GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL STDS Área de Gestão do SUAS e Assessoramento aos Municípios

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1 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL STDS Área de Gestão do SUAS e Assessoramento aos Municípios O SUAS NO CEARÁ Março ' '

2 Apresentação O presente documento foi elaborado com base na Política Estadual de Assistência Social -PEAS e Sistema Estadual de Assistência Social SEAS, tem como objetivo demonstrar os compromissos e normas da STDS em relação à execução da Política Estadual de Assistência Social no Ceará, no que tange à organização da Proteção Social Básica e Especial de média e alta complexidade e os critérios e pisos de cofinanciamento dos serviços, benefícios, programas e projetos bem como os respectivos mecanismos de transferência de recursos e de comprovação de execução técnico-físico e financeiro. 2' '

3 PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA A execução das ações da Política de Assistência Social na proteção social básica é de responsabilidade dos municípios, cabendo aos estados o cofinanciamento e a realização de assessoria e capacitação dos trabalhadores, visando a garantir a qualidade dos serviços, programas, projetos e benefícios. Nessa direção, a STDS intensificará o redirecionamento dos serviços e das unidades de Proteção Social Básica, para a Proteção Social Especial e para a Política do Trabalho. Quanto ao assessoramento e capacitação técnica, será realizada a seguinte metodologia: 1. o assessoramento à gestão da política municipal de assistência social será realizado pela área de assessoramento aos municípios; 2. o assessoramento para o funcionamento operacional dos serviços é de responsabilidade da Coordenadoria de Proteção Social Básica; 3. a capacitação técnica será desenvolvida de forma regionalizada para gestores, técnicos e conselheiros, mediante planos de capacitação previamente pactuados e aprovados na CIB e CEAS, respectivamente; 4. a capacitação técnica para o controle social da gestão da Política Municipal de Assistência Social será realizada pela área de assessoramento aos municípios. O cofinanciamento dos serviços da proteção social básica será realizado para o Serviço de Atendimento Integral às Famílias PAIF e dos Benefícios Eventuais. A partilha e transferência de recursos da assistência social tem horizonte de execução previsto para cofinanciar os 184 municípios cearenses no período 2008 a 2011, constante no PPA da STDS e terá como parâmetro as normas e critérios na sequência descritas. 1 1Dados atualizados: Cofinanciamento pelo Estado em Benefícios Eventuais - BE :67 municípios, PAIF 103 municípios. 3' '

4 PARTILHA DE RECURSOS: O Estado do Ceará cofinancia a proteção social básica por meio dos benefícios eventuais e do serviço de proteção e atendimento integral à família (PAIF), os quais terão valores diferenciados, conforme suas peculiaridades. O valor do cofinanciamento do PAIF tem como referência o percentual de 50% (cinquenta por cento) do valor do piso básico fixo utilizado pela União, por família referenciada nos CRAS, em conformidade com o seu porte populacional, conforme o quadro. PORTE DO MUNICÍPIO Nº DE FAMÍLIAS REFERENCIADAS NO TERRITÓRIO DO CRAS Pequeno Porte I Pequeno Porte II Médio, grande e metrópole No que se refere aos benefícios eventuais, o valor do cofinanciamento é dimensionado com base em pesquisa direta de custos e do referencial de gastos efetuados pelos municípios com essa rubrica. Com suporte nos estudos ora descritos em 2008, foi adotado o valor inicial de R$ 0,30/mês por família referenciada no CRAS. Este valor deverá ser atualizado periodicamente. OPERACIONALIZAÇÃO DO COFINANCIAMENTO: Em respeito às prerrogativas legais, juntamente com os princípios democráticos que zelam pela participação, transparência, descentralização político-administrativa e controle social, em consonância com o pressuposto de que o cofinanciamento deve ter como base os diagnósticos socioterritoriais. A STDS demandou, junto ao Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará IPECE, a criação do Índice de Vulnerabilidade Municipal Composto, que resultou na elaboração da Nota Técnica nº 23 do IPECE (Anexo nº 01). A formulação desse índice, que é o resultado da média ponderada dos indicadores municipais de vulnerabilidade social, natalidade, mortalidade e receita corrente líquida, baseou-se na metodologia recomendada pela Norma Operacional Básica NOB/ SUAS do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS, e nas recomendações da Resolução nº 212/2006, do Conselho Nacional de Assistência Social CNAS. Foram classificados e 4' '

