Paulo Henrique Almeida Cavalcante

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Paulo Henrique Almeida Cavalcante"

Transcrição

1 Sistemas computacionais de detecção de irregularidades em medições de grandes clientes Paulo Henrique Almeida Cavalcante Companhia Energética do Ceará, Brasil

2 Coelce Dados de Mercado Área de Concessão km2 Municípios 184 Clientes 2,7 milhões Habitantes 8,1 milhões Grandes Clientes 5,3 mil

3 Grandes Clientes Telemetria Evolução % % Telemetria por Área % 74% 80% Fortaleza Metropolitana Norte Sul Somente Ativos com Fornecimento

4 5.363 Ativos com Fornecimento Grandes Clientes Informações Gerais Medição 792 Unidades com Compactos de Medição (15%) Com Telemedição (89%) Leitura com PALM Medidores com 21 Canais ( 70%)

5 Controle de Perdas em Grandes Clientes Análise Ferramentas de Detecção Syntegra, SDMm, Denúncias, Outros Apoio a Análise Synergia, SDA, STM, outros Validação Inspeção Avaliação dos Trabalhos de Campo Avaliação do Motivo Gerador x Resultado Processo de análise de fotografias Medições em MT/BT; Realização de provas de medição; Inspeções com Notebook Bird Dog

6 Medição Eletrônica Memórias de Massa Memória de Massa Completa ( Total ) Memória de Massa de Recuperação Memória de Massa Verificação 45º dias atrás Penúltima Reposição de Demanda Última Reposição de Demanda Dia Atual Último Intervalo de Integração

7

8 O que é Syntegra? Sistema de processamento de memórias de massa; Memórias de Massa de Faturamento (30dias); Compara com padrões préestabelecidos; Regras parametrizáveis Se uma ou mais regras falham é gerado uma pendência de análise; Workflow de seguimento; Integrado com sistema comercial; Total, Agrupadas e Individual por unidade;

9 Syntegra - Fluxo

10 Syntegra - Característica das Regras

11 Syntegra Exemplo de Regra I030 Variação entre as correntes das fases A e C em horário diurno exceto sábados e domingos Objetivo Descobrir irregularidades nas correntes das fases A ou C, através do desbalanço entre as mesmas em horário diurno, exceto sábados e domingos, sejam estas devido a ações fraudulentas, falhas operacionais ou defeitos no sistema de medição. Como fazemos a verificação Através da comparação entre a quantidade de horas em que as fases estiveram desbalanceadas em relação ao total de horas na memória de massa.

12 Syntegra Exemplo de Regra

13 Syntegra Resultados de Aplicação (2007) +31% +58% 1,3% 1,7% Global Syntegra Efetividade de TOI s 3,3% 5,2% Global Efetividade de Irregularidades Syntegra

14 Syntegra Resultados de Aplicação (2007) 50%

15 O que é SDMm? Sistema de processamento DIÁRIO de memórias de massa; Memórias de Massa de Verificação Indicar rapidamente anomalias após sua ocorrência Controlar Falhas em Equipamentos Controlar Intervenções Operativas Controlar Programações Fazer Previsões Aprender o comportamento de consumo dos clientes

16 O que é mais importante na verificação diária Procurar anomalias que resultem em ação direta Desbalanço de Tensão ou Tensão Zero Corrente Zero Grandes Desbalanços de Corrente Erros de Programação

17 O que também pode ser visto na verificação diária Procurar prováveis anomalias que requeiram análises complementares Projeção de Consumo Consumo Zero Diário Desbalanços de Corrente em níveis variados

18 SDMm Resultados de Aplicação (2008) +160% +141% 6,0% 2,3% Global SDMm Efetividade de TOI s Janeiro a Junho/2008 4,1% Global Efetividade de Irregularidades 9,9% SDMm

19 Importante

20 Obrigado Paulo Henrique Cavalcante

Carlos Augusto Montovani Energisa, Paraíba - Brasil

Carlos Augusto Montovani Energisa, Paraíba - Brasil Implantação do COM - Centro de Operação da Medição Carlos Augusto Montovani Energisa, Paraíba - Brasil Roteiro Histórico Estrutura - Organizacional - Funcional Atividades x Interfuncionalidades Situação

