SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA

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1 SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA Robério Bôto de Aguiar (REFO) Liano Silva Veríssimo (REFO) Sônia M. Silva Vasconcelos (UFC)

2 Serviço Geológico do Brasil CPRM Sumário q Introdução q Obje3vo q Localização q Metodologia q Resultados q Considerações Finais

3 Introdução q A Missão da CPRM; q Projeto Pesquisa Hidrogeológica em Bacias Sedimentares no Nordeste Brasileiro ; q Bacias de Mirandiba e Betânia (PE), Bacia Sanfranciscana: sub- bacias dos rios Arrojado, Formoso e CorrenJna (BA) e, borda nordeste Bacia do Parnaíba (CE/PI); q Foco: Área de recarga do Aquífero Serra Grande; q Representa a sequencia basal da bacia, aflorando em estreita faixa de direção N - S; q Unidade clásjca, com espessuras anômalas e muito variáveis, tanto na faixa aflorante com em subsuperxcie; q Intensa explotação do aquífero em alguns setores da bacia.

4 Serviço Geológico do Brasil CPRM Obje3vo Avaliar o potencial hídrico do aquífero Serra Grande nesta região, visando subsidiar os órgãos públicos com informações necessárias a elaboração de planos de monitoramento e gestão deste importante manancial".

5 Localização Caracterís3cas: q km 2 q 27 municípios (17Ce/10Pi) q mil hab. (IBGE,2010) q T = 19 o a 30 o C q PPT m = 1000mm/ano ( mm/ano)

6 Metodologia q Caracterização Geológica q Caracterização Geométrica q Caracterização Hidrogeológica q Caracterização Hidroquímica q Vulnerabilidade Natural

7 Serviço Geológico do Brasil CPRM Caracterização Geológica

8 Caracterização Geométrica

9 Interpretação das SEV s

10 Interpretação Gravimétrica Anomalia Bouguer Anomalia Bouguer Residual Interpretação Gravimétrica

11 Interpretação de Perfis Gravimétricos

12 Caracterização Hidrogeológica Poços SIAGAS Parâmetros Média Mínimo Máximo Prof. (m) 65,0 8,0 257,0 NE (m) 13,0 Jorrante 140,0 Q (m 3 /h) 5,0 0,2 80,0 Poços RPR Parâmetros Média Mínimo Máximo Prof. (m) 63,0 11,0 190,0 NE (m) 12,3 Jorrante 60,0 Q (m 3 /h) 5,0 0,3 20,0

13 Mapas Potenciométricos

14 Balanço Hídrico? Es3ma3va de Recarga Setor I e (mm) Área (km 2 ) Recarga Anual (x10 3 m 3 ) 200 < I e , < I e < , < I e < , I e > , Total , Água Disponível p/ Recarga: 2,8 x 10 9 m 3

15 Es3ma3va de Reserva Espessura Mínima do Cristalino Superlcie Potenciométrica Parâmetros Volume (m 3 ) Porosidade EfeJva (%) Reserva de Saturação (m 3 ) Valores 3,87 x ,16 x 10 11

16 Caracterização Hidroquímica q Duas etapas (março e julho/2011) q 39 poços e 3 barragens q Físico- química e Resíduos Agrotóxicos q Laboratórios Degeo/UFC e ITEP q 71% Classe 1, 28% Classe 2 (Conama 396) q 67% Cloretadas sódicas e 31% Clor. Mistas q 54% baixo risco de salinidade e sódio q 41% médio risco de salinidade e baixo sódio q 5% alto risco de salinidade e baixo sódio q Um poço apresentou 0,08μg/L Imidacloprid

17 Considerações Finais q Apesar dos vários estudos realizados na Bacia do Parnaíba, as caracterísjcas e potencialidades do aquífero Serra Grande são pouco conhecidas; q Levantamento de campo e geoxsica (SEV s e Grav) indicam uma complexidade tectônica da área, necessitando estudos mais detalhados (p.ex.: CSAMT e MT); q A ausência de dados geológicos e hidrodinâmicos do aquífero nessa região jusjficam a construção de poços estrajgráficos e de monitoramento; q O volume anual de água disponível para recarga e a reserva de saturação do aquífero Serra Grande viabilizam a construção de poços produtores na borda da bacia para abastecer as regiões semiáridas cristalinas circunvizinhas e; q Por tratar- se de área de recarga do principal aquífero da Bacia do Parnaíba, preocupa a forma como são dispostos os resíduos sólidos e líquidos gerados pelas ajvidades antrópicas locais e o uso intensivo de substancias orgânicas sintéjcas nos culjvos agrícolas.

18 Robério Bôto de Aguiar Pesquisador em Geociências

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