Repasse financeiro anual ao Poder Legislativo municipal: adequação às disposições da EC n. 58/2009

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1 Repasse financeiro anual ao Poder Legislativo municipal: adequação às disposições da EC n. 58/2009 CONSULTA N EMENTA: I. CONSULTA MUNICÍPIO LIMITES DE DESPESA DO PODER LEGISLATIVO OBSERVÂNCIA DO ART. 29-A DA CF/88, COM AS ALTERAÇÕES DA EMENDA CONSTITUCIONAL 58/2009 ADEQUAÇÃO DOS VALORES DO REPASSE FINANCEIRO ANUAL AO NOVO VALOR CONSTITUCIONALMENTE ESTABELECIDO VIGÊNCIA 1º DE JANEIRO DE 2010 EDIÇÃO DE LEI ORÇAMENTÁRIA COM NOVOS LIMITES OU OBSERVÂNCIA DOS LIMITES DURANTE A EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA. II. REPASSE A MAIOR PELO PODER EXECUTIVO DEVOLUÇÃO DOS RECURSOS RECEBIDOS A MAIOR PELA CÂMARA AO CAIXA ÚNICO DURANTE OU NO FINAL DO EXERCÍCIO CORRENTE DESCONTO PELO PODER EXECUTIVO NO REPASSE A SER REALIZADO NO EXERCÍCIO CORRENTE. 1. A partir de 1º de janeiro de 2010, os percentuais de gasto do Poder Legislativo estabelecidos pelo art. 29-A da CF/88 devem se adequar às disposições da Emenda Constitucional n. 58/2009 mediante: a aprovação de lei que reduza os valores dos repasses e da despesa do Poder Legislativo (situação que não configura inobservância ao princípio da anualidade) ou pela observância dos novos limites durante a execução orçamentária. 2. Na hipótese de não adequação dos novos percentuais de gasto do art. 29-A da CF/88 ao estabelecido na Emenda Constitucional n. 58/2009, os recursos recebidos a maior pela Câmara deverão ser devolvidos ao caixa único durante ou no final do exercício corrente, podendo o Poder Executivo descontar do repasse a ser realizado ainda no ano em questão, os valores eventualmente repassados a maior, sem prejuízo da devolução de todo o montante transferido em valores superiores àqueles constitucionalmente previstos, para que não se configure a prática de crime de responsabilidade do gestor público. RELATOR: CONSELHEIRO EDUARDO CARONE COSTA RELATÓRIO Tratam os autos da Consulta n , subscrita pelo Sr. José Antônio Prates, Prefeito Municipal de Salinas, por meio da qual apresenta os seguintes questionamentos: Tendo em vista o disposto no artigo 29-A da Carta Magna, alterado pela Emenda 122

2 Constitucional n. 58, promulgada em 23 de setembro de 2009, que dispõe sobre os limites para os dispêndios do Poder Legislativo Municipal, indaga-se: Na hipótese de o Município proceder ao repasse aludido a maior (por alguns meses), qual a forma correta de realizar a adequação do repasse financeiro anual ao novo valor, para dar cumprimento ao preceito constitucional em tela? É possível que o recurso recebido a maior pela Câmara seja devolvido nos exercícios de 2010 e 2011? Nessa esteira, questiona-se, no que atine à execução do orçamento do exercício corrente, que foi elaborado observando os limites legais anteriores, ou seja, com previsão de repasse a maior ao Poder Legislativo, qual a medida a ser tomada para a devida adequação da receita municipal e como poderão ser efetivadas as alterações da despesa total anual? Em 6 de agosto de 2010, recebi a referida consulta e encaminhei os autos à Diretoria Técnica que se manifestou a fls pela aplicação dos novos percentuais previstos no art. 29-A da Constituição Federal, fixados pela Emenda Constitucional n. 58/2009, já no exercício de 2010, conforme orientação desta Corte de Contas. Pareceres e decisões Encaminhados os autos à douta Auditoria, esta emitiu o parecer a fls , pela alteração da orientação anteriormente exarada por esta Corte de Contas nas Consultas n e n É o relatório. PRELIMINAR Da análise dos pressupostos de conhecimento da presente consulta, sobressai que a autoridade consulente tem legitimidade para apresentá-la e o seu objeto diz respeito à competência do Tribunal, em conformidade com as disposições dos arts. 210, inciso I, e 212, da Resolução TC 12/2008 (Regimento Interno). Desta feita, preliminarmente, nos termos do art. 211, do diploma regimental, ratifico o despacho a fls MÉRITO No mérito, respondo, em tese, às indagações apresentadas, referentes à forma correta de realizar a adequação do repasse financeiro anual ao Poder Legislativo ao novo valor constitucionalmente estabelecido, na hipótese de o Município proceder ao repasse a maior por alguns meses, bem como à forma de execução do orçamento do exercício corrente, cuja matéria já foi examinada nas Consultas n e n

