Boletim do Escritório Pellon & Associados Janeiro 2014 Edição 36. RESSEGURO Online RESSEGURO NO BRASIL TEMA COMPLEXO

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1 Rio de Janeiro São Paulo Vitória Recife Brasília Boletim do Escritório Pellon & Associados Janeiro 2014 Edição 36 RESSEGURO Online No Brasil e no Mundo RESSEGURO NO BRASIL TEMA COMPLEXO Por: Sergio Barroso de Mello Resumo menos de mil empregos no período do mercado fechado. Em prêmio de resseguro, O presente artigo tem por objetivo apresen- saímos de um patamar da ordem de um tar ao leitor cenário realista sobre os fenô- bilhão e meio de dólares anualmente, para menos oriundos da abertura do mercado de mais de quatro bilhões de dólares em resseguros no Brasil, em seus primeiros Nem seria preciso dizer que a arrecadação cinco anos de operação. de impostos também aumentou significativamente, levando o Governo à obtenção de Introdução grande superávit no setor de seguros e resseguros, em termos de carga tributária. Estamos completando cinco anos de mercado aberto de resseguros no Brasil, após O que se pode dizer diante desse cenário é quase setenta anos de monopólio Estatal. que o resseguro aberto alcançou enorme Nesse pequeno período de tempo muito se sucesso no Brasil nos últimos cinco anos. fez em termos de atividade de resseguro. Saímos de um cenário em que o país possuía Entretanto, nem tudo é alegria, vivenciamos apenas uma única empresa de resseguro, problemas típicos de uma engrenagem para mais de cem companhias em operação, inicial em setor altamente importante, mas contanto as locais, admitidas e eventuais. que merece comentários, para melhor com- Calcula-se hoje algo em torno de doze mil preensão dos fenômenos negociais enconempregos diretos na atividade, contra trados atualmente. Esse o desafio dos próxi N E S T A E D I Ç Ã O RESSEGURO NO BRASIL TEMA CMPLEXO Entrevista - Fabiano Catran - Legal Compliance RSA Seguros Swiss Re - Agravamento da diferença entre ricos e pobres é considerado o maior risco enfrentado pelo mundo em 2014 Rating de Seguros Consultoria - Catástrofes Mundiais Agenda / Eventos Clipping - últimas notícias Luís Felipe Pellon Fundador e Presidente do Conselho Sergio Barroso de Mello Fundador e Membro do Conselho Tel

2 mos parágrafos, nos quais abordaremos trabalho responsável pela tradução e adap- cípios gerais do negócio de resseguro, dos muito sinteticamente os problemas mais tação de mais de quinhentas cláusulas usos e costumes do próprio resseguro, impactantes vividos nesses primeiros contratuais de resseguro utilizadas em elementos essenciais para a boa segurança momentos, e as possíveis soluções. nível internacional. Esse trabalho encontra- jurídica daqueles que subscrevem riscos de se até hoje disponível no site da CNSEg e foi resseguro. Cláusulas contratuais utilizado como útil ferramenta pelos responsáveis pela elaboração dos contratos de Sem tais elementos não é possível cami- Logo que o mercado de resseguros se abriu, resseguro. nhar com firmeza de propósito na aceitasaímos de uma realidade na qual o setor ção de riscos em resseguro, razão pela qual não conhecia os termos de um contrato de A verdade é que até hoje vivenciamos pro- a simplificação ou padronização do contraresseguro, para a necessidade de sua ela- blemas decorrentes de trabalho equivoca- to de resseguro não teve sucesso até agora boração imediata, seja nos facultativos, do na elaboração dos contratos de ressegu- no Brasil. seja nos automáticos. E isso se explica. É ro, o que somente será solucionado na que o IRB, ressegurador único até então, medida em que os seguradores e ressegureunia Idioma do contrato o poder de órgão fiscalizador e regu- radores contratarem advogados experien- lador da atividade de resseguro, e justo por tes para lhes assessorar e evitar cláusulas Tema dos mais importantes é o idioma do isso expedia as suas denominadas Normas mal traduzidas, estrangeirismos, textos contrato de resseguro no Brasil. Para mui- Gerais de Resseguro e Retrocessão, conhe- longos e em flagrante contrariedade à lei e tos, o disposto no artigo 43, da Resolução cidas como NGRR, cujo papel era exata- ao direito brasileiro. CNSP nº 168/2007, indica a necessidade de mente de normatizar a contratação de elaboração do contrato em português, qualquer resseguro. A NGRR funcionava Impossibilidade de padronização do resseguro porque se a Superintendência de Seguros como um grande contrato de resseguro. Privados SUSEP solicitar, não poderá estar redigido em outro idioma. O primeiro passo adotado pelos operado- Ainda no campo contratual vislumbramos res do mercado foi trazer ao país os padrões grande confusão com a regra temporal de É evidente que se trata de interpretação de de contratos utilizados no exterior, especi- duzentos e setenta dias para a assinatura texto de norma infra legal, mas há todo almente aqueles oriundos do mercado das partes no contrato de resseguro, con- sentido nesse entendimento, afinal, o inglês e do mercado norte americano. forme dispõe a Resolução nº 168, do Con- órgão regulador não aceita documentos Esses contratos foram redigidos em verná- selho Nacional de Seguros Privados CNSP, em idiomas estrangeiros, bem como o culo nacional (português), porém, com o em seu artigo 37, em sua redação atual, Judiciário local apresenta grande resistênuso de estrangeirismos e sem adaptação oriunda do art. 2º, da Resolução CNSP nº cia para interpretação de contratos redigiadequada ao direito local, totalmente dis- 203/2009. dos sem o uso do português. tinto do direito anglo saxônico praticado nos países utilizados como fonte. Em verda- É evidente que alguns contratos tiveram Nos primeiros anos vários foram os ressede, o Brasil pratica o direito romano, positi- muita dificuldade para formalização nesse guradores que tentaram ter os contratos vo, no qual a lei tem valor absoluto, diferen- período, como foi o caso daqueles, por redigidos em outro idioma, o que gerou te da cultura jurídica dos Estados Unidos e exemplo, envolvendo o mercado inglês, no muita dificuldade no relacionamento com da Inglaterra, que se utilizam do direito qual a busca de assinatura de cada resse- as seguradoras/resseguradas. Alguns rescontratual, no qual as cláusulas dos contra- gurador tornou-se obrigatória, embora seguradores até perderam o negócio para tos têm total independência e absoluto tenha gerado dificuldades logísticas consi- outros dispostos a aceitar a celebração do poder de vinculação das partes. deráveis. contrato no idioma português. Com o passar do tempo e a atratividade e pujança do Este cenário, obviamente, criou diversas Alguns chegaram a defender a necessidade setor de resseguros, aliadas ao fato de que dificuldades no campo da interpretação de padronizar ou mesmo simplificar as a maioria dos resseguradores passou a ter dos direitos e deveres das partes. Foi preci- cláusulas e o próprio contrato de ressegu- escritórios no país, esse problema praticaso a intervenção do órgão representativo ro. Mas isso, além de não resolver o proble- mente foi eliminado, seja porque os ressedo Setor, a CNSEg, que organizou grupo de ma da assinatura, afasta as partes dos prin- guradores aceitaram o uso do idioma por- 2 RESSEGURO Online

