MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

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1 MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

2 RELATÓRIO DE GESTÃO

3 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc Secretaria Executiva SE 1.2. Número do CNPJ Não há 1.3. Natureza jurídica Administração Direta do Poder Executivo Federal 1.4. Vinculação ministerial Ministério do Esporte ME 1.5. Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Esplanada dos Ministérios Bloco A, 7º andar, sala 748 CEP: Plano Piloto Brasília/DF Telefone: (61) Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver Secretaria Executiva SE Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada Medida Provisória nº de 21 de janeiro de 1999 publicada no DOU de 22 de janeiro de Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Decreto nº de 09 de abril de 2003 publicado no DOU de 10 de abril de Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas Portaria n 92 de 17 julho de 2003 publicada no DOU de 21 de julho de 2003

4 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração/ME 1.2. Número do CNPJ / Natureza jurídica Administração Direta do Poder Executivo Federal 1.4. Vinculação ministerial Ministro do Esporte ME 1.5. Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Esplanada dos Ministérios Bloco A, 8º andar, sala 856 CEP: Plano Piloto Brasília/DF Telefone: (61) Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração/ME Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada Medida Provisória nº de 21 de janeiro de 1999 publicada no DOU de 22 de janeiro de Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Decreto nº de 09 de abril de 2003 publicado no DOU de 10 de abril de Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas Portaria n 92 de 17 julho de 2003 publicada no DOU de 21 de julho de 2003

5 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc CGRL/SSPOA/SE/Ministério do Esporte Condomínio Bloco A 1.2. Número do CNPJ / Natureza jurídica Comitê Executivo 1.4. Vinculação ministerial Ministério do Esporte ME Portaria Interministerial n 1.425, de 04 de setembro de Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Esplanada dos Ministérios Bloco A, sala T 21, CEP: Plano Piloto Brasília/DF Telefone: (61) Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver CGRL/SSPOA/SE/Ministério do Esporte Condomínio Bloco A Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada Portaria n de 19 de setembro de 1997 DOU de 22 de setembro de Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Não há Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas Não há

6 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc Caixa Econômica Federal 1.2. Número do CNPJ / Natureza jurídica Empresa Pública de Direito Privado 1.4. Vinculação ministerial Ministério da Fazenda MF 1.5. Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Setor Bancário Sul Quadra 04 lotes 3/4, SUREP/GENOA CEP: Brasília/DF Telefone: (61) /9385 Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver Caixa Econômica Federal Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada DecretoLei nº 759, de 12 de agosto de 1969 Decreto nº de 16 de fevereiro de 1996, que regula as transferências de recursos da União por intermédio de instituições e agências financeiras oficiais de fomento Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Decreto nº 5.056, de 29 de abril de Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas DOU de 30 de abril de 2004.

7 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc Secretaria Nacional de Esporte Educacional 1.2. Número do CNPJ Não há 1.3. Natureza jurídica Administração Direta do Poder Executivo Federal 1.4. Vinculação ministerial Ministro do Esporte ME 1.5. Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Setor de Autarquia Norte, Quadra 3, Lote A 1 andar, sala Edifício do DNIT CEP: Brasília/DF Telefone: (61) Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver Secretaria Nacional do Esporte Educacional Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada Medida Provisória nº de 21 de janeiro de 1999 publicada no DOU de 22 de janeiro de Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Decreto nº de 09 de abril de Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas Portaria n 92 de 17 julho de 2003 publicada no DOU de 21 de julho de 2003

8 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc Secretaria Nacional do Desenvolvimento do Esporte e Lazer 1.2. Número do CNPJ Não há 1.3. Natureza jurídica Administração Direta do Poder Executivo Federal 1.4. Vinculação ministerial Ministro do Esporte ME 1.5. Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Setor de Autarquia Norte, Quadra 3, Lote A 1 andar, sala Edifício do DNIT CEP: Brasília/DF Telefone: (61) Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver Secretaria Nacional do Desenvolvimento do Esporte e Lazer Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada Medida Provisória nº de 21 de janeiro de 1999 publicada no DOU de 22 de janeiro de Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Decreto nº de 09 de abril de Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas Portaria n 92 de 17 julho de 2003 publicada no DOU de 21 de julho de 2003

9 1. DADOS GERAIS SOBRE A UNIDADE JURISDICIONADA: 1.1. Nome completo e oficial do órgão, entidade, empresa, fundo, etc Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento 1.2. Número do CNPJ / Natureza jurídica Administração Direta do Poder Executivo Federal 1.4. Vinculação ministerial Ministro do Esporte ME 1.5. Endereço completo da sede (logradouro, bairro, cidade, CEP, UF, números de telefone e facsímile para contato) Setor de Autarquia Norte, Quadra 3, Lote A 1 andar, sala Edifício do DNIT CEP: Brasília/DF Telefone: (61) Fax: (61) Endereço da página institucional na Internet Código e nome do órgão, das unidades gestoras (UGs) e gestões utilizados no Siafi, quando houver Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento Tesouro 1.8. Norma(s) de criação e finalidade da unidade jurisdicionada Medida Provisória nº de 21 de janeiro de 1999 publicada no DOU de 22 de janeiro de Norma(s) que estabelece(m) a estrutura orgânica no período de gestão sob exame Decreto nº de 09 de abril de Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto da Unidade Jurisdicionada de que trata as contas Portaria n 92 de 17 julho de 2003 publicada no DOU de 21 de julho de 2003

10 SECRETARIA EXECUTIVA UG

11 SECRETARIA EXECUTIVA UG O ano de 2005 foi muito significativo para o Esporte. O foco principal das ações do governo na área esportiva tem sido a inclusão social, com destaque para o Programa Segundo Tempo, mas outras iniciativas importantes colocaram o Esporte Nacional em posição de destaque. Entre as ações, destacase a aprovação da nova Política Nacional do Esporte, (Resolução nº 05 do Conselho Nacional do Esporte, de 14/06/05) construída, pela primeira vez, com a participação da sociedade, e fruto dos resultados da 1º Conferência Nacional do Esporte, realizada em A Política, com forte ênfase na inclusão social, tem como princípios: a reversão do quadro atual de injustiça, exclusão e vulnerabilidade social; o Esporte e o Lazer como direito de cada um e dever do Estado; a universalização e inclusão social; a democratização da gestão e da participação. A partir desses princípios, estabelece as diretrizes e as ações estratégicas para o Esporte Nacional. A nova política ampliou os horizontes do esporte, consolidando sua importância como fator de desenvolvimento humano e abrindo novas frentes de atuação. Além disso, trouxe à tona uma questão essencial para a efetiva consolidação do esporte como uma política de Estado: a construção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, também apontado pela 1º Conferência. Com essa preocupação, o Ministério do Esporte definiu como temática de II CNE Construindo o Sistema Nacional de Esporte e Lazer que será realizada em maio de A II Conferência Nacional do Esporte deverá refletir sobre a implementação da Política de Esporte no Brasil, visando a (re)construção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, tendo em conta as esferas local, municipal, regional, estadual e federal, os poderes, as instâncias e instituições que o constituem, bem como as responsabilidades sociais que lhe competem, procurando avançar na articulação das ações dos agentes que atuam nesse segmento, oferecendo à sociedade serviços de qualidade que garantam o acesso ao esporte e ao lazer como direitos sociais. Com o objetivo de ampliar o debate acerca do tema, desde a elaboração dos textos que estão subsidiando as discussões nas etapas da II Conferência Nacional do Esporte, o Ministério do Esporte realizou, em outubro de 2005, o I Fórum do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, reunindo representantes do esporte nacional com experiências diferenciadas gestores, acadêmicos, juristas, dirigentes, treinadores, atletas, entre outras procurando contemplar o esporte em todas as suas dimensões. Na oportunidade, discutiuse alguns temas essenciais para a estruturação do Sistema, já apontados na Resolução de sua criação, tais como Recursos Humanos e Financiamento. Debateuse ainda sobre outras problemáticas apontadas pelos participantes que antecedem a sua construção, tais como a relação entre Esporte e Lazer, entre Esporte e Educação, e entre Público e Privado, entre outras. Além disso, apontouse claramente a necessidade de uma análise mais aprofundada do Sistema atual e também do Projeto de Lei do Estatuto do Esporte, em tramitação no Congresso Nacional. O Fórum fortaleceu o entendimento de que mais importante do que apresentar uma proposta de estrutura para o "novo" Sistema é possibilitar o debate acerca das questões que permeiam a sua construção. A estruturação será facilitada pelo amadurecimento da discussão que deverá ocorrer a partir de agora nas etapas municipais e estaduais, até a etapa nacional da II Conferência. A II Conferência Nacional do Esporte tem por objetivo indicar diretrizes para a construção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, em consonância com a Política Nacional do

