Monitoramento de Poços na Bacia Sedimentar do Araripe Estado do Ceará Liano Silva Veríssimo Mickaelon Belchior Vasconcelos Robério Bôto de Aguiar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Monitoramento de Poços na Bacia Sedimentar do Araripe Estado do Ceará Liano Silva Veríssimo Mickaelon Belchior Vasconcelos Robério Bôto de Aguiar"

Transcrição

1 Serviço Geológico do Brasil CPRM Monitoramento de Poços na Bacia Sedimentar do Araripe Estado do Ceará Liano Silva Veríssimo Mickaelon Belchior Vasconcelos Robério Bôto de Aguiar

2 INTRODUÇÃO A CPRM a par*r de 2009 iniciou a implantação da Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas RIMAS. Finalidade de monitorar as águas subterrâneas através da medição do nível d água con*nuamente e sua qualidade. Essas ações são de grande importância para a gestão dos recursos hídricos subterrâneos, uma vez que proporciona a reunião de informações qualita*vas e quan*ta*vas, permi*ndo avaliar os impactos das a*vidades antrópicas nos sistemas aquíferos. No estado do Ceará o monitoramento esta implantado através de 21 poços, localizados na bacia sedimentar do Araripe, sul do estado do Ceará

3 OBJETIVO Apresentar as caracterís*cas básicas dos equipamentos u*lizados no monitoramento de aquíferos. Correlacionar às primeiras informações sobre o comportamento dos níveis d água nos poços monitorados na rede RIMAS, na bacia do Araripe.

4 RIMAS - BRASIL 322 estações de monitoramento 31 aquíferos 19 estados

5 Serviço Geológico do Brasil CPRM LOCALIZAÇÃO Sul do estado do Ceará; na bacia sedimentar do Araripe q Distância aproximada de Fortaleza: 525 km q

6 Serviço Geológico do Brasil CPRM Localização dos poços

7 CARACTERÍSTICAS DO EQUIPAMENTOS Sistema de transdutor de pressão com compensação barométrica (sensor de pressão) DipperLog (Heron) Leitura é feita da variação na coluna de água existente sobre o mesmo. O sensor - 20 cm de comprimento e diâmetro de 3 cm. Obtenção das informações através do so#ware, por conexão direta através de um pino, com capacidade da memória de medidas. Sua resolução é 0,24 cm para range de 10 m e 0,72 cm para range de 30 m. A alimentação é de bateria com duração es*mada de 5 anos.

8 CARACTERÍSTICAS DO EQUIPAMENTOS Sistema de Boia e Contrapeso - OTT- Hydras Composto por uma boia em contato direto com o nível da água no poço interligada a um contrapeso através de um cabo que passa em uma roldana. A roldana registra as oscilações posi*vas e nega*vas dos níveis que são armazenados na memória interna do equipamento. A transferência dos dados é feita por infravermelho com capacidade de memória de cerca de medidas.

9 DADOS FÍSICOS DOS POÇOS Localidade Município UTM Prof. NE ND Vazão Aparelho E N Santana III Barbalha ,00 14,12 19,00 8,70 DIPPER LOG Jenipapeiro Brejo Santo ,00 8,15 12,85 12,84 DIPPER LOG Boqueirão Brejo Santo ,00 18,57 26,22 4,00 DIPPER LOG São Bento Crato ,00 3,50 7,41 13,60 THALIMEDES Arraial de Cima Missão Velha ,00 6,12 9,90 12,82 THALIMEDES Água Vermelha Milagres ,00 10,80 16,54 12,00 DIPPER LOG EMBRAPA Barbalha ,00 12,55 15,53 12,50 THALIMEDES Jequi Maurih ,00 29,50 32,86 5,53 THALIMEDES São Sebasião Maurih ,00 26,78 44,45 5,53 THALIMEDES Serrote Milagres ,00 18,62 26,02 5,68 THALIMEDES Lagoa da Vaca Brejo santo ,00 18,67 35,34 5,68 THALIMEDES Queimadas Abaiara ,00 20,75 25,68 8,00 DIPPER LOG Cajueiro Abaiara ,00 11,65 52,48 6,00 DIPPER LOG Jerimum Missão Velha ,00 11,08 17,61 11,82 DIPPER LOG Escola - Muquem Crato ,00 55,12 59,36 6,00 THALIMEDES Carrancudo Missão Velha ,00 36,10 37,04 5,40 DIPPER LOG Melo Milagres ,00 48,50 55,22 3,60 DIPPER LOG Cantagalo Missão Velha ,00 41,22 42,69 4,70 DIPPER LOG Deserto dos Pebas Maurih ,00 76,86 94,45 2,00 THALIMEDES Bananeira Maurih ,00 64,10 94,72 2,05 DIPPER LOG UFC - Cariri Juazeiro do Norte ,00 79,65 90,81 5,15 DIPPER LOG Valores médios Profundidade = 79,00 m Nível estáico = 29,16 Vazão = 7,31

10 METODOLOGIA Através do monitoramento, as informações armazenadas iden*ficam as influências ocorridas da recarga das chuvas e/ou a explotação de água em poços próximo, que poderão interferir dependendo da distância e do volume bombeado. Os dados adquiridos pelos equipamentos são processados em um so#ware, informando valores do *po discrepantes, brutos, sinte*zados e consis*dos.

11 METODOLOGIA O Sistema Integrado Rimas/Siagas - SIRS (so#ware) permite a importação dos dados brutos oriundos dos equipamentos de monitoramento, sua validação e a visualização de arquivos com todos os dados. A sinte*zação dos dados são valores horários para diários (mediana) e enviado a um servidor para armazenamento. Servidor De Arquivos (csv) Grava SQL SERVER RIO Importa Banco SIAGAS Modad (SIAGAS)