5 hierarquizados os municípios que possuem a maior necessidade de recursos para atender a população com os benefícios eventuais e no serviço de atenção integral às famílias. CRITÉRIOS DE PARTILHA: A STDS definiu como critérios para cofinanciamento e hierarquização dos municípios os seguintes indicadores: o Porte Populacional dos Municípios, que definirá a porcentagem dos recursos do Fundo Estadual de Assistência Social FEAS para cada grupo de municípios, de acordo com seu porte populacional; e o Índice de Vulnerabilidade Municipal Composto, que definirá a hierarquização dos municípios para o cofinanciamento. CLASSIFICAÇÃO DOS MUNICÍPIOS SEGUNDO O PORTE POPULACIONAL: Para essa classificação, os municípios são agrupados consoante à proporção da população do município com relação ao total da população do Estado do Ceará, de acordo com as orientações da NOB / SUAS. O percentual de municípios cearenses em cada classe (pequeno I e II, médio, grande e metrópole) foi agregado à porcentagem de recursos que serão destinados pelo FEAS. INDICADORES UTILIZADOS PARA ELABORAÇÃO DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL MUNICIPAL COMPOSTO - IVMC: Taxa de Vulnerabilidade Social do Município TVS (peso 2); Taxa de Mortalidade (peso 1); Taxa de Natalidade (peso 1); e Receita Corrente Líquida per capita (peso 1). Desta forma, o índice varia entre zero e cinco, no sentido de que, quanto maior for o valor deste índice, maior a vulnerabilidade do município. Com apoio no cálculo deste indicador para todos os municípios, foi possível realizar a hierarquização dentro das respectivas classes de porte populacional. 5' '

6 ORDENAMENTO DA PARTILHA DE RECURSOS: Dadas as restrições orçamentárias que inviabilizam o cofinanciamento nos 184 municípios em apenas um exercício financeiro, necessário se faz um ordenamento na partilha de recursos, considerando etapas, conforme os critérios de partilha. 1 Distribuição dos recursos disponíveis de acordo com o porte populacional, conforme tabela 01 (nota técnica do IPECE nº 23). Tabela 01: Número de municípios e respectivas populações, segundo o porte populacional e a porcentagem de recursos do FEAS: PORTE POPULACIONAL MUNICÍPIOS POPULAÇÃO % DE REC Número % Número % FEAS Pequeno I (até hab.) 92 50, ,36 14 Pequeno II ( a hab.) 59 32, ,86 25 Médio ( a hab.) 25 13, ,55 18 Grande ( a hab.) 7 3, ,90 14 Metrópole (mais de hab.) 01 0, ,33 29 Ceará , Fonte: IPECE/IBGE 2 Definido o valor a ser partilhado aos municípios de acordo com o porte populacional, será realizada a priorização dos municípios a serem cofinanciados (conforme tabelas 02 a 06 da nota técnica nº 23 do IPECE). Os pisos serão distribuídos entre os municípios, conforme valores previstos no item da partilha dos recursos, até onde findarem os recursos financeiros disponíveis para cada porte populacional. Os demais municípios serão contemplados na próxima partilha, conforme a disponibilidade financeira. O Estado poderá cofinanciar em cada município o número de CRAS mínimo estabelecido na NOB / SUAS nacional, de acordo com o porte populacional, conforme tabela abaixo, porém, o financiamento inicial se dará apenas em 1 CRAS por município, até que os 184 municípios sejam beneficiados. Dessa regra, excetua-se o Município de Fortaleza, que, por ser metrópole e possuir alto índice populacional e migratório, poderá ter o cofinanciamento de oito CRAS, número mínimo dessa unidade de referência, que deve estar em funcionamento, conforme estabelecido na NOB/SUAS para as metrópoles aderirem ao SUAS. PORTE POPULACIONAL PEQUENO PORTE I PEQUENO PORTE II MÉDIO PORTE GRANDE PORTE METRÓPOLES Nº DE CRAS Mínimo de 01 CRAS Mínimo de 01 CRAS Mínimo de 02 CRAS Mínimo de 04 CRAS Mínimo de 08 CRAS 6' '

7 Caso todos os municípios de um mesmo porte populacional tenham sido atendidos com o cofinanciamento do Estado de pelo menos um CRAS, o recurso será destinado aos demais municípios independentemente do porte, obedecida a ordem do IVMC. ORDENAMENTO DAS PRIORIDADES: Terão prioridade para o cofinanciamento em 2008, no serviço de proteção e atendimento integral à família - PAIF, os municípios que atendam aos critérios de partilha e que estiverem, no mínimo, em Gestão Básica no SUAS. Para o cofinanciamento dos benefícios eventuais, a ordem de prioridade será realizada conforme os critérios de partilha. Outros critérios específicos poderão ser utilizados na partilha dos recursos, conforme a necessidade e a realidade do momento, mediante pactuação e aprovação na CIB e CEAS. 2.1 CONDIÇÕES DE ACESSO DOS MUNICÍPIOS AO COFINANCIAMENTO DO ESTADO No sentido de fortalecer a corresponsabilidade e atender as orientações da NOB/SUAS, os municípios deverão comprovar o cumprimento de condicionalidades em conformidade com o quadro seguinte. CONDICIONALIDADE Constituir unidade orçamentária para o Fundo de Assistência Social Comprovar a execução orçamentária e financeira dos recursos próprios do tesouro e recebidos em cofinanciamento destinados à assistência social, aprovado pelo Conselho Municipal de Assistência Social Comprovar o acompanhamento e controle da gestão da assistência social pelo Conselho Municipal de Assistência Social - CMAS INSTRUMENTO DE COMPROVAÇÃO Lei de criação e decreto de regulamentação do Fundo de Assistência Social; Cópia do orçamento municipal de assistência social Balanço sintético da execução financeira da assistência social do ano anterior Resoluções do Conselho Municipal de Assistência Social aprovando: proposta orçamentária de Assistência Social; relatório da gestão; prestação de contas do FMAS do exercício anterior; plano de ação do cofinanciamento do Estado 7' '

