A computação gráfica como ferramenta de construção em projetos arquitetônicos julho de 2013

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1 A computação gráfica como ferramenta de construção em projetos arquitetônicos Osnir Gomes dos Santos - Instituto de Pós-Graduação e Graduação IPOG Fortaleza, Ceará, 30 de julho de 2012 Resumo Compreender a importância da aplicação do vasto universo da computação gráfica como ferramenta de construção em projetos arquitetônicos pode favorecer a reflexão sobre a total migração de profissionais e escritórios de arquitetura do método tradicional para o campo virtual. Tornaram-se indispensáveis os recursos da computação gráfica na arquitetura contemporânea haja vista, as vantagens sobre o trabalho manual desde a velocidade nas alterações de projetos até a apresentação de protótipos virtuais vivos. O objetivo desse estudo foi idealizar um panorama investigativo que pudesse explicar a evolução sistemática da computação gráfica nos projetos arquitetônicos e como profissionais da área atuam e adequam seus escritórios com os inumeráveis elementos virtuais compositivos. Realizou-se uma pesquisa entre arquitetos de vários estados para coletar os dados e apresentar o que seria um indicativo considerado para conclusão desse estudo. Concluiu-se que os efeitos tecnológicos da computação gráfica é uma vertente conclusiva e irreversível para o processo construtivo e representativo na projeção dos espaços arquitetônicos. Palavras-chave: Computação gráfica. Ferramenta de construção. 1. Introdução Tradicionalmente, os arquitetos têm se utilizado de pranchetas, lápis, gabaritos de plásticos ou instrumentos muitas vezes criados por eles próprios, maquetes forjadas a partir de papelão, material plástico, arame, madeira, isopor, ou até fotografias para apresentar seus projetos. Com o advento dos computadores e a evolução de programas especializados nas diversas áreas das atividades humanas, a computação gráfica tornou-se um instrumento tecnológico largamente utilizado nos diversos campos da atividade humana. Para compreender o processo histórico do ponto de vista de evolução desse modelo, e enquadrar os profissionais de arquitetura como elemento compositivo na questão, recorremos aos comentários informativos do professor Affonso Orciuole (2010:08). "Há 25 anos, a tecnologia CAD (computer aided design) chegava aos escritórios de arquitetura. Por aquelas datas, a informática era algo acessível a poucos, devido ao alto preço dos computadores, à baixa produtividade que permitiam e por oferecer uma interface pouco atrativa aos profissionais que trabalham com temas gráficos. Além disso, a comunicação entre os diferentes agentes que participam em um projeto arquitetônico ainda se dava de maneira física, presencial (mediante formato analógico, papel) - afinal, até 1989 a World Wide Web não existia. Esses fatores, aliados ao fato de que a indústria da construção civil é pouco propensa a mudanças de sistemas (onde existem riscos), fizeram com que o uso da informática tenha sido introduzido de maneira muito mais lenta do que em outros setores da indústria. Mas a informática, como ciência, começava a despertar interesse também aos arquitetos e designers. E essa evolução foi rápida, sendo impossível fazer alguma previsão sobre o futuro. Surgia, assim, um novo campo dentro da prática arquitetônica: as inter-relações entre desenho e informática em uma primeira etapa

2 (principalmente no campo da representação gráfica), e as inter-relações entre design, programação e fabricação, no estado atual." (ORCIOULE, ago/2010). As correntes de grupos mais conservadores, seguiam os padrões até então praticadas suprindo-se dos valores os quais delineavam substancialmente esse setor. Com efeito, as complexidades dos projetos arquitetônicos, do ponto de vista criativo, aliada ao romantismo das cores, linhas bem sugestivas e traços bem delineados, composições ricamente produzida a partir de curvas sinuosas geradas a partir de instrumentos de metal ou acrílico, compunha uma complexidade de material representativo coerente com o universo de indivíduos dotados de habilidades que os diferenciavam do meio comum. Esse conjunto romântico dedicado, profundamente organizado apresentavam-se como elementos paradigmáticos e consequentemente intocáveis, muito difícil de serem violadas. Acompanhando a narrativa do contexto histórico da computação gráfica ante aos desafios que uma nova