Desenvolvimento de uma Interface em Realidade Virtual para Empreendimentos na Internet

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenvolvimento de uma Interface em Realidade Virtual para Empreendimentos na Internet"

Transcrição

1 Desenvolvimento de uma Interface em Realidade Virtual para Empreendimentos na Internet Plinio Thomaz Aquino Junior Claudio Kirner Tereza Gonçalves Kirner Fundação Eurípides Soares da Rocha Av. Higino Muzzi Filho, 529 ( ) Marília, São Paulo, Brasil Fone: (14) Fax: (14) {plinio, ckirner, RESUMO Este relato descreve a experiência de desenvolvimento de uma ferramenta para empreendimentos na internet, no qual produtos e empresas possam ser expostos utilizando uma interface em realidade virtual. Tais produtos e empresas podem ser explorados por imagens, textos, vídeos, ambientes tridimensionais estáticos e dinâmicos, utilizando mouse e teclado. Palavras-chave Realidade virtual, internet, comércio eletrônico, interface. 1. INTRODUÇÃO A implantação e funcionamento de empreendimentos de diferentes tipos, nas mais variadas áreas de aplicação, através da internet, vem crescendo exponencialmente, tanto a nível internacional como no Brasil. Ao mesmo tempo, novas tecnologias computacionais para desenvolvimento de software na internet, vem surgindo e tornando-se cada vez mais fáceis de serem empregadas com sucesso em sistemas de negócios. Entre as tecnologias atuais, destacam-se as de realidade virtual, que permitem a criação de interfaces inovadoras, como as citadas por Kirner (1996), com recursos de interação, navegação e imersão. O presente trabalho relata a experiência de desenvolvimento de uma ferramenta de interface para implantação de empreendimentos na internet, incluindo empresas virtuais e comércio eletrônico. A interface segue uma metáfora de shopping center, sendo capaz de abrigar um número ilimitado de empresas, além de disponibilizar espaços para divulgação de produtos através de outdoors, banners e representações animadas. A interface é uma construção tridimensional, modelada através de técnicas e linguagens de realidade virtual, que permite aos visitantes do Shopping navegar pelo ambiente, conhecer as empresas, ter informações sobre negócios e produtos e, dependendo da empresa, fazer compras através da internet. O foco principal do trabalho é o desenvolvimento da interface em realidade virtual, sendo que os aspectos de implantação e condução de negócios por comércio eletrônico não são discutidos. O item 2 deste trabalho apresenta uma visão geral da ferramenta de interface, aqui chamada de Shopping Virtual. O item 3 contém os principais aspectos de desenvolvimento da ferramenta. O item 4 apresenta as características presentes que possibilitam ser um sistema interativo. Algumas conclusões são apresentadas no item VISÃO GERAL DA FERRAMENTA DE INTERFACE O Shopping Virtual é uma ferramenta de interface tridimensional, com recursos de navegação e facilidades de interação, destinada a apoiar a criação e funcionamento de empreendimentos no ambiente da internet. O grande diferencial de criar-se um empreendimento (uma loja comercial, por exemplo) na internet, utilizando-se a ferramenta Shopping Virtual, é que a loja fará parte de um local virtual para visitas e compras, que poderá ser visualizada de maneira bem próxima do mundo real. No Shopping Virtual, podem ser alojados empreendimentos de diferentes tipos e portes, provenientes de qualquer localização, do país ou do exterior. As empresas são representadas

2 visualmente por construções tridimensionais, que poderão ser complementadas por slogans, imagens de produtos ou logotipos em suas fachadas. Além disso, é possível à empresa associar seu endereço no Shopping Virtual a uma home page ou domínio na internet que permita a realização de comércio eletrônico em diferentes níveis. A exposição de produtos ou serviços a serem comercializados pode ser obtida através de fotos em home pages padrão ou alternativamente, através de exposição tridimensional feita por meio de modelagem dos produtos oferecidos. O mundo virtual que compõe o Shopping Virtual apresenta dois espaços de navegação: o externo e o interno. A parte externa do Shopping é composta por uma Cidade Virtual tridimensional, com ruas, sinalizações de trânsito, outdoors, lojas, empresas, etc. Para entrar no Shopping, o visitante tem a opção de passar inicialmente pelo espaço externo, composto por quarteirões virtuais interligados. A interface possibilita a navegação em Cidades Virtuais formadas por modelos de imagens estáticas, representando pontos comerciais de uma cidade real. É importante destacar que as interfaces visuais dos quarteirões foram criadas para dar a impressão de serem modelos tridimensionais. Porém, tais modelos dos quarteirões não foram implementados com recursos de realidade virtual, apesar de oferecerem características limitadas de navegabilidade e interatividade. A Figura 1 mostra um quarteirão de uma Cidade Virtual e a Figura 2 apresenta uma visão externa do Shopping Virtual. Figura 1 - Quarteirão de uma Cidade Virtual Figura 2 Vista Externa do Shopping Virtual 3. ASPECTOS DE DESENVOLVIMENTO DO SHOPPING VIRTUAL Estrutura Básica O Shopping Virtual apresenta uma arquitetura moderna, que permite, até o momento, a exposição de cinqüenta e oito empreendimentos, dispostos em 2 andares. Além disso, há espaço disponível para inclusão de meios de divulgação, como banners e outdoors. A estrutura básica tridimensional implementada permite também a expansão do número de empreendimentos, com pequeno esforço de modelagem e sem comprometimento da qualidade da navegação. O desenvolvimento do Shopping foi direcionado no sentido de se obter o máximo realismo possível. Assim, existe uma escada rolante e um elevador, que os visitantes podem utilizar

