O JORNAL E SUAS REPRESENTAÇÕES: OBJETO OU FONTE DA HISTÓRIA? 1

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1 O JORNAL E SUAS REPRESENTAÇÕES: OBJETO OU FONTE DA HISTÓRIA? 1 Maurilio Dantielly CALONGA 2 Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS Resumo Neste trabalho pretende-se discutir a questão do uso dos jornais impressos enquanto fonte para o conhecimento do passado. A problemática visa refletir sobre as metodologias adequadas ao tratamento dos periódicos. O objetivo primeiro é situar as fontes impressas no contexto de renovação historiográfica dos anos de Posteriormente, debater acerca das possibilidades usuais da imprensa escrita como objeto e fonte de pesquisas, e, por fim, analisar o conceito de representações, relacionando-o à leitura dos periódicos. Palavras-chave: Imprensa Escrita; Fontes Históricas; Representações. 1 Trabalho apresentado no 1º Encontro Centro-Oeste de História da Mídia Alcar CO 2012, 31/10 e 01/ , Unigran/ Dourados/ MS. 2 Mestrando do Curso de História da FCH-UFGD,

2 Em 1988, a historiadora Maria Helena Capelato afirmou ser a imprensa manancial dos mais férteis para o conhecimento do passado, pois possibilita ao historiador acompanhar o percurso dos homens através dos tempos (CAPELATO, 1988, p.13). Tal afirmação enquadra-se num contexto de renovação historiográfica, a partir, sobretudo, das proposições advindas com a chamada Nouvelle Histoire. Os Annales, especialmente a partir de 1970, propuseram à História, por meio da interdisciplinaridade, novos objetos, problemas e abordagens 3. Ampliou-se, com isso, a noção de documento na historiografia, inclusive em relação aos métodos de investigação. Entretanto, até aquele momento, os historiadores assumiam posturas distintas com relação aos periódicos. No século XIX a tradição positivista, restrita a descoberta da verdade, impedia a utilização dos impressos na produção historiográfica. Imaginava-se, pois, subjetivo, portanto, falsificador da realidade, o que distorcia, por assim, as imagens do passado. Restituir os tempos pretéritos implicava ao historiador rigor no distanciamento do objeto, tanto temporal quanto imparcial, tornando-se, então, tarefa fundamental para se atingir o conhecimento objetivo e verdadeiro. O modelo histórico-científico proposto por Leopold Von Ranke, o qual a função do historiador seria a de recuperar os eventos, suas interconexões e suas tendências através da documentação e, a partir dela fazer a narrativa histórica (ALVES; GUARNIERI, 2007, p.36) não admitia a leitura de outras espécies de documentos senão das fontes escritas oficiais. Conforme Bloch a fórmula do velho Ranke é celebre: o historiador propõe apenas descrever as coisas tais como aconteceram (2002, p.125), nesse sentido, a mesma se limitaria a documentos escritos oficiais de eventos essencialmente políticos, sobretudo, documentos militares, eclesiásticos e de governos. O historiador, portanto, manter-se-ia neutro diante do objeto, para assim, poder conhecer a verdade dos fatos. A ideia de que o historiador deveria ter uma visão objetiva dos acontecimentos levou à negação de determinadas fontes, como a imprensa, que não poderia servir à História por ter uma alta carga de subjetividade na maneira como narrava os acontecimentos. Na verdade, pensava-se atingir seus fins aplicando técnicas rigorosas respeitantes ao inventário das fontes, à crítica dos documentos, à organização das tarefas na profissão (BOURDÉ; MARTIN, 1993, p.97). Não obstante, a partir da década de 1930, o uso da imprensa escrita como fonte histórica começou a ser encarada com outras perspectivas. Erguendo-se contra o paradigma tradicional, os franceses Marc Bloch e Lucien Febvre, inauguram a revista Les Annales. Sob a influência das Ciências Sociais a corrente inovadora despreza o acontecimento e insiste na longa duração, deriva a sua atenção para a atividade econômica, a organização social e a psicologia coletiva (BOURDÉ; MARTIN, 1993). Recusam-se, pois, os objetos tradicionais da história para dar atenção à vida econômico-social e mental. 3 Publicação da coletânea com esse nome, na França, por Jaques Le Goff e Pierre Nora (1974).