12 Esporte e ainda: consolidar o espaço de diálogo entre o estado e a sociedade; mobilizar estados e municípios para aperfeiçoar a estruturação institucional e política de esporte e lazer; promover ampla mobilização, articulação e participação popular em torno da análise do atual Sistema Nacional de Esporte; avançar na construção do Sistema Nacional de Esporte e Lazer; e consolidar a Política Nacional do Esporte. O desafio que se apresenta é a construção de um sistema eficaz, democrático e participativo que atenda aos anseios da população. A estruturação do sistema poderá ainda favorecer a materialização da Política Nacional aprovada e das Políticas Setoriais que já estão em discussão no Conselho Nacional do Esporte, e multiplicar as possibilidades de articulação entre as esferas de governo e a iniciativa privada, possibilitando a otimização de recursos e a ampliação do atendimento à população. A ação do governo poderá dessa forma atingir um maior número de pessoas, trazendo cada vez melhores resultados, como se constata nas ações realizadas em 2005 e nas perspectivas para SEGUNDO TEMPO Este programa já atende perto de 1 milhão de crianças e adolescentes em todo o País, em mais de 800 municípios. Ao criar um turno a mais na escola, com reforço alimentar, reforço escolar e material esportivo, sem novos investimentos em infraestrutura, este programa viabiliza o ensino integral a baixo custo. Por meio das parcerias com Estados, Municípios, ONGs, Clubes Sociais e demais entidades públicas e privadas, encontrouse a possibilidade de disponibilizar espaços físicos para uso da comunidade escolar, de forma organizada e com orientação didáticopedagógica. Nos cerca de 2500 núcleos implantados são oferecidos aos alunos modalidades esportivas como natação, futebol, basquete, capoeira, vôlei e tênis de mesa. Mais de 100 entidades parceiras participam do programa, com destaque para o SESI, com cerca de 50 mil crianças atendidas. Em 2006, o Programa Segundo Tempo atingirá a meta de 2 milhões de crianças e adolescentes atendidas. O cadastramento dos inscritos estará completamente informatizado e terão sido capacitados mais de 5 mil professores e monitores, em convênio com a Universidade de Brasília (UnB). Será dada continuidade à construção de quadras esportivas em estabelecimentos escolares de todo o país. ESPORTE E LAZER DA CIDADE Em sua dimensão de projeto social tem se voltado para a consolidação do esporte e do lazer como direitos sociais e, portanto, como política pública de governo que viabilize e garanta o acesso da população brasileira, em todos os seus segmentos (criança, adolescente, jovem, adulto, idoso, pessoas com deficiência e com necessidades educacionais especiais), a ações contínuas de esporte e lazer que respondam às necessidades localizadas nesse campo da vida social. O programa fortalece os mecanismos de participação popular no processo de elaboração, implantação e avaliação das ações no desenvolvimento da política de lazer do município, apresenta a possibilidade de formação continuada de gestores e agentes sociais de esporte e lazer e define parâmetros para a construção de equipamentos de lazer. Já são mais de 500 núcleos implantados em 15 Estados brasileiros. Em sua dimensão voltada para a Ciência & Tecnologia e Informação e Documentação Esportiva como bases estruturantes da gestão no campo do esporte e do lazer, o

13 Programa Esporte e Lazer da Cidade estabeleceu ações com Grupos de Pesquisas em aproximadamente 20 Instituições de educação superior através da Rede CEDES, além de construir as bases para a realização em abril de 2006 do I Congresso Brasileiro de Informação e Documentação Esportiva. O Programa Esporte e Lazer da Cidade, em 2006, será fortalecido em articulação com os municípios. Com o Ministério da Saúde, será ampliada ação que utiliza a estrutura do SUS e do Programa Saúde da Família para incentivar a prática esportiva e de lazer, como forma de promoção de saúde. Será o Ano do Esporte e Saúde. INFRAESTRUTURA O Ministério do Esporte executou algo em torno de R$ ,00, em obras de infraestrutura conforme abaixo discriminado: AÇÃO DOTAÇÃO AUTORIZADA EMPENHADO PAGO 3073 Modernização de Núcleos de Esporte e de Lazer Implantação de Núcleos de Esporte e de Lazer Implantação de Infraestrutura para o Desenvolvimento do Esporte Educacional Implantação de Centros Científicos e Tecnológicos para o Esporte Modernização de Centros Científicos e Tecnológicos para o Esporte Total ALTO RENDIMENTO Em 2005, várias medidas foram tomadas na área do esporte de alto rendimento. Foi dado início à implantação de programa de Descoberta de Talentos que consiste na avaliação, com testes e medidas, de crianças e jovens escolares, visando a detecção de indivíduos com possibilidades de se tornarem um talento esportivo. Já foram avaliados cerca de 80 mil jovens em todo o Brasil, e criado um Banco de Talentos. Uma vez identificada sua aptidão, a criança será encaminhada para Núcleos de Alto Rendimento, a serem montados em parceria com diversas entidades esportivas, principalmente com clubes sociais. Além disso, estão sendo implantados cinco centros de treinamento de grande porte, um em cada Região do País, aproveitando infraestruturas já existentes. O do Norte, em Manaus (AM) já está em operação.

14 Uma outra ação importante implantada em 2005 foi a concessão de bolsas a atletas Bolsa Atleta ajuda pecuniária a atletas destacados que não possuem outro tipo de apoio financeiro. O Programa Bolsa Atleta apoiou 975 atletas nas categorias estudantil, nacional, internacional, olímpica e paraolímpica. A prioridade neste primeiro momento foi o atendimento aos atletas olímpicos, paraolímpicos e internacionais. FUTEBOL Nos assuntos do Futebol, o Ministério do Esporte (ME), através da Comissão de Futebol e Marketing, trabalhou importante projeto a Timemania que propicia a recuperação de créditos fiscais, na medida em que ajuda os clubes de futebol das séries A, B e C do Campeonato Brasileiro a quitarem seus débitos tributários (Fazenda e Previdência) e com o FGTS. Para os clubes que não tiverem estes débitos ou a partir da sua quitação a Timemania será uma nova e expressiva fonte de recursos a ser aplicada no seu desenvolvimento. Este projeto já foi aprovado na Câmara, em dezembro, e no Senado neste início de ano. Como recebeu emendas, voltou para a Câmara para aprovação definitiva. Atualmente, encontrase a espera da sanção presidencial e o Ministério do Esporte, juntamente com o Ministério da Fazenda, a Receita Federal e a Caixa Econômica Federal irão elaborar a regulamentação necessária para a conclusão do projeto e o lançamento da loteria. Na área de segurança, instituiu a Comissão Paz no Esporte, criada por decreto presidencial. Esta Comissão dedicouse a amplo estudo sobre as razões que geram atos de violência envolvendo torcedores de futebol, bem como sobre condições para criar procedimentos e ações visando a maior segurança dos espectadores nos estádios. O primeiro produto deste trabalho é um Relatório detalhado do problema, propondo mudanças e atualização na legislação e nas práticas e processos relativos à operação do espetáculo futebol pelos clubes, polícias, autoridades locais, bombeiros, defesa civil etc. Complementarmente, o Relatório da Comissão aponta ações de melhoria na infraestrutura e faz recomendações sobre o controle das Torcidas Organizadas. Ainda neste tema, em parceria com a Federação Paulista de Futebol, a título de projeto piloto, iniciamos a aplicação de medidas pontuais já no Campeonato Paulista de O Ministério também organizou e acompanhou a temporada da delegação da Seleção Sub17 da República de Gana em sua estada para treinamento e aperfeiçoamento técnico em clubes de São Paulo e Rio de Janeiro, com vistas ao Mundial da categoria, disputado no Peru. Como desdobramento desta assessoria, está sendo firmado Convênio de Cooperação com o Sindicato dos Treinadores do Estado de São Paulo para prestar este tipo de assistência de forma sistematizada para países com os quais o Brasil tem acordos de cooperação na área esportiva. O Ministério do Esporte, ainda em 2005, participou e acompanhou o aprimoramento dos procedimentos contábeis dos clubes de futebol profissional para aplicação da resolução 1.005/04 do Conselho Federal de Contabilidade. Para entendimento e preparação dos procedimentos exigidos, foi elaborado o relatório Estudo Sobre a Padronização das Práticas Contábeis dos Clubes de Futebol Profissional, que detalha o assunto histórica e tecnicamente. Em colaboração com o Clube dos 13, realizamos programa de divulgação do Relatório junto aos contadores dos Clubes. Para 2006, pretendese trabalhar na regulamentação da Timemania e dar prosseguimento às demais tarefas da comissão paz no esporte.

