EFEITO DO INTERVALO DE CORTE NA CONCENTRAÇÃO DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA BRACHIARIA BRIZANTHA cv. MG5

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1 EFEITO DO INTERVALO DE CORTE NA CONCENTRAÇÃO DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA BRACHIARIA BRIZANTHA cv. MG5 MAURÍCIO AUGUSTO DE OLIVEIRA 1, KÁTIA APARECIDA DE PINHO COSTA 2, RODRIGO BASÍLIO RODRIGUES 3, MARCOS LUZ VIEIRA JÚNIOR 3, CÁTIA CAETANO PAULO 3, ANDREY FERREIRA LIRA 3, GEUSSIELY CAMILA PEREIRA GONÇALVES 3 1 Bolsista PBIC/UEG. 2 Pesquisadora Orientadora 3 Alunos Voluntários de Iniciação Científica PVIC/UEG. RESUMO: O experimento foi conduzido em casa de vegetação, na EMBRAPA Arroz e Feijão, com o objetivo de avaliar o intervalo de corte da Brachiaria brizantha cv. MG5 na concentração de macro e micronutrientes. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizados, com cinco repetições. Os tratamentos constituíram de quatro intervalos de corte (15, 20, 30 e 60 dias de crescimento), totalizando 20 tratamentos. Foram aplicados 200 kg/ha de nitrogênio, utilizando como fonte o sulfato de amônio, em todos os tratamentos, aplicado após os cortes de avaliações. A forrageira foi cortada a uma altura de 5 cm do solo. Foram realizados quatro cortes para do intervalo de 15 dias, 3 corte para o de 20 dias, 2 cortes para o de 30 dias e 1 corte para o de 60 dias. A forrageira foi cortada a uma altura de 5 cm do solo. Os intervalos de corte influenciaram nas concentrações de nitrogênio, fósforo, cobre e ferro, onde as melhores concentrações ocorreram entre 15 e 20 dias de crescimento. PALAVRAS CHAVE: Sulfato de amônio, absorção de nutrientes. CUTTING PERIOD OF BRACHIARIA BRIZANTHA cv. MG5 ON MACRO AND MICRONUTRIENTS CONCENTRATIONS

2 ABSTRACT: The experiment was carried out in green house, at the EMBRAPA Arroz e Feijão, objecting the cutting period of Brachiaria brizantha cv MG5 on macro and micronutrients in tissue contents. The experimental design was completely randomized treatments by using five replications. The treatments were constituted by four cutting intervals (15, 20, 30 and 60 growth of plant period) summing up 20 treatments et all. After cuttings of evaluation, 200 kg/ha of ammonium sulfate were applied in all treatments. The forage was cut at 5 cm from soil. Four, three, two and one cuttings were made for 15, 20, 30 and 60 days periods, respectively. The cutting intervals influenced nitrogen, phosphorus, copper and iron in plant tissue contents, where the best concentrations occurred between 15 and 20 days intervals. KEY WORDS: ammonium sulfate, nutrient absorption INTRODUÇÃO A época de colheita da forragem quer seja pelo corte ou pastejo, deve estar relacionada ao estádio de desenvolvimento da planta, conseqüentemente, ao seu valor nutritivo. Colheitas de forragens mais maduras implicam na obtenção de um alimento com baixa proporção de carboidratos solúveis e de baixa digestibilidade devido ao decréscimo da relação folha/haste, que parece ser o principal fator de perda de qualidade da forragem com a maturação Corsi (1990). A maioria das espécies forrageiras sofre declínio no seu valor nutritivo com o aumento da idade, resultando da menor relação folha/haste combinada com a crescente lignificação da parede celular (Hoveland e Monson, 1994). O intervalo entre cortes afeta profundamente a produção de forragem, o valor nutritivo, o potencial de rebrota e a persistência das espécies. Geralmente, longo intervalo entre cortes conduz desvantagens como: maior deposição de material fibroso, diminuição do valor nutritivo, e consequentemente do consumo. Por outro lado, cortes muito freqüentes reduzem o total de forragem produzida, diminuem as reservas das plantas e afetam o potencial de rebrota (Canto, 1984). Dessa forma, devem-se procurar o ponto mais adequado para o corte buscando-se aliar a maior produção com a melhor qualidade da forragem. Com isso o objetivo do trabalho foi avaliar o intervalo de corte da Brachiaria brizantha cv. MG5 na concentração de macro e micronutrientes.