12 DADOS DE REBAIXAMENTO NOS POÇOS Local Município Aquífero Prof. Rebaixamento Boqueirão Porteiras Missão Velha 60,00 0,01 São Bento Crato Rio da Batateira 65,00 0,01 EMBRAPA Barbalha Rio da Batateira 70,00 0,01 Arraial Missão Velha Missão Velha 70,00 0,01 Período set.2011 a jul Deserto Maurik Maurik 116,00 0,01 Bananeira Maurik Maurik 117,00 0,02 Lagoa da Vaca Brejo santo Missão Velha 72,00 0,02 Variação: 0,01 a 9,26 m Serrote Milagres Maurik 72,00 0,08 São Sebas*ão Maurik Maurik 71,00 0,17 Valor médio de rebaixamento; 1,76 m Queimadas Abaiara Missão Velha 72,00 0,39 Jequi Maurik Missão Velha 70,00 0,43 Muquem- Esc. Crato Rio da Batateira 80,00 0,74 Santana III Barbalha Rio da Batateira 50,00 1,16 Água Vermelha Milagres Missão Velha 70,00 1,20 UFC Juazeiro Rio da Batateira 132,00 1,35 Canta Galo Missão Velha Rio da Batateira 92,00 1,79 Jenipapeiro Brejo Santo Missão Velha 60,00 2,06 Jerimum Missão Velha Rio da Batateira 80,00 3,50 Carrancudo Missão Velha Rio da Batateira 81,00 7,34 Cajueiro Abaiara Missão Velha 78,00 7,46 Melo Milagres Missão Velha 81,00 9,26

13 RESULTADOS Variação dos níveis de um poço monitorado no aquífero Missão Velha, UFC, município de Juazeiro do Norte Variação de 1,57 m no período de 34 meses (set./11 a jul./14), mostrando a interferência pela es*agem.

14 Serviço Geológico do Brasil CPRM RESULTADOS

15 RESULTADOS Poço monitorado no aquífero Missão Velha na localidade sí*o Melo, município de Milagres. O gráfico abaixo mostra dados coletados de hora em hora, entre set/2011 a ago/2013. A interferência pela es*agem e pela explotação de um poço próximo apresentou uma variação de 9,26 m durante todo o período.

16 RESULTADOS Nesse gráfico, vemos um zoom de um período de 4 meses do mesmo poço. Mostra dezenas de ciclos, onde se iden*ficou serem períodos semanais. Nota- se ni*damente a interferência pela exploração de água de um poço próximo (60,00m).

17 Serviço Geológico do Brasil CPRM RESULTADOS Nesse gráfico vemos vários ciclos com uma pausa, iden*ficando a influência do poço próximo quando bombeado. Os ciclos de períodos pequenos correspondem aos dias úteis da semana e o maiores aos domingos. Os ciclos tem período de 1, 30 m. O ponto vermelho indica 16:00 h do sábado do dia 24/09/2011. O ponto azul, indica 05:00 h de segunda- feira do dia 26/09/2011. A bomba do poço próximo é ligada às 05:00 h e desligada as 17:00 h.

18 RESULTADOS

19 CONCLUSÕES Os aparelhos de monitoramento u*lizados apresentam resultados bem semelhantes. A par*r dos resultados é comprovadamente jus*ficado a u*lização desses aparelhos para monitoramento das águas subterrâneas. A interferência nos níveis de água pela es*agem foi observada em todos os poços monitorados, embora tenha ocorrido recuperação em alguns. A interferência pela explotação foi observada nos poços monitorados, próximo, dependendo da distância e do volume bombeado. Essas ações são de grande importância para a gestão dos recursos hídricos subterrâneos, pois proporciona o inventário de informações qualita*vas e quan*ta*vas, permi*ndo avaliar os impactos das a*vidades antrópicas nos sistemas aquíferos, bem como auxiliar nos estudos de balanços hídricos.

20 Serviço Geológico do Brasil CPRM Liano S. Veríssimo Pesquisador em Geociências

SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA

SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA Robério Bôto de Aguiar (REFO) Liano Silva Veríssimo (REFO) Sônia M. Silva Vasconcelos (UFC) Serviço

Leia mais

MONITORAMENTO DOS POÇOS COM DATALOGGER NO CARIRI, CEARÁ, BRASIL DATALOGGER WELLS MONITORING IN CARIRI, CEARÁ, BRAZIL

MONITORAMENTO DOS POÇOS COM DATALOGGER NO CARIRI, CEARÁ, BRASIL DATALOGGER WELLS MONITORING IN CARIRI, CEARÁ, BRAZIL MONITORAMENTO DOS POÇOS COM DATALOGGER NO CARIRI, CEARÁ, BRASIL Zulene Almada Teixeira 1 *; Sônia Maria de Vasconcelos Silva 2 ; Davi Martins Pereira 3 ; Robson de Araújo Lima 4 ; Resumo O monitoramento

Leia mais

Serviço Geológico do Brasil CPRM

Serviço Geológico do Brasil CPRM Serviço Geológico do Brasil CPRM A Rede de Monitoramento de Águas Subterrâneas do Serviço Geológico do Brasil: Desafios e Estágio Atual de Implantação. Maria Antonieta Alcântara Mourão Frederico Cláudio

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DA REDE DE MONITORAMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (RIMAS) E O SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (SIAGAS) SIRS

A INTEGRAÇÃO DA REDE DE MONITORAMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (RIMAS) E O SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (SIAGAS) SIRS A INTEGRAÇÃO DA REDE DE MONITORAMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (RIMAS) E O SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (SIAGAS) SIRS Daniele Tokunaga Genaro 1 * & Maria Antonieta A. Mourão 1 & Josias B.

Leia mais

A explotação de paleoáguas das bacias sedimentares do Nordeste do Brasil

A explotação de paleoáguas das bacias sedimentares do Nordeste do Brasil A explotação de paleoáguas das bacias sedimentares do Nordeste do Brasil Frischkorn, H., Santiago, M.M.F Metodos Oxigênio-18 Carbono-14 Gases nobres Área de estudo Aquíferos Serra Grande Cabeças / Piauí

Leia mais

ANEXO II DO REGULAMENTO TÉCNICO 001/08 -RELATÓRIO DE TESTES DE BOMBEAMENTO-

ANEXO II DO REGULAMENTO TÉCNICO 001/08 -RELATÓRIO DE TESTES DE BOMBEAMENTO- ANEXO II DO REGULAMENTO TÉCNICO 001/08 -RELATÓRIO DE TESTES DE BOMBEAMENTO- Secretaria de Recursos Hídricos 1) IDENTIFICAÇÃO Folha 01/15 Processo N o : 1.1) CONTRATANTE: Nome Completo : CPF / CNPJ: ; CPF

Leia mais

Reunião de Alocação Negociada de Água

Reunião de Alocação Negociada de Água Reunião de Alocação Negociada de Água Barragem Ubaldinho 25 de Julho de 2014 Cedro/CE Divisão Geopolítica da Sub-Bacia do Rio Salgado Açudes Monitorados pela COGERH e DNOCS ATALHO Brejo Santo - DNOCS CACHOEIRA

Leia mais

XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS; XIX ENCONTRO NACIONAL DE PERFURADORES DE POÇOS; VIII FENÁGUA FEIRA NACIONAL DA ÁGUA.

XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS; XIX ENCONTRO NACIONAL DE PERFURADORES DE POÇOS; VIII FENÁGUA FEIRA NACIONAL DA ÁGUA. XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS; XIX ENCONTRO NACIONAL DE PERFURADORES DE POÇOS; VIII FENÁGUA FEIRA NACIONAL DA ÁGUA. Águas Subterrâneas e a Legislação Mineira de Recursos Hídricos Breno

Leia mais

Palavras-chave: Aquífero Furnas, qualidade da água subterrânea, poços tubulares profundos.

Palavras-chave: Aquífero Furnas, qualidade da água subterrânea, poços tubulares profundos. 151 Anais Semana de Geografia. Volume 1, Número 1. Ponta Grossa: UEPG, 2014. ISSN 2317-9759 QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA REGIÃO DO GRÁBEN DE PONTA GROSSA (PR). PEREIRA Gabriela Kostrzewycz GOMES Ricardo

Leia mais

Palavras-chaves: Rede de Monitoramento; Gestão Hídrica; Piauí; Brasil.

Palavras-chaves: Rede de Monitoramento; Gestão Hídrica; Piauí; Brasil. PANORAMA DA IMPLANTAÇÃO DA REDE NACIONAL DE MONITORAMENTO INTEGRADO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO ESTADO DO PIAUÍ - BRASIL: AQUÍFEROS SERRA GRANDE E CABEÇAS (2009-2010) Vasconcelos, Mickaelon Belchior 1 &

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO- ECONÔMICA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (RMSP) PELO AQUÍFERO GUARANI

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO- ECONÔMICA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (RMSP) PELO AQUÍFERO GUARANI ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO- ECONÔMICA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (RMSP) PELO AQUÍFERO GUARANI LEBAC/IGCE/UNESP Janeiro-2004 ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA

Leia mais

FONTES/NASCENTES. Departamento de Recursos Hídricos DRH Divisão de Outorga e Fiscalização

FONTES/NASCENTES. Departamento de Recursos Hídricos DRH Divisão de Outorga e Fiscalização FONTES/NASCENTES Departamento de Recursos Hídricos DRH Divisão de Outorga e Fiscalização O que é uma nascente? Nascentes, fontes ou olhos de água são os locais onde se verifica o aparecimento de água por

Leia mais

Dataloggers Diver e software para de águas subterrâneas confiáveis e precisos. Diver-Suite

Dataloggers Diver e software para de águas subterrâneas confiáveis e precisos. Diver-Suite Dataloggers Diver e software para de águas subterrâneas confiáveis e precisos Diver-Suite TECNOLOGIA DE MONITORAMENTO INTELIGENTE O Diver-Suite* da Schlumberger Water Services oferece aos especialistas

Leia mais

Rede Cooperativa de Pesquisa COMPORTAMENTO DAS BACIAS SEDIMENTARES DA REGIÃO SEMI-ÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO. Outubro / 2007

Rede Cooperativa de Pesquisa COMPORTAMENTO DAS BACIAS SEDIMENTARES DA REGIÃO SEMI-ÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO. Outubro / 2007 U F C G SUPRA OMNES LUX LUCES Rede Cooperativa de Pesquisa COMPORTAMENTO DAS BACIAS SEDIMENTARES DA REGIÃO SEMI-ÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO HIDROGEOLOGIA DO AQÜÍFERO AÇU NA BORDA LESTE DA BACIA POTIGUAR:

Leia mais

A QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS USADAS NO ABASTECMENTO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE/CE

A QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS USADAS NO ABASTECMENTO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE/CE A QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS USADAS NO ABASTECMENTO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE/CE Carla Maria Salgado Vidal Silva 1a, Maria Marlúcia Freitas Santiago 1b, Josué Mendes Filho 1c, Zulene Almada

Leia mais

BUSINESS INTELLIGENCE BI Aplicado à Gestão das Águas Subterrâneas. Frederico Cláudio Peixinho Flávio Luis de Mello 23 a 26 de Outubro de 2012

BUSINESS INTELLIGENCE BI Aplicado à Gestão das Águas Subterrâneas. Frederico Cláudio Peixinho Flávio Luis de Mello 23 a 26 de Outubro de 2012 XVII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas Bonito - MT Serviço Geológico do Brasil CPRM BUSINESS INTELLIGENCE BI Aplicado à Gestão das Águas Subterrâneas Frederico Cláudio Peixinho Flávio Luis de

Leia mais

Serviço Geológico do Brasil CPRM

Serviço Geológico do Brasil CPRM Mesa Redonda Monitoramento de Águas Subterrâneas São Paulo 19 de junho de 2013 Serviço Geológico do Brasil CPRM A Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas RIMAS do Serviço Geológico do Brasil

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA

USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA ASGAM Assessoria de Gestão Ambiental Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos COGERH USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA Marcos Dantas Gestão Ambiental Pós-graduando em Biodiversidade e Sustentabilidade

Leia mais

PRH Piranhas-Açu Disponibilidade Hídrica Subterrânea (RP-02)

PRH Piranhas-Açu Disponibilidade Hídrica Subterrânea (RP-02) PRH Piranhas-Açu Disponibilidade Hídrica Subterrânea (RP-02) José Luiz Gomes Zoby Patos/PB 14 de Março, 2013 Sumário Introdução Geologia Domínios Hidrogeológicos e Sistemas Aquíferos Conclusões Introdução

Leia mais

AUTORES: TELES, Maria do Socorro Lopes (1); SOUSA, Claire Anne Viana (2)

AUTORES: TELES, Maria do Socorro Lopes (1); SOUSA, Claire Anne Viana (2) Saneamento Ambiental na periferia da cidade de Santana do Cariri/CE Brasil AUTORES: TELES, Maria do Socorro Lopes (1); SOUSA, Claire Anne Viana (2) INSTITUIÇÃO(ÕES): (1) Universidade Regional do Cariri