15 JOGOS NACIONAIS Foram revitalizados os Jogos Nacionais (Escolares, da Juventude, Universitários e Indígenas). Foram criadas as Olimpíadas Escolares e as Olimpíadas Universitárias, que ganharam novo formato. Estes jogos propiciam uma ampla mobilização de milhares de jovens e indígenas, promovendo a integração e o incentivo para a realização da prática de esportes. GESTÃO DAS POLÍTICAS DE ESPORTE E DE LAZER Dentre as ações deste Programa, destacamse a Avaliação das Políticas Públicas de Esporte e Lazer, cujos recursos foram utilizados para implementar a metodologia de avaliação do programa Segundo Tempo por meio de parceria estabelecida com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD; e o Diagnóstico da Estrutura Nacional Esportiva e de Lazer que está possibilitando a realização do primeiro mapeamento sobre o Esporte e o Lazer em todos os municípios do país. A entrega da sistematização final dos dados da pesquisa dos municípios brasileiros foi feita em 30 de novembro de 2005 e o IBGE já disponibilizou a análise dos resultados da pesquisas em março de Esse trabalho será uma importante ferramenta para a definição de politicas públicas para o setor. Existe ainda a previsão para o mês de abril de 2006, da realização, da Reunião do Comitê Executivo da IASI ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA INFORMAÇÃO ESPORTIVA. Tratase da entidade internacional responsável pela área de informação e documentação esportiva. Este evento é de suma importância para o desenvolvimento efetivo deste tema em nosso País, e o Ministério do Esporte tem o maior interesse em ser protagonista desta discussão. RUMO AO PAN 2007 Quanto à preparação aos Jogos Panamericanos de 2007 que será no Rio de Janeiro, o Governo Federal criou uma secretaria especial para acompanhar os preparativos do Pan e uma comissão interministerial que articula as ações do governo federal relativas ao evento. O Governo Federal está realizando investimentos significativos para assegurar a realização do PanAmericano. Já em obras, a Vila PanAmericana, onde ficarão hospedadas as delegações, contou com financiamento da CAIXA, da ordem de R$ 190 milhões. Além disso, o Governo Federal fará fortes investimentos na Vila Militar, que receberá diversas modalidades esportivas, e cuidará do Programa de Segurança dos Jogos. Financiará, também, todo o aparato tecnológico do evento, as cerimônias de abertura e encerramento e o ParaPan, destinado a atletas portadores de necessidades especiais, e parte significativa dos custos de segurança. Ação de Implantação de InfraEstrutura para a Realização dos Jogos PanAmericanos de 2007 no Rio de Janeiro Esta ação consiste, basicamente, na construção e instalação de equipamentos para as competições de hipismo, tiro esportivo e tiro com arco na Vila Militar de Deodoro no Rio de Janeiro (projeto básico e obras). Consiste, também, na aquisição efetivada em 2004 de equipamentos para as competições que serão realizadas na cidade do Rio de Janeiro.

16 Por não haver um histórico, no Brasil, em relação aos sofisticados projetos que atendam às especificações técnicas exigidas pelas federações internacionais para competições do porte dos Jogos Panamericanos, houve um dispêndio de tempo superior ao inicialmente previsto na elaboração do projeto básico. Vale ressaltar, que tal atraso não acarretará prejuízo no prazo previamente estipulado para entrega das obras até junho de 2007, mês que antecede os Jogos. A licitação deveria ter seu edital publicado ainda em 2005, porém, isso não aconteceu. A conclusão do processo licitatório será no início de Desta forma, não conseguimos empenhar o montante disponibilizado no orçamento para esta ação. Sendo assim, já temos planejado para o exercício de 2006 a obtenção de recursos adicionais que possibilitem a conclusão da totalidade desta ação. O ano vindouro será decisivo para o Pan2007, no Rio de Janeiro, cujas obras transcorrem dentro do cronograma previsto. Quadro Demonstrativo Lei + crédito Empenhos emitidos Valores realizados % de Realização financeira ,55 Meta física Produto Previsto Realizado % de realização % de exec. física 51 4,53 8,88 Fonte SIAFI E SIGPLAN INSERÇÃO SOCIAL PELA PRODUÇÃO DE MATERIAL ESPORTIVO Os programas Pintando a Liberdade, e Pintando a Cidadania produzem material esportivo, principalmente em prisões, para distribuição à rede pública de ensino. O programa ressocializa e profissionaliza os internos do sistema penitenciário, beneficia adolescentes em conflito com a lei, e absorve a mão de obra de pessoas que residem em comunidades carentes, proporcionando a inclusão social e geração de renda. Já são mais de 70 unidades de produção, que produziram em torno de 1,2 milhão de itens de materiais esportivos, atendendo entidades, beneficiando mais de 5 milhões de indivíduos residentes nestas comunidades. São bolas, agasalhos, bolsas, redes, raquetes, mesas e até pistas de atletismo com sobras de pneus. Neste programa participam presidiários e adolescentes em conflito com a Lei, e agora está sendo implantado em comunidades carentes. Como parte de sua política externa, o governo brasileiro assinou acordos de cooperação técnica com Moçambique e Angola para implantação de Unidades de Produção de material esportivo naqueles países, nos moldes do Programa Pintando a Liberdade. Para 2006, além das 70 unidades já existentes, que produzem perto de 1 milhão de itens (bolas, agasalhos, bolsas, redes, raquetes, mesas e até pistas de atletismo com sabras de pneus) por ano e empregam presidiários e adolescentes em conflito com a Lei, o programa terá novas unidades em comunidades carentes. Ainda em 2006, serão implantadas, por doação, fábrica em Cuba e Haiti, a exemplo do que ocorreu em 2005 em Angola e Moçambique.

17 Apresentamos a seguir o detalhamento das ações orçamentárias:. Pintando a Liberdade 2362 consiste na ressocialização dos internos do Sistema Penitenciário, profissionalizandoos no ofício de confecção de artigos esportivos. Os detentos integrantes do processo percebem pelo labor, obtendo a remissão de um dia em sua pena, a cada três trabalhados;. Pintando a Cidadania 2352 objetiva a inclusão social de pessoas residentes em comunidades reconhecidamente carentes, oportunizandoas a possibilidade de ganho mensal concernente à fabricação de itens esportivos;. Pintando a Esperança 2382 almeja promover a reeducação de adolescentes em conflito com a Lei, adotando a sistemática utilizada no desenvolvimento do Pintando a Liberdade. Quadros Demonstrativos e Justificativas Programa Ação Lei+ Crédito , , ,00 Limite Orçamentário , , ,00 Meta Física Empenho , , ,50 Pago , , ,50 Previsto % Realizada , , Realizado A LOA/2005 disponibilizou para as Ações do Programa 1245 Inserção Social pela Produção de Material Esportivo, os seguintes valores:.. Ação 2362 R$ ,00;. Ação 2352 R$ ,00; Ação 2382 R$ ,00. Concernente à Ação 2362, foram executados R$ ,33. A Importância de R$ ,78 foi inscrita em Restos a Pagar, restando ainda um saldo de R$ ,89. A Ação 2352 teve, do total disponibilizado, a quantia liquidada de R$ ,71, o valor de R$ ,04 inscrito em Restos a Pagar e um saldo remanescente de R$ ,25. Finalmente, na Ação 2382 foram realizados R$ ,50, sobrando o equivalente a R$ ,50. Justificase o saldo não realizado na Ação 2362, haja vista as potenciais convenentes apresentarem, à época da formalização dos convênios, incompatibilidades inerentes às exigências documentais exigidas em Lei. Tal fato inviabilizou a regularização, em tempo hábil, permissora do consequenciamento do trâmite processual administrativo necessário para a consecução dos contratos com o Ministério do Esporte/ME. Os valores residuais inerentes às Ações 2352 e 2382, respectivamente R$ ,25 e R$ ,50, são referentes à sobra de recursos de investimento (capital). O índice apresentado no percentual realizado da Meta Física pertinente à Ação 2352, corresponde à produção excedente de camisetas, oriundos do Programa 4377 Segundo Tempo, para atender a demanda originalmente não prevista pelo aludido Programa (4377).

