INDEXABILIDADE IMEDIATA VELOCIDADE, PARTICIPAÇÃO E ENGAJAMENTO EM REDES DIGITAIS

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1 INDEXABILIDADE IMEDIATA VELOCIDADE, PARTICIPAÇÃO E ENGAJAMENTO EM REDES DIGITAIS Márcio Carneiro dos Santos. Mestre em Comunicação Social pela UAM-SP, professor assistente do Departamento de Comunicação Social da UFMA na área de Jornalismo em Redes Digitais, coordenador do Laboratório de Convergência de Mídias - LABCON e do Laboratório de TV do Curso de Comunicação Social da UFMA. RESUMO: Dentre as principais características relacionadas à prática do jornalismo no ambiente das redes digitais podemos destacar a hipertextualidade, a multimidialidade, a interatividade, a memória, a personalização e a atualização constante. A elas o presente artigo propõe acrescentar a da indexabilidade imediata, um diferencial que reduz a zero o tempo entre a publicação e possibilidade de recuperação daquela informação ou mensagem. Tal fato unido ao poder de conversão entre arquivos digitais, à convergência de mídias e linguagens e à instalação de uma cultura de participação entre, antes meros receptores passivos, que nesse novo ambiente passam a ter o poder de emitir e reprocessar mensagens de outras fontes, impacta a velocidade da circulação dos conteúdos e seus reflexos sobre vários aspectos da sociedade. PALAVRAS-CHAVE: redes, jornalismo, convergência, participação, indexabilidade ABSTRACT: Among the main characteristics related to the journalism practice in the digital network environment, we can highlight hipertextuality, multimedia features, interactivity, memory, customization, and constant updating. This articles proposes to add to those characteristics, the idea of instant indexability, a different feature that will reduce the time between the publishing and the possibility to recover that message or information to zero. That fact connected to the power of conversion between digital files, to media convergence, and languages, and also the installation of a participation culture among the before passive receptors, that in this new environment now have the possibility to emit and reprocess 114

2 messages from other sources, creating an impact on the speed of content publishing and its reflexes on main aspects of society. KEY-WORDS: networks, journalism, convergence, participation, indexability INTRODUÇÃO Contar histórias é uma das mais antigas atividades da raça humana. A necessidade de comunicar-se, de expressar-se diante de outros e compartilhar com eles seus pensamentos ou sentimentos vem dos primeiros grupos sociais na pré-história da humanidade até os dias de hoje com o web jornalismo, os blogs e o twitter. Na passagem da comunicação oral para a impressa, as possibilidades do registro e da memória do conteúdo fazem o valor social da informação torna-se reconhecido. Multiplicamse os veículos que trabalham com um novo produto: a informação. A transição seguinte, gerada pelo que chamamos de revolução eletrônica, amplia o alcance dos então novos meios, como o rádio e a televisão, dando-lhes penetração nas massas, instantaneidade e poder. Com a revolução digital a comunicação se apropria da capacidade tecnológica de converter coisas diferentes como textos, fotos, imagens em movimento e sons em algo com uma espécie de DNA comum, os arquivos descritos em bits, seqüências numéricas de zeros e uns, que podem ser reconhecidas por computadores, e melhor, viajar em alta velocidade pelas redes que passam a interconectá-los. A capacidade de conversão entre coisas antes distintas abre novas possibilidades e transforma fronteiras definidas solidamente em territórios múltiplos ou líquidos como descrevem alguns pesquisadores (ver SANTAELLA, 2007). O termo convergência que surge dentro de um avanço tecnológico que permite a união das, anteriormente separadas, redes de voz, dados e imagens, unificadas no processo da digitalização, agora se reflete em várias áreas da atividade humana, alterando e recebendo influências múltiplas num processo hoje melhor descrito por modelos baseados no conceito de ecossistemas. 115