Leia mais

ÁGUA SUBTERRÂNEA E MEIO AMBIENTE OUTORGAS E LICENCIAMENTO Palestrante: Maricene Paixão

ÁGUA SUBTERRÂNEA E MEIO AMBIENTE OUTORGAS E LICENCIAMENTO Palestrante: Maricene Paixão 2º SEMINARIO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CBH ARAGUARI ÁGUA SUBTERRÂNEA E MEIO AMBIENTE OUTORGAS E LICENCIAMENTO Palestrante: Maricene Paixão 22 de agosto de 2014 FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS I

Leia mais

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.11 Programa de Monitoramento Hidrossedimentológico Relatório Semestral EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DO PROGRAMA INTEGRANTES

Leia mais

Otimizar e automatizar o processo de solicitação de fornecimento de energia elétrica pela FECOERGS na COPREL

Otimizar e automatizar o processo de solicitação de fornecimento de energia elétrica pela FECOERGS na COPREL Otimizar e automatizar o processo de solicitação de fornecimento de energia elétrica pela FECOERGS na COPREL Área de atuação das 23 coopera1vas de distribuição e geração do sistema Fecoergs 48.704 Nº

Leia mais

Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional

Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional Semi-árido Brasileiro - População Eixo Norte PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SEMI-ÁRIDO E DA BACIA

Leia mais

O ESTADO DA ARTE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS E O SEU CONTEXTO DIANTE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

O ESTADO DA ARTE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS E O SEU CONTEXTO DIANTE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE O ESTADO DA ARTE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS E O SEU CONTEXTO DIANTE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Caracterização do Rio Grande do Norte - Superfície: 53.306,8 km² 0,62% do território

Leia mais

INTEMPERISMO, FORMAÇÃO DOS SOLOS E ÁGUA SUBTERRÂNEA. Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR

INTEMPERISMO, FORMAÇÃO DOS SOLOS E ÁGUA SUBTERRÂNEA. Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR INTEMPERISMO, FORMAÇÃO DOS SOLOS E ÁGUA SUBTERRÂNEA Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR INTEMPERISMO Def: É o conjunto de modificações de ordem física (desagregação) e química (decomposição) que as rochas

Leia mais

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros Carlos Alexandre Cernach Silveira 2 Gabrielle Rodrigues de Macedo 2 Ludimila Lima da Silva 1 Mauro Silvio Rodrigues 2

Leia mais

RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO HIDROLOGIA I RESUMO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 - Introdução: Apresentação do Programa da Disciplina, Sistema de Avaliação; Conceito; Importância e Aplicação da Hidrologia (2h) 2 - Ciclo Hidrológico (2h);

Leia mais

ANÁLISE FATORIAL DE DADOS ISOTÓPICOS E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA IDENTIFICAR DIFERENTES ARMAZENAMENTOS DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NO VALE DO CARIRI/CEARÁ

ANÁLISE FATORIAL DE DADOS ISOTÓPICOS E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA IDENTIFICAR DIFERENTES ARMAZENAMENTOS DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NO VALE DO CARIRI/CEARÁ ANÁLISE FATORIAL DE DADOS ISOTÓPICOS E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA IDENTIFICAR DIFERENTES ARMAZENAMENTOS DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NO VALE DO CARIRI/CEARÁ Carla Maria Salgado Vidal Silva 1 ; Marlúcia Freitas

Leia mais

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI RELATÓRIO MENSAL DE ATIVIDADES MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI ABRIL/2006 CONVÊNIO 09.02.06.00.100.925/2000 CASAN Companhia Catarinense de Águas e Saneamento

Leia mais

MONITORAMENTO DE AQUÍFEROS: CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS E SITUAÇÕES NO NORDESTE DO BRASIL

MONITORAMENTO DE AQUÍFEROS: CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS E SITUAÇÕES NO NORDESTE DO BRASIL MONITORAMENTO DE AQUÍFEROS: CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS E SITUAÇÕES NO NORDESTE DO BRASIL Mickaelon Belchior Vasconcelos 1 Carlos Antônio da Luz 2 Francisco Lages Correia Filho 3 Antônio Reinaldo Soares

Leia mais

A1.2 Águas subterrâneas. A1.2.0 Introdução 1

A1.2 Águas subterrâneas. A1.2.0 Introdução 1 A1.2 Águas subterrâneas Os objetivos desta seção consistem em avaliar o potencial e as disponibilidades das águas subterrâneas, bem como determinar suas principais limitações e áreas mais favoráveis à

Leia mais

PROJETO MONITORAMENTO ESPACIAL HIDROLÓGICO EM GRANDE BACIAS MEG-HIBAM. Fase II : 2012-2015

PROJETO MONITORAMENTO ESPACIAL HIDROLÓGICO EM GRANDE BACIAS MEG-HIBAM. Fase II : 2012-2015 PROJETO MONITORAMENTO ESPACIAL HIDROLÓGICO EM GRANDE BACIAS MEG-HIBAM Fase II : 2012-2015 Contexto O alto custo envolvido na instalação e na manutenção de redes hidrométricas dificulta um nível de monitoramento

Leia mais

Sensoriamento Remoto. Características das Imagens Orbitais

Sensoriamento Remoto. Características das Imagens Orbitais Sensoriamento Remoto Características das Imagens Orbitais 1 - RESOLUÇÃO: O termo resolução em sensoriamento remoto pode ser atribuído a quatro diferentes parâmetros: resolução espacial resolução espectral

Leia mais

Cláudio Damasceno de Souza 1 ; Carlos Roberto Moura Leal Junior 2 & Marco Aurélio Holanda de Castro 3

Cláudio Damasceno de Souza 1 ; Carlos Roberto Moura Leal Junior 2 & Marco Aurélio Holanda de Castro 3 SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DO FLUXO HÍDRICO SUBTERRÂNEO NA REGIÃO DO CARIRI CEARENSE E ESTIMATIVA DE PARÂMETROS A PARTIR DOS DADOS DE CARGAS HIDRÁULICAS OBSERVADAS Cláudio Damasceno de Souza 1 ; Carlos Roberto

