Ceres Paisagismo: a experiência de uma abordagem mais sustentável a projetos arquitetônicos e sua integração com o Paisagismo Ecológico

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1 Ceres Paisagismo: a experiência de uma abordagem mais sustentável a projetos arquitetônicos e sua integração com o Paisagismo Ecológico Vivian Dall Igna Ecker (1), Nauíra Zanardo Zanin (2), Letícia Teixeira Rodrigues NORIE, Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação, UFRGS, Brasil. (2) UFFS, Universidade Federal da Fronteira Sul, Erechim/Brasil. (3) Arquiteta, Porto Alegre/RS. Resumo: Introdução: O debate ambiental está em destaque na atualidade. No entanto, representam uma minoria os modelos que incorporam, em seus princípios, as estratégias de Sustentabilidade tão estudadas e difundidas no universo acadêmico. Raros são os projetos residenciais e comerciais que se baseiam nessas diretrizes para sua materialidade. Em 2010, arquitetas desenvolveram, em conjunto com os clientes da empresa Ceres Paisagismo, o projeto para um escritório de Paisagismo mais sustentável. Objetivo: O objetivo deste artigo é descrever o projeto arquitetônico que, devido à finalidade do empreendimento, teve como suporte um detalhado trabalho paisagístico no entorno da edificação, potencializando uma integração harmônica entre interior e exterior, construído e natural. Em sua proposta, incorporaram-se estratégias mais eficientes para águas e resíduos, materiais e desempenho bioclimático. Método/Abordagens: O projeto se desenvolveu ao longo de uma série encontros com os clientes, e contou com um esforço extra dos profissionais dos sistemas complementares para adaptar estratégias diferenciadas às convencionalmente desenvolvidas. Durante as etapas, buscou-se apoio em referências bibliográficas e formais, ampliando o repertório arquitetônico focado numa Estética mais Sustentável. Resultados: Neste trabalho, dedicouse especial atenção a estratégias arquitetônicas e soluções paisagísticas mais sustentáveis, priorizando a diversidade de formas dos canteiros e bordas, a sugestão de espécies preferencialmente nativas do RS, a criação de recantos agradáveis do ponto de vista da percepção ambiental, o manejo das águas e resíduos de forma a incorporar estes recursos na potencialização da flora, fauna e solo local. Contribuições/Originalidade: Por se tratar de um projeto alternativo que atualmente está em vias de construção, entende-se como um exemplar interessante a ser divulgado no meio acadêmico e profissional, difundindo os conceitos que permearam este projeto na busca de uma relação harmômica entre natureza e espaço contruído. Palavras-chave: paisagismo ecológico, permacultura, materiais de baixo impacto, estratégias mais sustentáveis. Introduction: The environmental debate is highlighted today. However, it represents a minority models that incorporate, in its principles, the so studied and disseminated strategies for sustainability in the academic environment. Rare are the residential and commercial projects that are based on these guidelines to their materiality. In 2010, architects have developed, in conjunction with the paisagistic company named Ceres, the project office for a more sustainable integration. Objective: The aim of this paper is to describe the architectural project that, due to the purpose of the enterprise, was supported by a detailed landscape work in the building surroundings, enhancing a harmonious integration between interior and exterior, built and natural. In his architectural proposal, was applied more efficient strategies for water, waste materials and bio-climatic performance as described here in conjunction with the approval process and construction of the project. Methods / Approaches: The project has developed over a series of meetings with the clients, and had an extra effort of the professionals from complementary systems to adapt different strategies from the ones developed conventionally. During the steps, the work was supported by technical and formal references, expanding the repertoire focused on a more sustainable architectural aesthetics. Results: In this work, in addition to the architectural strategies that will be described in this article, it was devoted special attention to landscaping solutions, emphasizing the diversity of forms of beds and borders, suggesting preferably native species of RS, the creation of pleasant places viewpoint of environmental awareness, management of water and waste in order to incorporate these resources in the enhancement of flora, fauna and soil. Contributions / Originality: Since this is an 'alternative' project that is currently under construction, it is understood as an interesting example to be published in the academic and professional means, spreading the concepts that permeated this project searching a harmonic relationship between nature and built space. Keywords: ecological landscaping, permaculture, low-impact materials, more sustainable strategies.

