NOTA INFORMATIVA Nº 447/2013/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP Assunto: Contribuição sindical de servidores públicos da União e suas entidades

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1 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Gestão Pública Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal Coordenação-Geral de Elaboração, Orientação e Consolidação das Normas NOTA INFORMATIVA Nº 447/2013/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP Assunto: Contribuição sindical de servidores públicos da União e suas entidades SUMÁRIO EXECUTIVO 1. Por intermédio da NOTA Nº /2013/JNS/CONJUR- MP/CGU/AGU, de 1 de agosto de 2013, aprovada conforme Despacho do Consultor Jurídico MP/CGU/AGU, de 2 de agosto de 2013, a Consultoria Jurídica junto a esta Pasta encaminha os autos para ciência e eventuais providências que julgar pertinentes quanto à manifestação da CGU de que trata o Despacho nº 101/2013/DRF/DECOR/CGU/AGU, em especial ao seu item 2, acerca da contribuição sindical de servidor público. 2. Portanto, em razão das diversas manifestações constantes dos autos, bem como do entendimento da CONJUR/MP, no sentido de que somente após a edição de lei dispondo sobre a obrigatoriedade do recolhimento de contribuição (sic) sindical pelo trabalhador público, regido pela Lei nº 8.112/90, será viável a adoção da medida cogitada pelas entidades sindicais, concluindo-se pela impossibilidade da realização dos descontos correspondentes, permanecendo em vigor o disposto nas Notas Técnicas e Notas Informativas elencadas no item 9 da presente manifestação acerca da ilegalidade do desconto da contribuição sindical obrigatória ou imposto sindical dos servidores e empregados da Administração Pública Federal, suas autarquias e fundações. 3. Por não se tratar de dúvidas acerca da aplicação da legislação, resta inequívoco que não há providencias a serem adotadas por parte deste DENOP, uma vez que o assunto aqui abordado relaciona-se, especificamente, à adoção de procedimentos acerca da legalidade dos atos praticados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. 4. Pelo encaminhamento dos autos à Auditoria de Recursos Humanos desta Pasta por se tratar de matéria afeta às suas competências. INFORMAÇÕES

2 5. De saída, cumpre salientar que esta Coordenação-Geral de Elaboração, Orientação e Consolidação das Normas CGNOR/DENOP/SEGEP tem por competência dirimir dúvidas quanto a aplicação da legislação de pessoal e não a de analisar a legalidade dos atos praticados pelos administradores públicos, função da AUDIR/SEGEP e dos órgãos de controle. Desse modo, a manifestação desta CGNOR/SEGEP se aterá aos limites de suas competências. 6. Sobre o assunto posto em voga apresentamos as considerações a seguir. 7. Conforme Memorando nº 213/2013/GCU/AGU, de 26 de julho de 2013, a Consultoria Geral da União CGU encaminhou cópia da Nota nº 045/2013/DECOR/CGU/AGU e respectivo despacho de aprovação, cópias às fls , à Consultoria Jurídica desta Pasta para ciência bem como o envio dos autos à Procuradoria-Geral da União para conhecimento e providências de sua alçada, quanto à ilegalidade do desconto da contribuição sindical obrigatória ou imposto sindical dos servidores públicos da Administração Pública Federal, suas autarquias e fundações. 8. A ilegalidade de desconto da contribuição sindical obrigatória ou imposto sindical que ora se discute teve origem com a edição da Instrução Normativa nº 1, de 30 de setembro de 2008, do Ministério do Trabalho e Emprego, que atribuiu aos órgãos da Administração Pública o recolhimento da contribuição sindical de todos os servidores e empregados públicos. Vejamos: CONSIDERANDO a competência estabelecida no artigo 610 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que permite a este Ministério a expedição de instruções referentes ao recolhimento e à forma de distribuição da contribuição sindical; CONSIDERANDO a necessidade de uniformizar o procedimento de recolhimento da contribuição sindical, prevista nos artigos 578 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pela administração pública federal, estadual e municipal; CONSIDERANDO que a exclusão dos servidores estatutários do recolhimento da contribuição sindical viola o princípio da isonomia tributária, previsto no art. 150, II da Constituição Federal de 988; CONSIDERANDO que os acórdãos proferidos nos RMS , RE e RE do Supremo Tribunal Federal determinam que "facultada a formação de sindicatos de servidores públicos (CF, art. 37, VI), não cabe excluí-los do regime da contribuição legal compulsória exigível dos membros da categoria ; CONSIDERANDO que o Superior Tribunal de Justiça, no mesmo sentido do Supremo Tribunal Federal, vem dispondo que "A lei que disciplina a 2