18 Inobstante, o item atinente ao percentual realizado da Meta Física relativa à Ação 2362, deve ser analisado considerandose, também, o quadro destinado a Restos a Pagar. Valores empenhados (Restos a Pagar) na Ação 2362 Processo / / valor Custeio Capital Entidade Secretaria Executiva de Esporte e Lazer/AL Fundação de Apoio ao Menor de Feira de Santana/BA ,08 0 Total Meta Física , , , ,70 0 Valores empenhados (Restos a Pagar) na Ação 2352 valor Processo Entidade Capital Custeio /2005 Fundação de Apoio ao Menor de Feira de 41 Santana/BA /2005 Casa da Harmonia do Menor Carente/DF 20 Total Meta Física , , , , ,00 47 Quadro demonstrativo de material liberado ESTADO 1. Acre 2. Alagoas 3. Amapá 4. Amazonas 5. Bahia 6. Ceará 7. Distrito Federal 8. Espírito Santo 9. Exterior 10.Goiás 11.Maranhão 12.Mato Grosso 13.Mato Grosso do Sul 14.Minas Gerais 15.Pará 16.Paraíba 17.Paraná 18.Pernambuco 19.Piauí 20.Rio de Janeiro 21.Rio Grande do Norte 22.Rio Grande do Sul 23.Rondônia 24.Roraima 25.Santa Catarina 26.São Paulo 27.Sergipe 28.Tocantins TOTAL ITENS LIBERADOS INDIVÍDUOS ASSISTIDOS ENTIDADES BENEFICIADAS

19 Do total de unidades produzidas, suficientes para contemplar aproximadamente pessoas, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Programa, foram liberados itens esportivos para atender a demanda dos Programas e Ações conduzidos em parceria com entidades estaduais, municipais e filantrópicas, objetivando promover a inclusão social de crianças, jovens e adultos por meio da prática de esportes. O material distribuído beneficiou um universo de indivíduos residentes em comunidades reconhecidamente carentes, jovens em situação de vulnerabilidade social e portadores de necessidades especiais. ORLANDO SILVA SecretárioExecutivo

20 ATUAÇÃO DO TCU E SOLICITAÇÕES DA CGU

21 RELATÓRIO DE DENÚCIAS

22 SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTAÇÃO UG

23 ATIVIDADES MEIO UG SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO Continuando o processo de reestruturação desta subsecretaria,alteramos, por meio do MemorandoCircular nº 52 de 29/11/2005, a estrutura da antiga coordenação Geral de Convênios A COCONV para CoordenaçãoGeral de Gestão de Convênios, anotando as atribuições de cada Setor. Com tal medida, buscamos facilitar o acesso tanto dos usuários internos, quanto do público externo, direcionandoos diretamente aos locais específicos, evitando o trânsito desnecessário e aumentando a eficiência e eficácia do atendimento global desta Coordenação. Sob a ótica interna, foi possível deixar muito bem delineadas as atribuições setoriais, evitando a superposição de atividades e viabilizando a implementação de critérios e métodos de trabalho que tem como missão principal prover apoio a todas as áreas do Ministério na formulação, alteração e prorrogação de Convênios, Termos Aditivos, Termos de Acordo e Termos de Parceria. Esperamos que esta coordenação resolva definitivamente os problemas herdados na área de convênios da outra administração. Outrossim, no que concerne especificamente ao acompanhamento pelo Ministério, dos Contratos de Repasse firmados pela Caixa Econômica Federal, como mandatária da União, com os estados, municípios e entidades privadas sem fins lucrativos, para a realização de obras de infraestrutura esportiva, o Ministério designou, através de Portaria, servidor desta SPOA, para atuar junto a Caixa no levantamento de problemas e na busca de soluções para contratos em andamento prejudicados por qualquer tipo de pendência e ao mesmo tempo visitar, por amostragem, obras contratadas, com a finalidade de gerar relatório gerencial que possibilite à SPOA solicitar, com a devida segurança, providências à Caixa para o saneamento dos problemas apontados. A SPOA ficou, assim composta por 6 CoordenaçõesGerais: Recursos Humanos, Recursos Logísticos, Modernização e Informática, Planejamento e Acompanhamento de Gestão, Orçamento e Finanças, Gestão de Convênios.

24 CLÁUDIO MONTEIRO SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

25 COLABORADORES Jorge Antônio Lacerda de Andrade CoordenadorGeral de Modernização e Informática Paulo Roberto Lobão Lima Coordenador de Desenvolvimento de Sistemas Wodson Mota Coordenador de Suporte e Rede Colaboradores

26 APRESENTAÇÃO Mensagem do CoordenadorGeral O objetivo deste trabalho é apresentar uma síntese dos trabalhos desenvolvidos e dos resultados alcançados frente às ações implementadas no Ministério do Esporte em 2005, quanto a equipamentos, softwares básicos, recursos de comunicação, sistemas aplicativos, metodologias, procedimentos operacionais, procedimentos de segurança, instalações físicas, recursos de comunicação, sistemas aplicativos, metodologias, procedimentos operacionais etc. Os resultados obtidos foram decorrentes do comprometimento e responsabilidade das Coordenações Suporte e Rede, Modernização e Desenvolvimento e Sistemas na solução de problemas, no cumprimento das metas e ações preestabelecidas, assim como na disseminação de conhecimentos e introdução de novas metodologias de trabalho que, de certa forma, impactaram a cultura organizacional do Ministério do Esporte ME. O processo de estruturação da administração de modernização e informática focouse no estabelecimento de um novo Patamar de Atendimento das Necessidades dos Usuários, Criar uma InfraEstrutura Técnica e nas Diretrizes Governamentais na Área de Tecnologia da Informação. A seguir é apresentado um detalhamento de cada uma das estratégias que nortearam o processo de estruturação da Modernização e Informática e as correspondentes ações empreendidas. Áreas de Atuação Envolvidas na Administração de Recursos de Modernização e Informática Foram organizadas, na forma de estratégias, as ações que permitiram a estruturação dos processos de provimento e gestão de recursos técnicos do ME, levando em consideração: Governo Eletrônico CoordenaçãoGeral de Modernização e Informática CGMI Modernização Suporte e Rede (Segurança) Desenvolvimento e Sistemas

