IDENTIFICAÇÃO DO INTEGRANTES DOS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHO FISCAL

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1 SUMÁRIO Identificação do SICOOB Credipel Integrantes dos órgãos Estatutários Mensagem da Administração Edital Relatório da Administração Demonstrações Contábeis Notas Explicativas Parecer do Conselho Fiscal Parecer da Auditoria Proposta da Diretoria Metas Títulos Vencidos Gráficos

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3 IDENTIFICAÇÃO DO SICOOBCredipel RAZÃO SOCIAL: Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SIGLA: SICOOB Credipel ENDEREÇO: Rua Comendador Antônio Alves, 825 Pedro Leopoldo/MG TELEFONE: (31) DATA DA CONSTITUIÇÃO: 19/10/1993 INÍCIO DAS ATIVIDADES: 24/02/1994 AUTORIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO: Nº 93/0948 DE 20/12/1993 REGISTRO NA JUCEMG: DE 20/12/1993 CNPJ: / AGÊNCIA SÃO JOSÉ DE ALMEIDA AGÊNCIA CONFINS AGÊNCIA LAGOA DE SANTO ANTONIO INTEGRANTES DOS ORGÃOSESTATUTÁRIOS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DIRETOR PRESIDENTE DIRETOR VICEPRESIDENTE CONSELHEIROS Rodrigo Otávio Costa Marcus Barbabela Daltro José da Silva Lázaro de Oliveira Sandra Regina Almeida M. Teixeira CONSELHO FISCAL EFETIVOS Anderson Alves Diniz Ernani Medina Ferreira João Victor Silva Dantas SUPLENTES Marinho Machado Lemes William Ferreira da Silva 3

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5 MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Associados, O Conselho de Administração do SICOOB Credipel, em cumprimento das obrigações estatutárias, submete a consideração da Assembléia Geral Ordinária, o Relatório de Gestão, acompanhado da Prestação de Contas do exercício de 2011, constituído das seguintes peças: A Balanço Patrimonial e Notas Explicativas, acompanhado do Parecer do Conselho Fiscal e do Parecer da Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa CNAC; B Demonstrativo de resultado do exercício; C Distribuição das sobras apuradas no exercício; D Anexo e demais documentos. Pedro Leopoldo, 31 de dezembro de Rodrigo Otávio Costa DIRETOR PRESIDENTE 5