Leia mais

Outorgas e Licenças de Obras Hidraúlicas no Estado do Rio Grande do Norte

Outorgas e Licenças de Obras Hidraúlicas no Estado do Rio Grande do Norte Outorgas e Licenças de Obras Hidraúlicas no Estado do Rio Grande do Norte IGARN Natal maio/2014 BASE LEGAL PARA A GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS Art. 1º Fundamentos: LEI 9.433/1997 a água é bem de domínio

Leia mais

Hugo Sergio de Oliveira Julho de 2015

Hugo Sergio de Oliveira Julho de 2015 A CRISE HIDRICA NA PRESTAÇAO DE SERVICOS DE SANEAMENTO NA REGIAO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Hugo Sergio de Oliveira Julho de 2015 A Crise hídrica de São Paulo ocorreu uma seca sem precedentes que a

Leia mais

Apex Desenvolvendo Aplicações Web

Apex Desenvolvendo Aplicações Web Apex Desenvolvendo Aplicações Web Instrutores Rafael Tomé Obje?vos Introduzir ao universo Oracle. Conhecer a facilidade de desenvolver para web com APEX. Criação de uma rápida aplicação com os recursos

Leia mais

MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL

MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL MODELAGEM DA PRODUÇÃO DE SEDIMENTOS USANDO CENÁRIO AMBIENTAL ALTERNATIVO NA REGIÃO NO NOROESTE DO RIO DE JANEIRO - BRAZIL SEDIMENT YIELD MODELING USING AN ALTERNATIVE ENVIRONMENTAL SCENARIO IN NORTHWESTERN

Leia mais

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL Francisca Cardoso da Silva Lima Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Estadual do Piauí Brasil Franlima55@hotmail.com

Leia mais

GUIA DO USUÁRIO. Scanner Térmico IR. Modelo IRT500

GUIA DO USUÁRIO. Scanner Térmico IR. Modelo IRT500 GUIA DO USUÁRIO Scanner Térmico IR Modelo IRT500 Introdução Obrigado por escolher o Extech Model IRT500. O IRT500 Laser Duplo que Scanner Térmico de IR é projetado com um laser duplo, um alarme audível/visual,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MONITORAMENTO DE NÍVEL DO LENÇOL FREÁTICO POR SISTEMA DATALOGGER S EM UM POÇO SOBRE A BACIA SEDIMENTAR DO ARARIPE - CEARÁ

AVALIAÇÃO DO MONITORAMENTO DE NÍVEL DO LENÇOL FREÁTICO POR SISTEMA DATALOGGER S EM UM POÇO SOBRE A BACIA SEDIMENTAR DO ARARIPE - CEARÁ AVALIAÇÃO DO MONITORAMENTO DE NÍVEL DO LENÇOL FREÁTICO POR SISTEMA DATALOGGER S EM UM POÇO SOBRE A BACIA SEDIMENTAR DO ARARIPE - CEARÁ André R. de Souza 1 ; Alexandre Cunha Costa² ; José Y.B. Gonsalves³;

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

Eberhardt Comércio e Assist. Técnica. Ltda.

Eberhardt Comércio e Assist. Técnica. Ltda. Rua das Cerejeiras, 80 Ressacada CEP 88307-330 Itajaí SC Fone/Fax: (47) 3349 6850 Email: vendas@ecr-sc.com.br Guia de instalação, operação e manutenção do sistema de monitoramento de poços ECR. Cuidados

Leia mais

A ESCOLHA CERTA EM COMUNICAÇÕES WIRELESS

A ESCOLHA CERTA EM COMUNICAÇÕES WIRELESS A ESCOLHA CERTA EM COMUNICAÇÕES WIRELESS Descrição As necessidades de telemedição (ou telemetria) e telecomando têm sido cada vez mais utilizadas nas mais variadas aplicações, principalmente onde o volume

Leia mais

Bases Computacionais da Ciência (BC- 0005)

Bases Computacionais da Ciência (BC- 0005) Bases Computacionais da Ciência (BC- 0005) 1 Base de Dados Maria das Graças Bruno Marie/o graca.marie*o@ufabc.edu.br Centro de Matemá6ca, Computação e Cognição (CMCC) Universidade Federal do ABC (UFABC)

Leia mais

ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº 019/2015

ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº 019/2015 ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL DE LICITAÇÃO Pregão Eletrônico nº 019/2015 A Fundação de Apoio a Pesquisa ao Ensino e a Cultura, através de seu Presidente de Licitação, designada pelo Ato Administrativo nº

Leia mais

NOVIDADE em medição de temperatura sem contato

NOVIDADE em medição de temperatura sem contato Tamanho real Compromisso com o futuro! NOVIDADE em medição de temperatura sem contato - Marca de medição pequena a curta ou longa distância respeito a superfície de medição com ZOOM: - Zoom para longas

Leia mais

DIRETORIA LEGISLATIVA CONSULTORIA LEGISLATIVA

DIRETORIA LEGISLATIVA CONSULTORIA LEGISLATIVA DIRETORIA LEGISLATIVA CONSULTORIA LEGISLATIVA ORIGEM: Deputado Gonzaga Patriota TIPO DE TRABALHO: INFORMAÇÃO TÉCNICA ASSUNTO: Perguntas e Respostas sobre a criação da Zona Franca do Semiárido Nordestino

Leia mais

Monitoramento ambiental de superfície/subsuperfície aplicado a site piloto para o armazenamento de CO 2 em camadas de carvão Jazida de Charqueadas/RS

Monitoramento ambiental de superfície/subsuperfície aplicado a site piloto para o armazenamento de CO 2 em camadas de carvão Jazida de Charqueadas/RS Monitoramento ambiental de superfície/subsuperfície aplicado a site piloto para o armazenamento de CO 2 em camadas de carvão Jazida de Charqueadas/RS Centro de Excelencia em Pesquisa e Inovação em Petróleo,

Leia mais

Sustentabilidade de Aqüíferos. José do Patrocínio Tomaz Albuquerque Professor Aposentado UFPB/UFCG.

Sustentabilidade de Aqüíferos. José do Patrocínio Tomaz Albuquerque Professor Aposentado UFPB/UFCG. Sustentabilidade de Aqüíferos José do Patrocínio Tomaz Albuquerque Professor Aposentado UFPB/UFCG. Sustentabilidade de Aqüíferos A visão sistêmica do Ciclo Hidrológico e as relações inter e intra-sistemas:

Leia mais

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos 1 Concepção O que é a bancada de testes da Valeq? Esta bancada foi desenvolvia com a intenção de agilizar os testes de campo e de bancada que envolvem pressão.