3 MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi conduzido em casa de vegetação, da EMBRAPA Arroz e Feijão, localizada no município de Santo Antônio de Goiás. Foram utilizados vasos de plástico com capacidade de 12 kg, contendo 10 kg de terra.. Foi realizada análise do solo na profundidade de 0-20 cm, sendo caracterizado como Latossolo Vermelho Escuro, com as seguintes características: ph em água: 6,1, Ca: 9,5 cmol c /L, Mg: 1,04 cmol c /L; Al: 0,0 cmol c /L; Al+H: 5,1 cmol c /L; P: 2,8 mg/dm 3, K: 172 mg/dm 3, Cu: 3,7 mg/dm 3, Zn: 3,0 mg/dm 3, Mn: 32 mg/dm 3, Fe: 46 mg/dm 3, MO: 18 mg/kg. A fertilidade do solo foi corrigida com aplicação de 150 kg/ha de P 2 O 5, 60 kg/ha de KCl, 10 kg/ha de N e 5 kg/ha de zinco, utilizando como fonte: superfosfato triplo, cloreto de potássio, sulfato de amônio e sulfato de zinco, respectivamente. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizados, com cinco repetições, os tratamentos constituíram de quatro intervalos de corte (15, 20, 30 e 60 dias), totalizando 20 tratamentos. Foram aplicados 200 kg/ha de nitrogênio, utilizando como fonte o sulfato de amônio, em todos os tratamentos, após os cortes de avaliações. A semeadura foi realizada juntamente da adubação, sendo semeadas quantidades aleatórias das sementes de cada cultivar em seus respectivos vasos. Sete dias após a germinação efetuou-se o desbaste, que foram seguidos por desbastes periódicos até ficarem 5 plantas por vaso. Foram realizados quatro cortes para do intervalo de 15 dias, 3 corte para o de 20 dias, 2 cortes para o de 30 dias e 1 corte para o de 60 dias. A forrageira foi cortada a uma altura de 5 cm do solo. O material coletado foi colocado em saco de papel identificado, pesado e colocado em estufa de ventilação forçada de ar, com temperaturas entre 58 e 65ºC por 72 horas, para determinação da matéria seca parcial. Após a secagem, as amostras foram moídas em moinho do tipo Willey, com peneira de 1 mm, armazenadas em sacos de plástico e identificadas. A análise química foi realizada no Laboratório de Nutrição de Plantas da Embrapa Arroz e Feijão, para determinação dos minerais: Macronutrientes: nitrogênio (N), fósforo (P), enxofre (S), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e Micronutrientes: zinco (Zn), cobre (Cu), ferro (Fe) e manganês (Mn). O N foi determinado pelo método de Kjeldahl, o S foi determinado por turbidimetria do sulfato de bário, o P por colorimetria do metavanadato, o K, por fotometria de

4 chama de emissão e as concentrações de Ca, Mg, Zn, Cu, Mn e Fe por espectrofotometria de absorção atômica, como relatados por Malavolta et al. (1997). Os resultados foram analisados através do procedimento ANOVA do programa estatístico SISVAR 4.6, comparando-se as médias pelo teste de Tukey. RESULTADOS E DISCUSSÃO Houve efeito significativo (P< 0,01) do intervalo de corte na concentração de nitrogênio (Tabela 1 e 2). As maiores concentrações foram verificadas no intervalo de 15 e 20 dias de crescimento. À medida que aumentaram os intervalos de corte, ocorre um decréscimo na concentração de N. Esse resultado pode ser atribuído ao fato de que à medida que a planta amadurece, ocorre aumento na concentração de fibras, diminuindo o seu valor nutritivo. As concentrações de nitrogênio entre 15 e 20 dias são consideradas altas, isto devido à planta neste estágio apresentar baixa concentração de matéria seca. À medida que planta desenvolve e cresce, ocorre um processo de diluição de nutrientes no seu tecido. Abreu (1999) verificou comportamentos diversos na concentração de nitrogênio nas lâminas de folhas recém expandidas na Brachiaria brizantha cv. Marandu, nos estágios de 14, 28, 41 dias, onde a melhor concentração foi observada aos 28 dias de crescimento inicial, com a maior doses de N aplicada. As maiores concentrações de fósforo foram observadas para o intervalo de corte de 15 e 20 dias, havendo efeito significativo (P< 0,05) em relação aos 30 e 60 dias de crescimento. A concentração de P na solução do solo é baixa. Até determinada fase de crescimento vegetal, este fósforo é absorvido em equilíbrio acompanhando o crescimento da planta. Quando o vegetal cresce, o fósforo que chega até a planta, não é suficiente para suprir a sua demanda por este nutriente, pelo curto intervalo de tempo em que o vegetal apresenta crescimento acelerado. Pelo motivo de que o tecido vegetal é formado durante todo o tempo de crescimento, a planta continua desenvolvendo e absorvendo nutrientes, porém em quantidade menores que a sua necessidade. Por isso, plantas jovens com mecanismo ativo de absorção podem apresentar maior concentração de nutrientes que plantas mais velhas. Euclides (1995) relata que, quando comparados sob as mesmas condições, a variabilidade do valor nutritivo é pequena, sendo que as maiores mudanças que ocorrem na composição química da