3 Através das propostas de análises históricas difundidas pela Écolle des Annales, os estudos históricos receberam novos ares. Ampliaram-se as pesquisas que passaram a tratar com novos objetos, novos enfoques e métodos, e com outros documentos capazes de responder as problemáticas surgidas na investigação. A partir de então, a noção do que se constituía como fonte histórica ampliou-se e o documento deixou de ser apenas o registro político e administrativo, identificado, pois, em um processo temporal de construção, portanto, histórico. Enquanto os historiadores metódicos viam nos documentos, e mais, apenas nos documentos oficiais a possibilidade de investigação histórica científica, à procura de uma certeza objetiva, os Annales, recusando esta ideia, afirmavam ser o discurso histórico fruto das interferências do historiador, de suas escolhas, de seu olhar. O historiador, nesse sentido, não estaria mais submisso ao documento. Por meio de problemas, hipóteses e ampliada documentação a história denominou-se conhecimento cientificamente conduzido ou, simplesmente, ciência em construção. Segundo Febvre a fórmula cientificamente conduzido implica duas operações, as mesmas que se encontram na base de qualquer trabalho científico moderno: por problemas e formular hipóteses (1989, p.32). Apesar disso, mesmo os primeiros Annales não efetivaram imediatamente as potencialidades da imprensa enquanto fonte, relegadas, portanto. Isso porque, os estudos deste período fixavam-se, sobretudo, na época medieval, distantes no tempo, concentrando-se suas análises às temáticas econômicas e sociais. Somente a partir da chamada terceira geração dos Annales, os caminhos abriram-se efetivamente aos impressos. Os historiadores pertencentes a esse grupo, incluindo-se Jacques Le Goff, Georges Duby, Emmanuel Le Roy Ladurie, entre outros, propuseram novas aberturas, problemas e abordagens. Sem negar definitivamente a análise estrutural da segunda geração, com seu expoente máximo Fernand Braudel, os Annales promoveram um relacionamento íntimo da História com a Linguística, Psicologia e Antropologia, nesse sentido, incorporaram um modelo essencialmente interdisciplinar, sobretudo, em relação à metodologia. Portanto, neste contexto, a história multiplica suas curiosidades. Desloca-se a análise histórica para a descontinuidade, a ruptura, o novo, fragmenta-se numa especialização extrema. Segundo Le Goff e Pierre Nora: A novidade parece-nos estar ligada a três processos: novos problemas colocam em causa a própria história; novas abordagens modificam, enriquecem, subvertem os setores tradicionais da história; novos objetos, enfim, aparecem no campo epistemológico da história. (LE GOFF; NORA, 1978, apud, DE LUCA, 2010, p.113) A corrente historiográfica dos Annales na década de 1970 alterou o campo de atuação do historiador, conduzindo-os a novos rumos, a trilhar novos caminhos. A utilização dos impressos resulta justamente dessa renovação da própria disciplina. Significa, ao menos, que tais mudanças provocaram rupturas epistemológicas ao conhecimento histórico, constituindo-se, entre outros, uma revolução documental (LE GOFF, 2010, p.531). Indagar a noção de fonte na história tornou-se, assim, passo essencial na vida dos historiadores. Conhecer e historicizar as fontes permitiu adequações ao método. Tais mudanças decorreram de processos des-

4 contínuos, onde a postura acerca do metier foi questionada. De acordo com Ciro Flamarion Cardoso, tal alargamento na concepção de documento trouxe para a produção historiográfica uma ampliação das possibilidades de investigação, conforme avalia: Assim, hoje tal crítica tem dimensões jamais sonhadas pelos historiadores de fins do século XIX; os textos não são tratados apenas em seus conteúdos ou enunciados, mas também mediante métodos linguísticos de análise do discurso, da enunciação, com apoio em alguma teoria das classes e das ideologias sociais. Em outras palavras, procura-se determinar em que condições