International Research Network on Muslims in Lusophone Spaces

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1 International Research Network on Muslims in Lusophone Spaces CONTACTOS Web site: (em construção) Hotmail for urgent cases: ORGANIZAÇÃO Nina Clara Tiesler, ICS-UL 1. OS PRIMÓRDIOS A MEL-net (Muçulmanos em Espaços Lusófonos) foi concebida pela Doutora Nina Clara Tiesler, e aceite como projecto pelo ICS-UL em Janeiro de A criação da Rede MEL-net emergiu da necessidade e do desejo de facilitar a comunicação entre investigadores que se debruçam não só sobre o estudo do Islão e questões relacionadas, em países lusófonos, como também sobre estas mesmas questões em relação às comunidades muçulmanas lusófonas que residem noutras zonas do mundo. A sua constituição como rede interdisciplinar de investigação tem sido possível graças à participação e empenho de 35 investigadores de várias partes do mundo que para ela contribuíram de diversos modos. O XIX Congresso da Afemam (Association française pour l étude du Monde arabe et Musulman) em Estrasburgo, França, de 7 a 9 de Julho deste ano revelou-se uma oportunidade ideal não só para o lançamento oficial da MEL-net, mas também para a realização do seu primeiro painel. Foram apresentadas contribuições por sete investigadores, e nomeados os membros para o Comité Executivo da MEL-net para o ano de 2005/2006 (ver abaixo). 2. OS MOTIVOS... emergentes das áreas geográficas em investigação Quase todos os países lusófonos contam com comunidades muçulmanas que são parte activa da sociedade em que se inserem, e que apresentam características distintas relativas, por exemplo, ao país de origem e ao período de estabelecimento no país de residência. Por exemplo, enquanto que a comunidade Muçulmana na Guiné-Bissau e Moçambique já existe há muito, a comunidade em Angola é muito mais recente e oriunda de países não-lusófonos. Apesar da presença Islâmica em Portugal remontar aos tempos do Gharb al-andaluz, a comunidade muçulmana actual não tem qualquer relação sócio-demográfica directa com esta presença ancestral. Em boa verdade, esta comunidade é mais um fenómeno pós-colonial, que propriamente o resultado de centenas de anos de aculturação. Outros países como o Brasil, 1

2 Macau e Timor-Leste também contam com uma comunidade muçulmana cujas características diferem significativamente. Contudo, e apesar destas assimetrias, as comunidades partilham certas características sócio-culturais que se prestam a uma análise comparativa como, aliás, evidenciam as hipóteses exploratórias apresentadas numa secção posterior. Em todos os casos, a comunidade muçulmana é tratada analiticamente como uma minoria religiosa (com a excepção da Guiné Bissau onde a situação se alterou recentemente), e na maioria dos casos, muçulmanos representam também minorias étnicas nestes sociedades. De ressalvar o carácter dinâmico destas comunidades, fruto da migração internacional, das ligações transnacionais e das tecnologias de comunicação, que não só produziram uma crescente diversidade, como também uma construção de afinidades que por vezes é baseada na nacionalidade, ou na etnia, ou até mesmo na partilha de um idioma comum (em muitos casos o português). Apesar do conceito de lusofonia, enquanto construção social nestes contextos coloniais e póscoloniais, ser utilizado ou rejeitado tanto por maiorias como por minorias, na realidade, nunca foi examinado no contexto da comunidade muçulmana em áreas lusófonas.... emergentes do seio da comunidade científica A falta de tradição académica em estudos sobre o Islão e respectivas comunidades nestes paises, assim como o alto grau de dispersão dos investigadores que trabalham na área, tem ocasionado um certo isolamento académico e défice em análise comparativa em relação a outros espaços não-lusófonos. Mais concretamente, a ausência de estruturas institucionais específicas (sejam programas de investigação, bases de dados bibliográficas ou directórios de peritos) que possam servir como suporte académico, assim como a não publicação de estudos em idiomas que não o português, tem sido prejudicial a uma efectiva cooperação académica e à divulgação de estudos sobre espaços lusófonos. Visando colmatar esta lacuna e tornar os projectos produzidos em português acessíveis a um público mais alargado, a rede MEL-net pretende publicá-los noutros idiomas, tais como o inglês e o francês, tornando-se assim num recurso precioso não só para investigadores mas também para outras redes de investigação internacional como, por exemplo, o EURISLAM.... emergentes dos discursos públicos, programas educacionais e media A actual situação internacional caracterizada pela crescente saliência de actos violentos e extremistas perpetuados por grupos e por indivíduos que se auto-denominam muçulmanos, tem gerado uma crescente procura de informação de cariz sócio-cultural e académico acerca da religião Islâmica e dos muçulmanos, particularmente por agentes mediadores nas várias sociedades lusófonas. Estes expressam frequentemente uma certa frustação pela dificuldade na obtenção de fontes úteis de informação. Concomitantemente tem-se verificado também uma verdadeira proliferação de auto-denominados peritos no mundo muçulmano, cuja falta de rigor académico os leva a acatar, sem sentido crítico, as declarações destes grupos e indivíduos extremistas, contribuindo ainda mais para a perpetuação de estereótipos e de falsas assunções acerca desta religião na esfera pública. Neste contexto, tanto políticas públicas como assuntos de segurança nacional podem vir a ser parte do âmbito da MEL-net, beneficiando assim de uma análise científica rigorosa, adequada aos vários contextos. 2