8 Alimentar as bases do SUAS-WEB Alocar recursos do tesouro municipal na unidade orçamentária do Fundo Municipal de Assistência Social destinado ao serviço e ou benefícios cofinanciados pelo Estado Plano de Ação do cofinanciamento do Estado Cópia do plano de ação e do demonstrativo sintético do ultimo exercício das ações validadas pela União (MDS) por meio do SUAS-WEB Cópia do orçamento da assistência social Plano de Ação assinado pelo prefeito e/ou gestor da assistência social Regulamentação dos benefícios eventuais (para os municípios beneficiados com esse cofinanciamento) a partir do 2009 Resolução do CMAS aprovando a regulamentação; Lei instituindo os benefícios eventuais; Decreto de regulamentação dos benefícios eventuais contendo: destinação de recursos nos orçamentos municipais; perfil dos beneficiários ; coordenação e execução dos benefícios eventuais pelo Órgão Gestor de Assistência Social; cumprimento dos critérios e prazos da resolução nº 212 do CNAS, de 19 de outubro de 2006; e identificação dos benefícios eventuais implementados no município Caso o município selecionado para o cofinanciamento 2 não atenda, no todo ou em parte, às condicionalidades ora descritas, será selecionado para o próximo município do ranking dentro do mesmo porte populacional. A atualização desses instrumentais de comprovação deverá ser realizada anualmente quando da ocasião da renovação do plano de ação ou da apresentação da prestação de contas, conforme a natureza do instrumento, constituindo-se condição para a continuidade dos repasses dos recursos. 2 8' '

9 PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL Conforme a LOAS e a NOB / SUAS os estados como coordenadores da política em seu âmbito devem, além de estimular, prestar serviços de caráter regional, dar o necessário apoio aos municípios que não disponham de recursos materiais, humanos e financeiros suficientes para assumir a execução das ações e dos serviços. O SUAS estabeleceu responsabilidade alta à esfera estadual quanto ao cofinanciamento, assessoria e capacitação técnica das ações desenvolvidas em âmbito local, devendo executar diretamente as ações consideradas de maior complexidade ou de abrangência regional e/ou estadual. Assim, a STDS deverá realizar, progressivamente, a regionalização das unidades de alta complexidade mantidas, conforme o mapa de riscos sociais, de modo a adequá-las às normas do SUAS, ao Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária e ao Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE. A efetivação dos consórcios públicos para implantação e implementação de unidade de atendimento regional é outra meta a concretizar, uma vez que a gestão pública da Política de Assistência Social em âmbito regional é estratégia fundamental frente à escassez de recursos públicos, à diferenciada capacidade gerencial e fiscal dos entes federados, às profundas desigualdades socioeconômicas regionais e à natureza cada vez mais complexa dos problemas urbanos, ambientais e de desenvolvimento econômico territorial, que exigem soluções intersetoriais e intergovernamentais.(nob SUAS, 2005:96). O assessoramento à gestão da Política Municipal de Assistência Social será realizada pela área de assessoramento aos municípios. O assessoramento para o funcionamento operacional dos serviços é de responsabilidade da coordenadoria de Proteção Social Especial. A capacitação técnica será desenvolvida de forma regionalizada, para gestores, técnicos e conselheiros, mediante planos de capacitação previamente pactuados e aprovados na CIB e CEAS respectivamente. A capacitação técnica para o controle social e gestão da Política Municipal de Assistência Social será realizada pela área de assessoramento aos municípios. O cofinanciamento dos serviços da proteção social especial será realizado conforme os níveis de proteção especial de média e alta complexidade e terá como referência os seguintes critérios e normas: 9' '