2 1. INTRODUÇÃO: As questões ambientais estão em destaque na atualidade: são evidentes as mudanças climáticas e os desastres ambientais ora ocorrentes. Devido a estes fatores, as últimas décadas têm-se caracterizado pelo crescente debate acerca da temática, criando uma atmosfera de convergência entre diferentes áreas do conhecimento que tem possibilitado o desenvolvimento de uma sociedade ecologicamente consciente. Assim, a demanda por projetos arquitetônicos ambientalmente coerentes tem sido cada vez mais significativa. Acredita-se que os espaços que vivenciamos influenciam nossos pensamentos e atitudes. Defende-se que uma Arquitetura mais sustentável é uma forma expressiva de transformação dos atuais valores de consumo e descarte para valores de cuidado e preservação com os recursos naturais e o planeta como um todo. A construção de espaços ambientalmente sensíveis, que incorporem em sua materialidade princípios e técnicas ambientais, pode ser um caminho para desacelerar o contexto de degradação ambiental. Apesar disto, ainda representam uma minoria os modelos que incorporam, em seus princípios, as estratégias de Sustentabilidade, tão estudadas e difundidas no universo acadêmico: infelizmente, a maioria dos projetos que se tem conhecimento foi construída pelos próprios arquitetos, e freqüentemente para eles próprios, não para clientes. Uma experiência que excetua este fato, entre outras, foi o projeto realizado para a empresa Ceres. O projeto para a edificação e entorno deste escritório de Paisagismo foi desenvolvido em 2010 por três arquitetas, em conjunto com os clientes, proprietários da empresa. Na Ceres, a equipe envolvida no processo de criação e execução possui visão holística. O projeto representa o sonho de um casal de agrônomos, que pretendem oferecer serviços de paisagismo e consultoria que integrem as pessoas ao ambiente, trazendo bem-estar e qualidade de vida ao meio urbano. Em suas atividades, irá desenvolver projetos de paisagismo sensorial e projetos ambientais, como laudos de cobertura vegetal, licenciamento ambiental, EIA-RIMA, arborização urbana, medidas compensatórias e mitigatórias. Não obstante estas atividades, que intencionam a redução de danos ambientais, compreende-se que um caminho possível para condução de novas práticas seja guiado pela ótica, ética e estética da Sustentabilidade. Assim, construir uma edificação diferenciada, com base nos princípios da Arquitetura Sustentável e a partir de uma visão sistêmica e estratégias organicamente adaptadas ao local, foram as premissas centrais deste projeto. Entendemos que a apropriação e adoção de uma nova postura pela sociedade perante o Planeta, só irá ocorrer a partir de uma nova ótica, uma nova forma de olhar, de compreender, um novo mundo, que, inegavelmente, só será durável se regido pelos princípios éticos da sustentabilidade; e enquanto expressos através de uma estética, que incorpore e manifeste visualmente tais princípios. (MENEGAT apud SATTLER, 2004) No livro Cidade e Alma, Hillman (1993) propõe em seus ensaios o retorno da alma ao mundo, relativizando o enfoque puramente ecológico, ora vigente, ao defender que será através da valorização da beleza, que se encontrarão argumentos significativos para promover as transformações ambientais desejadas. Assim, ele nos sensibiliza, seres urbanos que somos, não somente à patologia evidenciada no contexto urbano atual, mas à estética do que está à nossa volta e ainda permanece belo em meio ao caos.... por baixo da crise ecológica está a crise mais profunda do amor: que nosso amor tenha abandonado o mundo, que o mundo seja desamado, é o resultado direto da repressão da beleza, de sua beleza e de nossa sensibilidade para ela. Para que o amor retorne ao mundo, é preciso, primeiramente, que a beleza retorne, ou estaremos amando o mundo só como uma obrigação moral: limpá-lo, preservar a natureza, explorá-la menos... (HILLMAN, 1993) 2. OBJETIVO: O objetivo deste artigo é descrever o projeto arquitetônico desta edificação, apresentando os conceitos, as características, os materiais e os princípios norteadores que foram aplicados. Projeto que, devido à finalidade do empreendimento, teve como suporte um detalhado trabalho paisagístico no entorno da edificação, intencionando uma integração harmônica entre interior e exterior, construído e natural. Assim, em sua proposta como um todo, buscou aplicar estratégias mais eficientes para águas e resíduos, materiais e desempenho bioclimático. 3. MÉTODO/ABORDAGENS: O projeto se desenvolveu ao longo de uma série encontros com os clientes, e contou com um esforço extra dos profissionais dos sistemas complementares para adaptar estratégias diferenciadas às convencionalmente desenvolvidas. Durante as etapas, buscou-se apoio em referências bibliográficas e formais, ampliando o repertório arquitetônico focado numa estética mais sustentável.