6 EDITAL COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DE PEDRO LEOPOLDO LTDA. SICOOb CREDIPEL RUA COMENDADOR ANTONIO ALVES, Nº 825, CENTRO, PEDRO LEOPOLDO/MG CNPJ MF.: / NIRE: EDITAL DE 1ª, 2ª e 3ª CONVOCAÇÃO DE ASSEMbLÉIA GERAL ORDINÁRIA O Presidente do Conselho de Administração da COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DE PEDRO LEOPOLDO LTDA. SICOOB CREDIPEL no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social convoca os associados, que nesta data são de número (dois mil oitocentos e noventa e cinco), em condição de votar, para se reunirem em ASSEMBLÉIA GERAL ORDINáRIA a ser realizada no dia 28 (vinte e oito) de abril de 2012, no Parque de Exposições Assis Chateaubriand, sito na Av. Rômulo Joviano, nº 161, Bairro Centro na cidade de Pedro Leopoldo/MG às 08:00 (oito) horas em primeira convocação, com a presença de, no mínimo, 2/3 (dois terços) do número de associados, às 09:00 (nove) horas em segunda convocação, com a presença de metade mais um dos associados; ou em terceira e última convocação às 10:00 (dez) horas com a presença de, no mínimo, 10 (dez) associados, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA: ASSEMBLÉIA GERAL ORDINáRIA: 1) Prestação de contas dos órgãos de administração, acompanhada do Parecer do conselho Fiscal, compreendendo: a) relatório da gestão; b) balanços elaborados no primeiro e no segundo semestres do exercício social anterior; c) relatório da auditoria externa Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa CNAC; d) demonstrativo das sobras apuradas ou das perdas decorrentes da insuficiência das contribuições para cobertura das despesas da sociedade; 2. Destinação das sobras apuradas, deduzidas as parcelas para os fundos obrigatórios, ou rateio das perdas verificadas, com a possibilidade de compensar, por meio de sobras dos exercícios seguintes o saldo remanescente das perdas verificadas no exercício findo; 3. Estabelecimento da fórmula de cálculo a ser aplicada na distribuição de sobras e no rateio de perdas, com base nas operações de cada associado realizadas ou mantidas durante o exercício, excetuandose o valor das quotaspartes integralizadas; 4. Fixação do valor das cédulas de presença, honorários e gratificações dos membros do Conselho de Administração e cédula de presença dos membros do Conselho Fiscal; 5. Fixação do valor global para pagamento dos honorários e das gratificações dos membros da Diretoria Executiva; 6. Deliberação sobre recolhimento da contribuição do FGTS nos termos do artigo 16 da Lei nº 8.036/90; 7. Eleição dos membros do Conselho de Administração e Fiscal; 8. Assuntos gerais de interesse social. OBS.: 1) A presente Assembléia Geral Ordinária realizarseá em local diverso da sede social, por absoluta falta de espaço físico nesta Cooperativa. 2) A eleição realizarseá na Av. Rômulo Joviano, nº 161, Centro no Parque de Exposições Assis Chateaubriand, na cidade de Pedro Leopoldo (MG), no dia 28/04/2012 com início às 12:00 (doze) horas e com duração máxima de 8 (oito) horas ininterruptas, no único dia marcado para a eleição, podendo ser encerrada em um prazo menor, desde que todos os associados presentes e com direito a voto tenham votado; o prazo para registro das chapas será de 5 (cinco)dias úteis contados da publicação deste edital, ou seja, do dia 22/03/2012 ao dia 28/03/2012; o registro das chapas será feito na Cooperativa, junto ao Diretor Administrativo e Financeiro ou outra pessoa por ele designada, no horário de 10h00 (dez horas) às 15h00 (quinze horas). Em caso de empate entre as chapas haverá nova eleição no dia 17/05/2012, em horário a ser fixado no edital de convocação da respectiva Assembléia Geral. Pedro Leopoldo (MG), 21 de março de Rodrigo Otávio Costa Presidente do Conselho de Administração do SICOOB CREDIPEL

7 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício de 2011 da Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL, na forma da Legislação em vigor. 1 Política Operacional Em 2011 o SICOOB CREDIPEL completou 18 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2 Avaliação de Resultados No exercício de 2011, o SICOOB CREDIPEL obteve um resultado de R$ ,17 representando um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de 11,95%. 3 Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ ,72. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ ,64. A carteira de crédito encontravase assim distribuída: Carteira Rural R$ ,81 29,00% Carteira Comercial R$ ,83 71,00% Os Vinte Maiores Devedores representavam na database de 31/12/2011 o percentual de 41,66% da carteira, no montante de R$ ,38. 4 Captação As captações, no total de R$ ,21, apresentaram uma evolução em relação ao exercício anterior de 45,98%. As captações encontravamse assim distribuídas: Depósitos à Vista R$ ,29 23,34% Depósitos a Prazo R$ ,92 76,66% Os Vinte Maiores Depositantes representavam na database de 31/12/2011 o percentual de 49,68% da captação, no montante de R$ ,82. 7

8 5 Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIPEL era de R$ ,44. O quadro de associados era composto por Cooperados, havendo um acréscimo de 2,41% em relação ao exercício anterior. 6 Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas préestabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do RAT ING (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. A Singular utilizase dos serviços prestados pela Cobrança Centralizada do SICOOB CEN TRAL CREDIMINAS, visando padronizar os procedimentos de cobrança de créditos de difícil recuperação. O SICOOB CREDIPEL adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682, havendo uma concentração de 84,65% nos níveis de A a C. 7 Gerenciamento de Risco I Risco Operacional O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.380/2006. Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontrase evidenciada em relatório disponível no sítio O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado com base no preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade (LVC), baseada na metodologia Controll Self Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva, coordenação do Departamento de Controles e Riscos e a atuação do Agente de Controle Interno e Risco, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada. Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controle Interno e Risco. 8

9 Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas e as ações de mitigação identificadas, sendo as informações devidamente registradas em sistema informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controle Interno e Risco. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. II Risco de Mercado O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007. Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontrase evidenciada em relatório disponível no sítio No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de riscos, de classificação da carteira em trading e banking, de mensuração do risco de mercado (Value at Risk VaR), de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting do VaR). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. III Risco de Crédito O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN 3.721/2009, a Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontrase evidenciada em relatório disponível no sítio Compete aos responsáveis pela estrutura centralizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. 9