3 para ir de um piso para outro. Além disso, houve a preocupação de incluir objetos típicos de um shopping center, como plantas, objetos ornamentais, fonte, etc. A estrutura básica adotada para modelagem do Shopping Virtual é representada na Figura 3. E L E V A D O R FONTE COM ANIMACAO ESCADA ROLANTE ESCADA ROLANTE ENTRADA Figura 3 Planta Baixa do Shopping Virtual Cada lado da planta baixa representada na Figura 3 é uma parede, que pode ser utilizada de diferentes formas, tais como: Pode ser usada para a modelagem da fachada de uma empresa. O visitante do Shopping, ao clicar no espaço de uma das fachadas da empresa ou loja, entrará automaticamente no espaço virtual que poderá ser um outro ambiente virtual ou uma home page, na qual funcionará o empreendimento virtual, com divulgação de produtos, serviços ao cliente, comércio eletrônico, etc.; Pode ser utilizada para aplicação de texturas fictícias ou reais (obtida através de fotos). O visitante, ao clicar no espaço da fachada composta por texturas, também entrará no ambiente virtual representativo do empreendimento; Poderá ser usada para aplicação de banners publicitários, com possibilidade de inclusão de links para endereços na internet; Poderá ser utilizada para criação de animações interativas que despertem o interesse dos visitantes; Poderá ser utilizada para colocação de um portal de saída do espaço tridimensional atual ou de um portal de comunicação com outro espaço. Observando-se a Figura 3, nota-se que cada módulo do Shopping apresenta sete pontas de conexão para a inclusão de novos módulos e uma ponta para o portal principal. Essa estrutura básica possibilita tanto a expansão horizontal quanto a expansão vertical dos módulos do Shopping.

4 Figura 4 Exemplo de Possível Expansão Horizontal O visitante dispõe de várias facilidades para movimentação no ambiente virtual. A movimentação entre os andares pode ser feita através do uso da escada rolante, do elevador ou viewpoints. O elevador é interativo, sendo que o visitante deve pressionar botões imersos no ambiente para abrir a porta do elevador, para subir ou para descer. Os viewpoints são posições pré-definidas no ambiente, que podem ser utilizadas para obter uma navegação mais rápida no interior do Shopping Virtual. As Figuras 5 a 10 foram capturadas a partir do funcionamento da ferramenta Shopping Virtual. Na Figura 5 é mostrada uma visão externa das lojas e a localização de banners. A Figura 6 apresenta a barra de comandos do Plug-In - Cosmo World, utilizando-se a lista de viewpoints previamente definidos. Figura 5 Visão Externa das Lojas e Banners Figura 6 Navegação por viewpoint A Figura 7 apresenta o elevador que é acionado com a interação do usuário, além da fonte animada que possui movimento constante em diversas trajetórias. Na Figura 8 é exibida a escada rolante, que é uma outra opção de acesso ao piso superior.

5 Figura 7 Elevador e Fonte Animada Figura 8 Escada Rolante Na Figura 9 é mostrada a visão do elevador no piso superior e, na Figura 10 a visão das escadas, além das fachadas das lojas e locais de publicidade no segundo piso. Destaca-se também a aplicação de tratamento de colisões nas barras de proteção, impedindo que o usuário caia para o piso inferior durante a navegação. Figura 9 Visão do Elevador e Lojas no Piso Superior Figura 10 Visão das Escadas e Barras de Proteção no Piso Superior