sócio-históricas a produção do texto pôde ocorrer. (CARDOSO, 1986, p.54) A renovação no campo histórico abriu novas possibilidades, entre elas, o retorno da História Política e a consolidação da História Cultural, o que permitiu incluir antigas e novas temáticas. Em relação ao político, a abordagem de outrora, ligada ao espectro positivista, invalidou por muito tempo análises profundas sobre o tema. Já a chamada Nova História Política, longe de restringir suas análises a modelos macropolíticos, biográficos, ou mesmo, de enaltecimento dos governos, busca, acima de tudo, romper com esta visão, valorizando, pois, questões que envolvam o poder por outros prismas. Destacam-se aí, os micropoderes, os símbolos políticos, as propagandas ideológicas, enfim, as relações do imaginário político com o próprio poder, como por exemplo, as relações e formas de poder que permeiam o jornal. Neste imenso contexto, a História Cultural também (re)surgiu. Embora o corpo teórico cultural seja foco de críticas, são inegáveis suas contribuições. Notadamente, a História Política relacionou-se com a cultural. A noção de cultura, que evocou desde Febvre seu lugar na historiografia, talvez atualmente tenha vencido, ao menos por hora, a queda de braço contra o determinismo econômico. Destaca-se, neste ínterim, a contribuição dos próprios marxistas na renovação do campo cultural, em especial E. P. Thompson. A renovação marxista foi, portanto, outro ponto convergente para o alargamento do campo histórico ligado a cultura. A renovação das abordagens políticas e culturais redimensionou a importância da imprensa escrita, que passou a ser considerada como fonte documental, na medida em que enuncia discursos e expressões, como agente histórico que intervém nos processos e episódios. Além disso, problemáticas surgidas em processos históricos recentes enquadraram-se, igualmente, na esteira atual da História, isto é, os estudos relacionados à história do tempo presente. Implica-se, por isso, verificar como os meios de comunicação impressos interagem na complexidade de um determinado contexto. Haja vista, que o conhecimento que temos da realidade é mediado pelos fatos divulgados pela imprensa escrita e radiotelevisiva (DE LUCA; MARTINS, 2006, p.10). Nesta conjuntura os impressos são validados no campo de análise do historiador. O discurso da imprensa e sua linguagem não se restringiam apenas a um conjunto de vocabulários, mas antes, seriam capazes de desvelar o nível básico das relações sociais. Expressam-se, portanto, através dos jornais, as forças políticas dos grupos que compõe a sociedade, desse modo:

5 A escolha de um jornal como objeto de estudo justifica-se por entender-se a imprensa fundamentalmente como instrumento de manipulação de interesses e de intervenção na vida social; nega-se, pois, aqui, aquelas perspectivas que a tomam como mero veículo neutro dos acontecimentos, nível isolado da realidade político-social na qual se insere. (CAPELATO; PRADO, 1980, p.19) Nesta perspectiva, os jornais, por meio dos discursos, produzem estratégias e práticas tendentes a impor autoridade, uma deferência, e mesmo a legitimar escolhas (CARVALHO, 2005, p.149), isto porque, é um produto da sociedade que o fabricou segundo as relações de forças que aí detinham o poder (LE GOFF, 2010, p.536). Os jornais procuram atrair o público e conquistar seus corações e mentes. A meta é sempre conseguir adeptos para uma causa seja ela empresarial ou política, e os artifícios utilizados para esse fim são múltiplos (CAPELATO, 1988, p.15). Conforme Capelato (1988) a imprensa impôs-se como uma força política. Os governos e os poderosos, por isso, sempre a utilizam e temem; ora adulando, ora vigiando, controlando e punindo. Pois, os impressos têm a função de despertar as consciências e modelá-las conforme seus valores e interesses, procurando indicar uma direção ao comportamento político do público leitor (CAPELATO, 1980, p.23). Mesclam-se, assim, os interesses políticos e de lucro, uma