3 tuguês, seja porque celebraram o contrato profissionais de sua confiança, normal- seguradora, que tem no segurado o seu em dois idiomas, português e inglês, valen- mente estrangeiros, e em alguns casos Cliente final, mas que precisa também da do, contudo, em eventual divergência, meses após ter se iniciado a regulação. ajuda e compreensão do ressegurador aquele redigido em português. para certos riscos, fazendo mesmo o papel Esse fenômeno gerou inevitavelmente de frontin parte, que o mercado local pasatraso Cláusula de cooperação e controle no pagamento de alguns sinistros e sou a ter forte resistência ao uso da cláusu- mesmo a negativa a outros reclamados. la de cooperação, exorcizando e evitando Certamente um dos temas mais impactan- Como no Brasil o acesso ao Judiciário é de todo modo a cláusula de controle. tes e responsáveis pela maior quantidade muito fácil, outra não foi a atitude dos de problemas e divergências em termos de segurados, senão iniciar os seus litígios O assunto, sem dúvida, exige reflexão e resseguro, foi o uso e a interpretação das pleiteando a indenização securitária e bom senso, afinal, o resseguro não foi feito cláusulas de controle e/ou cooperação em verbas extracontratuais (juros, danos para gerar litígios e muito menos para sinistros. emergentes, lucros cessantes, perda de produzir prejuízos indesejáveis àqueles ponto/mercado, impostos, etc...). que o contratam. Como já se disse, o mercado de resseguro no Brasil ficou quase setenta anos fechado, Ao procurar o ressegurador, causador dos Cláusula compromissória de arbitragem mas isso não significa a ausência de ativi- atrasos ou mesmo do não pagamento de dade local, de envolvimento profissional certas indenizações, para lhe apoiar nas No início da atividade aberta de resseguros com sinistros de grande impacto. A avoca- ações, os seguradores se viram surpreendi- praticamente todos os contratos de resseção da regulação dos grandes sinistros pelo dos com algumas negativas, especialmen- guro celebrados no Brasil apresentaram IRB, durante o mercado fechado, provo- te em relação às verbas excontratuais, cláusula compromissória de arbitragem. cou, de certa maneira, o surgimento de algumas até mesmo objeto de contratação Em minha atividade profissional tive a inúmeros profissionais especializados em no resseguro, ou decorrente de ato próprio oportunidade de examinar incontáveis áreas importantes, que passaram a se do ressegurador, que resolveu refazer todo contratos de resseguro, sem jamais ver um envolver, estudar e atuar no apoio e na o trabalho de regulação, sem qualquer que não tivesse o uso de tal cláusula. própria regulação de sinistros. Assim é que motivo aparente, chegando ao final às o Brasil registrava um razoável número de mesmas conclusões daquelas apresenta- Algumas até se adaptaram ao direito local, peritos, reguladores, assistentes, advoga- das pelos reguladores e profissionais con- retirando a clássica exigência de profissiodos e profissionais das mais diversas áreas, tratados pelo segurador. nal com conhecimento de técnica de resseem apoio à atividade de seguro e ressegu- guro para funcionar como árbitro, porque ro, quando da abertura do mercado local. Os problemas continuam. Há casos em que se percebeu que em alguns casos a controo segurador se defendeu no processo ajui- vérsia não seria analisada apenas no Mas os resseguradores internacionais, que zado pelo segurado e vai aguardar o seu campo da técnica. Outros exemplos de não conheciam o mercado local, não sabi- final para, se condenado, pagar com capi- divergência levaram à interpretação de am dessa realidade, razão pela qual exigi- tal próprio e depois discutir com o ressegu- que seria necessário um árbitro com ram, e ainda o fazem, a inserção no contra- rador a cobertura de resseguro para as conhecimento de direito, afinal, analisaria to de resseguro de cláusula de controle ou verbas extracontratuais. Isso porque a deveres e obrigações contratuais e sem de cooperação de sinistros. cláusula compromissória de arbitragem conhecimento do direito jamais conseguiimpede que o segurador chame o ressegu- ria adotar decisão justa e adequada. Pois bem, tivemos diversos casos em que o rador ao processo. segurador agiu corretamente, com a con- Mas a grande mudança de comportamentratação de reguladores, peritos e até Há casos, no entanto, que foram objeto de to verificada nos últimos doze meses foi a advogados locais de sua confiança e que acordo envolvendo o segurado, o segura- forte resistência dos seguradores ao uso da atuaram adequadamente, com a produção dor e o ressegurador, para alegria de todos. cláusula compromissória de arbitragem. A de laudos suficientes à liquidação de sinis- maior justificativa está exatamente no tros, mas que não foram validados pelos Justamente para impedir a ocorrência medo de ter que se envolver em litígio com resseguradores que, preferiram nomear os desse tipo de problema, muito grave para a seu segurador, cujo fundamento tenha RESSEGURO Online 3

