Aspectos motivacionais da relação entre profissionais e pacientes para a promoção do autocuidado com a saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aspectos motivacionais da relação entre profissionais e pacientes para a promoção do autocuidado com a saúde"

Transcrição

1 Aspectos motivacionais da relação entre profissionais e pacientes para a promoção do autocuidado com a saúde Mariana Nunes Lages 1 Daniel Carneiro Castilhos 2 Rosângela Callegari 3 Ivani Nadir Vieira de Castro 4 Bettina Steren dos Santos 5 Introdução A Educação em Saúde é uma das áreas de fundamental atuação dos profissionais de saúde. As atividades de educação e promoção, bem como a reestruturação dos conceitos de saúde, podem ser vistas como um mecanismo de interação entre o saber científico e o popular, com o objetivo de socialização do saber científico e de reconhecimento social do saber popular (DUNCAN, 1996). Tal processo pressupõe, para os profissionais de saúde, a relativização de seu conhecimento na busca de uma melhor compreensão do indivíduo e da coletividade, pois somente através dessa apropriação de conhecimentos que se torna possível uma interação e intervenção consciente na realidade. O presente artigo apresenta um estudo sobre os fatores motivacionais implicados na relação entre paciente e profissional, para a promoção do autocuidado com a saúde. Buscamos, para tanto, referenciais teóricos sobre motivação e educação em saúde, bem como questões que relacionam o saber técnico/especializado com o saber popular/leigo na promoção da saúde. 1 Psicóloga. Mestre em Educação (PUCRS). Especialista em Saúde Coletiva (ESP/RS). 2 Psicopedagogo. Mestrando em Educação (PUCRS). 3 Psicóloga. Especialista em Administração de Recursos Humanos (PUCRS) e Psicologia do Trabalho (CFP). Mestranda em Educação (PUCRS). 4 Enfermeira. Mestre em Educação (PUCRS). 5 Doutora em Psicologia. Universidad Autónoma de Barcelona. Professora do Programa de Pós Graduação da Faculdade de Educação. PUCRS.

2 2 Promoção e educação em saúde A promoção da saúde entende a saúde como produto de um amplo conjunto de fatores relacionados à qualidade de vida. Suas atividades estariam, então, mais voltadas ao coletivo, compreendido num sentido amplo, como ambiente físico, social, político, econômico e cultural, através de políticas públicas e de condições favoráveis ao desenvolvimento da saúde e do reforço da capacidade dos indivíduos e das comunidades (SUTHERLAND; FULTON, 1992 apud AYRES, 2004). A I Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde teve como principal produto a Carta de Ottawa (WHO, 1986), que define promoção da saúde como o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle desse processo. Paralelo a esse conceito, o documento assume que a saúde é o maior recurso para o desenvolvimento social, econômico e pessoal, assim como uma importante dimensão da qualidade de vida. De acordo com Silva (2007), o conceito de saúde deixa de ser considerado como simples ausência de doença, determinado apenas pelo caráter biológico, para adquirir evidências de relação com outros fatores que são determinantes e estão relacionados com o modo de viver das pessoas. Identifica-se, assim, a concepção de promoção da saúde como prática de melhorar as condições de vida do cidadão e da própria sociedade, com maior participação social no controle desse processo. A proposição de práticas educativas sensíveis às necessidades dos usuários está relacionada ao modelo dialógico, no qual é necessário conhecer os indivíduos para os quais se destinam as ações de saúde, incluindo suas crenças, hábitos e papéis, e as condições objetivas em que vivem. Assim, é preciso envolver os indivíduos nas ações, o que se contrapõe a sua imposição (ALVES, 2005). Conforme Alves (2005), o objetivo da educação em saúde não é o de informar para saúde, mas de transformar os saberes que o indivíduo já possui visando ao desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade no cuidado com a própria saúde. A partir do diálogo e do intercâmbio de saberes técnicocientíficos e populares, profissionais e usuários podem construir de forma

3 3 compartilhada um saber sobre a própria saúde. Assim, promover saúde significa, além de evitar doenças e prolongar a vida, assegurar meios e situações que ampliem a qualidade da vida experienciada, ou seja, ampliem a capacidade de autonomia e o padrão de bem-estar. Dessa forma, acreditamos que o diálogo entre profissional/usuário seja fundamental para a construção de saberes acerca dos processos de saúde. Motivação para o autocuidado Etimologicamente, a palavra motivação vem do latim mutivo, que significa: que move ou o que pode fazer mover. Há diferentes definições para esse comportamento, mas em todos encontramos algo que se movimenta com um dado objetivo. Diferentes estudos sobre o tema apontam que a motivação pode ser intrínseca ou extrínseca ao indivíduo. De acordo com Pereira e Fávero (2001, p.3) não são possíveis generalizações a respeito da motivação, tornando-se importante considerar a peculiaridade humana, pois os indivíduos possuem desejos e necessidades diferentes. É importante ressaltar que o cuidado de si mesmo é uma atitude ligada ao exercício da política, ao modo de se perceber e de estar no mundo, de relacionar-se consigo e com os outros, de agir de si para consigo, de modificar-se, de transformar-se. A forma de cuidar-se remete o sujeito à reflexão sobre seu modo de ser e agir, conferindo ao cuidado de si uma noção da ética como estética da existência. Quanto à promoção do autocuidado, consideramos que represente conhecer os recursos básicos, e saber como acessá-los para poder tomar decisões e atitudes conscientes quanto às possíveis consequências em relação à própria saúde. Desse modo, a saúde é entendida não como um objetivo em si, mas como um recurso fundamental para a vida cotidiana. Assim, em relação ao conceito de autocuidado, convém esclarecer que suas ações incluem as práticas de atividades por parte dos indivíduos em relação ao próprio benefício, e com o propósito de manter a vida, a saúde e o bem-estar. Tais ações são voluntárias e intencionais, envolvendo a tomada de decisões e a capacidade ou o poder de engajar-se no cuidado de si, sendo

