Consórcio das Universidades Federais do Sul/Sudeste de Minas Gerais. Uma proposta inovadora e estratégica para a região, o Estado e o País

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Consórcio das Universidades Federais do Sul/Sudeste de Minas Gerais. Uma proposta inovadora e estratégica para a região, o Estado e o País"

Transcrição

1 Consórcio das Universidades Federais do Sul/Sudeste de Minas Gerais Uma proposta inovadora e estratégica para a região, o Estado e o País

2 Consórcio O que não é: Uma Superuniversidade Uma Fusão de Universidades

3 Consórcio O que não se perde Identidade Autonomia Orçamento Recursos humanos

4 Sequência de eventos: Julho/2010: Brasília/MEC reunião Reitores, Ministro Fernando Haddad, SEx Henrique Paim, SESu Maria Paula, Presidente CAPES Jorge Guimarães Agosto: Divinópolis/UFSJ assinatura do Protocolo de Intenção (Presidente Lula, Ministro Fernando Haddad, Reitores) Agosto: Lavras/UFLA definição das coordenações temáticas (Reitores) Agosto-Outubro: São João del-rei/ufsj, Ouro Preto/UFOP, Juiz de Fora/UFJF, Itajubá/UNIFEI construção de minuta do PDI integrado (Reitores, Pró-Reitores, Diretores, Assessores) Outubro: início da discussão nas Universidades Outubro: Belo Horizonte/Espaço UFV e Auditório IBAMA discussão minuta PL (SESu, Reitores) e apresentação da minuta do PDI (Ministro, Reitores, Pró-Reitores, Diretores, Assessores e convidados) Novembro: realização de seminários e discussão com a comunidade Dezembro: análise e deliberação pelos Conselhos Superiores

5 Coordenações temáticas: Graduação: UNIFAL-MG Prof. Paulo Márcio de Faria e Silva Pesquisa e Inovação: UNIFEI Prof. Renato de Aquino Faria Nunes Pós-Graduação: UFJF Prof. Henrique Duque de Miranda Chaves Filho Planejamento e Gestão: UFLA Prof. Antônio Nazareno Guimarães Mendes Assuntos Estudantis: UFOP Prof. João Luiz Martins Extensão e Cultura: UFSJ Prof. Helvécio Luiz Reis Coordenação Geral: UFV Prof. Luiz Cláudio Costa

6 Sul/Sudeste de MG: uma região de destaque em ciência e tecnologia UFOP UFV Unifal UFLA UFSJ UFJF Unifei

7 Localização estratégica: Brasil 190 milhões de habitantes Sudeste 80 milhões de habitantes Capitais Belo Horizonte Rio de Janeiro São Paulo

8 8 BA v 1 v 12 : : SP - 1 ES RJ Municípios com sede de câmpus = 17 Municípios com pólo de Educação a Distância = 55

9 Dinâmica da região: 7 Universidades Federais estudantes Região trabalhadores 265. Pesquisadores mestres e doutores pós-graduandos O ecossistema da região

10 Uma região de excelência acadêmica e relevância social estudantes graduação e pós-graduação 247 cursos de graduação 145 programas de pós-graduação Mais de laboratórios

11 Oferta multidisciplinar de cursos: Os cursos de graduação e de pós-graduação oferecidos atendem as várias áreas do conhecimento Ciências Ciências Ciências Ciências Agrárias Exatas e Tecnológicas Biológicas e da Saúde Humanas, Letras e Artes

12 Pesquisa e Pós-Graduação: 118 mestrados: estudantes 58 doutorados: alunos Constante crescimento Atuação em todo o Brasil e no mundo Áreas de excelência: Agronomia, Zootecnia, Química, Solos, Saúde e Engenharia

13 Um ambiente excepcional para o desenvolvimento científico e tecnológico Laboratórios e centros de excelência (alguns exemplos) Centro de Excelência em Eficiência Energética Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária - Bioagro Núcleos de Inovação Tecnológica - NIT Consórcio de Universidades: Uma proposta inovadora e estratégica para a região, o estado e o país

14 Uma região de belezas naturais e históricas:

15 Riqueza histórica e cultural: Infraestrutura esportiva e cultural APG s, DCE s e Centros Acadêmicos TV s e rádios universitárias Eventos culturais

16 Minuta de Projeto de Lei (versão 22/10/2010): Inclui o art. 54-A na Lei nº de 20 de dezembro de O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica incluído na Lei nº de 20 de dezembro de 1996 o seguinte art. 54-A: Art. 54-A As universidades mantidas pelo Poder Público poderão, sem prejuízo da autonomia e das prerrogativas de cada uma, formar consórcio universitário para realização de objetivos comuns. 1º Para a constituição do consórcio universitário, as universidades firmarão Termo de Consórcio Universitário, aprovado pelos órgãos colegiados de deliberação máxima de cada instituição consorciada. 2º O Termo de Consórcio Universitário, que definirá o objeto e condições da cooperação entre as instituições, será instruído com Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) integrado, pelo prazo máximo de 5 (cinco) anos, renovável por novas e subseqüentes deliberações, observado o 1º, aplicando-se, no que couber, o art. 116 da Lei nº 8.666, de Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, data da aprovação; 189º da Independência e 122º da República.

17 Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - integrado / proposta Missão Construir parcerias e compartilhar conhecimentos e experiências nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, visando ao fortalecimento das Universidades consorciadas na sua capacidade de atendimento às demandas da sociedade. Valores Autonomia Universitária Ética Excelência Acadêmica Relevância Social Indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão Cooperação Inovação Perspectiva Ser referência nacional e internacional na educação superior, na pesquisa, na extensão, na inovação e na transferência de conhecimento e tecnologias.