3 4. RESULTADOS: A área do terreno é de 300m2 (12mx25m, num lote retangular) e se localiza na Rua País de Gales, Quadra 01, lote 17, Bairro Marechal Rondon, Canoas/RS. O projeto arquitetônico foi definido com aproximadamente 150m2, partindo-se do seguinte programa de necessidades, previamente esboçado: Área construída: Hall de entrada com pé direito duplo e telhado verde: 10m2 01 recepção de clientes (secretária e/ou estagiária): 10m2 01 sala para reuniões com vista agradável (jardim e/ou com plantas): 15m2 01 lavabo (clientes): 2m2 01 banheiro com chuveiro (proprietários): 5m2 01 espaço para refeições (vista jardim e/ou área com plantas): 10m2 01 espaço para show-room privativo de produtos: 18m2 02 salas de escritório (acesso por escada de madeira e hall): 20m2 Pérgolas e/ou área ao redor da construção (varanda): 10m2 Área externa: Estacionamento para carros na frente do terreno e acesso direto para descarga de materiais; Área de depósito (sala) integrada ao estacionamento e dialogando com o estilo da obra e paisagismo; Figura 01: (a) Imagem aérea ilustrando elementos do entorno local; (b) Foto da fachada frontal do terreno A edificação e seu simbolismo: A definição do zoneamento inicial dos espaços em projeto partiu do simbolismo do Feng Shui, enquanto filosofia que representa os valores do casal proprietário. Através de estudos, a aplicação do Feng Shui detecta as supostas influências magnéticas do local, da edificação e de seus habitantes (visíveis e invisíveis) e recomenda curas em uma área particular do imóvel, que são capazes de alterar as características da circulação de energia no todo. Para esta leitura, aplica-se o Baguá, ferramenta que pode ser representada como um diagrama octogonal com um trigrama situado em cada posição. Assim, dispôs-se os espaços em planta baixa considerando-se a seguinte configuração: Figura 07: distribuição dos ambientes em projeto conforme princípios do FengShui.

4 4.2. Diretrizes de Sustentabilidade: A construção civil é responsável pelo consumo de grande parte dos recursos naturais, e foi intencionando reduzir este impacto que o Projeto Arquitetônico estabeleceu as seguintes diretrizes: MATERIAIS ENERGIAS ÁGUAS RESÍDUOS Tabela 01: Diretrizes de Sustentabilidade aplicadas ao projeto. DIRETRIZES Utilizar, preferencialmente, materiais de demolição; Para os demais, priorizar materiais naturais e de baixo impacto ambiental (telhas e tijolos cerâmicos, madeiras, pedras,...). Isolar tubulações de água quente e vedar vãos e frestas; Aproveitar ao máximo a iluminação natural e zenital; Prever local para instalação de painéis solares para aquecimento passivo de água; Projetar forno a lenha com serpentina para aquecimento da água. Tratar as águas através do Sistema Modular com Separação de Águas (águas cinzas, amarelas e negras); Realizar coleta de água da chuva para uso nos sanitários e irrigação de jardins; Projetar canais de infiltração integrados às áreas externas (coleta e direcionamento superficial); Especificar pisos drenantes; Prever local para compostagem dos resíduos orgânicos; Organizar triagem e destinação seletiva de resíduos secos. A aplicação destas diretrizes foi baseada em especificações desenvolvidas pela arquiteta Letícia Rodrigues e pelos escritórios Illanes Jaquet, de Porto Alegre/RS e Vez das Árvores, de Garopaba/SC, enquanto referenciais da Arquitetura Sustentável no círculo profissional das arquitetas. Assim, cada uma dessas diretrizes pode ser melhor detalhada a partir dos seguintes conceitos e estratégias: a) MATERIAIS: A seleção de materiais menos prejudiciais ao meio ambiente deve observar uma série de requisitos. Deve-se avaliar as propriedades dos materiais e analisar as características da sua cadeia de produção desde a fase de extração até o momento do seu descarte, principalmente no que se refere ao consumo de recursos naturais. Os materiais para construções mais