10 3.1. Normas, Critérios e Pisos de Cofinanciamento da Proteção Social Especial PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE A proteção social especial de média complexidade tem como público indivíduos e famílias com direitos violados que se encontram em situação de risco pessoal e social em decorrência de abandono, violência física ou psicológica, abuso ou exploração sexual, cumprimento de medidas socioeducativas, situação de rua, trabalho infantil, situação de contingência, necessitando de cuidados especializados; deficiência ou processo de envelhecimento e outras formas de violação de direitos, cujos vínculos familiar e comunitário não foram rompidos. A proteção social especial tem como unidade de referência o Centro de Referência Especializado de Assistência Social CREAS. O CREAS é a unidade pública estatal para oferta de serviços especializados de média complexidade, com a função de coordenar e operar a referência e a contrarreferência com a rede de serviços socioassistenciais, demais políticas públicas e com o Sistema de Garantia de Direitos - SGD. É responsável pela oferta, orientação e apoio especializados e continuados a indivíduos e famílias com direitos violados. Tem a família como foco de suas ações, na perspectiva de potencializar sua capacidade de proteção e socialização de seus membros. No enfrentamento da situação de violação de direitos, o CREAS desenvolve os seguintes serviços: Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos PAEFI; Serviço Especializado em Abordagem Social; Serviço de Proteção Social aos (às) Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas de Liberdade Assistida (LA) e/ou de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC); Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias; e Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. Esses serviços são realizados por meio das ações de Busca ativa; Acolhida; Diagnóstico da Situação; Plano de Atendimento; Acompanhamento Psicossocial e Articulação Intersetorial. O serviço de proteção e atendimento especializado a famílias e indivíduos - PAEFI busca a intervenção no sentido de superar as situações de violência intrafamiliar (física, psicológica, negligência grave); abuso sexual intra e extrafamiliar; exploração sexual e suas consequências, 10' '

11 situações de crianças e adolescentes em cumprimento de medidas de proteção, bem como as situações de trabalho infantil, por meio de: identificação do fenômeno e riscos decorrentes; proteção imediata; acompanhamento técnico especializado e individualizado; resgate de direitos e prevenção do agravamento da situação; potencialização dos recursos para o enfrentamento da situação de violência; fortalecimento da autoestima e o protagonismo; encaminhamentos para a responsabilização; articulação com autoridade judiciária e demais agentes do SGD. O serviço especializado em abordagem social é ofertado de forma continuada e programada, com a finalidade de assegurar trabalho social de abordagem e busca ativa, identificando nos territórios a incidência de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, situação de rua e outras. Deve encaminhar a resolução de necessidades imediatas, promover a inserção na rede de serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas na perspectiva da garantia dos direitos. O serviço de acompanhamento aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas de LA e PSC tem por finalidade prover a atenção socioassistencial aos adolescentes autores de ato infracional com sanções aplicadas, conforme previsto no artigo 112 do Estatuto da Criança e Adolescente. O serviço deve articular as políticas intersetoriais no plano local; fortalecer as redes sociais de apoio do adolescente e de sua família, de modo a possibilitar-lhes maior participação na vida comunitária. Deve ainda, definir estratégias metodológicas para o atendimento e fluxos de articulação em compatibilização com o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE. O Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência,Idosos (as) e suas Famílias têm por finalidade promover a autonomia, inclusão social e melhoria da qualidade de vida às pessoas idosas e com deficiência, com algum grau de dependência, que requeiram cuidados permanentes ou temporários. A ação deve ser pautada no reconhecimento do potencial da família e do cuidador, na aceitação e valorização da diversidade e na redução da sobrecarga do cuidador, decorrente da prestação de cuidados diários prolongados. O serviço deve ser prestado no domicílio e/ou em centros-dias, por equipe específica e habilitada, a qual conta com cuidador domiciliar. O Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua é ofertado para aqueles que utilizam as ruas como espaço de moradia e/ou sobrevivência. Deve promover o acesso a espaços de guarda de pertences, de higiene pessoal, de alimentação e provisão de documentação civil e proporcionar endereço institucional para utilização, como referência, do usuário. Tem a 11' '

12 finalidade de assegurar atividades direcionadas para o desenvolvimento de sociabilidades, na perspectiva de fortalecimento de vínculos interpessoais e/ou familiares que ensejem a elaboração de novos projetos de vida. CRITÉRIOS DE PARTILHA DA PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE O Estado cofinanciará a proteção social especial de média complexidade por intermédio dos Serviços ofertados nos centros de referência especializados de assistência social CREAS, conforme a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, em âmbito municipal e regional, de acordo com os seguintes critérios: CREAS MUNICIPAL: Conforme a disponibilidade orçamentária, o cofinanciamento seguirá a ordem hierárquica dos municípios que apresentarem: maior índice de riscos sociais e pessoais IRIS, calculado por meio do cruzamento das incidências de casos de violação de direitos em relação ao número do segmento populacional em situação de risco pessoal e social, conforme mapa dos riscos sociais e pessoais do Estado do Ceará (anexo 2); demanda mínima de atendimento a 50 famílias; existência do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente e do Conselho Tutelar em pleno funcionamento; e Termo de Compromisso para implantação dos Conselhos do Idoso e da Mulher. Nos municípios onde não constarem notificação dos casos de risco social, no mapa dos riscos sociais e pessoais do Ceará, a incidência desses casos deverá ser comprovada, por declaração das notificações, pelo Poder Judiciário, Ministério Público, Delegacia de Polícia ou Conselho Tutelar. Nesse caso, o município entrará no ranking do mapa de riscos sociais e pessoais e concorrerá na próxima partilha de recursos, de acordo com a ordem hierarquica do seu IRIS. Em caso de empate, serão utilizados os seguintes critérios, por ordem de prioridade: 1. maior índice de violação de direitos envolvendo crianças e adolescentes em relação ao número total desse segmento populacional, de acordo com o Artigo 227 da Constituição Federal e o parágrafo único do Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente; 12' '