alternativa apresentava, continua Affonso (2010:08): "A lenta, mas constante implementação dos sistemas informáticos gerou certa desconfiança no meio arquitetônico. Em um princípio era difícil para um arquiteto entender em que sentido um computador poderia ser útil para o seu trabalho. A falta de conhecimento por parte dos arquitetos em lidar com a informática colocou o computador como algo estranho, delegando a este tarefas mais relacionadas à ofimática (gestão e administração do escritório) do que ao desenvolvimento de projetos. A crítica, inclusive por parte da academia, atacava o uso dos sistemas CAD, que debilitaria o traço, uma característica forte na expressão gráfica arquitetônica - e, assim, coibiria a própria criatividade. Pese à crítica, alguns escritórios começaram a trabalhar com sistemas CAD, assumindo assim os riscos e desafios que uma nova tecnologia sempre estimula" (ORCIOULE, Ago,2010). Desta forma, o conjunto de instrumentos tradicionais que até então compunha a área de representação projectual, antes utilizados para representar um trabalho, ao seu mau grado, perde espaço e consequentemente cede à forte tendência ao modelo mesmo que ainda timidamente, até então era visto como uma opção praticada por alguns escritórios mais ricos em condições de se munir de equipamentos tecnológico, softwares complexos e difícieis de manuseio num campo dominado pelas pranchetas e horas a fios dedicadas diariamente a um projeto. E finalmente dentro do aspecto conclusivo, arremata Affonso (2010:08): "O uso de ferramentas avançadas de desenho dá lugar à complexidade. A forma "emerge" do computador, e o designer é quem acaba controlando essa emersão. Mas logo surge uma dúvida: como dar saída a essa complexidade? Como essa pode ser construída? Se por um lado vemos que um projeto e uma construção podem ser extremamente customizados ou personalizados, de que maneira a tecnologia pode ajudar nesse processo de materialização? Daí surgem as novas técnicas de fabricação digital, sejam aditivas (que vão depositando partículas, ou capas de materiais diversos), subtrativas (CNC, laser) ou mesmo de deformação. Cada vez mais essas tecnologias (também disruptivas) estão presentes e acessíveis aos arquitetos ou designers. O futuro contempla a fabricação digital, a customização e a personalização. A procura de uma solução única e universal, base da Revolução Industrial e do Movimento Moderno, é substituída pela multiplicidade e pela particularidade. Definitivamente, tudo depende da capacidade humana - criativa e ampliada - pelo uso das novas tecnologias" (ORCIOULE, Ago, 2010). Ainda no campo histórico, o computador e os agregados que o compõe, utilizado como uma linguagem na acepção do conceito de ferramenta de concepção projectual, mas numa abordagem complementar do ponto de vista tecnológico, vamos encontrar subsídios informativos em várias

3 vertentes no campo da crítica e de diversos autores especializados nos estudos da evolução humana, o período onde refletia o momento de todo um universo novo, que inspirava desconfiança, mas que prometia mudanças substanciais no campo da arquitetura. "Nessa linha de pensamento, vê-se que o computador não deve ser analisado como apenas um elemento de representação final do projeto (representação essa para fins de representação do projeto e construção do edifício), mas sim contribuir com o processo de concepção do projeto. Nesse sentido, Steele (2001) acredita que o computador está possibilitando o aparecimento de uma nova arquitetura, não só alterando as características dos espaços construídos, mas também, em alguns casos, melhorando suas qualidades". (ADRADE, 2007). O que tem se observado ao longo das décadas e em todas as instâncias e segmentos, e particularmente na área da arquitetura propriamente dita, é que a computação gráfica tem se constituído em elemento poderoso e um dos fatores mais importantes dos tempos modernos na construção de projetos arquitetônicos bem como na reconstrução virtual de obras a partir de vestígios ou alguns pedaços de tijolos amontoados em ruínas, documentos culturais e históricos e até mesmo narrativas fantasiosas transmitida pela tradição oral através dos tempos e que a criatividade humana é capaz de materializar. Pesquisadores, cientistas, historiadores, técnicos e governos, assumem compromisso cada vez mais arrojados junto à humanidade, no intuito de resgatar e apresentar surpreendentemente com riquezas de detalhes, edificações monumentais e formas que somente se consegue através da relação entre os elementos tecnológicos e esforços humanos. Dessa forma, esse estudo procurou explicar a tecnologia da computação gráfica como ferramenta indispensável nos projetos arquitetônicos, sua aplicabilidade e a tendência desse fantástico mundo virtual, cuja fonte de pesquisa investigativa, proporcionou um universo imponderável e realista com os profissionais da área. Como resultado, espera-se que o presente estudo contribua para o entendimento das questões tecnológicas pertinentes a construção do projeto desde sua concepção até sua apresentação. 