6 Implementação O desenvolvimento do ambiente virtual do Shopping foi norteado pela obtenção de economia máxima de quantidade de polígonos e redução do tamanho dos arquivos de texturas. Tal economia e redução foram feitas até um ponto considerado ótimo, no sentido de se preservar também o realismo das representações visuais. De maneira geral, o desenvolvimento da interface seguiu os princípios e processos propostos por Kirner e Martins (1998), incluindo as etapas de especificação, projeto, codificação e testes. Além disso, o ambiente do Shopping foi planejado para funcionar de acordo com as diretrizes definidas por Powers (1997) para as comunidades virtuais que vem se proliferando recentemente. A ferramenta Shopping Virtual foi implementada através da linguagem VRML 2.0 (Virtual Reality Modelling Language), que possui recursos para modelagem de mundos virtuais a serem disponibilizados na internet. Hartman (1999) apresenta a linguagem VRML, que possibilita criar modelos gráficos tridimensionais sofisticados, animações, navegação através do ambiente virtual criado e visualizações completas do ambiente virtual. Com a utilização de monitores padrões para interação visual, o usuário navega pelos mundos virtuais VRML através de um avatar, que é uma representação abstrata do usuário, que sofre influência da gravidade, possui campo de visão, altura e tamanho de cada passo. O VRML pode ser visto como um formato de compartilhamento de descrições tridimensionais, assim como HTML é um formato para descrição de páginas hipermídia. Arquivos com extensão WRL contêm descrições compactas de mundos virtuais, que podem ser transferidas através da Web com relativa facilidade. Ao permitir que objetos em um mundo virtual possam referenciar outros mundos e recursos da Web, o VRML possibilita a criação de espaços virtuais multidimensionais. As principais funcionalidades do VRML 2.0, foram utilizadas na implementação da ferramenta, sendo: Mundos estáticos mais realistas - cenários celestes e terrenos irregulares (por exemplo: cobertura do shopping); Nós geradores de som (som emitido quando é aberta a porta do elevador); Interação - inclusão de sensores de aproximação, sensores de tempo e detectores de colisão (por exemplo: utilização do elevador); Animação - interpoladores de animação (por exemplo: animação do Golfinho dentro da fonte central); Scripting - nós especiais contendo scripts que encapsulam e automatizam tratadores de eventos, os quais são roteados entre estruturas de tratamento de eventos; Prototipagem - permite encapsular grupos de nós como um novo tipo, de modo que possa ser reutilizado em outros mundos. Para implementação de movimentação de objetos e do controle de acesso de múltiplos usuários, foi empregada a linguagem Java, integrada a VRML. Desta forma, foram aplicadas animações no elevador, disparadas por meio de interações com os usuários. Em termos específicos, foram utilizados nós scripts internos em Java, que podem ser ativados no decorrer do funcionamento da ferramenta Shopping Virtual como verificado em Ritchey (1998) e Sowizral (1998). Para a visualização e navegação no Shopping Virtual, necessita-se também de um browser (Netscape ou Explorer) e de um software de plug-in (o Cosmo Player, por exemplo). 4. CARACTERÍSTICAS DA INTERFACE O Shopping Virtual possui como característica principal a interação com o usuário através de uma interface, que apresenta funções que são adequadamente desempenhadas pelos usuários, devido o conhecimento adquirido no mundo real. Por exemplo, o usuário não precisa saber que o comando exit, executa a rotina de saída do ambiente de trabalho, pois no

7 ambiente virtual ao visualizar a porta de saída, utilizaria este objeto como em seu cotidiano. Dessa forma, as habilidades necessárias e o tempo de treinamento requeridos pelos usuários são mínimos. Utilizou-se de maneira efetiva o uso de interfaces tridimensionais, representando o mundo real, criando um sistema interativo, de modo que a interface quase desapareça, e assim o usuário se concentra no seu trabalho, exploração ou prazer como sugerido por Shneiderman (1992). Metáforas Um elemento de grande importância é a criação de metáforas de navegação, que auxiliam o desenvolvimento de um contexto sobre o qual o usuário cria modelos mentais do ambiente. Stuart (1995) defende que a combinação equilibrada do uso de caminhos, viewpoints, estruturas bidimensionais e tridimensionais pode criar metáforas que auxiliam à navegação do usuário, transmitindo a idéia de que o ambiente é similar a um ambiente real já visitado anteriormente. Performance A performance de um ambiente tem relação direta com o tamanho dos recursos que são ofertados. O tempo necessário para transmitir imagens, páginas HTML e o arquivo WRL é diretamente proporcional à velocidade das linhas de comunicação, principalmente as usadas pelos clientes. O principal problema do tamanho decorre do uso inadequado de imagens ou a grande extensão do arquivo do tipo WRL. As técnicas utilizadas que solucionaram esses problemas são: A reutilização de elementos gráficos: compartilhamento de imagens repetidas, como por exemplo, a aplicação da mesma imagem nos vasos que decoram o ambiente; Compactação das imagens e diminuição do tamanho do arquivo; Utilização do comando de clone em objetos VRML, como por exemplo, a repetição das bases dos vasos; Exclusão de faces de objetos que não aparecem durante a navegação; Compactação do arquivo final para download pelo plug-in. Tempo de Conexão Com a utilização do Shopping Virtual, o usuário não necessitaria estar conectado a Internet, durante todo o período de navegação, visando a economia no tempo de conexão com o provedor de acesso. Após a conclusão do download de todos os componentes do ambiente, o usuário pode interromper sua conexão e continuar a navegar no mundo virtual, até o momento que acessar algum link direcionado para outro ambiente ou página Web que não estejam presentes no arquivo. Manutenção Deve-se considerar que um site sofre constante modificação, e que devem ser empregadas técnicas de modelagem que não ofereçam resistência a estas mudanças. A manutenção do Shopping Virtual é muito rápida e prática, pois todas as posições disponíveis para alocação de um banner, outdoor, empresa ou loja, são previamente definidos. Em cada espaço disponível existe uma textura aplicada. Para inserir um banner, basta nomear o arquivo de imagem, para o nome definido na posição desejada. Para remover um banner, por exemplo, basta renomear o arquivo da posição do banner, como uma imagem transparente. 5. CONCLUSÃO O Shopping Virtual apresentado neste artigo está sendo utilizado por uma micro empresa que atua em empreendimentos de comércio eletrônico (http://www.shop3d.com.br/shopping/), e