13 2. presença de CREAS em funcionamento no município com recursos próprios; 3. municípios em regiões portuárias, turísticas, ribeirinhas, litorâneas, localizadas em entroncamentos rodoviários e com obras de impacto em andamento; e 4. maior índice de vulnerabilidade municipal composto. Outros critérios específicos poderão ser utilizados na partilha dos recursos, conforme a necessidade e a realidade do momento, mediante pactuação e aprovação na CIB e CEAS. CREAS REGIONAL: O Estado ofertará os serviços em âmbito regional para os municípios que apresentarem demanda de atendimento aos serviços do CREAS inferior a 50 famílias, por intermédio de consórcio público ou de outra forma de acordo firmado com os municípios vinculados quanto às responsabilidades de cada ente federado. O CREAS regional deverá vincular no máximo cinco e no mínimo dois municípios distantes até 100 km do município-sede do CREAS e referenciar 80 famílias. O município-sede do CREAS Regional será, prioritariamente, o que estiver em localização de melhor acesso aos demais municípios vinculados e, possuir rede do sistema de garantia de direitos melhor estruturada. A gestão e a gerência administrativa, técnica e financeira poderá ser realizada pelo estado, de forma compartilhada entre os municípios vinculados, por meio de conselho gestor ou pelo município sede. conforme pactuação. Porém, em quaisquer circunstâncias o estado é responsável pela coordenação do CREAS regional. A implantação dessa unidade de referência será precedida de pactuação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e deliberação no Conselho Estadual de Assistência Social CEAS. Para o município ser vinculado ao CREAS regional, será necessária a prévia deliberação do respectivo Conselho Municipal de Assistência Social CMAS e, conforme estabelece o Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferência de Renda, instituir equipes técnicas ou, no mínimo, designar um técnico de referência da proteção social especial. Essa equipe ou o técnico deverá realizar interface entre as famílias e pessoas em situação de risco pessoal e social acompanhadas pelo CREAS regional, auxiliando, ainda na identificação da demanda e na articulação da rede municipal. A implantação de CREAS regionalizados, conforme a disponibilidade orçamentária, seguirá a ordem hierárquica dos municípios que apresentarem: 13' '

14 maior incidência de riscos sociais na região em relação ao número dos segmentos populacionais em situação de risco pessoal e social da região IRIS Regional. Em caso de empate, será utilizado como critério de priorização: 1. maior incidência de violação de direitos na região envolvendo crianças e adolescentes em relação ao número total desse segmento populacional na região, de acordo com o Artigo 227 da Constituição Federal e o parágrafo único do Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente; 2. região com maior número de municípios com casos de violação de direitos inferior a 50 famílias; e 3. maior índice de vulnerabilidade municipal composto da região. Outros critérios específicos poderão ser utilizados na partilha dos recursos, conforme a necessidade e a realidade do momento, mediante pactuação e aprovação na CIB e CEAS. PISOS DE COFINANCIAMENTO: O piso de cofinanciamento dos serviços ofertados nos CREAS municipais será o PISO FIXO DA MÉDIA COMPLEXIDADE I e nos serviços ofertados nos CREAS regionais PISO FIXO DA MÉDIA COMPLEXIDADE II, cujos valores serão de acordo com o âmbito de atendimento (municipal ou regional): nos CREAS municipais, o valor do piso fixo da média complexidade I será de 50% do valor cofinanciado pela União; e nos CREAS regionais, em razão do elevado custo dos serviços, o piso fixo da média complexidade II corresponderá ao mesmo valor cofinanciado pela União, ou seja, 100% (cem por cento) do praticado pela instância federal. 14' '