Leia mais

Controle de Qualidade de Laboratório

Controle de Qualidade de Laboratório Controle de Qualidade de Laboratório de Ensaio Aliado à Tecnologia Paulo Henrique Muller Sary Diretor Técnico SaaS Ambiental Porto Alegre, 25 de julho de 2014. Garantia da Qualidade O programa de garantia

Leia mais

DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA

DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO INTELIGENTE DA MEDIÇÃO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE DE PERDAS E PROTEÇÃO DA RECEITA MOTIVADORES Níveis elevados de perdas não técnicas das empresas Restrições mais rígidas (ambientais,

Leia mais

Centro de Monitoramento de Perdas

Centro de Monitoramento de Perdas Apresentação Metering JUL/04 Centro de Monitoramento de Perdas Gerência de Medição e Perdas Grandes Clientes Apresentador: Fabio Toledo Gerente do Departamento Epower Análise Conceitual Remota de Telemetria

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Patricia Viero Minussi Aes Sul Distribuidora Gaúcha de Energia patricia.minussi@aes.com

Leia mais

Sistema de Medição de Faturamento

Sistema de Medição de Faturamento Sistema de Medição de Faturamento Direitos e Deveres dos Consumidores Livres André Luiz Preite Cruz Especialista de mercado Agenda A ABRACE Atribuições da ABRACE O SMF O Mercado e o SMF Os Consumidores

Leia mais

Prof. Esp. Anderson Barbosa

Prof. Esp. Anderson Barbosa Prof. Esp. Anderson Barbosa Entregar o produto final dentro das expectativas de qualidade dos usuários; Dentro do prazo e custo do projeto; Dentro dos níveis de erros esperados; Atender aos requisitos

Leia mais

Submódulo 12.3. Manutenção do sistema de medição para faturamento

Submódulo 12.3. Manutenção do sistema de medição para faturamento Submódulo 12.3 Manutenção do sistema de medição para faturamento Rev. Nº. 0 1 Motivo da revisão Este documento foi motivado pela criação do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Atendimento à Resolução

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009 1 1 3 2 1 3 3 4 1 4 4 1 5 5 3 6 5 3 7 5 3 CONSOLIDAÇÃO DAS DEMANDAS DO SORTEIO Nº 017/2011 - EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 02/2009 avaliação inicial do "Desenvolvimento de Sistema Integrado de Geração de

Leia mais

Solicitações de Esclarecimento

Solicitações de Esclarecimento EMPRESA: Accenture REPRESENTANTE: Guilherme Barbosa Rocha Solicitações de Esclarecimento: Item do Solicitações de Esclarecimento Termo de Referência 1.1.1 1. Existe alguma definição por parte da Eletrobras

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA CODEN - Nova Odessa CODEN 1. OBJETIVO Apresentar ao CODEN a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Nova Odessa 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor

Leia mais

GSAN. Sistema de Gestão Comercial para empresas de saneamento. Versão Atual do GSAN. Módulos

GSAN. Sistema de Gestão Comercial para empresas de saneamento. Versão Atual do GSAN. Módulos GSAN Sistema de Gestão Comercial para empresas de saneamento Versão Atual do GSAN A PROCENGE é líder nacional no fornecimento de softwares de gestão para companhias de Água e Saneamento, com base na sua

Leia mais

4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação

4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação 4 Fator de carga e fator de demanda: conceituação 4.1. Fator de carga (FC) Segundo a resolução a normativa nº 414 de 9 de setembro de 2010 da ANEEL, o fator de carga é definido como sendo a razão entre

Leia mais

Importância da medição de energia para a eficiência energética

Importância da medição de energia para a eficiência energética 64 Importância da medição de energia para a eficiência energética Elaborado por César Lapa, Marco Antonio Saidel e Katia Gregio Di Santo INTRODUÇÃO A eficiência energética destaca-se cada vez mais no cenário

Leia mais

QUALIDADE DE SOFTWARE. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1

QUALIDADE DE SOFTWARE. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1 QUALIDADE DE SOFTWARE Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1 Objetivos Apresentar o processo de gerenciamento de qualidade e as atividades centrais da garantia de

Leia mais

Integration and flexibility in business management Integração e flexibilidade na gestão dos negócios Ladislau das Chagas Júnior & Jose Domingos

