ANÁLISE DA OCORRÊNCIA SIMULTÂNEA DE ENOS E ODP SOBRE O CARIRI CEARENSE

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1 ANÁLISE DA OCORRÊNCIA SIMULTÂNEA DE ENOS E ODP SOBRE O CARIRI CEARENSE Laianny Morais Maia 1, Aline Bezerra de Sousa 1, Leonardo Lopes Rufino 1, Djane Fonseca da Silva 2 RESUMO - Neste trabalho buscou-se verificar como a junção de eventos climáticos de ENOS e ODP pode influenciar na variabilidade pluviométrica da região do Cariri cearense, utilizando paralelamente o índice de chuva (IAC). Neste trabalho foram utilizados dados de precipitação de para quatro localidades do Cariri cearense (CE). Todos os dados foram obtidos através da Agência Nacional das Águas (ANA). Durante junção de El Niño e ODP é visível diminuição de chuva nas fases quentes. Já durante La Niña, a junção de ENOS e ODP em ambas as fases não mostraram resultados coerentes com padrão esperado de Gershunov e Barnett (1998). Palavras-chave: Oscilação Decadal do Pacífico, El Niño Oscilação Sul, IAC, Cariri cearense. ABSTRACT - This work aimed to verify how the addition of climate events of ENSO and ODP can influence rainfall variability of the Cariri cearense, in parallel using the rainfall anomaly index (RAI - IAC). In this study used rainfall data from for four regions of Cariri cearense (CE). All data were obtained through the National Water Agency (ANA). During junction of El Niño and ODP is visible decrease of rain in the warm phases. Already during La Niña, junction of ENSO and ODP in both phases did not show results consistent with the expected pattern of Gershunov and Barnett (1998). Keywords: Pacific Decadal Oscillation, El Niño South Oscillation, RAI, Cariri cearense. 1. INTRODUÇÃO A região do Cariri, localizada no Estado do Ceará, situa-se no nordeste do Brasil (NEB). O nordeste brasileiro é conhecido por apresentar grande variabilidade da precipitação, ou seja, anos com secas severas ou com chuvas excessivas, que têm sido relacionadas aos padrões de anomalias de grande escala da circulação atmosférica global principalmente o fenômeno El-Niño-Oscilação Sul (ENOS). As secas severas no NEB têm sido relacionadas à ocorrência de EL Niño. Entretanto, a relação entre El Niño e as secas no NEB não é unívoca (KANE, 1997). As ocorrências simultâneas de El Niño e secas no NEB se limitam a alguns eventos específicos. Assim, Gershunov e Barnett (1998) afirmaram que as anomalias de precipitação relacionadas ao ENOS em certas regiões do globo podem ser moduladas por variações climáticas de baixa freqüência, como a variabilidade interdecadal, na qual se destaca a Oscilação Decadal do Pacífico (ODP). Foi comprovado que ENOS e ODP podem ter efeitos combinados na distribuição anômala de precipitação em algumas regiões, agindo construtivamente, com anomalias fortes e bem definidas quando elas estão na mesma fase ou destrutivamente, com anomalias fracas e mal definidas quando estão em fases opostas (GERSHUNOV e BARNETT, 1998; ANDREOLI e KAYANO, 2005; DA SILVA et al., 2009). 1 Alunos do Curso de Agronomia, UFC Cariri, 2 Prof. Dr. Curso de Agronomia, UFC Cariri,

2 Segundo Andreoli e Kayano (2005) vale lembrar que apesar da variabilidade de temperatura de superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico ser dominada pela variabilidade interanual associada ao ENOS, outros fenômenos de escala de tempo mais longa como a ODP também atuam neste setor. Baseado nessas hipóteses, o objetivo principal deste trabalho é verificar como a junção desses eventos climáticos pode influenciar na variabilidade pluviométrica da região do Cariri, utilizando paralelamente o índice de chuva (IAC). 2. METODOLOGIA Neste trabalho foram utilizados dados de precipitação para o período de para quatro localidades do Cariri cearense (CE): Barbalha, Campos Sales, Crato e Juazeiro. Todos os dados foram obtidos através da Agência Nacional das Águas (ANA). O IAC analisa a frequência que ocorrem anos secos e chuvosos e a intensidade do evento. O IAC foi desenvolvido e utilizado primeiramente por Rooy (1965) e adaptado para o Nordeste do Brasil por Freitas (2004; 2005): ( N N ) ( ) IAC = 3, para anomalias positivas (1) M N ( N N ) ( ) IAC = 3, para anomalias negativas (2) X N Sendo: N = precipitação atual (mensal ou anual), ou seja, do mês ou ano que será gerado o IAC (mm); N = precipitação média (mensal ou anual) da série histórica (mm); M = média das dez maiores precipitações mensais ou anuais da série histórica (mm); X = média das dez menores precipitações mensais ou anuais da série histórica (mm); e anomalias positivas são valores acima da média e negativas, abaixo da média. Após o cálculo do IAC para cada localidade foram gerados: gráfico da média do IAC para a região do Cariri e mapas de distribuição espacial do IAC na região Caririense durante a associação de eventos de ENOS e ODP em quatro anos específicos, descritos posteriormente. O gráfico da média do IAC para a região do Cariri foi feito através do Microsoft Excel e os mapas de distribuição espacial do IAC foram confeccionados através do Software Surfer. Os anos de eventos de ENOS e ODP foram escolhidos através da metodologia e critérios utilizados por Andreoli e Kayano (2005) e Da Silva et al. (2009). Os anos escolhidos foram 1972 (El Niño e ODP fria), 1975 (La Niña e ODP fria), 1982 (El Niño e ODP quente) e 1988 (La Niña e ODP quente), por se tratarem de anos com ambos eventos em fases fortes e bem definidas. 3. RESULTADOS Ao longo da série de IAC para a região do Cariri (Figura 1), vê-se que há alternância de anos e períodos secos e úmidos, tendo como exemplo de e de , anos consecutivos úmidos e com altos IACs, e de , , , , , com IAC negativos caracterizando-os como anos secos. Os anos de 1919 (com destaque), 1981, 1982, 1983 e 1993 foram os mais secos de toda a série na região. Já os anos de 1917, 1922, 1924 (maior IAC positivo, ano mais chuvoso da série), 1975, 1984, 1989 e 2004 apresentaram chuvas acima da média.

3 IAC anos Figura 1: IAC para a micro região do Cariri cearense Durante o evento de El Niño, tanto na fase fria quanto na fase quente (Figuras 2 e 3, respectivamente), as precipitações ficam abaixo da média da região, como esperado para toda a região Nordeste do Brasil. No entanto, a associação das fases quentes dos dois eventos (Figura 3) fazem com que as anomalias negativas (IAC) fiquem mais intensas, variando de -1,4 a -3,8, enquanto quando o El Niño agia em conjunto com a ODP na fase fria, as anomalias foram menos intensas e em algumas áreas as chuvas ficaram em torno da média (Figura 2). Esses resultados são coerentes aos encontrados por Gershunov e Barnett (1998), Da Silva e Galvíncio (2010), que também mostraram que fases iguais fortalecem as anomalias e contrárias, diminuem. Notou-se em comum para as duas ocorrências que o sudeste do Cariri apresentou as menores chuvas. Durante o La Niña, para o NEB, esperam-se chuvas acima da média, mas pode-se visualizar que nos anos de 1975 e 1988 (Figuras 4 e 5), algumas áreas apresentaram chuvas abaixo da média como exemplo o leste do Cariri. Ao longo da ocorrência simultânea de La Niña e ODP na fase fria (Figura 4), ou seja, ambos na fase fria, as anomalias de precipitação variaram de -1,3 a 0,4. Assim, mesmo sendo ano de La Niña e com a junção das fases frias dos eventos, ocorreu chuva abaixo da média em partes do Cariri, exceto no sudeste e sudoeste da região. Já para a junção das fases fria do ENOS e quente da ODP fases contrárias (Figura 5), as anomalias negativas foram menores e as anomalias positivas foram maiores; as precipitações aumentaram. Esses resultados não mostram um padrão da influência da ODP sobre o padrão de La Niña, como ocorrido para o El Niño nas Figuras 2 e 3. Observou-se ainda que o sudeste do Cariri, o qual apresentou as menores chuvas durante os El Niños estudados, apresenta agora durante o La Niña as maiores chuvas do Cariri. Comparando esses resultados aos encontrados por Da Silva (2010), quando foram analisadas as influências desses eventos sobre a região metropolitana de Fortaleza, a junção das fases quente ou fria durante o La Niña e El Niño, seguiram os padrões já estabelecidos por Gershunov e Barnett (1998), não observado para o Cariri. Deste modo, no Estado do Ceará, regiões distintas como no sul do Estado (Cariri) e no litoral (Fortaleza) apresentam diferentes efeitos da junção de ENOS e ODP.

4 Figura 2 : ano de 1972 (El Niño e ODP fria) Figura 3: ano de 1982 (El Niño e ODP quente) Figura 4: ano de 1975 (La Niña e ODP fria) Figura 5: ano de 1988 (La Niña e ODP quente) 4. CONCLUSÕES A partir dos resultados encontrados, verificou-se alterância de anos secos e chuvosos na região do Cariri. Durante junção de El Niño e ODP é visível diminuição de chuva nas fases quentes. Já durante La Niña, a junção de ENOS e ODP em ambas as fases não mostraram resultados coerentes com padrão esperado de Gershunov e Barnett (1998). 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANDREOLI, R.V.; KAYANO, M.T. Enso-Related Rainfall Anomalies in South America and Associated Circulation Features During Warm and Cold Pacific Decadal Oscillation Regimes, International Journal of Climatology. Internacional Journal Climatology, v.25: , DA SILVA, D. F.; OLIVEIRA, T. H.; GALVÍNCIO, J. D. Influência das fases da ODP e ENOS sobre a precipitação do Submédio São Francisco, Simpósio Internacional de Climatologia, Canela (RS), Da SILVA, D. F.; GALVÍNCIO, J. D. Influência das escalas interanuais e decadais sobre a precipitação do Submédio São Francisco. In: Galvíncio, J. D.; Da

5 Silva, D.F.; Nóbrega, R. S.. (Org.). Mudanças Climáticas e recursos hídricos: aplicações no estado de Pernambuco. 1 ed. Recife: UFPE, 2010, v. 1, p DA SILVA, D. F Efeitos da associação de eventos climáticos (ENOS e ODP) sobre a região metropolitana de Fortaleza. II Congresso Cearense de Agroecologia. Juazeiro do Norte, Ceará, FREITAS, M. A. S. A Previsão de Secas e a Gestão Hidroenergética: O Caso da Bacia do Rio Parnaíba no Nordeste do Brasil. In: Seminário Internacional sobre Represas y Operación de Embalses, 2004, Puerto Iguazú. Anais do Seminário Internacional sobre Represas y Operación de Embalses. Puerto Iguazú : CACIER, v. 1, p. 1-1, FREITAS, M. A. S. Um Sistema de Suporte à Decisão para o Monitoramento de Secas Meteorológicas em Regiões Semi-Áridas. Revista Tecnologia, Fortaleza, v. Suplem, p , KANE, R. P. Prediction of droughts in North-east Brazil: Role of ENSO and use of periodicities, International Journal of Climatology, v.17, p , GERSHUNOV A, BARNETT, T.P. Interdecadal modulation of ENSO teleconnections. Bulletin of the American Meteorological Society, 79: , ROOY, M.P. VAN. A Rainfall Anomaly Index Independent of Time and Space, Notes, 14, 43, 1965.

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