3 No mundo digital, tecnologia, cultura e comunicação permeiam-se dificultando a apreensão do quadro geral, destotalizado, para alguns, pós-moderno, híbrido e em veloz transformação. O presente artigo tem, portanto, o intuito de explorar as conexões do conteúdo que é imediatamente indexado na internet e que justamente por isso acaba acelerando reações, respostas e comportamentos dos receptores atingidos por ele. Para observar uma das múltiplas faces desse caminho utilizaremos a idéia de indexabilidade imediata, uma condição que funciona como uma espécie de acelerador de partículas no universo da internet. BASES PARA ACELERAÇÃO Bardoel e Douze (2000) e Mielnickzuk (2001), entre outros, listam a hipertextualidade, a multimidialidade, a interatividade, a personalização, a memória e a atualização constante como principais traços do ofício do jornalismo praticado através da internet. Com títulos relativamente auto-explicativos a elas acrescenta-se no presente trabalho mais uma: a indexabilidade imediata, essa talvez carente de maiores explicações. Tomando como exemplo uma matéria de um jornal impresso e outra telejornalística podemos imaginar em suas especificidades o que precisaria ser feito para recuperá-las após sua publicação ou veiculação, seja por que motivo isso se fizesse necessário. A impressa teria que ser buscada posteriormente no próprio jornal, em bibliotecas ou ainda em acervos de colecionadores, pesquisadores ou outro tipo de pessoa interessada em guardá-las. Haveria, portanto, um espaço de tempo, relativamente considerável, em alguns casos, entre a emissão e a real possibilidade de indexação e recuperação. A notícia eletrônica poderia também ser recuperada num centro de documentação da emissora, numa empresa de clipping eletrônico ou pelo próprio interessado desde que se organizasse para gravá-la, algo de certa forma difícil quanto mais nova ou imediata fosse a notícia. Ao ser publicada na internet, a notícia jornalística online, entretanto, já está automaticamente indexada, já tem uma URL( uniform resource locator ou em português, localizador-padrão de recursos), um caminho para sua localização, uma espécie de CEP na rede mundial. A definição do caminho para a localização do conteúdo é intrínseca à própria 116

4 publicação, ou seja, na web, etapas antes distintas, publicar e indexar para posterior recuperação do conteúdo, agora se sobrepõem numa única etapa. Os intervalos de tempo entre publicação e disponibilidade para recuperação posterior, em todos os outros meios ou formas de comunicação são maiores do que zero, influenciando indiretamente o tempo de reação àquela informação ou emissão, seja ela positiva, negativa ou neutra e principalmente o tempo com que se propaga para o ambiente comunicacional onde esteja trafegando. Uma série de possibilidades se abrem a partir daí. É pela indexabilidade imediata que posso simplesmente copiar e colar um link com o endereço onde esse conteúdo pode ser acessado para um , twitter, rede social ou outra página da internet apenas transferindo a informação de localização de um lado a outro sem qualquer dificuldade. É como se a porta que abrisse esse conteúdo permitindo acessá-lo pudesse navegar pela rede, instantaneamente e sem qualquer dificuldade. Como estamos interconectados e temos a possibilidade de interagir, um novo cenário se configura. DO BROADCAST AO SOCIALCAST Normalmente caracterizamos o modo de comunicação em broadcast - onde alguém emite sua mensagem para muitos através de um canal pré-determinado e exclusivo- através do fato do receptor assumir uma posição de passividade, podendo apenas ficar exposto ao conteúdo emitido com pouca ou nenhuma capacidade de resposta ou diálogo. No modelo do socialcast- onde muitos podem falar para muitos- além da posição ativa e das possibilidades de interação que a internet permite, temos de novo as influências da digitalização e da convergência, dando ferramentas a esse receptor não apenas para replicar e dialogar com o emissor, mas também para facilmente remixar a mensagem original e redistribui-la para um novo conjunto de pessoas, num processo executado em grande velocidade. Um caso conhecido que representa esse aspecto foi o do Tourist Guy que surgiu na internet mostrando uma foto que, teoricamente, teria sido tirada segundos antes do choque do avião com o World Trade Center e que depois teria sido achada nos restos do prédio. De uma 117

5 brincadeira entre amigos, o Tourist Guy foi remixado aparecendo em uma série de outras situações, demonstrando não só que isso era possível, como também a uma velocidade de propagação muito superior ao que poderia acontecer num processo semelhante anterior à digitalização. Figura 1: Exemplo de reprocessamento de conteúdo do Tourist Guy. Fonte: do autor ENGAJAMENTO NÃO PRESENCIAL No modelo de comunicação do socialcast, onde muitos falam para muitos, produzindo e remixando conteúdo, forma-se o que Henry Jenkins chama de Cultura de Participação (JENKINS,2006); algo muito mais diverso do que simplesmente um espaço onde jornalistas e ativistas políticos tradicionais podem escrever. (JENKINS,2009,p.86) define a Cultura de Participação como...aquela com barreiras relativamente baixas à expressão artística e ao engajamento cívico; forte suporte à criação e compartilhamento com outros; algum tipo de liderança informal onde o que é conhecido pelos mais experientes é transmitido aos mais novos; membros que acreditam que suas contribuições são importantes e membros que percebem algum grau de conexão social com os outros ( pelo menos se preocupam com o que os outros pensam sobre o que eles estão criando). Tradução do autor. É nesse novo ambiente digital que, por exemplo, fãs de Harry Potter criam uma aliança real que reúne mais de 100 mil participantes (http://www.thehpalliance.org/) envolvidos em causas sociais e ajuda humanitária em grandes catástrofes como a do Haiti. 118