2. Desenvolvimento do Trabalho Pode parecer que o assunto a respeito da computação gráfica e sua aplicabilidade, já tenha atingido seus limites imponderáveis, haja vista, o número de autores que o abordam em caráter conclusivo, ou seja, indispensáveis em quaisquer esfera das atividades humana. Considerando o tema um assunto de grande relevância e buscando apresentar uma resposta contundente que nos levasse a compreensão do número, particularmente na área da arquitetura, de profissionais cada vez mais disposto a atuar no campo da virtualidade, foi elaborado uma pesquisa investigativa entre arquitetos, engenheiros e designers dos estados do Ceará, Piauí e Maranhão, como material fundamental para composição desse trabalho.

4 Para consolidar essa experiência investigativa, recorremos aos meios tecnológicos através de e- mails. O processo metodológico evoluiu a partir da aplicação de um questionário composto de 6 (seis) perguntas básicas que efetivamente favoreceram a coleta de dados e conseqüentemente o resultado em % de cada resposta. Dentro de um universo de 30 profissionais dos quais 20 responderam, embora considerado uma amostra pequena e pouco representativa, os elementos característicos apontaram para um cenário de referência tecnológico do qual está inserido o atual campo da arquitetura. A primeira pergunta abordada pelo questionário, faz referência ao modelo convencional de representação gráfica e o modelo de composição virtual. Não foi simplesmente uma pergunta dirigida, mas elaborada com a intenção de comparar o número de profissionais que ainda utilizam os instrumentos chamados de modelo convencional e àqueles que aderiram, de modo substancial, o campo da tecnologia e o utilizam como ferramenta indispensável desde a concepção até a apresentação final de seus projetos. O resultado da questão abordada, revelou a total integração desses profissionais às máquinas e uma preferência total na aplicação da computação gráfica no universo arquitetônico. O restante das questões inseridas no questionário, buscam identificar as opiniões em vários aspectos no campo compositivo do projeto, o impacto causado pela introdução tecnológica no mercado e identificar se os profissionais, das áreas pesquisadas, aboliram por completo o manuseio dos equipamentos considerados como tradicionais no campo da representação projectual tipo, lápis e papel, ou se ainda o utilizam e em que fase? 0% modelo convencional computação gráfica outros 100% Figura 1 Quando foi perguntado "Que tipo de ferramenta você mais utiliza em seus projetos de arquitetura?" Todos os participantes da pesquisa foram unânimes em apontar a computação gráfico com instrumento mais utilizado deixando o modelo convencional, prancheta, lápis de cor, canetas nanquim, etc., ou outros sem pontuação como mostra a figura 1.

5 investimento contante para se manter no mercado 22,22% 22,22% 55,55% dificuldade de profissionais adequados para operacionalização dos sistemas concorrência de profissionais de outras áreas nenhum impacto ocorreu Figura 2 Na pesquisa perguntou-se, "Qual o impacto que a computação gráfica exerceu na sua profissão?" Houve uma certa divisão de opiniões. O modelo de pesquisa não identificou a causa da divisão, muito embora, deve-se considerar os estados de origem dos profissionais pesquisados. Figura 2. 0,00% 66,66% 44,44% na concepção e desonvolvimento no desenvolvimento e apresentação em todas as fases nenhuma Figura 3 A partir da pergunta de número 3, começa a avaliação de opiniões. Foi perguntado, de acordo com a opinião de cada pesquisado, "Em que fase trouxe a computação gráfica, maior contribuição em seus projetos? A maior parte apontou que a computação gráfico contribuiu em todas as fases, desde a concepção até o produto final, como mostra o gráfico da figura 3.