3 Conforme ficou assentado, os novos percentuais de gasto do Poder Legislativo, estabelecidos pelo art. 29-A, após o advento da Emenda Constitucional n. 58/2009, devem ser observados desde 1º de janeiro de 2010, seja mediante a aprovação de lei que reduza os valores dos repasses e da despesa do Poder Legislativo, seja pela observância dos novos limites durante a execução orçamentária. Nesse sentido é o posicionamento desta Corte de Contas, conforme se verifica do parecer da lavra do Rel. Conselheiro Antônio Carlos Andrada na Consulta n , aprovado na sessão do dia 17/03/2010, in verbis: Diante do exposto, respondo ao Consulente que o art. 29-A da Carta Magna, com as devidas alterações impostas pela Emenda Constitucional n. 58/2009, deverá ser rigorosamente observado. Assim, o Poder Legislativo deverá votar a alteração da despesa total anual fixada para a Câmara Municipal no orçamento de 2010, anulando dotações que superem o limite percentual aplicável, e o Poder Executivo deverá adequar o repasse financeiro anual a esse novo valor, reduzindo, se necessário, o quantitativo dos duodécimos a serem entregues nos próximos meses. Tal orientação foi reiterada por esta Corte de Contas na sessão de 23/06/2010, na qual foi aprovado o parecer da Consulta n , submetida à relatoria do Conselheiro Elmo Braz, in verbis: Pelo exposto, entendo que o novo limite com o total dos dispêndios do Poder Legislativo Municipal deve ser observado a partir de 1º de janeiro de Quando a consulta foi formulada e protocolada neste Tribunal (outubro de 2009), o consulente informou que estavam em fase de aprovação da LOA. Entretanto, a essa altura (abril de 2010) a citada Lei Orçamentária já deve ter sido aprovada. No entanto, como bem salientou a douta Auditoria, em seu parecer, esteja ou não a Lei Orçamentária de 2010 do Município de São Francisco de Paula, obedecendo aos novos parâmetros constitucionais, a execução orçamentária há de observá-la, ou seja, deve ser respeitado o limite de 7% com o total da despesa do Poder Legislativo Municipal, previsto no art. 29-A da Constituição da República, com a redação dada pela Emenda Constitucional n. 58/2009. Note-se que, num primeiro momento, esta Corte de Contas expediu orientação no sentido de que o Poder Legislativo deveria votar projeto de lei alterando os percentuais de repasse e a despesa para adequação aos novos limites do art. 29-A, estabelecidos pela Emenda Constitucional n. 58/2009. No meu entendimento, tal procedimento não configura inobservância ao princípio da anualidade, pois se trata de lei para alterar valores em lei orçamentária já aprovada no exercício anterior, o que também é admitido para a abertura de créditos adicionais. 124

