Aspectos motivacionais da relação entre profissionais e pacientes para a promoção do autocuidado com a saúde

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1 Aspectos motivacionais da relação entre profissionais e pacientes para a promoção do autocuidado com a saúde Mariana Nunes Lages 1 Daniel Carneiro Castilhos 2 Rosângela Callegari 3 Ivani Nadir Vieira de Castro 4 Bettina Steren dos Santos 5 Introdução A Educação em Saúde é uma das áreas de fundamental atuação dos profissionais de saúde. As atividades de educação e promoção, bem como a reestruturação dos conceitos de saúde, podem ser vistas como um mecanismo de interação entre o saber científico e o popular, com o objetivo de socialização do saber científico e de reconhecimento social do saber popular (DUNCAN, 1996). Tal processo pressupõe, para os profissionais de saúde, a relativização de seu conhecimento na busca de uma melhor compreensão do indivíduo e da coletividade, pois somente através dessa apropriação de conhecimentos que se torna possível uma interação e intervenção consciente na realidade. O presente artigo apresenta um estudo sobre os fatores motivacionais implicados na relação entre paciente e profissional, para a promoção do autocuidado com a saúde. Buscamos, para tanto, referenciais teóricos sobre motivação e educação em saúde, bem como questões que relacionam o saber técnico/especializado com o saber popular/leigo na promoção da saúde. 1 Psicóloga. Mestre em Educação (PUCRS). Especialista em Saúde Coletiva (ESP/RS). 2 Psicopedagogo. Mestrando em Educação (PUCRS). 3 Psicóloga. Especialista em Administração de Recursos Humanos (PUCRS) e Psicologia do Trabalho (CFP). Mestranda em Educação (PUCRS). 4 Enfermeira. Mestre em Educação (PUCRS). 5 Doutora em Psicologia. Universidad Autónoma de Barcelona. Professora do Programa de Pós Graduação da Faculdade de Educação. PUCRS.

2 2 Promoção e educação em saúde A promoção da saúde entende a saúde como produto de um amplo conjunto de fatores relacionados à qualidade de vida. Suas atividades estariam, então, mais voltadas ao coletivo, compreendido num sentido amplo, como ambiente físico, social, político, econômico e cultural, através de políticas públicas e de condições favoráveis ao desenvolvimento da saúde e do reforço da capacidade dos indivíduos e das comunidades (SUTHERLAND; FULTON, 1992 apud AYRES, 2004). A I Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde teve como principal produto a Carta de Ottawa (WHO, 1986), que define promoção da saúde como o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle desse processo. Paralelo a esse conceito, o documento assume que a saúde é o maior recurso para o desenvolvimento social, econômico e pessoal, assim como uma importante dimensão da qualidade de vida. De acordo com Silva (2007), o conceito de saúde deixa de ser considerado como simples ausência de doença, determinado apenas pelo caráter biológico, para adquirir evidências de relação com outros fatores que são determinantes e estão relacionados com o modo de viver das pessoas. Identifica-se, assim, a concepção de promoção da saúde como prática de melhorar as condições de vida do cidadão e da própria sociedade, com maior participação social no controle desse processo. A proposição de práticas educativas sensíveis às necessidades dos usuários está relacionada ao modelo dialógico, no qual é necessário conhecer os indivíduos para os quais se destinam as ações de saúde, incluindo suas crenças, hábitos e papéis, e as condições objetivas em que vivem. Assim, é preciso envolver os indivíduos nas ações, o que se contrapõe a sua imposição (ALVES, 2005). Conforme Alves (2005), o objetivo da educação em saúde não é o de informar para saúde, mas de transformar os saberes que o indivíduo já possui visando ao desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade no cuidado com a própria saúde. A partir do diálogo e do intercâmbio de saberes técnicocientíficos e populares, profissionais e usuários podem construir de forma