Leia mais

Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456. Tema 1 Introdução ANO 2015

Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456. Tema 1 Introdução ANO 2015 Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456 Tema 1 Introdução ANO 2015 Camilo Daleles Rennó Laura De Simone Borma http://www.dpi.inpe.br/~camilo/prochidr/ Aulas 1 Introdução - Camilo 2 Precipitação/Interceptação

Leia mais

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade Procedência: Grupo de Trabalho da Câmara Técnica de Recursos Hídricos Decisão Consema 02/2012 Assunto: Normas para exploração de areia e argila em rios intermitentes de Pernambuco Proposta de Resolução

Leia mais

INFORME INFRA-ESTRUTURA

INFORME INFRA-ESTRUTURA INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/98 N 28 ÁGUAS SUBTERRÂNEAS APRESENTAÇÃO O tema águas subterrâneas ainda hoje é muito pouco conhecido, e por isso dissociado, das deliberações

Leia mais

Lúcio Ma>as Eng. Diretor Lucio.ma>as@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br

Lúcio Ma>as Eng. Diretor Lucio.ma>as@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br Lúcio Ma>as Eng. Diretor Lucio.ma>as@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br Carlos Jamel Biólogo, Diretor cjamel@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br Webinar - A Invasão dos VANTs 13/08/2012

Leia mais

CALENDÁRIO DE FERIADOS - 2016 MUNICÍPIO DIA MÊS DATA COMEMORATIVA FERIADO 1º JAN Confraternização Universal Nacional

CALENDÁRIO DE FERIADOS - 2016 MUNICÍPIO DIA MÊS DATA COMEMORATIVA FERIADO 1º JAN Confraternização Universal Nacional CALENDÁRIO DE FERIADOS - 2016 MAR Data Magna do Estado /Sexta-feira Santa Estadual / Municipal 15 21 ABR Anivsersário do Município/Tiradentes Municipal / Nacional ACARAPE JUN Padroeiro do Município (São

Leia mais

Manual d o usuário DATAREPi8T

Manual d o usuário DATAREPi8T Manual d o usuário DATAREPi8T Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida sem permissão da Diponto Ltda. As informações e especificações técnicas podem mudar a qualquer momento sem aviso prévio.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE HIDRÁULICA E SANEAMENTO Monitoramento de pequenas bacias hidrográficas. Coleta, transmissão, processamento

Leia mais

MONITORAMENTO E SIMULAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO EM CISTERNAS RURAIS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO

MONITORAMENTO E SIMULAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO EM CISTERNAS RURAIS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO MONITORAMENTO E SIMULAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO EM CISTERNAS RURAIS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO Dennyele Alves Gama¹; Marília Silva Dantas¹; Rodolfo Luiz Bezerra Nóbrega¹ & Carlos de Oliveira Galvão¹ RESUMO Os

Leia mais

Características Gerais

Características Gerais Características Gerais O Brasil é atingido por : Planalto da Guianas, Cordilheira dos Andes e Planalto Brasileiro; É pobre em formações mas rico em rios; Ocorrem rios permanentes e temporários; ainda que

Leia mais

Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos

Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos Informações iniciais para obtenção da outorga de direito de uso de recursos hídricos Buscando atender a uma necessidade das empresas associadas, a Assessoria

Leia mais

OBJETIVOS. Identificar e caracterizar os objetivos do Projeto Cisternas e da Transposição do rio São Francisco.

OBJETIVOS. Identificar e caracterizar os objetivos do Projeto Cisternas e da Transposição do rio São Francisco. I A INTEGRAÇÃO REGIONAL NO BRASIL OBJETIVOS Identificar e caracterizar os objetivos do Projeto Cisternas e da Transposição do rio São Francisco. Assunto 5: O PROJETO CISTERNAS E A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO

Leia mais

Pergunta 1: Um datalogger poderá comunicar-se com mais de uma VRP?

Pergunta 1: Um datalogger poderá comunicar-se com mais de uma VRP? PREGÃO ELETRÔNICO N. 2014/262 PROTOCOLO N. 2014/72.368 OBJETO: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE IMPLANTAÇÃO DE ESTRUTURAS REDUTORAS DE PRESSÃO, COM CONTROLE AUTOMÁTICO DE PRESSÃO, NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS, COM

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

CPRM Serviço Geológico do Brasil

CPRM Serviço Geológico do Brasil CPRM Serviço Geológico do Brasil Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Ministério de Minas e Energia MISSÃO Gerar e difundir o conhecimento geológico e hidrológico básico para o desenvolvimento

Leia mais

Prof. Dr. Sérgio Murilo Santos de Araújo. Universidade Federal de Campina Grande UFCG

Prof. Dr. Sérgio Murilo Santos de Araújo. Universidade Federal de Campina Grande UFCG Prof. Dr. Sérgio Murilo Santos de Araújo Universidade Federal de Campina Grande UFCG Paisagens marcadas pela Bacia Sedimentar do Araripe (Jurássico, Cretáceo, etc.) e pela Depressão Periférica (Pré-Cambriano)

Leia mais

Título: OS IMPACTOS DA PARTICIPAÇÃO DO ATRAVESSADOR NA ECONOMIA DO SETOR AGRÍCOLA: Um estudo de caso.

Título: OS IMPACTOS DA PARTICIPAÇÃO DO ATRAVESSADOR NA ECONOMIA DO SETOR AGRÍCOLA: Um estudo de caso. Título: OS IMPACTOS DA PARTICIPAÇÃO DO ATRAVESSADOR NA ECONOMIA DO SETOR AGRÍCOLA: Um estudo de caso. Nome Autor Antonio Dimas Simão de Oliveira Aluno de Agronomia da UFC. CPF: 784.190.423-15 Endereço:

Leia mais

Características. Hexa Controle de ponto

Características. Hexa Controle de ponto Características Os modelos são: o HEXA A - BIOMETRIA/CÓDIGO DE BARRAS/PROXIMIDADE/MIFARE o HEXA B - BIOMETRIA/PROXIMIDADE o HEXA C - BIOMETRIA/CÓDIGO DE BARRAS o HEXA D - BIOMETRIA/MIFARE o HEXA E - CÓDIGO

Leia mais

Bacia Hidrográfica 1. GENERALIDADES

Bacia Hidrográfica 1. GENERALIDADES Capítulo 1. GENERIDDES O ciclo hidrológico, se considerado de maneira global, pode ser visto como um sistema hidrológico fechado, uma vez que a quantidade total da água existente em nosso planeta é constante.