18 Objetivos e Metas Compartilhamento de práticas bem sucessidas Gestão Capacitação Qualificação Assistência à saúde

19 OBJETIVOS: I. Implementar políticas de inovação, integração e complementaridade de ações acadêmicas e administrativas, visando ao fortalecimento das Universidades consorciadas. II. Promover práticas inovadoras e sinérgicas voltadas para o desenvolvimento sustentável, tecnológico e do conhecimento. III. Implementar políticas integradas de gestão de pessoas. IV. Promover ações inovadoras no ensino médio, de graduação e de pós-graduação. V. Realizar pesquisas estratégicas para o desenvolvimento do País. VI. Promover ações integradas e inovadoras de extensão e cultura. VII. Promover políticas de assistência estudantil voltadas para o acesso e permanência discente. VIII. Promover a participação do Consórcio em iniciativas internacionais voltadas para a solução de desafios nas áreas de saúde, no acesso à educação, no avanço tecnológico, na segurança alimentar e nos programas de responsabilidade social e ambiental. IX. Desenvolver instrumentos inovadores de Educação a Distância, visando à integração e complementaridade das ações de ensino, pesquisa, extensão e mobilidade acadêmica.

20 Metas (I e II): Criar estruturas regimentais, organizacionais e físicas do Consórcio. Estabelecer procedimentos integrados de planejamento e gestão. Criar mecanismos de desenvolvimento e compartilhamento de práticas bem sucedidas de gestão da comunicação institucional. Criar agência de comunicação do Consórcio comprometida com a divulgação do ensino, da pesquisa, da extensão e da cultura. Estabelecer políticas integradas de Tecnologia da Informação (TI). Desenvolver modelo de integração de bases de dados das consorciadas, aplicáveis a objetos de interesse comum. Estabelecer indicadores para acompanhamento e avaliação do Consórcio.

21 Metas (III): Criar procedimentos compartilhados de recrutamento e seleção de pessoal e de mobilidade de servidores no âmbito das Universidades consorciadas. Criar procedimentos compartilhados de avaliação de desempenho, capacitação, qualificação e dimensionamento de pessoal. Implantar programas compartilhados de assistência à saúde e qualidade de vida dos servidores.

22 Metas (IV - Graduação): Implantar Programa de Mobilidade Consorciada de Discentes, com a implementação de bolsas, oferecimento de pelo menos duas vagas por disciplina, totalizando vagas por semestre letivo. Criar banco de vagas ociosas para a transferência preferencial de estudantes das consorciadas. Desenvolver sistema gerenciador de matrícula dos estudantes em mobilidade consorciada. Criar Programa de Mobilidade Docente, para ministrar disciplinas em períodos regulares ou de verão e outras formas de intercâmbio acadêmico, com destinação de bolsas. Criar Núcleo de Estudos Pedagógicos, para discussão de metodologias de ensino, avaliação da aprendizagem, desenhos curriculares, retenção e evasão, sistema de avaliação da graduação, normas e controle acadêmico. Uniformizar os processos de seleção entre as consorciadas. Criar curso de bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia, no conjunto das consorciadas, totalizando 700 vagas anuais, com ciclos complementares profissionalizantes, com ofertas diferenciadas em cada consorciada. Criar cursos de Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design, no conjunto das consorciadas, totalizando 350 vagas anuais, com ciclos complementares profissionalizantes com ofertas diferenciadas em cada consorciada.

23 Metas (IV - Pós-Graduação): Criar Centro de Estudos Avançados visando à integração, ao fortalecimento e à expansão da pesquisa e da pós-graduação. Estabelecer política de inserção internacional. Criar programas de pós-graduação compartilhados, em áreas estratégicas, considerando as competências das Universidades consorciadas. Implementar mecanismos de cooperação entre os programas de pós-graduação das Universidades consorciadas, visando ao fortalecimento, à consolidação e à excelência. Estabelecer políticas e práticas acadêmicas que contribuam para a formação complementar do corpo discente.

24 Metas (V): Desenvolver, nos próximos quatro anos, projetos e formação de núcleos de estudos prioritariamente nas áreas de nanotecnologia, bioenergia, biodiversidade, meio ambiente, sustentabilidade, fitoterápicos e educação. Criar centros de pesquisa em áreas estratégicas, com possibilidade de localização diferente daquele das consorciadas. Consolidar redes de pesquisa temáticas e infraestrutura de laboratórios. Promover a indução de programas de pesquisa, inovação tecnológica e empreendedorismo a partir da avaliação de demandas das consorciadas. Viabilizar, no período de um ano, a movimentação de pesquisadores e estudantes envolvidos nos programas de pesquisa e de Iniciação Científica nas consorciadas. Realizar, anualmente, eventos de pesquisa com a participação das consorciadas. Realizar Simpósio de Integração Acadêmica, ensino, pesquisa e extensão entre as consorciadas. Promover a inserção internacional do Consórcio por meio de acordos de cooperação.

25 Metas (VI): Estabelecer mecanismos de desenvolvimento e compartilhamento de práticas bem sucedidas de planejamento e gestão de atividades de extensão e cultura. Instituir o Programa Corredor Cultural, visando à implantação de incubadoras, à circulação de produtos culturais e à realização de eventos. Instituir o Programa de Sustentabilidade e Meio Ambiente para o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, utilização de energias alternativas, reciclagem e gestão de resíduos, e qualificação de pessoas, em parcerias com Associações e Cooperativas de Catadores. Criar Programas de Extensão em consonância com Políticas Públicas, promovendo articulações entre as Consorciadas e os movimentos sociais, nas áreas temáticas do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas FORPROEX. Estabelecer parcerias com órgãos públicos e privados para viabilizar recursos para programas e projetos de extensão e cultura. Desenvolver programas voltados para a inclusão social e acessibilidade.