4 4 afetadas por fatores básicos como idade, sexo, estado de desenvolvimento e de saúde, orientação sócio-cultural e fatores do sistema de atendimento de saúde (BUB et al, 2006). Relação entre profissional e usuário da saúde Consideramos importante abordar sobre o conceito de Humanização ao falarmos sobre a relação entre profissional e usuário do sistema de saúde. A Humanização, enquanto estratégia de interferência no processo de produção de saúde, leva em consideração que sujeitos sociais, quando mobilizados, são capazes de transformar realidades, transformando-se a si nesse mesmo processo. Trata-se de investir na produção de um novo tipo de interação entre os sujeitos que constituem a saúde. Portanto, podemos pensar Humanização como um conjunto de estratégias que visam alcançar a qualificação da atenção em saúde, estabelecendo-se como a construção de atitudes em sintonia com um projeto de co-responsabilidade e qualificação dos vínculos interprofissionais e entre estes e os usuários (BRASIL, 2004). Alguns princípios são considerados norteadores da relação de Humanização na saúde. São eles: ampliação do diálogo interprofissional e profissional/usuário; sensibilização em todas as esferas de atuação; elaboração de projetos de saúde adequados à realidade da população atendida; Incentivo às práticas promocionais de saúde; estabelecimento de formas de acolhimento e inclusão do usuário; comprometimento e co-responsabilidade; entre outras estratégias (BRASIL, 2004). O Manual para a operacionalização das ações educativas no Sistema Único de Saúde (SUS), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SÃO PAULO, 1997) afirma que, ao analisarmos algumas das características do processo de educação, percebe-se que existem dois saberes: o saber técnico e o saber popular. Saberes distintos, mas não essencialmente opostos. A educação, como processo social, exigirá o confronto e a superação desses dois saberes. Dessa forma, o saber técnico, ao se confrontar com o saber popular, não pode dominá-lo, impor-se a ele.

5 5 A relação entre esses dois saberes o técnico e o popular - não poderá ser uma transmissão unidirecional, vertical, autoritária, mas sim caracterizar uma relação de diálogo, horizontal, bidirecional e democrática. Fica evidente que as linguagens técnica e a popular precisam se adaptar, dialogar, unir seus saberes em prol do interesse comum: a promoção da saúde. Assim, cada coletivo, cada comunidade, de acordo com seu desenvolvimento sociocultural, com seu contexto, com seus hábitos e necessidades, constroi formas de expressão particulares relacionadas aos seus hábitos coletivos. O meio científico/acadêmico possui saberes e conhecimentos que permitem determinado modo de expressão, diferentemente do contexto popular, que é possuidor de outros conhecimentos e saberes, levando a outras formas de expressão. Método Para o presente estudo optou-se pela abordagem qualitativa. Segundo Minayo (1998), esse tipo de pesquisa trabalha com o universo de significados, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis (p.22). Os participantes do estudo foram 10 profissionais da área da saúde, de diversas especialidades, e 10 usuários de um serviço de saúde, atendidos pelos profissionais entrevistados (QUADRO 1). Todos foram convidados a responder a uma entrevista semiestruturada, gravada e transcrita, após o preenchimento do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Área de formação Psicólogas (2); Assistentes Sociais (2), Dentistas (2); Enfermeira (1); Nutricionista (1); Médica (1); Farmacêutica (1) PROFISSIONAIS Tempo de atuação no serviço de saúde Menos de 1 ano (2) 1 5 anos (3) 6 10 anos (2) Mais de 10 anos (3) QUADRO 1 Participantes do estudo. Serviço utilizado Medicina (3); Psicologia (2); Enfermagem (2); Farmácia (1); Odontologia (1); Nutrição (1) USUÁRIOS Tempo que freqüenta o serviço de saúde Menos de 1 ano (5) 1 5 anos (4) 6 10 anos (1) Mais de 5 anos (0)