sustentáveis devem: ter composição menos industrializada possível, facilitar a troca de umidade entre a edificação e a atmosfera, ser encontrados o mais próximo possível da obra, ser de uso tradicional na região e de tecnologia conhecida e não possuir elementos tóxicos na sua composição (KUHN, 2006). As madeiras economizam energia na etapa de formação da matéria-prima (fotossíntese) e no processamento e montagem da construção, com aproveitamento dos resíduos como energia calorífica (FAGUNDES, 2003). Os componentes em madeira especificados em projeto são, em grande parte, provenientes de demolição. Como se observa na tabela, em conjunto com outros materiais, os que possuem menor consumo de energia na produção são: Figura 02: Tabela comparativa de índices energéticos dos materiais em MJ/kg fonte: KUHN, 2006 Tendo em vista as características acima, os materiais escolhidos foram: tijolos maciços para as paredes estruturais, madeira para a estrutura principal, pisos, forros e esquadrias, e vidro para demais vedações e cobertura do pergolado. Da mesma forma, intenciona-se reduzir, em obra, o uso de materiais como cimento e metais, e evitar o emprego de peças de PVC ou de alumínio. Materiais de demolição (como tijolos maciços, esquadrias de madeira, telhas cerâmicas, azulejos e ladrilhos hidráulicos) foram especialmente garimpados em empresas demolidoras ao longo do trabalho, e devidamente estocados em depósito para a futura etapa de obra.

5 b) ENERGIAS: Além de estratégias bioclimáticas para máximo aproveitamento da luz natural e de sistemas de ventilaçao cruzada e higiênica através das aberturas (optou-se por esquadrias de demolição com venezianas), previu-se a instalação de sistemas aquecedores de água (placas solares e forno com serpentina). Placa Solar: é um equipamento utilizado para o aquecimento da água através do calor do sol. É composto por coletores solares, onde ocorre o aquecimento da água através dos raios solares e um reservatório térmico, onde é armazenada a água quente para ser utilizada quando não se tem mais a incidência do sol. No projeto, estão previstos 3 coletores, para aquecimento de 600L de água. c) ÁGUAS: Captação de água da chuva: o recolhimento da água da chuva reduzirá o uso da água potável, especialmente para irrigar os jardins e para uso nos vasos sanitários. A captação ocorre na cobertura principal da edificação (telhas cerâmicas), e é encaminhada para um reservatório superior específico que abastece as caixas de descargas dos vasos sanitários e para 1 reservatório subterrâneo (cisterna de 2000L) localizado nos fundos do pátio (ponto mais elevado), que contribui para irrigação do jardim. No reservatório, o posicionamento de torneira bomba a um terço da altura da capacidade possibilitará a entrada da água da rede para abastecimento em caso de estiagem. Sistema Modular com Separação de Águas (SMSA): o sistema proposto trata e reutiliza as águas residuais (efluentes). Esta ação visa contribuir para minimizar a contaminação ambiental, separando-as conforme as suas origens e utilizando os efluentes tratados para irrigar os jardins produtivos. Este sistema foi posicionado ao fundo do terreno (atrás da edificação), mimetizado por pavimento em mosaico. A separação dos efluentes contribui para maior eficácia e economia do tratamento sanitário (ERCOLE, 2003). Etapas do tratamento: Águas cinzas: passam pela caixa de gordura e de decantação primária, decantador, que é constituída por 2 partes; uma câmara maior, para onde são conduzidos os efluentes do tanque, lavatório e chuveiro; e outra câmara menor, para onde é conduzida a água proveniente da pia da cozinha para separação dos sólidos e gordura com retenção hídrica de 2 horas. Águas negras: esta etapa constitui-se de um reator anaeróbio tri-compartimentado, onde as duas primeiras câmaras são um decanto-digestor e a terceira é um filtro anaeróbio de fluxo