4 sido ato praticado pelo ressegurador, dire- local, mas hoje o tema está praticamente solução objetiva e pacífica, em benefício ta ou indiretamente, sem que este possa harmonizado, pela compreensão final de todos, especialmente daquele que mais ser chamado ao processo, afinal, a arbitra- sobre o objetivo do órgão regulador, inici- importância tem em toda cadeia dos congem tem como efeito retirar a competên- almente vacilante em sua tentativa de criar tratos de seguro e de resseguro, ou seja, o cia do juízo ordinário. excesso de regulação em um setor que tem segurado, elemento essencial ao setor. por prática exatamente a total liberdade Para evitar que o segurador tivesse que operacional. Conclusão aguardar oito, dez, doze anos de litígio, pagar a indenização que certamente seria Limite máximo de cessão Como se vê pelas linhas acima, a abertura em patamar econômico gigantesco, por do mercado de resseguros no Brasil produconta dos juros, correção e verbas extra- Outro tema de grande impacto no merca- ziu inúmeros fenômenos jurídicos, econôcontratuais, e depois iniciasse uma arbitra- do local de resseguro foi o que muitos micos, sociais e até mesmo políticos, mas a gem com o ressegurador, praticamente chamaram de mudança de regra legal marca que transparece foi a do entenditodos os seguradores deixaram de contra- para o estabelecimento do limite máximo mento, da harmonização, do bom senso, tar o uso da arbitragem no negócio de de cessão a resseguradores. que funcionaram como base de sustentaresseguro ou estão muito resistentes. ção do diálogo e da busca das soluções O Decreto nº 6.499, de 1º de julho de 2008, para cada divergência encontrada. Essa, Até porque, para a realização de arbitra- estabeleceu, em seu art. 1º, que as segura- aliás, é a marca do executivo local, muito gem não é fundamental, no direito brasilei- doras somente poderão ceder a ressegura- mais acostumado a composições negociais ro, a existência de cláusula compromissó- dor eventual até 10% (dez por cento) do objetivas, do que a grandes litígios. Isso se ria no contrato, basta a elaboração da valor total dos prêmios cedidos em resse- reflete positivamente na pujança do setor convenção arbitral para início dos traba- guro, considerando-se a globalidade de de resseguros hoje no Brasil. Que assim lhos, razão pela qual se houver alguma suas operações em cada ano civil. continue!!! divergência com o ressegurador no campo da técnica do resseguro, sem envolver o Para o ressegurador local, o limite máximo segurado direto, obviamente a arbitragem de cessão a resseguradores eventuais não estará descartada e é, até mesmo, passou a ser de 25% (vinte e cinco por cenrecomendada. Capital adicional to) do valor total dos prêmios emitidos no ano civil. Já a Resolução CNSP nº 203/2009 ampliou O setor de resseguros viu-se surpreendido esses limites para 25% (vinte e cinco por com a Resolução CNSP nº 188/2008, que cento) de cessão da seguradora para ressedispôs sobre o capital adicional baseado gurador eventual, no ramo de garantia de nos riscos de subscrição dos ressegurado- obrigações públicas e riscos de petróleo. res locais. Houve quem defendesse a necessidade de Basicamente estabeleceu-se critério con- alteração da norma, sob o argumento de creto para a composição do capital adicio- existência de conflito de leis, já que o nal, composto pelo valor obtido pela apli- Decreto nº não teria a força da Lei cação do modelo relativo aos riscos de Complementar nº 126, que regulamenta a subscrição e o modelo de margem de sol- atividade de resseguro. Muito se ouviu vência. sobre eventual proteção ao mercado local de resseguro, como também motivações Inicialmente houve certa confusão na relativas à manobras no campo político, adoção exata do critério, o que gerou mui- mas a verdade é que tecnicamente o mertos debates e desconforto no mercado cado se adaptou bem e construiu construir 4 RESSEGURO Online

5 ENTREVISTA Fabiano Catran Legal e Compliance RSA Seguros A importância do departamento jurídico no processo de negócios das Seguradoras RESSEGURO ONLINE: Em linhas gerais, como poderia resumir a sua experiência na Direção Jurídica e de Compliance da RSA? FABIANO CATRAN: A RSA Seguros, empresa de origem inglesa com mais de 300 anos de história no mercado segurador mundial, possui sólida expertise acerca do ambiente regulatório e jurídico. Nesse sentido, agregar valor a uma corporação que já possui fortíssimo viés regulatório e jurídico é sempre um desafio maior. Juntamente com os gerentes de Legal e Compliance, dia a dia, trabalhamos com foco no cliente e sempre objetivando a viabilidade do negócio. Além disso, a experiência de ter atuado sempre em mercados competitivos como, por exemplo, o de telecomunicações, bancário e segurador, contribuiu para que eu assumisse uma visão dinâmica acerca da melhor postura e atuação que se pode esperar de um Jurídico e Compliance. Após praticamente dois anos de RSA, creio que tenhamos alinhado a nossa atuação com os pilares da Companhia, ou seja, construir um resultado sólido, sempre garantindo segurança jurídica e regulatória para o negócio. RESSEGURO ONLINE: Como você vê a participação dos departamentos Jurídicos das seguradoras no resultado das empresas? É possível contribuir? Qual seria o melhor caminho? FABIANO CATRAN: O grande desafio dos gestores de um departamento jurídico é aliar visão técnica aos resultados. Dessa forma, disseminar entre os seus diretos a necessidade de apresentar uma visão objetiva e financeira do que representa cada uma das ações judiciais e de cada um dos contratos analisados dia a dia são os maiores desafios dos advogados internos de empresas. RESSEGURO Online 5

6 Ciente do dinamismo que o mercado de organograma mais interessante. equipe multidisciplinar onde a bagagem e impõe aos profissionais que pretendem se a formação dos profissionais, desde que destacar, tem-se como fator fundamental Não obstante ao acima exposto, tem-se atuando em equipe, gerem o que se espequantificar o impacto positivo e negativo que as empresas possuem as suas cultu- ra de um Compliance: conhecimento de cada ação judicial onde se pretende a ras e não se podem desprezar pensamen- técnico e regulatório das leis e normas, transação, sempre ficando para que qual- tos diversos, mesmo porque há segurado- sempre permitindo atuar como área de quer acordo realizado traga reversão de ras em que a atuação vinculada de Sinis- suporte às áreas de negócio da empresa. reserva judicial à empresa. No mesmo tros e Jurídico permitem uma melhor sentido, trabalho relevante e de destaque visão do "day after" de qualquer regula- RESSEGURO ONLINE: Quais as qualidades o bom número de êxitos e acordos nas ção mais complexa. Aliás, na RSA Seguros, que um Chefe de Departamento Jurídico ações de ressarcimento que, num merca- apesar das Diretorias de Sinistros e Jurídi- de uma seguradora necessita desenvoldo segurador com taxas cada vez mais co e Compliance ficarem em "caixas" sepa- ver, e quais os defeitos dos quais deve se competitivas, demonstra ser um diferen- radas, tem-se como um diferencial a par- afastar? cial para o bom resultado das empresas ceria e proximidade diária nos trabalhos seguradoras a recuperação de valores desenvolvidos por ambos os times, o que FABIANO CATRAN: O mercado corporatidecorrentes de ações de ressarcimento. nos vem propiciando excelentes resulta- vo moderno impõe ao administrador do dos, além, é claro, de fortalecer o clima e o direito uma visão de negócio e foco em Pode-se dizer, portanto, que o melhor espírito de parceria entre as áreas. resultados. Nesse sentido, o gestor de um caminho a ser seguido por uma área jurí- departamento jurídico deve ter plena dica regulatória de empresa é atuar com RESSEGURO ONLINE: É possível dizer que visão financeira dos resultados advindos foco em resultado, mas jamais se esque- a área de Compliance deve ser dirigida por do seu trabalho, sejam eles positivos ou cendo do seu papel fundamental de área profissionais com formação em direito? não. Exemplo disso é a constante evolução de apoio às demais Diretorias e suporte Por quê? da importância de uma reversão financeitécnico nas demandas e desafios diários. ra decorrente de êxito ou transação judici- FABIANO CATRAN: A formação jurídica é al ou mesmo um êxito numa ação de res- RESSEGURO ONLINE: Em termos de fator fundamental para um líder de Com- sarcimento, onde o valor recuperado entra subordinação, você entende que o jurídi- pliance. No entanto, há de se respeitar "na veia" da área de negócio. co deve ficar ligado diretamente ao Pre- que existem líderes de Compliance que sidente da Companhia, ao setor Finance- possuem formação jurídica, mas não Pelo o que se expôs acima, tem-se que o iro ou a outra Diretoria sem formação foram ou são advogados militantes. Dessa maior defeito de um advogado moderno jurídica? forma, sempre atento ao que pode agre- seria o afastamento da visão financeira de gar a melhor formação de um profissional, um processo e o seu exclusivo apego ao FABIANO CATRAN: As áreas Jurídica e de creio que a formação jurídica, aliada a tecnicismo jurídico, o que, forçosamente, Compliance possuem viés de suporte e atuação num contencioso ou corpo jurídi- o afastaria das áreas de negócio da devem ter natural independência de co consultivo, confira ao profissional de empresa e, acima de tudo, o faria distante outras Diretorias. No entanto, é essencial Compliance expertise adicional às suas do cenário corporativo. O grande diferendiferenciar independência de atuação atividades. Note-se, entretanto, que pro- cial de um bom gestor do Direito que atue isolada. O mercado corporativo moderno fissionais com formação de auditoria, por numa empresa é saber traduzir o seu impõe a necessidade de um departamen- exemplo, possuem formação que permite conhecimento técnico jurídico em linguato Jurídico com visão estratégica e foco no ao gestor de Compliance uma visão estra- gem fácil à compreensão das áreas de negócio. Nesse sentido, estar ligado dire- tégica que, muitas vezes, agrega valor negócio e, sempre, repita-se à exaustão, tamente à Presidência da Companhia, diferencial no resultado. apresentar os seus trabalhos sob o viés sempre permitindo uma visão mais financeiro de modo a tornar tangível o abrangente da corporação, é a nossa visão Assim, sou favorável à formação de uma bom trabalho de sua equipe. 6 RESSEGURO Online