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES GEOMORFOLÓGICAS E HIDROGEOGRÁFICAS ÀS REFLEXÕES SOBRE A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

CONTRIBUIÇÕES GEOMORFOLÓGICAS E HIDROGEOGRÁFICAS ÀS REFLEXÕES SOBRE A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO CONTRIBUIÇÕES GEOMORFOLÓGICAS E HIDROGEOGRÁFICAS ÀS REFLEXÕES SOBRE A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO Fernando Souza Damasco 1 ; Caio Araujo Varela 2 fernandodamasco@hotmail.com 1 Universidade Federal

Leia mais

PAINEL: A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE NO TURISMO CASE GEOPARQUES NO BRASIL: AS PROPOSTAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

PAINEL: A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE NO TURISMO CASE GEOPARQUES NO BRASIL: AS PROPOSTAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Serviço Geológico do Brasil CPRM PAINEL: A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE NO TURISMO CASE GEOPARQUES NO BRASIL: AS PROPOSTAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MISSÃO "Gerar e difundir o conhecimento geológico e

Leia mais

5.1 Potencialidade, Disponibilidade e Capacidade de Armazenamento Potencial

5.1 Potencialidade, Disponibilidade e Capacidade de Armazenamento Potencial 5.1 Potencialidade, Disponibilidade e Capacidade de Armazenamento Potencial Define-se potencial fluvial como a vazão natural anual média de um rio ou aqüífero, medida ou gerada, em sua foz ou embocadura,

Leia mais

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA FORNECIMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITE

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA FORNECIMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITE COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO - CHESF DIRETORIA DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO - DE SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO - SPE DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE - DMA DIVISÃO DE MEIO AMBIENTE

Leia mais

Manual do usuário DATAPRINT

Manual do usuário DATAPRINT Manual do usuário DATAPRINT Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida sem permissão da Diponto Ltda. As informações e especificações técnicas podem mudar a qualquer momento sem aviso prévio.

Leia mais

EXCURSÃO BOTÂNICA 1 3 DIAS / 2 NOITES TERRESTRE Roteiro Crato / Araripe / FLONA / Missão Velha

EXCURSÃO BOTÂNICA 1 3 DIAS / 2 NOITES TERRESTRE Roteiro Crato / Araripe / FLONA / Missão Velha EXCURSÃO BOTÂNICA 1 3 DIAS / 2 NOITES TERRESTRE Roteiro Crato / Araripe / FLONA / Missão Velha CRATO (MUSEU DO DNPN, NOVA OLINDA E SANTANA DO CARIRI), FLORESTA NACIONAL DO ARARIPE E MISSÃO VELHA (FLORESTA

Leia mais

Relógio de Ponto Hexa - HENRY

Relógio de Ponto Hexa - HENRY Relógio de Ponto Hexa - HENRY Visão Geral Equipamento Homologado pelo Ministério do Trabalho e Certificado pelo Inmetro. Trabalha com vários tipos de comunicação, tornando-se um equipamento moldável e

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Objetivo: DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Representar o processo, possibilitando identificar todos os equipamentos (bombas, válvulas,...), instrumentos (medidores de vazão, nível, pressão, analisadores,...),

Leia mais

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB Yuri Tomaz Neves 1 ; Laércio Leal dos Santos 2 ; Jonathan Nóbrega Gomes 3 ; Bruno Menezes

Leia mais

Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia Elétrica em Sistemas de Bombeamento

Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia Elétrica em Sistemas de Bombeamento VI SEREA Seminário Iberoamericano sobre Sistemas de Abastecimento Urbano de Água EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia

Leia mais

PROJETO PARA PERFURAÇÃO DE POÇO TUBULAR PROFUNDO

PROJETO PARA PERFURAÇÃO DE POÇO TUBULAR PROFUNDO PROJETO PARA PERFURAÇÃO DE POÇO TUBULAR PROFUNDO Município de Abdon Batista Rua João Santin, 30 - Centro Abdon Batista - SC Local - Rodovia SC 390, Km 1,5 - Saída para Campos Novos - Parque Municipal Responsável

Leia mais

MONITORAMENTO WIRELESS EM TEMPERATURA, UMIDADE, PRESSÃO & GPS

MONITORAMENTO WIRELESS EM TEMPERATURA, UMIDADE, PRESSÃO & GPS 1 AR AUTOMAÇÃO EMPRESA & SOLUÇÕES A AR Automação é uma empresa especializada no desenvolvimento de sistemas wireless (sem fios) que atualmente, negocia comercialmente seus produtos e sistemas para diferentes

Leia mais

Ins$tucional Ago/2013

Ins$tucional Ago/2013 Ins$tucional Ago/2013 Conhecendo a Fundada em 2005 na cidade de Santana do Parnaíba (região metropolitana da capital paulista), a Sustentec - Serviços em Tecnologia Ltda é uma empresa provedora de soluções

Leia mais

ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DO COMITÊ DE SEGURANÇA HÍDRICA

ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DO COMITÊ DE SEGURANÇA HÍDRICA ATA DA PRIMEIRA REUNIÃO DO COMITÊ DE SEGURANÇA HÍDRICA Instituições presentes: ARCE CAGECE DEFESA CIVIL CIDADES COGERH CONPAM FUNCEME IDECE IPECE SDA Alceu Galvão Maria Amélia Menezes Wilson Edmundo Olinda

Leia mais

Introdução. Nokia N73-5. 9252572, Edição 2 PT-BR

Introdução. Nokia N73-5. 9252572, Edição 2 PT-BR Introdução Nokia N73-5 9252572, Edição 2 PT-BR Teclas e partes (frente e lateral) Número do modelo: Nokia N73-5. No presente denominado Nokia N73. 1 Sensor de luz 1 2 2 Câmera secundária de baixa resolução

Leia mais

Considerando a deliberação do plenário da Câmara Técnica de Águas Subterrâneas do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Pernambuco,