4 Na orientação mais recente, este egrégio Tribunal também admite a adequação dos valores de repasse durante a execução orçamentária, independentemente de terem sido observados ou não pela lei orçamentária os novos limites constitucionais de gasto para o Poder Legislativo. Cumpre registrar, aqui, que o ilustre Auditor em seu parecer opinou pela necessidade da alteração do entendimento desta Corte de Contas sobre a matéria, por entender que, como a vigência das novas regras advindas com a EC n. 58/2009 só se deu em 01/01/2010, a eficácia destas deve se restringir à atividade de elaboração de leis orçamentárias desenvolvida a partir de 1º de janeiro de 2010, comungando do entendimento de alguns Tribunais de Justiça pátrios. Na Consulta n esta questão foi levantada, tendo o Conselheiro Sebastião Helvecio ressaltado que, quando da promulgação da Emenda Constitucional n. 58/2009, a maioria das Câmaras Municipais ainda não havia votado o orçamento para 2010, o que permitia que a adequação fosse realizada. Pareceres e decisões No que tange à segunda indagação pertinente à possibilidade de devolução do recurso recebido a maior pela Câmara nos exercícios de 2010 e 2011, ressalto que, em princípio, em razão da orientação retromencionada desta Corte de Contas, não deveria haver repasse a maior, pois a adequação deveria ter sido promovida no corrente ano. Os municípios, ao elaborarem em 2009 seus orçamentos para 2010, deveriam, obrigatoriamente, ter considerado as novas regras advindas com a Emenda Constitucional n. 58, de 23 de setembro de 2009, que foi promulgada em tempo hábil para inclusão nas peças orçamentárias do exercício financeiro de Sendo assim, os chefes do Poder Executivo não poderiam ter repassado às Câmaras Municipais, durante a execução orçamentária, valores superiores aos novos percentuais previstos no art. 29-A da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 58/2009, e vigentes desde 1º de janeiro do corrente ano, sob pena de configurar a prática de crime de responsabilidade. O repasse para o Poder Legislativo previsto constitucionalmente visa garantir a sua independência, conforme preconizado pelo art. 2º da Constituição Federal, não podendo o gestor repassar nem mais nem menos, sob pena de ficar configurada a prática de crime de responsabilidade, a teor do disposto no 2º do art. 29-A da Constituição Federal, in verbis: Art. 29-A. [...] [...] 2º Constitui crime de responsabilidade do Prefeito Municipal: 125

5 I efetuar repasse que supere os limites definidos neste artigo; II não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês; ou III enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei Orçamentária. (grifo nosso). O repasse a maior ao Poder Legislativo, sem dúvida alguma, gera prejuízo à população, pois tais valores poderiam ser utilizados em projetos ou programas de interesse público. De toda forma, entendo que, caso não tenha sido observada a orientação desta Corte de Contas e, consequentemente, tenha havido repasse a maior, a diferença deverá ser devolvida ao caixa único durante ou no final do exercício de 2010, conforme entendimento firmado no parecer da Consulta n ou descontada de repasses a serem realizados ainda neste ano. Embora, na Consulta n este egrégio Tribunal tenha se manifestado no sentido de que, caso não haja a devolução do saldo financeiro pelo Poder Legislativo no final do exercício, tais valores serão considerados como parte liberada de recursos e deverão ser deduzidos dos repasses duodecimais do exercício seguinte, entendo que tal orientação não se aplica ao presente caso. Nesta consulta, o que se questiona é o prazo para devolução de valores repassados a maior ao Poder Legislativo em razão da não adequação da Lei Orçamentária aos novos percentuais de gasto do Poder Legislativo advindos com a Emenda Constitucional n. 58/2009, o que difere da matéria tratada na Consulta n , na qual esta Corte de Contas analisou a devolução de valores repassados ao Poder Legislativo de conformidade com o previsto na lei orçamentária e que não foram gastos pela Câmara Municipal durante o exercício. Tecidas as considerações acima, quanto às indagações do consulente conclui-se que: a) Os novos percentuais de gasto do Poder Legislativo, estabelecidos pelo art. 29- A, após o advento da Emenda Constitucional n. 58/2009, devem ser observados desde 1º de janeiro de 2010, devendo o Poder Legislativo aprovar lei para reduzir os valores dos repasses e da despesa do Poder Legislativo, ou ainda observar os novos limites durante a execução orçamentária. b) Os recursos recebidos a maior pela Câmara em razão da não adequação aos novos percentuais de gasto do Poder Legislativo estabelecidos pelo art. 29-A, após o advento da Emenda Constitucional n. 58/2009, deverão ser devolvidos ao caixa único durante ou no final do exercício corrente, podendo o Poder Executivo descontar do repasse a ser realizado ainda neste ano, os valores eventualmente repassados a maior, sem prejuízo da devolução de todo o montante transferido em valores superiores àqueles constitucionalmente 126

6 previstos, para que não se configure a prática de crime de responsabilidade do gestor público. É o meu parecer. A consulta em epígrafe foi apreciada pelo Tribunal Pleno na sessão do dia 16/02/11, presidida pelo Conselheiro Antônio Carlos Andrada; presentes o Conselheiro Elmo Braz, Conselheiro Wanderley Ávila, Conselheira Adriene Andrade, Conselheiro Sebastião Helvecio e Conselheiro Cláudio Terrão, que aprovaram, por unanimidade, o parecer exarado pelo relator, Conselheiro Eduardo Carone Costa. Pareceres e decisões 127

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