10 Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda. SICOOB CREDIPEL possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 8 Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação SICOOB e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 10

11 9 Conselho Fiscal Eleito a cada dois anos na AGO, com mandato até a AGO de 2012, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2010, todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pela SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercêlas. 10 Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIPEL aderiram, em fevereiro/2011, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pelo Sicoob Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 11 Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. Em 2011, a Ouvidoria do SICOOB CREDIPEL registrou 02 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito. Das 02 reclamações, 02 foram consideradas procedentes e resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. Agradecimentos Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. Pedro Leopoldo, 31 de dezembro de Conselho de Administração e Diretoria 11

12 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Balanços Patrimoniais EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 ATIVO 31/12/2011 EM REAIS 31/12/2010 Circulante Disponibilidades Relações Interfinanceiras (Nota 4) Operações de Crédito (Nota 5) Outros Créditos (Nota 6) Outros Valores e Bens (Nota 7) , , , , , , , , , , , ,59 Não Circulante Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito (Nota 5) Outros Créditos (Nota 6) , , , , , , , ,51 Investimentos (Nota 8) Imobilizado de Uso (Nota 9) Diferido (Nota 10) Intangível (Nota 11) , , ,22 739, , , , ,65 TOTAL ,88 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis ,51 Balanços Patrimoniais EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 PASSIVO Circulante Depósitos (Nota 12) Depósito à Vista Depósito a Prazo Outros Depósitos Relações Interfinanceiras (Nota 13) Relações Interdependências Obrigações Por Empréstimos e Repasses (Nota 13) Outras Obrigações (Notas 14 e 15) Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas 31/12/ , , , , , , , , , , ,35 EM REAIS 31/12/ , , , , , , , , , , , , ,61 Não Circulante Exigível a Longo Prazo Relações Interfinanceiras (Nota 13) Obrigações Por Empréstimos e Repasses (Nota 13) Provisões p/ Riscos Fiscais e Trabalhistas (Nota 16) , , , , , ,33 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 12 Patrimônio Líquido (Nota 18) Capital Social Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL , , , , , , , , , ,51

13 Demonstrações de Sobras ou Perdas PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 EM REAIS 2º Semestre /12/ /12/2010 Ingressos da Intermediação Financeira Operações de Crédito , , , , , ,04 Dispêndios da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Operações de Créditos (Nota 5a) ( ,52) ( ,05) (86.997,82) 4.986,35 ( ,89) ( ,13) ( ,84) ( ,92) ( ,67) ( ,38) ( ,60) ( ,69) Resultado Bruto Intermediação Financeira , , ,37 Outros Ingressos/Rec. (Dispêndios/Desp.) Operacionais Ingressos/Receitas de Prestação de Serviços Dispêndio/Despesas de Pessoal Outras Dispêndios/Despesas Administrativas Dipêndios/Despesas Tributárias Outros Ingressos/Rendas Operacionais Ingressos de Depositos Intercooperativos Outros Dispêndios/Despesas Operacionais ( ,41) ,78 ( ,63) ( ,23) (17.844,25) , ,48 ( ,39) ( ,79) ,44 ( ,14) ( ,50) (44.196,52) , ,51 ( ,54) ( ,27) ,59 ( ,62) ( ,03) (41.052,51) , ,19 ( ,27) Resultado Operacional , , ,10 Resultado Não Operacional 7.946, ,47 (253,43) Resultado Antes da Tributação , , ,67 Imposto de Renda e Contribuição Social (19.032,04) (32.265,11) (32.055,50) Resultado Antes das Participações , , ,17 FATES ( ,14) ( ,73) Reserva Legal ( ,16) ( ,36) Sobras ou Perdas Líquidas As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis , ,08 13