6 6 Julgamos importante ressaltar que dos 20 participantes da amostra, apenas 2 são do sexo masculino (1 profissional e 1 usuário). Tal observação será discutida posteriormente. Os dados obtidos foram categorizados e discutidos segundo o método de análise de conteúdo de Bardin (1977). A Análise de Conteúdo, segundo a autora, define-se como um conjunto de técnicas de análise das comunicações que aposta grandemente no rigor do método como forma de não se perder na heterogeneidade de seu objeto. Apresentação e discussão dos dados A seguir, apresentaremos as categorias levantadas a partir da avaliação das entrevistas realizadas com os profissionais e usuários de um serviço de atenção básica à saúde, bem como sua respectiva análise. USUÁRIOS 1) Motivação / motivo da busca por atendimento 2) Fatores importantes na relação com o profissional PROFISSIONAIS 1) Autocuidado do usuário 2) Motivação do usuário pela busca do atendimento 3) Fatores implicados no autocuidado 3) Fatores importantes na relação com o usuário 4) Adesão ao tratamento 4) Escolha profissional 5) Satisfação com o atendimento 5) Dedicação ao trabalho 6) Satisfação com a profissão QUADRO 2 Categorias a) Usuários do serviço de saúde Com relação à motivação / motivo da busca por atendimento, nas entrevistas com os usuários destacam-se a satisfação tanto com a instituição quanto com o atendimento prestado. Os pacientes buscam a instituição de saúde apenas quando apresentam problemas ou doenças, pois não há relatos de busca para a prevenção. Além disso, os usuários demonstram satisfação quando se sentem atendidos em sua necessidade. Quanto aos fatores importantes na relação com o profissional, os usuários entrevistados citam orientações claras e a atenção prestada pelo profissional no momento. O bom atendimento percebido pelo usuário promove

7 7 seu bem-estar, sentindo-se acolhido, compreendido e reconhecendo os aconselhamentos como eficazes. Os fatores implicados no autocuidado são percebidos pelos entrevistados como a consciente responsabilização pelo tratamento, bem como a compreensão da necessidade de seguir as orientações tais como são dadas. Eles salientam que há necessidade de novas aprendizagens para que possam se cuidar e que estas, muitas vezes, são repassadas a amigos e familiares. A adesão ao tratamento, na opinião dos usuários, depende da atenção que prestam às orientações dadas pelos profissionais e o seguimento destas, bem como seus questionamentos acerca das mesmas. Percebe-se que adesão ao tratamento sempre ocorre com algum desconforto para o usuário. Embora este perceba que disto dependa o bom resultado do tratamento, o profissional parece ter um papel importante na adesão, pois ocorrem referências ao mesmo como uma retribuição pela atenção recebida. Parece haver uma necessidade de reafirmação da importância de seguir o tratamento. Já em relação à satisfação com o atendimento, percebe-se a satisfação por parte de todos os usuários, demonstrando melhora da autoestima como resultado do atendimento recebido pelo profissional, que descrevem como compreensivo, isento de julgamentos, incentivador, orientador e prestativo. b) Profissionais de saúde Quanto às categorias emergentes das entrevistas com os profissionais, percebemos que a maioria dos entrevistados relaciona o autocuidado dos usuários às escolhas e decisões que estes tomam, destacando a responsabilização pelo próprio tratamento, o respeito próprio e a autonomia para decidir sobre a própria vida. Tais fatores são considerados mais importantes do que a intervenção do profissional para a promoção do autocuidado. Os profissionais consideram a motivação do usuário pela busca do atendimento como algo que depende, principalmente, da percepção do usuário quanto à sua demanda (o que nem sempre se relaciona à queixa inicial apresentada). Questões relacionadas a gênero também surgem quando alguns

8 8 profissionais relatam que as mulheres procuram mais que os homens pelo serviço de saúde, indicando a importância de identificar quais são os fatores culturais e psicológicos implicados na motivação pela busca de cuidar-se. Quanto aos fatores importantes na relação com o usuário, destacase a importância da educação em saúde nas intervenções, tais como orientar, responsabilizar-se e responsabilizar o usuário pelo tratamento, além de considerar a pessoa de modo integral, e não somente a doença ou o problema. A comunicação entre profissional e usuário também é destacada como importante, principalmente em relação à clareza e disponibilidade para ouvir a demanda do usuário. Características do profissional são apontadas como facilitadores da relação como o usuário: flexibilidade, empatia, sensibilidade, respeito, boa vontade, paciência, capacidade de acolher, autocuidado (do profissional) e satisfação com o trabalho. Em relação à escolha profissional, além de relatarem identificação e gosto de atuar na área da saúde, os profissionais relacionam ao desejo de ajudar e lutar pelos direitos humanos, gostar de trabalhar e lidar com pessoas. A identificação com outro profissional da mesma área de atuação ou características de familiares também foram relatadas como fatores importantes para a escolha profissional. Alguns profissionais referem fatores como a responsabilização com o atendimento ao usuário, a disponibilidade para ouví-lo, doar-se e ter amor ao trabalho, fazer o bem e o melhor que pode, e investir na profissão para melhor atender ao usuário. Tais aspectos são relacionados à dedicação ao trabalho e se refletem na adesão e autocuidado dos usuários. A satisfação com o trabalho emergiu como categoria importante, pois a maioria dos profissionais referiu gostar do que faz e identificar-se com a área de atuação. Destacamos que alguns profissionais apontam para a possibilidade de aprender e ter uma reciprocidade em relação aos atendimentos prestados, revelando que não é unidirecional o benefício da relação entre usuário e profissional.