27 GOVERNO ELETRÔNICO Governo Eletrônico e o Ministério do Esporte O Programa Governo Eletrônico do Poder Executivo Federal estabeleceu como diretrizes, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão, a ampliação do acesso a serviços, a melhoria da gestão interna e a transparência e controle social sobre as ações de Governo. O Ministério do Esporte participa de 8 (oito) Câmaras do Governo Eletrônico, listadas a seguir com os seus integrantes: 1 CÂMARA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE ITI Wodson Mota Titular Coordenador de Suporte e Rede Paulo Roberto Lobão Suplente Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas Elisson Sousa da Costa Suplente Programador 2 CÂMARA DE INCLUSÃO DIGITAL SLTI Jorge de Andrade Titular CoordenadorGeral 3 CÂMARA DE INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS STLI Paulo Roberto Lobão Titular Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas Ygor Costa Lima Suplente Programador 4 CÂMARA DE SISTEMAS LEGADOS E LICENÇAS SLTI Jorge de Andrade Titular CoordenadorGeral 5 CÂMARA DE GESTÃO DE SITES E SERVIÇOS ONLINE SECOM Paulo Roberto Lobão Titular Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas Andréia Patrícia da Silva Suplente Web Designer 6 CÂMARA DE INFRAESTRUTURA DE REDE SLTI Wodson Mota Titular Coordenador de Suporte e Rede 7 CÂMARA G2G SLTI Jorge de Andrade Titular CoordenadorGeral 8 CÂMARA DE GESTÃO DE CONHECIMENTO E INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA MRE Jorge de Andrade Titular CoordenadorGeral Paulo Roberto Lobão Suplente Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas Wodson Mota Suplente Coordenador de Suporte e Rede

28 GOVERNO ELETRÔNICO (cont) No Ministério do Esporte, em relação à área de Desenvolvimento e Sistemas da CGMI, todos os sistemas Internet e Intranet estão em conformidade com as normas e recomendações do Governo Eletrônico, através do Manual para a Elaboração de Páginas Governamentais do Comitê Executivo. Na área de Rede e Suporte da CGMI, as redes do ME e das Secretárias Nacionais de Esporte estão ajustadas às diretrizes em fase final de elaboração pelo egov.

29 Estrutura Funcional ESTRUTURA FUNCIONAL ESTRUTURA FUNCIONAL DA CGMI A estrutura funcional da CGMI é apresentada no quadro abaixo. DAS Cargo/Função Quantidade CoordenadorGeral de Modernização e Informática 01 Coordenador (Rede e Suporte; Desenvolvimento e 02 Sistemas; Modernização) Qtde total de Servidores Apoiada em empresas prestadoras de serviços, a CGMI conta com 42 (quarenta e dois) servidores, atingindo níveis de serviços superiores a 90 % (noventa por cento) o que a coloca num patamar de excelência.

30 PDTI PDTI Plano Diretor em Tecnologia da Informação A CGMI deu prosseguimento à execução do Plano Diretor de Investimento em Tecnologia da Informação para o Biênio 2004/2005 que apresenta a visão atual da área de informática e proposições quanto a equipamentos, softwares básicos, recursos de comunicação, metodologias, procedimentos operacionais, procedimentos de segurança, instalações físicas, recursos de comunicação, sistemas aplicativos, metodologias, procedimentos operacionais etc. O PDTI prevê a utilização das tecnologias mais recentes como a implantação de softwares Livres, levandose em conta a viabilidade de implantação das mesmas. As propostas estão enquadradas em padrões atualizados, tanto tecnológicos quanto governamentais, destacandose as normas do Governo Eletrônico (egov). O diagnóstico da situação atual sintetiza as informações coletadas no âmbito da CoordenaçãoGeral de Modernização e Informática (CGMI) do Ministério do Esporte, e serve de base para as propostas apresentadas.

31 MODERNIZAÇÃO Modernização No exercício de 2005 a Modernização implantou o novo Sistema de Legislação SISLEGIS, no âmbito do Ministério. Foi aprovado a Norma de Serviço MI4, que organiza e coloca à disposição do usuário as informações relativas à Biblioteca do Ministério do Esporte. Foram realizados diversas reuniões, em conjunto a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação SLTI do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão sobre a migração para Software Livre. Foi realizado treinamento para os funcionários/servidores do Ministério para a utilização do Software Livre. A Modernização acompanhou e participou dos seguintes trabalhos: Grupo de trabalho para a implantação do Software Livre no Ministério do Esporte. A Coordenação de Modernização juntamente com os técnicos de informática da Coordenação de Suporte e Rede efetuou o levantamento de serviços informatizados e softwares em todo Ministério e Secretarias; Grupo de sensibilização aos usuários sobre a nova plataforma a ser implantada, organizando palestras, amostras de vídeos e aulas de capacitação dos funcionários (terceirizados e servidores). Fez parte também da redação de estruturação do projeto, contemplando todas as etapas e cronogramas do processo de migração para o Software Livre; Esteve presente em todos os seminários ministrados pelo Comitê Técnico de Implementação de Software Livre organizados pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação ITI, bem como do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MP; Comissão Nacional de Classificação CONCLA, órgão colegiado e diretamente subordinado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; Seminário IberoAmericano Consultando uma referência de indicadores e métricas de governo eletrônico promovido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, realizado pela Escola Nacional de Administração Pública ENAP; 1ª Oficina Técnica de migração para Software Livre; e 1º Seminário de Inovações Tecnológicas em Cluster e Grid no Governo Federal.

32 BIBLIOTECA Biblioteca No exercício de 2005 a Biblioteca do Ministério do Esporte realizou as seguintes ações: Alimentação e manutenção constantes do sistema da biblioteca, abrangendo Acervo e Clube do Livro; Atendimento aos usuários internos e externos; Atendimento à solicitação de pesquisas; Doação de livros e periódicos editados pelo Ministério do Esporte; Empréstimo de publicações em duas modalidades: domiciliar e entre bibliotecas; Resposta aos s institucionais e solicitações encaminhadas da Ouvidoria; Descarte de periódicos, obedecendo ao tempo de armazenamento; Triagem do material recebido como doação. A Biblioteca passou a decorar seu espaço físico e mural de acordo com as datas comemorativas. Com o objetivo de promover a interação e informar aos usuários, foi retomada a utilização do mural com notícias e eventos relativos ao Esporte, dando ênfase à Copa do Mundo de 2006, ao PanAmericano de 2007 e assuntos institucionais. Também foi adotada uma caixa de sugestões para ser o canal de comunicação entre os usuários e a Biblioteca. Em março de 2005 foi iniciado um levantamento minucioso nos documentos históricos da Biblioteca, os quais pertenceram ao CND (Conselho Nacional do Desporto). Em maio, um parecer técnico foi elaborado com o intuito de preservar a integridade e importância dos documentos do CND para a Biblioteca do Ministério do Esporte. Em junho de 2005, a Biblioteca em conjunto com a Modernização começou a colher informações para elaborar o Regulamento da Biblioteca, que foi aprovado e publicado no Boletim de Serviço Extraordinário do dia 21 de julho de Em outubro de 2005, o Sistema de Legislação do Ministério do Esporte, foi retomado e renomeado de Sislegis, ficando sob a responsabilidade da Biblioteca a alimentação dos atos referentes ao ano de Durante o ano de 2005, o sistema da Biblioteca foi aprimorado e migrado para plataforma Linux.

33 COMUNICAÇÃO DE DADOS InfraEstrutura de Comunicação de Dados A infraestrutura de comunicação de dados do ME, foi acrescentada de mais 5 equipamentos de distribuição de rede(switch), devido à mudanças no espaço físico do ME, e ao sensível aumento na demanda. Dessa forma o ME conta com recursos de comunicação dimensionados às suas necessidades atuais e previstas para os próximos 12 (doze) meses, com garantia de que oferecerá aos seus usuários as informações disponíveis em sua Home Page, dentro de elevados padrões de desempenho e disponibilidade.

34 PARQUE COMPUTACIONAL Evolução do Parque Computacional Os quadros a seguir demonstram a situação do parque computacional no ano de Hardware no Período de 2005 Estações de Trabalho Exercício estações com configuração Pentium 25 notebooks 5 Hand Held HP Jornada 720; 1 Máquina Fotográfica Digital; Exercício estações com configuração Pentium 35 notebooks 5 Hand Held HP Jornada 720; 1 Máquina Fotográfica Digital; 10 Palm Top s. 10 Palm Top s. Impressoras Exercício 2004 Exercício impressoras laser coorporativas 34 impressoras laser monocromáticas 53 impressoras jato de tinta sendo 4 para impressão em papel A3; 10 impressoras laser coloridas 42 impressoras jato de tinta sendo 4 impressoras jato de tinta para impressão em papel A3; Servidores Exercício servidores sendo 2 alugados e 1 servidor de backup com suporte a 7 fitas DLT 40/80 e monitoração de ambiente (CMC). Exercício servidores sendo 1 emprestado e 1 servidor de backup com suporte a 7 fitas DLT 40/80 e monitoração de ambiente (CMC).

