A Lenda de um Nômade. Alex Mero

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3 A Lenda de um Nômade Alex Mero 3

4 A Lenda de um Nômade Alex Mero, 2010 Autor / Editor 4

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6 Sinópse Prólogo 1. Poder Interno - Milagre - Percepção - Contemplação - Escolhas 2. Conhecimento Superior - Busca - Sinal - Sinceridade - Emoção 3. Mistério Maravilhoso - Padrão de Hábito - Façanha - Curiosidade - Alternativa 4. Poder Criador - Observação - Inspiração - Realidade - Energia 5. Harmonia Natural - Ligação - Unidade - Memória - Vigilância 6. Energia Motriz - Abertura - Relação - Silêncio - Imaginação 6

7 7. Equilíbrio Perfeito - Discurso - Rebelião - Destino - Pensamento 8. Confiança Ilimitada - Convicção - Despertar - Beleza - Mensagem 9. Lucidez Crescente - Envolvimento - Consciência - Desejo Profundo - Estado Puro 10. Bem Interminável - Atenção - Paciência - Tranquilidade - Missão 11. Sabedoria da Compreensão - Essência - Claridade - Mudança - Conectividade 12. Redenção Final Epílogo Palavras de agradecimento Autor 7

8 Sinópse "A Lenda de um Nômade" é uma narrativa inspiradora que constitui a verdadeira essência da vida. Trata-se de um fascinante relato de viagem através do qual, servindo-se de variadas visões culturais e filosofias existentes, se explica o conceito do destino de uma vida. Este romance de aventura descreve de uma forma original o fenómeno que resulta da fusão do conhecimento e da intuição, levando à aparição de uma misteriosa energia. Uma força que, simultaneamente, nos dá compreensão do amanhã e nos torna conscientes do significado do mais profundo de todos os acontecimentos, e que nos leva a lançarmo-nos à descoberta do desconhecido. Aquele que souber fazer sua a essência deste livro não se esquecerá de fazer refletir a mensagem na sua vida pessoal e verá crescer a sua consciência do seu lugar único no seio de tudo. "A Lenda de um Nômade" é um livro que sai fora do habitual, dotado do poder de inspirar os seus leitores e de influenciar verdadeiramente os seus destinos. 8

9 --- Na sua mais tenra juventude, Nathan foi salvo, de forma quase miraculosa, de um naufrágio no sudeste asiático. Mauro, o pai de uma das vitimas deste desastre, leva Nathan para a Europa e tomao a sua responsabilidade. Rapidamente este jovem fora do comum faz-se notar pelas suas capacidades extraordinárias de intuição e pela sua proprensão para receber o conhecimento. Entrado, na adolescência decide fazer uma grande viagem à procura do que poderá enriquecer a sua vida. Seguindo a inspiração da sua voz interior e da razão da sua relação única com a água, Nathan tem visões que lhe permitem penetrar na essência das pessoas que com ele se cruzam. Enquanto cresce, Nathan constata a influência cada vez maior dos seus atos no que o rodeia. É assim que ele vai descobrir o seu papel «único» na Terra, um início de vida que vai muito além do que ele poderia imaginar! --- Linguístas: Crislaine Sanguino - Kátia Meira - Fabiana Rodrigues - Silvia Mira - Ana Cristino 9