Integration and flexibility in business management Integração e flexibilidade na gestão dos negócios Ladislau das Chagas Júnior & Jose Domingos Integration and flexibility in business management Integração e flexibilidade na gestão dos negócios Ladislau das Chagas Júnior & Jose Domingos Favoretto Jr. Integração e flexibilidade na gestão dos negócios

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Existem várias finalidades para medição de energia, dentre elas vamos destacar as seguintes: Consumo mensal de energia A grandeza medida é

Leia mais

Análise Termográfica Relatório Técnico 0814

Análise Termográfica Relatório Técnico 0814 ANÁLISE TERMOGRÁFICA VALINHOS Valinhos DAEV 1. OBJETIVO Apresentar ao DAEV a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Valinhos 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems

Leia mais

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL

REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL Luiz Rodrigo Carvalho de Souza (1) RESUMO O alto nível de competitividade exige que as empresas alcancem um nível de excelência na gestão de seus

Leia mais

A Importância do Sistema de Telemedição no Controle de Perdas de Grandes Clientes. Paulo H. A. Cavalcante

A Importância do Sistema de Telemedição no Controle de Perdas de Grandes Clientes. Paulo H. A. Cavalcante A Importância do Sistema de Telemedição no Controle de Perdas de Grandes Clientes Paulo H. A. Cavalcante Coelce - Área de Concessão Coelce - Contextualização Medidores Eletrônicos Clientes de MT/AT; Clientes

Leia mais

Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton

Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton Metering system for billing in the National Interconnected System Sistema de Medição para Faturamento no Sistema Interligado Nacional Neyl Hamilton M. Soares Medição para Faturamento no Sistema Interligado

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br)

INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br) INFORMAÇÕES TÉCNICAS TERMINOLOGIA (parte integrante do site www.cocel.com.br) 1. Concessionária ou Permissionária - Agente titular de concessão ou permissão federal para explorar a prestação de serviços

Leia mais

2. DEFINIÇÃO E CONCEITO

2. DEFINIÇÃO E CONCEITO 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para controlar todos os equipamentos e instrumentos do Laboratório do Grupo Santa Helena garantindo suas inspeções, manutenções e calibrações de forma a mantê-los

Leia mais

Submódulo 1.1 Adesão à CCEE. Módulo 6 Penalidades. Submódulo 6.1 Penalidades de medição e multas

Submódulo 1.1 Adesão à CCEE. Módulo 6 Penalidades. Submódulo 6.1 Penalidades de medição e multas Submódulo 1.1 Adesão à CCEE Módulo 6 Penalidades Submódulo 6.1 Penalidades de medição Revisão 1.0 Vigência 16/10/2012 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. PREMISSAS 4. LISTA DE DOCUMENTOS 5. FLUXO DE

Leia mais

Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS

Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS AGENDA 1. A EPAL 2. Situação da EPAL e Estratégia Adotada 3. Sistema de

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil RENATO OLIVEIRA GUIMARÃES Empresa Energética do Mato Grosso do Sul S.A. ANTONIO DE PADUA

Leia mais

Projeto Smart Grid. Visão Geral

Projeto Smart Grid. Visão Geral Projeto Smart Grid Visão Geral Contextualização Sobre o Smart Grid Smart Grid Light Estratégia da Light para os próximos anos 2 3-8 usinas - 98 SE - 111 SE - 7.500 2500 circuitos 19.685 km 1045 Dispositivos

Leia mais

Sistemas Eletrônicos S.A.

Sistemas Eletrônicos S.A. Sistemas Eletrônicos S.A. Institucional ELO Empresa de Capital 100% Brasileiro; Estabelecida em 1980; Engenharia de Desenvolvimento Própria; Desenvolvimento e Produção de Dispositivos de Medição Eletrônica

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. SENDI 2008-06 a 10 de outubro. Olinda - Pernambuco - Brasil

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. SENDI 2008-06 a 10 de outubro. Olinda - Pernambuco - Brasil XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Gestão de Perdas Comerciais Integrada ao CCS - Sistema de Gestão Comercial Airton

Leia mais

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE:

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: Aquisição de 7.812 Unidades de Medição Eletrônica de Energia Elétrica, 1 elemento, 1 fase, 3 fios, 240V e 15(100)A para implantação em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas

Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do

Leia mais

Check-list em Família: integração empresa-família como meio eficaz de fomento da cultura da segurança. Henrique de Sousa Castro