9 9 Considerações Constatamos, a partir dos resultados do estudo, que há aspectos comuns entre os profissionais e os usuários entrevistados, tais como características do profissional de saúde que promovem o acolhimento do usuário. Escuta ativa, compreensão, clareza nas explicações, abertura às perguntas são atitudes citadas nos dois grupos de participantes. A relação estabelecida com o profissional de saúde tem influência sobre a motivação para o autocuidado do usuário. Parece se estabelecer uma relação de troca, pois a referência a algum nível de agradecimento pelo bom atendimento está presente no discurso dos usuários, quando se referem às razões para seguir o tratamento. Tal relação parece se estabelecer desde os primeiros contatos com o profissional, uma vez que não observamos diferenças significativas quanto à adesão ao tratamento em usuários com tempos diferentes de atendimento. Há ainda referência à credibilidade da instituição de saúde, o que pode gerar uma predisposição positiva ao tratamento. Porém este ponto necessita de novas investigações. Consideramos importante lembrar que os saberes populares partem da experiência concreta, das vivências que são distintas daquelas vividas pelos profissionais. Muitos profissionais oferecem seus saberes porque julgam insuficientes os da população e, por essa razão, inferiores, quando na realidade são apenas diferentes. Nem sempre o que é percebido, por exemplo, pelos profissionais da saúde como um problema a ser enfrentado pelas classes populares é encarado por estas como algo possível ou desejável da mesma forma (VALLA, 2000). Concordando com o autor acima citado, pensamos que o autocuidado com a saúde está condicionado à capacidade de decidir sobre a própria vida. Mas para tanto, é fundamental que o indivíduo tenha acesso aos recursos necessários, que incluem atenção integral, assistência de qualidade e informações suficientes. Essa é uma idéia trazida com clareza por um dos usuários entrevistados quando diz: A gente não sabe, não sabe lidar com esses problemas. Ai vai aprendendo, aprendendo o nosso também, que é um mistério perto da gente.

10 10 Depois a gente já passou por esses problemas, a gente mesmo orienta os outros que estão perto da gente, que tem os problemas, ajuda os demais, né, que estão passando pelas crises. Outro ponto comum encontrado nos dois grupos refere-se à importância da responsabilização pelo tratamento por parte do usuário, o que nos traz a ideia de que a motivação está relacionada a algo que nos move ao encontro, neste caso, da própria saúde. Essa ideia corrobora a importância de educar para saúde. Dois aspectos que não foram objetivados nesta pesquisa, mas merecem destaque: a credibilidade da instituição onde é feito o atendimento e o gênero dos profissionais e usuários. Parece existir alguma relação entre a imagem da instituição e a adesão ao tratamento, o que foi referido em várias entrevistas de usuários. Quanto à questão de gênero, 90% dos entrevistados deste estudo são do sexo feminino, o que não significou uma escolha intencional de nossa parte. Pensamos que tal fato represente uma questão importante a ser estudada, por podermos pensar sobre o cuidado como um aspecto culturalmente associado ao gênero feminino, o que merece maiores investigações. Referências ALVES, Vânia Sampaio. Um modelo de educação em saúde para o Programa Saúde da Família: pela integralidade da atenção e reorientação do modelo assistencial. Interface: Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, SP, v.9, n.16, p.39-52, set.2004/fev Disponível em: < Acesso em 29 mai AYRES, José Ricardo de Carvalho Mesquita. Care and reconstruction in healthcare practices. Interface - Comunicação, Saúde, Educação., v.8, n.14, p.73-92, set.2003-fev Disponível em: < Acesso em 22 abr BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, BRASIL. A Humanização como Eixo Norteador das Práticas de Atenção e Gestão em Todas as Instâncias do SUS HumanizaSUS. Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004 BUB, Maria Bettina Camargo et al. A noção de cuidado de si mesmo e o conceito de autocuidado na enfermagem. Texto & Contexto Enfermagem.

11 11 v.15, n. especial, p , Disponível em: < Acesso em: DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas MINAYO, M.C.S (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, PEREIRA, Marta Cristiane Alves; FÁVERO, Neide. A motivação no trabalho da equipe de enfermagem. Rev. Latino-Americana de Enfermagem, vol.9, no.4, Ribeirão Preto, Disponível em: <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acesso em 05 mai SÃO PAULO. Educação em Saúde - Planejando as Ações Educativas (Teoria e Prática) Disponível em: <ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/educacao.pdf >. Acesso em 25 jun SILVA, Carlos dos Santos. Escola Promotora de Saúde: uma visão crítica da Saúde Escolar. Cadernos de Escolas Promotoras de Saúde - I Disponível em: <http://www.sbp.com.br/img/cadernosbpfinal.pdf>. Acesso em: 23 abr VALLA, Victor Vincent. Procurando entender a fala das classes populares. In: (org). Saúde e Educação. Rio de Janeiro: DP&A, p WHO. Carta de Ottawa. In: MINISTÉRIO DA SAÚDE/FIOCRUZ. Promoção da Saúde: Cartas de Ottawa, Adelaide, Sundsvall e Santa Fé de Bogotá. Ministério da Saúde/IEC: Brasília, 1986, p

