélio,

Leia mais

MODELAGEM DE PROCESSOS

MODELAGEM DE PROCESSOS MODELAGEM DE PROCESSOS a a a PRODUZIDO POR CARLOS PORTELA csp3@cin.ufpe.br AGENDA Definição Objetivos e Vantagens Linguagens de Modelagem BPMN SPEM Ferramentas Considerações Finais Referências 2 DEFINIÇÃO:

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 1 Objetivos Apresentar os conceitos de requisitos de usuário e de sistema Descrever requisitos funcionais

Leia mais

Groupware. Protocolos e Artefatos de Coordenação. Mecanismo de Coordenação. Cleidson de Souza cdesouza@ufpa.br. Artefatos.

Groupware. Protocolos e Artefatos de Coordenação. Mecanismo de Coordenação. Cleidson de Souza cdesouza@ufpa.br. Artefatos. Groupware Tecnologia computacional para auxiliar o trabalho cooperativo Mas Como o trabalho cooperativo é executado? Como as pessoas trabalham em conjunto? Como a tecnologia existente facilita (ou dificulta)

Leia mais

A Experiência na Definição de um Processo Padrão Baseado no Processo Unificado

A Experiência na Definição de um Processo Padrão Baseado no Processo Unificado A Experiência na Definição de um Processo Padrão Baseado no Processo Unificado RICARDO DE ALMEIDA FALBO Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória ES falbo@inf.ufes.br Abstract

Leia mais

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA Introduçãoa Engenhariade Software Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA O que é Software? O que é software? São programas de computadores, em suas diversas formas, e a documentação associada. Um programa

Leia mais

Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software. Coordenação Geral de Tecnologia da Informação

Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software. Coordenação Geral de Tecnologia da Informação Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software Coordenação Geral de Tecnologia da Informação 2 Índice 1. Processos Organizacionais... 7 1.1. A gestão da demanda... 7 1.2. e Responsabilidades... 7

Leia mais

Rastreabilidade e Análise de Impacto: Um caso de aplicação utilizando a ferramenta Visual Studio Team System

Rastreabilidade e Análise de Impacto: Um caso de aplicação utilizando a ferramenta Visual Studio Team System Rastreabilidade e Análise de Impacto: Um caso de aplicação utilizando a ferramenta Visual Studio Team System Tiago Domenici Griffo 1, Gothardo Francisco de Magalhães Santos 1, Rodrigo Becke Cabral 1 1

Leia mais

Engenharia de Software. Apostila I >>> Introdução à ES - HEngholmJr

Engenharia de Software. Apostila I >>> Introdução à ES - HEngholmJr Engenharia de Software Apostila I >>> Introdução à ES - HEngholmJr Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 12/08/2014 1.0 Criação da primeira versão HEngholmJr Agenda Introdução à Engenharia

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

Paralelização de Tarefas de Mineração de Dados Utilizando Workflows Científicos 1

Paralelização de Tarefas de Mineração de Dados Utilizando Workflows Científicos 1 Paralelização de Tarefas de Mineração de Dados Utilizando Workflows Científicos 1 Carlos Eduardo Barbosa, Eduardo Ogasawara, Daniel de Oliveira, Marta Mattoso PESC COPPE Universidade Federal do Rio de

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Engenharia de Software: Metodologias e Contextualização. Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br

Engenharia de Software: Metodologias e Contextualização. Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br Engenharia de Software: Metodologias e Contextualização Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br Conceitos iniciais Informática: Ciência que tem como objetivo o tratamento da

Leia mais

Metodologia para Planejamento, Execução e Controle de Teste de Software. Roteiro

Metodologia para Planejamento, Execução e Controle de Teste de Software. Roteiro Metodologia para Planejamento, Execução e Controle de Teste de Software Arilo Claudio Dias Neto - acdn@cos.ufrj.br Gladys Machado P. S. Lima - gladysmp@cos.ufrj.br Guilherme Horta Travassos - ght@cos.ufrj.br

Leia mais

Métricas de Software. Sistemas de Informação

Métricas de Software. Sistemas de Informação Métricas de Software Sistemas de Informação Objetivos Entender porque medição é importante para avaliação e garantia da qualidade de software Entender as abordagens principais de métricas e como elas são

Leia mais

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Histórico Uso de Metodologias Histórico Uso de Metodologias Era da Pré-Metodologia 1960-1970 Era da Metodologia

Leia mais

SABiO: Systematic Approach for Building Ontologies

SABiO: Systematic Approach for Building Ontologies SABiO: Systematic Approach for Building Ontologies Ricardo de Almeida Falbo Engenharia de Ontologias Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Preocupações Principais do

Leia mais

Palavras-chaves: VoIP, UML, Modelagem de Negócios

Palavras-chaves: VoIP, UML, Modelagem de Negócios XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

Introdução à Engenharia de Software

Introdução à Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Imagem Clássica Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o que é a engenharia

Leia mais

Proposta de abordagem de desenvolvimento de software orientado a modelos para empresas

Proposta de abordagem de desenvolvimento de software orientado a modelos para empresas Proposta de abordagem de desenvolvimento de software orientado a modelos para empresas Tânia Eiko Eishima 1, Jandira Guenka Palma 1 1 Departamento de Computação Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Requisitos de Software Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.br Requisito O que é um REQUISITO? Em software: É a CARACTERIZAÇÃO do que o

Leia mais

Ferramenta para instanciação de processos de software que permite o gerenciamento de projetos de desenvolvimento distribuído

Ferramenta para instanciação de processos de software que permite o gerenciamento de projetos de desenvolvimento distribuído Ferramenta para instanciação de processos de software que permite o gerenciamento de projetos de desenvolvimento distribuído Ana Paula Chaves 1, Jocimara Segantini Ferranti 1, Alexandre L Erário 1, Rogério