35 PARQUE COMPUTACIONAL (cont) Ativos de Rede Exercício Switches modulares com 8 módulos de 48 portas Fast; 3 módulos Gigabyte; 1 módulo de expansão Gigabyte (4 portas); 1 expansão de memória para Switch central SNE (SSR2000); 1 ano de garantia do parque de Ativos de Rede; 1 módulo de roteamento; 1 Switch 24 portas Xylan Fast; 6 Switches empilháveis 24 portas Fast com módulo de gerenciamento e módulo Gigabyte; 1 Software de gerenciamento; 3 Roteadores: CISCO com Balanceamento de carga; CISCO. 4 Switches de 24 portas Fast; 5 Hubs de 24 portas. Exercício Switches modulares com 8 módulos de 48 portas Fast; 3 módulos Gigabyte; 1 módulo de expansão Gigabyte (4 portas); 1 expansão de memória para Switch central SNE (SSR2000); 1 módulo de roteamento; 1 Switch 24 portas Xylan Fast (Queimado); 7 Switches empilháveis 24 portas Fast com módulo de gerenciamento e módulo Gigabyte; 1 Software de gerenciamento; 3 Roteadores: CISCO com Balanceamento de carga; CISCO. 6 Switches de 24 portas Fast; 4 Hubs de 24 portas; 1 Hub de 6 portas; 1 Hub de 8 portas;

36 REDE Diagrama de Rede Re d e Se cr e ta r ia s Na cio n a is d e Esp o r te Link Secretarias 512Kbps Br a silte le co m/in te r n e t Link Internet 2Mbps Re d e Se r p r o ( SIAFI G ERENCIAL ) Ro te a d o r ME/ Br Te lc Ro te a d o r ME/SNEs Link Serpro (SIAFI) 56Kbps Ro te a d o r me / Se r p r o Re d e In te r n a ME DMZ F irewall R ed e d o M in istério d o Esp o r te Legenda Link: Conexão que interliga duas extremidades da rede KBPS: Kbyte por segundo MBPS: Megabyte por segundo Administração de Rede No ano de 2005 a rede do Ministério do Esporte se preparou para a migração de seus serviços para a plataforma de Softwares Livres, atendendo a demanda da casa civil da presidência da republica. As estações continuam rodando Windows 2000 Professional e em algumas Windows XP. Para os servidores foi criado um ambiente paralelo ao atual, rodando Sistema Operacional Livre. O monitoramento dos servidores é feita através da Ferramenta Vantage e dos ativos através da ferramenta NetSigth.

37 Segurança de Ambiente Atualmente toda a rede é protegida por antivírus e a sala dos Servidores pelo CMC que faz controle de acesso, temperatura, umidade e fumaça. Segurança da Informação Atualmente o ME dispõe de Política de Backup e de dois cofres a prova de fogo para armazenamento das fitas de backup. Possui também uma Library de backup com 6 (seis) fitas DLT 40/80 Gbytes, 3 (três) JAZZ de 2 Gbytes, 3 (Tres) fitas DLT 40/80 Gbytes,1 DAT de 4Gbytes e o software CAArcServer para gerenciar o backup dos servidores Exchange 2000 e SQL Licenças de Software Atualmente todos os softwares utilizados no ambiente computacional do ME estão com versões atualizadas e são licenciados, não existindo nenhum deles em situação irregular.

38 CORREIO ELETRÔNICO Divisão dos serviços correios Exchange Em 2003 ME 457 Caixas de correio; ME Utilização de 3,70 Gbytes de disco. SNE 136 Caixas de correio; SNE Utilização de 2,64 Gbytes de disco. Em 2004 ME 485 Caixas de correio; ME Utilização de 6,2 Gbytes de disco. SNE 188 Caixas de correio; SNE Utilização de 3,3 Gbytes de disco. A tabela acima apresenta divisão dos serviços de correios entre dois servidores, um para o prédio da Esplanada e outro para o Prédio do DNIT. Esta divisão possibilitou sensível diminuição no tráfego de dados entre os dois prédios e aumento de performance para os usuários que utilizam este serviço no edifício DNIT. SERVIÇOS Serviços disponibilizados na Rede Corporativa do ME Com relação aos serviços prestados pela rede interna do ME, a mudança ocorrida, foi a criação de um servidor de update para as estações que estiverem trabalhando com sistema operacional Linux. O objetivo é manter todas as futuras estações Linux, atualizadas e livres de ataques provenientes de falhas das aplicações.

39 INTRANET INTRANET Ação de destaque da CGMI foi a Implementação da nova versão da INTRANET com facilidades para promover a comunicação interna do próprio Ministério (ME) ou na comunicação com outros órgãos (exemplo ME SNE Condomínio). A primeira versão foi implantada em Outubro de 2000, e em Agosto de 2005 foi publicada a 3ª versão (atual). A Intranet atual, com a interface e serviços mostrados a seguir, foi desenvolvida para todos os navegadores, inclusive os de software Livre (Mozila Firefox).

40 INTRANET (cont) Serviços disponíveis na INTRANET Ouvidoria; Organograma; Quadro de Avisos; Modelos de documentos; Informativos sobre o Ministério; Clipping; Boletim de Serviços; Sistema de HelpDesk; Solicitação de Serviços à CGLOG; Mapa do Site; Downloads; Estatísticas do Portal do ME; Quem é quem; Mural eletrônico; Sistema de Protocolo CPRODWEB; Sistema de Portaria Web; Boletim Eletrônico; Galeria de Fotos; Silab Web; Clube do Livro; Biblioteca Acervo. COGIN Canal CGMI Webmail SoftwareLivre. Esporte; Porta do CGRH.

41 SISTEMAS APLICATIVOS Sistemas de Apoio Administrativo Desenvolvidos e implantados pela CGMI Produto SAI Sistema de Atendimento da Intranet SIGA Sistema de Gerenciamento de Atendimento ao Usuário CPRODWEB BANCO DE IMAGENS LOGÍSTICA ONLINE CGLOG AUDIÊNCIAS DO GABINETE DO MINISTRO SISRH Sistema de Recursos Humanos SISTEMA DE PLEITOS CONSUDE Diárias e Passagens Benefícios O Sistema de Administração da Intranet tem por objetivo permitir que os técnicos da CoordenaçãoGeral de Modernização e Informática CGMI do Ministério do Esporte realizem a administração e o controle de segurança de todos os sistemas publicados na Intranet do mesmo. Gerenciar os equipamentos que compõem a estrutura de Informática do Ministério, bem como os atendimentos dos chamados abertos pelos seus usuários; permitindo ao gestor um controle efetivo. O CPROD.net tem como objetivo controlar os processos e documentos recebidos e expedidos pelo Ministério do EsporteME, no que diz respeito à sua gestão documental (registro, classificação, tramitação, arquivamento, expedição, avaliação, transferência, pesquisa e gerenciamento). A função global do sistema é agrupar, gerenciar e disponibilizar as imagens na Internet e Intranet. Possibilita a outros sistemas o acesso e a utilização das imagens que antes eram exibidas estaticamente na Internet. O Sistema de Logística OnLine tem como objetivo controlar os chamados solicitados pelos funcionários do Ministério do EsporteME, no que diz respeito à logística (ar condicionado, chaveiro, cortina, divisória, marcenaria, pintura, piso, reparo e outros). O sistema visa o agendamento e controle das audiências e visitas realizadas para o Ministro, o Chefe de Gabinete, Secretário Executivo e Assessores do Ministro. Manter de forma integra e definitiva dados dos funcionários do Ministério do Esporte (funcionários comissionados, prestadores de serviço, estagiários) e seus respectivos cargos e unidades de trabalho. Também tendo como finalidade emitir relatórios e controlar a emissão de folhas de ponto. Cadastro e pesquisa de funcionários do ME para o curso de Software Livre. É um cadastro completo de políticos que controla os tramites parlamentares no Ministério do Esporte, as votações no Congresso Nacional e vincula com o Sistema de Audiências do Gabinete. Sistema de informação desportiva relativa a conteúdos, notícias e fotos do CONSUDE Conselho SulAmericano do Esporte. Sistema que calcula o preço das diárias e das passagens de trechos das viagens informadas.