3 Concluindo, a MEL-net poderá tornar-se um instrumento de grande utilidade para aqueles interessados em conhecimento académico de fácil acesso que abranja uma panóplia de assuntos contemporâneos associados às minorias muçulmanas em espaços lusófonos. 3. A ÁREA GEOGRÁFICA DE INVESTIGAÇÃO Portugal Moçambique Guiné-Bissau Angola Cabo Verde Brasil Timor Leste Macau Díu, Damão & Goa Para além dos países supracitados parece relevante incluir outros países não lusófonos, cuja acuidade para as áreas acima podem contribuir para o estudo das comunidades muçulmanas, e ilustrar a importância dos assuntos abordados: Países de origem e acolhimento de muçulmanos que hoje residem em espaços lusófonos (por exemplo: Bangladesh e Arábia Saudita para o caso dos Bangladeshis em Portugal, Líbano para o caso dos Muçulmanos Brasileiros, o Mali como país de origem de Muçulmanos que residem em Angola, etc); Países de destino para muçulmanos originários de espaços lusófonos (por exemplo: Muçulmanos de origem Guineense em Espanha; Muçulmanos Portugueses n o Reino Unido); Contextos de trocas e comunicações transnacionais; Países de residência prévia ou presente de Muçulmanos lusófonos; As várias diásporas de diferentes países, desde que estas comunidades também estejam presentes num país lusófono (por exemplo: Muçulmanos de origem Indiana em Portugal e no Reino Unido; migrantes Marroquinos em Portugal e Espanha, etc.) 4. AS ÁREAS DE INVESTIGAÇÃO Presença Islâmica Contemporânea (PIC); Presença Islâmica Histórica (PIH). 5. OBJECTIVOS GERAIS Promover a cooperação académica interdisciplinar a nível internacional; A abertura dos discursos lusófonos à comunidade científica internacional; Organização de conferências e de um programa de publicações* 1 ; Lançamento do sítio de internet MEL*. 1 Estes programas estão detalhados em secções posteriores. 3