3 3 compartilhada um saber sobre a própria saúde. Assim, promover saúde significa, além de evitar doenças e prolongar a vida, assegurar meios e situações que ampliem a qualidade da vida experienciada, ou seja, ampliem a capacidade de autonomia e o padrão de bem-estar. Dessa forma, acreditamos que o diálogo entre profissional/usuário seja fundamental para a construção de saberes acerca dos processos de saúde. Motivação para o autocuidado Etimologicamente, a palavra motivação vem do latim mutivo, que significa: que move ou o que pode fazer mover. Há diferentes definições para esse comportamento, mas em todos encontramos algo que se movimenta com um dado objetivo. Diferentes estudos sobre o tema apontam que a motivação pode ser intrínseca ou extrínseca ao indivíduo. De acordo com Pereira e Fávero (2001, p.3) não são possíveis generalizações a respeito da motivação, tornando-se importante considerar a peculiaridade humana, pois os indivíduos possuem desejos e necessidades diferentes. É importante ressaltar que o cuidado de si mesmo é uma atitude ligada ao exercício da política, ao modo de se perceber e de estar no mundo, de relacionar-se consigo e com os outros, de agir de si para consigo, de modificar-se, de transformar-se. A forma de cuidar-se remete o sujeito à reflexão sobre seu modo de ser e agir, conferindo ao cuidado de si uma noção da ética como estética da existência. Quanto à promoção do autocuidado, consideramos que represente conhecer os recursos básicos, e saber como acessá-los para poder tomar decisões e atitudes conscientes quanto às possíveis consequências em relação à própria saúde. Desse modo, a saúde é entendida não como um objetivo em si, mas como um recurso fundamental para a vida cotidiana. Assim, em relação ao conceito de autocuidado, convém esclarecer que suas ações incluem as práticas de atividades por parte dos indivíduos em relação ao próprio benefício, e com o propósito de manter a vida, a saúde e o bem-estar. Tais ações são voluntárias e intencionais, envolvendo a tomada de decisões e a capacidade ou o poder de engajar-se no cuidado de si, sendo

4 4 afetadas por fatores básicos como idade, sexo, estado de desenvolvimento e de saúde, orientação sócio-cultural e fatores do sistema de atendimento de saúde (BUB et al, 2006). Relação entre profissional e usuário da saúde Consideramos importante abordar sobre o conceito de Humanização ao falarmos sobre a relação entre profissional e usuário do sistema de saúde. A Humanização, enquanto estratégia de interferência no processo de produção de saúde, leva em consideração que sujeitos sociais, quando mobilizados, são capazes de transformar realidades, transformando-se a si nesse mesmo processo. Trata-se de investir na produção de um novo tipo de interação entre os sujeitos que constituem a saúde. Portanto, podemos pensar Humanização como um conjunto de estratégias que visam alcançar a qualificação da atenção em saúde, estabelecendo-se como a construção de atitudes em sintonia com um projeto de co-responsabilidade e qualificação dos vínculos interprofissionais e entre estes e os usuários (BRASIL, 2004). Alguns princípios são considerados norteadores da relação de Humanização na saúde. São eles: ampliação do diálogo interprofissional e profissional/usuário; sensibilização em todas as esferas de atuação; elaboração de projetos de saúde adequados à realidade da população atendida; Incentivo às práticas promocionais de saúde; estabelecimento de formas de acolhimento e inclusão do usuário; comprometimento e co-responsabilidade; entre outras estratégias (BRASIL, 2004). O Manual para a operacionalização das ações educativas no Sistema Único de Saúde (SUS), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SÃO PAULO, 1997) afirma que, ao analisarmos algumas das características do processo de educação, percebe-se que existem dois saberes: o saber técnico e o saber popular. Saberes distintos, mas não essencialmente opostos. A educação, como processo social, exigirá o confronto e a superação desses dois saberes. Dessa forma, o saber técnico, ao se confrontar com o saber popular, não pode dominá-lo, impor-se a ele.

