RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS

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1 Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas RELATÓRIO MENSAL DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO ESTADO DE ALAGOAS Diretoria de Meteorologia / Sala de Alerta Março/2016

2 Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO 3 2. CONDIÇÕES OCEÂNICAS E ATMOSFÉRICAS DO MÊS DE MARÇO DE O VERÃO TERMINA COM GRANDE IRREGULARIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DAS CHUVAS SOBRE O BRASIL 3 3. MONITOR DA SECA DO NORDESTE 7 4. PREVISÕES METEOROLÓGICAS DISPONIBILIZADAS PELA DMET DADOS PLUVIOMÉTRICOS DO ESTADO DE ALAGOAS NO MÊS DE MARÇO DE

3 1. Apresentação DIRETORIA DE METEOROLOGIA - DMET Histórico da Diretoria de Meteorologia A Diretoria de Meteorologia DMET, da Secretária de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos SEMARH, é oriunda de um programa desenvolvido pelo Governo Federal através do Ministério da Ciência e Tecnologia MCT e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE, com a finalidade de implantação, nas diversas unidades federadas, particularmente no Nordeste do país, de Núcleos Estaduais de Meteorologia e Recursos Hídricos, com Treinamentos para Meteorologistas e Hidrólogos, dentro do Sistema de Informações Gerenciais do Tempo, Clima e Recursos Hídricos para o Nordeste - SIGTEC/NE (Programa Nordeste), em São José dos Campos - SP, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, e em Fortaleza - CE, na Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos - FUNCEME. O programa foi implantado em Alagoas em janeiro de 1992, como Núcleo de Meteorologia e Recursos Hídricos de Alagoas NMRH/AL, na Secretaria de Planejamento, dentro da Coordenação de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CDCT, onde funcionou até o ano Ao longo deste tempo, o NMRH/AL prestou expressivos serviços à sociedade como um todo, através da previsão do tempo, previsão climática, análise da precipitação, elaboração do balanço hídrico para o Estado, elaboração e desenvolvimento de projetos, Atendimento ao público em geral, etc. A partir de 2000, o NMRH/AL foi transferido para a Secretaria de Estado de Recursos Hídricos e Irrigação SERHI, secretaria mais compatível com os produtos desenvolvidos, sob a designação de Diretoria de Hidrometeorologia DHM, e posteriormente Diretoria de Meteorologia DMET, na Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos SEMARH. 2. Condições Oceânicas e Atmosféricas do mês de março de O VERÃO TERMINA COM GRANDE IRREGULARIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DAS CHUVAS SOBRE O BRASIL O verão iniciou com déficit pluviométrico no centro-norte e excesso de chuva no sul do Brasil, como esperado em anos de El Niño. Em meados de janeiro, os padrões de circulação atmosférica passaram a ser influenciados por condições de bloqueio e oscilações atmosféricas intrassazonais que contribuíram para a formação de um longo episódio de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Entre o final de fevereiro e meados de março, também se configuraram episódios mais fracos de ZCAS. A formação destes sistemas, em conjunto com a atuação de vórtices ciclônicos em altos níveis da atmosfera, resultou no aumento dos totais pluviométricos em parte das Regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. O fenômeno El Niño encontra-se em declínio no Pacífico Equatorial, especialmente adjacente à costa da América do Sul (na região conhecida como Niño 1+2). Porém, ao longo das últimas quatro semanas, este fenômeno apresentou importantes anomalias positivas de Temperatura da Superfície do Mar (TSM) na porção

4 central e oeste do Pacífico Equatorial, que ainda podem influenciar a distribuição pluviométrica sobre o Brasil nos meses subsequentes. Imagem 1: Anomalia de Temperatura da Superfície do Mar de março de Previsão Climática de consenso para a região Nordeste do Brasil durante o trimestre Abril/Maio/Junho de A previsão climática por consenso para o trimestre AMJ/2016 continua indicando maior probabilidade do total trimestral de chuva ocorrer na categoria abaixo da normal climatológica numa faixa que vai do norte do Pará até Alagoas, estendendo-se por Sergipe e leste da Bahia, com distribuição de probabilidade de 25%, 35% e 40% que correspondem às categorias acima, dentro e abaixo da faixa normal climatológica, respectivamente. Para o sul do Mato Grosso do Sul e toda a Região Sul, a previsão indica maior probabilidade dos totais pluviométricos no trimestre ocorrerem na categoria acima da normal climatológica, com distribuição de 40%, 35% e 25% para as categorias acima, dentro e abaixo da faixa normal climatológica, respectivamente. As demais áreas do País (indicadas pela área cinza no mapa) apresentam baixa previsibilidade para o referido trimestre, o que implica igual probabilidade para as três categorias. Esta previsão ainda considerou uma possível influência do fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS), uma vez que a condição de neutralidade está prevista para meados de Ressalta-se que padrões de variabilidade intrassazonal podem atuar no início do referido trimestre, no sentido de inibir a ocorrência de chuvas sobre o norte da Região Nordeste, bem como estabelecer o término da estação chuvosa na Região Sudeste.

5 Climatologia: No trimestre AMJ, é caracterizada pelo aumento da chuva no leste e continuidade no extremo norte da região e redução a partir da segunda quinzena de maio no semiárido. Na costa leste, é normal a ocorrência de pancadas de chuva moderadas a fortes, associados às propagações de distúrbios de Leste. Ressalta-se que a chuva no semiárido é caracterizada por uma alta irregularidade na distribuição espacial e temporal, com ocorrência de veranicos (de cinco ou mais dias sem ocorrência de chuva). Enquanto no Litoral poderão ocorrer pancadas de chuva intensa num curto espaço de tempo. Temperatura: A estação caracteriza-se pelo declínio gradativo das temperaturas em toda Região. Considerando o resultado dos modelos oceânicos e atmosféricos do CPTEC/INPE, NCEP, NCAR, COLA, NASA, ECMWF, UKMET FUNCEME e INMET, assim como a discussão técnica, a maior probabilidade dos totais pluviométricos sazonais ocorrerem na abaixo da normal climatológica numa faixa que vai do norte do Pará até Alagoas, estendendose por Sergipe e leste da Bahia, com distribuição de probabilidade de 25%, 35% e 40% que correspondem às categorias acima, dentro e abaixo da faixa normal climatológica, respectivamente. Previsão de Chuva: maior probabilidade na categoria abaixo da faixa normal climatológica na área que compreende todo estado de Alagoas. Para o centro-sul da Bahia, a previsão indica igual probabilidade para as três categorias. (É importante ressaltar que ainda pode ocorrer grande variabilidade espacial e temporal da chuva no decorrer deste trimestre, pancadas de chuva forte num período curto), com também a ocorrência de veranicos de 05 ou mais dias sem a ocorrência de chuva. Temperatura: acima da normal climatológica para toda a Região.

6 Imagem 2 - Probabilidade de chuva dividida por categoria para o trimestre Abril/Maio/Junho de Ressalta-se, a grande variabilidade espacial das chuvas, e também a possibilidade de ocorrências de chuvas de intensidade moderada a forte, concentradas em poucos dias. Assim, recomenda-se o acompanhamento das previsões de tempo elaboradas pela Diretoria de Meteorologia e emissão de avisos Meteorológicos pela Sala de Alerta do estado de Alagoas.

7 3. Monitor da Seca do Nordeste NARRATIVA DO MONITOR DAS SECAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE 2016 Condições Meteorológicas do Mês de Fevereiro de 2016 A Figura 1 mostra a espacialização da precipitação do Nordeste brasileiro: (a) registrada no mês de fevereiro de 2016, (b) média histórica (ou climatologia) do mês de fevereiro e (c) o desvio (ou anomalia) da precipitação registrada neste mês, em relação à média histórica. Historicamente, no mês de fevereiro (Figura b) os volumes de chuvas mais significativos (com acumulados acima de 150 mm) se concentram em todo o estado do Maranhão, centro-norte e oeste do Piauí, oeste da Bahia e Paraíba e extremos norte e sul do Ceará. Por outro lado, os menores volumes de chuvas (com acumulados inferiores a 50 mm), normalmente, são esperados para grande parte dos estados de Alagoas, Sergipe, leste da Paraíba e Pernambuco e, nordeste da Bahia. Nas demais áreas do Nordeste brasileiro, os volumes de precipitação variam entre 50 mm e 150 mm. Em fevereiro de 2016 (Figura a), os volumes de chuvas mais expressivos (com acumulados acima de 150 mm) se concentraram na faixa centro-norte e em pontos isolados no norte do Ceará. Na maior parte da faixa centro-sul do Maranhão, centronorte e oeste do Piauí, centro-norte do Ceará e em pontos isolados da faixa central dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco os acumulados variaram entre 75 mm e 150 mm. Nas demais áreas do Nordeste brasileiro, incluindo toda a Bahia, praticamente, não houve registro de chuvas. Os acumulados mais significativos nessas áreas não ultrapassaram os 50 mm. O resultado dessas poucas chuvas no mês de fevereiro de 2016 é comprovado no mapa de anomalias de precipitação (Figura c), onde prevaleceram anomalias negativas em, praticamente, toda a Região. No entanto, os desvios mais expressivos, com déficits acima dos 100 mm, foram registrados na maior parte dos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Bahia e oeste da Paraíba e Pernambuco. Nas demais áreas do Nordeste brasileiro, que inclui todo o estado do Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, nordeste da Bahia e grande parte da Paraíba e Pernambuco, as precipitações variaram entre a normalidade a valores de até 50 mm abaixo da média histórica para esse mês.

8 (a) (b) (c) Imagem 3. Espacialização da precipitação (mm) mensal no mês de fevereiro na região Nordeste do Brasil: (a) precipitação acumulada; (b) climatologia; (c) anomalia de precipitação. Página de procedência da figura: Síntese do Traçado do Monitor das Secas de Fevereiro de 2016 Em uma pré-análise, foram considerados os índices SPI para 3, 4, 6, 12, 18 e 24 meses, com maior detalhamento para os estados do Ceará (CE), Rio Grande do Norte (RN), Pernambuco (PE) e Paraíba (PB), em virtude de uma quantidade maior de pontos e informações que esses Estados do Nordeste brasileiro apresentaram. Mesmo assim, com o intuito de compensar a falta dos dados de SPEI e também o déficit de informações, tanto para esses Estados quanto para s demais áreas do Nordeste do Brasil (NEB), foram utilizadas, de forma ampla, os seguintes produtos de apoio: climatologia da precipitação mensal, precipitação observada, anomalia de precipitação do mês de janeiro e dos meses anteriores e índice de saúde da vegetação (VHI). Com isso, áreas da região do NEB, onde há poucos pontos de informações, foram analisadas, além de complementar as análises feitas em áreas onde a densidade de informações é maior. É necessário ressaltar que, para o traçado deste mapa, foi considerada a seca física, levando-se em conta, principalmente, o índice SPI, de curto e longo prazo, sem analisar as informações dos reservatórios. Ao comparar o mapa validado no mês de janeiro de 2016, na figura 4 (a), com o mapa do mês de fevereiro de 2016, na figura 4 (b), verificaram-se pequenas mudanças no traçado geral (Figura 4), tais como:

9 (a) (b) Imagem 4. Mapas do Monitor de Secas do Nordeste em: (a) Janeiro/2016 (Validado); (b) Fevereiro/2016 (Validado). No Maranhão, as poucas chuvas registradas no mês de fevereiro contribuíram, significativamente, para ampliar a área de seca extrema (S3) na faixa central do Estado, se aproximando da divisa com o estado do Piauí. Nessa faixa as anomalias negativas de precipitação ficaram em torno dos 200 mm. No sul do Estado permaneceu o quadro de seca moderada (S1), mas, já com impactos de secas classificados como de curto e longo prazo. No estado do Piauí foram verificadas algumas mudanças na faixa central onde houve um agravamento da seca de grave (S2) para seca extrema (S3), pois nesta região praticamente não se registrou chuvas. Comparado com o traçado do mês de janeiro de 2016, o restante do Estado não apresentou mudanças significativas, ou seja, no sul e extremo norte permaneceu com seca de intensidade moderada (S1), enquanto que, na faixa central o predomínio foi de seca grave (S2). Quanto aos impactos, em, praticamente, todo o Estado estes continuaram sendo de longo prazo, uma vez que, aqueles impactos de curto prazo foram amenizados com as chuvas ocorridas no mês de janeiro. No Ceará, também não foram verificadas mudanças significativas em relação ao traçado do mês de janeiro, ou seja, no centro e sul do Estado, a intensidade continuou sendo de seca extrema (S3), e no norte continuou variando de grave (S2) a fraca (S0). Por outro lado, em, praticamente, toda a faixa litorânea não há indicativos de seca, ainda que, nessa região as anomalias negativas de precipitação ficaram acima de 100 mm. Quanto aos impactos, estes continuam sendo de longo prazo. No estado do Rio Grande do Norte as chuvas ocorridas no mês de fevereiro de 2016, início do período chuvoso no semiárido deste Estado, se concentraram nas regiões

10 do Seridó Ocidental, Médio Oeste, Baixa Verde e no Litoral Leste e ocorreram chuvas isoladas no vale do Assu e Angicos, parte central do estado, porém essas chuvas não foram suficientes para mudar o quadro de seca. Assim, também não foram verificadas mudanças significativas em relação ao comportamento da seca nesse mês de fevereiro de 2016, ou seja, os indicadores continuaram apresentando uma variação de intensidade entre a seca extrema (S3), no sudoeste e oeste do Estado, a fraca (S1), na faixa que se estende pelo agreste até o litoral norte. Por outro lado, na maior parte do litoral leste do Estado, não foram verificados indícios de seca. Em relação aos impactos, estes se mantiveram como sendo de longo prazo em, praticamente, todo o Estado. As poucas chuvas registradas no mês de fevereiro de 2016 na Paraíba, também não contribuíram para alterar o quadro de secas no Estado, quando comparado com o mês de janeiro, ou seja, a intensidade da seca continuou variando extrema (S3), que predominou em grande parte do Estado, a seca fraca (S0), numa estreita faixa no agreste paraibano. Nessa área o predomínio também foi de seca com impacto de longo prazo. A exceção é para a faixa litorânea, onde, além de não ter apresentado indicativos de seca, os impactos continuaram sendo de curto e longo prazo. No estado de Pernambuco também não foram verificadas mudanças significativas em relação ao comportamento da seca, ou seja, em relação ao mês de janeiro de 2016 a intensidade permaneceu variando de seca extrema (S3), predominante em área, a uma seca fraca (S0), numa estreita faixa no agreste pernambucano. Nessa área o predomínio também foi de seca com impacto de longo prazo. A exceção também foi para a faixa da zona da mata que permaneceu com ausência de seca, bem como, impactos de curto e longo prazo. No estado de Alagoas, as chuvas ocorridas durante o mês de fevereiro não contribuíram significativamente para a redução das secas nas regiões do Agreste, Sertão do São Francisco e Sertão. Assim, também não houve mudanças significativas quanto a intensidade de seca no mês de fevereiro, quando comparado com o comportamento do mês de janeiro, ou seja, se manteve a variações de seca moderada (S2), no extremo oeste (Sertão), a seca de fraca intensidade (S0), no Agreste. Por outro lado, nas microrregiões do Litoral, Zona da Mata e Baixo São Francisco continuam sem indicativos de seca. Quanto aos impactos, estes variaram de longo prazo (no oeste), a curto e longo prazo (na faixa da zona da mata e agreste). No estado de Sergipe também não foram verificadas mudanças em relação à intensidade de seca, ou seja, o predomínio continuou sendo de uma seca de intensidade fraca (S0) e com impacto de curto e longo prazo na maior parte do Estado, com exceção no extremo oeste, onde prevaleceu a seca de intensidade moderada (S1) e com impacto de longo prazo. Na Bahia, as poucas chuvas registradas no mês de fevereiro de 2016 contribuíram para um agravamento da seca no sul e extremo sul do Estado, onde passou da categoria de seca moderada (S2) para seca grave (S3). Nessa área, as anomalias negativas de precipitação ficaram em torno de 200 mm. No setor leste do Estado, especificamente, na região da zona da mata e agreste norte, o predomínio continua sendo de seca fraca (S0). No extremo norte da Bahia, próximo à divisa dos estados do Piauí, Pernambuco e Alagoas, as poucas chuvas contribuíram para a manutenção de seca com intensidade variando de grave (S2) e extrema (S3). Nas demais áreas do Estado, o predomínio foi de seca com intensidade moderada (S1). Quanto aos impactos, estes

11 variaram de longo prazo (no norte do Estado), a impactos de curto e longo prazo (nas demais áreas). A validação do mapa foi possível devido a contribuição das seguintes instituições: APAC-PE, FUNCEME-CE, EMPARN/EMATER-RN, SEMARH-AL, SEMAR-PI e UEMA/NUGEO/LABMET-MA. 4. Previsões Meteorológicas disponibilizadas pela DMET A previsão do tempo no estado de Alagoas é feita pela Diretoria de Meteorologia da SEMARH. Diariamente são enviados boletins, com a previsão meteorológica do dia e a tendência para 72 horas posteriores, com previsões específicas para cada região ambiental do estado. Para isto, diversas ferramentas de auxílio à equipe de Meteorologistas são utilizadas, como modelos computacionais de previsão atmosféricas, imagens de satélite, dados da rede hidrometeorológica do estado, entre outros. Quando existe a possibilidade de ocorrência de chuvas intensas, a Sala de Alerta, é responsável pelo monitoramento Hidrológico e Meteorológico, além de emissão de avisos junto aos Órgãos de Proteção e Defesa Civil. Durante o mês de março, diversos avisos e alertas meteorológicos e hidrológicos foram emitidos, devido as fortes chuvas ocorridas no norte do estado.

12 5. Dados Pluviométricos do estado de Alagoas no mês de Março de Abaixo, segue a planilha com os dados observados da rede hidrometeorológica do estado de Alagoas em Março de Posto Chuva acumulada Arapiraca (INMET) 59,6 Atalaia (ANA) 107,4 Flexeiras (ANA) 210,2 Jacuípe (ANA) 226,6 Maceió (UFAL - INMET) 136,0 São José da Laje (ANA) 62,4 União dos Palmares (ANA) 76,2 Cajueiro (ANA) 24,2 Palmeira dos Índios (INMET) 22,2 Pão de Açúcar (INMET) 23,4 Porto de Pedras (INMET) 264,6 Quebrangulo (ANA) 36,4 São Luiz do Quitunde (INMET) 288,6 Paripueira (CEMADEN) 191,2 Matriz do Camaragibe (CEMADEN) 252,2 Satuba (CEMADEN) 145,5 Maragogi (CEMADEN) 225,5 Santana do Mundaú (CEMADEN) 86,5 Barra de São Miguel (CEMADEN) 126,8 Delmiro Gouveia (CEMADEN) 24,6 São José da Tapera (CEMADEN) 19,1 Senador Rui Palmeira (CEMADEN) 17,8 Vinicius Nunes Pinho Msc. em Meteorologia CREA Consultor Sala de Alerta/SEMARH-AL

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