3 contribuição sindical compulsória ('imposto sindical') é a CLT, nos arts. 578 e seguintes, a qual é aplicável a todos os trabalhadores de determinada categoria, inclusive aos servidores públicos", conforme os acórdãos dos Resp e Resp ; e CONSIDERANDO que os Tribunais Regionais Federais também vêm aplicando as normas dos art. 578 e seguintes da CLT aos servidores e empregados públicos, resolve: Art. 1º Os órgãos da administração pública federal, estadual e municipal, direta e indireta, deverão recolher a contribuição sindical prevista no art. 578, da CLT, de todos os servidores e empregado públicos, observado o disposto nos artigos 580 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho. 9. Ao analisar a matéria, a CONJUR/MP exarou a NOTA Nº /2013/CONJUR-MP/CGU/AGU, de 1º de agosto de 2013, nestes termos: 2. A questão de fundo diz respeito à ilegalidade declarada pela Consultoria- Geral da União (Parecer nº 70/2010/DECOR/CGU/AGU), relativa à Instrução Normativa MTE nº 01, de 30 de setembro de 2008, que atribuiu aos órgãos da administração pública o recolhimento da contribuição sindical dos servidores públicos federais. (...) 4. A CGU/AGU analisou essa sugestão e exarou a Nota nº 045/2013DECOR/CGU/AGU (fls. 2 a 11), de 17 de julho de No item 2 do Despacho nº 101/2013/DRF/DECOR/CGU/AGU (fl. 8), de 23 de julho de 2013, a CGU/AGU salientou que a Instrução Normativa MTE nº 01, DE 2008, não vincula a Secretaria de Gestão Pública - SEGEP/MP deste Ministério. Ainda, a CGU/AGU, no Despacho do Consultor-Geral da União nº 724/2013 (fl. 9), de 24 de julho de 2013, entendeu necessário o encaminhamento da Nota nº 045/2013DECOR/CGU/AGU e respectivos despachos de aprovação, para ciência e providências desta Consultoria. 5. Em razão do exposto, por não vislumbrar, no momento, qualquer providência adicional a ser adotada por esta Consultoria Jurídica, resta-nos apenas sugerir a remessa dos autos à Secretaria de Gestão Pública deste Ministério SEGEP/MP, para ciência e eventuais providências que reputar necessárias diante do conteúdo da manifestação da CGU, com especial atenção ao item 2 do Despacho nº 101/2013/DRF/DECOR/CGU/AGU (fl. 8). 10. Como se percebe dos entendimentos colhidos dos autos, o desconto da contribuição sindical devida pelos servidores públicos não se encontra pacificada no âmbito da Administração Pública Federal. 11. Nesse sentido, foi editado o Ofício-Circular nº 07/SRH/MP, de 29 de março de 2004, que orientou os órgãos e entidades integrantes do SIPEC acerca da impossibilidade de efetuar descontos a título de contribuição sindical dos servidores públicos por falta de amparo legal. 3