10 Prólogo Este livro convida-nos a retirarmo-nos da nossa história pessoal e a entrar na pele das outras personagens. Para tal, devemos deixar-nos guiar pela nossa imaginação, um dom que todos possuímos e que permitirá, a cada um de nós, completar esta narrativa à sua maneira. As lendas transmitem-nos, muitas vezes, mensagens especiais. Estas mensagens permitem-nos ver a partir de um outro prisma acontecimentos dificilmente explicáveis, que nos tocam, por vezes, no mais fundo do nosso ser. Desde a mais tenra infância que tentei alargar a minha visão das coisas e experimentei sempre um interesse marcado por todas as concepções de vida existentes neste mundo. Explorar este mundo, à procura do que inspira o ser humano, tornou-se a minha maior paixão. A descoberta de novas culturas e de novos modos de vida, serviume de enorme estímulo. Por isso, tentei compreender o sentido das palavras de todas as pessoas que encontrei e interpretar os motivos dos seus atos. Ao mergulhar na sua realidade cultural local, vi-me obrigado a mudar a minha maneira de pensar de modo a poder compreender aquilo que me era revelado. Assim, aprendi a estabelecer parâmetros mais amplos e, sobretudo, a estar atento às múltiplas manifestações de sentimentos que levavam as pessoas que encontrei a falar e a agir da maneira como o faziam. Pouco a pouco, penetrei num mundo misterioso, o mundo dos sentimentos. Aprendi a compreender como estes nascem, como tentam subsistir e, sobretudo, qual a relação que cada um de nós mantém com eles. À medida que ia descobrindo este mundo misterioso, tornava-me cada vez mais consciente da maneira em que surgiam as paixões, 10

11 os medos e as alegrias e o que os provoca. Estas descobertas ajudaram-me a compreender melhor a diversidade da vida, no sentido mais amplo do termo. Pude observar todo o tipo de condutas aprendidas, e, acima de tudo, aquelas com que eu próprio tinha sido confrontado. Desde então pude constatar, cada vez mais, com que tesouros de engenho os seres humanos se armam para tentar ordenar a realidade. Para interpretar corretamente as informações que me foram reveladas, pude sempre contar com um guia interior, que me transmitia confiança e lucidez e me fazia estar consciente, sempre e a cada momento, do milagre que a vida é. Este guia interior não era mais do que a minha intuição, uma força que todos possuímos e que nos ensina a compreender os sinais que acompanham cada acontecimento, uma força que nos instiga a escutar os nossos verdadeiros sentimentos e nos aproxima, incessantemente, da nossa missão. Descobri, também, que os acontecimentos nunca se produzem por acaso. Todos eles têm uma razão profunda de existência, inscrevendo-se num determinado ciclo. Tomei, pois, cada vez mais consciência da ordem prodigiosa que reina no Universo. Ao reflectir sobre as razões profundas da existência, compreendi que todos nós possuímos um dom precioso que é o desejo que albergamos, no mais recôndito de nós mesmos, de descobrir o objetivo da nossa vida. É este desejo interior que me levou a escrever este livro que é fruto de saberes antigos e de contos recolhidos no seio de diversas culturas com as quais convivi. Ao longo das páginas deste livro, este relato mostra-nos como viver em harmonia com o meio que nos rodeia e ajuda-nos a precisar a razão da nossa existência. É para mim uma enorme satisfação poder partilhar esta narrativa com todos vocês e espero que "A Lenda" vos ajude a tornarem-se um pouco mais conscientes de que a vida realmente é um prodígio. 11

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13 - 1 - Poder Interno 13

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15 Milagre Numa manhã de uma estação chuvosa, a guarda costeira de Zamboanga recebeu uma chamada de um acidente no mar de Sulu, numa fronteira natural entre a Malásia e o arquipélago Filipino. O navio, chamado Harap, vinha originariamente de Sandakan na Malásia e fazia seu caminho até Zamboanga, Filipinas. Uma tempestade de força inimaginável havia tomado conta do lugar por alguns dias. O mar estava agitado e a corrente do golfo, caprichosamente já havia encalhado vários barcos. O navio destruído pela tempestade era um navio grande e trazia passageiros da Malásia. A notícia sobre o Harap se espalhou rapidamente e causou uma onda de pânico entre os habitantes de Zamboanga e suas redondezas. Muitas pessoas tinham parentes e amigos à bordo. Alguns deles se ofereceram para acompanhar o resgate e ajudar no local do desastre. Por volta de nove horas as fragatas começaram a se aproximar do local onde o navio havia naufragado. Os salvavidas viram incontáveis corpos flutuando na água e acreditavam que aquilo não poderia ter sido uma tempestade comum de todos os dias. Mais tarde naquele dia, no relatório elaborado pelo chefe encarregado do resgate, as seguintes notas foram declaradas: - Uma misteriosa atmosfera prevalecia no local do desastre. Não houve grito e choro de angústia a ser ouvido, somente um triste e medonho silêncio. O tempo estava nublado e a água tinha se tornado excepcionalmente calma. E se não fosse pelos cadáveres, nada ali lembraria que um desastre havia ocorrido. Parecia que o mar estava envergonhado do que acabara de causar Os mergulhadores faziam suas buscas na água a fim de descobrir a localização do navio e os salva-vidas saíam à procura de sobreviventes. O navio fora localizado relativamente rápido e ainda continha muitos corpos. À primeira vista, parecia que todos os ocupantes haviam se afogado. O chefe do resgate era um homem de autoridade e tinha muita experiência de vida, mas aquele desastre fora maior do que tudo que ele já havia vivido. E ainda assim ele não mostrou sinal de fraqueza alguma. Ordenava que todos continuassem a procura de possíveis sobreviventes. O tempo passava e a esperança de encontrar qualquer sobrevivente tornava- 15