5 5 A relação entre esses dois saberes o técnico e o popular - não poderá ser uma transmissão unidirecional, vertical, autoritária, mas sim caracterizar uma relação de diálogo, horizontal, bidirecional e democrática. Fica evidente que as linguagens técnica e a popular precisam se adaptar, dialogar, unir seus saberes em prol do interesse comum: a promoção da saúde. Assim, cada coletivo, cada comunidade, de acordo com seu desenvolvimento sociocultural, com seu contexto, com seus hábitos e necessidades, constroi formas de expressão particulares relacionadas aos seus hábitos coletivos. O meio científico/acadêmico possui saberes e conhecimentos que permitem determinado modo de expressão, diferentemente do contexto popular, que é possuidor de outros conhecimentos e saberes, levando a outras formas de expressão. Método Para o presente estudo optou-se pela abordagem qualitativa. Segundo Minayo (1998), esse tipo de pesquisa trabalha com o universo de significados, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis (p.22). Os participantes do estudo foram 10 profissionais da área da saúde, de diversas especialidades, e 10 usuários de um serviço de saúde, atendidos pelos profissionais entrevistados (QUADRO 1). Todos foram convidados a responder a uma entrevista semiestruturada, gravada e transcrita, após o preenchimento do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Área de formação Psicólogas (2); Assistentes Sociais (2), Dentistas (2); Enfermeira (1); Nutricionista (1); Médica (1); Farmacêutica (1) PROFISSIONAIS Tempo de atuação no serviço de saúde Menos de 1 ano (2) 1 5 anos (3) 6 10 anos (2) Mais de 10 anos (3) QUADRO 1 Participantes do estudo. Serviço utilizado Medicina (3); Psicologia (2); Enfermagem (2); Farmácia (1); Odontologia (1); Nutrição (1) USUÁRIOS Tempo que freqüenta o serviço de saúde Menos de 1 ano (5) 1 5 anos (4) 6 10 anos (1) Mais de 5 anos (0)

6 6 Julgamos importante ressaltar que dos 20 participantes da amostra, apenas 2 são do sexo masculino (1 profissional e 1 usuário). Tal observação será discutida posteriormente. Os dados obtidos foram categorizados e discutidos segundo o método de análise de conteúdo de Bardin (1977). A Análise de Conteúdo, segundo a autora, define-se como um conjunto de técnicas de análise das comunicações que aposta grandemente no rigor do método como forma de não se perder na heterogeneidade de seu objeto. Apresentação e discussão dos dados A seguir, apresentaremos as categorias levantadas a partir da avaliação das entrevistas realizadas com os profissionais e usuários de um serviço de atenção básica à saúde, bem como sua respectiva análise. USUÁRIOS 1) Motivação / motivo da busca por atendimento 2) Fatores importantes na relação com o profissional PROFISSIONAIS 1) Autocuidado do usuário 2) Motivação do usuário pela busca do atendimento 3) Fatores implicados no autocuidado 3) Fatores importantes na relação com o usuário 4) Adesão ao tratamento 4) Escolha profissional 5) Satisfação com o atendimento 5) Dedicação ao trabalho 6) Satisfação com a profissão QUADRO 2 Categorias a) Usuários do serviço de saúde Com relação à motivação / motivo da busca por atendimento, nas entrevistas com os usuários destacam-se a satisfação tanto com a instituição quanto com o atendimento prestado. Os pacientes buscam a instituição de saúde apenas quando apresentam problemas ou doenças, pois não há relatos de busca para a prevenção. Além disso, os usuários demonstram satisfação quando se sentem atendidos em sua necessidade. Quanto aos fatores importantes na relação com o profissional, os usuários entrevistados citam orientações claras e a atenção prestada pelo profissional no momento. O bom atendimento percebido pelo usuário promove