7 Agravamento da diferença entre ricos e pobres é considerado o maior risco enfrentado pelo mundo em 2014 O Relatório Riscos Globais 2014 do Fórum Econômico Mundial considera a disparidade de renda como o risco com maior probabilidade de causar um impacto em escala global nos próximos dez anos Outros riscos de preocupação considerável: fenômenos climáticos extremos, desemprego e crises fiscais Informações adicionais sobre o conteúdo da Swiss Re podem ser adquiridas através do seguinte endereço: Marisa Silva Swiss Re - Communications O relatório analisa 31 riscos globais e inclui investigações especiais em profundidade sobre o desemprego entre os jovens, desintegração digital e riscos geopolíticos O relatório pode ser lido na íntegra em reports.weforum.org/global-risks-2014 O vídeo introdutório pode ser visto em wef.ch/grr2014video A disparidade crônica entre as rendas dos cidadãos mais ricos e dos mais pobres é considerada como o risco com maior probabilidade de causar sérios danos em escala mundial nos próximos dez anos, de acordo com mais de 700 especialistas de todo o mundo que contribuíram para o relatório Riscos Globais 2014 do Fórum Econômico Mundial publicado no dia 16 de janeiro. RESSEGURO Online 7

8 procura de trabalho e com o aumento do emprego informal em regiões em desenvolvimento, onde residem 90% dos jovens de todo o mundo, o relatório ajuda a compreender como medidas tecnológicas e de outra natureza podem ser adotadas para mitigar alguns desses riscos. David Cole, Diretor de Risco do Grupo da Swiss Re, afirmou o seguinte: "Muitos jovens enfrentam hoje uma extenuante batalha. Em decorrência da crise financeira e da globalização, a geração mais jovem dos mercados maduros luta com cada vez menos oportunidades de emprego e com a necessidade de Adotando uma perspectiva de 10 anos, o relatório avalia 31 riscos de natureza global com potencial de causar um imenso impacto negativo em países e setores inteiros caso se confirmem. Os riscos são agrupados em cinco categorias econômicos, ambientais, geopolíticos, sociais e tecnológicos e medidos em termos de sua probabilidade e possível impacto. não surtir efeito em escala global; no entanto, é seu caráter de interconexão que realça tanto suas implicações negativas já que, em conjunto, os riscos podem ter um efeito ampliado, disse Jennifer Blanke, economista-chefe do Fórum Econômico Mundial. É de suma importância que as partes interessadas trabalhem conjuntamente para enfrentar e adaptar-se à presustentar uma população em processo de envelhecimento. Embora nos mercados emergentes haja mais empregos, a mão de obra ainda não possui os conjuntos de com- petências amplas necessárias para satisfazer a demanda. É imprescindível que nos reunamos com os jovens agora e comecemos a planejar soluções que visem a criação de sistemas de ensino adequados à sua finalidasença de riscos globais no mundo de hoje. de, mercados de emprego funcionais, inter- Riscos globais de maior probabilidade: depois Além de medir a gravidade, probabilidade e câmbios de competências eficientes e o futuda disparidade de renda, os especialistas possível impacto desses 31 riscos globais, o ro sustentável de que todos dependemos! vêem os fenômenos climáticos extremos Relatório Riscos Globais 2014 traz investicomo o próximo risco global mais suscetível gações especiais de três casos específicos: Segundo o relatório, o aprofundamento da de causar choques sistêmicos em escala mun- o risco cada vez maior do chamado ciber- dependência da Internet para realizar tarefas dial. Esse risco é seguido pelo desemprego e o gedom no mundo virtual; a crescente essenciais e a expansão maciça dos dispositisubemprego, a mudança do clima e os ata- complexidade do risco geopolítico à medi- vos que a ela se conectam torna o risco de ques cibernéticos. da que o mundo passa a uma distribuição pane sistêmica em uma escala capaz de multipolar de poder e influência; e o quebrar sistemas ou mesmo sociedades Riscos globais de maior potencial de reper- desemprego e subemprego da juventude. maior do que nunca em Revelações cussão: as crises fiscais despontam como o recentes sobre a vigilância governamental risco global que, segundo os especialistas, Em termos específicos, o relatório conside- reduziram a disposição da comunidade tem o potencial para surtir o maior impacto ra o duplo desafio que enfrentam aqueles internacional para colaborar no sentido de sobre sistemas e países ao longo dos próxi- que estão chegando à maturidade na atual criar modelos de governança para solucionar mos 10 anos. Esse risco econômico é seguido década de redução de oportunidades de esse ponto fraco. O efeito pode ser a balcanipor dois riscos ambientais: mudança do emprego e elevação do custo da educação zação da Internet, ou o chamado cybergeclima e crises hídricas. Em seguida, desem- e considera o impacto sobre a estabilidade dom, em que hackers gozam de esmagadoprego e subemprego e, em quinto lugar, política e social, bem como o desenvolvi- ra superioridade e o caos se torna algo colapso grave da infraestrutura da informa- mento econômico. comum. ção, um risco tecnológico. Com mais de 50% dos jovens de alguns A confiança na Internet está em queda em Cada risco considerado no relatório pode mercados desenvolvidos atualmente à decorrência do uso indevido dos dados, da 8 RESSEGURO Online