14 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 EVENTOS Saldo em 31/12/2009 CAPITAL SUBSCRITO ,55 CAPITAL RESERVAS DE SOBRAS CAPITAL A REALIZAR (10.211,40) LEGAL ESTATUTÁRIAS ,85 247,94 SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS ,37 Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao Capital Cotas de Capital à Pagar Ex associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( ) Reversões de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas FATES Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras ou Perdas:. Fundo de Reserva. F A T E S Saldos em 31/12/ , ,24 (64.180,82) , ,40 (4.935,00) , ,21 (247,94) ( ,99) (83,38) ,17 ( ,39) ( ,36) (27.751,34) ,08 Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao Capital Cotas de Capital à Pagar Ex associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( ) Sobras ou Perdas Líquidas FATES Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras ou Perdas:. Fundo de Reserva. F A T E S Saldos em 31/12/ , ,03 ( ,51) ,96 (9.395,02) (14.330,02) , ,37 ( ,48) 1, ,17 (94.641,35) ( ,16) (27.474,79) 412, Saldo em 30/06/ ,16 (8.940,00) , ,55 Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( ) Sobras ou Perdas Líquidas FATES Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras ou Perdas:. Fundo de Reserva. F A T E S Saldos em 31/12/ ,72 ( ,92) ,96 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. (5.390,02) (14.330,02) , , ,62 (94.641,35) ( ,16) (27.474,79) ,87 EM REAIS TOTAIS ,31 (83,38) ,64 (64.180,82) (247,94) ,17 ( ,39) (27.751,34) ,25 1, ,01 ( ,51) ,17 (94.641,35) (27.474,79) , , ,70 ( ,92) ,62 (94.641,35) (27.474,79) ,18 14

15 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO 2010 Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício EM REAIS 2º Semestre /12/ /12/ , , ,67 IRPJ / CSLL (19.032,04) (32.265,11) (32.055,50) Provisão para Operações de Crédito (37.946,95) (48.296,90) (65.221,23) Depreciações e Amortizações , , , , , ,93 Aumento (redução) em ativos operacionais Operações de Crédito ( ,40) ( ,85) ,18 Outros Créditos ( ,17) ( ,68) (56.693,36) Outros Valores e Bens , ,37 (7.008,62) Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Vista ( ,28) , ,56 Depósitos sob Aviso (15.169,11) Depósitos a Prazo , , ,81 Outros Depósitos (2.500,00) 2.500,00 Outras Obrigações ,84 ( ,71) 292, Relações Interdependências (3.866,89) (189,46) 466,00 Relações Interfinanceiras , ,96 ( ,86) Obrigações por Empréstimos e Repasses , ,39 ( ,11) Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais ( ,80) , ,94 Atividades de Investimentos Baixa Investimento 7.145, ,73 Alienação de Imobilizações de Uso 777,67 777,67 276,79 Inversões em Imobilizado de Uso ( ,62) ( ,48) ( ,60) Inversões em Investimentos (16.217,83) Outros Ajustes , ,43 Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (91.095,26) ( ,29) ( ,06) Atividades de Financiamentos Aumento por novos aportes de Capital , , ,64 Devolução de Capital à Cooperados ( ,92) ( ,51) (64.180,82) Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Cotas (1,60) (83,38) de Capital à pagar FATES Resultado de Atos Não Cooperativos (94.641,35) (94.641,35) ( ,39) FATES Sobras Exercício (27.474,79) (27.474,79) (27.751,34) Reversão de Reservas (247,94) Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (67.724,36) (40.405,24) ( ,23) Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades ( ,42) , ,65 Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período , , ,46 No Fim do Período , , ,11 Variação Líquida das Disponibilidades ( ,42) , ,65 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 15

16 NOTAS EXPLICATIVAS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE Contexto operacional A Cooperativa de Crédito Rural de Pedro Leopoldo Ltda SICOOB CREDIPEL, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 19 de outubro de 1993, filiada à Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais Ltda. SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispões sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIPEL possui Postos de Atendimento Cooperativo PAC nas seguintes localidades: São José de Almeida, Confins e Lagoa de Santo Antônio. O SICOOB CREDIPEL tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram aprovadas em 14/02/2012. As demonstrações são elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº /07 e nº /09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos 16