26 Metas (VII): Estabelecer estruturas organizacionais equivalentes, entre as consorciadas, para a gestão da Assistência Estudantil. Disponibilizar meios de mobilidade a, pelo menos, 10% dos estudantes de graduação dos cursos presenciais, das consorciadas. Conceder bolsa a todos os estudantes em mobilidade. Propiciar ao estudante em mobilidade os benefícios previstos no Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), e os da consorciada de destino. Padronizar as metodologias institucionais de avaliação socioeconômica (ASE). Instituir programa de acompanhamento de egressos. Estabelecer mecanismos de desenvolvimento e compartilhamento de práticas bem sucedidas de Assuntos Estudantis.

27 Metas (VIII): Criar mecanismos de gestão da internacionalização do Consórcio. Estabelecer estruturas organizacionais equivalentes, entre as consorciadas, para a gestão das Relações Internacionais. Instituir procedimentos compartilhados de planejamento e gestão da cooperação internacional como mobilidade acadêmica, ofertas de cursos de pós-graduação em língua estrangeira, minicursos, eventos científicos e culturais e publicações. Promover a divulgação e a visibilidade internacional do Consórcio. Criar escritórios de representação e prospecção internacional.

28 Metas (IX): Criar sistema de mobilidade virtual para viabilizar integração e acesso aos programas, procedimentos e recursos interinstitucionais, disponíveis no âmbito do Consórcio. Estabelecer política de oferta compartilhada de cursos a distância nas modalidades de pós-graduação stricto e lato sensu. Estabelecer mecanismos de desenvolvimento e compartilhamento de práticas bem sucedidas de EAD. Criar Centro Unificado de Produção de Mídias.

29 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA: Conselho Executivo: reitores, vice-reitores e pró-reitores das Universidades consorciadas (Presidência rotativa pelo período de um ano) Secretaria Executiva: nomeação pelo Presidente do Conselho Executivo)

30 INFRAESTRUTURA Infraestrutura das Universidades consorciadas, disponibilizada sem prejuízo para as atividades de cada instituição. Escritórios de representação em Brasília e Belo Horizonte Centros de pesquisa em locais a serem definidos. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO Periodicamente por Comissão Própria de Avaliação. FINANCIAMENTO Recursos especificamente destinados ao Consórcio, sem comprometer ou concorrer com o orçamento de cada instituição.

31 OBRIGADO

Reitores entregam documento com as diretrizes do consórcio das sete universidades mineiras sul/sudeste ao Ministro da Educação

Reitores entregam documento com as diretrizes do consórcio das sete universidades mineiras sul/sudeste ao Ministro da Educação Caros colegas jornalistas Segue, abaixo, release sobre o evento de entrega do documento que prevê a criação do consórcio entre as sete universidades mineiras ao Ministro da Educação Fernando Haddad. Este

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Institui o Estatuto da Metrópole, altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Esta Lei, denominada

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MINEIROS UNIFIMES POLÍTICA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU STRICTO SENSU

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MINEIROS UNIFIMES POLÍTICA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU STRICTO SENSU CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MINEIROS UNIFIMES POLÍTICA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU STRICTO SENSU Mineiros Goiás 2015 Reitora Ita de Fátima Dias Silva Vice-Reitora Marilaine de Sá Fernandes Pró-Reitor de Administração

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO DE ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS ATIVIDADES DOCENTES NA UFRPE

MINUTA DE RESOLUÇÃO DE ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS ATIVIDADES DOCENTES NA UFRPE 1 MINUTA DE RESOLUÇÃO DE ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS ATIVIDADES DOCENTES NA UFRPE CONSIDERANDO a necessidade de aperfeiçoar o acompamhamento e registro das atividades desenvolvidas pelo corpo docente

Leia mais

Atualizada em fevereiro de 2015

Atualizada em fevereiro de 2015 Atualizada em fevereiro de 2015 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUDESTE DE MINAS GERAIS Paulo Rogério Araújo Guimarães REITOR Maria Elizabeth Rodrigues PRÓ-REITORA DE ENSINO Frederico

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 46/2011, de 03 de novembro de 2011.

RESOLUÇÃO Nº 46/2011, de 03 de novembro de 2011. RESOLUÇÃO Nº 46/2011, de 03 de novembro de 2011. O Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional PDI -

Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - Diretrizes para Elaboração Eixos Temáticos Essenciais do PDI Perfil Institucional Avaliação e Acompanhamento do Desenvolvimento Institucional Gestão Institucional

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO DO PDI (PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL)

COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO DO PDI (PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL) UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO DO PDI (PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL) RICARDO SILVA CARDOSO PRESIDENTE LOREINE HERMIDA

Leia mais

EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016.

EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016. EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB), no uso de suas atribuições legais e regimentais, em conformidade

Leia mais

DE PÓS-GRADUAÇÃO

DE PÓS-GRADUAÇÃO 6.2.2. DE PÓS-GRADUAÇÃO As áreas de abrangência da UFOB têm experimentado importante crescimento econômico e populacional nos últimos 30 anos, fato que tem ampliado significativamente a demanda por profissionais

Leia mais

2. DOS REQUISITOS DOS CANDIDATOS O candidato deverá obrigatoriamente que preencher os seguintes requisitos:

2. DOS REQUISITOS DOS CANDIDATOS O candidato deverá obrigatoriamente que preencher os seguintes requisitos: EDITAL DE PRÉ-SELEÇÃO DE ALUNOS PARA PARTICIPAREM DE INTERCÂMBIO ACADÊMICO, ESTÁGIOS E CURSOS DE IDIOMAS NOS ESTADOS UNIDOS, FRANÇA, ITÁLIA, REINO UNIDO E ALEMANHA Programa Ciência sem Fronteiras CHAMADAS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº. 02/2014 CUn