7 7 seu bem-estar, sentindo-se acolhido, compreendido e reconhecendo os aconselhamentos como eficazes. Os fatores implicados no autocuidado são percebidos pelos entrevistados como a consciente responsabilização pelo tratamento, bem como a compreensão da necessidade de seguir as orientações tais como são dadas. Eles salientam que há necessidade de novas aprendizagens para que possam se cuidar e que estas, muitas vezes, são repassadas a amigos e familiares. A adesão ao tratamento, na opinião dos usuários, depende da atenção que prestam às orientações dadas pelos profissionais e o seguimento destas, bem como seus questionamentos acerca das mesmas. Percebe-se que adesão ao tratamento sempre ocorre com algum desconforto para o usuário. Embora este perceba que disto dependa o bom resultado do tratamento, o profissional parece ter um papel importante na adesão, pois ocorrem referências ao mesmo como uma retribuição pela atenção recebida. Parece haver uma necessidade de reafirmação da importância de seguir o tratamento. Já em relação à satisfação com o atendimento, percebe-se a satisfação por parte de todos os usuários, demonstrando melhora da autoestima como resultado do atendimento recebido pelo profissional, que descrevem como compreensivo, isento de julgamentos, incentivador, orientador e prestativo. b) Profissionais de saúde Quanto às categorias emergentes das entrevistas com os profissionais, percebemos que a maioria dos entrevistados relaciona o autocuidado dos usuários às escolhas e decisões que estes tomam, destacando a responsabilização pelo próprio tratamento, o respeito próprio e a autonomia para decidir sobre a própria vida. Tais fatores são considerados mais importantes do que a intervenção do profissional para a promoção do autocuidado. Os profissionais consideram a motivação do usuário pela busca do atendimento como algo que depende, principalmente, da percepção do usuário quanto à sua demanda (o que nem sempre se relaciona à queixa inicial apresentada). Questões relacionadas a gênero também surgem quando alguns

8 8 profissionais relatam que as mulheres procuram mais que os homens pelo serviço de saúde, indicando a importância de identificar quais são os fatores culturais e psicológicos implicados na motivação pela busca de cuidar-se. Quanto aos fatores importantes na relação com o usuário, destacase a importância da educação em saúde nas intervenções, tais como orientar, responsabilizar-se e responsabilizar o usuário pelo tratamento, além de considerar a pessoa de modo integral, e não somente a doença ou o problema. A comunicação entre profissional e usuário também é destacada como importante, principalmente em relação à clareza e disponibilidade para ouvir a demanda do usuário. Características do profissional são apontadas como facilitadores da relação como o usuário: flexibilidade, empatia, sensibilidade, respeito, boa vontade, paciência, capacidade de acolher, autocuidado (do profissional) e satisfação com o trabalho. Em relação à escolha profissional, além de relatarem identificação e gosto de atuar na área da saúde, os profissionais relacionam ao desejo de ajudar e lutar pelos direitos humanos, gostar de trabalhar e lidar com pessoas. A identificação com outro profissional da mesma área de atuação ou características de familiares também foram relatadas como fatores importantes para a escolha profissional. Alguns profissionais referem fatores como a responsabilização com o atendimento ao usuário, a disponibilidade para ouví-lo, doar-se e ter amor ao trabalho, fazer o bem e o melhor que pode, e investir na profissão para melhor atender ao usuário. Tais aspectos são relacionados à dedicação ao trabalho e se refletem na adesão e autocuidado dos usuários. A satisfação com o trabalho emergiu como categoria importante, pois a maioria dos profissionais referiu gostar do que faz e identificar-se com a área de atuação. Destacamos que alguns profissionais apontam para a possibilidade de aprender e ter uma reciprocidade em relação aos atendimentos prestados, revelando que não é unidirecional o benefício da relação entre usuário e profissional.

9 9 Considerações Constatamos, a partir dos resultados do estudo, que há aspectos comuns entre os profissionais e os usuários entrevistados, tais como características do profissional de saúde que promovem o acolhimento do usuário. Escuta ativa, compreensão, clareza nas explicações, abertura às perguntas são atitudes citadas nos dois grupos de participantes. A relação estabelecida com o profissional de saúde tem influência sobre a motivação para o autocuidado do usuário. Parece se estabelecer uma relação de troca, pois a referência a algum nível de agradecimento pelo bom atendimento está presente no discurso dos usuários, quando se referem às razões para seguir o tratamento. Tal relação parece se estabelecer desde os primeiros contatos com o profissional, uma vez que não observamos diferenças significativas quanto à adesão ao tratamento em usuários com tempos diferentes de atendimento. Há ainda referência à credibilidade da instituição de saúde, o que pode gerar uma predisposição positiva ao tratamento. Porém este ponto necessita de novas investigações. Consideramos importante lembrar que os saberes populares partem da experiência concreta, das vivências que são distintas daquelas vividas pelos profissionais. Muitos profissionais oferecem seus saberes porque julgam insuficientes os da população e, por essa razão, inferiores, quando na realidade são apenas diferentes. Nem sempre o que é percebido, por exemplo, pelos profissionais da saúde como um problema a ser enfrentado pelas classes populares é encarado por estas como algo possível ou desejável da mesma forma (VALLA, 2000). Concordando com o autor acima citado, pensamos que o autocuidado com a saúde está condicionado à capacidade de decidir sobre a própria vida. Mas para tanto, é fundamental que o indivíduo tenha acesso aos recursos necessários, que incluem atenção integral, assistência de qualidade e informações suficientes. Essa é uma idéia trazida com clareza por um dos usuários entrevistados quando diz: A gente não sabe, não sabe lidar com esses problemas. Ai vai aprendendo, aprendendo o nosso também, que é um mistério perto da gente.