8 tendo sido acessado por um grande número de visitantes. Em pesquisas informais sobre a utilização do Shopping Virtual, visitantes têm destacado a facilidade de navegação e os aspectos visuais da interface com os recursos de comércio eletrônico. As interfaces visuais transformam a exploração do ambiente da internet em um passeio extremamente agradável, que estimula a entrada nas diferentes empresas que fazem parte do espaço interno do Shopping e também dos quarteirões das cidades, presentes no ambiente externo. Como perspectiva futura, pretende-se incluir, dentro do Shopping Virtual, ambientes de chat, também desenvolvidos com recursos de realidade virtual, para interação entre os visitantes, entre visitantes e empresários donos dos negócios presentes no Shopping e entre os empresários. REFERÊNCIAS Hartman, J., Wernecke, J. (1999). The VRML 2.0 Handbook: Building Moving Worlds on the Web. Addison-Wesley. Kirner, C., Pinho, M. (1996) Introdução a Realidade Virtual. Mini-Curso, JAI/SBC, Recife, PE. Kirner, T. G., e Martins V. F. (1998) A Model of Software Development Process for Virtual Environments: Definition and a Case Study. Prodeedings of the 2nd IEEE International Symposium on Application- Specific Systems and Software Engineering and Technology ASSET 99, Richardson, TX, USA, p Powers, M. (1997) How to Program a Virtual Community. Emeryville, CA, USA, Ziff-Davis Press. Ritchey, T. (1998) Programando JAVA & Java Script para Netscape 2.0, SP, Brasil, Editora Quark do Brasil. Shneiderman, B. (1992) Designing the User Interface: Strategies for Effective Human-Computer Interaction. Addison-Wesley, Reading-USA. Sowizral, H., Rushforth, K., e Michael, D. (1998) The Java 3D API Specification, CA, USA, Addison Wesley. Stuart, R. (1995) The Design of Virtual Environments. McGraw-Hill.

ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê REALIDADE VIRTUAL NA ARQUITETURA José Luís Farinatti Aymone

ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê ateliê REALIDADE VIRTUAL NA ARQUITETURA José Luís Farinatti Aymone 2004 142 ARQTEXTO 5 A REALIDADE VIRTUAL NA ARQUITETURA José Luís Farinatti Aymone O uso do projeto auxiliado por computador (CAD) em arquitetura é cada vez mais corrente, através do projeto 2D e 3D de

Leia mais

O USO DA REALIDADE VIRTUAL NO ENSINO DE GEOMETRIA DESCRITIVA

O USO DA REALIDADE VIRTUAL NO ENSINO DE GEOMETRIA DESCRITIVA O USO DA REALIDADE VIRTUAL NO ENSINO DE GEOMETRIA DESCRITIVA Fábio Gonçalves Teixeira fabio@orion.ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Departamento de Expressão Gráfica da Faculdade de Arquitetura

Leia mais

Sistema Solar com Realidade Aumentada

Sistema Solar com Realidade Aumentada Sistema Solar com Realidade Aumentada Eduardo S. Okawa, Claudio Kirner, Tereza G. Kirner ICE / DMC / UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá dudu.unifei@gmail.com, ckirner@gmail.com, tgkirner@gmail.com

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO Marcelo Karpinski Brambila 1, Luiz Gustavo Galves Mahlmann 2 1 Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação da ULBRA Guaíba < mkbrambila@terra.com.br

Leia mais

O Windows 7 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft.

O Windows 7 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft. Introdução ao Microsoft Windows 7 O Windows 7 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft. Visualmente o Windows 7 possui uma interface muito intuitiva, facilitando a experiência individual do

Leia mais

Design 3D. Formação em Web WEB DESIGN 3D 1

Design 3D. Formação em Web WEB DESIGN 3D 1 1 Formação em Web Design 3D Atualmente com o desenvolvimento para Web, a criação e montagem de sites, envolve um conhecimento mais aprofundado também na criação de 3D. Com a possibilidade de conexões mais

Leia mais

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria 1 Sumário Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria... 1 1 Sumário... 1 2 Lista de Figuras... 5 3 A Janela principal...

Leia mais

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL Manoel Theodoro Fagundes Cunha Sergio Scheer Universidade Federal do Paraná, Setor de Tecnologia, Centro de Estudos de Engenharia

Leia mais

VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA

VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA VIRTUALIZAÇÃO DO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA Rafael R. Silva¹, João P. T. Lottermann¹, Mateus Rodrigues Miranda², Maria Alzira A. Nunes² e Rita de Cássia Silva² ¹UnB, Universidade de Brasília, Curso

Leia mais

CAPÍTULO 4. AG8 Informática

CAPÍTULO 4. AG8 Informática 2ª PARTE CAPÍTULO 4 Este capítulo têm como objetivo: 1. Tratar das etapas do projeto de um Website 2. Quais os profissionais envolvidos 3. Administração do site 4. Dicas para não cometer erros graves na

Leia mais

OpenGL. Uma Abordagem Prática e Objetiva. Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour. Novatec Editora

OpenGL. Uma Abordagem Prática e Objetiva. Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour. Novatec Editora OpenGL Uma Abordagem Prática e Objetiva Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour Novatec Editora Capítulo 1 Introdução A Computação Gráfica é uma área da Ciência da Computação que se dedica ao estudo e ao desenvolvimento

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

DOWNLOAD DO APLICATIVO: INSTALAÇÃO DO APLICATIVO

DOWNLOAD DO APLICATIVO: INSTALAÇÃO DO APLICATIVO DOWNLOAD DO APLICATIVO: O aplicativo deve ser baixado pelo endereço: http://www.estudeadistancia.com/avamobile/ A partir do dia 03/06 será disponibilizado dois links para download: 1 download do aplicativo

Leia mais

O Windows 7 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft.