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº. 02/2014 CUn ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº. 02/2014 CUn PLANO DE CAPACITAÇÃO DE SERVIDORES DESTA UNIVERSIDADE 1. APRESENTAÇÃO O Plano de Cargos e Carreiras do Pessoal Técnico-Administrativo em Educação (PCCTAE) foi implantado

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI

Leia mais

Prédio da Reitoria UFMG, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

Prédio da Reitoria UFMG, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Prédio da Reitoria UFMG, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG Foto: Foca Lisboa UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS UFMG Foto: Foca Lisboa INSTITUIÇÃO PÚBLICA FEDERAL FUNDADA EM 1927 ENSINO GRATUITO LOCALIZADA

Leia mais

11) Incrementar programas de mobilidade e intercâmbio acadêmicos. Propiciar a um número maior de discentes a experiência de interação

11) Incrementar programas de mobilidade e intercâmbio acadêmicos. Propiciar a um número maior de discentes a experiência de interação Apresentação A vocação natural da instituição universitária é fazer-se um centro de convergência e articulação de esforços intelectuais, científicos, artísticos e culturais, estimulando o pensamento crítico,

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010.

RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO CONSEPE/UFERSA Nº 007/2010, de 19 de agosto de 2010. Cria o Núcleo de Educação à Distância na estrutura organizacional da Pró- Reitoria de Graduação da

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2011-2015 1. PERFIL INSTITUCIONAL Com base no artigo 16 do Decreto Federal nº 5.773, de 09 de maio de 2006. 1.1 Missão (ASPLAN)

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DAS SALAS DE COORDENAÇÃO DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM MOODLE PARA O PROCESSO DE RECONHECIMENTO DE CURSOS À DISTÂNCIA PELO INEP

CONTRIBUIÇÕES DAS SALAS DE COORDENAÇÃO DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM MOODLE PARA O PROCESSO DE RECONHECIMENTO DE CURSOS À DISTÂNCIA PELO INEP 1 CONTRIBUIÇÕES DAS SALAS DE COORDENAÇÃO DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM MOODLE PARA O PROCESSO DE RECONHECIMENTO DE CURSOS À DISTÂNCIA PELO INEP Ouro Preto MG Abril de 2014 Luciano Miguel Moreira

Leia mais

S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL S enado Federal S ubsecretaria de I nfor mações LEI Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP TEXTO COMPILADO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as

Leia mais

SEMINÁRIO Planejamento Estratégico Elaborado por: Jesus Borges (Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional) Fabrício Sobrosa Affeldt (Coordenador de

SEMINÁRIO Planejamento Estratégico Elaborado por: Jesus Borges (Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional) Fabrício Sobrosa Affeldt (Coordenador de SEMINÁRIO Planejamento Estratégico Elaborado por: Jesus Borges (Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional) Fabrício Sobrosa Affeldt (Coordenador de Ensino - Campus Feliz) Cláudia Lorenzon (RH-Reitoria)

Leia mais

Reunião geral de alunos 10/03/2015

Reunião geral de alunos 10/03/2015 Reunião geral de alunos 10/03/2015 PARCEIROS DO CURSO DE TEOLOGIA DA ULBRA SEMINÁRIO CONCÓRDIA TEOLOGIA ULBRA PASTORAL UNIVERSITÁRIA TEOL ECLESIÁSTICA /TEOLOGIA PÚBLICA/ CONFESSIONAL CONFESSIONALIDADE

Leia mais

PLANO DE GESTÃO CÂMPUS CAÇADOR

PLANO DE GESTÃO CÂMPUS CAÇADOR PLANO DE GESTÃO CÂMPUS CAÇADOR 2016-2019 Consolidar, Incluir e Unir com ética, transparência e responsabilidade SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO... 5 2 METODOLOGIA... 6 3 EQUIPE... 7 4 MAPA SITUACIONAL... 8 5 EIXOS

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Meio Ambiente Subsequente COMPONENTE CURRICULAR: METODOLOGIA DE PESQUISA E CÓDIGO: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS Currículo:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Complexo de Ensino Superior de São Paulo Ltda.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Complexo de Ensino Superior de São Paulo Ltda. PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 10/10/2011, Seção 1, Pág. 17. Portaria n 170, publicada no D.O.U. de 10/10/2011, Seção 1, Pág.13. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE RIBAS DO RIO PARDO, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que o Plenário Aprovou a seguinte Lei.

O PREFEITO MUNICIPAL DE RIBAS DO RIO PARDO, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que o Plenário Aprovou a seguinte Lei. LEI MUNICIPAL Nº. 932/2010 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Habitação de Interesse Social, institui a Coordenadoria Municipal de Habitação de Interesse Social e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR Elza Cristina Giostri elza@sociesc.org.br PROGRAMA Apresentação Diagnóstico de conhecimento e necessidades Conceito Geral Elaboração do relatório

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2004 (Do Sr. Lobbe Neto)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2004 (Do Sr. Lobbe Neto) PROJETO DE LEI N.º, DE 2004 (Do Sr. Lobbe Neto) Dispõe sobre a criação da Faculdade de Medicina de São Carlos, na Região Central de São Paulo. O Congresso Nacional decreta: Art. 1.º Fica o Poder Executivo

Leia mais

CAPÍTULO III DO FINANCIAMENTO

CAPÍTULO III DO FINANCIAMENTO PROJETO DE LEI Institui o Plano Estadual de Cultura da Bahia e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO

Leia mais

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Institui a Política Nacional de Capacitação dos Servidores para a Administração Pública Federal direta, autárquica

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 03/2014

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 03/2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 03/2014 Aprova as Normas Complementares para Cursos de Pós-Graduação

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PRPDI Orientação Geral O Plano de Desenvolvimento Institucional -PDI, elaborado para um período de 5

Leia mais

EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE

EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Universidade Federal

Leia mais

PORTARIA N.º 1.900, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013.