16 se cada vez menor, até que ambos, salva-vidas e trabalhadores locais decidiram parar com suas buscas, pois o número de mortes havia traumatizado muitos deles, que também, entre os corpos reconheciam familiares e amigos queridos. Porém o chefe do resgate insistia para que ninguém descansasse até que todos os corpos tivessem sido verificados. O grupo de salvamento trabalhou incessantemente por um longo período de tempo até que, de repente, ouviram gritos vindos da parte traseira de uma das fragatas. Alguns salva-vidas nadaram rapidamente em direção a eles. E para o espanto de todos, viram um pequeno garoto com cabelos longos na altura do ombro. Ele estava deitado num pedaço de madeira tremendo de frio. A julgar pela sua aparência, ele tinha uns cinco anos de idade e o salvavidas que lhe amparava a cabeça, gritava por ajuda. Emocionado, lagrimas de alegria lhes escorriam pela face enquanto falava: Ele respira, ele ainda respira... está vivo! Outros companheiros de salvamento levaram o garoto para o cais. A criança estava mesmo ainda respirando, apenas se encontrava inconsciente. O chefe encarregado do resgate foi chamado imediatamente e com espanto olhou o pequeno garoto, e verificou os seus batimentos cardíacos. Quando realmente ouviu a batida do coração do garoto, gritou a todos os que trabalhavam no resgate. Foi para isso todo o nosso esforço! Gritou ele. Esse é o nosso presente! Harap! Que o nome desse navio fique gravado em nossa memória para sempre! Outro encarregado fez um exame rápido no garoto e depois o cobriu com uma coberta. O corpo da criança estava frio e sem vida. A equipe de salvamento se entreolhou e naquele momento sentiu um pequeno raio de felicidade durante aquele enorme desolamento. A busca não tinha sido em vão! Um dos salva-vidas notou que o garoto não era dali, pois tinha feições diferentes e a cor da pele era mais clara. Outros salva-vidas também o observaram atentamente, entretanto não foram capazes de determinar a origem do garoto. Mais tarde, muitos outros corpos de peles ainda mais claras foram encontrados. A equipe de salvamento continuou a busca, mas nenhum outro sobrevivente foi encontrado. A primeira fragata retornou ao posto da costa de Zamboanga com o pequeno. Uma vez em Zamboanga, o chefe do resgate ordenou que a criança fosse vestida e depois levada ao hospital. No relatório feito após o desastre, o encarregado do salvamento descreveu que fora considerado um 16