Check-list em Família: integração empresa-família como meio eficaz de fomento da cultura da segurança. Henrique de Sousa Castro Check-list em Família: integração empresa-família como meio eficaz de fomento da cultura da segurança. Henrique de Sousa Castro 03 de setembro de 2013 INTRODUÇÃO Ao nascer todos os indivíduos são submetidos

Leia mais

CRITÉRIO PARA CLASSIFICAÇÃO DE NÃO CONFORMIDADES

CRITÉRIO PARA CLASSIFICAÇÃO DE NÃO CONFORMIDADES R. Sebastião Fabiano Dias, nº 210 sl 1201 Belvedere BH MG PROJETO E CÁLCULO DE PONTES ROLANTES BREVE DESCRIÇÃO A análise de Pontes Rolantes visa o aumento de capacidade, repotenciação/modernização, análise

Leia mais

Recuperação. de Mercado. Experiência da Ampla em Sistemas de Medição Centralizada. Brasília, Setembro de 2008 1

Recuperação. de Mercado. Experiência da Ampla em Sistemas de Medição Centralizada. Brasília, Setembro de 2008 1 Recuperação de Mercado Experiência da Ampla em Sistemas de Medição Centralizada Brasília, Setembro de 2008 1 Agenda Apresentando a Empresa O Problema As Soluções Os Resultados O Reconhecimento 2 Endesa

Leia mais

Instalações Prediais. Manutenção

Instalações Prediais. Manutenção Instalações Prediais Manutenção Legislação Leis nº 10.199/86 e 8382/76 Certificado de manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio Lei nº 13.214, de 22 de novembro de 2001. Obrigatoriedade de instalação

Leia mais

Gestão da qualidade do software

Gestão da qualidade do software Gestão da qualidade do software Empenhada em assegurar que o nível de qualidade requerido de um produto de software é atingido Envolve a definição de normas e procedimentos de qualidade apropriados, e

Leia mais

Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais

Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais Chegou Kwara. para o Brasil brilhar cada vez mais Chegou Kwara, uma nova geração em energia. Uma empresa de eficiência energética que presta serviços especializados de manutenção em plantas de geração

Leia mais

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA. Introdução

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA. Introdução FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA Introdução A questão do fornecimento de energia elétrica é de suma importância para um funcionamento adequado de equipamentos eletro-eletrônicos. Assim sendo, cabe ao poder

Leia mais

Gestão de Serviços Remotos

Gestão de Serviços Remotos Gestão de Serviços Remotos Leonardo Duarte e Alfredo Filho Co-located with: Agenda A Coelce Descrição Vantagens O Processo Fluxo de Comunicação Passos da Implantação Principais Problemas Principais Benefícios

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO CT - 56 SOLICITAÇÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO ELETRÔNICO. Página 1 de 16

COMUNICADO TÉCNICO CT - 56 SOLICITAÇÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO ELETRÔNICO. Página 1 de 16 Página 1 de 16 COMUNICADO TÉCNICO CT - 56 SOLICITAÇÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO ELETRÔNICO Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da Distribuição Gerência

Leia mais

SISTEMA AUTOMATIZADO DE MEDIÇÃO Projeto piloto de Infra-estrutura de Medição Avançada

SISTEMA AUTOMATIZADO DE MEDIÇÃO Projeto piloto de Infra-estrutura de Medição Avançada SISTEMA AUTOMATIZADO DE MEDIÇÃO Projeto piloto de Infra-estrutura de Medição Avançada Luiz A. Garbelotto Depto. Engenharia Comercial Celesc Distribuição S.A. Santa Catarina, Brasil Vladimir Nascimento

Leia mais

CDHU Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano CBCS Conselho Brasileiro da Construção Sustentável

CDHU Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano CBCS Conselho Brasileiro da Construção Sustentável CDHU Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano CBCS Conselho Brasileiro da Construção Sustentável Seminário i Eficiência Energética e HIS no Estado de São Paulo Sistemas Prediais e a Medição Individualizada

Leia mais

Construção de modelo de degradação para determinação dos ciclos de correção geométrica

Construção de modelo de degradação para determinação dos ciclos de correção geométrica Construção de modelo de degradação para determinação dos ciclos de correção geométrica Raphael Damasceno Marotta 1, Paulo Ferreira Gonzaga¹, Hugo Almeida Ribeiro ¹* 1 Engenharia da Malha MRS Logística