6 0,00% 44,44% 66,66% Aumento da produtividade Entrega de projetos no prazo Asseio e qualidade Nenhum 0,00% Figura 4 Que tipo de benefício trouxe a computação gráfica nos projetos de arquitetura? Essa pergunta, reforçou a investigação a respeito da computação gráfica como ferramenta útil e indispensável no processo compositivo dos projetos de arquitetura. Apesar das opiniões apresentarem variações, a maioria entende que sua produtividade aumentou em relação ao modelo convencional. 11,11% 66,66% 22,22% Não, ainda utilizo em todo processo Em parte, utilizo apenas na concepção Totalmente, não utilizo em nenhum momento Figura 5 Perguntado, segundo a opinião de cada pesquisado, "Se o modelo tradicional foi totalmente suplantado no processo construtivo dos projetos?", houve uma certa divisão nas opiniões. O cenário que se apresenta é que embora a computação gráfica seja utilizado em larga escala nas fases dos projetos, o modelo convencional (prancheta, lapiseira, lápis de cor, etc.), ainda se mostra inserido e contribui no processo compositivo. Figura 5

7 Sim, não poderia ser de outra forma 11,11% 11,11% 55,55% 22,22% Sim, mas sofremos com mão-de-obra especializada Não, software e hardware específicos ainda são muito caros Não, não existe preocupação para esse modelo Figura 6 Para que o estudo apresentasse uma sugestão dos profissionais da área de arquitetura, engenharia e disigner, a respeito da computação gráfica no cenário Nacional, foi perguntado se no Brasil os escritórios de arquitetura, tecnologicamente, estão bem equipados? Houve uma completa divisão de opiniões embora o gráfico na figura 6, apresente insatisfação dos valores na aquisição dos recursos tecnológico para composição do produto final. 3. A Realidade da Computação Gráfica no Mercado Brasileiro A história dos escritórios de arquitetura começou a mudar no final da década de 1980, quando os microcomputadores despertaram definitivamente o interesse dos profissionais autônomos e dos escritórios especializados e passaram disputar espaços das confortáveis pranchetas. As máquinas dos primeiros tempos, no entanto, tinham capacidade infinitamente menor e seu alto custo ainda as tornavam quase um objeto de luxo. O impacto que essa linguagem de representação tecnológica trouxe ao Brasil superou todas as expectativas e desconfianças, já que as melhores apresentações expressas tradicionalmente em papel vegetal e manteiga, e que na maioria das vezes compunha um ritual cansativo de gestos e palavras, foram substituídas por formas volumétricas mais realistas desde o próprio projeto propriamente dito até o contorno integrado com detalhes ricamente representados. Destacando essas evidências o mercado evoluiu sobremaneira com a introdução de sistemas mais complexos, mas que o entusiasmo pela nova forma de expressão virtual, compunha um universo inovador e de certa forma receptivo haja vista as conquista alcançadas pela introdução dos sistemas CAD, inicialmente utilizados basicamente para criar e desenvolver os projetos em 2D, uma vez que, um pequeno número de arquitetos utilizavam os sistemas CAD para criar uma imagem 3D, embora essa ferramenta ofereça recursos para tal.