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM NASCIMENTO PREMATURO Francisca Daniela de Morais Roberto moraisfrancisca@bol.com.br Regina Célia Pinheiro da Silva Orientadora UNITAU regcps@yahoo.com.br

Leia mais

SEMANA DA SAÚDE INTRODUÇÃO

SEMANA DA SAÚDE INTRODUÇÃO SEMANA DA SAÚDE Sandra Rosabel Pereira 1 ; Maria Angelica de Moraes Assumpção Pimenta 2 ; Maria Goreti Aléssio Crispim 3 ; Nelza de Moura 4 ; Neusa Denise Marques de Oliveira 5 ; Eliana Maria Fabiano de

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Homem

Política Nacional de Saúde do Homem Política Nacional de Saúde do Homem O Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Saúde do Homem. O objetivo é facilitar e ampliar o acesso da população masculina aos serviços de saúde. A iniciativa

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

TÍTULO: A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF): VISÃO DOS PROFISSIONAIS

TÍTULO: A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF): VISÃO DOS PROFISSIONAIS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF):

Leia mais

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE Rosimery Cruz de Oliveira Dantas Universidade Federal de Campina Grande Campus Cajazeiras. Symara Abrantes Albuquerque

Leia mais

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica.

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica. Ao longo desses 15 anos o CEDESS congrega atividades de ensino, pesquisa e extensão, nos níveis de graduação e pós-graduação lato e stricto sensu e tem por objeto de estudo o binômio Educação e Saúde.

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

Palavras-chave: Serviço público. Promoção da Saúde. Educação em Saúde.

Palavras-chave: Serviço público. Promoção da Saúde. Educação em Saúde. A PROMOÇÃO DA SAÚDE E SUA ARTICULAÇÃO COM O TRABALHO NA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA: UMA INTERFACE COM OS PROGRAMAS DESENVOLVIDOS PELA ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE/RS/BRASIL. Ivani

Leia mais

O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN O PROCESSO REFLEXIVO E A REFLEXÃO CRÍTICA EM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Rosana Maria Gessinger Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS rosana.gessinger@pucrs.br Valderez Marina

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

Metodologia Atividades Desenvolvidas em Saúde da criança

Metodologia Atividades Desenvolvidas em Saúde da criança A ATUAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA ATENÇÃO BÁSICA PRESTADA À SAÚDE DA CRIANÇA Maisa de Oliveira Sanday Sônia Regina Leite de Almeida Prado 1 Introdução Apesar dos avanços na

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

POLÍTICAS RELACIONADAS À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR: PERCEPÇÃO DOS MANIPULADORES DE ALIMENTOS

POLÍTICAS RELACIONADAS À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR: PERCEPÇÃO DOS MANIPULADORES DE ALIMENTOS POLÍTICAS RELACIONADAS À ALIMENTAÇÃO ESCOLAR: PERCEPÇÃO DOS MANIPULADORES DE ALIMENTOS Jaqueline N. de ASSIS 1 ; Estelamaris T. MONEGO 2 ; Raquel de Andrade C. SANTIAGO 3 (1) Mestranda do Programa de Pós

Leia mais

IVANI NADIR VIEIRA DE CASTRO

IVANI NADIR VIEIRA DE CASTRO AF_02_Project_2012_INP 12/03/30 11:58 Page 224 A PROMOÇÃO DA SAÚDE E SUA ARTICULAÇÃO COM O TRABALHO NA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA: UMA INTERFACE COM OS PROGRAMAS DESENVOLVI- DOS PELA ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

PLANO DE ENSINO. TURMA: Formação mista, envolvendo acadêmicos da Católica de SC que cumprem os requisitos dispostos no Regulamento

PLANO DE ENSINO. TURMA: Formação mista, envolvendo acadêmicos da Católica de SC que cumprem os requisitos dispostos no Regulamento CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA SETOR DE EXTENSÃO COMUNITÁRIA PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: PROJETO COMUNITÁRIO PROFESSORES(AS): FASE: Constituída a partir da conclusão de 30% da PAULO

Leia mais

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención FORMAÇÃO ANTIMANICOMIAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Autores: Camila Alves Soares Ana Marta Lobosque Sílvia Melo Karine Lage Fonseca Maria Elisa Freitas Camila Castanheira Rodrigues.