O Windows 7 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft. Introdução ao Microsoft Windows 7 O Windows 7 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft. Visualmente o Windows 7 possui uma interface muito intuitiva, facilitando a experiência individual do

Leia mais

IPAHN Novo Portal 4 ª Revisão e Análise do CMS e Novo Portal Dezembro 2014

IPAHN Novo Portal 4 ª Revisão e Análise do CMS e Novo Portal Dezembro 2014 IPAHN Novo Portal 4 ª Revisão e Análise do CMS e Novo Portal Dezembro 2014 Relação de itens verificados e propostas de alteração que consideramos fundamental para a continuidade dos trabalhos de transição

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE. Tutorial SweetHome3D

Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE. Tutorial SweetHome3D Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE Tutorial SweetHome3D Trabalho apresentado ao Prof. Carlo na Disciplina de Software Livre no curso Pós Graduação em Tecnologia da Informação Aplicada a

Leia mais

MANUAL E DICAS ASSISTENTE VIRTUAL (AV) ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 POR

MANUAL E DICAS ASSISTENTE VIRTUAL (AV) ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 POR MANUAL E DICAS DO ASSISTENTE VIRTUAL (AV) POR ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 ÍNDICE Introdução...3 Requisitos e Restrições do Assistente...3 Diferenças da Versão

Leia mais

Realidade Virtual Aplicada à Educação

Realidade Virtual Aplicada à Educação Realidade Virtual Aplicada à Educação Sandra Dutra Piovesan 1, Camila Balestrin 2, Adriana Soares Pereira 2, Antonio Rodrigo Delepiane de Vit 2, Joel da Silva 2, Roberto Franciscatto 2 1 Mestrado em Informática

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência O princípio de transmissão de dados de telemetria por rádio freqüência proporciona praticidade, agilidade,

Leia mais

Gravação e Transmissão

Gravação e Transmissão O D-Guard Center é um poderoso sistema de controle e monitoramento, integrado aos mais diversos equipamentos de segurança eletrônica. Ilimitados dispositivos podem ser controlados e monitorados simultaneamente:

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

APRENDENDO LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO VIA WEB

APRENDENDO LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO VIA WEB APRENDENDO LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO VIA WEB Romero Tori Universidade de São Paulo Escola Politécnica INTERLAB Laboratório de Tecnologias Interativas-USP Instituto Sumaré de Educação Superior rometori@usp.br

Leia mais

Simulação Distribuída em Ambientes Virtuais 3D e Mídias Interativas

Simulação Distribuída em Ambientes Virtuais 3D e Mídias Interativas Simulação Distribuída em Ambientes Virtuais 3D e Mídias Interativas A ilusão vai ser tão grande que não seremos mais capazes de distingüir entre o que é real e o que não é. Steve Williams Simulação Distribuída

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Projeto de Digitalização de Jornais do Acervo da Fundação Cásper Líbero PRONAC: 102700

Projeto de Digitalização de Jornais do Acervo da Fundação Cásper Líbero PRONAC: 102700 Projeto de Digitalização de Jornais do Acervo da Fundação Cásper Líbero PRONAC: 102700 Valor total do Projeto: R$ 2.283.138,52 Apresentação: O jornal A Gazeta foi comprado por Cásper Líbero em 1918. Produziu

Leia mais

SOBRE A TOOLSYSTEMS. ToolSystems Sistemas Fone: (47) 3381-3344

SOBRE A TOOLSYSTEMS. ToolSystems Sistemas Fone: (47) 3381-3344 SOBRE A TOOLSYSTEMS Com mais de 10 anos no mercado, a ToolSystems sistemas se dedica a entender as novas tecnologias para garantir a seus clientes as melhores e mais atuais soluções para Internet. Ao longo

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

A utilização da Web no apoio ao ensino de Desenho na Arquitetura

A utilização da Web no apoio ao ensino de Desenho na Arquitetura A utilização da Web no apoio ao ensino de Desenho na Arquitetura HARRIS, Ana Lúcia Nogueira de Camargo (1) Av. Prof. Almeida Prado trav.2 n o 271 Cidade Universitária 05508-900 São Paulo SP Tel.: (011)

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS 1/38 DOCUMENTO DE REQUISITOS GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Versão 1.1 Identificação do Projeto CLIENTE: NOME DO CLIENTE TIPO DO SISTEMA OU PROJETO Participantes Função Email Abilio Patrocinador

Leia mais

VRMLWorld Manual e Guia de exploração do VRMLWorld para utilização em contexto de Educação Visual e Tecnológica currículo.