9 ação de hackers e da invasão de privacida- o que pode facilmente resvalar em guerras de, declarou Axel P. Lehmann, Diretor de de grande escala; Risco do Zurich Insurance Group. A fragmentação da própria Internet é a forma -Lentidão no avanço em desafios mundiais, errada de resolver esse problema, uma vez onde a persistência do impasse em instituique destruiria as vantagens que a Web ções de governança mundial leva à incapacioferece a todos nós. Em vez de construir dade de enfrentar de forma adequada os jardins murados, é hora de agir por meio da desafios ambientais e de desenvolvimento criação de normas de segurança e da recu- de caráter verdadeiramente global. peração da confiança. Uma conjuntura geopolítica mais fragmen- O mundo multipolar atual apresenta quatro tada ameaça impedir o progresso em setograndes ameaças que podem, cada uma, res determinantes para o desenvolvimento afetar a estabilidade mundial nos próximos mundial, como serviços financeiros, saúde e cinco a dez anos: energia, observou John Drzik, Presidente -Incertezas dos mercados emergentes, em da Global Risk and Specialties da Marsh. O que os principais mercados emergentes do mundo precisa de governança mais coordemundo se tornam instáveis em função de nada para evitar a queima lenta, riscos sistêpressão social, política ou econômica; micos de se evoluir para crises de grande envergadura. -Atritos comerciais e políticos entre os países, em que o comércio e os investimentos O Relatório Risco Global 2014 foi elaborado são cada vez mais utilizados como um indi- com contribuições de especialistas da cador do poder geopolítico, com o conse- Marsh & McLennan Companies, Swiss Re, quente aumento dos estopins; Zurich Insurance Group, Oxford Martin School (Universidade de Oxford), Universi- -Proliferação de conflitos de pequena esca- dade Nacional de Singapura e Wharton Risk la, causada por mudanças tecnológicas e a Management and Decision Processes Cenrelutância de grandes potências de intervir, ter (Universidade da Pensilvânia). Riscos de maior probabilidade Disparidade de renda (risco social) Fenômenos climáticos extremos (risco ambiental) Desemprego e subemprego (risco econômico) Mudança do clima (risco ambiental) Ataques cibernéticos (risco tecnológico) Riscos de maior potencial de repercussão ²Crises fiscais (risco econômico) ²Mudança do clima (risco ambiental) ²Crises hídricas (risco ambiental) ²Desemprego e subemprego (risco econômico) ²Colapso grave da infraestrutura da informação (risco tecnológico) Saiba mais em: RESSEGURO Online 9

10 Rating de Seguros Contribuição: Rating de Seguros CONSULTORIA Catástrofes Mundiais Francisco Galiza Em dezembro de 2013, o Insurance Information Institute apresentou palestra denominada What's Next on the Mega Catastrophe Event Front? Inundation, Litigation & Politicization. Ver... O objetivo do estudo foi fazer uma análise bem ampla sobre os diversos aspectos relativos às grandes catástrofes (em especial, nos EUA). Por exemplo, a análise desses eventos, uma avaliação específica do furacão Sandy, como o público visualiza essa situação, a influência do terrorismo (com um estudo recente sobre o atentado na Maratona de Boston em 2013), os efeitos no mercado segurador e nas políticas de governo, etc. O trabalho é tão repleto de estatísticas que fica difícil escolher um destaque específico. 10 RESSEGURO Online

11 Agenda / Eventos 29 de abril Sergio Barroso de Mello ministra curso de Arbitragem em São Paulo O advogado e sócio fundador do escritório Pellon & Associados, Sergio Barroso de Mello, vai ministrar um curso sobre Noções Básicas de Arbitragem no Setor de Seguros, no dia 29 de abril, das 8h30min às 12h30min, no Braston Hotel Augusta, em São Paulo. Entre os temas que serão abordados pelo especialista estão: Considerações iniciais sobre Arbitragem, Natureza jurídica da arbitragem, Arbitrabilidade, Responsabilidade do Julgador, Definição do litígio, entre outros. Sergio Mello explica que esta ferramenta jurídica "ganha, cada vez mais importância no mercado de seguros e resseguros brasileiro" e, acrescenta: "Se duas partes forem fazer uma arbitragem, cada uma vai nomear o seu árbitro. Se os dois não chegarem a um acordo a Câmara nomeia um terceiro. Os árbitros escolhidos são profissionais que conhecem profundamente o problema que será julgado. Eles irão dialogar com os empresários e com seus advogados na arbitragem em um nível muito mais elevado que o juiz. Em uma audiência arbitral os advogados têm que conhecer bem a matéria, porque está diante de um especialista de notório saber". No curso, os participantes irão receber informações detalhadas sobre o assunto. Para participar, basta acessar o site e fazer a inscrição on-line. O investimento é de R$ 380,00. RESSEGURO Online 11

12 22 de fevereiro A Zurich Seguros fará uma palestra sobre "Como Reduzir os Custos Industriais", no próximo dia 22, das 8h30 às 12h30, na sede do Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (SIAMFESP), na Rua Padre Raposo, nº39-7º Andar - Mooca - São Paulo. O evento tem 30 vagas disponíveis. Inscrições pelo telefone (11) ou pelo e- mail: 26 e 27 de fevereiro As primeiras palestras de 2014 do SINCOR-PR serão realizadas em Cascavel e Foz do Iguaçu, na região Oeste. Serão dias 26 e 27 de fevereiro, respectivamente. O tema será "O Impacto da Comunicação nos Negócios". Em Cascavel será no Hotel Deville Express, na Rodovia BR-277. Em Foz será no Hotel Recanto Park, na Avenida Costa e Silva, A inscrição é uma lata de leite em pó. Mais informações pelo telefone (45) , com Neusa. A inscrição também pode ser feita no endereço A realização das palestras é do SINCOR-PR, Escola Nacional de Seguros (FUNENSEG) e SINDSEG-PR/MS. 08 e 09 de abril 3º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro - Hotel Sofitel Copacabana O evento é uma realização da CNseg em parceria com a Abecor-Re, a Fenaber e com a Escola Nacional de Seguros. O Encontro reunirá, durante dois dias, segurados, seguradoras, resseguradoras, corretoras de resseguro, escritórios de advocacia e prestadoras de serviços, que terão a oportunidade de discutir importantes temas, de abrangência nacional e internacional. Mais informação: 12 a 15 de maio XII CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO DO CONSUMIDOR - IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE DIREITO DO CONSUMIDOR - III CONCURSO DE MONOGRAFIAS - APRESENTAÇÃO DE TESES INDEPENDENTES Direito do Consumidor e Desenvolvimento: Vulnerabilidade e Inclusão Realização: BRASILCON - Gramado RS - Hotel Serrano O Congresso discutirá academicamente os tópicos contidos de sua programação, buscando exclusivamente o progresso científico e divulgação dos direitos do consumidor. Informações: 12 RESSEGURO Online

