Tudo o que você precisa saber sobre cartões de memória

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1 Tudo o que você precisa saber sobre cartões de memória Conheça os diferentes tipos de cartões de memória existentes e saiba o que levar em consideração antes de adquirir um modelo. SD, minisd, microsd, xd, Memory Stick e MMC. Esses são apenas alguns dos tipos de cartão de memória que você pode encontrar por aí no dia a dia. A quantidade de formatos é imensa e, por conta disso, é natural que você fique na dúvida na hora de adquirir um modelo para uso cotidiano. Antes da compra de um modelo, diversos fatores devem ser levados em consideração. Desde o aparelho que você utiliza até a finalidade de armazenamento, cada item deve ser analisado com cuidado para que você possa ter a melhor experiência possível com o equipamento que você tem em mãos. Apesar da grande quantidade de informações e do fato de elas serem muito similares e, por conta disso, parecerem em um primeiro momento um pouco confusas, não há muito que temer. O Tecmundo explica agora para você tudo aquilo de mais importante que você precisa saber sobre o assunto. Entenda como os cartões funcionam Diferente do que acontece nos discos rígidos, em que o processo de gravação de informações é mecânico, os cartões utilizam a chamada memória flash. Também conhecida como armazenamento sólido, esse tipo de técnica de gravação e leitura acaba gerando equipamentos mais resistentes a impactos, mais velozes na transferência de dados e com maior durabilidade.

2 O procedimento de gravação e leitura é bastante simples. O sistema conta com dois transistores separados por uma fina camada de óxido de silício. Um dos lados funciona como uma porta de controle, ativando as células da memória e fazendo a leitura de dados. Já o outro é uma espécie de porta flutuante, armazenando as informações. A corrente elétrica passa de um lado para outro e uma tensão aplicada na porta de controle puxa os elétrons para a porta flutuante. Esse processo todo é bastante durável: estima-se que um dispositivo possa ser regravado pelo menos 100 mil vezes o que, convenhamos, é uma marca que você deve demorar um bom tempo para atingir. Principais tipos de cartão Infelizmente, a padronização de formatos não é uma das características desse segmento de mercado. Por conta disso, como você pode perceber na tabela acima, existem dezenas de tipos de cartão de memória. Cada um deles tem tamanho diferenciado e características específicas de velocidade de transferência de dados e capacidade de gravação.

3 Secure Digital (SD) Um dos formatos mais conhecidos dos consumidores, os SD acabaram se destacando por estarem presentes em tablets, smartphones e câmeras digitais de mais de 400 marcas. Embora existam mais tipos, eles estão disponíveis basicamente em três formatos, sendo que os menores são compatíveis com os slots maiores por meio de adaptador. Se a questão do tamanho entre o SD (32 mm x 24 mm), o minisd (21,5 mm x 20 mm) e o microsd (15 mm x 11 mm) é fácil de ser percebida, outros itens importantes também devem ser levados em consideração antes da compra: os dois principais são espaço de armazenamento e velocidade de gravação. Espaço de armazenamento Basicamente, há três tipos de definição entre os cartões SD: o modelo-padrão, conhecido como SD Standard, alcança apenas 2 GB de armazenamento. Já o SDHC (siga para Secure Digital High Capacity) consegue armazenar até 32 GB de conteúdo. Por fim, o SDXC, padrão mais recente entre os cartões, já pode ser encontrado em versões de até 256 GB.

4 Velocidade de gravação Este é um dos itens em que os consumidores menos prestam atenção, mas, se você pretende fazer um uso profissional do seu cartão, é de extrema importância ficar ligado a ele. A indicação de velocidade de leitura de um cartão é mensurada por classes. Existem cinco padrões de velocidade e cada um deles diz respeito a um uso ideal. Classe 2: atinge velocidades mínima de 2 Mb/s e é ideal para gravação de vídeos em definições-padrão. Se a qualidade final da imagem não é um problema para você, essa solução mais barata pode suprir as suas necessidades. Classe 4: atinge velocidade mínima de 4 Mb/s e é o modelo mais indicado para gravação de vídeos em HD (resolução de 720p). Classe 6: atinge a velocidade mínima de 6 Mb/s e também é indicado para a gravação de vídeos em HD. O ganho real em relação à Classe 4 é pequeno, mas na prática a versão garante um pouco mais de segurança para o usuário. Classe 10: atinge a velocidade mínima de 10 Mb/s, sendo o formato mais apropriado para vídeos em Full HD (1080p). UHS Speed Class 1: atinge a velocidade mínima de 10 Mb/s, mas seu uso é mais restrito. Ideal para quem

5 pretende gravar vídeos de longa duração ou pretende fazer transmissões em tempo real. Mas preste atenção Antes de escolher o cartão com mais espaço e maior velocidade de gravação, é preciso ficar de olho no equipamento que vai recebê-lo. É comum, por exemplo, que um aparelho não seja compatível com as classes mais altas ou com os modelos de maior espaço de armazenamento. Por conta disso, preste atenção às instruções do fabricante. Da mesma forma, alguns aparelhos indicam requisitos mínimos com relação ao cartão de memória que vão receber. Ou seja, para não acabar comprando um produto e inutilizá-lo depois, siga as orientações do manual de instruções. CompactFlash (CF) Subdivididos em tipo 1 e tipo 2, os CompactFlash são fabricados pela SanDisk e podem armazenar até 256 GB de conteúdo. Você pode identificar a diferença entre eles pelo tamanho: o tipo 1 é mais fino, com 3,3 mm de espessura. Já o tipo 2 tem espessura de 5 mm e, por conta disso, não é compatível com os slots do tipo 1.