descendente. É prevista a retenção hídrica de 24 horas e, praticamente, não é necessário limpeza. Delas, o efluente é encaminhado ao um leito de evapotranspiração, onde as bactérias processam os nutrientes, gerando um efluente de melhor qualidade. O leito é a etapa final do tratamento, e consiste em um jardim produtivo com um canal a 50cm de profundidade e com 100cm de comprimento. Em cada lado serão disposto uma fileira de tijolos furados de forma que encaminhem o efluente para o solo. Será coberto, primeiramente, por uma camada de tijolos maciços e, em seguida, por uma camada de terra compactada. O excedente deve ser encaminhado por dreno ou por extravasor para rede pública cloacal. d) RESÍDUOS: Previu-se local para construção de uma composteira para os resíduos orgânicos e utilização da água do tratamento de efluentes (leito de evapotranspiração) para irrigação do paisagismo A edificação e seus sistemas: A descrição das características, materiais e procedimentos referentes a cada sistema que compõe a edificação, visando o caráter mais sustentável projeto em sua totalidade é: FUNDAÇÕES A definição do tipo de fundação a ser executada no local se dará de acordo com testes de sondagens de reconhecimento do terreno, optando-se, preferencialmente, por fundações de sapata corrida em pedra (de procedência regional). Quando necessário, optar-se-á por fundações em microestaca de concreto ESTRUTURA A estrutura da edificação será mista, com pilares e vigas de madeira maciça na estrutura principal da edificação e paredes portantes de tijolo maciço no volume dos reservatórios. Prioriza-se a utilização de madeiras provenientes de demolição, reflorestamento (eucalipto tratado) ou madeiras nativas, de origem certificada. As espécies de madeira

6 utilizadas para estas peças devem ser: Ipê, Canela, Grápia ou Pinho (Araucária). Para os decks e pergolados, prevêse a utilização de madeira de demolição tipo dormentes (mais rústicas e irregulares) IMPERMEABILIZAÇÃO As áreas em contato direto com o solo (contrapiso e fundações) receberão camada de brita, para drenagem, e camada de lona plástica, para estanqueidade entre superfícies, evitando o efeito de capilaridade da água PAREDES E VEDAÇÕES Serão executadas paredes duplas de tijolo portantes e mistas (estrutura de pilar e viga em madeira com fechamento em alvenaria com junta seca). Os tijolos serão provenientes de demolição, porem devem apresentar uniformidade em esquadramento, planeza e capacidade estrutural, priorizando materiais de boa qualidade, não apresentando quebras, trincamentos ou deformações e apresentando integridade de arestas e vértices. As paredes externas terão espessura de 30cm e as internas de 15cm. As paredes divisórias entre as salas de trabalho são compostas por uma estrutura de barrotes e montantes de madeira de demolição com chapas de compensado. As espécies de madeira de demolição utilizadas para estas peças devem ser: Ipê, Canela, Grápia ou Pinho (Araucária). As chapas serão de compensado naval multilaminado de 12mm de espessura, 2200x1600mm, e devem possuir miolo compacto e resistente ao empenamento. Figura 03: Perspectivas da edificação (frente e fundos). Observe-se os patamares criados para absorver desníveis do terreno) COBERTURAS Telha Cerâmica: a cobertura do segundo piso da edificação será de duas águas, com inclinação de 25% e executada com telhas do tipo portuguesa. As telhas serão apoiadas em ripas, as ripas em contra-caibros, (entre os contracaibros e os caibros deverá ser instalada a subcobertura de material isolante) os contra-caibros nos caibros, e os caibros em vigas de madeira. Os beirais (espelhos) dos telhados serão de madeira plástica (madeira ecológica). Prevê-se a colocação de rufos, calhas e cumeeiras, que se fizerem necessárias. Coberturas Vivas: as varandas e sala de reuniões terão coberturas vivas. Estas, são caracterizadas pela utilização de vegetação