4 12. Atualmente, encontra-se em vigor o Ofício-Circular nº 1 SRH/MP, de 15 de março de 2011, que manteve o entendimento acerca da impossibilidade de cobrança da referida contribuição, in verbis: Com o objetivo de orientar os órgãos e entidades integrantes do SIPEC com relação a dúvidas e questionamentos sobre o desconto em folha de pagamento de servidores e empregados públicos da contribuição sindical prevista no art. 578 da Consolidação das Leis do Trabalho, este órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal informa não ser devida a cobrança dos servidores e empregados públicos da administração direta, suas autarquias e fundações. A Consultoria Jurídica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, no Parecer MP/CONJUR/DR/nº /2001, corroborado pelo Parecer MP/CONJUR/FB/nº /2010, concluiu pela necessidade de disposição expressa em lei instituindo a obrigatoriedade da contribuição sindical de servidores e empregados públicos para que seja possível o seu desconto em folha de pagamento, tendo em vista a sua natureza tributária. Este órgão central do SIPEC orienta, portanto, pela ilegalidade do desconto de contribuição sindical obrigatória ou imposto sindical de servidores ou empregados públicos da administração direta, suas autarquias e fundações. 13. Destaque-se, ainda, que em reiteradas manifestações posteriores acerca do assunto, esta Secretaria de Gestão Pública manteve o entendimento quanto à impossibilidade do desconto da contribuição sindical obrigatória, conforme de observa da NOTA TÉCNICA Nº 571/2010/COGES/DENOP/SRH/MP, de 11/06/2010, da NOTA INFORMATIVA Nº 61/2011/DENOP/SRH/MP, de 17/08/2011 e da NOTA INFORMATIVA Nº 97/2011/DENOP/SRH/MP, de 11/06/2011, da qual destacamos a conclusão: 3. Assim, esta Secretaria de Recursos Humanos, na qualidade de órgão central do SIPEC, cujo entendimento vincula os órgãos e entidade que integram este sistema, entende ser ilegal o desconto de contribuição sindical obrigatória ou imposto sindical de servidores públicos da administração direta, suas autarquias e fundações. 14. Portanto, em razão das diversas manifestações constantes dos autos, bem como do entendimento da CONJUR/MP, no sentido de que somente após a edição de lei dispondo sobre a obrigatoriedade do recolhimento de contribuição (sic) sindical pelo trabalhador público, regido pela Lei nº 8.112/90, será viável a adoção da medida cogitada pelas entidades sindicais, concluindo-se pela impossibilidade da realização dos descontos correspondentes, permanecendo em vigor o disposto nas Notas Técnicas e Notas Informativas elencadas no item 9 da presente manifestação acerca da ilegalidade do desconto da contribuição sindical obrigatória ou imposto 4

5 sindical dos servidores e empregados da Administração Pública Federal, suas autarquias e fundações. 15. Assim, por não se tratar de dúvidas acerca da aplicação da legislação, resta inequívoco que não há providencias a serem adotadas por parte deste Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal DENOP, uma vez que o assunto aqui abordado relaciona-se, especificamente, à adoção de procedimentos acerca da legalidade dos atos praticados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. 16. Isto posto, submetemos os autos às instâncias superiores, sugerindo seu encaminhamento à Auditoria de Recursos Humanos desta Pasta, para verificação, em folha de pagamento, se algum órgão efetuou o desconto em análise e demais providências que julgar pertinentes. À consideração da Senhora Coordenadora-Geral. CLEONICE SOUSA DE OLIVEIRA Técnica da DILAF MARCIA ALVES DE ASSIS Chefe da Divisão de Direitos, Vantagens, Licenças e Afastamentos DILAF De acordo. Ao Senhor Diretor para apreciação. ANA CRISTINA SÁ TELES D AVILA Coordenadora-Geral de Elaboração, Orientação e Consolidação das Normas De acordo. Encaminhe-se à AUDIR/MP para apreciação. ROGÉRIO XAVIER ROCHA Diretor do Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal 5

3. Pelo Retorno dos autos à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas deste Ministério, para conhecimento e demais providências de sua alçada.

3. Pelo Retorno dos autos à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas deste Ministério, para conhecimento e demais providências de sua alçada. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Gestão Pública Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal Coordenação-Geral de Aplicação das Normas NOTA TÉCNICA Nº 90/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP

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