4 6. OBJECTIVOS PRINCIPAIS Disponibilizar súmulas relativas à Presença Muçulmana, tanto Histórica como Contemporânea (PIC & PIH) nas várias áreas geográficas Estas resenhas e perfis de países, especialmente quando relacionadas com a PIC, poderão ser disponibilizadas como parte de um menu de pesquisa de assuntos gerais (ver abaixo), e serão disponibilizadas no sítio de internet da MEL-net. Articulação de questões para investigação de cariz comparativo,* como alicerce para a cooperação académica De referir que este objectivo não implica a homogeneização das comunidades em estudo. Muito pelo contrário, os investigadores estão perfeitamente cientes das especificidades de cada caso e da importância de atender aos interesses de investigação e áreas de especialização dos participantes. Estas questões serão discutidas e sujeitas a constante reformulação, dependendo dos desenvolvimentos das comunidades em estudo e da própria evolução do estado da arte. Uma constante reflexão e análise dos vários acontecimentos constituirão uma das componentes essenciais da MEL-net. Constituição de equipas de investigação multi-site A natureza da investigação académica nesta área obriga a que os investigadores se desloquem com frequência. A dispersão geográfica das comunidades devido à migração, assim como as ligações transnacionais, a que não são alheias as novas tecnologias de informação (por exemplo a participação em salas de conversação Muçulmanas), obrigam a este esforço. Contudo, os investigadores muitas vezes deparam-se com dificuldades na busca e actualização de informação, como corolário da impossibilidade de deslocação ao estrangeiro. A MEL-net pode revelar-se um instrumento de extrema importância na persecução deste objectivo porque pode assistir na localização de colegas no estrangeiro com interesses de investigação semelhantes, ajudando assim à constituição de equipas de investigação internacionais. Estandardização, tradução e transliteração de termos em árabe & terminologia em geral A maioria dos investigadores que publicam os seus trabalhos em português seguem geralmente normas de tradução anglófonas, utilizando na prática termos com conotação muito diversa para designar fenómenos semelhantes. As transliterações de certos termos para português também alteram radicalmente o conteúdo da obra. Veja-se, por exemplo, que as designações portuguesas de várias religiões terminam em -ismos, tais como Cristianismo, Judaísmo, Hinduismo e Budismo, sendo também deveras comum utilizar a palavra Islamismo para designar a religião Islâmica, em vez da alternativa Islão (ou Islã, a variação Brasileira). A palavra Islamismo, traduzida em inglês ou utilizada num contexto não lusófono, será entendida como Islamism, um conceito que em inglês não significa Islão, mas sim os vários movimentos políticos de inspiração Islamista. Directório de Peritos Os investigadores que trabalham nesta área são contactados com frequência por uma série de pessoas e instituições, em que se incluem tanto estudantes como jornalistas. Estes 4

5 contactos visam a obtenção de informação rigorosa, seja através de entrevistas, convites para conferências/aulas, ou até mesmo orientação em projectos de investigação. As actividades a que a MEL-net se propõe seriam constitutivas desta ponte com o mundo não acadêmico, constituindo para o efeito bases bibliográficas de informação, e institucionalizando o trabalho efectuado por peritos. Criação de uma base de dados bibliográfica Os investigadores que contribuirão para a MEL-net propõem-se organizar e categorizar todos os seus dados bibliográficos e disponibilizá-los no sítio de internet. Visando uma troca de informação interactiva, tanto os utilizadores como os autores serão encorajados a participar no enriquecimento do sítio. Para concretizar este objectivo, será necessário um software adequado que permita não só a procura de documentos por palavra-chave como também uma categorização adequada dos dados. A MEL NO SEU MELHOR MEL-net: Programa e rede de investigação MEL-mail: Mailinglist MEL-site: Fórum de internet, sítio de internet MEL-doc: Mestrandos e Doutorandos MEL-pub: Programa de publicações 7. MEL-net Tendo em conta os objectivos e actividades delineados, a MEL-net possui o potencial para se tornar num projecto de investigação, desde que a sua capacidade de angariação de fundos consiga igualar os seus objectivos. Existe um amplo potencial para a investigação e cooperação internacional, seja através da divulgação da investigação em português como pela possibilidade de conduzir estudos em áreas até hoje pouco teorizadas. A assistência da MELnet é frequentemente procurada para orientação na articulação de questões de investigação simples, particularmente por investigadores cuja especialização académica se centra no estudo das religiões e minorias étnicas, mas que necessitam de orientação no estudo das especificidades das comunidades muçulmanas. Um dos objectivos da MEL-net seria também a atribuição de bolsas de investigação para apoiar investigadores nacionais no estrangeiro de modo a concretizar, pelo menos, projectos de curta duração, e para financiar a sua participação em congressos e conferências (viagens e estadia) visando a apresentação e a divulgação do seu trabalho. HIPÓTESES DE INVESTIGAÇÃO INICIAIS PIC (Presença Islâmica Contemporânea) Visando uma perspectiva comparativa, os investigadores afiliados à MEL-net têm vindo a desenvolver grupos de questões relativos a várias temáticas, de entre as quais se destacam as seguintes: 5

6 1. Base de Dados Demográfica População total do país Número estimado de Muçulmanos Países de Origem Cidadania / estatuto legal dos imigrantes de origem Muçulmana Motivos para a imigração, e eventuais ondas migratórias Distribuição geográfica (possível concentração) 2. Sociografia religiosa Número de mesquitas e salas de culto; Escolas Corânicas, outras escolas, jardins de infância, grupos de estudo, Universidades; Cemitérios; Talhos; Associações (por ex. Jovens ou Estudantes Muçulmanos); Organizações de Mulheres; Ajuda Humanitária; Organizações Sociais; Etc. 3. Os Media Publicações produzidas por Muçulmanos (sítios e internet, literatura cinzenta), livrarias; Publicações acerca de Muçulmanos; Participação de Muçulmanos em programas de Rádio e televisão; Livros académicos sobre Muçulmanos nos vários países; 4. Relação entre o Estado e as Comunidades Religiosas Religião dominante & outras minorias religiosas; Leis e debates sobre a Liberdade Religiosa; Formas de organização e Reconhecimento de comunidades religiosas; Partidos Muçulmanos/Islâmicos; Aplicação da Lei da Família Islâmica; Feriados; Funerais; matadouros Halal, etc. Debates sobre o papel do Islão em escolas públicas. HIPÓTESES DE INVESTIGAÇÃO COMPARATIVAS CIP (em estudo) 1º Exemplo: Trajectórias Migratórias dos Muçulmanos em Espaços Lusófonos 2º Exemplo: As várias construções do conceito de Lusófonia 3º Exemplo: A Tabligh Jamaat em Espaços Lusófonos 4º Exemplo: A posição legal do Islão e políticas relacionadas com os muçulmanos em Espaço Lusófonos 8. MEL-mail A MEL-mailing list seria gerida a partir do ICS-UL, e numa fase inicial será lançada em versão beta, o que significa que começará como um list-serve, organizado por um list manager com uma conta de 6

7 Com o crescimento da lista, o sistema seria melhorado e transformado num mailing list provider profissional com um list manager, tal como nos foi recomendado pela Amnistia Internacional. Uma pequena nota introdutória acerca da MEL-net seria distribuída por todos os canais disponíveis (sistema snowball ), assim como uma chamada para contribuições para o sítio. Deste modo, a MEL-net estará acessível a um largo espectro de interessados (jornalistas, professores, etc), que assim poderão consultar e enviar informação para o sítio. 9. MEL-site (em construção, veja também Call for Contribution) Secção Histórica e Contemporânea; Relatórios por país na secção Contemporânea; Base de dados Bibliográfica; Working Papers & Publicações em PDF; Links para teses, publicações e artigos relevantes; Membros, Contactos, CVs; Resumos de actuais projectos de investigação (includindo projectos de Mestrado e Doutoramento); Anúncios de Eventos Académicos & recensões literárias; Links para outras redes/base de dados/sítios de internet relacionados com a comunidade muçulmana a nível mundial. 10. MEL-doc A MEL-net ambiciona oferecer uma plataforma académica para a cooperação e troca de ideias assim como oportunidades para publicação online e possibilidades de orientação para mestrandos e doutorandos. O objectivo principal é facultar um espaço de discussão onde os estudantes possam não só apresentar os seus trabalhos (pelo menos um por ano por candidato), mas também receberem orientação/ajuda básica na sua área por investigadores especializados. Seriam constituídos vários grupos de discussão online a serem coordenados pelo José Mapril (ICS-UL), e apesar de todo este intercâmbio poder ser feito online, seria desejável a obtenção de fundos para a organização ocasional de reuniões em diferentes países/ partes dos países. Artigos meritórios, após a sua discussão e edição, podem ser posteriormente publicados na secção working-papers do MEL-site e/ou serem publicados no MEL-pub (programa de publicações). Mestrandos e doutorandos que estejam interessados em fazer parte da MEL-Doc podem candidatar-se facultando para o efeito uma descrição do seu projecto de investigação, o CV, e uma amostra escrita do seu trabalho (a aceitação da candidatura possivelmente dependerá também da anuência do orientador ou instituição académica do candidato). A candidatura seria posteriormente avaliada por um painel de investigadores seniores e juniores pertencentes à Rede MEL. Apesar de até agora, a MEL-net não ter ainda seriamente envidado esforços para alcançar um público mais abrangente, cerca de 12 candidatos deveras promissores e de 5 países distintos, já expressaram o seu interesse em participar. 7

8 11. MEL-pub Conjuntamente com os recursos disponíveis no sítio de internet, a MEL-net ambiciona inaugurar um programa de publicações. A primeira publicação MEL está de momento a ser preparada e será lançada em Maio de 2007: uma edição especial da revista Lusotopie (publicado na Brill) dedicada ao Islão e aos Muçulmanos em Espaços Lusófonos que de momento inclui artigos sobre a presença histórica e contemporânea dos Muçulmanos em Portugal (5), no Brasil (2), em Moçambique (3) e no Reino Unido (1). LUSOTOPIE, Vol. XIV (1), Islam en lusophonie, édité par Nina Clara Tiesler (avec l aide précieuse de Lorenzo Macagno et Eric Morier-Genoud), mai 2007 CRONOLOGIA Janeiro 2005 Concepção da Rede MEL-net Junho 2005 Participação da MEL-net na Mesa Redonda Islão em Portugal: sociedade multicultural e co-inclusão, org. pelo Centro de Estudos Geográficos, FLAD, Julho 2005 Painel MEL na XIX Conferência da AFEMAM, Estrasburgo, 7-9 Julho, e lançamento da MEL-net Out Out Edição do Volume especial MEL com a Lusotopie Novembro 2005 Apresentação da Rede MEL-net na reunião da Rede Bibliográfica Internacional EURISLAM, em Estrasburgo, França (Nina Clara Tiesler) Abril 2006 Painel MEL & Lançamento da MEL-doc no III Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia (APA), de 6-8 de Abril, Lisboa (ICS-UL & ISCTE) Junho 2006 Preparação do Painel MEL para o Congresso Luso-Afro- Brasileiro das Ciências Sociais, Nov em Luanda Augusto 2006 Lançamento do MEL-mail, Call for Contributions for MEL-site/ desenvolvimento do sítio de internet MEL Novembro 2006 Lançamento do sítio de internet MEL Novembro 2006 MEL-PAINEL, Comunidades muçulmanas nos processos de desenvolvimento e modernização das sociedades lusófonas, IX CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, Luanda, Angola, 28, 29 e 30 de Novembro Decembro 2006 Avaliação de posteriores desenvolvimentos para o MEL-doc A desenvolver MEL-net Comité Executivo 2005/6 Nina Clara Tiesler, ICS-UL, Portugal AbdoolKarim Vakil, King s College Londres, Reino Unido Paulo Daniel Farah, Centro de Estudos Árabes, Univ. de São Paulo, Brasil Maria Abranches, CIES/ISCTE, Portugal 8

9 Até ao momento, a Rede Mel beneficiou da participação, apoio, entusiasmo e contribuições de José Mapril, ICS-UL (coordenador MEL-doc) Lorenzo Macagno, Univ. Federál de Paraná, Brazil Eric Morier-Genoud, Univ. of Lausanne, Switzerland Liazzat Bonate, Eduardo Mondlane Univ., Maputo, Moçambique Álvaro Nobrega, ISCSP-UTL, Lisboa Eduardo Costa Dias, ISCTE, Lisboa Maria Johanna Schouten Rita Gomes Faria, AM (Madrid) Eduardo Medeiros, Univ. de Évora Maria João Baessa Pinto, ISCTE, Lisboa Eva-Maria von Kemnitz, UNL, Lisboa Nicole Khouri, Paris Joana Pereira Leite, INDEG, Lisboa Ana Costa, Cemme/UNL, Lisboa Filomena Batoréu, Cemme/UNL, Lisboa Faranaz Keshjavee, Lisboa Susana Pereira Bastos, Cemme/UNL, Lisboa Adriana José, FLUP, Porto Fátima Viegas, UAN, Luanda, Angola Mark Cooper Emmerson, Univ. da California Santa Barbara, EUA Michel Cahen, Univ. de Bordeaux, France Vera Marques, PUC, Brasil Ivo Carneiro de Sousa, CEPESA, Lisboa Maria Cadeira da Silva, UNL, Lisboa Adel Sidarus, Instituto de Inv. Científica Tropical, Lisboa E muitos outros. 9

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