17 Contábeis CPC. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, o Comitê de Pronunciamento Contábil (CPC), criado pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade CFC nº 1.055/2005, emitiu, até o término deste exercício, 43 pronunciamentos. Entretanto, o Conselho Monetário Nacional elaborou normativos direcionados para sete destes pronunciamentos: a Resolução 3.566/2008 Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01), Resolução 3.604/2008 Fluxo de Caixa (CPC 03), Resolução 3.750/2009 Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05), Resolução 3.989/2011 Pagamento Baseado em Ações (CPC 10), Resolução 4.007/2011 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23), Resolução 3.973/2011 Eventos Subsequente (CPC 24) e Resolução 3.823/2009 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25). 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas préfixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério prorata temporis e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pósfixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato nãocooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis fazse necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. 17

18 O caixa e equivalente de caixa compreendem: 31/12/ /12/2010 Caixa e depósitos bancários , ,20 Relações interfinanceiras centralização financeira , ,91 Total , ,11 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros préfixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pósfixadas são registradas a valor presente, calculadas pro rata temporis, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levandose em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (rico mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, avaliadas pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. 18

19 i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. k) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido ( pro rata temporis ). m) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. n) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja 19

20 requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos nãocooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). s) Valor recuperável de ativos impairment A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por impairment, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2011 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. 4. Relações interfinanceiras Referemse à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10. 20

21 5. Operações de crédito a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº de 21/12/1999: Nível / Percentual de Risco Situação Emprést. / Tít. Desc. * FINANC. FINANC. RURAIS TOTAL EM 2011 PROVISÕES 2011 TOTAL EM 2010 PROVISÕES 2010 A B B C C D D E E F F G G H H 0,5% 1% 1% 3% 3% 10% 10% 30% 30% 50% 50% 70% 70% 100% 100% Normal Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Total Normal Total Vencido Total Geral Provisões Total Líquido , , , , , , , , , , , , , , , , , ,84 ( ,93) , , , , , , , , , ,89 (57.153,97) , , , , , , , , , ,97 ( ,16) , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,70 ( ,06) , , ,53 260, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,85 ( ,96) , , ,21 289, , , , , , , , , , , , , , , ,96 * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas. Em cumprimento às orientações do Banco Central do Brasil, no primeiro semestre de 2011 o Sistema Sicoob concluiu o cronograma de implantação da exigência contida no artigo 3º da Resolução CMN nº 2.682, que estabelece que a classificação das operações de crédito de um mesmo cliente ou grupo econômico deve ser definida considerando aquela que apresentar maior risco. b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento operações vincendas (dias): DESCRIÇÃO até 90 de 91 a 360 acima de 360 total Empréstimos Títulos Descontados Financiamentos Financiamentos Rurais Total , , , , , , , , , ,52 Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida ,05 87, , , , , , , , ,70 c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito: DESCRIÇÃO Saldo Inicial Constituições/Reversões no período Transferência/Reversões para Prejuízo no período Total 31/12/ , ,78 ( ,68) ,06 31/12/ , ,55 ( ,78) ,96 21

22 d) Concentração dos Principais Devedores: DESCRIÇÃO 31/12/2011 % Carteira Total 31/12/2010 % Carteira Total Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores , , ,52 5,09% 29,06% 59,98% , , ,20 2,90% 19,18% 49,80% e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados: DESCRIÇÃO Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período Total 31/12/ , ,68 ( ,42) ,61 31/12/ , ,78 ( ,42) ,35 6. Outros créditos Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: DESCRIÇÃO Rendas a Receber (a) Devedores por Depósito e Garantia (b) Avais e Fianças Honrados Títulos e Créditos a Receber (c) Devedores Diversos () Provisão para Outros Créditos Total 31/12/ , , , , ,11 (4.925,07) ,60 31/12/ , ,51 544, , ,07 (544,90) ,92 (a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL (R$ ,10), rendas a receber da previdência social INSS (R$4.843,99), rendas a receber do BANCOOB (R$15.401,87) e outras (R$939,20); (b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos (R$ ,75), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$ ,86), Trabalhistas (R$31.322,93) e INSS patronal sobre cédulas de presença dos Conselheiros (R$8.200,00); (c) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de tarifas (R$17.149,88). 7. Outros valores e bens Registramse ainda no grupo, as despesas antecipadas, no montante de R$12.307,22, referentes a prêmios de seguros, contribuição cooperativista, IPTU e Contrato de manutenção da Compensação por Imagem. 8. Investimentos O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB CENTRAL CREDIMINAS e aquisição de ações do BANCOOB e outros 22