Leia mais

23/11/2011. endesa brasil. Planejamento da Infraestrutura Elétrica do Estado do Rio de Janeiro para os Grandes Eventos a partir de 2012 AMPLA

23/11/2011. endesa brasil. Planejamento da Infraestrutura Elétrica do Estado do Rio de Janeiro para os Grandes Eventos a partir de 2012 AMPLA endesa brasil 23/11/2011 Planejamento da Infraestrutura Elétrica do Estado do Rio de Janeiro para os Grandes Eventos a partir de 2012 AMPLA 1 Agenda 1 Visão Geral da Companhia Grupo Enel / Endesa A Ampla

Leia mais

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS Características Design inovador Controle de acesso Permite criar usuários com senhas podendo-se definir no sistema quais as funcionalidades cada

Leia mais

Gestão de Perdas. Glauco Montagna

Gestão de Perdas. Glauco Montagna Gestão de Perdas Glauco Montagna Agenda 1. A perda de água 2. Gestão de perda de água 3. Redes de água inteligentes 4. Caso de Sucesso Componentes (1) Componentes (2) A perda de água é a somatória de:

Leia mais

Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke

Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke Seis Sigma Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke O Poka-Yoke é uma importante ferramenta na etapa Control do método DMAIC do Lean Seis Sigma. Por Cristina Werkema O Poka-Yoke termo japonês que significa

Leia mais

RESULTADOS DO P&D SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS E OPERATIVAS NA AES ELETROPAULO. 1 Contato: lidia.stateri@aes.com +55 (11) 2195-1131

RESULTADOS DO P&D SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS E OPERATIVAS NA AES ELETROPAULO. 1 Contato: lidia.stateri@aes.com +55 (11) 2195-1131 1 Contato: lidia.stateri@aes.com +55 (11) 2195-1131 RESULTADOS DO P&D SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS E OPERATIVAS NA AES ELETROPAULO Lídia da Costa Stateri AES Eletropaulo Edson Pereira dos Santos

Leia mais

Especificação Técnica ÍNDICE DE REVISÕES

Especificação Técnica ÍNDICE DE REVISÕES UNIDADE: GERAL 1 de 15 ÍNDICE DE REVISÕES Rev. 0 EMISSÃO INICIAL DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 1 2 6.1.6-b inclusão: repetibilidade de 0,1% (zero virgula um por cento); 6.1.7 inclusão: Desvio padrão

Leia mais

Seminário Nacional AESBE 30 anos

Seminário Nacional AESBE 30 anos Experiências de Sucesso nas Empresas Estaduais de Saneamento TELEMETRIA 26/08/2015 Silvana Corsaro Candido da Silva de Franco, Gerente do Departamento de Planejamento, Gestão e Operação da Produção Seminário

Leia mais

Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas.

Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Artigos técnicos 02 Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Instalação elétrica defasada é foco de

Leia mais

Centros de Operação do Segmento de Missão Critica Sala de Controle de Gás Natural

Centros de Operação do Segmento de Missão Critica Sala de Controle de Gás Natural Centros de Operação do Segmento de Missão Critica Sala de Controle de Gás Natural 15/04/2014 1 Quem somos A maior distribuidora de gás natural canalizado do Brasil Responsável por cerca de 1/4 das vendas

Leia mais

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA Prof. Ms. Sidney E. Santana 1. Identificando os custos da qualidade Controlar a origem das receitas, produto da venda de

Leia mais

Monitoração e Diagnóstico de Equipamentos e Estruturas. Sistemas Inteligentes de Apoio à Decisão.

Monitoração e Diagnóstico de Equipamentos e Estruturas. Sistemas Inteligentes de Apoio à Decisão. Monitoração e Diagnóstico de Equipamentos e Estruturas. Sistemas Inteligentes de Apoio à Decisão. A Empresa Empresa brasileira inovadora*, fundada em 1998: Em 2013: 15 Anos. Equipe Técnica com mais de

Leia mais

3.3 Operação em Rampa Transferência de carga de modo gradativo entre a Distribuidora e um gerador de consumidor ou vice-versa.