PORTARIA N.º 1.900, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013. REVOGADA PELA PORTARIA N.º 465, DE 03 DE MARÇO DE 2016 PUBLICADA NO DJE DE 03.03.2016 EDIÇÃO 5694 PÁG. 76. http://diario.tjrr.jus.br/dpj/dpj-20160303.pdf PORTARIA N.º 1.900, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2013.

Leia mais

Conselho Municipal de Meio Ambiente CONSEMAC Câmara Setorial Permanente de Educação Ambiental CSPEA Parecer 03/2013 Março 2013

Conselho Municipal de Meio Ambiente CONSEMAC Câmara Setorial Permanente de Educação Ambiental CSPEA Parecer 03/2013 Março 2013 Conselho Municipal de Meio Ambiente CONSEMAC Câmara Setorial Permanente de Educação Ambiental CSPEA Parecer 03/2013 Março 2013 I. OBJETO Regulamentação da Lei n o 4.791 de 02/04/2008, que dispõe sobre

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE VERÃO 2014 EDITAL

PROCESSO SELETIVO DE VERÃO 2014 EDITAL U N I V E R S I D A D E D E P A S S O F U N D O V i c e - R e i t o r i a d e G r a d u a ç ã o S e c r e t a r i a G e r a l d o s C u r s o s Campus I Rodovia BR 285 Km 292 - Bairro São José CEP 99052-900

Leia mais

Como você avalia a atuação do seu orientador em relação ao acompanhamento e orientação do seu projeto de pós-graduação?

Como você avalia a atuação do seu orientador em relação ao acompanhamento e orientação do seu projeto de pós-graduação? Na Unidade Des. sei/ se Pós- Co você avalia a atuação do seu orientador em relação ao acompanhamento e orientação do seu projeto de pós-graduação? 90,06% 6,63% 2,76% 0,55% Possuir currículos interdisciplinares,

Leia mais

MINUTA EM CONSTRUÇÃO

MINUTA EM CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO MINUTA EM CONSTRUÇÃO RESOLUÇÃO POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS E PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL Institui a Política de Ações Afirmativas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 12/9/2012, Seção 1, Pág. 15. Portaria n 1122, publicada no D.O.U. de 12/9/2012, Seção 1, Pág. 14. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação

Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação Dimensão 1 DIDÁTICO-PEDAGÓGICA CATEGORIAS DE ANÁLISE 1.1 Gestão Acadêmica 1.2 Projeto do Curso 1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação 1.1 GESTÃO ACADÊMICA 1.1.1 Responsabilidade Social

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 139/2009/CONEPE Aprova alteração nas Normas Específicas do Estágio

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 6/5/2016, Seção 1, Pág. 28. Portaria n 4, publicada no D.O.U. de 6/5/2016, Seção 1, Pág. 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Aquisição de equipamentos de TI (computadores, projetores, notebook) para atendimento de atividades acadêmicas e administrativas.

Aquisição de equipamentos de TI (computadores, projetores, notebook) para atendimento de atividades acadêmicas e administrativas. NOR001 Aquisição de equipamentos de TI (computadores, projetores, notebook) para atendimento de atividades acadêmicas e administrativas. NOR002 Capacitação de servidores para utilização de softwares educacionais

Leia mais

PORTARIA Nº 300 DE 30 DE JANEIRO DE 2006 (D. O nº 22 Seção I 31/01/2006 Pág. 5 a 7)

PORTARIA Nº 300 DE 30 DE JANEIRO DE 2006 (D. O nº 22 Seção I 31/01/2006 Pág. 5 a 7) PORTARIA Nº 300 DE 30 DE JANEIRO DE 2006 (D. O nº 22 Seção I 31/01/2006 Pág. 5 a 7) Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional data Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - 2016-2020 Prof. Esper Cavalheiro Pró-Reitor de Planejamento - PROPLAN Profa. Cíntia Möller Araujo Coordenadora de Desenvolvimento Institucional e Estudos

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Curitiba COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO REGULAMENTO INTERNO -

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Curitiba COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO REGULAMENTO INTERNO - Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Curitiba COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO REGULAMENTO INTERNO - CAPÍTULO I Da Natureza, das Finalidades e dos Objetivos Art.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS I Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Estatística Curso de Bacharelado em Estatística RESOLUÇÃO INTERNA DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº03/2016, DE 17 DE MAIO DE 2016

RESOLUÇÃO Nº03/2016, DE 17 DE MAIO DE 2016 RESOLUÇÃO Nº03/2016, DE 17 DE MAIO DE 2016 Regulamenta a proposição, a aprovação, a certificação e o funcionamento das ações de extensão universitária. A CÂMARA DE EXTENSÃO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA COORDENADORIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COAI COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PARTE I O DISCENTE AVALIA AS AÇÕES DO CURSO Prezado(a)

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portarias/MEC nºs 555/556, publicadas no Diário Oficial da União de 21/2/2006

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portarias/MEC nºs 555/556, publicadas no Diário Oficial da União de 21/2/2006 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portarias/MEC nºs 555/556, publicadas no Diário Oficial da União de 21/2/2006 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: União Norte do Paraná de Ensino

Leia mais

TEMA ESTRATÉGICO 3: Garantir apoio técnico necessário ao funcionamento pleno das atividades, tanto de graduação quanto de pesquisa.