13 Clipping MUNICH RE DIVULGA LUCRO DE 3,3 BILHÕES DE EUROS EM 2013 A resseguradora Munich Re viu suas ações caírem 1,14% no pregão da terça-feira, mesmo com a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2013 e também do ano consolidado apresentar bom desempenho. O lucro do quarto trimestre de 2013 apresentou alta significativa de 477 milhões de euros para 1,2 bilhão de euros. O lucro anual avançou de 3 bilhões de euros em 2012 para 3,3 bilhões de euros no ano passado. O lucro com investimentos foi de 7,7 bilhões de euros, com retorno de 3,5%, abaixo dos 8,4 bilhões de euros do ano anterior. A resseguradora pagou 674 milhões de euros em indenizações por catástrofes em 2013, abaixo dos 1, 28 bilhão de euros do ano anterior. Nas renovações dos contratos em janeiro, a resseguradora reportou queda média nos prêmios de 1,5% devido a competição do setor. Fonte: Sonho Seguro MERCADO SEGURADOR DA AMÉRICA LATINA SEGUE EM CRESCIMENTO Estudo da Fundación Mapfre aponta números do setor na região A Fundacion Mapfre divulga hoje estudo sobre o mercado segurador na América Latina, apontando que em 2012 houve uma alta de 17,4% na arredcadação de prêmios na re- gião, chegando a 122 bilhões de euros, sen- do 51 bilhões de euros no ramo vida e 71 bilhões em seguros gerais. Os únicos países que não apresentaram crescimento no pe- ríodo foram Guatemala e Porto Rico, apesar Já a Argentina tem a menor taxa de concen- de este último manter a liderança em prê- tração de vendas, com as cinco maiores de- mio per capita, com 2,1 mil euros por habi- tendo apenas 35% das vendas. O estudo tamtante. Já o Brasil, continua como líder em vo- bém traz dados do primeiro semestre de lume de prêmios, com 59,7% de market sha- 2013, uma vez que alguns países tem ano fisre, mas possui uma média de 350 euros em cal que se encerra em junho, como a prêmio per capita. Argentina. Nesse período, as vendas atingiram 66 bilhões de euros, com avanço de Segundo o estudo, em 2012 a penetração 9,7% em relação ao mesmo período do ano de seguros no PIB brasileiro foi de 4%, supe- anterior. rado pelo Chile (4,2%) e Porto Rico (15,3%). Concentrado, o mercado segurador brasilei- O estudo ainda detalha movimentos econô- ro conta com 116 companhias, sendo que os micos, regulamentações relevantes e estra- cinco primeiros grupos dominam 65% das tégias das seguradoras como fusões, aquisivendas e os dez primeiros, 82%. A Bradesco ções e parcerias e pode ser acessado pelo é a líder, com market share de 20,4% em link:www.fundacionmapfre.org/fundacion No Uruguai, entretanto, a concentra- /es_es/images/mercado-asegurador- ção é ainda maior, com apenas 14 segurado- lationamericano _tcm164- ras, sendo que as cinco maiores detém 90% pdf Fonte: Cnseg RESSEGURO Online 13

14 QUEM PAGA A CONTA? No dia 28 de janeiro, um caminhão que trafegava pela Linha Amarela, no Rio de Janeiro, derrubou uma passarela nas seis pistas da via ao percorrer um trecho com a caçamba levantada. O acidente causou a morte de cinco pessoas e deixou outras quatro feridas. Dois carros foram esmagados e três pessoas ficaram presas às ferragens. Das cinco vítimas que morreram, duas atravessavam a passarela no momento do acidente. Imagens das câmeras de monitoramento da via registrou que, ao dirigir pela Linha Amarela, que liga as zonas Norte e Oeste do Rio, o motorista Luiz Fernando Costa cometeu várias irregularidades. Ele trafegava pela via em horário proibido para caminhões, estava acima da velocidade permitida, não usava o cinto de segurança e falava ao celular. Em entrevista ao programa Fantástico, o motorista admitiu que foi negligente na direção da carreta. Com certeza (sobre assumir que foi negligente). Não sou louco de levantar um troço de toneladas contra carros pequenos numa via daquela, capaz de derrubar Foto: blogs.estadao.com.br uma passarela, ressaltou. por toda a sociedade. Seja em trânsito, no empresa responsável pelo caminhão, podetrabalho, em casa ou em um espaço público, ria ter cobertura é o RCFV Responsabilida- Até o fechamento desta matéria, a Polícia a segurança é um fator rotineiramente negli- de Civil Facultativa de Veículos, que tem por Civil ainda não havia concluído as investiga- genciado, analisa em artigo o educador e es- objeto justamente garantir a RC do proprieções do caso. O motorista deverá, no entan- pecialista em Qualidade de Vida no Trabalho tário de veículos em razão da sua existência to, ser indiciado por homicídio culposo, sem Tom Coelho. e circulação em vias públicas, observa o adintenção de matar. Mas ao final das investi- vogado especializado em seguros Walter gações, ele pode ser indiciado por homicídio Ao ver este caso, fica a pergunta: quem paga Polido. Vários pontos, entretanto, necessitaculposo e pelas lesões corporais culposas. a conta pelas vidas ceifadas e pelo prejuízo riam ser analisados diante desta tragédia. Caso tenha sido comprovado que ele assu- causado? Os especialistas consultados pela Um desses pontos é o fato de o motorista esmiu o risco desse resultado ter acontecido, Revista Apólice listaram algumas coberturas tar trafegando no momento do sinistro, disse o delegado Fábio Asty, responsável pe- que poderiam amenizar as despesas com res- além da velocidade permitida naquela via púlo caso, também em entrevista ao sarcimento dos danos materiais (como os blica, na qual ocorreu o acidente fatal. Não Fantástico. carros esmagados e a reconstrução da pas- é comum, mas pode ser que determinada sesarela, por exemplo) e as possíveis indeniza- guradora exclua este tipo de risco, aponta O trágico acidente ocorrido na Linha ções às vítimas do acidente. Polido. Outro ponto destacado por ele são os Amarela é um triste exemplo de um padrão danos sofridos pelos próprio motorista (emde comportamento que precisa ser revisto Um seguro que, caso fosse contratado pela pregado do segurado), que poderia estar 14 RESSEGURO Online