8 Com o avanço da tecnologia, principalmente de supercomputadores e dos mais variáveis softwares da computação gráfica, os escritórios de arquitetura no Brasil, vêm oferecendo um certo produto final semelhante haja vista, a facilidade de aquisição desses elementos, aliada aos padrões de qualidade que os clientes hoje exigem. No panorama atual a grande maioria dos grandes escritórios da arquitetura, na realidade estão cedendo ao campo da terceirização não só pela quantidade de escritórios menores especializados na produção de imagens tridimensionais que emergiram no mercado, mas também pela qualidade considerada que os mesmos produzem. Cada vez mais os profissionais da área vêm agregando este diferencial na apresentação dos seus projetos. É o que afirma o Arquiteto Evandro Fuly, que atua na área da Computação Gráfica há vários anos. Seus maiores clientes são os próprios arquitetos, que terceirizam este tipo de serviço, já que é uma prática que requer softwares avançados, conhecimento técnico e muita dedicação. Segundo Fuly, o crescimento da procura por este tipo de serviço deve-se principalmente à exigência do cliente e à atual redução do preço destes projetos, que anteriormente apresentavam valores tão elevados que chegavam a inviabilizar os negócios. A Computação Gráfica é um recurso técnico que não só estreita a relação entre arquiteto e cliente, mas que também proporciona ganho na qualidade do projeto final, devendo assim, ser conscientemente explorada pelo profissional". (CHANNEL, 2008:17). Escritórios e profissionais especialistas na produção desses produtos, munidos de softwares tais como 3D Max, SketchUP além de outros similares, vêm tornando o mercado brasileiro cada vez mais inovador cujas matrizes de apresentação produção foto-realístico, oferecem aos clientes uma visão global e detalhada real daquilo que se deseja. Vale ressaltar, que os escritórios de arquitetura em todo país vêm investindo pesado na aquisição de produtos cada vez mais sofisticados, traduzindo os valores investidos em rapidez e qualidade. As conseqüências que, não poderiam deixar de ser, é a busca da mão-de-obra especializada capaz de atender os requisitos impostos pelos clientes cada vez mais exigentes, em contrapartida com cidades sem estrutura adequada (salas, máquinas e equipamentos) ou profissionais disponíveis para ministrar os cursos necessários na capacitação de técnicos capazes de atender aos requisitos que o mercado aspira. 4. A Computação Gráfica como Expressão de Imagens Foto-Realista - Maquetes Eletrônicas

9 A evolução da linguagem visual da computação gráfica foi influenciada de forma significativa pelo aprimoramento dos meios e técnicas de representação. Essa tendência se evidencia principalmente nos sistemas de visualização 3D. Moura (2008) acredita que o alcance do nível do universo da computação gráfica se deve, entre outros elementos indicativos, ao avanço da tecnologia laboratorial aliada ao compromisso de investimentos. "Certamente, um dos maiores avanços para a Computação Gráfica foi a utilização de placas gráficas para acelerar o processamento de elementos gráficos. Estas placas possuem processadores com instruções específicas para tratar estruturas comuns em aplicações 3D, como vértices e vetores. Para isso, foi desenvolvido um pipeline específico para este propósito que, mesmo possuindo variações de implementação, geralmente pode ser dividido em: operações sobre vértices e operações sobre pixels". (MOURA, 2008:27) Os softwares possibilitam a construção de modelos virtuais, cujas imagens são muito próximas do real, onde se podem ver, em três dimensões, todos os detalhes de um projeto arquitetônico. Estes modelos virtuais possuem recursos de cores, textura e até mesmo de animação onde as imagens podem ser giradas, cortadas, alteradas e ao mesmo tempo compartilhadas por todas as partes envolvidas no desenvolvimento de estudos e projetos de construção de rodovias e ferrovias mostrando detalhes de corte, aterro, drenagem, pontes, viadutos etc. Até recentemente a ênfase tem sido dado em se obter, no computador, o realismo fotográfico, ou seja, conseguir gerar imagens que possam ser confundidas com fotografias. Esse modelo de representação, vem se desenvolvendo evidentemente pela necessidade de aprimoramento rebuscada ao longo dos anos. A composição de imagens virtuais foto realistas foi um grande desafio para as empresas e pesquisadores da área tecnológica e por isso mesmo teve um papel importante no desenvolvimento das técnicas de visualização. Isso se deve a dois motivos principais: Em primeiro lugar, a busca do realismo representativo implicava na simulação dos processos físicos de formação da imagens, bem como de aspectos perceptuais. Além disso, estabeleceu-se um objetivo concreto, que muito embora difícil de ser conquistado, apresentava um termo de simulação e comparação estética e de avaliação imediata. Em segundo lugar, os métodos gráficos criados essencialmente para a geração de imagens fotos-realistas constituem uma base sólida para a pesquisa de outros estilos de representação visual. Atualmente, ultrapassada a fase realista, a comunidade de computação gráfica começa a se preocupar com outros estilos de representação visual. Várias pesquisas estão sendo feitas no sentido de permitir o uso de recursos de desenho e pintura nos sistemas de visualização 3D. Para isso são utilizados sistemas híbridos 3D e 2D que combinam a síntese e o processamento de imagens em ferramentas de alto nível. 