VRMLWorld Manual e Guia de exploração do VRMLWorld para utilização em contexto de Educação Visual e Tecnológica currículo. Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica VRMLWorld Manual e Guia de exploração do VRMLWorld para utilização em contexto de Educação

Leia mais

Gerador de Home-pages de apoio ao ensino utilizando princípios de Design de Interfaces

Gerador de Home-pages de apoio ao ensino utilizando princípios de Design de Interfaces Gerador de Home-pages de apoio ao ensino utilizando princípios de Design de Interfaces Acadêmico: Fernando Pasold Orientador: Prof. Everaldo Artur Grahl Organização Introdução Utilização da Internet no

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente Conceito ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente O Sagres Diário é uma ferramenta que disponibiliza rotinas que facilitam a comunicação entre a comunidade Docente e Discente de uma instituição,

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

ALGUNS DADOS DA INTERNET NO BRASIL. (11) 3522-5338 - www.cvsweb.com.br comercial@cvsweb.com.br

ALGUNS DADOS DA INTERNET NO BRASIL. (11) 3522-5338 - www.cvsweb.com.br comercial@cvsweb.com.br ALGUNS DADOS DA INTERNET NO BRASIL 2 + 67.500.000 + 67,5 MILHÕES DE INTERNAUTAS NO BRASIL FONTE: IBOPE/NIELSEN 58.290.000 58,2 MILHOES DE INTERNAUTAS NO BRASIL ACESSAM A INTERNET SEMANALMENTE -87% FONTE:

Leia mais

REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL

REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL Andreya Prestes da Silva 1, Rejane de Barros Araújo 1, Rosana Paula Soares Oliveira 1 e Luiz Affonso Guedes 1 Universidade Federal do ParáB 1 Laboratório de Controle

Leia mais

Projeto 4D: Gerenciamento e Simulação de projetos industriais com o Autodesk Navisworks

Projeto 4D: Gerenciamento e Simulação de projetos industriais com o Autodesk Navisworks Projeto 4D: Gerenciamento e Simulação de projetos industriais com o Autodesk Navisworks Diego de Oliveira Potapczuk teewe Serão apresentadas as soluções desenvolvidas pela teewe sobre a plataforma do Navisworks,

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador Microsoft Internet Explorer Browser/navegador/paginador Browser (Navegador) É um programa que habilita seus usuários a interagir com documentos HTML hospedados em um servidor web. São programas para navegar.

Leia mais

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação. ANEXO 11 O MATRIZ Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará o framework MATRIZ desenvolvido pela PROCERGS e disponibilizado no início do trabalho.

Leia mais

D E S E N V O L V I M E N T O D E W E B S I T E. P r o j e t o M a s s a p ê. 2 4 d e j a n e i r o d e 2 0 1 3

D E S E N V O L V I M E N T O D E W E B S I T E. P r o j e t o M a s s a p ê. 2 4 d e j a n e i r o d e 2 0 1 3 D E S E N V O L V I M E N T O D E W E B S I T E P r o j e t o M a s s a p ê 2 4 d e j a n e i r o d e 2 0 1 3 A Empresa: CRISEPE - UFRPE Projeto Massapê Responsável: Caroline Biondi E-mail: carolinebiondi@yahoo.com

Leia mais

ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 3 2- CARACTERÍSTICAS GERAIS 4 3- INSTALAÇÃO 5 4 CONFIGURAÇÃO 5 5 OPERAÇÃO 6 CONTATOS GERTEC 7. 4.1 Local 5. 4.

ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 3 2- CARACTERÍSTICAS GERAIS 4 3- INSTALAÇÃO 5 4 CONFIGURAÇÃO 5 5 OPERAÇÃO 6 CONTATOS GERTEC 7. 4.1 Local 5. 4. 1 ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 3 2- CARACTERÍSTICAS GERAIS 4 3- INSTALAÇÃO 5 4 CONFIGURAÇÃO 5 4.1 Local 5 4.2 WebServer 6 4.3 Remotamente 6 5 OPERAÇÃO 6 CONTATOS GERTEC 7 2 1- INTRODUÇÃO O terminal de consulta

Leia mais

Sistema de Gerenciamento de Tráfego Miconic 10 A solução final para filas e aglomerações no seu edifício comercial.

Sistema de Gerenciamento de Tráfego Miconic 10 A solução final para filas e aglomerações no seu edifício comercial. Sistema de Gerenciamento de Tráfego Miconic 10 A solução final para filas e aglomerações no seu edifício comercial. Elevadores de Passageiros Schindler Tempo O menor tempo entre você e o seu andar O Miconic

Leia mais

Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013

Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013 Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013 NoMe - Novo Mercado CETIP Conteúdo Introdução ao NoMe... 1 Conhecendo o Produto... 2 Acesso ao NoMe... 3 Como acessar o NoMe... 4 Atualização de Senha e Código

Leia mais

O SITE DA MINHA EMPRESA por Ivan F. Cesar

O SITE DA MINHA EMPRESA por Ivan F. Cesar O SITE DA MINHA EMPRESA por Ivan F. Cesar Muitos empresários e profissionais liberais gostariam de estar na Internet, mas, na maioria dos casos, não sabem muito bem por que e nem mesmo sabem a diferença

Leia mais

Avaliação dos Equívocos Descritos por Nielsen em Páginas Web

Avaliação dos Equívocos Descritos por Nielsen em Páginas Web Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Departamento de Informática Aplicada Interação Homem-Computador INF01043 Aluno: Leonardo Garcia Fischer Cartão UFRGS: 116627 Matrícula:

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB)

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) RELATÓRIO DE ENTREGA DO PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) PARA A ELABORAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PMGIRS PARA OS MUNICÍPIOS DE NOVO HORIZONTE, JUPIÁ, GALVÃO,

Leia mais

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Sumário Apresentação... 2 Instalação do Aplicativo... 2 Localizando o aplicativo no smartphone... 5 Inserindo o link da aplicação... 6 Acessando o sistema...

