CURSO TÉCNICO EM FLORESTAS

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1 CURSO TÉCNICO EM FLORESTAS Projeto Pedagógico do Curso Eixo Tecnológico: Recursos Naturais Palmas TO 1

2 F rancisco Nairton do Nascimento Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins Ovíd io Ricardo Dantas Júnior Pró-Reitor de Ensino Rodrigo Antonio M agalhães Teixeira Diretora de Ensino Básico e Técnico Octaviano Sidnei F urtado Diretor-Geral - Campus Palmas Liliane F lávia Guimarães da Silva Diretora de Ensino - Campus Palmas Érika Gonçalves P ires Gerente Educacional das Áreas Tecnológicas I - Campus Palmas Sylvia Salla Setubal Diretora de Relações Empresariais e Comunitárias Campus Palmas M ax P ortuguez Obeso Coordenador de Extensão Campus Palmas Equipe de Elaboradores: Sylvia Salla Setubal Edvaldo Vieira Pacheco Sant Ana Aline Maria Constatin Loulou Hibrahim Elias Sara dos Santos Silva Equipe de Colaboradores Externos: Laércio Couto, Membro da Comissão de Silvicultura do Conselho Nacional de Agricultura CNA Claudia Moster, Coordenadora do Curso de Silvicultura da Fatec-Campus Capão Bonito Laércio P. de Oliveira, Diretor do Colégio Florestal de Irati-PR José de Castro Silva, Coordenador do Curso de Engenharia Florestal da Universidade de Viçosa Iara Maria Grillo, Pedagoga, Assessora Técnica do Departamento de Educação Profissional e Promoção Social do Senar/DF Vitor Ferreira, Engenheiro Agrônomo, Assessor técnico do Departamento de Educação Profissional e Promoção Social do Senar/DF 2

3 Sumário Apresentação Justificativa...6 a) Visão Estratégica do Curso Técnico em Florestas...9 b) Visão de Futuro do IFTO Campus Palmas...9 c) Missão do IFTO Campus Palmas Objetivos Geral Objetivos Específicos Requisitos de Acesso Perfil Profissional do Egresso a) Perfil do Egresso Competências e Habilidades Competência Técnica Atitudinal e Cognitiva Habilidades Organização Curricular do Curso Técnico Em Florestas Matriz curricular Quadro Resumo da Matriz curricular Lista de Componentes Curriculares Ementas Metodologia Estágio Curricular Supervisionado Atividades Complementares Critérios de Aproveitamento de conhecimento e experiências anteriores Critérios de Avaliação da Aprendizagem Instalações e equipamentos para ministrar o curso Técnico em Florestas Instalações Equipamentos e Materiais Didáticos Máquinas e Equipamentos Específicos Pessoal Docente e Técnico Administrativo Pessoal Docente Pessoal Administrativo Certificados e Diplomas Bibliografia

4 Apresentação A proposição de um projeto de curso Técnico em Florestas no Instituto Federal do Tocantins visa contribuir com a Educação Tecnológica e ica e a formação de um profissional que aplica seus conhecimentos de forma pendente e inovadora, acompanhando a evolução do setor e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas aplicadas. Tem habilidades de comunicação e de trabalho em equipes multidisciplinares, adotando um enfoque holístico e integrador na construção de novas estratégias de uso múltiplo dos recursos naturais que necessárias ao incremento da multifuncionalidade com o qual o Eixo atua. Privilegia a busca de equidade e inclusão social, por meio da promoção das políticas públicas e iculações institucionais para a adoção de bases tecnológicas que aproximam os processos produtivos das dinâmicas ecológicas. O Curso Técnico em Florestas contribuirá para desenvolvimento Estado do Tocantins e para a formação de cidadãos que atuam na construção do desenvolvimento rural sustentável, além de contribuir para minimizar o êxodo rural de jovens, filhos de produtores e trabalhadores rurais dessa região. O Instituto Federal do Tocantins tem como finalidade formar e qualificar profissionais, nos vários níveis e modalidades de ensino, para os diversos setores da economia. Realizar pesquisas e desenvolvimento de novo processos, produtos e serviços, em estreita articulação com os setores produtivos e a sociedade, oferecendo mecanismos para a educação continuada através de um Ensino Profissional nas modalidades Médio Integrado e Subsequente e também Ensino Superior e Pós- Graduação. O Curso Técnico em Floresta ora apresentado foi construído a partir da demanda do município de Araguacema e, em parceria com Conselho Nacional da Agricultura CNA e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural/SENAR Nacional e Tocantins. 4

5 IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CNPJ: /0003 ENDEREÇO: AE 310 SUL esquina LO 05 s/n Plano Diretor Sul Palmas/TO CEP TELEFONE: / FAX: DIRETOR GERAL: OCTAVIANO SIDNEI FURTADO TELEFONE: DADOS DO CURSO ÁREA DE CONHECIMENTO / EIXO TECNOLÓGICO CNPq: CIÊNCIAS AGRÁRIAS MEC/SETEC: EIXO TECNOLOGICO RECURSOS NATURAIS CURSO: TÉCNICO EM FLORESTAS NÍVEL: MÉDIO MODALIDADE: SUBSEQUENTE MODALIDADE: ( X ) PRESENCIAL ( ) DISTÂNCIA CARGA HORÁRIA TOTAL: 1560 horas DURAÇÃO DO CURSO: 1,5 ANOS REGIME DE OFERTA: SEMESTRAL REGIME DE MATRÍCULA: CRÉDITO NÚMERO DE VAGAS OFERTADAS: 50 vagas (25 vagas por turno) TURNO: VESPERTINO E NOTURNO OBSERVAÇÃO: Projeto de Extensão, tipo modalidade induzida pela Pre itura Municipal de Araguacema, Conselho Nacional de Agricultura (CNA) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) Brasília e Tocantins. 5

6 1 Justificativa Atualmente, mais da metade dos municípios brasileiros dem economicamente da madeira. Diferente do petróleo a floresta produtiva adequadamente manejada é inesgotável. Até mesmo quando se fala em energia alternativa para processar as safras agrícolas se depende em grande parte de madeira. O Estado do Tocantins está geograficamente posicionado dentro do eixo de expansão do sistema florestal e é portal de ligação entre o sul e o norte. Nos últimos anos o governo do estado inseriu como prioridade a implantação políticas públicas e atração de investimentos que visam o fortalecimento do setor florestal. A propensão de investimentos com enfoque no desenvolvimento sustentável no setor da silvicultura coloca Tocantins no rol de estados que proporciona a atração de empresários que trabalham em reflorestamento. Segundo a diretoria de Sustentabilidade no Agronegócio, da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário, a expectativa é crescer nos próximos anos mais de 1000% em área plantada em todo Estado, com o plantio de 600 mil hectares até Ainda de acordo com informações da diretoria de Sustentabilidade no Agronegócio, somente na região sudeste do Estado, a projeção é de plantar 300 mil hectares, nos municípios de Conceição do Tocantins, Paranã e Natividade. Atualmente, a plantação de eucalipto está concentrada nos municípios de São Bento do Tocantins, Norte do Estado e Palmeirópolis, região Sul do Estado. Para a Associação de Reflorestamento do Estado, o Tocantins possui grande potencial para crescer nesta área, por ser um estado de dimensão territorial e clima favorável para diversas espécies nativas e exóticas pois possui uma aptidão agrícola. Contudo é preciso ainda investir em espécies adaptadas geneticamente ao solo e ao clima tocantinense. Segundo a subsecretaria de Energias Limpas, o Estado p ui uma área plantada de 49,5 mil hectares, sendo 44,3 mil de eucaliptos, 158 hectares de Neem, 2,2 mil hectares de Teca e 1,3 mil hectare de seringueira. A produção gera em torno de 62,9 mil empregos considerando os 1,27 homens por hectare. previsão para os próximos anos é que entre os municípios de Sandolândia e Araguaçu sejam plantados 1,8 milhão de pés de seringueira. Isso mostra o interesse de muitos empresários em investir no 6

7 reflorestamento no Tocantins. Existe a expectativa de em projetos de usina termoelétrica para gerar energia por meio de matéria-prima (biomassa), como por exemplo briquetes ou cavacos de madeira. A intenção é incentivar o plantio no Estado para organizar a cadeia produtiva e aumentar a produçã de forma sustentável da silvicultura. O quadro abaixo destaca a evolução da silvicultura no do Tocantins mapeando por ano, área plantada/hectares/eucalipto , , , , ,60 Fonte: Seplan A projeção para 2011 é de 197,4 mil hectares de plantio de eucalipto. Outro projeto que será executado em Tocantins é a instalação da empresa SUZANO papel e celulose, com a implantação de uma grande área de plantio de florestas para beneficiamento visando industrialização. Além disso, destaca-se a ampliação das áreas da empresa FLORESTECA que já trabalha na região. Também existem outras empresas que estão sendo instaladas no estado do Tocantins e no Sul do Pará, abrindo um grande espaço de mercado e negócios. Esta conjuntura apresentada reforça a necessidade de implantação do Curso Técnico em Florestas, subseqüente ao ensino médio, visando o desenvolvimento dos processos de informação e formação continuada dos moradores na perspectiva de contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado do Tocantins. A implantação do Curso Técnico em Florestas na Escola Municipal de Araguacema, é estratégica, pois a mesma dispõe de área adequada para o desenvolvimento das atividades práticas relacionadas ao curso. Destaca-se também o fato, do município estar localizado na região oeste do Estado do Tocantins, as margens do rio Araguaia, fazendo fronteira com o Sul do Pará, inserida dentro da APA Ilha do Bananal Cantão (área de proteção ambiental do estado), com uma área de km². Segundo dados do IBGE, a população do Território é de 9 habitantes, com valores muito semelhantes entre população Rural e Urbana, onde habitantes residem nas cidades do território e habitantes moram na Zona Rural. 7

8 Nº Municípios Área (Km²) 1 Abreulândia 1.895,20 2 Araguacema 2.778,40 3 Caseara 1.691,60 4 Chapada de areia 659,20 5 Divinópolis do Tocantins 2.347,40 6 Dois Irmãos do Tocantins 3.757,00 7 Marianópolis do Tocantins 2.091,30 8 Monte santo do Tocantins 1.091,50 9 Pium ,00 TOTAL ,60 Na APA Ilha do Bananal Cantão, 40,3% dos domicílios estão em situação de pobreza. Algumas das razões para tal afirmação é que as pessoas responsáveis por esses domicílios têm renda de até um salário mínimo por mês, freqüentaram a escola por menos de quatro anos e as condições de saneamento são uadas. A renda das famílias é obtida através dos incrementos, da produção agropecuária e outras receitas, como a dos programas de transferência de renda do Governo Federal como bolsa família, bolsa escola, aposentadorias etc. Como medida de amenizar a situação acima citada propõe-se ações de investimento nesta proposta para dinamizar a economia dos produtores e trabalhadores rurais da região. melhorar a qualidade de vida Destaca-se ainda que o município de Araguacema, que sediará a implantação do Curso Técnico em Florestas, possui 50% da sua população na zona rural, onde estão instalados 11 PAs (Projetos de Assentamentos), com ausência de produção e trabalhando sem planejamento rural e pouco conhecimento técnico. Neste sentido, a educação como um direito social, desempenha um papel estratégico na construção de um modelo de desenvolvimento, exigindo novos enfoques pedagógicos, metodológicos e nova estruturação institucional para atender as necessidades dos novos cenários econômicos a dinâmica recursos naturais. Por isso, propomos a implantação na Esc itorial e a relação com os Agrícola Municipal de Araguacema o curso técnico em florestas, visando o Desenvolvimento dos processos de informação e formação continuada dos moradores. O Curso Técnico em Florestas contribuirá para desenvolvimento do Estado do Tocantins e para a formação de cidadãos que atuam na construção do desenvolvimento rural sustentável, além de contribuir para minimizar o êxodo rural de jovens, filhos de produtores e trabalhadores rurais dessa região. 8

9 a) Visão Estratégica do Curso Técnico em Florestas Ética - Trabalhar com responsabilidade, respeito ao ser humano e a natureza, contribuindo para a convivência dentro das diversidades culturais, sociais, políticas e econômicas. Participação - Incentivar a participação de diferentes atores no processo educacional em prol do desenvolvimento sustentável. Parceria - Efetivar parcerias que contribuam no desenvolvimento fortalecimento do processo de ensino-aprendizagem. Inovação Buscar trabalhar de forma inovadora respondendo as diferentes demandas do mundo globalizado. b) Visão de Futuro do IFTO Campus Palmas O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Tocantins Campus Palmas busca ser uma referência na formação e qualificação humana na área de profissionais técnicos demandados pelas metas de crescimento e desenvolvimento econômico do Estado do Tocantins, tendo como diretrizes uma gestão democrática, alicerçada nos vértices ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO priorizando a responsabilidade ambiental e social despertando assim para a prática da sustentabilidade. c) Missão do IFTO Campus Palmas O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Tocantins Campus Palmas formar cidadãos éticos, participativos, inovadores e conscientes de seu papel transformador, desenvolvendo um trabalho de excelência e responsabilidade social para construção de uma sociedade mais justa e sustentável. 2 Objetivos 2.1 Geral Desenvolver o Curso Técnico em Florestas na modalidade subsequente, visando formar profissionais com conhecimento técnico, consciência ética e visão crítica da 9

10 conjuntura econômica, social, política e cultural, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida. 2.2 Objetivos Específicos Desenvolver as competências específicas relacionadas ao perfil de conclusão da habilitação profissional e das qualificações intermediárias que compõem seu itinerário profissional; Formar um profissional técnico capaz de realizar as tarefas ligadas às diferentes fases da cadeia produtiva florestal, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida da população onde estiver inserido; Oferecer um ensino contextualizado, associando a teori à prática através da educação profissional, considerando o avanço da tecnologia e a incorporação constante de novos métodos e processos de produção e distribuição de bens e serviços; Promover uma Educação Profissional sempre integrada e Educação Básica, o trabalho, a ciência e a tecnologia rticulada com a conseqüentemente, observando as expectativas da sociedade e as tendências do setor produtivo; Formar Profissionais de Nível Técnico para atuarem nas áreas Florestais, nas empresas do ramo madeireiro, nos departamentos de meio ambiente e áreas afins; Formar profissionais habilitados para o planejamento e desenvolvimento de atividades técnico-científicas de implantação, preservação, conservação e utilização de florestas e produtos de origem florestal, obedecendo aos critérios de manejo, e a legislação em vigor; Fortalecer e diversificar a economia regional, evitando a dependência de produto florestal; Promover a integração entre a comunidade e a unidade escolar. único Habilitar os profissionais a atuarem no Manejo Sustentável dos recursos florestais, valorizando os conhecimentos locais; Implantar viveiros para a produção de mudas florestais, assim como o plantio destas mudas em projetos de florestamento e reflorestamento. 10

11 3 Requisitos de Acesso O acesso do estudante ao Curso Técnico em Floresta na obedecerá os seguintes critérios: Ter concluído o Ensino Médio; subsequente, Participar de processo seletivo seguindo normas contidas em edital público. Para efetuar a matrícula o candidato, deverá apresentar os seguintes documentos: Certidão de nascimento ou de casamento (original e cópia); Cédula de identidade (original e cópia); Documento que comprove a escolaridade mínima exigida ou certificado de conclusão do ensino médio e respectivo histórico escolar (original e cópia); Documento de regularidade com o serviço militar para os candidatos do sexo masculino, com idade entre 18 e 45 anos (original e cópia); Comprovante de votação último pleito eleitoral para maiores de 18 anos (original e cópia); Comprovante de residência (cópia). O processo seletivo será conduzido pelo IFTO Campus Palmas, com apoio lógistico e financeiro da Prefeitura Municipal de Araguacema e do SENAR, respectivamente. 4 Perfil Profissional do Egresso Conforme orientações legais, a evolução tecnológica e exigência do mundo do trabalho, o perfil do profissional deve contemplar tanto as competências desenvolvidas na Educação Básica como aquelas referentes à formação ue lhe é oferecida. É necessário que a escola proporcione a este profissional, autonomia e visão de futuro para que este busque também a continuidade de sua formação. Assim, nenhum estudante concluirá o curso limitado apenas a uma formação técnica. O perfil profissional pretendido no âmbito desta Habil Técnica, tem como pressuposto os princípios básicos da ética da identidade, da política da igualdade e da 11

12 estética da sensibilidade descritos nos objetivos gerais do Eixo Tecnológico, conforme Parecer CNE/CEB N 16/1999 e Resolução CNE/CEB N 04/1999. a) Perfil do Egresso O Técnico em Florestas do Eixo Recursos Naturais é um profissional que aplica seus conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução do setor e contribuindo na busca de soluções diferentes áreas aplicadas. Tem habilidades de comunicação e de trabalho em equipes multidisciplinares, adotando um enfoque holístico e integrador na construção de novas estratégias de uso múltiplo dos recursos naturais que são necessárias ao incremento da multifuncionalidade com o qual o Eixo atua. Privilegia a busca de equidade e inclusão socia por meio da promoção das políticas públicas e articulações institucionais a adoção de bases tecnológicas que aproximam os processos produtivos das dinâmicas ecológicas. Age com ética profissional, revelando iniciativa empreendedora, responsabilidade social e domínio do saber-fazer, do saber-ser, do saber-saber e do saber-conviver. Possui visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação profissional na sociedade como disseminador e itador do conhecimento, permitindo uma abordagem sistêmica capaz de privilegiar a busca pela sustentabilidade como forma de garantir a segurança alimentar, a geração de renda e a conservação do meio ambiente. O Técnico em Florestas é um profissional que planeja, elabora documentação, monitora projetos e supervisiona a execução de atividades florestais desde a construção de viveiros, a coleta de sementes até a produção de mu desenvolvendo e aplicando técnicas de manejo em florestas nativas e comerciais. Coordena e gerência empresas ligadas a exploração florestal, na formação, extração e reflorestamento. Atua na conservação e preservação ambiental, monitorando flora e fauna, ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da água por do uso tecnológico racional, integrado e sustentável do meio ambiente. Emprega o raciocínio reflexivo, crítico e criativo na identificação e resolução dos problemas considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento as demandas da sociedade. 12

13 Comprende e traduz as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, sócio-econômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilizar racionalmente os recursos disponíveis, considerando e respeitando os tratados regionais e mundiais no que se refere ao meio ambiente. O Técnico Profissional em Florestas poderá atuar como: Autônomo - sem vínculo empregatício, trabalhando em assessoria de projetos florestais e agropecuários; Iniciativa Privada - com vínculo empregatício, trabalhando em empresas de assessoramento a projetos florestais e agropecuários; Serviço Público concursado ou com vínculo estatutário, trabalhando em órgãos públicos ligados ao setor primário e secundário; Organizações não Governamentais (ONGs) - trabalhando em projetos florestais e agrosilvipastoris comunitários ligados com base no desenvolvimento sustentável. Por fim, o perfil do profissional Técnico em Floresta elementos curriculares oficiais e ocultos trazidos do e de princípios éticos, políticos e filosóficos de cada profissional. constituirá de todos os inserção de cada estudante 5 Competências e H abilidades 5.1 Competência Técnica Atitudinal e Cognitiva Conhece as várias linguagens para ampliar seu papel educativo nos processos de desenvolvimento rural sustentável. Conhece o sistema operacional e os aplicativos para automação navegação. Compreende as técnicas de comunicação. Compreende o funcionamento das organizações associativas. Executa atividades previstas nos cronogramas. Elabora cronogramas de atividades. Compreende o funcionamento das organizações associativas. escritório e 13

14 Elabora projetos econômicos considerando as conseqüências ambientais desta atividade. Conhece o potencial endógeno das comunidades tradicionais, resgata e interage com os conhecimentos destas estimulando o uso dos recursos locais de forma sustentável garantindo assim a proteção do patrimônio genético e o saber local. Compreende, constrói e domina conhecimentos sobre os sistemas de produção extrativista fundamentados em princípios e técnicas agroecológicos de sistemas de produção e sua aplicação. Interpreta, seleciona e organiza dados para enfrentar situações-problema visando a preservação e conservação de recursos naturais à sustentabilidade social e econômica dos sistemas produtivos. Conhece e compreende os princípios de conservação do s da água e da biodiversidade seguindo as normas, regulamentações legais vigente e dos acordos internacionais do qual o Brasil é signatário. Trabalhar em equipe e cooperativamente otimizando as atividades agroflorestais. Identificar a importância dos elementos químicos no desenvolvimento das plantas indicadas para as áreas de florestamento e reflorestamento. Monitorar cultivos protegidos (viveiros,casas de vegetação etc.) Avaliar e monitorar o uso de sistemas de irrigação e drenagem em cultivos protegidos. Caracterizar as estruturas de reprodução das plantas. Sistematizar e interpretar dados estatísticos do setor. Caracterizar, selecionar e aplicar métodos de conservação e preservação do solo e da água. Organizar e monitorar a implantação de florestas. Analisar e aplicar técnicas de controle alternativos para combate de pragas e doenças. Avaliar o impacto das ações do homem no meio ambiente. Monitorar o uso de máquinas, implementos e ferramentas agrícolas, obedecendo às normas de segurança e manutenção. Analisar a importância dos sistemas e ecossistemas e sua inter-relação com as atividades agroflorestais. 14

15 Identificar a importância do manejo racional e sustentável de áreas silvestres. Analisar as metodologias e tecnologias de prevenção da degradação e poluição dos solos. Elaborar projetos florestais com a incorporação de novas tecnologias de produção, respeitando o meio ambiente. Planejar e monitorar atividades ligadas à formação e extração das áreas de reflorestamento e florestamento. Planejar, dimensionar e monitorar métodos e técnicas da colheita da madeira e produtos florestais não-madeireiros. Avaliar o processo de verticalização na produção florestal como estratégia de agregar valor ao produtor. Planejar e orientar a demarcação de áreas para a construção de estradas internas florestais e aceiros e o transporte dos produtos agroflorestais. Avaliar e monitorar o processo produtivo e a produtividade de cada atividade do projeto agroflorestal. Dimensionar e avaliar a capacidade de exploração das florestas de acordo com a legislação. Identificar e aplicar técnicas e tecnologias de conservação e preservação do meio ambiente na exploração florestal. 5.2 Habilidades Possui visão contextualizada sobre suas atitudes, mantendo-se atualizado em seu campo de atuação. Defende a diversificação das atividades produtiva como alternativa perante as vulnerabilidades do mercado. Atua em consonância com as normas, leis e políticas públicas que regulamentam a atividade e a sociedade como um todo. Organiza e atua de forma cooperativa em equipes multiprofissionais. Utiliza o ambiente virtual de ensino aprendizagem e sua linguagem para argumentar, discutir e expressar opiniões com clareza e coerência lógica. É articulador na construção da equidade e inclusão social, promovendo a disseminação das políticas públicas e articulações institucionais. 15

16 Respeita as variações lingüísticas como processo de construção da identidade dos sujeitos e instrumento indispensável à interação dos indivíduos nas organizações. Possui visão contextualizada da área de silvicultura nos sistemas políticos, econômicos e sociais. Revela consciência ambiental elaborando projetos de produção que visam à geração de renda, com uso de tecnologias com bases agroecológicas e a conservação do meio ambiente. Facilita o acesso e a disseminação do conhecimento na área de silvicultura. 6. Organização Curricular do Curso Técnico Em Florestas O curso Técnico em Florestas será ofertado como Projeto de Extensão, tipo modalidade induzida pela Prefeitura Municipal de Araguacema, Conselho Nacional de Agricultura (CNA) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) Brasília e Tocantins e será organizado com as seguintes premissas: O curso Técnico em Floresta subsequente ao Ensino Médio incorporará em seus planos de ensino/ementas/planos de disciplina/planos de trabalho, de forma interdisciplinar e transdisciplinar, temáticas voltadas à cultura e História afrobrasileira, africana e indígena. De acordo com a Lei /2003 e /2008 que alteram a LDB e dispõem sobre o mesmo tema relativo à obrigatoriedade do ensino de História e cultura Afro- Brasileira, a saber: Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro- Brasileira. Seguindo esse mesmo raciocínio é mister abordar a Lei 41/03 (Estatuto do Idoso) com a elaboração de conteúdos voltados ao processo de envelhecimento e ao respeito ao idoso, visto que seu art. 22 dispõe sobre questões educacionais: Nos currículos mínimos dos diversos níveis de ensino formal serão inseridos conteúdos (*) voltados ao processo de envelhecimento, ao respeito e à valorização do idoso, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria. (*) Grifo nosso. Desenvolver-se-ão, também, temáticas voltadas ao respeito de pessoas m necessidades especiais, visto que essas são estigmatizadas pela sociedade, o estigma cria preconceitos que, por si, geram medo, e esse, por sua vez, provoca ignorância e 16

17 afastamento. A Lei 9394/96 (LDB), em seu art. 58 sinal a para que promovamos uma educação inclusiva em todos os sentidos. Destaca-se que o curso atenderá a legislação na temática ambiental, desta forma a educação ambiental será em um processo participativo, onde o educando assume o papel de elemento central no processo de ensino/aprendizagem pretendido. Incentivando-os a uma participação ativa no diagnóstico dos problemas ambientais e na busca de soluções, sendo preparado como agente transformador por meio do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes e condizentes ao exercício da cidadania. Conforme cita a Lei 9795/99 que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional da Educação Ambiental e já nos seus dois primeiros artigos diz: Art. 1 o Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Art. 2 o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal A organização curricular do Curso Técnico em Floresta, modalidade Educação Profissional Subsequente ao Ensino Médio observará as determinações legais, presentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Profissional de Nível Técnico, bem como Legislação vigente sobre Educação Profissional e Tecnológica. 6.1 Matriz curricular IMPLANTAÇÃO: Ano de 2012 NÍVEL: Médio MODALIDADE: Subsequente MODALIDADE: Presencial REGIME DE OFERTA: Semestral REGIME DE MATRÍCULA: Créditos TURNO: uma turma vespertino e uma turma noturno CARGA HORÁRIA TOTAL: 1560 horas DURAÇÃO DO CURSO: 1,5 ANOS DIAS DA SEMANA: Segunda a Sábado 17

18 DURAÇÃO HORA/AULA: 50 minutos DIAS LETIVOS POR SEMESTRE: 120 dias SEMANAS LETIVAS POR SEMESTRE: 20 semanas 1º Semestre 2º Semestre 3º Semestre Nº COMPONENTES CURRICULARES Carga Horária Teórica Prática 1 Ecologia Botânica Gestão e Legislação Ambiental Formação e Conservação de Solos Informática básica Técnicas de Comunicação Silvicultura Geral Educação Ambiental Associativismo e Cooperativismo CARGA HORÁRIA TOTAL 480 horas/aula = 400 horas Nº COMPONENTES CURRICULARES Carga Horária Teórica Prática 1 Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Florestais 2 Noções de Topografia e Geoprocessamento Proteção Florestal Saúde e Segurança no Trabalho Irrigação e Drenagem Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos Implantação e Manejo Florestal Mecanização Agrícola e Florestal Propagação de Espécies Florestais CARGA HORÁRIA TOTAL 480 horas/aula = 400 horas Nº COMPONENTES CURRICULARES Carga Horária Teórica Prática 1 Dendrometria e Inventário Florestal Propriedades da madeira Sistemas Agrosilvipastoris Política e Legislação Florestal Colheita e Transporte Florestal Elaboração de Projetos Industrialização da madeira Cultura de espécies exóticas e nativas Desenvolvimento Rural Sustentável CARGA HORÁRIA TOTAL EM HORAS/AULA 480 horas/aula = 400 horas SUB-TOTAL 1200 horas Estágio supervisionado 200 horas Atividades Complementares 160 horas CARGA HORÁRIA TOTAL 1560 horas 18

19 6.2 Quadro Resumo da Matriz curricular INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS - CAMPUS PALMAS CURSO TECNICO EM FLORESTAS NA MODALIDADE ENSINO PROFISSIONAL SUBSEQUENTE/CONCOMITANTE DE NIVEL MÉDIO CARGA HORÁRIA AP URAÇÃO S EMES TRE S EMES TRE S EMES TRE HABILITAÇÕES COMPONENTES CURRICULARES TECNICO EM FLORESTAS Ecologia 1º SEM CH(*) 2º SEM CH(*) 3º SEM CH(*) TOT TOT CH TOT/ AULAS Botânica Gestão e Legislação Ambiental Formação e Conservação de Solos Informática básica Técnicas de Comunicação Silvicultura Geral Educação Ambiental Associativismo e Cooperativismo Ferti li dade do Solo e Nutrição de Noções de Topografi a e Proteção Florestal Saúde e Segurança no Trabalho Irrigação e Drenagem Pl anej amento e Gestão de Recursos Implantação e Manejo Florestal Mecanização Agrícola e Florestal Propagação de Espécies Florestais AREA TOTAL 1200 APURAÇÃO Dendrometria e Inventário Florestal Propri edades da madeira Sistemas Agrosilvipastoris Política e Legislação Florestal Colheita e Transporte Florestal Elaboração de Projetos Industrialização da madeira Cultura de espécies exóticas e nativas Desenvolvimento Rural Sustentável S UB-TOTAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES 160 ES TAGIO 200 TOTAL (*) CALCULO: NUMERO DE AULAS SEMANAIS x NUMERO DE SEMA AS LETIVAS x 50 MINUTOS/ 60 MINUTOS = CARGA HORARIA EM 60 MINUTOS 6.3 Lista de Componentes Curriculares Nº COMPONENTES CURRICULARES 1 Ecologia 2 Botânica 3 Gestão e Legislação Ambiental 4 Formação e Conservação de Solos 5 Informática básica 6 Técnicas de Comunicação 7 Silvicultura Geral 8 Educação Ambiental 9 Associativismo e Cooperativismo 10 Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas 11 Noções de Topografia e Geoprocessamento 12 Proteção Florestal 13 Saúde e Segurança no Trabalho 19

20 14 Irrigação e Drenagem 15 Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos 16 Implantação e Manejo Florestal 17 Mecanização Agrícola e Florestal 18 Propagação de Espécies Florestais 19 Dendrometria e Inventário Florestal 20 Propriedades da madeira 21 Sistemas Agrosilvipastoris 22 Política e Legislação Florestal 23 Colheita e Transporte Florestal 24 Elaboração de Projetos 25 Industrialização da madeira 26 Cultura de espécies exóticas e nativas 27 Desenvolvimento Rural Sustentável Carga Horária Teórica: 20 horas/aula Carga Horária Prática: 20 horas/aula Carga horária Total: 40 horas/aula Ementa: Ecologia: conceito e importância mediante aplicações no contexto florestal. Histórico e definições. Noções básicas de evolução. Condições e recursos naturais. Nicho ecológico. Ecologia de populações. Interação entre populações. Ecologia de comunidades. Biomas. Conservação e biodiversidade. BERGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em Ecologia. 2.ed. São Paulo: Artmed, BEGON, M.; TOWNSEND C.; HARPER, J. Ecologia de Indivíduos a Ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, DAJOZ, R. Princípios de Ecologia Geral. 7. ed. Rio de Janeiro: Artmed, ODUM, E.; BARRET, G. Fundamentos de Ecologia. 5. ed. São Paulo: Thomson Pioneira, RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Ementas SEMESTRE 1 1. Ecologia Bibliografia Básica: Bibliografia Complementar: BROWN, J.; LOMOLINO, M. Biogeografia. 2. ed. Ribeirão Preto: FUNPEC,

21 CAIRNCROSS, F. Meio ambiente: custos e benefícios. São Paulo: Nobel, DAJOZ, R. Ecologia geral. Petrópolis: Vozes, GOTELLI, N.J. Ecologia. Londrina: Editora Planta, KREBS, J. R.; DAVIES, N.B.. Introdução à ecologia comportamental. 3. ed. São Paulo: Ateneu Editora, ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: Ed. Planta, RICKLEFS, E. A. A Economia da Natureza. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, ROCHA, C. F. D et al. Biologia da Conservação: Essências. Ribeirão Preto: Rima, 2. Botânica Carga Horária Teórica: 30 horas/aula Carga Horária Prática: 30 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula Ementa: Característica e histologia da célula vegetal. Morfologia externa e interna da raiz, caule, folha, flor e fruto. Xilema e Floema. Conceito de angiosperma e gimnosperma. Características dendrológicas de espécies florestais. Identificação de espécies florestais. Bibliografia Básica: RAVEN, P. H.; EVERET, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3.ed. Porto A re: Artmed, FERRI, M. G.; MENEZES N.L.; MONTEIRO W.R. Glossário Ilustrado de Botânica, Nobel, São Paulo, Bibliografia Complementar: FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas (Organografia). 15. ed. São Paulo: Nobel, Botânica: morfologia interna das plantas. 9. ed. São Paulo: Nobel, LORENZI, H. BACHER, L.; LACERDA, M.; SARTORI, S. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora,

22 LORENZI, H.; GONÇALVES, E. G. Morfologia vegetal. São Instituto Plantarum de Estudos da Flora, RIZZINI, C. T. Tratado de Fitogeografia do Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural Edições, SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia i para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Bras l, baseado em APG II. Nova Odessa: Instituto Plantarum, Gestão e Legislação Ambiental Carga Horária Teórica: 40 horas/aula Carga Horária Prática: 0 horas/aula Carga horária Total: 40 horas/aula Ementa: Histórico da legislação ambiental brasileira. Conceitos e princípios sobre conservação e gestão de recursos ambientais. Gestão de recursos naturais e planejamento econômico. Sistemas integrados de gestão: qualidade, saúde, segurança e meio ambiente. Constituição Federal e meio ambiente. Política Nacional do Meio Ambiente e instrumentos. Licenciamento ambiental. Técnicas empregadas na elaboração de estudos de impactos ambientais (EIA/RIMA). Bibliografia Básica: AB'SABER, A. et al. Projeto FLORAN - Coleção Documentos. Instituto de Estudos Avançados - USP AGUIAR, R. A.R. Direito do meio ambiente e participação popular. 2. ed. Brasília: IBAMA, ALIER, M. J. Da economia ecológica ao ecologismo popular. Blumenau: Ed. Da FURB, ANTUNES, P. B. Direito ambiental. 6. ed.. Rio de Janeiro: Lumen Juris, BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil Bibliografia Complementar: CARNEIRO, N. I. Política Florestal. Curitiba. Diretório Acadêmico Bernardo Sayão, CASTANHO, E. P. et al. Proposta de Política Florestal o Estado de São Paulo - São Paulo, I. F., GOIÁS. Política Florestal do Estado de Goiás. (e legislação complementar)

23 MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. 2. Ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais MAGALHÃES, J. P. Recursos Naturais, meio ambiente e sua defesa no direito brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, MAGALHÃES, J. P. Comentário ao código florestal doutrina e jurisprudência. 2. ed. São Paulo: Juares de Oliveira, VIEIRA, J. L. Código florestal: Lei n 4.771/65; Proteção à fauna: Lei n 5197/67; Pesca: Decreto-Lei n 221/67; Meio ambiente: Lei n 9605/98 e Legislação complementar. 4. ed. Bauru: EDIPRO, Formação e Conservação de Solos Carga Horária Teórica: 30 horas/aula Carga Horária Prática: 30 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula Ementa: Processo de formação do solo. Propriedades físicas e morfológicas. Composição do solo: água, ar, minerais e matéria orgân Classes de solos. Processos erosivos. Aptidão agrícola e capacidade de uso das terras. Práticas conservacionistas e manejo do solo. Bibliografia Básica: ARAÚJO, Q.R.(Org.) 500 anos de uso do Solo no Brasil. UESC. Ilhéus BERTONI, J.; NETO, F.L. Conservação do Solo. 3. Ed. Ceres. Piracicaba, GLIESSMANN, S.R. Agroecologia. Processos ecológicos em Agricultura Sustentável. 2 a. edição. Ed. UFRGS. Porto Alegre p. HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos de Física. 4 v. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, POPP, J.H. Geologia geral. LTC Editora. Rio de Janeiro. 5. Ed REICHARDT, K. (Ed.). A Água no Sistema Solo-Planta-Atmosfera. Ed. Nobel. São Paulo 2ª. Edição WHITE, R. Princícios e práticas da ciência do solo o solo como um recurso natural. Andrei Editora. São Paulo. 4ª. Ed Bibliografia Complementar: APDC. Plantio Direto na integração Lavoura-Pecuária. APDC/UFU. Uberlândia, p. 23

24 BUCKMANN, H.; BRADY, N. Natureza e Propriedade dos Solos. 5 ª Ed. Livraria Freitas Bastos. Rio de Janeiro. 1979, 542p. COUTO, E.G.; BUENO, J.F.(Orgs.) Os (Des)Caminhos do Uso da água na Agricultura Brasileira. UFMT/SBCS. Cuiabá p. FONTES, M.P.F. Introdução ao estudo de Minerais e Rochas. Imprensa Universitária. N.84. Ed. UFV. Viçosa. 1984, 23p. LEPSCH, I. E. Solos, Formação e Conservação. Ed. Melhoramentos. São Pau. 1976, 160p. MONIZ, A. C. Elementos de Pedologia. EDUSP. São Paulo. 1972, 401p. MANZATTO, C.V.; FREITAS JÚNIOR, E.; PERES, J.R.R. Uso la dos solos brasileiros. EMBRAPA Solos. Rio de Janeiro p. MATOS, A.T. Manejo e Conservação do Solo. UENF. Campos dos Goytacazes p.247p. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Aptidão Agrícola das Terras Coleção Estudos Básicos para o Planejamento Agrícola Volumes 01 a RAMALHO FILHO, A.; BEEK, K.J. Sistema de avaliação da agrícola das terras. EMBRAPA. Rio de Janeiro REICHARDT, K. Processos de Transferência no Sistema Solo - Ed. Fund. Campinas TEIXEIRA, W. (Orgs.) Decifrando a Terra. Ed. Oficina de Textos. São Paulo. 2002,558p. 5. Informática básica Carga Horária Teórica: 30 horas/aula Carga Horária Prática: 30 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula Ementa: Conceitos básicos de informática. Ferramentas para produção e edição de textos, planilhas eletrônicas e apresentação de slides. Internet. Bibliografia Básica: ALBERTIN, Alberto Luiz. Comércio Eletrônico - Modelo, Aspectos e Contribuições de Sua Aplicação. Editora Atlas, 5ª edição. São Paulo, BOUSQUET, Michele. A Internet em Pequenos Passos. Editora Nacional. São Paulo,

25 CAPRON, H.L. Introdução à Informática. Editora Prentice Hall, 8ª edição. São Paulo, 2006, 350p. Bibliografia Complementar: LOLLINI, P. Didática & computador: quando e como a informática na escola. São Paulo: Edições Loyola, OLIVEIRA, R. Informática Educativa: dos planos e discursos à sala de aula. Campinas: Papirus, TAPSCOTT, D. Geração digital: A crescente e Irreversível Ascensão da Geração net. São Paulo: Makron Books, Técnicas de Comunicação Carga Horária Teórica: 60 horas/aula Carga Horária Prática: 0 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula Ementa: Leitura e compreensão de textos da área profissional. is de linguagem e adequação lingüística. Comunicação oral e escrita. Gramática aplicada. Redação técnica. Bibliografia Básica: GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio, FGV, TUFANO, DOUGLAS. Estudos de Língua Portuguesa: Minigramática. Moderna FERREIRA, MAURO. Aprender e Praticar Gramática - Edição Renovada. Ftd. FERREIRA, MAURO. Redação Comercial e Administrativa. Ftd. MEDEIROS, JOAO BOSCO; ANDRADE, MARIA MARGARIDA DE. Comunicação em Língua Portuguesa - 4ª Ed Atlas. REIS, BENEDICTA A. COSTA DOS. A Língua Portuguesa do Dia - A Dia. Rideel. KOCH, INGEDORE GRUNFELD VILLAÇA. A Coesão Textual - Col. Repensando À Língua Portuguesa. Contexto GARCEZ, LUCILIA H. DO CARMO. Técnica de Redação - O que É Preciso Saber para Bem Escrever. Martins Fontes MEDEIROS, JOAO BOSCO. Redação Empresarial - 5ª Edição Atlas REIS, BENEDICTA A. COSTA DOS. Redação Técnica e Comercial. Rideel SCHOCAIR, NELSON MAIA. Gramática do Português Instrumental - 2ª Ed Impetus Bibliografia Complementar: 25

26 CEGALLA, DOMINGOS PASCHOAL. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa - Ed Nacional FERREIRA, AURELIO B. HOLANDA. Mini Aurélio o Dicionário da Língua Portuguesa - Revista e Ampliada. Positivo Editora HOUAISS, ANTONIO. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Objetiva MARTINS, DILETA SILVEIRA; ZILBERKNOP, LÚBIA SCLIAR. Português Instrumental - De Acordo com as Normas da Abnt - 27ª Ed Atlas.MEDEIROS, JOAO BOSCO. Português Instrumental - 6ª Edição Atlas MICHAELIS. Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa. Melhoramentos 7. Silvicultura Geral Carga Horária Teórica: 20 horas/aula Carga Horária Prática: 40 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula Ementa: Importância das condições edafoclimáticas para a escolha de espécies florestais. Árvores porta-semente. Coleta e beneficiamento de sementes florestais. Germinação e quebra de dormência. Produção de mudas por sementes. Tratos culturais em viveiros. Fertilização de mudas florestais. Repicagem de mudas e transplante. Controle de qualidade da muda. Estruturas e instalações de viveiros florestais: dimensionamento, cálculo de canteiros, quantidade de m s, irrigação, embalagens, equipamentos, custos. Aclimatação de mudas. Bibliografia Básica: FERREIRA, C.A.; SILVA, H.D. Formação de Povoamentos Florestais. Colombo: Embrapa Florestas, p. GONÇALVES, J.L.de M.; STAPE, J.L. Conservação e cultivo de solos para plantações florestais. Piracicaba:IPEF, p. LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas : plantio direto e convencional. Nova Odessa : Instituto Plantarum de Estudos da Flora, p. Bibliografia Complementar: ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V. Doenças na cultura do eucalipto. Viçosa: SIF p. Ademir Chaim et al. Agrotóxicos & Ambiente. Embrapa: Brasília, DF p. GALVÃO, A. P. M. (org.). Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais. Embrapa, p. 26

27 TRINDADE, C.; RIBEIRO, G. T.; PAIVA, H. N.; JACOVINE, L. A. G. Cultivo de eucalipto em propriedades rurais. Viçosa: UFV p. COSTA, E.C. et al. Entomologia florestal. Santa Maria: UFSM p. FERNANDES, M. S. Nutrição mineral de plantas. Viçosa: Brasileira de Ciência do Solo p. GONÇALVES, J. L. M.; BENEDETTI, V. Nutrição e Fertilização Florestal. Piracicaba: IPEF p. 8. Educação ambiental Carga Horária Teórica: 20 horas/aula Carga Horária Prática: 20 horas/aula Carga horária Total: 40 horas/aula Ementa: Sustentabilidade, desenvolvimento humano e indicadores socioambientais. Evolução histórica da educação ambiental. Política nac da educação ambiental. Saúde e meio ambiente. Conceituações sobre meio ambiente e educação ambiental. Educação ambiental formal e informal. Bibliografia Básica: BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, p. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Coordenação de Educação Ambiental. A implantação da Educação Ambiental no Brasil. Brasília, p. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Qual educação ambiental? : elemento para um debate sobre educação ambiental e extensao rural. Revista da EMATER. Rio Grande do Sul. -Porto Alegre : EMATER/RS, Porto Alegre, v. 2, n.2. p CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Em direção ao mundo da vida: interdisciplinaridade e educação ambiental. Brasília: IPE, p. (Cadernos de Educação Ambiental, 2) DIETZ, Lou Ann; TAMAIO, Irineu,. Aprenda fazendo : apoio aos processos de educação ambiental / Brasília : WWF Brasil, p. DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios e práticas. 2. ed. São Paulo: Gaia, p. GUIMARÃES, M. Educação Ambiental. Duque de Caxias: Editora UNIGRANRIO, 2000, 61p. (Coleção Temas em Meio Ambiente, n.1) KRASILCHIK, M. Educação ambiental. Ciência & Ambiente. Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria, p , jan./jun

28 MATO GROSSO DO SUL. Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Manual de Educação Ambiental: textos e atividades de apoio. Camp 6. 56p. MATSUHIMA, K. (org.). Educação Ambiental. São Paulo: CETESB, OLIVEIRA, E. M. Educação Ambiental; uma abordagem possível. Brasília: IBAMA, 1998, 154p. (Coleção Meio Ambiente, Série Estudos Educação Ambiental n.1) REIGOTA, M. O que é educação ambiental? São Paulo:, Brasiliense, p. (Coleção Primeiros Passos, n. 292) SÃO PAULO. Secretaria de Meio Ambiente. Conceitos para se fazer Educação Ambiental. São Paulo: COEA/SEMA, 1999, 112 p. (Cadernos de Educação Ambiental). SATO, Michèle. Educação ambiental. São Carlos: EdUFSCar, TANNER, T. Educação Ambiental. São Paulo: Summus/EDUSP, p. Bibliografia Complementar: BOER, N. Educação ambiental na escola. Ciência & Ambiente, Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria, p , jan./jun CASCINO, Fábio; JACOBI, Pedro; OLIVEIRA, José Flávio. Educação, Meio Ambiente e Cidadania: reflexões e experiências. São Paulo: SEMA/CEAM, p. CARVALHO. Isabel Cristina de Moura. A invenção ecológica: narrativas e trajetórias da educação ambiental no Brasil. Porto Alegre: Editora da UFRGS, p. (Coleção Novos Estudos Rurais) COIMBRA, José de Ávila Aguiar. O outro lado do meio ambiente. São Paulo: CETESB, GRÜN, Mauro. Ética e Educação Ambiental: a conexão necessária. São Paulo: Papirus, Associativismo e Cooperativismo Carga Horária Teórica: 40 horas/aula Carga Horária Prática: 20 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula Ementa: Formas de organização: cooperativas, associações, sindicatos, partidos políticos, sociedades anônimas. Princípios do Cooperativismo e sua inserção mundial, nacional e regional. Modelos de Empresas Cooperativistas. A empresa Cooperativa- 28

29 Escola objetivos, estrutura e funcionamento. Conceitos de trabalho em equipe e em cooperação. Bibliografia Básica: COLOMBAIN, M. Princípios fundamentais do cooperativismo. Viseu, Cooperativa Grau, p. GAL, N. A organização cooperativa e o desenvolvimento 2º ed. Fortaleza, BNB/ETENE, p. LAIDLAW, A. F. As cooperativas no ano Belo Horizonte, OCEMG/OCB/BNCC, s.d. 88p. (Ato Cooperativo). MARTINS, S. P. Cooperativas de Trabalho. 3 º ed. Ed At p. OLIVEIRA, D. Manual de Gestão das Cooperativas: Abordagem prática. 5 º ed. Ed. Atlas, p. SILVA PIRES, M.L.L. Cooperativismo Agrícola em Questão. São Paulo: ESS, Bibliografia Complementar: FARIA, R.L. Cooperativas Rurais. São Paulo: Scortecci, 003. FERRANTE, V. L. S. B. Assentamentos Rurais: a polêmica questão de sua avaliação. Revista UNIARA: Centro Universitário de Araraquara, n a. FROEHLICH, J. M. Desenvolvimento Rural: Tendência e Debates Contemporâneos. Ijui, Unijuí, MONZONI M. Impacto em renda do microcrédito. São Paulo, Ed. Peirópolis NEVES, D. P. Assentamentos Rurais. Reforma Agrária em migalhas. Niteró EDUFF RECH, D. Cooperativas: uma alternativa de organização Rio de Janeiro: DP&A, SCHARDONG, A. Cooperativa de Crédito - Instrumento de Organização Econômica da Sociedade. Editora Rígel, SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DO PARANÁ. Estudo da viabilidade para a constituição de singular: agropecuária, consumo, educacional, trabalho. Manual de orientação. 2. ed. Curitiba: TESCH, W. Dicionário Básico do Cooperativismo. Brasília: SESCOOP, Semestre Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Florestais 29

30 Carga Horária Teórica: 30 horas/aula Carga Horária Prática: 10 horas/aula Carga horária Total: 40 horas/aula Ementa: Conceitos básicos de fertilidade do solo. Elementos essenciais às plantas: macro e micronutrientes. Métodos de amostragem de solos. Recomendações de corretivos e fertilizantes. Sintomas de deficiência e mineral em plantas. Aspectos econômicos e implicações ecológicas do uso de corretivos e fertilizantes. Bibliografia Básica: CFSEMG. Recomendações para o uso de corretivos e ferti izantes em Minas Gerais 5ª Aproximação. RIBEIRO, A.C. et al. (Eds) Viçosa p. FERNANDES, M.S. (Ed.) Nutrição Mineral de Plantas. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. 1ª. Ed. Viçosa p. NOVAIS, R.F. et al. (Eds.) Fertilidade do Solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. 1ª. Ed. Viçosa p. Bibliografia Complementar: ABEAS. Curso de Fertilidade e Manejo do Solo. Módulos 01 a 15. Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior. Brasília FERREIRA, M. E. et al. (Eds.) Micronutrientes e elementos tóxicos na agricultura. CNPq/FAPESP/POTAFOS. Jaboticabal p. MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. 2ª.Ed. POTAFOS. Piracicaba p. MOREIRA, F.M.S.; SIQUEIRA, J.O. Microbiologia e Bioquí do Solo. Editora UFLA. Lavras. 2ª. Ed p. SOUSA, D. M. G.; LOBATO, E. (Ed. técnicos) Cerrado: correção do solo e adubação. 2 ed. Brasília. EMBRAPA. Informação tecnológica, p. VARGAS, M.A.T.; HUNGRIA, M. Biologia dos solos dos cerrados. EMBRAPA/CPAC, Planaltina p. VITTI, G.C.; LUZ, P.H.C. Utilização agronômica de corretivos agrícolas. Piracicaba. FEALQ p. 11. Noções de Topografia e Geoprocessamento Carga Horária Teórica: 30 horas/aula Carga Horária Prática: 30 horas/aula Carga horária Total: 60 horas/aula 30

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