15 PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE ALTA COMPLEXIDADE A proteção social especial de alta complexidade tem por finalidade garantir a segurança de acolhida a indivíduos e famílias que se encontram sem referência, ameaçados ou necessitem ser retirados de seu núcleo familiar e comunitário. Visa, portanto, à proteção integral - moradia, higienização e trabalho protegido, mediante serviços ofertados em acolhimento institucional (abrigos, albergues, casa lar, casa de passagem), repúblicas, família acolhedora, bem como unidades de semiliberdade, internação provisória e sentenciada para execução das medidas socioeducativas restritivas e privativas de liberdade, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. A proteção social especial de alta complexidade prioriza a formulação de novos modelos de atenção e/ou acolhimento dos indivíduos que não contam mais com a proteção e o cuidado de suas famílias. Para a população em situação de rua, são priorizados os serviços que possibilitam a organização de um novo projeto de vida, bem como a aquisição de referências na sociedade e a conscientização dos direitos e deveres de cidadania. A proteção social especial, conforme a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, é responsável pela execução dos seguintes serviços: Serviço de Acolhimento Institucional; Serviço de Acolhimento em República; Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora; e Serviço de Proteção em Situações de Calamidades Públicas e de Emergências. O Serviço de Acolhimento Institucional deve ofertar o acolhimento em diferentes tipos de equipamentos, destinados a famílias e/ou indivíduos com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, a fim de garantir proteção integral, por meio das seguintes unidades de atendimento: casa-lar, caracterizada como unidade residencial onde uma pessoa ou casal trabalha como educador/cuidador residente, prestando cuidados a um grupo de até dez usuários (crianças, adolescentes ou idosos); casa de passagem - unidade institucional de passagem para oferta de acolhimento imediato e emergencial para adultos e famílias; abrigo institucional - unidade institucional semelhante a uma residência, destinada a crianças, adolescentes, adultos e famílias, mulheres em situação de violência e idosos; e residência inclusiva, caracterizada como unidade residencial destinada a jovens e adultos com deficiência que não dispõem de condições de autossustentabilidade, de retaguarda familiar ou que estejam em processo de desligamento de instituições de longa permanência. 15' '

16 Essas unidades devem ser inseridas na comunidade com características residenciais, em ambiente acolhedor e estrutura física adequada. Devem ser organizadas de forma a atender aos requisitos previstos nos regulamentos e às necessidades dos usuários, oferecendo condições de habitabilidade, higiene, salubridade, segurança, acessibilidade e privacidade. O Serviço de Acolhimento em República é destinado a jovens, prioritariamente entre 18 e 21 anos, após desligamento de serviços de acolhimento, adultos em processo de saída das ruas e idosos que tenham capacidade de gestão coletiva da moradia e condições de desenvolver, de forma independente, as atividades da vida diária, mesmo que requeiram o uso de equipamentos de autoajuda. O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora tem a finalidade de receber, em residências de famílias cadastradas, crianças e adolescentes, afastados da família por medida de proteção. O Serviço deve ser organizado conforme os princípios, diretrizes e orientações do Estatuto da Criança e do Adolescente e do documento Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes. O atendimento deve envolver o acompanhamento às famílias de origem, com vistas à reintegração familiar. O Serviço de Proteção em Situações de Calamidades Públicas e de Emergências deve promover apoio e proteção à população atingida por situações de emergência e calamidade pública, com a oferta de alojamentos provisórios, atenções e provisões materiais, conforme as necessidades detectadas. CRITÉRIOS DE PARTILHA DA PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE ALTA COMPLEXIDADE O Estado do Ceará cofinanciará, conforme a disponibilidade orçamentária, os Serviços de Acolhimento Institucional, Família Acolhedora, Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua, Serviço de Acolhimento em República e o Serviço de Proteção em Situações de Calamidades Públicas e de Emergências, de acordo com a necessidade, a capacidade de atendimento dessas unidades e com a normatização nacional. 16' '

17 UNIDADES MUNICIPAIS Conforme a disponibilidade orçamentária, o Estado cofinanciará os serviços ofertados nas unidades de acolhimento em âmbito local com capacidade mínima de dez usuários e seguirá a ordem hierárquica dos municípios que apresentarem: maior incidência de casos de ruptura de vínculos familiares em relação ao número total de famílias no município; municípios que ofertam os serviços de acolhimento adequados ao Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito a Convivência Familiar e Comunitária, ao Estatuto da Criança e do Adolescente, ao Estatuto do Idoso e aos parâmetros do documento Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes ; existência do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente e do Conselho Tutelar em pleno funcionamento; e Termo de Compromisso para implantação dos Conselhos do Idoso e da Mulher. Nos municípios onde não constar notificação, no mapa de risco social do Ceará, dos casos de indivíduos e/ou família sem referência e /ou ameaçados que necessitem ser retirados de seu núcleo familiar e comunitário, a incidência dos casos deverá ser comprovada, mediante declaração das notificações, pelo Poder Judiciário, Ministério Público, Delegacia de Polícia ou Conselho Tutelar.Nesse caso, o município entrará no ranking do mapa de riscos sociais e pessoais e concorrerá na próxima partilha de recursos, de acordo com a sua ordem hierarquica. Em caso de empate serão utilizados como critérios, por ordem de prioridade: 1. municípios que apresentarem maior incidência de ruptura de vínculos familiares envolvendo crianças e adolescentes, de acordo com o Artigo 227 da Constituição Federal e o parágrafo único do Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente; e 2. municípios de maior Índice de Vulnerabilidade Municipal Composto. Outros critérios específicos poderão ser utilizados na partilha dos recursos, conforme a necessidade e a realidade do momento, mediante pactuação e aprovação na CIB e CEAS. 17' '