6 Antes de mudar o mundo é preciso conseguir sua atenção e principalmente seu engajamento, não nos moldes antigos, mas através das ferramentas que a própria internet oferece. Participação, conteúdo, entretenimento, serviços, interação ou até simplesmente a identificação comum com um personagem da ficção, podem conseguir operar transformações inéditas na vida real, como no caso da Harry Poter Alliance, que transforma jovens, em sua maioria desinteressados em questões de política tradicional, em agentes de transformação. A internet é rica em exemplos assim. Para encontrá-los basta utilizar uma ferramenta de busca que baseada nas informações de texto inseridas naquele conteúdo vai, quase em tempo real, retornar várias possibilidade de localização a respeito de determinado tema. Essa também é uma funcionalidade possível pelos processos de digitalização e convergência unidos à capacidade de classificar esse material a partir de informações com metadados ou tags, espécie de etiquetas virtuais que são colocadas para identificação, e são a base do que se convencionou chamar de web semântica. NOVAS MODALIDADES DE CONTROLE Se a combinação de indexabilidade automática, ferramentas de busca e web semântica nos permitem extrair agora conhecimento e inter-relacionar coisas na internet, é importante lembrar que tal cenário também permite novas ferramentas de controle e monitoramente antes indisponíveis e a maioria deles também em tempo real. Tal fato pode ter múltiplos usos. Aqui mostremos dois, o primeiro, um experimento de pesquisa de quatro instituições federais de ensino superior que fez o monitoramento da eleição presidencial de 2010, através do noticiário na mídia tradicional e na internet, bem como em redes como twitter. O segundo uma ferramenta de monitoramente e análise, com serviços gratuitos e pagos, capaz de localizar e identificar acessos a determinado site que esteja assinando o serviço. No site do projeto OBSERVATÓRIO WEB, é possível acessar os resultados do monitoramento das eleições presidenciais de 2010, inclusive vendo alguns gráficos em tempo real. Através da métrica chamada visibilidade os pesquisadores conseguem representar as mudanças no espaço ocupado por cada um dos candidatos na mídia em geral, conforme tela abaixo onde os candidatos Serra e Dilma tem as melhores performances de visibilidade, com gráficos bem semelhantes; a candidata Marina Silva 119

7 aparece em posição mediana e candidatos de partidos menores como Eymael e Plínio estão na base do gráfico com pequena participação. Fig. 2 - Gráfico da métrica visibilidade proposto pelo site Observatório Web. Fonte: Acessado em O outro exemplo nos mostra como também baseado em indexabilidade imediata e web semântica é possível ver quem está acessando um site, de que região do mundo, com que endereço IP (internet protocol), por quanto tempo e vendo que páginas, além de muitas outras informações. Essas ferramentas tais como a Clicky (http://getclicky.com/) conhecidas como web analytics demonstram um aspecto no mínimo polêmico do novo cenário de convergência na comunicação. 120

8 Fig. 3 Tela da ferramenta SPY dentro da solução Clicky (http://getclicky.com/). Acessada em CONSIDERAÇÕES FINAIS Ainda que em caráter exploratório o presente artigo analisa algumas das diversas possibilidades surgidas através de processos inicialmente apenas tecnológicos, como a digitalização e a convergência de mídias, que posteriormente irradiaram-se de forma mais ampla para a sociedade, afetando vários aspectos da atividade humana como a cultura, a comunicação e as formas de produção e distribuição de conteúdos. A característica da indexabilidade imediata traz não apenas novas possibilidades de aceleração do tráfego e reprocessamento das informações, mas também a necessidade de novos olhares sobre questões como privacidade, controle e poder nos ambientes digitais. As ferramentas que permitem monitorar eleições, construir redes de participação social ativas e gerar novos formatos de engajamento, também servem para monitorar e registrar hábitos, interesses e comportamentos, de forma imperceptível e em tempo real. 121

9 REFERÊNCIAS BARDOEL,J. & DEUZE, M. Network Journalism: Converging competences of old and new media professionals (2000). In: Acessado em JENKINS, H. Convergence culture: Where old and new media collide. New York: NYU Press,2006. JENKINS,H. Confronting the challenges of participatory culture: Media education for de 21st century. Massachusetts: MIT Press,2009. MIELNICZUK, L. Características e implicações do jornalismo na Web. In: Acessado em SANTAELLA, L. Linguagens líquidas na era da mobilidade. São Paulo: Paulus,

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