sobre o telhado, com o uso de grama ou de outras espécies. Minke (2004) aponta como principal vantagem o isolamento térmico proporcionado, porém cita outras, tais como: retenção de águas pluviais; redução das superfícies pavimentadas; produção de oxigênio e absorção de gás carbônico; filtragem de pó e absorção das partículas nocivas; isolamento acústico; proteção contra incêndio; produção de aromas agradáveis; beleza estética; integração com a paisagem. A composição de suas camadas segue a seguinte ordem: a) Assoalho de madeira com platibandas nas laterais: Laje plana, com leve inclinação para escoamento da água, onde será utilizado sistema de vigas de madeira e chapas de compensado de 2cm de espessura, com caimento de 1% para os ralos e quinas chanfradas. b) Camada de Impermeabilização: A impermeabilização da cobertura é um ponto de extrema importância na execução do projeto, além da estanqueidade necessária para o próprio uso, a durabilidade da madeira

7 está em jogo também. Deverá ser executada com extremo cuidado para não criar pontos de perfuração, ou rasgos. O material deverá ser uma manta de PEAD (poliestireno de alta densidade), 0.8mm, na cor preta. c) Camada de proteção mecânica: É indicado o uso de carpete de forração novo ou usado, facilmente adquirido pelas instaladoras de carpetes. Esta camada deverá revestir todas as faces da piscina de cobertura, sobresaindo 20cm para sua fixação no algeroz de borda. d) Camada drenante, com sistema de drenagem e gárgulas: O sistema conta com uma lâmina de um material drenante geocomposto 10mm e um dreno tubo de 100mm, em PEAD perfurado, devidamente envolvido para proteger da colmatação dos furos com o substrato. A lâmina drenante deve envolver toda a superfície da manta e enrolar-se no tubo dreno, instalado na aresta inferior do plano da cobertura. e) Camada de substrato vegetal: A camada de substrato deverá ser de composto orgânico, próprio para plantio. A espessura da camada não deverá ultrapassar 10cm, sem compactação. Logo após a instalação do substrato este deverá superficialmente com folhas ou palha seca a fim de não permitir a incidência solar direta, caso a camada de vegetação não seja em forma de leiva e instalada logo a seguir. f) Vegetação: Deverão ser instaladas leivas de grama São Carlos, ou Gaúcha, cobrindo toda a superfície do substrato vegetal, intercaladas com espécies ornamentais forrageiras e de pequeno porte. g) Algeroz de acabamento na borda superior dos espelhos: Na borda superior dos espelhos que percorrem todo o perímetro da cobertura deverá ser instalado em algeroz metálico, que abrace e fixe as camadas de proteção mecânica, manta e lâmina drenante no topo do espelho PISOS E REVESTIMENTOS Figura 04: Planta baixa geral do conjunto (edificação e tratamento paisagístico). Pisos internos: nos principais ambientes do 1 pavimento, os pisos serão de cimento queimado, com detalhes em ladrilhos hidráulicos. Na sua execução, considera-se a queima enquanto o contrapiso ainda estiver úmido, a fim de garantir a perfeita secagem e a mínima espessura da camada de cimento superficial, reduzindo a utilização do material. Também será executado piso de parquet, na sala de reuniões do 1 pavimento. Para o 2 pavimento, considera-se tabuão de madeira de demolição, com encaixe tipo macho-fêmea para perfeita vedação. Nas áreas úmidas, sugere-se a utilização de azulejos provenientes de demolição (reuso), assentados de forma a compor mosaicos artísticos, em tonalidades claras a fim de não escurecer os ambientes. Nestas áreas, as superfícies deverão ter um leve caimento em direção aos ralos. Pisos Externos: para as trilhas e caminhos, propõe-se a utilização de dormentes de madeira de demolição e lajes de pedra tipo basalto regular 40x40cm. Para a vaga de estacionamento, propõe-se a utilização de brita e blocos intertravados com junta verde, garantindo a drenagem do terreno.