18 UNIDADES REGIONAIS A implantação e o cofinanciamento dos serviços ofertados nas unidades regionalizadas de alta complexidade serão realizados para referenciar municípios com demanda inferior a dez casos de ruptura de vínculos familiares, mediante consórcio público ou de acordo firmado com os municípios referenciados quanto às responsabilidades de cada ente federado. Conforme a disponibilidade orçamentária, seguirá esse processo a ordem hierárquica das regiões que apresentarem: região com maior número de municípios com casos de ruptura de vínculos familiares em relação ao número de famílias da região, com municípios que apresentam menor índice de casos de ruptura de vínculos familiares em relação ao número total de famílias. Por apresentarem demanda pequena não justifica a implantação de unidades municipais. Em caso de empate, o critério de priorização recairá em regiões que apresentarem maior incidência de casos envolvendo crianças e adolescentes, de acordo com o Artigo 227 da Constituição Federal e o parágrafo único do Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente. Outros critérios específicos poderão ser utilizados na partilha dos recursos, conforme a necessidade e a realidade do momento, mediante pactuação e aprovação na CIB e CEAS. A gestão e a gerência administrativa, técnica e financeira poderá ser realizada pelo estado, de forma compartilhada entre os municípios vinculados, por meio de conselho gestor ou pelo município sede. conforme pactuação. Porém, em quaisquer circunstâncias o estado é responsável pela coordenação dos serviços ofertados nas unidades regionais de proteção social especial de alta complexidade. A implantação dessas unidades de acolhimento deverá ser precedida de pactuação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e deliberação no Conselho Estadual de Assistência Social CEAS. Para o município ser vinculado, será necessária a prévia deliberação do respectivo Conselho Municipal de Assistência Social CMAS e, conforme estabelece o Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferência de Renda, instituir equipes técnicas ou, no mínimo, designar um técnico de referência da proteção social especial. Essa equipe ou o técnico deverá realizar interface entre as famílias e pessoas em situação de risco pessoal e social com vínculos familiares rompidos e a equipe da unidade de acolhimento regional, auxiliando, ainda na identificação da demanda e na articulação da rede municipal. 18' '

19 PISOS DE COFINANCIAMENTO O piso de cofinanciamento dos serviços ofertados nas unidades de alta complexidade será o PISO VARIÁVEL DA ALTA COMPLEXIDADE, cujo valor será de acordo com o serviço, a capacidade e o custo de atendimento. Em quaisquer circunstâncias, seguirá o disposto nos incisos de I a IV do Art. 3º da Portaria nº 460/2007: Os valores de referência do cofinanciamento federal do Piso de Alta Complexidade I passarão a ser de: I - R$ 1.460,00 para Municípios de pequeno porte I e II, para capacidade instalada de, no mínimo, 20 (vinte) vagas em serviços de acolhimento; II - R$ 3.400,00 para Municípios de médio porte, para capacidade instalada de, no mínimo, 40 (quarenta) vagas em serviços de acolhimento; III - R$ 9.000,00 para Municípios de grande porte, para capacidade instalada de, no mínimo, 100 (cem) vagas em serviços de acolhimento; IV - R$ ,00 para as Metrópoles e o Distrito Federal, para capacidade instalada de, no mínimo, 200 (duzentas) vagas em serviços de acolhimento. E ainda no Parágrafo único do Art. 10, da Portaria 431/2008, do MDS, e em outras normatizações que vierem alterá-las e/ou complementá-las: 19' ' Art. 10. O cofinanciamento federal do Piso de Alta Complexidade II será expandido para todos os Municípios com mais de duzentos e cinqüenta mil habitantes e para todas as capitais dos Estados, independente do número populacional, mediante manifestação de interesse do Município, por meio de aplicativo especifico da rede SUAS. Parágrafo único. Os valores de referência do cofinanciamento federal do Piso de Alta Complexidade II passarão a ser, a contar de novembro de 2008, de: I - R$ ,00 (vinte mil reais) mensais para metrópoles, com garantia de capacidade de atendimento a, no mínimo, duzentos indivíduos ou famílias; II - R$ ,00 (dez mil reais) mensais para municípios acima de trezentos mil habitantes, com garantia de capacidade de atendimento a, no mínimo, cento de cinqüenta indivíduos ou famílias; III - R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais) mensais para os demais municípios, com garantia de capacidade de atendimento de, no mínimo, cem indivíduos ou famílias.