6 Além do formato, você deve prestar atenção às mesmas duas características: capacidade de armazenamento e velocidade de gravação. No primeiro caso, basta ficar atento ao número mesmo tanto do conteúdo do cartão quanto do limite suportado pelo seu aparelho. Já a velocidade de gravação é apresentada de outra forma. Você precisa ficar atento à especificação numérica seguida da letra X, sendo que 1x equivale a 150 Kb. Desse modo, você pode encontrar modelos com a indicação 2x, 4x, 8x, e assim por diante. Quanto maior o número, maior será a velocidade de gravação e, consequentemente, melhor será a qualidade final. Memory Stick e outros formatos Além desses dois formatos, que podem ser considerados os principais, o mercado de cartões de memória ainda conta com outros tipos, alguns exclusivos de fabricantes específicos. A Sony, por exemplo, utiliza o formato Memory Stick em muitos dos seus produtos.

7 A quantidade de modelos é maior e os tamanhos são variados. Mas, para facilitar as coisas, você deve ficar de olho em duas nomenclaturas básicas: quando você ler em um cartão o termo PRO, trata-se de um cartão com maior quantidade de armazenamento. Já quando você ler o termo Duo, trata-se de um cartão com tamanho menor. Outros formatos conhecidos dos consumidores, mas já caindo em desuso, incluem ainda o SmartMedia, da Toshiba, e o xd Picture Card. O primeiro não está sendo mais utilizado pela sua baixa capacidade de armazenamento uma vez que chega a apenas 128 MB de espaço. Já o segundo, criado pela Fujifilm em parceria com a Olympus, perdeu seu espaço. Os cartões do formato xd continuam sendo fabricados, mas as próprias empresas deixaram de fabricar aparelhos compatíveis única e exclusivamente com esse formato. Ou seja, a morte do formato é hoje uma questão de tempo. Fonte: TecMundo

8 Swapping x Paginação x Segmentação x Memória Virtual Swapping Existem situações onde não é possível manter todos os processos na memória. Ex: um processo já alocado na memória faz uma chamada de sistema pedindo mais memória e não existe memória livre contígua a área onde o mesmo está alocado um usuário dispara um programa, não existe memória disponível mas é política dos sistema disparar imediatamente todos os programas solicitados de terminal.usando o swapping o sistema escolhe um programa residente que é levado da memória para o disco (swap-out ) retornando posteriormente para a memória (swap-in). Paginação A paginação permite que o programa possa ser espalhado por áreas não contíguas de memória. Características: o espaço de endereçamento lógico de um processo é dividido em páginas lógicas de tamanho fixo a memória física é dividida em páginas com tamanho fixo, com tamanho igual ao da página lógica o programa é carregado página a página, cada página lógica ocupa uma página física as páginas físicas não são necessariamente contíguas o endereço lógico é inicialmente dividido em duas partes : um número de página lógica e um deslocamento dentro da página o número da página lógica é usado como índice no acesso a tabela de páginas, de forma a obter o número da página física correspondente não existe fragmentação externa existe fragmentação interna (Ex: um programa que ocupe 201kb, o tamanho de página é de 4 kb, serão alocadas 51 páginas resultando uma fragmentação interna de 3kb)

9 além da localização a tabela de páginas armazena também o bit de validade, (1) se a página está na memória (0) se a página não está na memória a transferência das páginas de processo podem ser transferidas para a memória por demanda, levando apenas o que é necessário para a execução do programa ou por paginação antecipada, onde o sistema tenta prever as páginas que serão necessárias à execução do programa. Paginas constantemente referenciadas em um processo devem permanecer na memória: Segmentação Técnica de gerência de memória onde programas são divididos em segmentos de tamanhos variados cada um com seu próprio espaço de endereçamento. A principal diferença entre a paginação e a segmentação é a alocação da memória de maneira não fixa, a alocação depende da lógica do programa. O mapeamento é feito através das tabelas de mapeamento de segmentos. Os endereços são compostos pelo número do segmento e um deslocamento dentro do segmento. Cada entrada na tabela mantém o endereço físico do segmento, o tamanho do segmento, se ele está ou não na memória e sua proteção. O sistema operacional mantém uma tabela com as áreas livres e ocupadas da memória.

10 Somente segmentos referenciados são transferidos para a memória principal. Ocorre fragmentação externa. Sistemas que implementam a segmentação com paginação. Cada segmento é dividido fisicamente em páginas. O endereço é formado pelo número do segmento, número da página dentro desse segmento e o deslocamento dentro dessa página. Memória Virtual Técnica de gerenciamento que combina a memória principal e a secundária dando ao usuário a idéia de existir uma memória maior que a memória principal. Desvincula o endereçamento feito pelo programa dos endereços físicos da memória principal. Um programa no ambiente de memória virtual não faz referência a endereços físicos mas endereços virtuais. O endereço virtual é traduzido para o endereço físico através do mapeamento. Os programas podem ser muito maiores do que sua memória física, apenas parte deles está residente na memória em um determinado instante. O restante do programa fica na memória secundária até ser referenciado. Fonte: wapping-x-paginacao-x-segmentacao-x.html

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