Leia mais

O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família

O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família Autoras: Margarida Maria Rocha Bernardes Elaine Cristina Valadares Gertrudes Teixeira Lopes Grupo de Estudos

Leia mais

POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL

POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL Edriane Cristhina Catarin Peretti 1 RESUMO: A proposta de pesquisa refere-se à compreensão do instrumento de entrevista situado nos processos

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde ISSN: 1415-6938 editora@uniderp.br Universidade Anhanguera Brasil

Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde ISSN: 1415-6938 editora@uniderp.br Universidade Anhanguera Brasil Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde ISSN: 1415-6938 editora@uniderp.br Universidade Anhanguera Brasil Alves Oliveira, Naiana; Ferreira Gomes, Sabrina Reseña de "A equipe multiprofissional

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE Profª Drª: Jussara Maria Rosa Mendes Professora do Curso de Serviço

Leia mais

ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS

ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS Gabriela Rodrigues A expressão é correntemente utilizada nas Ciências Sociais, particularmente entre a Antropologia e a Sociologia, e refere-se a um conjunto de técnicas de

Leia mais

Uma proposta de atuação humanizada. RESUMO:

Uma proposta de atuação humanizada. RESUMO: PROJETO DE ACOLHIMENTO E HUMANIZAÇÃO PARA ACOMPANHANTES: A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL E DA ENFERMAGEM DE UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE GRANDE PORTE. 1 Uma proposta de atuação humanizada. RESUMO: O presente

Leia mais

PROMOÇÃO DA SAÚDE NA ESCOLA: REFLEXÃO SOBRE UMA EXPERIÊNCIA DE APROXIMAÇÂO ENTRE SAÚDE E EDUCAÇÃO 1

PROMOÇÃO DA SAÚDE NA ESCOLA: REFLEXÃO SOBRE UMA EXPERIÊNCIA DE APROXIMAÇÂO ENTRE SAÚDE E EDUCAÇÃO 1 PROMOÇÃO DA SAÚDE NA ESCOLA: REFLEXÃO SOBRE UMA EXPERIÊNCIA DE APROXIMAÇÂO ENTRE SAÚDE E EDUCAÇÃO 1 TRZECIAK, Luciane Roberta de Oliveira 1 ; SOARES, Maria Cristina Flores 2 RIBEIRO, Cristina Dutra 3 RESUMO

Leia mais

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS.

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. 1 Marcos Antonio de Sousa Rodrigues Bolsista/ PIBID/ UESPI 2 Sara Juliana Lima Ferreira Bolsista/

Leia mais

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 PERFIL DOS PROFESSORES-PESQUISADORES DOS CURSOS DA SAÚDE DE UMA UNIVERSIDADE CEARENSE Palavras-chave: Educação

Leia mais

De portas abertas para as comunidades

De portas abertas para as comunidades De portas abertas para as comunidades VALÉRIA DOS SANTOS NORONHA 1 Apresentação Este projeto de gestão é fruto da experiência vivenciada no Programa Saúde da Família de Macaé em 2005 enquanto assessora

Leia mais

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM Falar em mobilização e participação de jovens na escola de ensino médio implica em discutir algumas questões iniciais, como o papel e a função da escola

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA

A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) nasce da necessidade de reformular a formação dos cursos de graduação

Leia mais

PERCEPCÃO DOS DISCENTES DO CURSO DE MEDICINA SOBRE O CAMPO DE ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA

PERCEPCÃO DOS DISCENTES DO CURSO DE MEDICINA SOBRE O CAMPO DE ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA PERCEPCÃO DOS DISCENTES DO CURSO DE MEDICINA SOBRE O CAMPO DE ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA Pamela Padre Correia 1,Adrianna Ribeiro Lacerda 2, Sebastião Marliuton 3 1 Faculdade de Ciências Médicas de Campina

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA http:///br/resenhas.asp?ed=8&cod_artigo=136 Copyright, 2006. Todos os direitos são reservados.será permitida a reprodução integral ou parcial dos artigos, ocasião em que deverá ser observada a obrigatoriedade

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE

OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE KOGUT, Maria Cristina - PUCPR Cristina.k@pucpr.br SOUZA, Franciely Prudente de Oliveira - PUCPR franciely.oliveira@pucpr.br TREVISOL,

Leia mais

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES 122 O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES Carlise Cadore Carmem Lúcia Colomé Beck Universidade Federal de Santa Maria Resumo Os movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

A Educação Popular em Saúde e a Educação ao Longo da Vida

A Educação Popular em Saúde e a Educação ao Longo da Vida Coordenação de Educação Popular e Mobilização Social Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social Secretaria de Gestão Participativa Ministério da Saúde A Educação Popular em Saúde

Leia mais

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015 Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz Junho/ 2015 MODELO ASSISTENCIAL - DEFINIÇÃO Forma como atribuições de tarefas, responsabilidade e autoridade são

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA

OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA 1 OFICINA PEDAGÓGICA DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO CURSO DE ENFERMAGEM DAS FACULDADES INTA Maria Adelane Monteiro da Silva Antonia Eliana de Araújo Aragão Keila Maria de Azevedo Ponte Lourdes Claudênia

Leia mais

HUMANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA NAS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS E SERVIÇOS EM UTI. Profª.Msc. Suely Amorim de Araújo

HUMANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA NAS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS E SERVIÇOS EM UTI. Profª.Msc. Suely Amorim de Araújo HUMANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA NAS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS E SERVIÇOS EM UTI Profª.Msc. Suely Amorim de Araújo HUMANIZAÇÃO NA ÁREA FÍSICA Segurança e conforto; Privacidade e garantia de controle