17 milagre o pequeno garoto ter sido o único sobrevivente. E ciente do que fazia, omitiu o fato do pequeno garoto ter sido encontrado nu. Teria ele se despido? Estaria ele se lavando no momento do desastre? Qualquer que fosse o motivo, o chefe achou melhor não mencionar nada, a fim de não causar mais alarde. Nos dias que se seguiram o pequeno garoto permaneceu em coma. A identificação dos passageiros se deu em plena atividade. Os passageiros a bordo eram principalmente da Malásia e Filipinas. Os passageiros com a pele pálida eram da Bélgica e da Holanda e consistia em um pequeno grupo de historiadores de arte que estavam fazendo a travessia às Filipinas a bordo do Harap. As autoridades Belgas e Holandesas foram informadas sobre o desastre marítimo e também sobre o garotinho que sobrevivera a ele. O relatório incluiu fotos e uma clara descrição das características físicas da criança. As famílias das vitimas foram informadas, mas nenhum dos membros reconheceu o garoto. Foi o pai de Dunia, uma das historiadoras, que ficou interessado. Mauro havia perdido somente sua filha. Dunia há alguns anos, vivia em Kuala Lumpur, Malásia. Mauro contatou as autoridades Belgas e disse que ele não via sua filha por alguns anos e que poderia ser que ela estivesse se tornado mãe durante esse tempo, então ele gostaria de saber mais sobre o garotinho. Alguns dias mais tarde, Mauro recebeu todas as informações das autoridades. Foi numa sexta-feira exatamente ao meio-dia e, apenas algumas horas depois, Mauro recebera a informação e contatou o hospital em Zamboanga. A gerência do hospital o informou de que o garoto havia despertado do coma há apenas algumas horas. Quando Mauro questionou o exato momento que a criança havia saído do coma, responderam que tinha sido por volta de meio-dia. Mauro pensou que aquilo ela extraordinário, pois estava completamente de acordo com a informação que havia recebido. Mauro era uma pessoa carismática, já em seus cinqüenta anos, que tinham visto muito do mundo. Prestava muita atenção aos fatos fora do comum e não via o acontecido como uma coincidência. Decidiu então ir às Filipinas e visitar o garotinho lá. A fim de não levantar suspeita, Mauro disse aos funcionários do hospital local que ele era avó do garoto e que sua mãe era uma das pessoas a bordo do Harap. Nos dias que se seguiram, Mauro ficou próximo do garoto e cuidou dele como se fosse um pai. Isso fez aumentar a afinidade entre eles. Durante esse tempo, Mauro teve evidências decisivas de que era impossível que o 17

18 garotinho fosse seu neto. Sua filha Dunia nunca havia estado grávida e adoção estava fora de cogitação. Mesmo assim nada havia mudado para Mauro. Pelo contrario, o homem cresceu mais e mais no seu papel de avô e até deu ao menino um nome, Nathan! Mauro não conseguiu descobrir as origens do garoto porque o mesmo até então não havia pronunciado uma só palavra. Nathan não tinha dificuldade em produzir sons, mas aparentemente não lembrava o nome de nada. Mauro achou aquilo muito estranho. Nathan não parecia traumatizado de modo algum e uma criança de cinco anos deveria saber falar. Mauro não comentou nada sobre isso com ninguém e a ele ensinou algumas palavras em Francês na tentativa de estimular sua memória e suas origens. Nathan se sentia cada vez melhor com o passar dos dias. De acordo com os médicos, ele não sofria de traumas emocionais ou físicos deixados pelo desastre. Com o tempo Mauro notou o quão ativo Nathan era, uma criança extraordinária devido a sua curiosidade aguçada. Uma enfermeira notou algo peculiar: todas as vezes que ela trazia uma jarra d'água, a jarra se esvaziava em questão de minutos. Ela observou com atenção e viu como Nathan levava a jarra à boca e vagarosamente bebia até que a mesma ficasse vazia. Ela comentou o fato com uma colega e quando contaram a Mauro, ele decidiu verificar o fenômeno. Na manhã seguinte ele trouxe algumas garrafas d'água da mercearia. Encheu um grande copo com água e o deu a Nathan. Ele fez isso cerca de vinte vezes e em cada uma delas, Nathan bebera até que o copo estivesse completamente vazio. Mauro ficou intrigado e o observou por algum tempo, mas não pode explicar o fenômeno. A fim de não preocupar a enfermagem, ele culpou a alta temperatura no hospital. Claro que era uma explicação trivial, mas Mauro havia conseguido convencer as enfermeiras de suas intenções de proteção em relação à Nathan, de modo que não tocaram mais no assunto. Nesse meio tempo, Mauro tornou-se amigo do comissário de policia local. Ele era conhecido como um homem de influência em Zamboanga. Mauro o havia solicitado que arranjasse todos os documentos tão logo fosse possível para que Nathan fosse repatriado a Bélgica, enfatizando que não podia perder muito tempo devido a seus assuntos de negócios. E também ofereceu recompensar o comissário para que acelerasse a procedimento. Se o Senhor pudesse fazer disso sua prioridade, eu lhe seria muito grato. Disse ele, numa piscadela. 18