Leia mais

AUTOR(ES): CARLOS ANTONIO PINHEIRO PINTO, ERMÍNIO PEDRAL SANTANA, GUILHERME CASSIANO DA SILVA

AUTOR(ES): CARLOS ANTONIO PINHEIRO PINTO, ERMÍNIO PEDRAL SANTANA, GUILHERME CASSIANO DA SILVA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA MÓVEL DE COMPRAS POR QR CODE CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

O sucesso da WWW. Atualização de Hiperdocumentos. Atualização de Hiperdocumentos. Cuidados. Exemplo. Passos. Motivos :

O sucesso da WWW. Atualização de Hiperdocumentos. Atualização de Hiperdocumentos. Cuidados. Exemplo. Passos. Motivos : Atualização de Hiperdocumentos Links Estrutura lógica Estruturas de apresentação Conteúdo (textual, imagens paradas, imagens em movimento e sons) Conclusões O sucesso da WWW Motivos : Facilidade de utilização

Leia mais

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br

Manual do Usuário Nextel Cloud. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Nextel 2014. http://nextelcloud.nextel.com.br Manual do Usuário Versão 1.0.0 Copyright Nextel 2014 http://nextelcloud.nextel.com.br 1 Nextel Cloud... 4 2 Nextel Cloud Web... 5 2.1 Página Inicial... 6 2.1.1 Meu Perfil... 7 2.1.2 Meu Dispositivo...

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile

Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile Inicialização Rápida do Novell Vibe Mobile Março de 2015 Introdução O acesso móvel ao site do Novell Vibe pode ser desativado por seu administrador do Vibe. Se não conseguir acessar a interface móvel do

Leia mais

Manual de Utilização Chat Intercâmbio

Manual de Utilização Chat Intercâmbio Manual de Utilização Chat Intercâmbio 1 INDICE 1 Chat Intercâmbio... 6 1.1 Glossário de Termos Utilizados.... 6 1.2 Definições de uma Sala de Chat... 7 1.3 Como Acessar o Chat Intercâmbio... 8 1.4 Pré-requisitos

Leia mais

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441 1 2 Tenha acesso fácil e rápido para que os clientes vejam melhor meus produtos e serviços de forma objetiva. Expresse o que de fato vendemos, o que de fato solucionamos. Seja fácil de atualizar com sistema

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 9.1 9 OBJETIVOS OBJETIVOS A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação

Leia mais

Prototipação de Software

Prototipação de Software UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Prototipação de Software Engenharia de Software 2o. Semestre de 2005

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática,QWURGXomRj,QWHUQHW Flaviano Aguiar Liziane Santos Soares Jugurta Lisboa Filho (Orientador) PROJETO UNESC@LA Novembro de 2000 CONTEÚDO 1 - INTRODUÇÃO

Leia mais

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot Proposta Loja Virtual Schmitt Tricot Apresentação: Atualmente atuo no mercado de sites e lojas virtuais desde 2010, desenvolvendo novas ideias, trabalhando com agilidade, para sempre atender a todas as

Leia mais

Emprego da Realidade Virtual como ambiente de trabalho para a Arquitetura e Engenharia Civil 1 - Introdução

Emprego da Realidade Virtual como ambiente de trabalho para a Arquitetura e Engenharia Civil 1 - Introdução Emprego da Realidade Virtual como ambiente de trabalho para a Arquitetura e Engenharia Civil Francisco Assis da Silva Faculdade de Informática - UNOESTE Rua: José Bongiovani, 700, Cidade Universitária,

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração de Imagens de. Imagens de Teste do Sistema DTCOURO

Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração de Imagens de. Imagens de Teste do Sistema DTCOURO Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração de Imagens de Teste do Sistema DTCOURO Willian Paraguassu Amorim 27 de julho de 2005 1 Título Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling

DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING Uma aplicação da Análise de Pontos de Função Dimensionando projetos de Web- Enabling Índice INTRODUÇÃO...3 FRONTEIRA DA APLICAÇÃO E TIPO DE CONTAGEM...3 ESCOPO DA

Leia mais

Modelagem e Desenvolvimento do Campus Virtual Tridimensional da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR)

Modelagem e Desenvolvimento do Campus Virtual Tridimensional da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR) Este artigo foi reproduzido do original final entregue pelo autor, sem edições, correções ou considerações feitas pelo comitê técnico. A C&D não se responsabiliza pelo conteúdo. Outros artigos podem ser

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org documento inicial Portal do Fórum Social Mundial introdução Entendemos que um site como do Fórum

Leia mais

GUIA UNITY 3D E SKETCHUP

GUIA UNITY 3D E SKETCHUP GUIA UNITY 3D E SKETCHUP Existe uma demanda pela utilização de modelos tridimensionais estereoscópicos para simular relações presenciais. Os projetos relacionados à esses modelos são conhecidos como CAVES.