vez que: Jornais, revistas, rádios e televisões são empresas e, portanto, também buscam lucros. De outra parte, negociam um produto muito especial, capaz de formar opiniões, (des)estimular comportamentos, atitudes e ações políticas. Elas não se limitam a apresentar o que aconteceu, mas selecionam, ordenam, estruturam e narram, de uma determinada forma, aquilo que elegem como fato digno de chagar até o público. (DE LUCA; MARTINS, 2006, p.11) O trabalho com a imprensa, por tudo isso, constitui-se para o historiador numa das possibilidades de resgatar a participação de grupos sociais, em contextos específicos. Contudo, faltavam ainda trabalhos sobre os próprios jornais. Fundamental, portanto, é o estudo dos periódicos enquanto objeto, transformando-se, ele mesmo, no foco dos trabalhos. Destacam-se no Brasil a obra O Bravo Matutino (1980), estudo de Maria Helena Capelato e Maria Ligia Prado sobre o jornal O Estado de São Paulo. Outra referência são as análises de Tania Regina de Luca sobre a Revista do Brasil (tese de doutoramento, USP, 1996). Aliás, segundo a autora não era nova a preocupação de se escrever a História da imprensa, mas relutava-se em mobilizá-los para a escrita da História por meio da imprensa (DE LUCA, 2010, p.111). Dessa maneira, é possível encontrar inúmeros livros que tratam da trajetória da imprensa e do jornalismo no Brasil. Exemplo disso, Nelson Werneck Sodré, na clássica obra A História da Imprensa no Brasil, de No entanto, apesar do relativo aumento das pesquisas, o campo ainda se mostra inexplorado, sobretudo, em relação aos impressos fora do eixo das grandes cidades.

6 A significação do passado envolve, por assim, sérias tarefas que embora pareçam lógicas, isto é, partindo-se de fontes seguras o resultado certamente será confiável, situa, ao invés disso, a história numa rede complexa de análises. O pesquisador dos jornais, na verdade, trabalha com o que se tornou notícia, o que por si só abarca um aspecto de questões, pois será preciso dar conta das motivações que levaram à decisão de dar publicidade a alguma coisa (DE LUCA, 2010, p.140). Torna-se, então, fundamental ao analisar os jornais, relacionar texto e contexto: buscar os nexos entre as ideias contidas nos discursos, as formas pelas quais elas se exprimem e o conjunto de determinações extratextuais que presidem a produção, a circulação e o consumo dos discursos (CARDOSO; VAINFAS, 1997, p.378). Deve-se ainda considerar que a construção do fato jornalístico interfere não apenas em elementos subjetivos de quem os produzem, mas também dos interesses aos quais os jornais estão vinculados (CAPELATO, 1988). Propomo-nos, portanto, ao analisar o discurso da imprensa, considerar a opinião de Manzière (2007), quando diz que a análise do discurso não se separa do enunciado nem de sua estrutura linguística, nem de suas condições de produção, de suas condições históricas e políticas, nem das interações subjetivas, visando permitir uma interpretação. Entende-se, pois, o discurso como fruto de condições sócio-históricas específicas, nesse sentido, Koselleck afirma: [...] o mesmo pode ser pressuposto para um texto político, como por exemplo um artigo de jornal, suas manchetes e editoriais, que se ligam a um dia e fatos específicos, e que, passados cinco dias, perdem a força que possuíam no momento de sua publicação, posto que o cotidiano pode superá-los. (KOSELLECK, 1992, p.143) Para Cardoso e Vainfas, o pressuposto essencial das metodologias propostas para a análise de textos em pesquisa histórica é o de que um documento é sempre portador de um discurso que, assim considerado, não pode ser visto como algo transparente (CARDOSO; VAINFAS, 1997, p.337). É necessário identificar, de antemão, o público ao qual o jornal pretende atingir, pois se alteram em função do leitor os aspectos visuais e de materialidade, incluindo-se maior ou menor número de ilustrações, páginas, textos, seções, formas de linguagem, diagramação, qualidade tipográfica, etc. Ao