19 Dois dias mais tarde o comissário de polícia lhe trouxera os documentos requeridos. Mauro fez a reserva de vôo, e retornou a Bélgica com Nathan. Uma vez na Bélgica, Mauro certificou-se que ele fosse apontado como o guardião de Nathan e contou a seus amigos que Dunia, sua filha, tinha adotado Nathan e como morrera no naufrágio, era plausível para todos que ele assumisse a guarda. Mauro trabalhava como correspondente para um importante jornal e, algumas vezes tinha que estar fora do país por longos períodos de tempo. Na sua ausência sua irmã mais jovem o ajudava a tomar conta de Nathan. Assim, Nathan cresceu na Bélgica. A capital Belga estava passando por um clímax econômico e atraía um grande número de pessoas do mediterrâneo. Muitos vinham tentar a sorte na capital e nunca mais a deixavam. Todas aquelas diferentes nacionalidades deram a cidade uma atmosfera sulista e era uma época fascinante de se viver ali. Especialmente quando, um pouco mais tarde, já em certa idade, Nathan pôde apreciar a riqueza das diferentes línguas e culturas com que crescera. Junto com seu pai, Nathan vivia num terraço de uma mansão com vista para a Praça do Benfeitor, um dos bairros tradicionais da cidade. Mauro mesmo era originário de Andaluzia, no sul da Espanha e já vivia na Bélgica por muito tempo. Ele crescera em Mojacar, uma vila próxima ao Mar Mediterrâneo. Assim como muitos estrangeiros em Bruxelas, Mauro retornava todos os anos à sua região nativa. E lugar algum do mundo o fazia se sentir melhor do que como ele se sentia em sua Andaluzia. E apesar de ter viajado freqüentemente, nada se comparava àquela sensação! Nathan também esperava ansioso por suas férias na Andaluzia. Todo ano, no verão, ele ficava lá por um mês ou mais. Para ele a Andaluzia havia se tornado um segundo lar. O longo percurso que percorriam de carro até o sul da Espanha era inesquecível. As paisagens decoradas com infindáveis fileiras de árvores cheias de amêndoas, laranjas e azeitonas permaneceriam gravadas para sempre em sua memória. O momento mais bonito fora quando puderam ver ao longe as casas brancas da cor de giz de Mojacar e mais tarde serem recebidos pela família inteira. Na juventude, Mauro teve a oportunidade de estudar em Granada. Estudou Filosofia e também aprendeu muitas línguas. Desde muito cedo ele nutria uma ambição de explorar o mundo. Antes de emigrar para a Bélgica, ele trabalhou como oficial de imigração no porto de Almeria. E do terminal onde trabalhava, via os navios 19