3.3 Operação em Rampa Transferência de carga de modo gradativo entre a Distribuidora e um gerador de consumidor ou vice-versa. O SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO, COM OPERAÇÃO Processo: PROJETO E CONSTRUÇÃO Subprocesso: INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE CONSUMIDOR PCI.00.05 1/9 Primeira 1. OBJETIVO Estabelecer os critérios e requisitos necessários

Leia mais

Proteção Primária ria para Transformadores da Rede de Distribuição Subterrânea

Proteção Primária ria para Transformadores da Rede de Distribuição Subterrânea Proteção Primária ria para Transformadores da Rede de Distribuição Subterrânea Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Rafael Moreno Engenheiro Eletricista Campo rafael.moreno@aes.com Charles

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA SAAE - Atibaia SAAE 1. OBJETIVO Apresentar ao SAAE a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Atibaia 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems

Leia mais

Sistema de distribuição.

Sistema de distribuição. 1 Impacto de Cargas Eletrônicas Residenciais e Comerciais Eficientes e Não-lineares no Sistema de Distribuição Parte II Medições das Cargas em Alimentadores Típicos M. L. y Gonzalez, S. Visacro F., P.

Leia mais

Aplicações do Sistema Automático de Medição

Aplicações do Sistema Automático de Medição Aplicações do Sistema Automático de Medição Eriberto Alvares, Gerência de Medição & Certificação, Cam Endesa, Brasil Projetos de telemedição implantados no mundo Concessionárias Clientes instalados Países

Leia mais

Programa Smart Grid da AES Eletropaulo. - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013

Programa Smart Grid da AES Eletropaulo. - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013 Programa Smart Grid da AES Eletropaulo - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013 1 Agenda Institucional Projeto Smart Grid Eletropaulo Digital Motivadores Objetivos

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2009 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Artefatos de projeto Modelo de Projeto: Use-Case Realization-projeto

Leia mais

Ricardo Teixeira Sales Engineer ITRON BRAZIL

Ricardo Teixeira Sales Engineer ITRON BRAZIL Ricardo Teixeira Sales Engineer ITRON BRAZIL 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL AMR AMI nas distribuidoras de água Objetivos da Medição Criação dos dados Melhora

Leia mais

CALIBRAÇÃO 2 O QUE É CALIBRAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO?

CALIBRAÇÃO 2 O QUE É CALIBRAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO? DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA APOSTILA DE METROLOGIA Cid Vicentini Silveira 2005 1 OBJETIVOS DESTE CAPÍTULO Determinar o que é calibração, por quê, o quê, quando, onde e como calibrar; Interpretar

Leia mais

ANEXO II - CADERNO DE MÉTRICAS E NÍVEIS DE SERVIÇOS

ANEXO II - CADERNO DE MÉTRICAS E NÍVEIS DE SERVIÇOS ANEXO II - CADERNO DE MÉTRICAS E NÍVEIS DE SERVIÇOS No caso de aplicação de glosa referente ao mesmo indicador deste caderno de métricas, durante três meses consecutivos, ou cinco meses intervalados durante

Leia mais

V SBQEE ESTUDO, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRADOR E ANALISADOR PORTATIL DE QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA

V SBQEE ESTUDO, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRADOR E ANALISADOR PORTATIL DE QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 05 102 Tópico: Sistemas de Monitoramento e Tratamento de Dados ESTUDO, PROJETO

Leia mais

Projeto P&D. Alerta Raios. Monitoramento de Tempestades MANUAL DO SITE. Coelce Companhia Energética do Ceará. USP Universidade de São Paulo

Projeto P&D. Alerta Raios. Monitoramento de Tempestades MANUAL DO SITE. Coelce Companhia Energética do Ceará. USP Universidade de São Paulo Projeto P&D Alerta Raios Monitoramento de Tempestades MANUAL DO SITE Coelce Companhia Energética do Ceará USP Universidade de São Paulo 1. Página inicial A página inicial apresenta um cabeçalho contendo

Leia mais

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado.

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado. NT.005 Requisitos Mínimos para Interligação de Gerador de Consumidor Primário com a Rede de Distribuição da Eletropaulo Metropolitana com Paralelismo Momentâneo Nota Técnica Diretoria de Planejamento e

Leia mais

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva

Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Rafael Moreno Engenheiro Eletricista Campo

Leia mais

4.1 A Parte que recebeu a notificação de anormalidade deverá encaminhá-la imediatamente a um órgão responsável, para resolver a anormalidade.