5. Novos Horizontes Começamos inicialmente com o entendimento da palavra, somente uma palavra. O que vem a ser a plataforma? O que é o Revit / Archicad / VectorWorks / Rhinoceros 3d? E quais os tipos de escritórios estão usando-o ou usando-os como ferramenta de trabalho? O termo "plataforma" é usado para definirmos um tipo de ferramenta, na qualidade de software, usado para um determinado fim, que em nosso caso, serve para Projetos de arquitetura e engenharia. O software Autocad, por exemplo, é uma plataforma de trabalho onde os usuários se utilizam de suas várias ferramentas para

10 desenhar os projetos. Sobre essa plataforma, conhecemos outros softwares que são acoplados oferecendo mais funcionalidade para diversos fins e outros tipos de projetos. É nesse momento onde aparecem os chamados "plug-ins", que permitem ferramentas específicas para determinados projetos e que não são encontrados no software original. Logo, podemos considerar o Revit como uma plataforma, completamente diferente da plataforma do Autocad, onde o encontramos segmentado em disciplinas, para Arquitetura (Revit Architecture ), para estrutura (Revit structure) e para instalações prediais (Revit MEP). O Revit é uma plataforma da Autodesk que usa a tecnologia BIM ( Building Information Modeling ). É um software de design de projeto de Arquitetura e Engenharia e um sistema complexo e completo de documentação do projeto que suporta todas as fases do projeto, desde o "Estudo Preliminar" até o "Projeto Executivo". A tecnologia BIM encontrada em softwares paramétricos como o Revit ( Autodesk Inc. ), suporta a disponibilidade imediata e contínua de informações confiáveis, de alta qualidade e totalmente coordenadas sobre o "escopo" de projeto", quantificação, qualidade na apresentação e representação gráfica do projeto e custo do Projeto. As principais vantagens competitivas que o BIM oferece são: - Maior velocidade na entrega ( economia de tempo ). - Melhor coordenação ( menos erros nos desenhos ). - Diminuição de custos diretos e indiretos ( economia de dinheiro ). - Maior produtividade usando um único modelo digital - salvar outro arquivo como cópia de segurança. - Trabalhar com maior qualidade. - Novas oportunidades de receita e negócios. - Mais foco no design. - Redução no retrabalho de projeto, correção de projeto e mudança no projeto por parte do cliente. O por quê dessa tecnologia? Qual a razão das grandes empresas investirem em pesquisas e tecnologia? Os exemplos numéricos forçaram a criação dessa tecnologia BIM, que não é nova, foi criada aproximadamente na década de 70. Exemplos numéricos: - Ineficiências, enganos e atrasos chegam a U$ 200 bilhões dos U$ 650 bilhões gastos em construção nos EUA todo ano. - Somente na Inglaterra, o custo anual para corrigir defeitos de construção causados por Projetos mal detalhados, mal especificados e instruções operacionais dadas incorretamente atingem aproximadamente 1 bilhão de libras, ou seja, aproximadamente U$1,660 bilhões de dólares. - O processo de construção é por si mesmo repetitivo na sua essência de Projeto. Pesquisas atestam que até 80% das tarefas numa construção são meramente repetitivas. Mas, o que vem a ser o Revit? Como surgiu? Para que surgiu? Quais necessidades foram observadas no mercado que precisavam ser atendidas por essa nova plataforma? Que tecnologia é essa? Todas essas perguntas são respondidas por causa de uma revolução industrial criada pela demanda excessiva de projetos, pela cobrança firme de prazos e diminuição obrigatória dos custos, sejam eles diretos ou indiretos. A primeira Revolução foi causada pelo Autocad tirando os arquitetos, engenheiros, desenhistas e projetistas das pesadas pranchetas Arquimedes para as pranchetas virtuais. Durante muito tempo passamos a pensar Autocad, dormir Autocad, conversar Autocad, enfim respirar Autocad. Nessa nova, que na verdade não é nova em termos de tecnologia, mas nessa revolução industrial e tecnológica os profissionais perceberam que precisavam de mais velocidade, mais agilidade e menos burocracia que a encontrada na plataforma Autocad.