20 chegarem e partirem diariamente, cuja cena reforçara, ainda mais, o seu sonho de viajar. Quando Mauro tinha já bastante dinheiro economizado para pagar sua primeira viagem, foi logo à Bélgica. Escolheu a Bélgica por causa de um de seus tios que já vivia em Bruxelas e o lugar parecia ideal como começar uma nova vida. Antes de sua partida, Mauro havia prometido a sua irmã mais jovem que ela poderia segui-lo tão logo ela encontrasse um lugar para morar. Com três meses de sua chegada ele alugou um apartamento e pôde trazê-la para morar na Bélgica com ele. Com sorte, Mauro se casou com uma amiga de sua irmã, com quem mantivera contato na Bélgica. Ela era de Leuven, uma aconchegante cidade provinciana Belga e com um grande número de estudantes de todos os lugares do mundo. Dunia fora sua única filha. Alguns anos antes da morte de Dunia, Mauro havia perdido a esposa devido a uma contaminação por ferro na água. Seu sistema nervoso havia sido altamente afetado pelo ferro das estações de tratamento de água ao qual havia sido exposta por anos na casa de seus pais. Durante os meses antes e após a morte de sua esposa, Mauro passou um período difícil e aprofundou-se no trabalho. Mais tarde Dunia não o perdoou por ele ter passado tão pouco tempo com sua mãe enferma, e aquilo fez com que sua dor ficasse ainda maior quando soube da morte de sua filha. Ele queria tanto ter falado sobre isso com ela, mas nunca havia priorizado a questão. Mauro, que ainda trabalhava como correspondente, era considerado um especialista em assuntos de política internacional. Ele também era um excelente orador e dava muitas palestras. Era especialmente admirado por sua perspicácia e grande capacidade de persuasão. Essas foram as duas características que seriam também fortemente desenvolvidas em Nathan. Nathan recebeu uma respeitável educação de Mauro, a quem ele via como seu próprio pai, e desenvolveu-se num garoto extremamente inteligente. Naquele tempo, Mauro revelou-lhe abertamente sobre a maneira que havia sido trazido à Bélgica. Nathan se diferenciava de seus amigos e colegas de sala, principalmente por sua ingenuidade e atitude calma. Ele também tinha o dom especial de permanecer debaixo d'água, sem vir à tona, por longo tempo. Quando criança, Nathan não tinha conhecimento desse talento e pensava que mais pessoas eram capazes de fazer o mesmo. 20

21 Não fora antes das férias na Itália que Nathan confrontou pela primeira vez a unanimidade de seu talento. Junto com amigos, Mauro alugara uma vila em Sorrento, uma cidade perto da costa napolitana. Um dos dias da temporada, Gianni, um dos pais que os acompanhavam, propôs uma viagem de barco pela costa. Alugaram um barco com capitão por um dia inteiro para visitar as ilhas de Capri e Ischia. Quando em alto mar alguns deles começaram a mergulhar. Ninguém notou exatamente em que momento Nathan também mergulhara. E foi somente quando Anna, uma das amigas, notou a ausência de Nathan que o nervosismo foi despertado à bordo. Todos começaram a procurá-lo imediatamente. Mauro e os outros mergulhavam incessantemente à sua procura. Ninguém via Nathan e o pânico crescia de imediato. Quando, de repente, Nathan surgiu na superfície da água, sem ter o mínimo conhecimento do pânico que causou. Todos ficaram tão transtornados que resolveram voltar para casa. Durante a viagem de volta, Nathan foi questionado onde estivera o tempo todo. Ele respondia que tinha mergulhado até o fundo do mar. O capitão do barco disse que era difícil de acreditar, pois o fundo ficava há cerca de cinqüenta metros de profundidade. E ainda acrescentou que era impossível que uma criança fosse capaz de ficar sem ar por tanto tempo. Mas Nathan repetia e insistia de que falava a verdade. Mauro, que via tudo isso como uma situação bastante incomum, de repente reagiu de uma maneira inesperada. Na frente se seus amigos ele ficou nervoso com Nathan e o acusou de brincar com as pessoas causando todo o pânico. A sua verdadeira intenção era assegurar de que seus amigos não continuassem a questionar o incidente. Nathan estava apenas se escondendo em algum lugar, Mauro dizia. Ele já fez essa brincadeira antes! Nathan não entendia o que estava acontecendo, mas sabia que, naquele momento, era melhor ficar quieto. Mais tarde quando Mauro e Nathan estavam sozinhos, ele disse a Nathan que ele não havia ficado bravo de modo algum e que acreditava nele. Disse que reagiu daquela maneira simplesmente para protegê-lo e também quis saber mais detalhes sobre o que havia acontecido debaixo d'água. Novamente Nathan disse que tinha mergulhado ao fundo, e ficado lá por algum tempo, pois havia encontrado um velho barco naufragado e quis explorá-lo. Quando Mauro perguntou quanto tempo ele tinha ficado debaixo 21