4.1 A Parte que recebeu a notificação de anormalidade deverá encaminhá-la imediatamente a um órgão responsável, para resolver a anormalidade. ANEXO 8: GERENCIAMENTO DE ANORMALIDADES DA REDE 1 As Partes reconhecem que é de seu mútuo interesse estabelecer um processo eficiente e efetivo para comunicar e resolver as anormalidades de rede que repercutam

Leia mais

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM MÉDIA TENSÃO TECNOLOGIA, QUALIDADE E ENERGIA A SERVIÇO DA ECONOMIA. Engelétrica Indústria, Comércio e Serviços Elétricos Ltda. Rua Xavier da Rocha, 10 Vila Prudente

Leia mais

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA

DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA DEMANDA GT SOLUÇÕES PARA AUDITORIA CONTÍNUA OBJETIVOS Desenvolvimento de metodologia e sistema de automação do monitoramento de riscos e controles organizacionais para: Minimização dos riscos regulatórios

Leia mais

Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos

Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos 1.0 Apresentação Este Relatório Preliminar apresenta uma sugestão de processos de medição dos resultados da aplicação

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES.

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. Atualmente no Brasil estão em operação diversos modelos de locomotivas diesel-elétricas, desde locomotivas mais antigas e de

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO ENERGISA INDIVIDUAL E AGRUPADA

SISTEMA DE MEDIÇÃO ENERGISA INDIVIDUAL E AGRUPADA SISTEMA DE MEDIÇÃO ENERGISA INDIVIDUAL E AGRUPADA TAF INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LTDA Rua Clodoaldo Gomes, 300 Distrito Industrial 89219-901 Joinville SC Fone: 55473441-9100 Fax: 55473441-9101 www.taf.ind.br

Leia mais

5 Sistema americano. 5.1 Forma de Ressuprimento

5 Sistema americano. 5.1 Forma de Ressuprimento 5 Sistema americano O objetivo deste capítulo é descrever o sistema de programação de entregas e previsão de demanda para clientes VMI utilizado pela matriz da Empresa de Gases Alfa nos Estados Unidos.

Leia mais

Serviços em Energia Agregando Valor

Serviços em Energia Agregando Valor Agregando Valor Antonio Carlos Messora Energia Como usar de forma racional e eficiente? Como diminuir custos? Mercado livre ou cativo? Curto Prazo, Longo Prazo ou Que Prazo? O preço vai subir ou descer?

Leia mais

Sitec Power Soluções em Energia ENERGIA REATIVA E FATOR DE POTÊNCIA

Sitec Power Soluções em Energia ENERGIA REATIVA E FATOR DE POTÊNCIA ENERGIA REATIVA E FATOR DE POTÊNCIA O QUE É ENERGIA ATIVA E REATIVA? Sim, mas apesar de necessária, a utilização de Energia Reativa deve ser a menor possível. O excesso de Energia Reativa exige condutores

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Subsistema Central 03 5.2. Subsistema Remoto

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

Previsão de Vazões da Duke Energy

Previsão de Vazões da Duke Energy Previsão de Vazões da Duke Energy Duke Energy International, Geração Paranapanema Carlos Antônio Severino Costa MODELO DE PREVISÃO DE VAZÕES: SMAP (Soil Moisture Accounting Procedure) -Modelo determinístico

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Klendson Marques Canuto Adriano Santiago Bruno Vamberto Lima Cabral Companhia Energética

Leia mais

Anexo 17.2 Sistema de Avaliação de Desempenho

Anexo 17.2 Sistema de Avaliação de Desempenho Anexo 17.2 Sistema de Avaliação de Desempenho Folha 1 de 14 Metodologia A equipe de fiscalização da ANA avaliará, mensalmente, o cumprimento dos mais importantes parâmetros de desempenho incluídos nas

Leia mais

Teste de Software. Prof. Wylliams Barbosa Santos wylliamss@gmail.com Laboratório de Programação http://wylliams.wordpress.com

Teste de Software. Prof. Wylliams Barbosa Santos wylliamss@gmail.com Laboratório de Programação http://wylliams.wordpress.com Teste de Software Prof. Wylliams Barbosa Santos wylliamss@gmail.com Laboratório de Programação http://wylliams.wordpress.com Agenda Fundamentos do Teste de Software Porque é necessário testar? O que é