20 Nas unidades municipais o valor do Piso Variável da Alta Complexidade será de 50% do valor cofinanciado pela União nos Pisos da Alta Complexidade I e II conforme a situação; Nas unidades regionais, em razão do custo alto dos serviços, o Piso Variável da Alta Complexidade corresponderá ao mesmo valor cofinanciado pela União, ou seja, 100% do praticado pela instância federal nos Pisos da Alta Complexidade I e II, conforme o tipo de serviço e atendimento. CONDIÇÕES DE ACESSO DOS MUNICÍPIOS AO COFINANCIAMENTO DO ESTADO: No sentido de fortalecer a corresponsabilidade e atender as orientações da NOB / SUAS, os municípios deverão comprovar o cumprimento de algumas condicionalidades, conforme o quadro a seguir: CONDICIONALIDADE 1. Criar unidade orçamentária para o Fundo de Assistência Social INSTRUMENTO DE COMPROVAÇÃO CNPJ do Fundo de Assistência Social Cópia do orçamento municipal de Assistência Social 2. Comprovar a execução orçamentária e financeira dos recursos próprios do tesouro e recebidos em cofinanciamento destinados a assistência social aprovada pelo Conselho 3. Comprovar o acompanhamento e controle da gestão da assistência social aprovada pelo Conselho Balanço sintético da execução financeira da Assistência Social do ano anterior Resoluções do Conselho Municipal de Assistência Social aprovando: proposta orçamentária de assistência social; relatório da gestão; prestação de contas do FMAS do exercício anterior; plano de aplicação de recursos; e plano de ação do cofinanciamento da Proteção Especial de Média e/ou Alta complexidade 4. Alimentar as bases do SUAS / WEB Cópia do plano de ação e do demonstrativo sintético das ações validadas pela União (MDS) através do SUAS / WEB 5. Recursos na unidade orçamentária do Fundo Municipal de Assistência Social de no mínimo 50% do valor financiado pelo Estado 6. Plano de Ação do Cofinanciamento da Proteção Especial de Média e Alta Complexidade Cópia do orçamento da assistência social Plano de Ação assinado pelo prefeito e/ou gestor assistência social da 20' '

21 7. Existência do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA e do Conselho Tutelar em pleno funcionamento 8. Compromisso de implantar o Conselho da Mulher e do Idoso, caso ainda não exista Lei de criação do CMDCA e do Conselho Tutelar Ato de nomeação dos conselheiros tutelares e do CMDCA Cópia das três últimas atas das reuniões desses conselhos Termo de Compromisso assinado pelo Gestor (a) Caso o município selecionado para o cofinanciamento não atenda, no todo ou em parte, as condicionalidades ora descritas, será selecionado para o cofinanciamento o próximo município do ranking mapa dos riscos sociais do Estado do Ceará. FINANCIAMENTO DE PROGRAMAS E PROJETOS O Estado do Ceará financiará, total ou parcialmente, programas e projetos não continuados de proteção social básica e/ou especial para as prefeituras municipais, entidades não governamentais, mediante concurso de projetos. Os critérios de seleção, objeto de pactuação na CIB e deliberação no CEAS, serão divulgados em edital específico com os valores de financiamento. As prefeituras e entidades selecionadas receberão os recursos mediante assinatura de termo de convênio, conforme disposto no inciso I do Art. 8º da Lei Estadual nº /1995. O repasse de recursos financeiros será realizado do FEAS para o FMAS com sistemática estabelecida no termo de convênio específico de cada programa e/ou projeto. FINANCIAMENTO DAS UNIDADES DE EXECUÇÃO DIRETA O financiamento das unidades de semiliberdade e internação provisória e sentenciada, por ser responsabilidade legal a execução dos serviços diretamente pelo Estado, terão financiamento próprio específico do tesouro estadual. A execução dos serviços nessas unidades será desenvolvida conforme estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE. As unidades serão regionalizadas de acordo com a demanda da região e a disponibilidade orçamentária do tesouro estadual. 21' '

22 MECANISMO DE TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS E COMPROVAÇÃO DA EXECUÇÃO TÉCNICA, FÍSICA E FINANCEIRA DO COFINANCIAMENTO DAS AÇÕES DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA E ESPECIAL Conforme o inciso III do art. 8º da Lei Estadual nº , de 23/12/2008, que alterou a Lei , de 31/12/1995, os recursos serão repassados de forma automática e continuada, do Fundo Estadual da Assistência Social FEAS, para o Fundo Municipal de Assistência Social - FMAS, de cada município cofinanciado por meio de conta específica em banco oficial, mediante preenchimento on line do plano de ação a ser disponibilizado no site da STDS. A prestação de contas dos recursos deverá ser realizada semestralmente junto ao FEAS, por intermédio da alimentação de aplicativo específico, RELATÓRIO DEMONSTRATIVO TÉCNICO,FÍSICO e FINANCEIRO, disponibilizado on line no site da STDS. O preenchimento do Plano de Ação e o Relatório Demonstrativo Técnico, Físico e Financeiro, on line, são condições para a continuidade dos repasses dos recursos. Os formulários do Plano de Ação e do Relatório Demonstrativo Técnico Físico e Financeiro deverão conter dados explicitando as modalidades de atendimento, a aplicação de recursos financeiros correspondentes, bem como informações que atualizem a execução dos instrumentais de comprovação das condicionalidades necessários aos acessos, pelos municípios, do cofinanciamento estadual. 22' '

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