TEMA ESTRATÉGICO 3: Garantir apoio técnico necessário ao funcionamento pleno das atividades, tanto de graduação quanto de pesquisa. CTC - CENTRO DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS MISSÃO DA UNIDADE: O Centro de Tecnologia e Ciências tem seu objetivo maior consubstanciado nos objetivos gerais de Ensino, Pesquisa e Extensão. No que tange ao objetivo

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSUN N.º 008/2010. O Conselho Superior da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS, no uso de suas atribuições e

RESOLUÇÃO CONSUN N.º 008/2010. O Conselho Superior da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS, no uso de suas atribuições e RESOLUÇÃO CONSUN N.º 008/2010 Estabelece as normas para a distribuição dos encargos docentes da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul O Conselho Superior da Universidade Estadual do Rio Grande do

Leia mais

ENSINO SUPERIOR PÚBLICO: PRINCÍPIO DA GRATUIDADE, DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO E COLABORAÇÃO DA SOCIEDADE

ENSINO SUPERIOR PÚBLICO: PRINCÍPIO DA GRATUIDADE, DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO E COLABORAÇÃO DA SOCIEDADE ENSINO SUPERIOR PÚBLICO: PRINCÍPIO DA GRATUIDADE, DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO E COLABORAÇÃO DA SOCIEDADE Profa. Cláudia do R. Vaz Morgado, D.Sc. Ex-Coordenadora GT Lato Sensu da UFRJ (2013-2015) Ex-Presidente

Leia mais

Prof. Luiz Carlos Pinto da Silva Filho Diretor da Escola de Engenharia Profa. Carla Schwengber ten Caten Vice-Diretora da Escola de Engenharia

Prof. Luiz Carlos Pinto da Silva Filho Diretor da Escola de Engenharia Profa. Carla Schwengber ten Caten Vice-Diretora da Escola de Engenharia ESCOLA DE ENGENHARIA Prof. Luiz Carlos Pinto da Silva Filho Diretor da Escola de Engenharia lcarlos66@gmail.com (51) 3308.3489 Profa. Carla Schwengber ten Caten Vice-Diretora da Escola de Engenharia tencaten@producao.ufrgs.br

Leia mais

PDI IFCE/PRPI

PDI IFCE/PRPI PDI 2014-2019 IFCE/PRPI Perspectiva dos Clientes da PRPI Expansão e consolidação da pesquisa científica e tecnológica Captação de recursos externos para Pesquisa e Inovação Cronograma de Metas 01 R$ 34.000.000,00

Leia mais

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 DE CIÊNCIAS RURAIS

Leia mais

Eliana Lúcia Ferreira Coordenadora do Curso.

Eliana Lúcia Ferreira Coordenadora do Curso. BOAS VINDAS Prezado aluno, Seja bem vindo ao Curso de Licenciatura Plena em Educação Física, modalidade à Distância da Faculdade de Educação Física e Desportos da Universidade Federal de Juiz de Fora (FAEFID/UFJF).

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 52.567, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. (publicado no DOE n.º 183, de 24 de setembro de 2015) Dispõe sobre o

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 05/12/2008 (*) Portaria/MEC nº 1.476, publicada no Diário Oficial da União de 05/12/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO

Leia mais

Processo de Seleção de Tutores para Vagas Remanescentes do Curso de Especialização em Gestão em Saúde, na modalidade a Distância

Processo de Seleção de Tutores para Vagas Remanescentes do Curso de Especialização em Gestão em Saúde, na modalidade a Distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL- REI SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL/UAB NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DECRETO 5.800/2006 Res. 012/2008 CONSU Resolução CD/FNDE Nº 26/2009,

Leia mais

EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE

EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Universidade Federal

Leia mais

Campus Sorriso. FORMULÁRIO PARA COLETA DE OPINIÕES DOS DISCENTES Questionário Avaliação Discente CPA SRS 3 semestre Gestão ambiental

Campus Sorriso. FORMULÁRIO PARA COLETA DE OPINIÕES DOS DISCENTES Questionário Avaliação Discente CPA SRS 3 semestre Gestão ambiental Campus Sorriso FORMULÁRIO PARA COLETA DE OPINIÕES DOS DISCENTES Questionário Avaliação Discente CPA SRS 3 semestre Gestão ambiental Esta pesquisa tem por objetivo obter informações sobre as variáveis em

Leia mais

REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS 2016

REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS 2016 REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS 2016 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Biotecnologia PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2016 ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE DOCUMENTO: 2016 COORDENADOR: Odir Antônio Dellagostin COORDENADORA

Leia mais

EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE

EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE EDITAL N 06/2016/UFSJ/PROEX, DE 11 DE MARÇO DE 2016, DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO PROJETO CORREDOR CULTURAL REGIONAL SUDESTE A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Universidade Federal

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Instituto de Biociências Câmpus do Litoral Paulista PLANO DE METAS TRIENAL

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Instituto de Biociências Câmpus do Litoral Paulista PLANO DE METAS TRIENAL PLANO DE METAS TRIENAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIODIVERSIDADE AQUÁTICA PPGBA. (1 ano) curto, (2 anos) médio e (3 anos) longo prazo. Propostas do Programa Estratégia Criar a identidade do PPGBA Promover

Leia mais

Art. 5º - A operação do SIDS será executada segundo as diretrizes enunciadas no art. 4º da Lei nº 13.968, de 2001.