Considerando a deliberação do plenário da Câmara Técnica de Águas Subterrâneas do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Pernambuco, RESOLUÇÃO CRH Nº 01, 25 DE MARÇO DE 2009. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de Testes de Bombeamento de PRODUÇÃO e de AQÜÍFERO com elaboração e apresentação de Relatório Técnico e dá outras

Leia mais

GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN

GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN 1º Seminário Nacional de Gestão e Controle de Perdas Porto Alegre/RS 13 e 14 de julho de 2015 REDUÇÃO DE PERDAS SOB A PERSPECTIVA FINANCEIRA 01) Garantir

Leia mais

Cadernos de Recursos Hídricos

Cadernos de Recursos Hídricos Cadernos de Recursos Hídricos DISPONIBILIDADE E DEMANDAS DE RECURSOS HÍDRICOS NO BRASIL República Federativa do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Presidente Ministério do Meio Ambiente MMA Marina Silva

Leia mais

Uma análise sob o enfoque dos recursos hídricos

Uma análise sob o enfoque dos recursos hídricos Uma análise sob o enfoque dos recursos hídricos Uirá Piá-Uaçu Oliveira Deák 1 João Luiz Boccia Brandão 2 1:Mestrando em Engenharia Hidráulica e Saneamento PPG/SHS EESC/USP 2:Professor Doutor da Escola

Leia mais

Audiência Pública Cajucultura (Câmara dos Deputados Plenário 06 Anexo II)

Audiência Pública Cajucultura (Câmara dos Deputados Plenário 06 Anexo II) Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará - ADECE Câmara Setorial do Caju CSC Sindicato das Indústrias de Caju SINDICAJU Associação dos Cajucultores do Estado do Ceará ASCAJU Audiência Pública Cajucultura

Leia mais

HIDROGEOLOGIA DA PORÇÃO ORIENTAL DA BACIA SEDIMENTAR DO ARARIPE

HIDROGEOLOGIA DA PORÇÃO ORIENTAL DA BACIA SEDIMENTAR DO ARARIPE U F C G SUPRA OMNES LUX LUCES UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE Rede Cooperativa de Pesquisa COMPORTAMENTO DAS BACIAS SEDIMENTARES DA REGIÃO SEMI-ÁRIDA DO NORDESTE BRASILEIRO HIDROGEOLOGIA DA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 05, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº. 05, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº. 05, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2011. Estabelece as diretrizes e critérios para concessão de outorgas de direito de uso de águas subterrâneas e define as disponibilidades hídricas dos aquíferos

Leia mais

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. INFORMAÇÕES

Leia mais

ABAIARA 1.829.113,91 3.322.215,41 2.575.664,66 0,006896 0,203301 0,028554 0,009091 0,247842

ABAIARA 1.829.113,91 3.322.215,41 2.575.664,66 0,006896 0,203301 0,028554 0,009091 0,247842 SEFAZ-CE * RATEIO DO ICMS * PAGINA - 1 RTP00849 2A. PUBLICACAO EXERCICIO 2010 HORA - 08.12.46 ABAIARA 1.829.113,91 3.322.215,41 2.575.664,66 0,006896 0,203301 0,028554 0,009091 0,247842 ACARAPE 12.444.283,10

Leia mais

ABAIARA 1.944.660,79 1.829.113,91 1.886.887,35 0,006015 0,111396 0,029085 0,003817 0,150312

ABAIARA 1.944.660,79 1.829.113,91 1.886.887,35 0,006015 0,111396 0,029085 0,003817 0,150312 SEFAZ-CE * RATEIO DO ICMS * PAGINA - 1 RTP00849 2A. PUBLICACAO EXERCICIO 2009 HORA - 16.12.13 ABAIARA 1.944.660,79 1.829.113,91 1.886.887,35 0,006015 0,111396 0,029085 0,003817 0,150312 ACARAPE 14.645.466,74

Leia mais

RESOLUÇÃO SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE REALIZAÇÃO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE POÇOS TUBULARES

RESOLUÇÃO SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE REALIZAÇÃO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE POÇOS TUBULARES RESOLUÇÃO SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE REALIZAÇÃO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE POÇOS TUBULARES Waldir Duarte Costa Filho 1 ; Waldir Duarte Costa 2 & Alexandre Luiz Souza Borba 3 Resumo Com a procura de água

Leia mais

INVESTIGAÇÕES DA ÁGUA SUBTERRANEA

INVESTIGAÇÕES DA ÁGUA SUBTERRANEA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA TEC 204: GEOGRAFIA DAS ÁGUAS CONTINENTAIS PROFª ROSÂNGELA LEAL SANDRA MEDEIROS SANTOS ALUNO(A) INVESTIGAÇÕES DA ÁGUA SUBTERRANEA Generalidades

Leia mais

Suzana Gico Montenegro (1), Abelardo A. Montenegro (2), Giancarlo L. Cavalcanti (3), Albert Einstein Spíndola de Moura (4)

Suzana Gico Montenegro (1), Abelardo A. Montenegro (2), Giancarlo L. Cavalcanti (3), Albert Einstein Spíndola de Moura (4) CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA PARA SUSTENTABILIDADE DE ÁREAS RURAIS E URBANAS TECNOLOGIAS E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA TERESINA, PI, DE 11 A 14 DE JULHO DE 2005 RECARGA ARTIFICIAL DE AQÜÍFEROS COM ÁGUAS

Leia mais

SIMULAÇÃO DO FLUXO HÍDRICO SUBTERRÂNEO POR ESTIMATIVA DE PARÂMETROS USANDO CARGAS HIDRÁULICAS OBSERVADAS: CASO DO CARIRI CEARENSE, BRASIL

SIMULAÇÃO DO FLUXO HÍDRICO SUBTERRÂNEO POR ESTIMATIVA DE PARÂMETROS USANDO CARGAS HIDRÁULICAS OBSERVADAS: CASO DO CARIRI CEARENSE, BRASIL Recursos Hídricos /// Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos /// Volume 34# 01 SIMULAÇÃO DO FLUXO HÍDRICO SUBTERRÂNEO POR ESTIMATIVA DE PARÂMETROS USANDO CARGAS HIDRÁULICAS OBSERVADAS: CASO DO CARIRI

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais