Boletim Climatológico Mensal Fevereiro de 2010

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1 Boletim Climatológico Mensal Fevereiro de 2010 CONTEÚDOS Observatório José Agostinho 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas 03 Caracterização Climática Mensal 03 Precipitação total 04 Temperatura do Ar 05 Outros elementos 05 Vento 06 Radiação global 07 Referências Figura 1. Anomalia do campo da pressão atmosférica a superfície para o mês de Fevereiro de 2010, relativamente ao período de referência ( ) (NCEP/NCAR) Boletim Climatológico Mensal de Janeiro 2010 Produzido por Instituto de Meteorologia, I.P. Delegação Regional dos Açores Também disponível em RESUMO MENSAL Anticiclone dos Açores ainda mais fraco O mês de Fevereiro de 2010 foi caracterizado pela intensificação da anomalia negativa da pressão atmosférica à superfície verificada no mês anterior e que se estendia numa faixa do Atlântico Norte, Europa e Norte de África compreendida entre 20ºN e 55ºN (fig. 1). Na região dos Açores, a anomalia da pressão aumentou para -15 e -14 hpa. Esta anomalia resultou da continuação do enfraquecimento e deslocamento para sul do Anticiclone do Açores e da consequente aproximação da frente polar e das depressões associadas. Em consequência, verificou-se um aumento significativo da quantidade de precipitação relativamente aos valores normais e a ocorrência de eventos de precipitação extrema verificados quer nos Açores, quer na Madeira e no Continente. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 1/7

2 Resumo das Condições Meteorológicas À escala sinóptica, o mês de Fevereiro, caracterizou-se pela sucessiva passagem de depressões mais ou menos cavadas com sistemas frontais associados, maioritariamente de actividade moderada a forte. Na primeira década, a situação dos dias 3 a 7, deveu-se à aproximação e passagem de uma depressão cavada com um sistema frontal associado, destacando-se as rajadas de cerca de 110 km/h no Pico e nas Lajes (dia 5), a precipitação de 10 mm acumulada em 1 hora nas Flores (dia 5) e agitação marítima de 8 a 9 metros no Grupo Ocidental. Trovoadas frequentes e dispersas e aguaceiros de granizo ocorreram em todo o Arquipélago, tendo ainda sido observada a temperatura mínima do ar de 9 ºC (Faial e Pico). Na segunda década, a situação dos dias 12 a 18, correspondeu a um sistema complexo de baixas pressões, abrangendo a região dos Açores com sistemas frontais de actividade moderada a forte, destacando-se o vento médio de 61 km/h registado na Corvo e Faial (dia 12) e a precipitação de cerca de 20 mm acumulados em 1 hora em S. Miguel/Nordeste (dia 13). Saliente-se a ocorrência de trovoadas especialmente em Santa. Maria e a temperatura mínima do ar de 6 ºC (S. Jorge e Graciosa). Na terceira década, nos dias 20 a 27, o estabelecimento de um novo sistema complexo de baixas pressões abrangendo a região dos Açores, com sistemas frontais de actividade moderada a forte, permitiu registar o vento médio de cerca de 65 km/h no Corvo e Pico (dias 21, 22 e 24), rajadas máximas de cerca de 110 km/h registadas na Graciosa e Santa Maria (dia 22), bem como precipitação superior a 10 mm acumulada em 1 hora nas Flores e Faial (dias 21 e 23). De novo a ocorrência de trovoadas especialmente em Santa Maria e a temperatura mínima do ar de 1,8ºC no Faial. Há ainda a salientar a ocorrência de aguaceiros de granizo (Fores e S. Miguel) e queda de neve (Flores, Faial, Pico, Terceira e S. Miguel). A agitação marítima média caracterizou-se por ondulação de 4 a 5 metros de oeste nos Grupos Ocidental e Central e 4 metros de oeste no Grupo Oriental. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 2/7

3 1. Precipitação total Caracterização Climática Mensal No gráfico da figura 2 representa-se para o mês de Fevereiro e no período , os desvios relativos das quantidades de precipitação em relação ao período de referência de % 80% 60% 40% 20% 0% -20% -40% -60% -80% -100% Flores Angra do Heroísmo (Obs.) Ponta Delgada (Obs.) Figura 2. Anomalia relativa da quantidade total de precipitação nas Flores (Estação Meteorológica/Aeroporto), em Angra do Heroísmo (Observatório José Agostinho e em Ponta Delgada (Observatório Afonso Chaves) para o mês de Fevereiro relativamente ao período de Nesta figura, observa-se que o mês de Fevereiro registou uma anomalia positiva nos três locais. De notar que no caso de Flores e Ponta Delgada, os desvios positivos rondaram os 100%, correspondendo também em conjunto aos maiores desvios positivos registados nos últimos 11 anos. Estes resultados são consistentes com a anomalia negativa da pressão atmosférica à superfície referida anteriormente e que foi de tal forma significativa que configurou uma inversão no padrão normalmente observado nesta região. De referir que, em relação à precipitação acumulada no período Fevereiro de 2009 a Fevereiro de 2010, foram superados os valores acumulados Normais na maioria das ilhas, excepto na Graciosa e Santa Maria onde os valores observados acumulados representam cerca de 90% dos acumulados Normais para o mesmo período. O quadro 1 apresenta um resumo das observações da precipitação em todo o Arquipélago dos Açores para o mês de Fevereiro. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 3/7

4 Estação Quantidade de Precipitação (mm) N.º de dias Máx/Dia Total com prec. Flores 28 42,0/16 384,4 Horta 23 24,2/24 169,1 Pico 25 31,0/13 218,2 S. Jorge 23 42,0/13 215,7 Graciosa 23 21,4/21 144,7 Terceira 26 26,4/19 200,7 S. Miguel 25 39,3/16 221,6 St. Maria 25 5,6/11 173,5 Quadro 1. Resultados das observações da precipitação referentes ao mês de Fevereiro. Esta informação provém dos sistemas clássicos e automáticos instalados na rede do Instituto de Meteorologia (IM). A quantidade de precipitação acumulada em 24 horas variou entre um máximo de 384,4 mm nas Flores (Estação Meteorológica da Flores) e 144,7 mm na Graciosa (Estação Meteorológica da Graciosa), sendo ambos os totais superiores aos totais do período de referência para as mesmas estações. 2. Temperatura do Ar De forma idêntica, o gráfico das figuras 3 representa-se para o mês de Fevereiro e no período , os desvios das temperaturas médias do ar em relação ao período de referência de ºC Flores Angra do Heroísmo (Obs.) -2.0 Ponta Delgada (Obs.) Figura 3. Anomalia da temperatura do ar nas Flores (Estação Meteorológica /Aeroporto), em Angra do Heroísmo (Observatório José Agostinho e em Ponta Delgada (Observatório Afonso Chaves) para o mês de Fevereiro de 2010 relativamente ao período de Observa-se que o mês de Fevereiro de 2010 apresentou uma anomalia negativa nos três locais. Esta situação, quebra um período de pelo menos dez anos consecutivos ( ) de anomalias positivas da temperatura média do ar. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 4/7

5 Este resultado resulta do efeito da predominância das massas de ar polar marítimo, associadas as depressões polares que invadiram a região com particular frequência. Estação Temperatura Mensal ( o C) Máx/Dia Min./Dia Média Flores 18,7/10 5,9/27 17,1 Horta 17,4/03 1,8/27 13,6 Pico 18,5/19 5.4/27 12,9 S. Jorge 18,0/06 3,7/27 12,2 Graciosa 18,9/06 4,8/18 12,4 Terceira 17,2/21 5,6/27 12,8 S. Miguel 20,0/06 7,2/28 13,8 St. Maria 18,5/05 5,2/25 14,4 Quadro 2. Resultados das observações da temperatura do ar referentes ao mês de Fevereiro. Esta informação provém dos sistemas clássicos e automáticos instalados na rede do Instituto de Meteorologia (IM). O quadro 2 apresenta um resumo das observações da temperatura em todo o Arquipélago dos Açores. O valor médio da temperatura do ar variou entre 12,2ºC em S. Jorge e 17,1ºC nas Flores. As temperaturas mínima e máxima do ar foram, respectivamente, 1,8ºC no Faial (Centro Meteorológico do Aeroporto) e 20,0ºC em S. Miguel (Observatório Afonso Chaves). Sendo a temperatura máxima (20,0ºC) inferior à máxima observada no período de referência (20,8ºC), já a mínima (1,8ºC) foi inferior à mínima observada no mesmo período (4,9ºC). No Observatório da Horta foi registada no dia 27 uma temperatura mínima de 1,8 ºC, tendo-se verificado também a ocorrência de neve nos pontos mais altos do Faial. 3. Outros elementos 3.1 Vento Relativamente ao vento, verificou-se uma intensificação da componente de oeste, a qual pode ser ilustrada na rosa dos ventos da figura 4, a qual apresenta a distribuição por rumos e por classes de intensidade o vento registado na estação da Nordela em Ponta Delgada. De facto, 70.2% dos valores encontram-se no sector com componente oeste (NNW-SSW), sendo que o máximo de frequência corresponde ao rumo W, com 22,87 %. Por outro lado, o vento foi maioritariamente moderado a fresco, sendo que no rumo mais predominante o vento fresco (10,7-20,7 m/s) foi o mais frequente. Em resumo, pode dizer-se que o vento foi predominantemente moderado a fresco de oeste. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 5/7

6 Figura 4. Rosa-dos-ventos para o mês de Fevereiro de 2010, correspondente aos valores registados na Estação Meteorológica Automática da Nordela em Ponta Delgada. A separação entre os círculos concêntricos é de 5%. 3.2 Radiação Global Quanto a irradiação global mensal (fig. 5), o valor mais elevado foi registado como habitual em S. Maria. No entanto, a diferença desta estação, relativamente as restantes sugere uma maior influência da nebulosidade de origem frontal que deverá ter afectado as estações mais a norte do arquipélago. Em resumo, as estações de S. Miguel e do Grupo Central registaram valores de irradiância semelhantes, contrastando com os registados em S. Maria e Flores. Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 6/7

7 Flores Graciosa Pico Horta Nordeste S.Maria kj/m2 Figura 5. Irradiação global mensal para o mês de Fevereiro de 2010 para várias estações dos Açores. Referências Kalnay, E. and Coauthors, 1996: The NCEP/NCAR Reanalysis 40-year Project. Bull. Amer. Meteor. Soc., 77, Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 7/7

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