Art. 5º - A operação do SIDS será executada segundo as diretrizes enunciadas no art. 4º da Lei nº 13.968, de 2001. Institui o Sistema Integrado de Defesa Social de que trata o inciso I do art. 2º, da Lei Delegada nº 56, de 29 de janeiro de 2003, no âmbito da Secretaria de Estado de Defesa Social. O Governador do Estado

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS - REITORIA POLÍTICA DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFMT.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS - REITORIA POLÍTICA DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFMT. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS - REITORIA POLÍTICA DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA UFMT. Elaborado por: Joíra Martins Supervisão: Prof. Paulo

Leia mais

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024 Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024 Marcelo Machado Feres Secretário de Educação Profissional e Tecnológica SETEC Ministério da Educação XXXIX edição da Reunião dos

Leia mais

De acordo ao PDI do IFSP, no que se refere às Políticas de Pesquisa, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são verdadeiros

De acordo ao PDI do IFSP, no que se refere às Políticas de Pesquisa, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são verdadeiros De acordo ao PDI do IFSP, no que se refere às Políticas de Pesquisa, os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são verdadeiros fomentadores do diálogo dentro de seu território, cabe provocar

Leia mais

PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - 2014

PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - 2014 PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - 2014 MACEIÓ Fevereiro de 2015 1 Diretora Geral Profª Ana Paula Nunes da Silva Coordenador Pedagógico Profª Dayse Cristina Lins Teixeira

Leia mais

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID Programa 1448 Qualidade na Escola Ações Orçamentárias Número de Ações 16 0E530000 Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola Veículo adquirido Unidade de Medida: unidade UO:

Leia mais

CATÁLOGO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CATÁLOGO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA CATÁLOGO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA ATOS LEGAIS DO CURSO: Nome do Curso: Educação Física - Área de Aprofundamento em Escola Licenciatura Nome da Mantida: Centro Universitário de Rio Preto Endereço de

Leia mais

Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza

Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza jurídica, objetivos, área de competência e instrumentos

Leia mais

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS Rua Prefeito Faria Lima, 400, Jardim Maringá, Londrina PR Fone: (43) 3031-5050 CEP: 86.061-450 1 REGULAMENTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PLANO DE GESTÃO APRESENTADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA PROCESSO ELEITORAL 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PLANO DE GESTÃO APRESENTADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA PROCESSO ELEITORAL 2009 PARTICIPAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PLANO DE GESTÃO APRESENTADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA PROCESSO ELEITORAL 2009 Paulo Márcio de Faria e Silva (candidato ao cargo de Reitor) Edmer Silvestre

Leia mais

E I X O S

E I X O S 0011 0010 1010 1101 0001 0100 1011 5 E I X O S 10 dimensões 5 eixos 8- Planejamento e Avaliação. 1- Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional. 0011 3- Responsabilidade 0010 1010 1101 Social 0001

Leia mais

INSTITUTO PRESBITERIANO MACKENZIE

INSTITUTO PRESBITERIANO MACKENZIE EDITAL 2016 O Presidente do Conselho de Administração do Fundo Mackenzie de Pesquisa, em conformidade com o disposto no artigo nono do Regimento do MACKPESQUISA, COMUNICA: No período de 1º de junho de

Leia mais

Comitê Científico do Enangrad

Comitê Científico do Enangrad Comitê Científico do Enangrad Administração Pública Empreendedorismo e Governança Corporativa Ensino, Pesquisa e Formação Docente em Administração Finanças Gestão da Sustentabilidade Gestão de Informações

Leia mais

A Profissão. Campo de Atuação

A Profissão. Campo de Atuação A Profissão A UNIASSELVI, uma dos maiores instituições de ensino superior do Brasil, e o IBAM, com grande experiência em consultorias e projetos voltados à área pública, firmaram parceria para a oferta

Leia mais

Art. 1º Aprovar, em extrato, o Instrumento de Avaliação para Reconhecimento de Cursos Superiores de Tecnologia, anexo a esta Portaria.

Art. 1º Aprovar, em extrato, o Instrumento de Avaliação para Reconhecimento de Cursos Superiores de Tecnologia, anexo a esta Portaria. SIC 01/09 Belo Horizonte, 06 de janeiro de 2009. RECONHECIMENTO. CURSOS DE TECNOLOGIA, BACHARE- LADO E LICENCIATURA, E DIREITO. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PORTARIAS Nºs 1, 2 E 3, PUBLICADAS DIA 06/01/09

Leia mais

Lei de Inovação Tecnológica

Lei de Inovação Tecnológica Inovações de Tecnologias nas Organizações Lei de Inovação Tecnológica Prof. Fabio Uchôas de Lima MBA Gestão Empresarial P&D Invenção Saber C&T Descoberta Conhecimento Um dos maiores problemas para se tratar

Leia mais

CARTA PROGRAMA. Marta de Lana e José Geraldo A. de A. Brito

CARTA PROGRAMA. Marta de Lana e José Geraldo A. de A. Brito CARTA PROGRAMA Marta de Lana e José Geraldo A. de A. Brito APRESENTAÇÃO É com entusiasmo e motivação que nos apresentamos como candidatos a Reitora e Vice-Reitor da Universidade Federal de Ouro Preto com

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Artigo 16 do Decreto nº de 09 de maio de 2006

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Artigo 16 do Decreto nº de 09 de maio de 2006 INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Artigo 16 do Decreto nº 5.773 de 09 de maio de 2006 I Introdução A edição do Decreto n. 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre

Leia mais

Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional

Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional Como você avalia a gestão ambiental da Instituição? Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional 4 3,36% 8,53% Boa 28 23,53% 36,91% Como você avalia a divulgação dos resultados da Pesquisa de

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO

CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO ISSN: 2237-8022 (on-line) ISSN: 2318-4469 (CD-ROM) CONTRIBUIÇÕES DO PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO RESUMO Terezinha Severino da SILVA terezinhasilvafeitas@yahoo.com.br

Leia mais

Em atendimento ao art. 32 da Portaria MEC 40/2007, publicamos as condições de oferta do Curso de Bacharelado em Engenharia Civil, conforme segue:

Em atendimento ao art. 32 da Portaria MEC 40/2007, publicamos as condições de oferta do Curso de Bacharelado em Engenharia Civil, conforme segue: Em atendimento ao art. 32 da Portaria MEC 40/2007, publicamos as condições de oferta do Curso de Bacharelado em Civil, conforme segue: I Ato autorizativo, expedido pelo MEC, com a data de publicação no

Leia mais

CARTA PROGRAMA Ernani Carlos de Araújo Candidato a Reitor. Candidato a Vice-Reitor Luís Antônio Rosa Seixas. Chapa 5 - Universidade Cidadã

CARTA PROGRAMA Ernani Carlos de Araújo Candidato a Reitor. Candidato a Vice-Reitor Luís Antônio Rosa Seixas. Chapa 5 - Universidade Cidadã CARTA PROGRAMA Ernani Carlos de Araújo Candidato a Reitor Candidato a Vice-Reitor Luís Antônio Rosa Seixas Chapa 5 - Universidade Cidadã 1 UNIVERSIDADE CIDADÃ - CHAPA 5 ERNANI ARAÚJO E LUÍS SEIXAS Resumo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC -INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC -INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC -INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO AD REFERENDUM Nº 96/2013, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre a aprovação do Plano de

Leia mais

ELEIÇÕES 2012 DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO DO CANDIDATO JOSÉ SIMÃO DE SOUSA PARA A PREFEITURA DE MANAÍRA/PB ZÉ SIMÃO 45 - PREFEITO

ELEIÇÕES 2012 DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO DO CANDIDATO JOSÉ SIMÃO DE SOUSA PARA A PREFEITURA DE MANAÍRA/PB ZÉ SIMÃO 45 - PREFEITO ELEIÇÕES 2012 DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO DO CANDIDATO JOSÉ SIMÃO DE SOUSA PARA A PREFEITURA DE MANAÍRA/PB ZÉ SIMÃO 45 - PREFEITO OBJETIVOS DO GOVERNO: Consolidar e aprofundar os projetos e ações

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 124, DE 3 DE JANEIRO DE 2007 Mensagem de veto Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal,

Leia mais

D E C R E T A. a) dos cursos de licenciaturas; b) das residências pedagógicas; c) das práticas pedagógicas curriculares;

D E C R E T A. a) dos cursos de licenciaturas; b) das residências pedagógicas; c) das práticas pedagógicas curriculares; Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." DECRETO Nº 16.718 DE 11 DE MAIO DE 2016 Dispõe sobre a instituição e organização dos Complexos Integrados de Educação, no âmbito

Leia mais

O PAPEL DOS COORDENADORES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FRENTE ÀS MUDANÇAS. SEMINÁRIO REGIONAL ANGRAD - AMPESC - CRA/SC

O PAPEL DOS COORDENADORES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FRENTE ÀS MUDANÇAS. SEMINÁRIO REGIONAL ANGRAD - AMPESC - CRA/SC O PAPEL DOS COORDENADORES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FRENTE ÀS MUDANÇAS. SEMINÁRIO REGIONAL ANGRAD - AMPESC - CRA/SC Prof. Dr. RUI OTÁVIO BERNARDES DE ANDRADE Presidente do CRA/RJ Coordenador do Conselho

Leia mais

CONSTRUINDO O FUTURO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Diamantina, agosto de 2009.

CONSTRUINDO O FUTURO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Diamantina, agosto de 2009. CONSTRUINDO O FUTURO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI Diamantina, agosto de 2009. Até 2013 UFVJM estará entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil... B SITUAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E O PAPEL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ. Prof. Klenilmar Lopes Dias

POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E O PAPEL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ. Prof. Klenilmar Lopes Dias FÓRUM DAS LICENCIATURAS SABERES É PRÁTICAS DOCENTES NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E O PAPEL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ Prof.

Leia mais

UFV/COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO (CPA) III CICLO DA AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL AGOSTO-2011 QUESTIONÁRIO AUTO-AVALIAÇÃO PROFESSORES

UFV/COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO (CPA) III CICLO DA AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL AGOSTO-2011 QUESTIONÁRIO AUTO-AVALIAÇÃO PROFESSORES UFV/COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO (CPA) III CICLO DA AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - 2009-2010 AGOSTO-2011 QUESTIONÁRIO AUTO-AVALIAÇÃO PROFESSORES A CPA agradece sua participação no processo de Autoavaliação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 142-CONSELHO SUPERIOR, de 26 de setembro de 2013.

RESOLUÇÃO Nº 142-CONSELHO SUPERIOR, de 26 de setembro de 2013. RESOLUÇÃO Nº 142-CONSELHO SUPERIOR, de 26 de setembro de 2013. ALTERA A RESOLUÇÃO Nº 040- CONSELHO SUPERIOR QUE ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO E ADEQUAÇÃO CURRICULAR DOS PLANOS DOS CURSOS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Cria e estabelece o Regimento Interno do órgão suplementar, Centro de Educação a Distância (CEAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora. O CONSELHO SUPERIOR da

Leia mais

Realidade e perspectivas do ENADE

Realidade e perspectivas do ENADE Avaliação de cursos de Graduação em Ciência Contábeis: Realidade e perspectivas do ENADE Profa. Dra. Marion Creutzberg Coordenadora da Comissão Própria de Avaliação (CPA/PUCRS) Tópicos Coordenador x avaliação

Leia mais

Regulamento do Núcleo de Apoio à Pesquisa do Curso de Medicina da UNIFENAS-BH

Regulamento do Núcleo de Apoio à Pesquisa do Curso de Medicina da UNIFENAS-BH Regulamento do Núcleo de Apoio à Pesquisa do Curso de Medicina da UNIFENAS-BH CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO Art. 1º O Núcleo de Apoio à Pesquisa do Curso de Medicina da UNIFENAS-BH (NAPMED-BH) foi criado

Leia mais