Leia mais

Modernização e Evolução do Acervo de Software. Gustavo Robichez de Carvalho guga@les.inf.puc-rio.br

Modernização e Evolução do Acervo de Software. Gustavo Robichez de Carvalho guga@les.inf.puc-rio.br Modernização e Evolução do Acervo de Software Gustavo Robichez de Carvalho guga@les.inf.puc-rio.br Tópicos 1. Estudo Amplo sobre Modernização 2. Visão IBM Enterprise Modernization 3. Discussão - Aplicação

Leia mais

SONY BRASIL LTDA RUA WERNER VON SIEMENS, 111 Prédio 1, LAPA - SÃO PAULO SP CEP 05069-010 CNPJ 43.447.044-0004/10

SONY BRASIL LTDA RUA WERNER VON SIEMENS, 111 Prédio 1, LAPA - SÃO PAULO SP CEP 05069-010 CNPJ 43.447.044-0004/10 REGULAMENTO TV 4K SONY CAMPANHA DE FIDELIZAÇÃO SONY BRASIL LTDA RUA WERNER VON SIEMENS, 111 Prédio 1, LAPA - SÃO PAULO SP CEP 05069-010 CNPJ 43.447.044-0004/10 1. DA CAMPANHA DE FIDELIZAÇÃO 1.1 Será disponibilizado

Leia mais

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Qualidade de Software Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Verificação x validação Verificação prova que o produto vai ao encontro dos requerimentos especificados no desenvolvimento

Leia mais

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002

Área de Distribuição e Comercialização Identificação do Trabalho: BR-53 São Paulo, Brasil, Setembro de 2002 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL IV CIERTEC SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOMAÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E CENTROS DE CONTROLE Área de Distribuição e Comercialização Identificação

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais Aplicações de Otimização em Processos Industriais Maria Cristina N. Gramani gramani@mackenzie.com.br Departamento de Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Presbiteriana Mackenzie Organização

Leia mais

Engenharia de Software III

Engenharia de Software III Departamento de Informática Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação Laboratório de Desenvolvimento Distribuído de Software Estágio de Docência http://www.din.uem.br/~pg45640/ Qualidade de Software

Leia mais

Contribuições AP 048/2012 Pré-pagamento eletrônico Pós-pagamento eletrônico

Contribuições AP 048/2012 Pré-pagamento eletrônico Pós-pagamento eletrônico AES Eletropaulo AES Sul AES Tietê AES Uruguaiana Contribuições AP 048/2012 Pré-pagamento eletrônico Pós-pagamento eletrônico Agosto 2012 Artigo 3º Da implantação e abrangência A Distribuidora pode oferecer

Leia mais

Realizar Novas Ligações. Executar Ligação AT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Realizar Novas Ligações. Executar Ligação AT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Paralelismo Momentâneo de Gerador com o Sistema de Distribuição com Processo Atividade Realizar Novas Ligações Executar Ligação AT Código Edição Data SM04.08-00.005 2ª Folha 1 DE 10 11/11/2010 HISTÓRICO

Leia mais

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária

Leia mais

Testar os programas para estabelecer a presença de defeitos no sistema. Teste de Software. Teste de defeitos. Objetivos. Tópicos

Testar os programas para estabelecer a presença de defeitos no sistema. Teste de Software. Teste de defeitos. Objetivos. Tópicos Teste de defeitos Teste de Software Testar os programas para estabelecer a presença de defeitos no sistema Ian Sommerville 2000 Software Engineering, 6th edition. Chapter 20 Slide 1 Ian Sommerville 2000

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES

REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES NTD-22 CONTROLE DE VERSÕES NTD 22- REQUISITOS MÍNIMOS PARA INSTALAÇÃO DE GERADOR POR PARTICULARES Nº.: DATA VERSÃO 01 04/2010 Original INDICE

Leia mais

Java. para Dispositivos Móveis. Thienne M. Johnson. Novatec. Desenvolvendo Aplicações com J2ME

Java. para Dispositivos Móveis. Thienne M. Johnson. Novatec. Desenvolvendo Aplicações com J2ME Java para Dispositivos Móveis Desenvolvendo Aplicações com J2ME Thienne M. Johnson Novatec Capítulo 1 Introdução à computação móvel 1.1 Computação móvel definições Computação móvel está na moda. Operadoras

Leia mais