22 d'água, notou que Nathan não entendia o porquê da pergunta! Mauro repetiu a pergunta á qual Nathan respondeu: Cerca de dez minutos. E foi naquele momento que Mauro compreendeu que Nathan tinha um dom. Explicou à Nathan o quão especial era aquele dom e o aconselhou a guardá-lo somente para si. Nathan perguntou se Mauro sabia por que ele era capaz de fazer aquilo. Mauro não pode dar-lhe uma resposta, mas disse que era tão extraordinário que sem dúvida havia uma razão muito especial. De acordo com Mauro era um dom com um significado positivo e que ele não deveria se preocupar. No momento certo ficaria claro o porquê deste dom. Enquanto Mauro saia do quarto Nathan fez a última pergunta. Perguntou o significado de Il Dono. Mauro não sabia naquele momento, apenas presumia ser algo em italiano. Quando Mauro questionou o porquê da pergunta, Nathan disse que aquele era o nome do navio que ele viu no fundo do mar. No dia seguinte, Mauro retornou à cidade da costa, perto do local onde o incidente aconteceu. Ele queria descobrir se as pessoas sabiam sobre o barco naufragado. Mauro ouviu toda a história na prefeitura. Sim, anos atrás, um barco havia naufragado perto do lugar onde Mauro fora mergulhar. E a estória se tornaria intrigante quando ele ouviu o nome do navio. Il Dono. O oficial municipal adicionou que era italiano de O Dom! 22

23 Percepção Já fazia quase sete anos desde que Nathan tinha sido resgatado do Harap. Na certidão de nascimento, Mauro registrou a mesma data que Nathan voltou do coma. Como Nathan tinha a idade estimada de cinco anos, Mauro registrou o ano de cinco anos antes. Assim, naquele verão, Nathan oficialmente completaria doze anos de idade. Fazia uma linda manhã de Domingo, através de uma janela no teto, o sol brilhava no quarto dele. O inverno havia sido longo. Nathan fora despertado por pássaros cantando as boas vindas à primavera e como não tinha nada pra fazer, ficou na cama relaxando. Era muito bom não ter que pensar em nada ou ter que ir a lugar algum. Olhava para um pôster pendurado no seu quarto, um que ele havia encontrado na rua. Nele continha a imagem de um mar azul com um barco azul escuro. Durante os dias de inverno, a imagem trazia uma sensação de verão para o quarto. Nathan olhou o pôster mais de perto e de repente sentiu uma necessidade de saber se havia algo dentro no barco. Um raio de sol brilhava a sua volta e tornava difícil verificar se havia. A fim de descobrir, Nathan tinha que sair da cama, mas ele não queria, pois estava bastante aconchegante debaixo do edredom. Tentou pensar em algo diferente, mas a questão se havia ou não algo no barco o instigava cada vez mais. Quanto mais pensava, mais queria sanar aquela curiosidade que o perturbava. A paciência esvaiu-se completamente e ele definitivamente tinha que saber. Mas ainda assim não queria se mover da cama então apoiou suas mãos no chão pra ver o pôster de um angulo diferente. Mas não importava o quanto ele se esticasse, não conseguia ver, pois a luz do sol brilhava justamente naquela parte da imagem que queria observar com mais detalhe. Finalmente saltou da cama e esse movimento o fez esbarrar no criado mudo. O seu despertador velho foi parar no chão e disparou. Nathan estava naquele momento tão curioso que foi observar a imagem de perto antes mesmo de desligar o despertador. Ajoelhando-se na frente do pôster, ele viu que bem debaixo das enormes velas brancas do barco, havia um velho mapa do mundo. 23