Leia mais

Um Processo de Engenharia de Domínio com foco no Projeto Arquitetural Baseado em Componentes

Um Processo de Engenharia de Domínio com foco no Projeto Arquitetural Baseado em Componentes Um Processo de Engenharia de Domínio com foco no Projeto Arquitetural Baseado em Componentes Ana Paula Blois 1, 2, Karin Becker 2, Cláudia Werner 1 1 COPPE/UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro,

Leia mais

Engenharia de Requisitos de Software. Visão Geral

Engenharia de Requisitos de Software. Visão Geral de Software Visão Geral João Sousa Apoio: Desenvolvimento de Sw - Como estamos? Segundo o Standish Group (CHAOS Report 2004): 34% dos projetos com sucesso. 15% dos projetos cancelados antes de completados.

Leia mais

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão DCC / ICEx / UFMG Definição de Padrões Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Um padrão é uma descrição do problema e a essência da sua solução Documenta boas soluções para problemas recorrentes

Leia mais

Wilson Moraes Góes. Novatec

Wilson Moraes Góes. Novatec Wilson Moraes Góes Novatec Copyright 2014 Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial, por qualquer processo,

Leia mais

Palavras-chave: Desenvolvimento Baseado em Componentes (DBC), Transformação de Software, framework e ObjectPascal.

Palavras-chave: Desenvolvimento Baseado em Componentes (DBC), Transformação de Software, framework e ObjectPascal. Construção e Reutilização de de Software do Domínio de Cardiologia João L C Moraes, Daniel Lucrédio, Adriano A Bossonaro, Dr Rubens Tofano, Prof Dr Antonio F Prado DC/UFSCar - Departamento de Computação

Leia mais

SciProvMiner: Arquitetura para Captura de Proveniência de dados de Workflows Científicos utilizando o Modelo OPM

SciProvMiner: Arquitetura para Captura de Proveniência de dados de Workflows Científicos utilizando o Modelo OPM SciProvMiner: Arquitetura para Captura de Proveniência de dados de Workflows Científicos utilizando o Modelo OPM Tatiane O. M. Alves Regina M. M. Braga Departamento de Ciência da Computação Universidade

Leia mais

REQUIREMENTS TRACEABILITY MATRIX: AUTOMATIC GENERATION AND VISUALIZATION

REQUIREMENTS TRACEABILITY MATRIX: AUTOMATIC GENERATION AND VISUALIZATION REQUIREMENTS TRACEABILITY MATRIX: AUTOMATIC GENERATION AND VISUALIZATION Seminário da disciplina Engenharia de Requisitos Aluno: Eliaquim Lima Sá Neto (elsn@cin.ufpe.br) Autores 2 Sandra Fabbri Professora

Leia mais

Rock In Rio - Lisboa

Rock In Rio - Lisboa Curso de Engenharia Informática Industrial Rock In Rio - Lisboa Elaborado por: Ano Lectivo: 2004/05 Tiago Costa N.º 4917 Turma: C Gustavo Graça Patrício N.º 4757 Turma: C Docente: Professora Maria Estalagem

Leia mais

SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/

SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/ SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/ ModeloPlanoProjeto_2007_04_24 SIGECO07_PlanoProjeto_2007_09_23 Página

Leia mais

Desenvolvimento Baseado em Componentes e o Processo UML Components

Desenvolvimento Baseado em Componentes e o Processo UML Components Desenvolvimento Baseado em Componentes e o Processo UML Components Cecília Mary Fischer Rubira Patrick Henrique da Silva Brito Instituto de Computação (IC) Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) INF064

Leia mais

ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS

ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS ERACE-TOOL - UMA FERRAMENTA BASEADA EM CENÁRIOS PARA À ENGENHARIA DE REQUISITOS João Caldas Júnior FIL- Fundação Paulista de Educação e Tecnologia Paulo C. Masiero ICMC - Universidade de São Paulo masiero@icmsc.sc.usp.br

Leia mais

Introdução à Engenharia de. Software. Introdução à Engenharia de. Software. O que é a Engenharia de Software? Software

Introdução à Engenharia de. Software. Introdução à Engenharia de. Software. O que é a Engenharia de Software? Software Introdução à Engenharia de Gidevaldo Novais (gidevaldo.vic@ftc.br) Introdução à Engenharia de Objetivo Depois desta aula você terá uma noção geral do que é a engenharia de software e dos seus objetivos

Leia mais

Especificação de Sistemas e Especificação de Requisitos

Especificação de Sistemas e Especificação de Requisitos Especificação de Sistemas e Especificação de Requisitos Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Escola de Informática Aplicada Curso: Bacharelado em Sistemas

Leia mais

05/05/2010. Década de 60: a chamada Crise do Software

05/05/2010. Década de 60: a chamada Crise do Software Pressman, Roger S. Software Engineering: A Practiotioner s Approach. Editora: McGraw- Hill. Ano: 2001. Edição: 5 Introdução Sommerville, Ian. SW Engineering. Editora: Addison Wesley. Ano: 2003. Edição:

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC DCC Departamento de Ciência da Computação Joinville-SC

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC DCC Departamento de Ciência da Computação Joinville-SC CURSO: Bacharelado em Ciência da Computação DISCIPLINA: ANPS Análise e Projeto de Sistemas AULA NÚMERO: 3 DATA: PROFESSOR: Murakami Sumário 1 APRESENTAÇÃO...1 2 DESENVOLVIMENTO...1 2.1 Revisão...1 2.1.1

Leia mais