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB

X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB Augusto Francisco Ferbonink¹, Willian Barbosa Magalhães 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil aferbonink@gmail.com wmagalhães@unipar.com Resumo.

Leia mais

1 Introdução. Sistemas de Autoria

1 Introdução. Sistemas de Autoria 1 Introdução Sistemas de Autoria O momento atual impulsiona a computação a lançar um novo olhar sobre a Educação, focados para as possibilidades da construção de um mundo de inovações onde as tecnologias

Leia mais

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID Alessandro Teixeira de Andrade¹; Geazy Menezes² UFGD/FACET Caixa Postal 533,

Leia mais

1. Objetivo do Projeto

1. Objetivo do Projeto PROPOSTA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS VISNET - INTERNET E COMUNICAÇÃO Desenvolvimento de Site para CDL 1. Objetivo do Projeto O CDL Online é o mais novo sistema interativo especialmente projetado para criar

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line)

Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line) Manual de Utilização do Sistema GRServer Cam on-line (Gerenciamento de Câmeras On-line) Criamos, desenvolvemos e aperfeiçoamos ferramentas que tragam a nossos parceiros e clientes grandes oportunidades

Leia mais

DataQuest. Soluções para Controle de Acesso. DataMini. Manual Técnico Software Ver. 1.0

DataQuest. Soluções para Controle de Acesso. DataMini. Manual Técnico Software Ver. 1.0 DataQuest Soluções para Controle de Acesso DataMini Manual Técnico Software Ver. 1.0 DataQuest DataQuest Comércio e Consultoria Ltda. Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, n 1050 Sala 11 Vila Suzana - São

Leia mais

Educ-AR: Uma Ferramenta para apoio à Educação utilizando Realidade Aumentada

Educ-AR: Uma Ferramenta para apoio à Educação utilizando Realidade Aumentada Educ-AR: Uma Ferramenta para apoio à Educação utilizando Realidade Aumentada Lucas F. Oliveira 1, Rummeningge R. Dantas 2, Aquiles M. F. Burlamaqui 2 1 Departamento de Computação Universidade do Estado

Leia mais

ALUNES MANUAL DO USUÁRIO. Guia rápido Alunes

ALUNES MANUAL DO USUÁRIO. Guia rápido Alunes ALUNES MANUAL DO USUÁRIO Guia rápido Alunes 1 Manual de Instruções Versão 2.0 Alunes Informática 2 Sumário Introdução... 5 Pré-requisitos... 5 Principal/Home... 6 Como editar texto do home... 7 Desvendando

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 2007 2012 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

Introdução à Engenharia de Software

Introdução à Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Imagem Clássica Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o que é a engenharia

Leia mais

e-mag Checklist de Acessibilidade Manual para Deficientes Visuais

e-mag Checklist de Acessibilidade Manual para Deficientes Visuais Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Departamento de Governo Eletrônico Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

Manual TIM PROTECT BACKUP. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright TIM PROTECT BACKUP 2013. http://timprotect.com.br/

Manual TIM PROTECT BACKUP. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright TIM PROTECT BACKUP 2013. http://timprotect.com.br/ Manual do Usuário Versão 1.0.0 Copyright TIM PROTECT BACKUP 2013 http://timprotect.com.br/ 1 1 Índice 1 Índice... 2 2 TIM PROTECT BACKUP...Erro! Indicador não definido. 3 TIM PROTECT BACKUP Web... 6 3.1

Leia mais

Manual Vivo Sync. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Vivo 2013. http://vivosync.com.br

Manual Vivo Sync. Manual do Usuário. Versão 1.0.0. Copyright Vivo 2013. http://vivosync.com.br Manual do Usuário Versão 1.0.0 Copyright Vivo 2013 http://vivosync.com.br 1 1 Índice 1 Índice... 2 2 Vivo Sync... 4 3 Vivo Sync Web... 5 3.1 Página Inicial... 5 3.1.1 Novo Contato... 6 3.1.2 Editar Contato...

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de imagem via celular (isic) para sistema operacional BlackBerry

MANUAL DO USUÁRIO. Software de imagem via celular (isic) para sistema operacional BlackBerry MANUAL DO USUÁRIO Software de imagem via celular (isic) para sistema operacional BlackBerry Software de imagem via celular para sistema operacional BlackBerry Parabéns, você acaba de adquirir um produto

Leia mais

ÍNDICE. www.leitejunior.com.br 16/06/2008 17:48 Leite Júnior

ÍNDICE. www.leitejunior.com.br 16/06/2008 17:48 Leite Júnior ÍNDICE MICROSOFT INTERNET EXPLORER 6 SP2 (IE6 SP2)...2 JANELA PRINCIPAL...2 PARTES DA JANELA...2 OS MENUS DO IE6...3 MENU ARQUIVO...3 MENU EDITAR...3 MENU EXIBIR...3 MENU FAVORITOS...4 MENU FERRAMENTAS...4

Leia mais