42 SISTEMAS APLICATIVOS (cont) Produto BIBLIOTECA ACERVO CLUBE DO LIVRO JOGOS INDÍGENAS CALENDÁRIO DESPORTIVO NACIONAL SEGUNDO TEMPO OUVIDORIA JOGOS DA JUVENTUDE PINTANDO A LIBERDADE SISLEGIS SAP Sistema de Atualização do Portal GEMPAG CPLP INFORME ME CLIPPING Benefícios O principal objetivo deste sistema é automatizar parte do trabalho que atualmente é feito manualmente pelos funcionários da biblioteca. Gerenciar os livros da biblioteca do ME e disponibilizálos para todos os servidores para empréstimo, reserva, renovação e consulta através da Intranet, e disponibilizar a consulta de livros para todos que acessam o portal ME na INTERNET. O objetivo do sistema é automatizar o encontro e o intercâmbio esportivocultural entre os diferentes povos indígenas brasileiros, revelando ao público o universo que traduz a harmonia e equilíbrio das sociedades tribais, manifestado através de suas danças, cantos, pinturas corporais e gestos esportivos próprios, o autêntico ritual do esporte de criação nacional. Disponibilizar e disseminar, ao público brasileiro, as informações a respeito de eventos esportivos; Contribuir para a sistematização unificada do esporte nacional de alto rendimento; Contribuir para preservação da memória do esporte brasileiro. Tem como objetivo disponibilizar um sistema de cadastro OnLine possibilitando o acesso à prática e à cultura do Esporte, visando o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens; e formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida. Sua missão é sugerir medidas de aprimoramento e buscar soluções para os problemas apontados. Um controle geral dos Jogos da Juventude, tendo um módulo de inscrições online dos participantes, cadastro dos torneios e seus resultados. Controla a distribuição de material esportivo produzido por presidiários. Cadastro e pesquisa de Legislações do ME Tem o objetivo de controlar as atualizações feitas no Portal do Ministério do Esporte, permitindo que estas sejam realizadas diretamente pelos seus usuários de forma eficiente, bem como o acesso aos módulos restritos dos diversos sistemas e aplicações desta instituição que são acessados e atualizados via Internet. Sistema de gerenciamento de controle do empenho e pagamentos de obras do Ministério do Esporte em convênio com a Caixa Econômica Federal. Sistema de informação desportiva relativa a conteúdos de suporte das Administrações Públicas Desportivas dos países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, GuinéBissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor), em estreita ligação com os movimentos associativos desportivos e os sistemas universitários de cada país. Informe e Avisos eletrônicos da ASCOM. Cadastro de Clipping Online na Internet para a Intranet.

43 SISTEMAS APLICATIVOS (cont) Produto BOLSAATLETA SGP Sistema de Gerenciamento do Portal PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS PROJETO DE MIGRAÇÃO SOFTWARE LIVRE PORTARIA WEB CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE CONVÊNIOS BOLETIM ELETRÔNICO CONTROLE DE DIÁRIAS E PASSAGENS SISTEMA DE PEDIDOS REDE CENESP GDATA Prêmio Ministério do Esporte de Literatura Rede CEDES ASCOM Controle de Fotos Benefícios Formulário online de proposta de participação no programa BolsaAtleta. O programa garantirá uma manutenção pessoal mínima aos atletas de alto rendimento beneficiados, buscando dar condições para que se dediquem ao treinamento esportivo e participação em competições visando o desenvolvimento pleno de sua carreira esportiva. Tem o objetivo de controlar as atualizações feitas no Portal do Ministério do Esporte, permitindo que estas sejam realizadas diretamente pelos seus usuários de forma eficiente, bem como o acesso aos módulos restritos dos diversos sistemas e aplicações desta instituição que são acessados e atualizados via Internet. O objetivo do sistema de projetos esportivos sociais é o foco social com obtenção de chancela através de um formulário padrão com obrigatoriedade de preenchimento, com digitação online, para posterior apresentação e avaliação do Conanda. Processo de migração de todos os Sistemas do ME para Software Livre. Sistemas de controle de entrada e saída de visitantes ao prédio do ME. Cadastro de Emendas sobre o Texto Básico para a sistematização nas Conferências Estaduais e na Conferência Nacional; Sistema de Sistematização das Emendas apresentadas; Credenciamento de Delegados e Suplentes. Controle de prestação de contas dos Convênios firmados pelo ME. Sistema de envio de notícias do Ministério do Esporte a um grupo de pessoas cadastradas. Controle de requisições e atualizações de emissão de passagens e diárias. Controla os chamados solicitados pelos funcionários do condomínio. Manter e disponibilizar informações a respeito das atividades desenvolvidas e em desenvolvimento pelos integrantes da Rede Cenesp. Avaliação de desempenho de Atividade Técnico Administrativo. Cadastro de Autores e suas respectivas obras para o Prêmio Ministério do Esporte de Literatura. Sistema de Gestão e cadastro de Avaliadores. Rede Cedes é uma ação programática do Ministério do Esporte que busca implantar novos grupos de pesquisa e estimular os já existentes a produzir e difundir conhecimentos voltados para a avaliação e o aperfeiçoamento da gestão de políticas públicas de esporte e de lazer. A função global do sistema é agrupar, gerenciar e disponibilizar as imagens da ASCOM. Possibilitar aos usuários o cadastro, acesso e a utilização das imagens.

44 INFRA ESTRUTURA InfraEstrutura Técnica A existência de uma Infraestrutura Técnica de Informática adequada é prérequisito fundamental para o atendimento ás necessidades de sistemas de informação e de facilidades fornecidas por aplicativos de apoio, requeridas pelos usuários do Ministério. Um número grande de ações foi implementado no sentido de melhorar qualitativamente e quantitativamente a Infraestrutura Técnica de Informática disponível para utilização, sendo estas apresentadas a seguir: Aplicação de procedimentos computacionais para Gerência de Bens de Informática, de forma a que todo e qualquer tipo de Bem de Informática (Hardware e Software) seja passível de rigoroso gerenciamento e controle. Utilização de procedimentos computacionais para solicitação de ajuda, utilizando facilidades do tipo INTRANET, que proporcionam fácil utilização, alta disponibilidade e a noção de uso espontâneo, de forma que todo e qualquer tipo de solicitação de suporte seja passível de um melhor gerenciamento e controle. Promoção da o aumento qualitativo de recursos do Parque Computacional disponível no Ministério, de forma a melhorar a relação equipamento disponível/ produção. Este aumento abordou os seguintes itens: Microcomputadores, Dispositivos de Impressão, Software Básico, Software de Apoio; e Facilidades de Rede. Aplicação de métodos e procedimentos computacionais e softwares, para Gerência de Rede, de forma que todo componente (ativos e passivos) seja passível de rigoroso gerenciamento e controle. Estes métodos e procedimentos deram especial atenção aos seguintes assuntos: Disponibilidade da Rede, Desempenho da Rede, Problemas na Rede e Mudanças na Rede e Política de Segurança de Rede..

45 INFRA ESTRUTURA (cont) Padronização do parque computacional em relação ao sistema operacional (Windows 2000 próprio para ser utilizado em ambientes corporativos), nas ferramentas básicas de automação de escritório (OpenOffice 1.3) e navegador para internet (Firefox 1.0.6).

46 HELP DESK O número de atendimentos de suporte técnico junto ao usuário, solucionando, dirimindo e acompanhando suas dúvidas, problemas e necessidades, mantevese estável. Help Desk Quantidade de Técnicos Quantidade de Chamadas (Média mensal)

47 INTERNET INTERNET A CGMI implantou a primeira página Internet em Julho de 2000 com facilidades para promover a comunicação e a disponibilização de serviços do Ministério com a sociedade. A Internet atual, publicada em maio de 2005, foi desenvolvida para todos os navegadores, inclusive os de software Livre (Mozila Firefox), com a interface mostrada a seguir.