8 Revestimentos: as paredes externas em tijolo maciço não receberão revestimento externamente e terão junta seca. As paredes internas serão rebocadas. Se houver alguma depressão, estas deverão ser preenchidas a modo de que, quando executado o chapisco, a mesma já esteja devidamente no prumo. O reboco deve ser executado em massa única, alisando a superfície com areia fina para receber a pintura diretamente PORTAS E ESQUADRIAS As esquadrias serão dedemolição, em madeira, tratadas com preservativo não-tóxico, seladas e pintadas. Na colocação dos marcos, será observado o esquadro e a folga necessária em função da dilatação das peças. A montagem deve ser executada com especial atenção para os alinhamentos e esquadros FORRO Será de madeira tipo cedrinho, macho-fêmea, tratado com produtos preservativos não-tóxicos e pintado, fixado diretamente nos caibros que terão espaçamento de 60cm. O arremate será com roda-forro de madeira tipo meia-cana, também tratados e pintados TRATAMENTO E PINTURA As paredes externas receberão uma demão de selador a base d água, para proteção das superfícies. As paredes internas receberão aplicação de pintura a base de terra ou simples caiação. As superfícies de madeira (estrutura, piso, forro e esquadrias): deverão receber duas mãos de selador à base d água e mais duas mãos de verniz de proteção superficial, também à base d água PAISAGISMO Figura 05: Corte longitudinal da edificação e detalhe do corte da lareira (sala de reuniões). A presença de vistas para elementos naturais, ao invés das residências dos vizinhos, contribui para a redução de sentimentos negativos relacionados a altas densidades urbanas. Quanto maior a quantidade elementos naturais que as pessoas possam avistar a partir de suas residências, maior a satisfação em relação à sua vizinhança. Neste trabalho, para além das estratégias arquitetônicas que serão descritas neste artigo, dedicou-se especial atenção à soluções paisagísticas, priorizando a diversidade de formas dos canteiros e bordas, a sugestão de espécies preferencialmente nativas do RS, a criação de recantos agradáveis do ponto de vista da percepção ambiental, o manejo das águas e resíduos de forma a incorporar estes recursos na potencialização da flora, fauna e solo local. Diretrizes para o Paisagismo Ecológico aplicadas ao projeto (BACKES, 2010): Plantas: Plante diversidade e priorize espécies produtivas e nativas (frutíferas, temperos e ervas medicinais); Use PLANTAS DE BAIXA MANUTENÇÃO, que necessitam menos poda, irrigação, aplicação de agrotóxicos e adubações; Valorize plantas cujo valor ornamental está nas folhas ou na estrutura dos galhos;

9 Evite uso excessivo de GRAMADOS e de canteiros com FLORES ANUAIS; Utilize a vegetação para criar recantos (altura, porte, forma de crescimento); Tire partido das cores e texturas para criar composições nos jardins; Utilize maciços de vegetação para proteger dos ventos indesejados, ruídos, poluição,... e criar privacidade; Utilize plantas adaptáveis ao clima, ao sol local, água e substrato. Manejo de águas Observe as linhas de drenagem naturais do terreno e tire proveito das curvas de nível para conduzir as águas aos jardins através de canais de infiltração; Integre espelhos d água e pequenos lagos com cultivo aquacultural; Utilize os efluentes das residências para irrigação dos jardins, tratando-os com as plantas; Use pisos com SUPERFÍCIES DRENANTES ; Manejo de pragas e doenças: Tenha no jardim abrigo (ninhos, tocos), água (bebedouros) e alimentação (plantas floríferas e frutíferas) para ATRAÇÃO DA FAUNA NATIVA e introduza adubação orgânica para enriquecimento do solo; Manejo de relevo, solos e substratos: Reduza e regre as movimentações de terras, principalmente as terraplenagens; Quando única opção, separe com antecedência e aproveite a 1ª camada de solo em movimentações de terra; Tenha sempre solo coberto, use vegetação ou faça mulches, evitando erosão, lavagem do solo e do substrato, perda de nutrientes. Figura 06: Perspectivas da edificação (frente e fundos). Observe-se os patamares criados para absorver desníveis do terreno). Alguns elementos foram especialmente pensados no projeto paisagístico, como: Elementos permaculturais: foram projetados para o paisagismo como um todo, como espiral de ervas (para cultivo de hortaliças, temperos e chás), pequeno espelho d água com cultivo aquacultural e composteira. Estes elementos simbolizam conceitos de Ecologia, pois com suas formas orgânicas possibilitam o desenvolvimento de fauna e flora diversificadas. Também, pela otimização de matéria e fluxos e respondem às demandas da vida urbana, já que requerem pequenos espaços e pouca manutenção. Patamares: a fim de causar menos impacto na topografia natural do terreno com grandes movimentações ou retirada