15 taxativamente excluído, salvo se foi contra- me de concessão também poderá ser res- tema do veículo, pondera a especialista.a tada cobertura adicional para esta parcela ponsabilizada pelos danos havidos. Existe no advogada atenta para os valores de cobertude risco. Há ainda o fato do motorista estar mercado brasileiro o seguro de RC Serviços ra que devem ser contratados para seguros falando ao celular no momento do acidente de Interesse Público Rodovias e Pontes deste tipo, uma vez que acidentes ocorridos apesar de não existir nenhum tipo de ex- (mais conhecido por RC Concessões no em rodovias causam danos sérios e os cusclusão neste sentido em apólices RCFV, dife- Brasil), sendo que usualmente ele é contra- tos podem ser muito elevados. rentemente da questão da ingestão de bebi- tado quase que exclusivamente por empreda alcoólica (o uso do celular ao volante tem sas concessionárias de rodovias estaduais e Pessoas e empresas começaram a se dar se mostrado tão pernicioso quando estar interestaduais. Não é usual, portanto, para conta que precisam ter seguro, mas, dentro embriagado), reflete o advogado. as vias municipais do país, pontua Polido. da filosofia de que não vai acontecer, contratam valores muito pequenos, expõe. Fonte: Segundo ele, este seguro pode garantir to- A advogada Angélica Carlini, também espe- Jamille Niero / Revista Apólice dos os danos materiais havidos, assim como cializada no setor, analisa que mesmo se a os danos corporais, além das perdas finan- pista estiver sob administração de empresa MOTORISTA BÊBADO OU DROGADO ceiras e/ou lucros cessantes diretamente de- privada, via concessão, o Estado pode ser acicorrentes PODERÁ DEIXAR DE TER COBERTURA DO desses danos, em relação aos ter- onado para indenizar as vítimas. Isso por- SEGURO DO VEÍCULO ceiros que foram prejudicados (vítimas e/ou que, mesmo operando sob concessão, a emdependentes das vítimas e município). Se al- presa neste caso, a Lamsa é como se fosguém mais na região do acidente for preju- se considerada o próprio Estado. O Estado é dicado pela suspensão temporária da ativi- parte responsável à medida que escolheu a dade, por exemplo, dificilmente o seguro empresa, mesmo que por licitação. Se é res- RCFV garantirá esta parcela de perdas, uma ponsável, vale a regra da responsabilidade vez que no Brasil elas estão atreladas ao fato objetiva, prevista na Constituição Federal, de serem direta e obrigatoriamente decor- que define que os entes da administração púrentes dos danos materiais/corporais sofri- blica vão atender os princípios da legalidade dos, ou seja, a apólice garante apenas as per- e, em conformidade com isso, assumem a das financeiras se o terceiro também sofreu responsabilidade civil, explica Angélica. os referidos danos materiais/corporais. Ela aponta que em casos como este, geral- Esta é uma limitação encontrada no nosso mente os pedidos de indenização são feitos mercado e que já poderia ter sido ultrapas- para a concessionária, pois se leva em conta sada há tempo, de modo que o seguro mais que, ao pagar o pedágio, em troca o usuário consistente garantisse também as perdas in- da via deve ter garantida a sua segurança. Ao diretamente ocorridas em razão do sinistro, deixar o motorista circular pela pista por deconsidera Polido. Na análise do especialista, terminado tempo com caçamba levantada, Seguradoras poderão ser isentas de pagar o o segurado sempre será responsável por certamente houve falha na segurança. O conserto do veículo de motorista bêbado ou elas diretas e indiretas, mas o seguro RCFC que pode ocorrer é a concessionária indeni- drogado. A medida é prevista em projeto de tradicional no Brasil só garante aquelas dire- zar a vítima e depois pedir ressarcimento ao lei (PL 5764/13) do deputado Sandro Mabel, tamente decorrentes dos danos cobertos pe- efetivo causador do dano. do PMDB goiano. la apólice. Por outro lado, provavelmente o caminhão De acordo com o texto, as seguradoras dei- Outra possibilidade de seguro seria a exis- não era do rapaz que estava guiando. Se era xam de ter a obrigação de ressarcir os danos tência de apólice RC Operações de um funcionário da empresa, esta será cha- materiais de carro conduzido por motorista Municípios, usualmente encontradas em paí- mada a responder porque entregou o cami- alcoolizado ou que esteja com a capacidade ses desenvolvidos, mas elas não são comer- nhão para alguém que aparentemente não psicomotora alterada por outra substância cializadas no Brasil. A empresa que adminis- tinha condições técnicas para guiar salvo psicoativa que determine dependência, tra as vias públicas e as passarelas em regi- se for comprovado que houve defeito no sis- como é o caso das drogas. Essa comprovação RESSEGURO Online 15

16 poderá ser feita por meio de imagem, vídeo, teste, exame clínico ou outro mecanismo autorizado pelo Conselho Nacional de Trânsito. Segundo Mabel, a intenção é reforçar os efeitos da Lei Seca. PUNIR BÊBADOS E DROGADOS - O principal ponto desse projeto não é isentar as seguradoras, mas punir as pessoas que estão dirigindo alcoolizadas ou sob efeito de drogas. O fato de a pessoa ter um seguro de carro não quer dizer que ela possa beber e, se bater em alguém, o seguro cobre. Ou seja, a despesa para quem dirige alcoolizado também fica por conta dele e não mais por conta da seguradora. Isso vai fazer com que a pessoa, além de pensar em uma possível blitz, possa pensar em um possível acidente se estiver sob efeito de álcool e, com isso, perder a condição de o seguro cobrir a sua despesa. DANOS A TERCEIROS SERÃO COBERTOS - Mabel deixa claro que essa isenção às seguradoras é apenas em relação ao motorista alcoolizado ou drogado causador do acidente. Portanto, os danos a terceiros deverão ser cobertos normalmente pelo seguro. No entanto, a Associação de Consumidores tem restrições à proposta do deputado. A coordenadora da Proteste em São Paulo, Maria Inês Dolci, explica porquê. Essa justificativa, apesar de interessante do ponto de vista da preservação da seguradora, deve ser muito discutida, porque já temos leis que tratam dessa questão. Então, trazer uma nova lei, neste momento, vai isentar as seguradoras de uma responsabilidade que tem de ser devidamente comprovada. Nós entendemos que, da forma como está, ela (a proposta) está beneficiando as seguradoras e não os consumidores, que são a parte vulnerável nesta questão. O projeto de lei será analisado conclusivamente pelas Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça da Câmara e, em princípio, não depende de votação em Plenário. Fonte: Rádio Câmara, de Brasília, José Carlos Oliveira APÓLICE DE VIDA AGORA TEM COBERTURA DE ATÉ R$ 30 MILHÕES Os endinheirados brasileiros podem, agora, fazer seguro de vida com um valor de cobertura maior, mais alinhado com as despesas de sua família no caso de uma fatalidade. A Prudential, seguradora especializada em apólice de vida, aumentou o valor de aceitação de risco de R$ 15,8 milhões para R$ 30 milhões. Este é um dos maiores valores de cobertura oferecido pelas seguradoras no país. Segundo o presidente da corretora de seguros MDS, Hélio Novaes, o maior valor disponível hoje no mercado é em torno de R$ 10 milhões. Voltada para o público de alta renda, a Prudential sentiu demanda por parte de seus clientes por valores maiores, principalmente para o seguro de sucessão empresarial, segundo Marcelo Mancini, vicepresidente financeiro da Prudential do Brasil. A própria empresa costuma contratar essa apólice para, no caso da morte de um dos sócios, o seguro pagar a indenização diretamente para os outros sócios ou para a própria empresa, para que eles comprem a participação dos herdeiros na companhia. Esse tipo de apólice evita, assim, o problema de herdeiros que não têm vocação para assumir o negócio e sócios que não têm recursos para comprar a participação desses herdeiros. Dessa forma, nem empresa e nem herdeiros sofrem, diz Novaes. O maior valor de cobertura, porém, vale para todos os tipos de seguros oferecidos pela seguradora. Segundo Novaes, normalmente os clientes pedem um valor de cobertura maior para momentos específicos da vida, como a compra de um imóvel ou durante a fa- culdade dos filhos. São momentos em que a pessoa assume uma dívida ou despesa alta por vários anos e por isso tem uma necessidade de proteção financeira maior. E eles não querem deixar essa despesa para a famí- lia [em caso de morte ou invalidez], diz o presidente da MDS. O vice-presidente da Prudential conta que existe um tipo de seguro de vida temporário, específico para esses momentos. Muitos pais querem garantir a educação dos filhos até o término da universidade. Então, temos o seguro de vida temporário, por um período definido, de 20 anos por exemplo. No seguro tradicional, as coberturas mais co- muns são por morte (natural ou acidental) e invalidez (parcial ou total). Existe também no mercado a cobertura por doenças graves, em que o segurado recebe parte da indeni- zação em vida para ajudar no pagamento do tratamento. No caso de um profissional autô- nomo, uma cobertura indicada é de diária hospitalar, em que a pessoa recebe um valor por dia de internação, evitando a perda de renda. Segundo Novaes, é importante que o segu- rado avalie a real necessidade financeira e de coberturas complementares, para que não subestime a renda necessária para a fa- mília, mas que também não contrate coberturas que não serão usadas. Também é recomendável a contratação do seguro o mais ce- do possível, pois quanto antes menor o valor da apólice. Numa idade avançada e já doen- te, dificilmente se consegue contratar um se- guro. Fonte: Valor Econômico Por Thais Folego De São Paulo 16 RESSEGURO Online