10 10 Depois a gente já passou por esses problemas, a gente mesmo orienta os outros que estão perto da gente, que tem os problemas, ajuda os demais, né, que estão passando pelas crises. Outro ponto comum encontrado nos dois grupos refere-se à importância da responsabilização pelo tratamento por parte do usuário, o que nos traz a ideia de que a motivação está relacionada a algo que nos move ao encontro, neste caso, da própria saúde. Essa ideia corrobora a importância de educar para saúde. Dois aspectos que não foram objetivados nesta pesquisa, mas merecem destaque: a credibilidade da instituição onde é feito o atendimento e o gênero dos profissionais e usuários. Parece existir alguma relação entre a imagem da instituição e a adesão ao tratamento, o que foi referido em várias entrevistas de usuários. Quanto à questão de gênero, 90% dos entrevistados deste estudo são do sexo feminino, o que não significou uma escolha intencional de nossa parte. Pensamos que tal fato represente uma questão importante a ser estudada, por podermos pensar sobre o cuidado como um aspecto culturalmente associado ao gênero feminino, o que merece maiores investigações. Referências ALVES, Vânia Sampaio. Um modelo de educação em saúde para o Programa Saúde da Família: pela integralidade da atenção e reorientação do modelo assistencial. Interface: Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, SP, v.9, n.16, p.39-52, set.2004/fev Disponível em: < Acesso em 29 mai AYRES, José Ricardo de Carvalho Mesquita. Care and reconstruction in healthcare practices. Interface - Comunicação, Saúde, Educação., v.8, n.14, p.73-92, set.2003-fev Disponível em: < Acesso em 22 abr BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, BRASIL. A Humanização como Eixo Norteador das Práticas de Atenção e Gestão em Todas as Instâncias do SUS HumanizaSUS. Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004 BUB, Maria Bettina Camargo et al. A noção de cuidado de si mesmo e o conceito de autocuidado na enfermagem. Texto & Contexto Enfermagem.

11 11 v.15, n. especial, p , Disponível em: < Acesso em: DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas MINAYO, M.C.S (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, PEREIRA, Marta Cristiane Alves; FÁVERO, Neide. A motivação no trabalho da equipe de enfermagem. Rev. Latino-Americana de Enfermagem, vol.9, no.4, Ribeirão Preto, Disponível em: <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acesso em 05 mai SÃO PAULO. Educação em Saúde - Planejando as Ações Educativas (Teoria e Prática) Disponível em: <ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/educacao.pdf >. Acesso em 25 jun SILVA, Carlos dos Santos. Escola Promotora de Saúde: uma visão crítica da Saúde Escolar. Cadernos de Escolas Promotoras de Saúde - I Disponível em: <http://www.sbp.com.br/img/cadernosbpfinal.pdf>. Acesso em: 23 abr VALLA, Victor Vincent. Procurando entender a fala das classes populares. In: (org). Saúde e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, p WHO. Carta de Ottawa. In: MINISTÉRIO DA SAÚDE/FIOCRUZ. Promoção da Saúde: Cartas de Ottawa, Adelaide, Sundsvall e Santa Fé de Bogotá. Ministério da Saúde/IEC: Brasília, 1986, p

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