analisar o documento impresso, levar-se-á em consideração à análise semântica da linguagem e o contexto social. Destacam-se as propostas de Laurence Bardin (1997), nas quais, a unidade de contexto diz respeito à totalidade, ao contexto histórico, às estruturas sociais e/ou ao universo simbólico no qual se insere(m) o(s) discurso(s) analisado(s) (CARDOSO; VAINFAS, 1997, p.383), pois: [...]os jornais não são, no mais das vezes, obras solitárias, mas empreendimentos que reúnem um conjunto de indivíduos, o que os torna projetos coletivos, por agregarem pessoas em torno de ideias, crenças e valores que se pretende difundir a partir da palavra escrita. (DE LUCA, 2005, p.140)

7 Segundo Ciro Flamarion e Ronaldo Vainfas, no capítulo intitulado História e Análise de Textos, contido na obra Domínios da História (1997), a semântica é a teoria do conteúdo das significações ou, como agora passou a preferir-se, estudo das mencionadas significações que seja ao mesmo tempo gerativo (investimentos sucessivos de sentido em patamares diferentes) (1997, p.377). Desse modo, Reinhart Koselleck assevera: A semântica é assim imprescindível para a comunicação linguística e para o uso pragmático da língua. É ainda imprescindível para que se possa fazer política, exercer influência social, fazer revolução, enfim tudo aquilo que se possa imaginar como atos sociais e históricos (KOSELLECK, 1992, p.141). O acontecimento ou fato singular, uma das opções de unidade de registro propostas por Bardin (1997), integra o eixo entre a análise do discurso dos periódicos e o momento histórico de sua produção, uma vez que a linguagem e a natureza do conteúdo tampouco se dissociam do público que o jornal ou revista pretende atingir (LUCA, 2010, p.140). Deve-se, assim, levar em consideração para quem os discursos eram produzidos, já que tais determinações, que regulam as práticas, dependem das maneiras pelas quais os textos podem ser lidos diferentemente pelos leitores que não dispõem dos mesmos utensílios intelectuais e que não entretêm uma mesma relação com o escrito (CHARTIER, 1991, p.179). Os impressos são produtos forjados a partir de representações contextualizadas da realidade. O que, invariavelmente, revelam formas simbólicas de luta pelo poder de representar, afirmando-se, com isso, a memória de um grupo ou mesmo de partidos políticos. Segundo Capelato, nos vários tipos de periódicos e até mesmo em cada um deles encontramos projetos políticos e visões de mundo representativos de vários setores da sociedade (CAPELATO, 1988, p.34). Identifica-se, portanto, nos impressos, as lutas de representações decorrentes do recuo da violência física; e para a constatação de que o poder depende do crédito concedido à representação (CARVALHO, 2005, p.150). De acordo com Chartier (1990), as representações são entendidas como classificações e divisões que organizam a apreensão do mundo social como categorias de percepção do real. Parte-se, desse modo, de um objeto ausente que é substituído por uma imagem material, que por sua vez irá reconstituir uma memória. Conforme Francismar Carvalho, as representações são variáveis segundo as disposições dos grupos ou classes sociais; aspiram à universalidade, mas são sempre determinadas pelos interesses dos grupos que as forjam (CARVALHO, 2005, p.49). O historiador, dessa maneira, procura estudar os jornais como agente da história e captar o movimento vivo das ideias e personagens que circulam pelas páginas dos impressos (CAPELATO, 1988). O campo das representações, portanto, pode incluir as formas de pensar, sentir e agir, transformandose em máquina de fabricar respeito e submissão. (CHARTIER, 2002), servindo como matrizes geradoras de condutas e práticas sociais (PESAVENTO, 2005, p.40), uma vez que as representações não são discursos neutros. Torna-se, assim, fundamental, através dos jornais, identificar o modo como, em diferentes lugares e momentos, uma realidade social é construída, pensada, dada a ler (CHARTIER, 1990, p.16).