Leia mais

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA BIOSSEGURANÇA ELABORADAS POR ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA NOVAFAPI

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA BIOSSEGURANÇA ELABORADAS POR ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA NOVAFAPI AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA BIOSSEGURANÇA ELABORADAS POR ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA NOVAFAPI INTRODUÇÃO Luana Kelle Batista Moura NOVAFAPI* Francisca Tereza Coelho Matos NOVAFAPI** A Biossegurança é

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO PROGRAMA ESTÃO BASEADAS NAS AÇÕES QUE COMPORTAM ATIVIDADES Multiprofissionalidade e interdisciplinaridade:

Leia mais

Elaine Lourenço 1 Betânia Freitas 2

Elaine Lourenço 1 Betânia Freitas 2 O PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF), NO ÂMBITO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) E SUA INTERFACE COM O PROGRAMA DE ATENDIMENTO INTEGRAL À FAMÍLIA (PAIF) DO SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUS) Elaine

Leia mais

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate ALEXANDRE DE SOUZA RAMOS 1 Saúde como direito de cidadania e um sistema de saúde (o SUS) de cunho marcadamente

Leia mais

SINTO QUE NINGUÉM GOSTA DE MIM SENDO GORDA! : CONHECENDO SENTIMENTOS DE OBESOS PARTICIPANTES EM UM GRUPO DE APOIO

SINTO QUE NINGUÉM GOSTA DE MIM SENDO GORDA! : CONHECENDO SENTIMENTOS DE OBESOS PARTICIPANTES EM UM GRUPO DE APOIO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SINTO QUE NINGUÉM GOSTA DE MIM SENDO GORDA! : CONHECENDO SENTIMENTOS DE OBESOS PARTICIPANTES EM UM GRUPO DE APOIO Aliny de Lima Santos 1, Rafaela Pasquali

Leia mais

I SEMINÁRIO DE EXTENSÃO DA UCB 29 de setembro, 09 e 10 de outubro de 2012

I SEMINÁRIO DE EXTENSÃO DA UCB 29 de setembro, 09 e 10 de outubro de 2012 Modelo para apresentação do trabalho: Título do trabalho I SEMINÁRIO DE EXTENSÃO DA UCB 29 de setembro, 09 e 10 de outubro de 2012 Vivências de um Estagiário de Extensão sobre a Capacitação de Agentes

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital ZAIDAN, Lílian Araújo Ferreira 1 VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira 2 No ensino

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

SUPERANDO A DEPRESSÃO RESUMO

SUPERANDO A DEPRESSÃO RESUMO SUPERANDO A DEPRESSÃO Andreza do Ouro Corrêa - andreza.correa@ymail.com Mayara Cristina Costa Mariângela Pinto da Silva Gislaine Lima da Silva - gilisilva@ig.com.br Curso de Psicologia Unisalesiano/ Lins

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE No dia 16 de novembro último, durante o 10o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, realizado em Porto

Leia mais

PRODUTO FINAL: RETORIO TÉCNICO A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO: CONCEPÇÕES DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO

PRODUTO FINAL: RETORIO TÉCNICO A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO: CONCEPÇÕES DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA Programa de Pós Graduação Ensino em Ciências da Saúde TATIANE FERNANDES ALVES PRODUTO FINAL: RETORIO TÉCNICO A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Pensar e construir o Projeto Político-Pedagógico é refletir, numa primeira instância, sobre questões fundamentais que assegurem uma visão de totalidade

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

ADOÇÃO NO CONTEXTO DA HOMOPARENTALIDADE: SIGNIFICAÇÕES DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA.

ADOÇÃO NO CONTEXTO DA HOMOPARENTALIDADE: SIGNIFICAÇÕES DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA. ADOÇÃO NO CONTEXTO DA HOMOPARENTALIDADE: SIGNIFICAÇÕES DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA. Mayara Martins Alves; mayaram.alves@hotmail.com Shayanne Rodrigues Diniz; shayannediniz@icloud.com Tatiana Cristina Vasconcelos;

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE CAPACITAÇÃO EM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Política Nacional de Humanização. Documento base para Gestores e Trabalhadores do SUS

Política Nacional de Humanização. Documento base para Gestores e Trabalhadores do SUS Política Nacional de Humanização SUS Documento base para Gestores e Trabalhadores do SUS SUS Brasília janeiro/2004 SUS Sumário Apresentação Marco teórico-político - Avanços e desafios do SUS - A Humanização

Leia mais

VISIBILIDADE SOCIAL DA ENFERMAGEM: RECONHECENDO AS CONQUISTAS E LACUNAS

VISIBILIDADE SOCIAL DA ENFERMAGEM: RECONHECENDO AS CONQUISTAS E LACUNAS VISIBILIDADE SOCIAL DA ENFERMAGEM: RECONHECENDO AS CONQUISTAS E LACUNAS Prof a. Dr a. Dorisdaia Carvalho de Humerez FORÇA DE TRABALHO NA ENFERMAGEM Na Saúde, 65% da Força de Trabalho é formada por profissionais

Leia mais

PROMETO, DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO

PROMETO, DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS PROMETO, DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO O APERFEIÇOAMENTO DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO, O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM.