24 Nathan desligou o despertador, deitou-se novamente na cama e fechou os olhos por um momento. O alarme acordou Mauro que tinha acabado de voltar de uma longa viagem. E quando Nathan abriu os olhos, ele teve uma experiência diferente, algo que ele descobriria mais tarde ser um momento de claridade. Ele perguntou a si mesmo como poderia um único pensamento, especialmente um indescritível como aquele, de repente o consumir todo daquela maneira? Ficou maravilhado com o fato de que algo tão banal de repente se tornasse tão importante por um momento. Nathan permaneceu perdido em seus pensamentos por algum tempo até que seu pai o chamou para o café da manhã, interrompendo-o. Levantou-se e, vestido, foi até a pia para refrescar-se com um pouco de água. A água o revigorou. Parecia que ele estava ainda mais desperto naquele exato momento. E contando com o apoio de ambas as mãos sobre a pia, olhou-se pelo espelho sem secar o rosto, pensou novamente sobre o que havia acontecido, e decidiu comentar com seu pai. Nathan fechou a torneira e foi até a cozinha. Mauro estava lendo o jornal do fim de semana e o cumprimentou com um abraço forte. Eles não se viam há três semanas e estavam felizes por se reencontrarem. Nathan beijou seu pai e sentou-se à mesa. Mauro havia preparado uma omelete e lhe disse essas sábias palavras: Lembre-se de que um bom café da manhã é muito importante. Pois nunca sabemos o que o dia nos reserva! Nathan imediatamente reconheceu o típico modo com o qual seu pai lhe transmitia mensagens. Mauro olhou para seu filho com certa admiração. Nathan não era somente extremamente inteligente, como também se tornara um bonito e atlético jovem. A grande paixão de Nathan era passar seus dias na água. Nada lhe dava maior sensação de liberdade. E também sentia a água como uma misteriosa fonte de inspiração. Nathan nunca havia comentado o seu talento com ninguém e sempre se certificava de que outras pessoas não o notassem. Seu pai era a única pessoa que sabia que ele podia permanecer debaixo d'água por um longo período de tempo. Nathan sabia o quão sortudo era por Mauro ter entrado em sua vida e o quanto ele lhe seria grato. Ele havia escrito isso numa carta e a deixara sobre a escrivaninha de Mauro, que na noite anterior, antes de ir pra cama a lera. Era uma carta sincera, até mesmo emotiva. 24

25 As três últimas semanas não foram fáceis. Mauro disse. E a sua carta veio num bom momento. Comoveu-me. Eu queria ter a oportunidade de agradecê-lo. Nathan disse. Queria que você soubesse mais uma vez o quanto significa pra mim. Sou muito feliz com o laço que temos. Penso que você ficaria surpreso se soubesse o quanto me inspira durante momentos difíceis. Há momentos que sinto que você está perto de mim, mesmo estando longe. Estranho, não? Disse Nathan. Nossos sentimentos falam mais do que os pensamentos. Talvez eu estivesse pensando em você ao mesmo tempo. Mauro era um leitor ávido de literatura filosófica, e não tão somente era um homem literato, como também tinha uma conhecida dádiva em relação à natureza humana. Ele tinha a habilidade de sentir as pessoas através da comunicação. Parecia que ele tinha exatamente a palavra certa para a hora certa. Mauro tirou a panela do fogo, pôs a omelete à mesa e a dividiu; pegou dois copos grandes do armário, encheu-os com suco de maçã e sentou-se novamente: Você gostaria de saber o que mais me deixou feliz ao ler a carta? Foi que você a escreveu sem uma razão especifica. Verdade... escrevi tão espontaneamente. É que eu estava pensando em tudo que você fez por mim. A gratidão é a memória do coração. Pai e filho estavam felizes de estarem juntos novamente. E como era de costume, Nathan estava curioso pra saber o que seu pai havia visto e experimentado de novo durante a sua viagem. Nessa viagem, Mauro tinha visitado varias cidades do leste europeu, juntamente com sua equipe de filmagem. As primeiras reportagens foram filmadas em Praga na República Tcheca, a segunda na Bratislava, Eslováquia e a última em Budapeste na Hungria. Mauro tinha ficado impressionado com o esplendor dessas cidades e suas culturas fascinantes. Depois do café da manhã, limparam a mesa juntos enquanto trocavam idéias sobre o que exatamente determina o pensamento padrão de cada pessoa. Naquele momento, Nathan lembrou-se novamente do que o acontecera no seu quarto e queria saber como Mauro o interpretaria. 25

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