8 Sob a influência do paradigma tradicional a imprensa era vista como subjetiva demais, ao ponto de ser desprezada. Some-se a isso o fato dos estudos restringirem-se apenas aos episódios políticos. Após 1970, ao invés disso, a imprensa passou a ser concebida como espaço de representação do real, ou melhor, de momentos particulares da realidade. Sua existência é fruto de determinadas práticas sociais de uma época (CAPELATO, 1988, p.24). A possibilidade de analisar as formas de representação de um dado contexto levou os historiadores a voltar-se para este tipo de documento antes praticamente descartado. O jornal, nesse sentido, não é um transmissor imparcial e neutro dos acontecimentos e tampouco uma fonte desprezível porque permeada pela subjetividade (CAPELATO, 1988). Historiadores de diversos matizes teóricos reconheceram na imprensa escrita novas possibilidades de análises e resignificações do passado. Contudo, a inserção dos impressos na produção historiográfica brasileira, especialmente o uso de jornais, revistas, folhetins e edições ilustradas, ainda é recente se comparado a Europa e Estados Unidos. Somente nos últimos anos, os trabalhos que se valham de jornais e revistas como fonte para o conhecimento da história do Brasil se consolidaram. Identificam-se, a partir daí, relativo aumento na utilização dos periódicos como documento e objeto de pesquisas, incluindo-se dissertações de mestrado, teses de doutorado, publicações de artigos e/ou livros. As discussões apresentadas neste artigo não tiveram a pretensão de modular as fontes periódicas em compartimentos estanques. Na verdade, apenas ilustram as problemáticas no tratamento desta. Revela-se aqui, como já mencionado, a preocupação central dos historiadores em pontuar questões fundamentais relativas ao tratamento dos documentos na pesquisa histórica. Referir-se, pois, as problemáticas contemporâneas da história requer, ao menos, compreender as mudanças ocorridas no campo de ação do historiador. A compreensão do passado faz-se por meio de fontes, isto significa que o historiador apropria-se de documentos para construção de narrativas, por isso, tornou-se fundamental situar o contexto onde a história traçou novos caminhos, incluindo-se, dessa forma, os impressos na historiografia. Portanto, antes mesmo de negar a figura subjetiva do historiador é necessário desdobrar-se na própria subjetividade dos documentos. Talvez seja esse o maior desafio dos historiadores neste momento.

9 CALONGA, Maurilio Dantielly 87 REFERÊNCIAS ALVES, Fábio Lopes, GUARNIERI, Ivanor Luiz. A utilização da imprensa escrita para a escrita da História: diálogos contemporâneos. Revista brasileira de ensino de jornalismo, Brasília: vol.1, nº 2, p , ago./nov BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, BLOCH, Marc. Apologia da História: ou o ofício de historiador. Tradução André Telles, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, BOURDÉ, Guy; MARTIN, Hervé. As escolas históricas. Portugal: Europa-América, CAPELATO, Maria Helena. Imprensa e História do Brasil. São Paulo: Contexto/EDUSP, PRADO, Maria L. O Bravo Matutino. São Paulo: Editora Alfa-Romeu, CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma introdução à História. 5º Ed. São Paulo: Editora Brasiliense, CARDOSO, Ciro Flamarion, VAINFAS, Ronaldo. História e Análise de Textos. In: CARDOSO, Ciro Flamarion, VAINFAS, Ronaldo (Orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997, p CARVALHO, Francismar Lopes de. O conceito de Representações Coletivas segundo Roger Chartier. Diálogos, DHI/PPH/UEM, v. 9, n. 1, p , CHARTIER, Roger. A História Cultural entre práticas e representações. Col. Memória e sociedade. Trad. Maria Manuela Galhardo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, O mundo como representação. In: À Beira da Falésia: a História entre certezas e inquietudes. Porto Alegre: UFGRS, 2002, p FEBVRE, Lucien. Combates pela história. 3ª Ed., Lisboa: Editorial Presença, KOSELLECK, Reinhart. Um história dos conceitos: Problemas teóricos e práticos. In: Estudos Históricos. Rio de Janeiro: vol. 5, nº 10, 1992, p LE GOFF, Jacques. Documento/Monumento. In: História e Memória. 5º Ed. Trad. Bernardo Leitão et.al, Campinas: Editora da Unicamp, 2010, p LUCA, Tania Regina de; MARTINS, Ana Luiza. Imprensa e cidade. São Paulo: Editora UNESP, A história dos, nos e por meio dos periódicos. In: PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes Históricas. 2º Ed. São Paulo: Contexto, 2010, p MANZIÈRE, Francine. Análise do Discurso. São Paulo: Parábola, PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural. 2º Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

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