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. RESUMO Karyn Albrecht SIQUEIRA, 1. Aline MASSAROLI, 2. Ana Paula LICHESKI, 2. Maria Denise Mesadri GIORGI, 3. Introdução: Com os diversos avanços

Leia mais

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3 Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de saúde Núcleo de Pesquisa Integrada em Saúde Coletiva - NUPISC NUPISC NÚCLEO DE PESQUISA INTEGRADA EM SAÚDE COLETIVA PRÁTICAS DO PROGRAMA SAÚDE

Leia mais

EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 DEUS, Josiani Camargo & 1 AMARAL, Anelize Queiroz 1 Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste RESUMO Nos

Leia mais

UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 9 Família Lima. Fundamentação Teórica: Consulta de enfermagem na Saúde Coletiva

UNA-SUS Universidade Aberta do SUS SAUDE. da FAMILIA. CASO COMPLEXO 9 Família Lima. Fundamentação Teórica: Consulta de enfermagem na Saúde Coletiva CASO COMPLEXO 9 Família Lima : Consulta de enfermagem na Saúde Coletiva Eliana Campos Leite Saparolli A consulta de enfermagem é uma atividade privativa do enfermeiro respaldada pela atual legislação do

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde TÍTULO DO PROJETO Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU Dário Nunes dos Santos Guarulhos Agosto/2012

Leia mais

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Joselene Lopes Alvim A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO LÍVIA CRISTINA FRIAS DA SILVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE Ms. Maria de Fátima Lires Paiva Orientadora São Luís 2004 INTRODUÇÃO Sistema Único de Saúde - Universalidade

Leia mais

ID:1410 EXPERIÊNCIA EXITOSA DO PROGRAMA CHAPÉU DE PALHA-SAÚDE: ABORDAGEM À SAÚDE MENTAL, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

ID:1410 EXPERIÊNCIA EXITOSA DO PROGRAMA CHAPÉU DE PALHA-SAÚDE: ABORDAGEM À SAÚDE MENTAL, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA ID:1410 EXPERIÊNCIA EXITOSA DO PROGRAMA CHAPÉU DE PALHA-SAÚDE: ABORDAGEM À SAÚDE MENTAL, ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA Figueredo Silva Monteiro, Silvana Patrícia; Carvalho Santos, Maria Francisca;

Leia mais

Promoção da Saúde: da prevenção de doenças à defesa da vida

Promoção da Saúde: da prevenção de doenças à defesa da vida Promoção da Saúde: da prevenção de doenças à defesa da vida Antônio Ivo de Carvalho Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca / FIOCRUZ Setembro de 2007 Promoção da saúde Novo paradigma de pensamento

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA

PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA 1363 PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE BUCAL AOS USUÁRIOS PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL NO PSF EM FEIRA DE SANTANA-BA Laís Ramos Queiroz¹; Erenilde Marques de Cerqueira² 1. Bolsista PROBIC, Graduanda em

Leia mais

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos:

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos: Clínica Psicológica da UFPE Plano Institucional de Estágio Supervisionado Apresentação A Clínica Psicológica é uma entidade pública, ligada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco,

Leia mais

Terapia Comportamental de Casais

Terapia Comportamental de Casais CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia Comportamental de Casais Ana Paula M. Carvalho Cinthia Cavalcante

Leia mais

VIVÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS HÁBITOS DE HIGIENE E SAÚDE ORAL EM ESCOLARES

VIVÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS HÁBITOS DE HIGIENE E SAÚDE ORAL EM ESCOLARES VIVÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS HÁBITOS DE HIGIENE E SAÚDE ORAL EM ESCOLARES Anne Gomes Carneiro 1 ; Renally Cristine Cardoso Lucas 2 ; Severina Silvana Soares dos Santos 3 ; Yêska Paola Costa Aguiar

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

O TRABALHO DA ENFERMAGEM COM POPULAÇÕES VULNERÁVEIS- INTERFACE ENTRE AIDS, CAMINHONEIROS E PROFISSIONAIS DO SEXO

O TRABALHO DA ENFERMAGEM COM POPULAÇÕES VULNERÁVEIS- INTERFACE ENTRE AIDS, CAMINHONEIROS E PROFISSIONAIS DO SEXO O TRABALHO DA ENFERMAGEM COM POPULAÇÕES VULNERÁVEIS- INTERFACE ENTRE AIDS, CAMINHONEIROS E PROFISSIONAIS DO SEXO KOLLER, Evely Marlene Pereira 1 RAMOS,Flávia Regina Souza 2 O Brasil conta com uma população

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO

1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO 1. INTRODUÇÃO Em 2008, as atividades de implementação do programa de melhoria do sistema tiveram início em nossa OM, melhorando os resultados relacionados à identificação de seus gargalos internos e externos

Leia mais

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000)

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000) Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: As dimensões do Cuidar e as Competências da

Leia mais