23 investimentos, conforme demonstrado: DESCRIÇÃO 31/12/ /12/2010 SICOOB CENTRAL CREDIMINAS Banco Cooperativo do Brasil S.A. BANCOOB Outras Participações TOTAL , , , , , , ,71 9. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: DESCRIÇÃO TAXA DE DEPRECIAÇÃO 31/12/ /12/2010 Terrenos Moveis em Estoque e Imobilizações em Curso Edificações Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso Sistemas de Comunicação Sistema de Processamento de Dados Sistemas de Segurança Sistemas de Transportes TOTAL Depreciação acumulada TOTAL DO IMOBILIZADO 4% 10% 10% 20% 10% 20% 4.000, , , , , , , , ,62 ( ,06) , , , , , , , , , ,18 ( ,54) , Diferido Nesta rubrica registramse as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente. DESCRIÇÃO TAXA DE AMORTIZAÇÃO 31/12/ /12/2010 Diferido () Amortização Acumulada TOTAL Até 20% a.a ,38 ( ,16) , ,38 ( ,38) , Intangível Nesta rubrica registramse os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. DESCRIÇÃO TAXA DE AMORTIZAÇÃO 31/12/ /12/2010 Outros Ativos Intangíveis Amortização acumulada TOTAL Até 20% a.a 5.221,55 (4.481,57) 739, ,55 (3.839,90) 1.381,65 23

24 12. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. DESCRIÇÃO 31/12/ /12/2010 Depósito à Vista Depósito a Prazo Outros Depósitos , , , ,00 Os depósitos, até o limite de R$70.000,00 (Setenta mil reais), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do SICOOB FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do Sistema SICOOB regido por regulamento próprio. 13. Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições TAXA VENCIMENTO 31/12/ /12/2010 BANCOOB SICOOB CENTRAL CREDIMINAS SICOOB CENTRAL CREDIMINAS SICOOB CENTRAL CREDIMINAS Total De 6,25 a 6,75% a.a 120% do CDI a.m. 6,78% a.a 1,03% a.m Até 11/ / / / , , , , , , , , Obrigações sociais e estatutárias DESCRIÇÃO FATES Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social. Cotas de capital a pagar Total 31/12/ , , ,65 31/12/ , , ,43 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos nãocooperados e 5% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF. 15. Outras obrigações Diversas 24 DESCRIÇÃO Cheques administrativos (a) Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas (b) Outras Obrigações Credores Diversos País Cheques Descontados (c) Total 31/12/ , , , , , ,35 31/12/ , , , , , , ,61

25 (a) Referese a cheques emitidos pela Cooperativa contra o próprio caixa da instituição, porém não compensados até a database de 31/12/2011. (b) Referese a provisão para pagamento de despesas com água/energia/alugueis (R$7.472,68), processamento de dados (R$11.139,76), transporte (R$9.134,28), assessória técnica (R$.6.545,83), compensação (R$17.944,47) e outras (R$5.384,61); (c) Referese a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixados até a database de 31/12/ Outras obrigações Diversas Provisões para riscos tributários e trabalhistas Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: DESCRIÇÃO PROVISÃO PARA CONTIGÊNCIAS Depósitos judiciais Provisão para contingências Depósitos judiciais PIS COFINS Trabalhistas Outras contingências (a) Total , , , , , , , , , , , , , , , ,84 PIS e COFINS quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em Garantia. 17. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIPEL opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. 25

26 18. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotaspartes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotaspartes. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 20%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 31 de março de 2011, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, no valor de R$ ,48. d) Destinações estatutárias e legais De acordo com o estatuto social da cooperativa e a Lei nº 5.764/71, as sobras líquidas do exercício terão a seguinte destinação: DESCRIÇÃO Sobras /lucro líquido do exercício Lucro líquido decorrente de atos nãocooperativos apropriado ao FATES Sobras líquidas, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal 20% Fundo de assistência técnica, educacional e social 5% Sobras à disposição da Assembleia Geral ,17 (94.641,35) ,82 ( ,16) (27.474,79) , ,16 ( ,39) ,78 ( ,70) ( ,36) (27.751,34) ,08 A Reserva legal destinase a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades; O Fundo de assistência técnica, educacional e social (FATES) é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa; e Os resultados decorrentes de atos não cooperativos são destinados ao FATES. 26

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