5 forragem, são aquelas que acompanham a maturação da planta. Assim à medida que a planta amadurece, as concentrações de minerais tendem a decrescer. Tabela 1. Análise de variância do intervalo de corte para concentração de macro e micronutrientes na Brachiaria brizantha cv. MG5. Fonte de Variação G L Nutrientes N* P** K ns Ca ns Mg ns Zn ns Cu ** Mn ns Fe* Valor de P Repetição 4 0,06 0,17 0,60 0,89 0,91 0,12 0,21 0,91 0,34 Tratamento 3 <0,01 0,01 0,16 0,34 0,97 0,08 0,01 0,26 <0,01 Erro 11 Total 18 C.V (%) 4,78 13,5 12,37 14,30 20,71 11,56 12,08 12,94 16,33 *, **, ns significativo a 1 e 5% e não significativo respectivamente. Não foram observados efeitos significativos (P> 0,05) do intervalo de corte nas concentrações de potássio, cálcio, magnésio, zinco e manganês no tecido da planta (Tabela 1 e 2). Esses nutrientes encontravam- se acima do nível crítico no solo, desse modo, o número de cortes não diferenciava na absorção dos nutrientes, devido os níveis elevados encontrados no solo. Tabela 2. Intervalo de corte na concentração de macro e micronutrientes na Brachiaria brizantha cv. MG5. Intervalo Nutrientes de Corte N* P** K ns Ca ns Mg ns Zn ns Cu ** Mn ns Fe * g/kg mg/kg 15 25,6a 1,8a 2,6a 5,10a 3,01a 1,90a 0,58a 12,08a 11,58a 20 26,2a 1,8a 2,6a 5,00a 3,02a 1,88a 0,58a 10,30a 10,5a 30 19,8b 1,6b 2,5a 4,82a 3,22a 1,70a 0,49b 10,60a 8,28b 60 14,7c 1,6b 2,2a 4,27a 3,10a 1,55a 0,42b 11,12a 7,00b C.V (%) 4,78 13,5 12,37 14,30a 20,71 11,56 12,08a 12,94a 16,33 Médias seguidas pela mesma letra indicam que as mesmas não diferem entre si, pelo teste de Tukey (P< 0,05).

6 Observa-se na Tabela 1 e 2 que houve efeito significativo (P< 0,05) na concentração do cobre e ferro no intervalo de corte de 15 e 20 dias em relação aos 30 e 60 dias de crescimento. A planta nova usou todo o seu potencial na absorção destes nutrientes. À medida que a planta desenvolvia, maior quantidade de matéria seca era sendo sintetizada. A planta, de acordo com as condições do ambiente, intensificou seu crescimento, e o fluxo de nutrientes permaneceu constante ocorrendo uma diluição no tecido da planta. CONCLUSÃO Os intervalos de corte influenciaram nas concentrações de nitrogênio, fósforo, cobre e ferro, onde as melhores concentrações ocorreram entre 15 e 20 dias de crescimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ABREU, J. B. R. Produção e nutrição dos capins Tanzânia-1 e Marandu em função de estágios de crescimento e adubação nitrogenada. Piracicaba, p. Dissertação (Mestrado em Solos e Nutrição de Plantas) - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, CANTO, A. C.; TEIXEIRA, L. B.; ITALIANO, E. E. Capineiras de corte para a região de Manaus, Amazonas. EMBRAPA - UEPAE, Manaus p. CORSI, M. Produção e qualidade de forragens tropicais. In: Pastagens. Piracicaba: FEALQ, Anais... Piracicaba, 1990, p EUCLIDES, V. P. B. Valor alimentício de espécies forrageiras do gênero Panicum. In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM, 12., Piracicaba, Anais... Piracicaba: FEALQ, p HOVELAND, C. S.; MONSON, W.G. Genetic and enviaronmental effects on forage quality. In: HOVELAND, C.S. (Ed.). Crop quality, storage and utilization. Madison: ASAE, CSSA, SSSA, P

7 MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. Piracicaba: Associação Brasileira da Potassa e do Fosfato, 2. ed p.

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