de terra, optou-se por trabalhar as áreas externas em níveis (patamares) que possibilitaram o aproveitamento de boa parte da terra no próprio local. Não conseguiu-se aproveitá-la 100%, e o montante destinado à remoção será doado ao aterro municipal. Vegetação: uma jaboticabeira foi especialmente integrada ao projeto (desde os lançamentos iniciais), por se tratar de uma espécie de valor símbolico e sentimental para o casal. Foi posicionada em local de destaque do projeto (um pátio interno envidraçado desde o show room e integrado à sala de reuniões). Na seleção da vegetação como um todo, priorizou-se a utilização de espécies nativas e produtivas, integrando estética com a produção de alimentos, consorciando frutíferas, hortaliças, plantas nativas espontâneas e ornamentais. Buscou-se criar espaços que

10 conjugam produção e ornamentação, considerando espécies: que forneçam alimentos; de uso medicinal; aromáticas; melíferas; atrativas para fauna; de floração ornamental e comestível. Algumas espécies indicadas são: Frutíferas: jaboticabeira, goiabeira e pitangueira; Ornamentais: camboim, sibipiruna e ipê roxo. Para as cercas-vivas, está proposto o uso de trepadeiras produtivas como videira, maracujá, chuchu e guaco. Nos jardins, outras espécies nativas, com caráter ornamental, foram propostas, como: guaimbés, helicônias, bromélias, lantanas, entre outras. Nos canteiros das áreas úmidas, foram propostas espécies como bananeiras, junco, papiro, falso gengibre, taboa, entre outras. Coberturas verdes: dedicou-se especial atenção em encontrar formas de franco acesso às coberturas verdes, de forma a valer-se se seu potencial estético e ambiental, para criar recantos agradáveis de estar, sacadas, varandas de lazer, descanso e trabalho. Recantos: criou-se diversas áreas (sombreadas e com sol) com pergolas e plantas trepadeiras (frutíferas e/ou ornamentais), redário, orquidário, circulo para fogo (próximo à edificação), mesas e bancos de estar, entre outros, de forma a qualificar os espaços externos e potencializar seu uso por parte dos futuros trabalhadores locais e visitantes. Drenagem: em todo o terreno estão propostas superfícies drenantes (pisos permeáveis, com junta verde) que possibilitam a infiltração da água no solo, e linhas de drenagem que direcionam estas águas de forma a serem retidas o máximo possível no próprio local e, quando muito, extravasando em direção ao lago aquacultural. Passeio público: entende-se este espaço como lugar de apropriação do espaço público pelas pessoas. Assim, projetou-se uma ambientação especial para a calçada, com mosaico tipo pedra portuguesa de granito, passeios de basalto com desenhos orgânicos, e infraestrutura (lixeiras seletivas, iluminação, canteiros,...). 5. CONCLUSÕES: Por se tratar de um projeto alternativo que está atualmente em vias de construção, entende-se como um exemplar interessante de ser divulgado no meio acadêmico e profissional, difundindo os conceitos que permearam este projeto na busca de uma relação harmômica entre natureza e espaço contruído. Para fins de aprovação perante os órgãos competentes, precisou-se excluir o Sistema Mondular de Separação das Águas para a etapa de execução do projeto. Infelizmente, especificou-se o lançamento dos efluentes direto na rede pública cloacal. No presente momento, maio de 2011, o projeto recebeu a aprovação por parte da prefeitura municipal e está sendo orçado por equipes competentes, para definição do início da obra. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BACKES, M.A. Paisagismo Ecológico. Apostila do Curso Modular. Toni Backes Paisagismo, ERCOLE, L.A.S. Sistema modular de gestão de águas residuárias domiciliares: uma opção mais sustentável para a gestão de resíduos líquidos. 180p. Dissertação (Mestrado em Engenharia) - Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS, Porto Alegre, FAGUNDES, H. A. V. Produção de madeira serrada e geração de resíduos do processamento de florestas plantadas no Rio Grande do Sul p. Dissertação (Mestrado em Engenharia) - Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS, Porto Alegre, KUHN, E. A. Avaliação da sustentabilidade ambiental do protótipo de interesse social Alvorada p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil). Escola de Engenharia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. HILLMAN, J. Cidade & Alma. São Paulo: Stúdio Nobel, p. ILLANES, C.R.; JAQUET, G.; RODRIGUES, L.T. Memorial Descritivo: Espaço de Comercialização da EcoPopSol e Consumo Consciente. Porto Alegre, MENEGAT, R.; ALMEIDA, G. Desenvolvimento Sustentável e Gestão Ambiental nas Cidades. Edufrgs, MINKE, G. Techo Verdes: planificación, ejecución, consejos prácticos. Editorial fin de siglo, 2004.

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