48 CONCLUSÃO CONCLUSÃO Para atender as demandas de maneira eficaz, em um ambiente caracterizado pela velocidade das mudanças, tornase indispensável um gerenciamento baseado no foco em prioridades e objetivos. Por esta razão a introdução da tecnologia da informação no âmbito do Ministério do Esporte revela a intenção de agilizar e modernizar os processos pela aplicação de novas técnicas, associadas a normatização e metodização. Como o processo de Tecnologia da Informação é dinâmico e exige soluções rápidas e eficientes, a busca de novas alternativas viáveis passou a ser uma constante, pois a medida em que crescem as demandas, também crescem em maior proporção às exigências para a solução de problemas com resultados imediatos, eficientes e eficazes. Diante desse fato, buscamos solucionar os problemas que exigem urgentes soluções e priorização das metas e ações definidas no Planejamento Estratégico elaborado pelo Ministério do Esporte.

49 MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIAEXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃOGERAL DE RECURSOS LOGÍSTICOS Relatório de Atividades de 2005 CoordenaçãoGeral de Recursos Logísticos 1. Apresentação O objetivo deste relatório é apresentar uma síntese dos trabalhos desenvolvidos na CoordenaçãoGeral de Recursos Logísticos e dos resultados alcançados frente às ações implementadas no exercício de Objetiva, ainda, atuar na produção direta de informações para possibilitar melhor avaliação dos resultados alcançados, assim como o conhecimento das atividades desenvolvidas nas áreas de licitações, contratos, compras, almoxarifado e patrimônio ao longo do exercício de À CoordenaçãoGeral de Recursos Logísticos compete planejar, coordenar, executar e controlar as atividades relativas à aquisição de bens e contratação de serviços, administração de material e patrimônio, administração e manutenção predial, obras e serviços de engenharia, transporte, telecomunicações, comunicação administrativa, serviços de apoio operacional, bem como implementar normas e procedimentos objetivando a normalização e o aprimoramento dessas atividades no âmbito do Ministério. 2. Organização Devese salientar que a CoordenaçãoGeral de Recursos Logísticos conta hoje com a atuação de 67 pessoas, sendo 16 servidores, entre efetivos e ocupantes de funções de Direção e Assessoramento Superior, 05 requisitados de outros órgãos e 46 terceirizados, distribuídos na estrutura da Coordenação. Algumas atividades somente podem ser desenvolvidas por servidores efetivos. Com esse quantitativo é possível assegurar, embora precariamente, a execução dos serviços afetos à Coordenação, contudo, como o processo administrativo é dinâmico e exige soluções rápidas e eficientes, a busca de soluções alternativas passa a ser uma constante. A Coordenação Geral de Recursos Logísticos vem procurando desenvolver ações no sentido de melhoria da produtividade para execução das atividades desenvolvidas, em todas as suas áreas de atuação objetivando melhorar qualitativamente e quantitativamente o fornecimento dos serviços impondo maior agilidade e confiabilidade.

50 3. Atividades Realizadas Neste tópico demonstramos as ações relevantes desenvolvidas no ano, destacandose, quando julgado adequado, o agrupamento de dados e informações com o propósito de facilitar a compreensão e a análise dos seus elementos constitutivos. 3.1 LICITAÇÕES E CONTRATOS Neste exercício a Coordenação Geral de Recursos Logísticos firmou e geriu 50 contratos de prestação de serviços o que envolveu a elaboração de contratos, termos aditivos e termos de rescisão, sob a forma de minutas, submetendoas à apreciação da Consultoria Jurídica e a seguir providenciandose as respectivas assinaturas de seus signatários e a publicação resumida dos extratos de seus termos no Diário Oficial da União. Acompanhou a prestação de garantias e controlou prazos de vigência dos contratos, realizou análise e elaboração de planilhas referentes à reequilíbrio econômicofinanceiro, bem como pesquisas de mercado e, junto a outros órgãos da Administração Pública, possibilitando as ações em tempo hábil relativas às providências de prorrogações, alterações e ajustes necessários, bem como a necessidade Licitações 2005 de novas contratações. É importante registrar o apoio 02 Tomada de Preços R$ ,81 às Comissões Especiais de Licitação 124 Dispensas R$ ,96 05 Inexigibilidades R$ ,00 nos processos relativos a aquisição de 06 Ata de Registro de Preços R$ ,09 material e de prestação de serviços. 10 Pregões R$ ,56 Nas aquisições e contratações realizadas, seja por dispensa de licitação, inexigibilidade de licitação, ou nas modalidades de licitação: convite, tomada de preços, concorrência e Pregão, é meta primordial buscar propostas mais vantajosas para a Administração. Visando a obtenção deste objetivo, esforços foram alocados no sentido de promover uma melhoria na elaboração dos projetos básicos e na determinação de critérios de julgamento claros e objetivos, proporcionando maior transparência e agilidade nas aquisições de bens e serviços. Em relação ao processo licitatório, foram realizadas 144 licitações e efetivadas 143, distribuídas na forma do quadro anexo.

51 3.2 MATERIAL DE CONSUMO Material de Consumo 2005 A atividade de administração de material é executada por meio do Sistema de Controle de Material de Consumo, que 721 requisições de material atendidas R$ ,72 gastos com material permite o cadastramento e controle do estoque, disponibilizando informações para o gerenciamento de distribuição, compras, desfazimento e outras ações relativas à gestão de material de consumo. A CGLOG efetuou acompanhamento da variação de estoques dos materiais de uso comum e específico por meio do controle existente, procurando desenvolver ações no sentido de recompor o estoque do almoxarifado em tempo hábil. As entradas de material no Almoxarifado totalizaram o valor de R$ ,38. Foram atendidas 721 requisições de material, totalizando R$ ,72, distribuídos às unidades requisitantes do ME. 3.3 PATRIMÔNIO A CGLOG efetua a gestão patrimonial por meio do Sistema de Patrimônio 2005 Controle de material Permanente, que registra e controla o patrimônio do Ministério, na forma da Legislação bens móveis vigente. O Sistema permite a que representam localização e a verificação do histórico R$ ,17 por plaquetas com código de barras. As 347 incorporações apresentadas no quadro de Bens incorporados correspondem ao acréscimo do patrimônio decorrentes de aquisições cessões e doações. 3.4 PASSAGENS AÉREAS E DIÁRIAS Passagens Aéreas 2005 Gasto com Passagens Diárias ,13 Total R$ ,56 O Ministério do Esporte dispõe de empresa contratada para a solicitação e emissão de bilhetes de passagens aéreas. Foram contabilizadas 1055 requisições de passagens aéreas, no valor total de ,56 Foram ainda registrados e atendidos 877 pedidos de diárias, correspondentes ao somatório de R$ ,13.

52 3.5 REPROGRAFIA Gastos com Reprografia 10 máquinas alocadas4.351 (cópias/impressões)r$ ,81 gasto anualr$ ,57 média de gasto mensal Reprografia 2005 A CGLOG mantém contrato para a locação de equipamentos reprográficos que é prestado por meio de 02 (duas) Centrais se Reprografia, e por equipamentos distribuídos às diversas unidades do Ministério, composta de 10 equipamentos diversos. Foram atendidas requisições de cópias, das diversas unidades do ME, que totalizaram o valor de R$ , TRANSPORTES OFICIAIS Transporte Oficiais 2005 Custo Anual R$ ,00 Km percorridos Quantidade de Veículos Terceirizado 05 Os serviços de transportes são realizados por empresa locadora de veículos e atende a demanda das diversas unidades do ME. A utilização de transporte no Ministério totalizou o quantitativo de de requisições emitidas, resultando no valor de R$ ,00, conforme demonstrado no quadro de distribuição de controle de Transporte. 3.7 TELEFONIA O atendimento do serviço telefônico fixo de longa distância é efetuado pelas empresas Brasil Telecom e Embratel e o serviço móvel celular pela empresa Americel. O ME possui uma Central Telefônica marca Ericsson, modelo MD110, que atende à contento, as necessidades das unidades do ME, instalada na sala S25, subsolo do Bloco A. A sala onde está instalada a Central Telefônica é de uso compartilhado com outros órgãos que compõem as unidades condominiais do Bloco A.

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