11 Observando alguns concorrentes, a grande empresa Autodesk Inc., fabricante do Autocad, observou que iria demorar muito para criar um software com essas facilidades e que fosse melhor que o concorrente em pouco tempo. Para isso, a Autodesk Inc. comprou o UpStart Revit Technology Corporate pela bagatela de U$ 1,30 milhões de dólares, onde teve a sua primeira versão lançada em Abril de O mercado de construção percebeu que a cobrança passou a ser maior, os prazos de entrega de projetos cada vez menores e precisavam ter menos custos com projetos, ou seja, menos computadores, menos softwares, menos equipes. Com o software Revit, temos um completo sistema para criação de projetos de Arquitetura e engenharia em 3d, onde o usuário precisa pensar no "projeto" e não nos desenhos que irão representar o projeto. Projetos que usam a tecnologia Revit possuem uma extrema vantagem competitiva imediata, oferecendo e fornecendo uma melhor coordenação e qualidade e ainda contribui para uma maior interação entre os arquitetos e o restante da equipe. O Revit sozinho identifica penas de impressão em corte, em vista: quem deve ter penas grossas, médias, finas; altera as alturas de texto, de cotas e símbolos automaticamente, na mudança imediata de escala. Faz cortes e fachadas em questão de segundos, nomeia e numera automaticamente os desenhos nas pranchas, e ainda faz parte de Maquete eletrônica 3d com foto realismo usando o renderizador Mental Ray e ainda faz animação gráfica 3d. Em resumo, é um software completo para os escritórios de Arquitetura e engenharia. O coração da plataforma do Revit é a engrenagem de parametrização, onde qualquer mudança no modelo 3d acarreta automaticamente mudanças em todos os seus documentos do projeto, sejam eles cortes, vista, fachadas, quantitativos, etc. Fazendo um efeito cascata em todas as suas alterações. Tais facilidades foram observadas por diversas empresas em diversos países, onde a Autodesk Inc. oferece os seus produtos. Grandes empresas mundiais comprovaram e aprovaram a sua compra e utilização no exterior. Como por exemplo: o projeto da Torre da Liberdade, substituto do extinto World Trade Center, teve como software de projeto o Revit; grande parte dos projetos no novo oásis da Construção mundial, os Emirados Árabes, são projetados por Revit. Diversas empresas nos Estados Unidos da América e Europa usam o Revit em todos os seus projetos. Escritórios de arquitetura no Brasil que possuem parcerias em projetos no exterior estão sendo obrigados a migrar para o Revit com a finalidade de trabalho em um serviço "WEB", onde um mesmo arquivo Revit é capaz de possuir diversas equipes trabalhando em vários locais diferentes: uma atualizando a outra de forma automática, e ainda sim, possuindo um controle sobre o que cada um pode fazer ou não dentro desse projeto. Outro elemento muito utilizado principalmente por engenheiros e arquitetos no processo de composição de projetos arquitetônicos, é o Archicad. ArchiCAD é um software mundialmente reconhecido por sua capacidade de suportar o trabalho criativo, usando os conceitos de Edifício Virtual e BIM (Building Information Modeling ou Modelagem de Informação da Construção). Com o ArchiCAD os projetos são forjados a partir de um modelo tridimensional integrado que contém todas as informações necessárias para visualizar, construir e identificar o projeto arquitetônico. Indicado para profissionais e empresas do setor de Construção que desejam utilizar um software com alta tecnologia, realizando um trabalho completo com precisão, controle otimizando seu tempo. 6. Modelagem em Blender

12 A modelagem 3d apresenta diversas particularidades e variações que se mostram presentes quando abordamos objetos com morfologia diferente. Por exemplo, a mesma técnica de modelagem usada para criar um personagem com características orgânicas, pode não ser a mais indicada para elaborar objetos com perfil mais geométrico. A técnica conhecida como modelagem poligonal, pode resolver a maioria dos problemas e morfologias, com a vantagem de dispor de mais controles para gerar formas geométricas. Esse é o caso da modelagem para arquitetura que usa muito a técnica da criação com base em polígonos. 7. Considerações Finais A análise da investigação, ainda que reconheçamos superficial do ponto de vista de destaque e importância da computação Gráfica, dentre da infinidade de elementos fornecidos pelos meios de comunicação que hora dispomos, fornece uma visão geral dos "Sistemas de Computação Gráfica". Foi a partir dela, que o universo virtual e criativo tomaram dimensões nunca imaginado, uma vez, que os paradigmas antes estabelecidos foram brutalmente esmagados ante a tecnologia emergente, atuando assim como novos paradigmas imprevisíveis quanto à sua duração. Não obstante, a Computação Gráfica tem um enorme potencial em evolução e sem dúvidas, o trabalho agregado para se obter imagens que correspondessem aos fatos históricos e superassem as expectativas de análise e aceitação científica, seria inimaginável se não fossem realizadas através de instrumentalização tecnológica. O poder de expressão dessas ferramentas de geração de imagens, ainda não foram definitivamente descobertas e utilizadas, bastando para isso, observar a quantidade de novos softwares que todos os anos são lançados do mercado como recursos de obtenção plena, de sofisticação e realidade virtual. A necessidade de cumprir com sua função, e as exigências impostas pelo mercado competitivo que se arroja fremente, os profissionais da construção civil entre eles o arquiteto contemporâneo tem uma missão árdua, não só do ponto de vista da criatividade e de apresentar meios para solucionar problemas e desafios que a natureza e os clientes concebem, mas do eterno embasamento tecnológico que se faz presente em todas as profissões, haja vista a abordagem teórica e técnica quanto às questões de sustentabilidade referentes à melhoria e qualidade de vida humana em plena integração com a natureza. Com efeito, nas academias preferencialmente no curso de Arquitetura e Urbanismo e profissional da área de computação gráfica desde antes, compreenderam a importância desse universo que se estabeleceu como meio de amenizar as dores do pragmatismo operacional braçal (cujo elemento primordial era a prancheta e alguns dos seus elementos subordinados como o normógrafo, pantógrafos, etc.), e lançando mão da experiência cujo valor tem nos conduzidos a novos desafios e aprendizados, concluímos nosso trabalho ciente de que novos horizontes da computação gráfica crescem a cada momento, apresentando novos recursos e meios de contribuir como linguagem máxima em expressão virtual.

13 8. Referências ANDRADE Max Lira Veras Xavier de. Computação Gráfica Tridimensional e Ensino de Arquitetura - Uma Experiência Pedagógica. Graphica, Curitiba, Paraná-Brasil, Disponível em <http://www.degraf.ufpr.br/artigos_graphica/computacao.pdf>. Acesso em: 15 Nov CHANNEL, Alpha. Computação Gráfica na Arquitetura. São Paulo, Disponível em <http://www.alphachannel.net.br/blog/2008/03/computacao-grafica-na-arquitetura> Acesso em 31 Jul CORBIOLI, Nanci. Computação Gráfica & Arquitetura. Texto resumido de reportagem originalmente em PROJETODESIGN Edição 263, 15 de Janeiro de Disponível em: <http://www.alphachannel.net.br/blog/2009/01>. Acesso em 16 Nov JUSTI, Alexander. Revit Architecture Ciência Moderna. Rio de Janeiro, MOURA, Guilherme de Sousa. Efeitos de Iluminação Realistas Utilizando Imagens HDR. Pernambuco, 29 de janeiro Disponível em <http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:0mt_t_j9vaoj:www.cin.ufpe.br/~tg/2007-2/gsm.pdf+aplica%c3%a7%c3%a3o+da+computa%c3%a7%c3%a3o+gr%c3%a1fica+em+imagens+fotos+rrealis atas&cd=10&hl=pt-br&ct=clnk&gl=br>. Acesso em 31 Jul NARDELLI, Eduardo Sampaio. Gráfica Digital Aplicada à Arquitetura: Da Formação Atual ao Futuro de sua Aplicação. São Paulo, Disponível em: <http://cumincades.scix.net/data/works/att/sigradi2005_230.content.pdf> Acesso em 25 Nov ORCIOULE Affonso. Revista AU, edição 197, Ago 2010.

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