17 SUSEP E ANS UNEM-SE EM DEFESA DO CONSUMIDOR A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) assinaram termo de cooperação técnica, com o intuito de instituir e disciplinar o intercâmbio de informações entre ambas autarquias, bem como a transferência mútua de tecnologia aplicada à supervisão das duas alçadas. O acordo, que tem como foco principal a proteção dos direitos dos consumidores, também prevê eventual coordenação nas ações de monitoramento de operadoras de saúde ligadas a grupos seguradores. O intercâmbio de informações tem por objetivo prover as partes de dados, esclarecimentos e técnicas que permitam um melhor acompanhamento do desempenho operacional, econômico e financeiro das instituições sujeitas à fiscalização das duas autarquias. O termo será administrado por uma comissão integrada por quatro servidores da Susep e outros quatro da ANS. Os servidores deverão se reunir, ordinariamente, pelo menos uma vez a cada semestre, a fim de avaliar o desempenho do termo. Caberá tanto a Susep quanto à ANS fornecer informações válidas e atualizadas, quando solicitadas pela comissão, além de processar e fornecer, em tempo hábil, dados necessários à execução do termo. Fonte: CQCS AL DEVE ULTRAPASSAR EUA EM SEGURO GARANTIA ATÉ 2019, AFIRMA ESTUDO 2,1%, 0,74% e 3,8%, respectivamente, do total de prêmios de seguros auferidos no mercado interno. Porém, afirma o estudo, os am- Considerando-se as taxas de crescimento atu- biciosos projetos de infraestrutura ambicioais, os prémios anuais de seguro garan-tia da sos nos cartões em cada um desses merca- América Latina ultrapassariam os dos EUA dos, incluindo investimentos em infraestruem 2019, segundo dados da Panamerican tura no México de US$ 300 bilhões para o pe- Surety Association e da Surety & Fidelity ríodo de e US$ 21,3 bilhões em es- Association of America, segundo o estudo tradas na Colômbia. Financial Services Intelligence Series produzuido pelo BNamericas. Os autores afirmam No Brasil, cita o estudo, os eventos esportivos que a América Latina gerou prêmios de $ como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos 2.27 bilhões em 12 meses até junho de 2013, Olímpicos de 2016, bem como a necessidade com taxa média anual de crescimento de cada vez mais urgente para reduzir o deficit 15% desde 2005, quando os prêmios de ga- de infraestrutura que impede o crescimento rantia eram de apenas US$ 849 milhões. interno do país estão entre as demandas do seguro garantia. A demanda por seguro ga- Nesse mesmo período, o volume de prêmios rantia pode aumentar em 70% nos próximos de seguro garantia nos Estados Unidos avan- anos na América Latin, diz Andrea Keenan, çaram vagarosamente, com taxa média de diretor para a América Latina da AM Best. 1,74 %. México, Brasil e Colômbia são os mai- Há uma necessidade de garantias para inores mercados da AL em seguro garantia, vestimentos que os bancos não pode suporcom 60% das vendas. O segmento ainda é pe- tar. Fonte: Sonho Seguro quenos nesses países, representando apenas RESSEGURO Online 17

18 RESSEGURO ONLINE Publicação mensal do Escritório Pellon & Associados Advocacia Luís Felipe Pellon Sergio Barroso de Mello Esta publicação destina-se exclusivamente para fins de informação geral e não deve servir de base nem ser usada para qualquer propósito específico. O Escritório Pellon & Associados não será responsável pela confiança depositada nas informações contidas ou citadas e isenta-se especificamente de qualquer responsabilidade a elas relacionadas ou decorrente desse uso. As informações contidas ou citadas nesta publicação não constituem nem substituem o aconselhamento jurídico, contábil ou profissional e não devem ser encaradas como tal. O serviço de Clipping (elaborado originalmente por outros veículos) e inseridos nesta publicação são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do Escritório Pellon & Associados. A reprodução de qualquer matéria depende de prévia autorização. Projeto gráfico: Mônica Grynberg Cerginer Assessoria de Comunicação de Pellon & Associados Advocacia Bibliotecária responsável Vaneza Fernandes CRB Publicação Online Imagens retiradas da internet de domínio público. Uma publicação Atendimento ao leitor: Rio de Janeiro Rua Desembargador Viriato, 16 Centro - CEP: Telefone: (21) Rio de Janeiro Edifício ALTAVISTA, Rua Desembargador Viriato, nº 16 - Centro CEP Telefone: (21) Fax: (21) São Paulo Edifício Olivetti, Av. Paulista, 453, 8º e 9º andares, Centro CEP: Telefone: (11) Fax: (11) Brasília Edifício Business Point, SAS, Quadra 3, Lote 2, Bloco C, Salas 1.106/08, 1213 e 1214 CEP: Telefone: (61) Fax: (61) Vitória Edifício Palácio do Café, Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 675, Enseada do Suá, Salas 1.110/17-11º andar CEP: Telefone: (27) Fax: (27) Recife Edifício Empresarial Boa Vista Center, Av. Lins Petit, 320, Salas 401/402 CEP: Telefone: (81) Fax: (81) Pellon & Associados Advocacia Todos os direitos reservados

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